Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Mario tem 48 anos, é empresário, bem-sucedido, músico nas horas vagas e um homem insaciável na cama. É meu padrasto desde que eu tinha 6 anos, e sempre tivemos uma relação mais de amizade. Meu pai biológico abandonou eu, minhas irmãs e minha mãe quando eu nasci.
Minha mãe conheceu o Mário num julgamento, já que ela é advogada. Ele era testemunha de um caso trabalhista que, por sorte, deu favorável pra empresa onde ele trabalha até hoje. Segundo o Mário, naquele mesmo dia eles se pegaram, porque ele não conseguiu resistir a tanta beleza, a vaidade dos peitões imponentes dela, nem a intensidade do olhar.
Hoje tenho 19, e aos poucos fui descobrindo como as coisas eram.
Minhas duas irmãs, Luciana de 22 e Paola de 25, cada uma tem um filho. E juro pra vocês que não soube se devia meter um tiro na cabeça, denunciar elas por serem umas taradas, entregar o cara pra justiça por fazer aquilo com a minha mãe, ou cair fora de casa quando, uma noite, as duas me contaram uma verdade inquestionável, cheia de perversão e de crimes um atrás do outro, com todos os detalhes! Mario era o pai legítimo dos meus sobrinhos!
Então, tudo começava a fazer sentido na minha cabeça. Todas as lembranças e situações que eu ignorava, que eu não conseguia encarar como reais, apareceram na minha memória.
De repente, lembrei da noite em que desci pra pegar água e vi a Luciana sentada na mesinha de centro com os peitos de fora, e no sofá o Mario fingindo que tava dormindo.
Também na noite em que fui pegar uma extensão no quarto da Paola, e o Mario tava de cueca sentado na cama da minha irmã, que se fazia de coitada de calcinha. Supostamente tavam falando de algo sério que não era da minha conta por eu ser mina.
De novo peguei o Mario passando a mão na bunda da Pao enquanto ela fazia um torta de batata.
Não vou negar que com tudo isso eu me masturbava igual uma porca na solidão dos meus lençóis. Especialmente desde que vi a Luciana montada no Mario pela janela do meu quarto. Tavam no jardim, ele numa espreguiçadeira e ela deitada em cima dele, com a bunda empinada pra cima e se mexendo de leve. Não tinha muito o que imaginar, mesmo que o sol me cegasse.
Naquela tarde foi a primeira vez que eu gemi, me masturbei com um vibrador que roubei da Luciana, e fiquei com a mesma calcinha até o dia seguinte.
Era normal que a gente se juntasse com o Mario pra ver um filme. Só que, como eu ia pra escola à tarde, perdia um monte desses momentos.
Aconteceu que numa dessas tardes eu saí mais cedo porque não tive geografia, e encontrei os três no mesmo sofá. Não souberam me explicar como as duas estavam agitadas, de peitos de fora e com as mãos no pau duríssimo do nosso padrasto! Me mandaram pra merda enquanto tentavam se cobrir com uma mantinha.
Faltando uns dias pra eu fazer 18, a Luciana e a Paola deixaram os bebês na creche e, na volta, me chamaram pra ir no shopping, numa saída de irmãs de verdade. Foi mó legal! Gastamos uma grana comprando roupa, sapato, disco, hambúrguer e sorvete.
À noite, como o Mario e minha mãe foram jantar fora, decidimos comer uns cachorros-quentes na varanda. Foi aí que me contaram tudo.
—mas disso nem uma palavra pra ninguém, mina, porque senão vai dar merda! O Mario já come a gente há um tempão, e as duas ficamos grávidas dele! — disse a Pao de boca cheia.
Sim, amor, e você não sabe como fode o velho… ele adora que eu morda por cima da cueca de lycra que ele usa, que você sopre o bafinho no pau na cara dele quando chupa, e que peça pra ele lamber sua buceta!, disse Luciana com os olhos arregalados.
Ele me faz gozar gostoso com essa língua, até quando eu tava grávida! O Mario foi o primeiro a provar a gozada dos meus peitos!", confessou a Paola.
Sim, sua puta, lembra quando a gente passava as duas na pica dele, e ele apertava nossos peitos pra gente gozar tudo, e depois mandou a gente chupar tudo?!, lembrou Luciana fazendo força pra arrotar depois de mandar um fundo branco com refrigerante.
Sim, bebê, e você fez xixi assim que levou todo o gozo na boquinha, mamãe… como você chupou minha buceta naquela noite, putinha!, dizia Paola acendendo um cigarro.
Aos poucos, minha buceta era um pequeno vulcão de fluidos ciumentos, ansiosos e eufóricos prestes a entrar em erupção. Também não entrava na minha cabeça que minhas irmãs tinham transado entre si!
Então me confessaram que ele sempre foi considerado com elas durante as gestações. Cuidava delas, dava uns agrados de vez em quando, e fazia o love com cuidado. A Pao ficou feliz que ele estreou a bucetinha dela quando ela tava de seis meses.
Pra mim e pra minha mãe foi uma coincidência. Como as duas tinham namorado, a gente só desconfiava deles como os responsáveis por engravidar esses bebês. Só tinha 6 meses entre o filho da Luciana e o da Paola.
Tudo era uma loucura. Mas eu sentia que o coração me fazia tremer as pernas, e que precisava me masturbar inteira.
Era nisso que eu tava pensando quando, impulsiva e egoísta, cumprimentei as minas pra sair correndo pro meu quarto.
Aonde você vai, Flor? A gente te conta uma parada muito foda, doida, e você vaza?!", disse Luciana, irritada.
Deixa ela, vai se esfregar toda que nem outro dia!", me entregou a Paola.
Mmm, é verdade, Flopy? Você vai bater uma punheta, sua suja, porca?!, dizia Luciana me sufocando nos braços dela assim que parou meus passos efusivos com o corpo dela.
Olha como você fica doida, tá toda arrepiada igual a gente, não é? E você quer a pica do Mario entre suas tetas! E que ele te engravide, não é, irmãzinha?! Além disso, não se faz de santinha… se no ano passado eu vi como você engoliu o leite do primo! Aquele cara não te comeu?!, as vozes das minhas irmãs se amontoavam, já me cercando com o calor delas, apalpando meus peitos e minha bunda, soltando as alças da minha camiseta e liberando meus seios. A Paola foi a que se atreveu a chupá-los, dizendo:
Imagina eles cheios de porra… vem cá, Lu, experimenta eles!
A Luciana também lambeu meus mamilos, enquanto os fios de gozo escorriam pelas minhas pernas.
De repente, eu já não sabia se tava no céu ou na terra. As duas me mantinham presa numa cadeirinha. A Paola tirou meus sapatos pra chupar meus pés. Ela passava a língua curtinha pelos meus dedinhos e eu balançava em cada sensação que ela me dava.
Ao mesmo tempo, Luciana esfregava as tetas dela nas minhas depois de cuspir nelas, passava os dedos frios no meu rosto, enfiava eles na minha boca pra eu lamber, me beijava o nariz e lambia minhas orelhas.
Esquece, minha calcinha parecia toda mijada de tanto suco que minhas hormonas produziam!
Escuta como geme a Flopy! Siim, ela adora que eu chupe os pezinhos da menininha dos pauzinhos na escola, não é, bebê?! Você não sabe o gostoso que ela chupa meus dedos, e como os biquinhos dela ficam duros!, diziam as duas sem se importar que meu desejo pudesse me deixar sem ar se não me fizessem gozar logo.
Mas, no auge das chupadas da Lu nos meus peitos, e bem na hora que a Pao tava beijando minhas coxas, se encaminhando pra minha buceta por baixo do meu vestidinho, aparece o Mario.
Eeeepaaa, tem uma festinha e eu não fiquei sabendo?!", disse em voz baixa, tranquilo, esfregando o volume na calça social.
Mamãe ficou pra dormir na casa de uma amiga, porque amanhã ela viaja pro Uruguai pra pegar uns documentos… mas, o que que a Flopy tem? Tá com tesão pelo visto!, completou enquanto as meninas recebiam ele cada uma com um beijo na boca.
Meus sobrinhos já estavam dormindo há um tempão, e na minha cabeça não tinha nada de preciso quando o homem sugeriu:
Meninas, por que a gente não desce? Tá ficando friozinho, e ainda por cima a Flor tá com os peitos de fora, que, por sinal, são muito gostosos!
Tudo que lembro é que, logo depois, eu tava de quatro na cama do Mario e da minha mãe, de calcinha e com o pau do cara a centímetros da minha boca. As minhas me seguravam e ele se batia devagarinho me dizendo:
Olha bem pra ela, gatinha, toca nela, cheira ela, olha pras minhas bolas e, quando eu mandar, arqueia um pouquinho as costas, assim meu pau entra em contato com esses peitos divinos!
A boa pica dele escorregou no vão dos meus peitos, que apertaram com força, enquanto ele se movia. Adorei como a boca experiente dele devorou eles antes de fazer isso!
Luciana foi quem disse pro Mario que minha buceta escorria fluidos na cama, mesmo de calcinha. Paola tirou ela e esfregou na cara do Mario, enquanto o pau dele já tava enfeitado com minha saliva, meus beijinhos, lambidas e chupadas fundo. Eu ficava louca com o gosto da pele madura dele, com os suquinhos gostosos, os gemidos e as palmadas que a Luciana me dava.
Então, enquanto o cara continuava enfiando na minha garganta, quase dificultando minha respiração, a Luciana e a Paola colocavam os peitos na cara dele pra ele ficar mais duro. A Paola não parava de cheirar minha calcinha com cara de tarada.
Mario, vai me engravidar de novo?!", disse Luciana já toda peladinha e se deitando do meu lado com as pernas abertas e os calcanhares juntos na bunda dela. O homem nem pensou duas vezes.
Ele tirou o pau da boca dela e se jogou por cima pra dar umas metidas estridentes, profundas e rapidinhas, tanto que a cama ameaçava deixar eles no maior ridículo se partindo no meio.
Não tive tempo de ficar puta com ele, porque eu queria aquela porra!
Paola me fez umas cócegas assim que viu meus beicinhos de decepção, chupou meus peitos e começou a me masturbar, sussurrando no meu ouvido:
Vai, Flopy, goza na minha mão suja e me toca, olha só, minha calcinha tá molhada! Juro que me mijei toda te vendo chupar o Mario, sua safada! Te amo, garota suja!
Isso me deixou mais doidinha, e aí eu vi que a Paola tava toda molhada. Tirei a calcinha dela e as duas se masturbaram se beijando de língua, do lado da Luciana que, aos poucos, recebia a descarga de porra do Mario.
O homem saiu do corpo dele todo agitado, suado e com cara de não aguentar mais. Mas aí, ele me escolheu pra sentar na mesa do computador. Abriu minhas pernas, me percorreu do umbigo até a bunda com beijos delicados e suaves, abriu meus lábios da buceta com os dedos e começou a enfiar a língua na minha buceta, a roçar meu clitóris, a me cheirar descontrolado e a me falar:
Você quer um bebê Flopy? Quer meu leite aqui dentro, punheteira?!
Eu disse que sim quando os braços dele me levaram pra cama, onde a Paola já tava de quatro esperando. A Luciana agora só olhava.
Me deitou de barriga pra cima, me dizendo:
Toca minha pica, neném, olha como tu deixou ela dura, puta!
Assim que o corpo dela desabou sobre o meu, e o pau dela se encostou na entrada da minha buceta, ela só disse:
Pô, Pao, dá a buceta pra sua irmã, não seja ruim… que eu vou comer ela todinha!
Foi indescritível tudo o que vivi naqueles minutos. Mário começou a me comer devagar, mas amassando meus peitos, e minha boca, língua e olfato eram prisioneiros da buceta da Paola, que tinha um cheiro de xixi ensurdecedor, mas também uma fragrância feminina que me instigava a penetrá-la, chupá-la e esfregá-la toda, e cada vez mais forte. Eu sentia aquela pica crescendo dentro da minha xota, alargando meu canal e tocando o fundo da minha buceta, e como se esfregava no meu clitóris, e as coisas que os dois me falavam.
me come, gostosa, chupa minha buceta!certeza que as picas dos caras que você come não são como essa, né?! Nem os consolos, nem esses dedinhos de puta que você tem, vai, vagabunda, engole tudooooo!
A buceta da minha irmã era uma descarga constante de sucos e tremores na ponta da minha língua, e pulsava nos dedos que eu enfiava nela, até que um solavanco a fez se agitar, gemer e se esfregar com tudo na minha cara. Aí sim, um mar de fluidos inundou minha boca, e segundos depois, Mario jorrou todo o esperma dele dentro de mim.
As palmadas que eu dava nela me faziam pedir pra bater mais forte, e pra ela me foder mais gostoso. Eu ficava mó putinha!
Acordei com a porra do Mario dentro da minha buceta, e com a gozadinha da Paola no meu rosto, confusa, cheia de vibrações e culpas, que agora tavam pouco me fodendo.
Luciana não tava olhando, porque meus sobrinhos estavam chorando, e ela foi dar uma olhadinha neles.
Então, a Paola chupou a pica do Mario, e tava mais que claro que chegou a vez dela.
Quer mais um bebê, gostosa? Quer trocar mais fraldas, de novo ficar com as tetas cheias de porra, e eu te comer o rabo quando você estiver bem gordinha?!, dizia o Mario enquanto a Paola se esforçava pra engolir toda a pica dele com a boquinha babada.
Isso mesmo, filho da puta, e depois, as três bem prenhas, vamos pedir pica todo dia, pica e mais pica... não é mesmo, Flopy, sua putinha?!, disse Pao dando umas mordidinhas nos ovos dele e batendo uma punheta.
Sim, Pao, e eu vou deixar ela gozar nos meus peitos, e arrombar minha bunda igual fez com você!, falei sem pensar muito, já com três dedos na buceta.
Mas o Mario jogou minha irmã de bruços na cama, cuspiu na bunda dela, enfiou um dedinho sem avisar e fez ela chupar, e só então subiu nela pra meter sem mais nem menos, de uma só vez.
A babe deu um gritinho, mas logo tava gemendo mordendo o travesseiro, quando o Mario metia com tudo, beliscando as tetas dela e falando:
As três são umas putinhas, e vão se encher dos meus porra toda por serem vadias, e na garota da sua irmã vou arrombar a bunda dela na frente da mãe, pra ela saber o quão piranha a filha dela é!
Naquele momento, deu vontade de que ele fizesse isso comigo. Na verdade, enquanto olhava, me animei a salivar um dedinho e enfiar devagar no meu rabo, e adorei!
Agora o Mario tava comendo ela pela buceta, de pé contra a parede. Foi aí que, no grito de: "tomaaaa seu bebê putinhaaa, gozo tudo em você vagabundaaa!", um tiro guerreiro de leite se enfiou todinho no útero dela, e os dois se largaram na cama, exaustos e acabados.
Hoje nós três estamos grávidas de dois meses, e não conseguimos passar uma única noite sem nos masturbar juntinhas, geralmente no meu quarto. Dessa vez não sei o que vamos falar pra mamãe. Acho que o melhor é inventar uma viagem de estudos, ou algo assim.
Claro que, quando a mamãe não tá em casa, a pica do Mario é nossa mamadeira preferida!
O pau dele ainda faz xixi quando me vê de tira com ele, e a Luciana morre de vontade de montar nele no chão.
Ainda tô com cócegas na buceta, e não aguento mais. Quero que aquele filho da puta me coma!
Fim
Minha mãe conheceu o Mário num julgamento, já que ela é advogada. Ele era testemunha de um caso trabalhista que, por sorte, deu favorável pra empresa onde ele trabalha até hoje. Segundo o Mário, naquele mesmo dia eles se pegaram, porque ele não conseguiu resistir a tanta beleza, a vaidade dos peitões imponentes dela, nem a intensidade do olhar.
Hoje tenho 19, e aos poucos fui descobrindo como as coisas eram.
Minhas duas irmãs, Luciana de 22 e Paola de 25, cada uma tem um filho. E juro pra vocês que não soube se devia meter um tiro na cabeça, denunciar elas por serem umas taradas, entregar o cara pra justiça por fazer aquilo com a minha mãe, ou cair fora de casa quando, uma noite, as duas me contaram uma verdade inquestionável, cheia de perversão e de crimes um atrás do outro, com todos os detalhes! Mario era o pai legítimo dos meus sobrinhos!
Então, tudo começava a fazer sentido na minha cabeça. Todas as lembranças e situações que eu ignorava, que eu não conseguia encarar como reais, apareceram na minha memória.
De repente, lembrei da noite em que desci pra pegar água e vi a Luciana sentada na mesinha de centro com os peitos de fora, e no sofá o Mario fingindo que tava dormindo.
Também na noite em que fui pegar uma extensão no quarto da Paola, e o Mario tava de cueca sentado na cama da minha irmã, que se fazia de coitada de calcinha. Supostamente tavam falando de algo sério que não era da minha conta por eu ser mina.
De novo peguei o Mario passando a mão na bunda da Pao enquanto ela fazia um torta de batata.
Não vou negar que com tudo isso eu me masturbava igual uma porca na solidão dos meus lençóis. Especialmente desde que vi a Luciana montada no Mario pela janela do meu quarto. Tavam no jardim, ele numa espreguiçadeira e ela deitada em cima dele, com a bunda empinada pra cima e se mexendo de leve. Não tinha muito o que imaginar, mesmo que o sol me cegasse.
Naquela tarde foi a primeira vez que eu gemi, me masturbei com um vibrador que roubei da Luciana, e fiquei com a mesma calcinha até o dia seguinte.
Era normal que a gente se juntasse com o Mario pra ver um filme. Só que, como eu ia pra escola à tarde, perdia um monte desses momentos.
Aconteceu que numa dessas tardes eu saí mais cedo porque não tive geografia, e encontrei os três no mesmo sofá. Não souberam me explicar como as duas estavam agitadas, de peitos de fora e com as mãos no pau duríssimo do nosso padrasto! Me mandaram pra merda enquanto tentavam se cobrir com uma mantinha.
Faltando uns dias pra eu fazer 18, a Luciana e a Paola deixaram os bebês na creche e, na volta, me chamaram pra ir no shopping, numa saída de irmãs de verdade. Foi mó legal! Gastamos uma grana comprando roupa, sapato, disco, hambúrguer e sorvete.
À noite, como o Mario e minha mãe foram jantar fora, decidimos comer uns cachorros-quentes na varanda. Foi aí que me contaram tudo.
—mas disso nem uma palavra pra ninguém, mina, porque senão vai dar merda! O Mario já come a gente há um tempão, e as duas ficamos grávidas dele! — disse a Pao de boca cheia.
Sim, amor, e você não sabe como fode o velho… ele adora que eu morda por cima da cueca de lycra que ele usa, que você sopre o bafinho no pau na cara dele quando chupa, e que peça pra ele lamber sua buceta!, disse Luciana com os olhos arregalados.
Ele me faz gozar gostoso com essa língua, até quando eu tava grávida! O Mario foi o primeiro a provar a gozada dos meus peitos!", confessou a Paola.
Sim, sua puta, lembra quando a gente passava as duas na pica dele, e ele apertava nossos peitos pra gente gozar tudo, e depois mandou a gente chupar tudo?!, lembrou Luciana fazendo força pra arrotar depois de mandar um fundo branco com refrigerante.
Sim, bebê, e você fez xixi assim que levou todo o gozo na boquinha, mamãe… como você chupou minha buceta naquela noite, putinha!, dizia Paola acendendo um cigarro.
Aos poucos, minha buceta era um pequeno vulcão de fluidos ciumentos, ansiosos e eufóricos prestes a entrar em erupção. Também não entrava na minha cabeça que minhas irmãs tinham transado entre si!
Então me confessaram que ele sempre foi considerado com elas durante as gestações. Cuidava delas, dava uns agrados de vez em quando, e fazia o love com cuidado. A Pao ficou feliz que ele estreou a bucetinha dela quando ela tava de seis meses.
Pra mim e pra minha mãe foi uma coincidência. Como as duas tinham namorado, a gente só desconfiava deles como os responsáveis por engravidar esses bebês. Só tinha 6 meses entre o filho da Luciana e o da Paola.
Tudo era uma loucura. Mas eu sentia que o coração me fazia tremer as pernas, e que precisava me masturbar inteira.
Era nisso que eu tava pensando quando, impulsiva e egoísta, cumprimentei as minas pra sair correndo pro meu quarto.
Aonde você vai, Flor? A gente te conta uma parada muito foda, doida, e você vaza?!", disse Luciana, irritada.
Deixa ela, vai se esfregar toda que nem outro dia!", me entregou a Paola.
Mmm, é verdade, Flopy? Você vai bater uma punheta, sua suja, porca?!, dizia Luciana me sufocando nos braços dela assim que parou meus passos efusivos com o corpo dela.
Olha como você fica doida, tá toda arrepiada igual a gente, não é? E você quer a pica do Mario entre suas tetas! E que ele te engravide, não é, irmãzinha?! Além disso, não se faz de santinha… se no ano passado eu vi como você engoliu o leite do primo! Aquele cara não te comeu?!, as vozes das minhas irmãs se amontoavam, já me cercando com o calor delas, apalpando meus peitos e minha bunda, soltando as alças da minha camiseta e liberando meus seios. A Paola foi a que se atreveu a chupá-los, dizendo:
Imagina eles cheios de porra… vem cá, Lu, experimenta eles!
A Luciana também lambeu meus mamilos, enquanto os fios de gozo escorriam pelas minhas pernas.
De repente, eu já não sabia se tava no céu ou na terra. As duas me mantinham presa numa cadeirinha. A Paola tirou meus sapatos pra chupar meus pés. Ela passava a língua curtinha pelos meus dedinhos e eu balançava em cada sensação que ela me dava.
Ao mesmo tempo, Luciana esfregava as tetas dela nas minhas depois de cuspir nelas, passava os dedos frios no meu rosto, enfiava eles na minha boca pra eu lamber, me beijava o nariz e lambia minhas orelhas.
Esquece, minha calcinha parecia toda mijada de tanto suco que minhas hormonas produziam!
Escuta como geme a Flopy! Siim, ela adora que eu chupe os pezinhos da menininha dos pauzinhos na escola, não é, bebê?! Você não sabe o gostoso que ela chupa meus dedos, e como os biquinhos dela ficam duros!, diziam as duas sem se importar que meu desejo pudesse me deixar sem ar se não me fizessem gozar logo.
Mas, no auge das chupadas da Lu nos meus peitos, e bem na hora que a Pao tava beijando minhas coxas, se encaminhando pra minha buceta por baixo do meu vestidinho, aparece o Mario.
Eeeepaaa, tem uma festinha e eu não fiquei sabendo?!", disse em voz baixa, tranquilo, esfregando o volume na calça social.
Mamãe ficou pra dormir na casa de uma amiga, porque amanhã ela viaja pro Uruguai pra pegar uns documentos… mas, o que que a Flopy tem? Tá com tesão pelo visto!, completou enquanto as meninas recebiam ele cada uma com um beijo na boca.
Meus sobrinhos já estavam dormindo há um tempão, e na minha cabeça não tinha nada de preciso quando o homem sugeriu:
Meninas, por que a gente não desce? Tá ficando friozinho, e ainda por cima a Flor tá com os peitos de fora, que, por sinal, são muito gostosos!
Tudo que lembro é que, logo depois, eu tava de quatro na cama do Mario e da minha mãe, de calcinha e com o pau do cara a centímetros da minha boca. As minhas me seguravam e ele se batia devagarinho me dizendo:
Olha bem pra ela, gatinha, toca nela, cheira ela, olha pras minhas bolas e, quando eu mandar, arqueia um pouquinho as costas, assim meu pau entra em contato com esses peitos divinos!
A boa pica dele escorregou no vão dos meus peitos, que apertaram com força, enquanto ele se movia. Adorei como a boca experiente dele devorou eles antes de fazer isso!
Luciana foi quem disse pro Mario que minha buceta escorria fluidos na cama, mesmo de calcinha. Paola tirou ela e esfregou na cara do Mario, enquanto o pau dele já tava enfeitado com minha saliva, meus beijinhos, lambidas e chupadas fundo. Eu ficava louca com o gosto da pele madura dele, com os suquinhos gostosos, os gemidos e as palmadas que a Luciana me dava.
Então, enquanto o cara continuava enfiando na minha garganta, quase dificultando minha respiração, a Luciana e a Paola colocavam os peitos na cara dele pra ele ficar mais duro. A Paola não parava de cheirar minha calcinha com cara de tarada.
Mario, vai me engravidar de novo?!", disse Luciana já toda peladinha e se deitando do meu lado com as pernas abertas e os calcanhares juntos na bunda dela. O homem nem pensou duas vezes.
Ele tirou o pau da boca dela e se jogou por cima pra dar umas metidas estridentes, profundas e rapidinhas, tanto que a cama ameaçava deixar eles no maior ridículo se partindo no meio.
Não tive tempo de ficar puta com ele, porque eu queria aquela porra!
Paola me fez umas cócegas assim que viu meus beicinhos de decepção, chupou meus peitos e começou a me masturbar, sussurrando no meu ouvido:
Vai, Flopy, goza na minha mão suja e me toca, olha só, minha calcinha tá molhada! Juro que me mijei toda te vendo chupar o Mario, sua safada! Te amo, garota suja!
Isso me deixou mais doidinha, e aí eu vi que a Paola tava toda molhada. Tirei a calcinha dela e as duas se masturbaram se beijando de língua, do lado da Luciana que, aos poucos, recebia a descarga de porra do Mario.
O homem saiu do corpo dele todo agitado, suado e com cara de não aguentar mais. Mas aí, ele me escolheu pra sentar na mesa do computador. Abriu minhas pernas, me percorreu do umbigo até a bunda com beijos delicados e suaves, abriu meus lábios da buceta com os dedos e começou a enfiar a língua na minha buceta, a roçar meu clitóris, a me cheirar descontrolado e a me falar:
Você quer um bebê Flopy? Quer meu leite aqui dentro, punheteira?!
Eu disse que sim quando os braços dele me levaram pra cama, onde a Paola já tava de quatro esperando. A Luciana agora só olhava.
Me deitou de barriga pra cima, me dizendo:
Toca minha pica, neném, olha como tu deixou ela dura, puta!
Assim que o corpo dela desabou sobre o meu, e o pau dela se encostou na entrada da minha buceta, ela só disse:
Pô, Pao, dá a buceta pra sua irmã, não seja ruim… que eu vou comer ela todinha!
Foi indescritível tudo o que vivi naqueles minutos. Mário começou a me comer devagar, mas amassando meus peitos, e minha boca, língua e olfato eram prisioneiros da buceta da Paola, que tinha um cheiro de xixi ensurdecedor, mas também uma fragrância feminina que me instigava a penetrá-la, chupá-la e esfregá-la toda, e cada vez mais forte. Eu sentia aquela pica crescendo dentro da minha xota, alargando meu canal e tocando o fundo da minha buceta, e como se esfregava no meu clitóris, e as coisas que os dois me falavam.
me come, gostosa, chupa minha buceta!certeza que as picas dos caras que você come não são como essa, né?! Nem os consolos, nem esses dedinhos de puta que você tem, vai, vagabunda, engole tudooooo!
A buceta da minha irmã era uma descarga constante de sucos e tremores na ponta da minha língua, e pulsava nos dedos que eu enfiava nela, até que um solavanco a fez se agitar, gemer e se esfregar com tudo na minha cara. Aí sim, um mar de fluidos inundou minha boca, e segundos depois, Mario jorrou todo o esperma dele dentro de mim.
As palmadas que eu dava nela me faziam pedir pra bater mais forte, e pra ela me foder mais gostoso. Eu ficava mó putinha!
Acordei com a porra do Mario dentro da minha buceta, e com a gozadinha da Paola no meu rosto, confusa, cheia de vibrações e culpas, que agora tavam pouco me fodendo.
Luciana não tava olhando, porque meus sobrinhos estavam chorando, e ela foi dar uma olhadinha neles.
Então, a Paola chupou a pica do Mario, e tava mais que claro que chegou a vez dela.
Quer mais um bebê, gostosa? Quer trocar mais fraldas, de novo ficar com as tetas cheias de porra, e eu te comer o rabo quando você estiver bem gordinha?!, dizia o Mario enquanto a Paola se esforçava pra engolir toda a pica dele com a boquinha babada.
Isso mesmo, filho da puta, e depois, as três bem prenhas, vamos pedir pica todo dia, pica e mais pica... não é mesmo, Flopy, sua putinha?!, disse Pao dando umas mordidinhas nos ovos dele e batendo uma punheta.
Sim, Pao, e eu vou deixar ela gozar nos meus peitos, e arrombar minha bunda igual fez com você!, falei sem pensar muito, já com três dedos na buceta.
Mas o Mario jogou minha irmã de bruços na cama, cuspiu na bunda dela, enfiou um dedinho sem avisar e fez ela chupar, e só então subiu nela pra meter sem mais nem menos, de uma só vez.
A babe deu um gritinho, mas logo tava gemendo mordendo o travesseiro, quando o Mario metia com tudo, beliscando as tetas dela e falando:
As três são umas putinhas, e vão se encher dos meus porra toda por serem vadias, e na garota da sua irmã vou arrombar a bunda dela na frente da mãe, pra ela saber o quão piranha a filha dela é!
Naquele momento, deu vontade de que ele fizesse isso comigo. Na verdade, enquanto olhava, me animei a salivar um dedinho e enfiar devagar no meu rabo, e adorei!
Agora o Mario tava comendo ela pela buceta, de pé contra a parede. Foi aí que, no grito de: "tomaaaa seu bebê putinhaaa, gozo tudo em você vagabundaaa!", um tiro guerreiro de leite se enfiou todinho no útero dela, e os dois se largaram na cama, exaustos e acabados.
Hoje nós três estamos grávidas de dois meses, e não conseguimos passar uma única noite sem nos masturbar juntinhas, geralmente no meu quarto. Dessa vez não sei o que vamos falar pra mamãe. Acho que o melhor é inventar uma viagem de estudos, ou algo assim.
Claro que, quando a mamãe não tá em casa, a pica do Mario é nossa mamadeira preferida!
O pau dele ainda faz xixi quando me vê de tira com ele, e a Luciana morre de vontade de montar nele no chão.
Ainda tô com cócegas na buceta, e não aguento mais. Quero que aquele filho da puta me coma!
Fim
0 comentários - Todas Grávidas e Gostosas