Perrito" encaixou o pau dele entre as bundas dela e começou a meter, mas tava tão bêbado que não subia. Eu tava perto da porta, que tava entreaberta. Ele ficou uns minutos tentando até cansar e foi pra cadeira de balanço que tem dentro do quarto dele, até cair no sono. Fiquei com vontade de ver eles fodendo, mas minha sogra tava ali com aquele rabão no ar, pronta pra ser comida. Aí, depois de hesitar uns segundos, me aproximei pra ver aquela bucetona peluda de lábios grossos, tava bem gostosa, mas também fiquei com muito medo. Com cuidado, toquei a vagina dela com dois dedos, imitando um pau. Ela gemia ao sentir eu brincando com o clitóris dela, mas, bêbada como tava, também não percebia que era eu. Não podia perder essa chance, mas se meu sogro acordasse, eu era homem morto. Então abri a porta do quarto e fui até onde ele tava. Mexi nele, nada. Chamei, sacudi, e ele também não reagiu. Aí fui atrás da minha sogra, Juana María. Deixei a porta aberta porque de lá dava pra ver ele sentado na cadeira de balanço pelo reflexo da luz, caso acordasse. Como eu tava de shorts, rapidamente puxei ele pra baixo até os joelhos e encaixei meu pau no meio daquelas bundonas enormes que eu tanto via e agora eram minhas. Fui metendo bem devagar, muito nervoso, meu pau duro. Quando sentiu ele entrando, ela se mexeu um pouco, mas depois foi recebendo. Pouco a pouco, dentro dela, até minhas bolas baterem naquelas nádegas enormes. Que gostoso! Finalmente tinha meu pau pela primeira vez na buceta quente e molhada dela. Comecei a bombar, bem devagar no início, e fui aumentando a velocidade aos poucos. Ela, na bebedeira dela, também tava curtindo, e quando começou a soltar gemidos, fiquei meio preocupado. Talvez aquele barulho fizesse meu sogro acordar, mas ele tava tão bêbado que não ouvia nada. Já com mais confiança, agarrei as cadeiras largas dela e puxei ela com mais força pra mim. Isso fez... que ela ficasse louca porque resfolegava como uma possessa e balançava a cabeça de um lado pro outro, queria ter feito mais posições com ela, mas era muito perigoso porque se ela percebesse que estava sendo comida pelo genro naquele momento e não pelo meu sogro, teria sido fatal pra mim. Ahhh... ahhh... ahh... (era só o que saía da boca dela). Diminui um pouco o ritmo da penetração, queria que durasse o máximo o prazer que minha querida sogra me dava com a buceta quente e suculenta dela, que estava adaptada ao tamanho e grossura da minha pica. Os peitos dela balançavam no ritmo da minha cavalgada nela, até que senti o prazer mais gostoso que experimentei pela primeira vez ao gozar dentro da minha sogra e jorrei uma boa quantidade de porra na buceta dela. Ahhhhh...!! (não consegui evitar por causa do prazer e soltei esse gemido). Ela ficou quieta e dócil, recebeu todo o meu leite e depois o sono também venceu ela, e ela se deitou na cama. Nunca virou a cabeça, então pra ela foi meu sogro quem gozou...
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