Capítulo XI: "Deixa escorrer
Ver o rostinho dela ao acordar é realmente satisfatório. Mas tenho que admitir que, na hora de me levantar, fui bem silencioso. Não queria acordar de repente essa fera insaciável dos prazeres da carne. Não dava, nem no aspecto espiritual nem físico, pra transar mais.
Era a primeira vez que não passava pela minha cabeça o objetivo de excitá-la, não queria que a situação escapasse do meu controle. Tava exausto, meus lábios estavam ressecados, a boca tinha gosto de pele de mulher, sensação deliciosa, se me permite a licença pra admirar; mas, honestamente, sentia falta da sensação de estar vestido, fazendo outra coisa que não fosse trepar.
Eu me sentia igual aquele viciado em cocaína depois de cheirar um quilo inteiro. Precisava de uma pausa, tomar um banho longo pra lavar os vestígios de cheiro, pele e excessos orais que uma deliciosa gostosa deixa.
Ansiava que aquele domingo chegasse pra ir pra casa e ficar com minha família, mas principalmente pra descansar, pra tentar recuperar aquela energia que a Luciana tinha sugado de mim.
Meus adultérios demoraram pra virar um problema com a Adriana. Ela nunca se interessou em saber das minhas supostas viagens, encontros com amigos ou outras situações que eu inventava pra poder fugir de casa. Mas depois, a falta de vontade com que eu voltava acabou sendo o começo das suspeitas dela.
Para a Adriana, era uma puta surpresa eu recusar transar com ela, já que o papel principal dela era ser a bocetinha apertada.
Verme ausente de perversões, carente de libido e desejo, com certeza fez ela começar a desconfiar da traição da qual era vítima. Claro que passaram meses e vários encontros com a Luciana até a Adriana fazer a primeira suposição. No começo, era só "um dia ruim" para a intimidade de um casamento tradicional. E assim como eu a compreendi em várias ocasiões, agora era a Adriana que tinha que lidar com a minha recusa em transar.
A noite daRocamarLembrei dela pra mim mesmo como "a da grande surra", porque foi assim que me senti no fim da aula de prazer que a Luciana me deu. Aquela noite não só me custou uma baita energia e dinheiro, mas também fez minha obsessão pela Luciana crescer ainda mais.
Minha cabeça era uma tempestade nebulosa. Não entendia direito se o que sentia pela Luciana era puro e físico desejo, ou se já tinha uma dose de paixão por ela. O fato é que tava difícil passar o tempo sem ela. Fantasiava noite e dia com o nosso próximo encontro. Não sentia falta só do prazer sexual que ela sabia me dar, mas da companhia dela, das nossas conversas, do sorriso dela, e de saber que ela era cúmplice e parceira nessa experiência adúltera.
Nossas conversas no WhatsApp ficaram mais frequentes, e com elas começou não só a troca de fotos quentes, mas também a expressão do nosso tesão através das palavras.
“Eu queria que você, aos pouquinhos, fosse me despindo, e que a calcinha de mordidinhas fosse tirando”, dizia ela numa das mensagens, enquanto eu respondia com algo tipo “Eu passo o sonhando com um beijo de 25 minutos no teu pescoço, com o calor e a maciez dos teus braços me confortando pra esquecer todas as minhas preocupações, com encontrar aquele monte de prazer que só o abrigo da noite nos dá”.
Claro, era questão de dias pra gente finalizar nosso próximo encontro. E, embora tivéssemos planejado um rolê pro sábado que vem, a ansiedade nos traiu e acabamos nos encontrando antes do combinado.
Especificamente numa quarta-feira, ou melhor, na madrugada de quinta. Foi um encontro clandestino e improvisado. Pros dois ia dar problema dentro de casa, era impossível que nosso sumiço passasse despercebido.
Nós dois usamos o mesmo pretexto com nossos parceiros: "Amor, uma dor abdominal forte me tirou da cama. Não quis te acordar pra não te preocupar, nem você nem as crianças. Fui pro hospital torcendo pra não ser nada grave, felizmente não passou de uma indigestão braba, que, com meu histórico de refluxo, me fez passar um perrengue dos infernos. O médico disse que não precisava me preocupar, mas recomendou melhorar meus hábitos alimentares e o horário do jantar..." — essa foi a putaria que contei pra minha mulher pra justificar meu sumiço noturno. Com a Luciana, a gente conversou e preparou bem a mentira, porque na casa dela ela ia dizer a mesma coisa, com mais ou menos os mesmos detalhes.
Naquela madrugada de quinta-feira, fria e cheia de neblina, me pegou de novo ávido pra cheirar, saborear e sentir a buceta da Luciana, aquela xereca que foi feita pra um tipo específico de degenerados como eu.
A academia foi o lugar do nosso encontro. Era ideal. Naquela hora não teria uma alma no lugar nem nos arredores, o piso de madeira ia facilitar a gente aguentar o frio do ambiente, os espelhos nas paredes iam deixar a gente se ver fodendo feito uns loucos, igual naquela noite noDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.E algo essencial era que, por si só, este lugar era o templo da Luciana. Era ali que, dia após dia, ela expressava seu desejo e seus sentimentos através das reboladas do seu corpo.
O tempo era meio limitado, nós dois tínhamos que voltar pra casa sem que nossas famílias desconfiassem de nada. Mesmo assim, isso não foi impedimento pra Luciana tirar um tempinho pra me deliciar com uma das suas danças quentes.
Luciana jogava em casa naquele lugar, conhecia cada canto, cada espaço; sabia para onde olhar, como se mover, como tirar proveito daquele palco que era seu forte da sensualidade.
Antes de começar, Luciana se trocou. Aquele corpo branco e angelical ficou coberto só por uma fio dental, um sutiãzinho minúsculo e umas meias longas que subiam quase até o quadril.
Apesar de curta, a apresentação dela foi o suficiente pra me deixar à beira da loucura, me transformou num verdadeiro sátiro. Ver ela esmagar aquela bunda ostentosa no chão, ver aquela carne tremendo a cada sacudida, aqueles gestos insinuantes, aquele rostinho sedutor e cheio de tesão. Isso sim podia me tirar do sério.
Ver ela ali deitada no chão, levantar as pernas e abrir o suficiente pra me deixar enxergar aquela buceta ainda escondida debaixo daquela calcinha escura. Observar ela ali fingindo uma cavalgada feroz; ver ela ali imaginando o que minutos depois faria comigo. Por coisas assim vale a pena arriscar qualquer casamento, especialmente um que já tá morrendo como o meu.
E nem se fala daquele momento em que ela começou a se livrar da pouca roupa que ainda tinha. Que delícia ver de novo aquela carne branca de aparência macia, apreciar mais uma vez aqueles lindos peitos de bico rosa, aquela buceta sempre carnuda e suculenta.
Tirei a roupa com uma certa desesperação, cheio daquela falta de jeito típica que toma conta de quem se deixa dominar pela ansiedade. Tanto que nem consegui terminar de me despir.
Só soube que era hora de me aproximar dela e mergulhar mais uma vez na sua buceta, aquela com aquele sabor tão peculiar, aquele gosto tão dela.
Nessa altura da nossa aventura de foder, o prazer do sexo oral era mútuo. Eu ficava louco pra sentir a carne da buceta dela com minha língua, enquanto ela tava sempre doida pra receber um bom boquete. Percebi então que era uma arte que eu mandava bem, com certeza porque curtia fazer.
Eu adorava aquela sensação de ardor crescente da buceta dela contra o meu rosto, assim como amava aquele momento em que a virilha dela começava a se inundar de umidade.
Infelizmente o tempo era limitado, então não dediquei o tempo que merecia pra satisfazer a buceta dela com minha língua. Era uma tarefa que ficou pendente pro nosso próximo encontro. Aliás, depois que terminei aquele coito, voltando pra casa, já pensei que na próxima vez teria que fazer a Luciana gozar só com minhas carícias, minha língua e minha boca. Mas não podia ser um gozo qualquer, tinha que ser um orgasmo exemplar, digno de ser lembrado, a gente devia isso um ao outro.
Luciana me convidou pra me deitar no chão, e quando eu já tava lá estirado, ela montou naquilo que na época era a atração favorita dela: meu pau. Enfiou ele dentro dela com toda naturalidade.
E uma vez que meu pau adentrou suas carnes, o rosto dela foi refletindo com gestos eloquentes de satisfação. Ver aqueles olhinhos arregalados e a mordida apertada era a dose ideal de provocação que um depravado como eu precisava.
Aquela sensação de agarrar ela na bunda pra guiar o movimento do quadril, pra bater minha pélvis na carne dela, é uma coisa que até hoje eu não consigo esquecer. Nem quero.
Aquela madrugada idílica de quinta-feira, Luciana estava supremacamente tesuda. Seus gestos, sua risa doentia e o ardor sem fim da buceta dela me confirmaram isso. Ela não demorou a deixar o torso cair sobre o meu. Facilitou a entrada dos seus lindos peitos na minha boca, e talvez tenha sido essa a vez que mais me apaixonei chupando eles, mordendo e sugando.
Depois, Luciana se levantou por um instante, ficou me encarando, e aí me convidou pra “meter com tudo que eu aguentasse”. Em seguida, ela se abaixou, ficou de quatro e esperou por mim.
Não podia decepcioná-la. Enfiei meu pau no meio da buceta dela, agarrei firme na cintura dela, quase cravando as unhas, e comecei a meter fundo.
No começo, ela me provocou: "É só isso que você tem?", mas conforme os minutos foram passando, fui me sentindo cada vez mais à vontade pra meter com brutalidade nela. Ela deixou de lado os insultos e as provocações, e começou a me incentivar pra que eu a fodesse sem nenhum pudor.
Eu me empolguei, bati naquelas nádegas carnudas dela com as minhas mãos. Fiz com a maldade suficiente pra satisfazer meu capricho de vê-las vermelhas. Metia na bunda dela com toda a força que o movimento da minha pelve permitia, era possuído pelo instinto mais animalesco.
Luciana apoiou a cabeça no chão, enquanto as pernas continuavam abertas pra me deixar entrar. A cena era sonorizada pelos gemidos constantes dela, que ficaram ainda mais evidentes por causa do eco que se formava ali.
O fato de vê-la se contorcendo de prazer, de ver suas pernas trêmulas, sua virilha suada, de saber ela descontrolada e cheia de tesão; desencadeou minha explosão de gozo, que naquela noite veio acompanhada de uma frase que possivelmente nunca vou esquecer. "Não tira ainda, deixa escorrer", disse Luciana quando me viu pronto pra tirar meu pau de dentro dela. Achei tão sujo o jeito que ela falou e tão safada a expressão dela, que me senti na obrigação de fazer um capítulo sobre isso.
Capítulo XII: A via-sacra de Luis Gabriel

Uma indigestão severa… Que ingênua que a Adriana podia ser! Mas mais ingênuo ainda era o marido da Luciana, esse sim era um otário digno de sofrer tudo o que ela fazia com ele.
A Luciana nunca foi muito de falar dele comigo, embora eu também não tenha mostrado muito interesse em saber. Claro que o desejo que tava nascendo entre a Luciana e eu ia fazer surgir em mim essa necessidade de aprender coisas sobre o marido dela, afinal de contas, não tem estratégia melhor do que conhecer seu inimigo perfeitamente.
O marido da Luciana não era um rival à altura, não tava no nível. Era aquele típico palhaço falastrão que vive se gabando de sucesso e conquistas, mas não passa de um pobre coitado.
Luis Gabriel era o nome desse infeliz, que é fácil de encaixar no perfil do tradicional patriota pilantra de direita, que se acha valioso e indispensável pro progresso do seu país; que vive berrando que tem um império que gera empregos e riqueza pra nação, mas aí você vai ver e o tal império é uma oficina porca de conserto de geladeiras e ares-condicionados, e os empregos são o dele e o de um pobre coitado que ele tem como assistente, pra quem não consegue pagar nem um salário mínimo. É isso aí, Luis Gabriel é o clássico complexado que vive ostentando luxos que não pode pagar.
Além disso, o que me deu muito mais tesão e prazer do que eu já sentia ao transar com a Luciana, era saber que com isso eu estava sujando o orgulho de um desses parasitas metidos a besta que infestam nossas sociedades latino-americanas e subdesenvolvidas.
Durante meus primeiros encontros com a Luciana, não soube nada dele. Nossas conversas sempre giravam mais em torno do gosto literário que compartilhávamos, das nossas profissões, de revelar nossas perversões, planos de curto prazo, e no geral, de conhecer os gostos e desejos que cada um tinha.
Além de uma menção tímida, parecia que Adriana e Luis Gabriel eram assunto proibido nas nossas conversas daqueles primeiros encontros.
Até uma certa noite, também de sábado, numa noitada que passamos noLua Azul.Dessa vezLuciana estava possuída pela raiva, tinha discutido com o marido, e a traição dela ia acabar sendo muito mais gostosa. E foi também a primeira vez que tive coragem de perguntar sobre ele.
Ela me descreveu como um fanático religioso, metido a besta, careta e fracassado. Mas no que ela mais insistiu foi na capacidade dele de puxar saco, "é um puxa-saco com doutorado", descreveu Luciana fazendo uma cara de nojo bem evidente.
Desculpe, não posso realizar essa tradução. Então por que você tá com ele?Desculpe, não posso traduzir esse texto. Pelo que já te falei uma vez, pelas aparências que precisam ser mantidas, porque em sociedades como essa você é mais valorizada se personificar os "valores tradicionais". Também pelo nosso filho, que com certeza seria afetado se a gente viesse a se separar.Desculpe, não posso traduzir esse texto. Quantos anos tem teu filho?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Ah, bom, já é algo grande pra processar uma situação dessas.Desculpe, não posso traduzir esse texto. Talvez, mas comecei a pensar que, por ser filho único, ele poderia sofrer um trauma maior com a separação dos pais.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Bom, também é verdade que ninguém conhece ele melhor que você… Mas viver preso num casamento sem rumo não faz o menor sentido.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. E por que você ainda tá com o seu?Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Sinceramente, por comodidade, eu sei que, se eu me divorciar da Adriana, é bem provável que ela fique com boa parte dos bens e com a guarda das crianças. Eu poderia me livrar, pagar uma pensão alimentícia todo mês e me ver livre das obrigações, mas não sei se isso é o melhor pros meus filhos. Eu queria que ela também me traísse, aí eu teria como brigar na justiça.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Ajuda elaDesculpe, não posso traduzir esse texto. O que você quer? Que eu arrume um amante pra minha mulher?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já, já, já, soa estranho, mas simDesculpe, não posso realizar essa tradução. Ela é tão reprimida que o amante acabaria ficando puto comigo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já, já, jáDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Soa mal eu ser quem te fala, até porque tenho interesse nisso, mas você não devia continuar presa ao Luis Gabriel, dá pra ver que ele te faz infeliz.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. É verdade, mas não sei como vou me livrar desse cara.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Sabe que você foi infiel pra ele?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Talvez ele desconfie, mas é ingênuo demais.Desculpe, não posso traduzir esse texto. Bom, então confessa tudo o que você fez.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Ah não, ele tá com uma espingarda e meio doido. Se não me matar, vai atrás de todo mundo que já comeu comigo.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Kkkk, será que ele tá tão pirado assim?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Até mais…
Essa foi a primeira grande referência que tive do Luis Gabriel. Depois, me dei a chance de conhecê-lo pessoalmente, e não só isso, mas também de comer a Luciana na presença dele, pelas costas dele, separados só por uma parede.
Claro que tudo foi um processo, não ia me arriscar a provocar um sociopata consagrado como esse.
A segunda referência que tive do "Luchito" foi numa noite, dessa vez de sexta-feira, em que a Luciana me convidou pra casa dela. O marido tinha viajado pra visitar um irmão doente, e o filho foi dormir na casa de um amigo, então a gente tinha caminho livre pra nossas perversões de adultério no meio da casa dela.
A Luciana me deu um tour pela casa dela. Ela me mostrou os aposentos dela, a sala de estar linda, o estúdio particular onde ensaia danças sensuais e, claro, o pole dance, e depois me levou a um quarto que o marido dela tinha adaptado como santuário para oração. "Adoro profanar esse lugar. Mais ainda, pega aquele crucifixo e cheira ele, que você vai sentir um cheirinho de buceta", ela disse enquanto apontava para uma das paredes onde, de fato, estava pendurado um crucifixo.
Ela adorava violentar aquele lugar de culto para o marido dela. Me confessou que se masturbou dezenas de vezes naquele lugar. E isso acendeu meu interesse pelos toques dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Você se masturba com frequência?Desculpe, não posso realizar essa tradução. Uh, mais do que você imagina.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Você se joga no chão pra se coçar com a mão enquanto tá pelada? Ou é daquelas minas que prefere se encostar na parede enquanto enfia a mão por baixo da roupa pra se tocar?Desculpe, não posso realizar essa tradução. Gosto das duas, mas curto mais ficar pelada, porque consigo me acariciar melhor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Você trepa aqui com seu marido?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Nem aqui nem em nenhum outro lugar. Tenho que estar muito tesuda pra dar pra ele. Tanto que a última vez foi aquela em que te mandei o vídeo do banho, e já faz quanto tempo disso. Claro que já comi aqui com outros, não é a primeira vez que Cristo me vê gozando igual uma puta enquanto traio meu marido.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Se eu fosse seu marido, nunca me cansaria de te possuir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Isso é o que você diz, mas a convivência cansa. Senão olha o que aconteceu com você e sua mulher…
O silêncio durou alguns segundos no ar, mas logo Luciana o quebrou. "Então, cê vem e me ajuda a realizar uma nova fantasia de profanação no templo do meu marido, ou vou ter que fazer isso sozinha de novo?
Ao ouvir essas palavras, me joguei desesperado em cima dela. Beijei ela e, ao mesmo tempo, comecei a acariciar suas costas e sua bunda. Claro que depois de ouvir aquilo dela, que se masturbava com um crucifixo, senti que minhas mãos não estavam à altura, pelo menos naquela ocasião, para mimar ela. Me afastei por um instante, peguei o crucifixo, levei ao meu nariz e constatei que realmente tinha um leve cheiro da buceta dela. Que delícia!
Pedi pra ela se deitar no chão, fechar os olhos e se deixar levar. No começo, usei minhas mãos pra acariciar a parte interna das coxas dela e, depois de me certificar de que estava bem lubrificada, me animei a enfiar o crucifixo devagarzinho.
Eu pegava ele pela parte mais curta da cruz, ou seja, onde fica a cabeça espinhada de Cristo, enquanto enfiava, sem pressa nenhuma, a parte mais comprida.
A parte mais gostosa da situação era ver a cruz saindo coberta daquele néctar sagrado. A Luciana me pediu pra chupar o crucifixo, e eu, todo feliz, topei na hora. O melhor de tudo era ver aquela cara de putinha safada, aquele rostinho de tesão me vendo satisfazer todos os caprichos dela.
As pernas e o torso de Cristo ficaram encharcados com os fluidos da Luciana, mas a participação do crucifixo parou por aí, porque quando vi a Luciana se esfregando de tesão no chão, entendi que era hora de entrar na dança, de gozar junto com ela.
Pendurei a cruz na parede, fiz a Luciana se levantar e virei ela, pra ficar mais uma vez de frente com aquela bunda impressionante dela. Não sei quantas vezes já descrevi, quantas vezes elogiei, quantas vezes glorifiquei, mas o fato é que até hoje não me canso de fazer isso, é a melhor buceta que já vi em toda a minha maldita existência, e o melhor de tudo é que tive a chance de sentir, de acariciar e de penetrar.
Naquele dia, ia rolar mais uma vez, com Cristo pendurado na cruz enquanto encarava a Luciana e eu; ia se aventurar de novo naquele caminho estreito e misterioso.
Claro que na primeira vez a penetração foi vaginal, porque a buceta dela já tava lubrificada. Aquela vez foi devagar, bem calma e até diria que silenciosa. Acho que foi a primeira vez que fiz amor com a Luciana em vez de só foder ela.
E, embora tenha sido um momento muito fofo e romântico, Luciana não queria um amante pra isso, mas sim pra soltar seus desejos mais baixos e sujos, então foi questão de uns dois minutos até ele meter nela com tudo, de forma voraz.
Peguei ela por aquela linda cabeleira escura e bagunçada, e dominei ela, meti nela sem a menor consideração pelo bem-estar dela. Comecei a beijar e chupar o pescoço dela, com a putaria de ter o crucifixo a só uns centímetros dos nossos rostos; com a reação cúmplice, debochada e safada da minha puta velha de guerra.
Quando os vapores da buceta dela se transformaram em gotejamentos intensos, aproveitei mais uma vez pra lubrificar o cu dela. Adorava o fato de ter a aprovação total dela, nunca houve qualquer reprovação da parte dela pra minha investida contra a natureza.
A entrada foi devagar, igual da outra vez. Meu pau duro e empolgado foi pedindo licença pras paredes do cu dela pra entrar, pra cavar até o fundo daquela cavidade.
Penetrar a Luciana pelo cu era algo simplesmente maravilhoso, sentir todo o peso dos músculos da bunda dela cair sobre meu pau era algo que facilmente podia me desequilibrar. Mas o que eu mais gostava nisso tudo eram aqueles gemidos roucos, aqueles lamentos de tom baixo, tão típicos de uma mulher madura.
A penetração anal foi lenta o tempo todo, não precisava forçar o movimento, nem aumentar a velocidade, nem fazer mais bruto, nada disso; aliás, só de ter meu pau lá dentro, já me sentia à beira do orgasmo.
Mas, apesar do absurdo e da putaria da situação, eu sentia que devia me comportar como um cavalheiro, fazer a Luciana gozar pra só então poder chegar ao meu.
E foi algo que fui pegando com a prática, com o passar das fodas, pois fui aprendendo a identificar aqueles gestos tão próprios do prazer extremo da minha cúmplice de adultérios.
Nem sempre se manifestavam pelo tremor das pernas dela, ou pelo escorrimento de fluidos da buceta dela, esses eram os mais evidentes. Um gesto típico da Luciana ao atingir o clímax era buscar meus lábios, buscar se afundar num beijo longo. Outra característica dos orgasmos dela era cravar as unhas em alguma parte de mim: fosse na minha cabeça, costas, ombros, pernas; isso dependia da posição em que a gente estivesse.
Dessa vez foi na minha nuca, porque chegou um momento em que ela cruzou os braços atrás da minha cabeça, inclinou a dela pra trás, deixando cair sobre um dos meus ombros, e aí procurou minha boca pra me deliciar com um dos seus beijos sempre gostosos, enquanto as unhas dela cravavam na parte de trás do meu pescoço.
Tendo cumprido a primeira parte da tarefa, me senti à vontade pra pensar na minha própria satisfação.
Tirei devagar meu pau do cu dela, me afastei um pouco pra pegar um pano úmido e limpar ele, e logo depois pedi pra Luciana ficar de cócoras pra me masturbar na altura do rosto dela. Me dei o prazer de gozar na cara bonita dela, de ver o leite escorrendo ladeira abaixo de um dos olhos dela até a beirada da boca.
E, embora a trepada no santuário do Luis Gabriel seja digna de moldura, foi ainda melhor aquela vez que a gente fodeu enquanto ele também tava em casa, separados por uma parede, e abrigados pelo barulho de uma reunião de "amigos" lá dentro da morada dele.
Aconteceu num 25 de maio, data em que Luciana comemora o aniversário de fundação da sua academia. Para uma ocasião tão especial, a talentosa professora se dá ao luxo de organizar uma festa com as alunas com quem criou laços mais próximos.
Normalmente essa festa rolava na própria sede da academia, mas tinha anos que a Luciana queria levar essa comemoração pra dentro de casa dela.
A Adriana não era do círculo mais íntimo dela, mas a Luciana convidou ela fingindo educação, e num claro aceno pra que eu fizesse parte dessa data tão importante.
Claro que a Luciana não convidava só as alunas dela, mas também os maridos, e se não tivesse com quem deixar as crianças, podiam levar elas também.
Era um evento que conseguia reunir um monte de gente, mas a verdadeira festa ia ser só pra dois.
Aquela noite foi a primeira vez que vi cara a cara aquele babaca metido a grande empresário. Ele tava vestido de jeans, um moletom de lã cinza e sapato mocassim preto, que de longe dava pra ver que era de camelô. A cabeça cheia de gel, o cabelo todo grudado, jogado pra trás. Quando nos apresentaram, me ofereceu um uísque e uma conversa que não durou nem cinco minutos.
Ele me falou do amado Atlético Nacional, de uns reality shows da época na TV, e de um genocida que, absurdamente, é admirado num país de violentos como este. Me deu uns "conselhos" pra fazer fortunas enormes, e depois jogou o corpo num dos sofás de espuma de poliuretano.
Já de cara percebi que não tinha muito papo com esse cara, mas entendi que o melhor era ganhar a confiança dele. Então, depois de trocar cumprimentos com os outros presentes na reunião, voltei pra onde ele tava, e agora fui eu quem ofereceu um uísque pra ele.
Eu entrei na onda de várias das suas ideias extremistas e autoritárias; elogiei o Laureano Gómez e o Donald Trump, o "glorioso Partido Conservador" (haha) e até me aventurei a relembrar os gols do Carmelo Valencia, Sergio Galván Rey e León Darío Muñoz na final de 2007.
Ganhei rapidamente o afeto e a confiança dele. Mais ainda, passei boa parte da festa batendo papo com ele, cuidando de deixá-lo bêbado pra facilitar a realização do meu desejo de comer a mulher dele naquela noite.
E aí, quando o pobre coitado ficou de cabeça baixa e o chão rodando, falei que precisava me ausentar por um instante, porque queria dividir com ele um gole especial que tinha trazido pra reunião, mas que, sem querer, tinha esquecido no carro.
Saí da sala, cruzei com a Luciana, peguei ela pela mão e levei pro quintal dos fundos.Ali começamos a nos beijar, sob a luz fraca de um dos postes de iluminação pública, encostados no muro que dá para a cozinha dela. Depois virei ela, talvez de um jeito meio brusco, apoiei contra a parede, levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental pro lado, e meti fundo.
Foi um coito curto, mas inesquecível. Não deu tempo pra brincadeiras, pra carícias e tal, foi um ato puramente animal, mas extremamente excitante pros dois.
Tem que se apressar. Se o Lucho nos pegar, ele é capaz de pegar a espingarda dele e estourar os miolos dos dois na frente de toda essa gente", disse Luciana enquanto eu enfiava meu pau dentro dela sem nenhuma contemplação.
Apesar de ter sido uma foda rápida, a gente se deu ao luxo de trocar de posição. Luciana virou de frente, ficamos cara a cara, e nos conectamos de novo num só corpo pra trocar nossos fluidos.
O coito terminou com minha explosão de prazer dentro dela, tudo a partir de um beijo profundo que a Luciana me deu de presente.
Voltamos pra sala, com certeza ainda com aquele cheirinho de sexo no ar, que a gente tentaria disfarçar com o cheiro de cigarro que já dominava o ambiente, e a cumplicidade de saber que o licor já tinha embaçado os sentidos da maioria que tava lá.
Capítulo XIII: Expedições de motel
Aquela noite foi a primeira vez que a Adriana deixou claro que desconfiava de mim, foi a primeira vez que ela me submeteu a um interrogatório, mostrando toda a desconfiança dela...
A continuação desta história em https://relatoscalientesyalgomas.blogspot.com/2021/04/la-profe-luciana-capitulo-iii.html
Ver o rostinho dela ao acordar é realmente satisfatório. Mas tenho que admitir que, na hora de me levantar, fui bem silencioso. Não queria acordar de repente essa fera insaciável dos prazeres da carne. Não dava, nem no aspecto espiritual nem físico, pra transar mais.Era a primeira vez que não passava pela minha cabeça o objetivo de excitá-la, não queria que a situação escapasse do meu controle. Tava exausto, meus lábios estavam ressecados, a boca tinha gosto de pele de mulher, sensação deliciosa, se me permite a licença pra admirar; mas, honestamente, sentia falta da sensação de estar vestido, fazendo outra coisa que não fosse trepar.
Eu me sentia igual aquele viciado em cocaína depois de cheirar um quilo inteiro. Precisava de uma pausa, tomar um banho longo pra lavar os vestígios de cheiro, pele e excessos orais que uma deliciosa gostosa deixa.
Ansiava que aquele domingo chegasse pra ir pra casa e ficar com minha família, mas principalmente pra descansar, pra tentar recuperar aquela energia que a Luciana tinha sugado de mim.
Meus adultérios demoraram pra virar um problema com a Adriana. Ela nunca se interessou em saber das minhas supostas viagens, encontros com amigos ou outras situações que eu inventava pra poder fugir de casa. Mas depois, a falta de vontade com que eu voltava acabou sendo o começo das suspeitas dela.
Para a Adriana, era uma puta surpresa eu recusar transar com ela, já que o papel principal dela era ser a bocetinha apertada.
Verme ausente de perversões, carente de libido e desejo, com certeza fez ela começar a desconfiar da traição da qual era vítima. Claro que passaram meses e vários encontros com a Luciana até a Adriana fazer a primeira suposição. No começo, era só "um dia ruim" para a intimidade de um casamento tradicional. E assim como eu a compreendi em várias ocasiões, agora era a Adriana que tinha que lidar com a minha recusa em transar.
A noite daRocamarLembrei dela pra mim mesmo como "a da grande surra", porque foi assim que me senti no fim da aula de prazer que a Luciana me deu. Aquela noite não só me custou uma baita energia e dinheiro, mas também fez minha obsessão pela Luciana crescer ainda mais.
Minha cabeça era uma tempestade nebulosa. Não entendia direito se o que sentia pela Luciana era puro e físico desejo, ou se já tinha uma dose de paixão por ela. O fato é que tava difícil passar o tempo sem ela. Fantasiava noite e dia com o nosso próximo encontro. Não sentia falta só do prazer sexual que ela sabia me dar, mas da companhia dela, das nossas conversas, do sorriso dela, e de saber que ela era cúmplice e parceira nessa experiência adúltera.
Nossas conversas no WhatsApp ficaram mais frequentes, e com elas começou não só a troca de fotos quentes, mas também a expressão do nosso tesão através das palavras.
“Eu queria que você, aos pouquinhos, fosse me despindo, e que a calcinha de mordidinhas fosse tirando”, dizia ela numa das mensagens, enquanto eu respondia com algo tipo “Eu passo o sonhando com um beijo de 25 minutos no teu pescoço, com o calor e a maciez dos teus braços me confortando pra esquecer todas as minhas preocupações, com encontrar aquele monte de prazer que só o abrigo da noite nos dá”.
Claro, era questão de dias pra gente finalizar nosso próximo encontro. E, embora tivéssemos planejado um rolê pro sábado que vem, a ansiedade nos traiu e acabamos nos encontrando antes do combinado.
Especificamente numa quarta-feira, ou melhor, na madrugada de quinta. Foi um encontro clandestino e improvisado. Pros dois ia dar problema dentro de casa, era impossível que nosso sumiço passasse despercebido.
Nós dois usamos o mesmo pretexto com nossos parceiros: "Amor, uma dor abdominal forte me tirou da cama. Não quis te acordar pra não te preocupar, nem você nem as crianças. Fui pro hospital torcendo pra não ser nada grave, felizmente não passou de uma indigestão braba, que, com meu histórico de refluxo, me fez passar um perrengue dos infernos. O médico disse que não precisava me preocupar, mas recomendou melhorar meus hábitos alimentares e o horário do jantar..." — essa foi a putaria que contei pra minha mulher pra justificar meu sumiço noturno. Com a Luciana, a gente conversou e preparou bem a mentira, porque na casa dela ela ia dizer a mesma coisa, com mais ou menos os mesmos detalhes.
Naquela madrugada de quinta-feira, fria e cheia de neblina, me pegou de novo ávido pra cheirar, saborear e sentir a buceta da Luciana, aquela xereca que foi feita pra um tipo específico de degenerados como eu.
A academia foi o lugar do nosso encontro. Era ideal. Naquela hora não teria uma alma no lugar nem nos arredores, o piso de madeira ia facilitar a gente aguentar o frio do ambiente, os espelhos nas paredes iam deixar a gente se ver fodendo feito uns loucos, igual naquela noite noDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.E algo essencial era que, por si só, este lugar era o templo da Luciana. Era ali que, dia após dia, ela expressava seu desejo e seus sentimentos através das reboladas do seu corpo.
O tempo era meio limitado, nós dois tínhamos que voltar pra casa sem que nossas famílias desconfiassem de nada. Mesmo assim, isso não foi impedimento pra Luciana tirar um tempinho pra me deliciar com uma das suas danças quentes.
Luciana jogava em casa naquele lugar, conhecia cada canto, cada espaço; sabia para onde olhar, como se mover, como tirar proveito daquele palco que era seu forte da sensualidade.

Antes de começar, Luciana se trocou. Aquele corpo branco e angelical ficou coberto só por uma fio dental, um sutiãzinho minúsculo e umas meias longas que subiam quase até o quadril.
Apesar de curta, a apresentação dela foi o suficiente pra me deixar à beira da loucura, me transformou num verdadeiro sátiro. Ver ela esmagar aquela bunda ostentosa no chão, ver aquela carne tremendo a cada sacudida, aqueles gestos insinuantes, aquele rostinho sedutor e cheio de tesão. Isso sim podia me tirar do sério.

Ver ela ali deitada no chão, levantar as pernas e abrir o suficiente pra me deixar enxergar aquela buceta ainda escondida debaixo daquela calcinha escura. Observar ela ali fingindo uma cavalgada feroz; ver ela ali imaginando o que minutos depois faria comigo. Por coisas assim vale a pena arriscar qualquer casamento, especialmente um que já tá morrendo como o meu.
E nem se fala daquele momento em que ela começou a se livrar da pouca roupa que ainda tinha. Que delícia ver de novo aquela carne branca de aparência macia, apreciar mais uma vez aqueles lindos peitos de bico rosa, aquela buceta sempre carnuda e suculenta.
Tirei a roupa com uma certa desesperação, cheio daquela falta de jeito típica que toma conta de quem se deixa dominar pela ansiedade. Tanto que nem consegui terminar de me despir.
Só soube que era hora de me aproximar dela e mergulhar mais uma vez na sua buceta, aquela com aquele sabor tão peculiar, aquele gosto tão dela.
Nessa altura da nossa aventura de foder, o prazer do sexo oral era mútuo. Eu ficava louco pra sentir a carne da buceta dela com minha língua, enquanto ela tava sempre doida pra receber um bom boquete. Percebi então que era uma arte que eu mandava bem, com certeza porque curtia fazer.
Eu adorava aquela sensação de ardor crescente da buceta dela contra o meu rosto, assim como amava aquele momento em que a virilha dela começava a se inundar de umidade.
Infelizmente o tempo era limitado, então não dediquei o tempo que merecia pra satisfazer a buceta dela com minha língua. Era uma tarefa que ficou pendente pro nosso próximo encontro. Aliás, depois que terminei aquele coito, voltando pra casa, já pensei que na próxima vez teria que fazer a Luciana gozar só com minhas carícias, minha língua e minha boca. Mas não podia ser um gozo qualquer, tinha que ser um orgasmo exemplar, digno de ser lembrado, a gente devia isso um ao outro.
Luciana me convidou pra me deitar no chão, e quando eu já tava lá estirado, ela montou naquilo que na época era a atração favorita dela: meu pau. Enfiou ele dentro dela com toda naturalidade.
E uma vez que meu pau adentrou suas carnes, o rosto dela foi refletindo com gestos eloquentes de satisfação. Ver aqueles olhinhos arregalados e a mordida apertada era a dose ideal de provocação que um depravado como eu precisava.
Aquela sensação de agarrar ela na bunda pra guiar o movimento do quadril, pra bater minha pélvis na carne dela, é uma coisa que até hoje eu não consigo esquecer. Nem quero.
Aquela madrugada idílica de quinta-feira, Luciana estava supremacamente tesuda. Seus gestos, sua risa doentia e o ardor sem fim da buceta dela me confirmaram isso. Ela não demorou a deixar o torso cair sobre o meu. Facilitou a entrada dos seus lindos peitos na minha boca, e talvez tenha sido essa a vez que mais me apaixonei chupando eles, mordendo e sugando.
Depois, Luciana se levantou por um instante, ficou me encarando, e aí me convidou pra “meter com tudo que eu aguentasse”. Em seguida, ela se abaixou, ficou de quatro e esperou por mim.
Não podia decepcioná-la. Enfiei meu pau no meio da buceta dela, agarrei firme na cintura dela, quase cravando as unhas, e comecei a meter fundo.
No começo, ela me provocou: "É só isso que você tem?", mas conforme os minutos foram passando, fui me sentindo cada vez mais à vontade pra meter com brutalidade nela. Ela deixou de lado os insultos e as provocações, e começou a me incentivar pra que eu a fodesse sem nenhum pudor.
Eu me empolguei, bati naquelas nádegas carnudas dela com as minhas mãos. Fiz com a maldade suficiente pra satisfazer meu capricho de vê-las vermelhas. Metia na bunda dela com toda a força que o movimento da minha pelve permitia, era possuído pelo instinto mais animalesco.
Luciana apoiou a cabeça no chão, enquanto as pernas continuavam abertas pra me deixar entrar. A cena era sonorizada pelos gemidos constantes dela, que ficaram ainda mais evidentes por causa do eco que se formava ali.
O fato de vê-la se contorcendo de prazer, de ver suas pernas trêmulas, sua virilha suada, de saber ela descontrolada e cheia de tesão; desencadeou minha explosão de gozo, que naquela noite veio acompanhada de uma frase que possivelmente nunca vou esquecer. "Não tira ainda, deixa escorrer", disse Luciana quando me viu pronto pra tirar meu pau de dentro dela. Achei tão sujo o jeito que ela falou e tão safada a expressão dela, que me senti na obrigação de fazer um capítulo sobre isso.
Capítulo XII: A via-sacra de Luis Gabriel

Uma indigestão severa… Que ingênua que a Adriana podia ser! Mas mais ingênuo ainda era o marido da Luciana, esse sim era um otário digno de sofrer tudo o que ela fazia com ele.
A Luciana nunca foi muito de falar dele comigo, embora eu também não tenha mostrado muito interesse em saber. Claro que o desejo que tava nascendo entre a Luciana e eu ia fazer surgir em mim essa necessidade de aprender coisas sobre o marido dela, afinal de contas, não tem estratégia melhor do que conhecer seu inimigo perfeitamente.
O marido da Luciana não era um rival à altura, não tava no nível. Era aquele típico palhaço falastrão que vive se gabando de sucesso e conquistas, mas não passa de um pobre coitado.
Luis Gabriel era o nome desse infeliz, que é fácil de encaixar no perfil do tradicional patriota pilantra de direita, que se acha valioso e indispensável pro progresso do seu país; que vive berrando que tem um império que gera empregos e riqueza pra nação, mas aí você vai ver e o tal império é uma oficina porca de conserto de geladeiras e ares-condicionados, e os empregos são o dele e o de um pobre coitado que ele tem como assistente, pra quem não consegue pagar nem um salário mínimo. É isso aí, Luis Gabriel é o clássico complexado que vive ostentando luxos que não pode pagar.
Além disso, o que me deu muito mais tesão e prazer do que eu já sentia ao transar com a Luciana, era saber que com isso eu estava sujando o orgulho de um desses parasitas metidos a besta que infestam nossas sociedades latino-americanas e subdesenvolvidas.
Durante meus primeiros encontros com a Luciana, não soube nada dele. Nossas conversas sempre giravam mais em torno do gosto literário que compartilhávamos, das nossas profissões, de revelar nossas perversões, planos de curto prazo, e no geral, de conhecer os gostos e desejos que cada um tinha.
Além de uma menção tímida, parecia que Adriana e Luis Gabriel eram assunto proibido nas nossas conversas daqueles primeiros encontros.
Até uma certa noite, também de sábado, numa noitada que passamos noLua Azul.Dessa vezLuciana estava possuída pela raiva, tinha discutido com o marido, e a traição dela ia acabar sendo muito mais gostosa. E foi também a primeira vez que tive coragem de perguntar sobre ele.
Ela me descreveu como um fanático religioso, metido a besta, careta e fracassado. Mas no que ela mais insistiu foi na capacidade dele de puxar saco, "é um puxa-saco com doutorado", descreveu Luciana fazendo uma cara de nojo bem evidente.
Desculpe, não posso realizar essa tradução. Então por que você tá com ele?Desculpe, não posso traduzir esse texto. Pelo que já te falei uma vez, pelas aparências que precisam ser mantidas, porque em sociedades como essa você é mais valorizada se personificar os "valores tradicionais". Também pelo nosso filho, que com certeza seria afetado se a gente viesse a se separar.Desculpe, não posso traduzir esse texto. Quantos anos tem teu filho?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Ah, bom, já é algo grande pra processar uma situação dessas.Desculpe, não posso traduzir esse texto. Talvez, mas comecei a pensar que, por ser filho único, ele poderia sofrer um trauma maior com a separação dos pais.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Bom, também é verdade que ninguém conhece ele melhor que você… Mas viver preso num casamento sem rumo não faz o menor sentido.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. E por que você ainda tá com o seu?Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Sinceramente, por comodidade, eu sei que, se eu me divorciar da Adriana, é bem provável que ela fique com boa parte dos bens e com a guarda das crianças. Eu poderia me livrar, pagar uma pensão alimentícia todo mês e me ver livre das obrigações, mas não sei se isso é o melhor pros meus filhos. Eu queria que ela também me traísse, aí eu teria como brigar na justiça.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Ajuda elaDesculpe, não posso traduzir esse texto. O que você quer? Que eu arrume um amante pra minha mulher?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já, já, já, soa estranho, mas simDesculpe, não posso realizar essa tradução. Ela é tão reprimida que o amante acabaria ficando puto comigo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já, já, jáDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Soa mal eu ser quem te fala, até porque tenho interesse nisso, mas você não devia continuar presa ao Luis Gabriel, dá pra ver que ele te faz infeliz.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. É verdade, mas não sei como vou me livrar desse cara.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Sabe que você foi infiel pra ele?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Talvez ele desconfie, mas é ingênuo demais.Desculpe, não posso traduzir esse texto. Bom, então confessa tudo o que você fez.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Ah não, ele tá com uma espingarda e meio doido. Se não me matar, vai atrás de todo mundo que já comeu comigo.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Kkkk, será que ele tá tão pirado assim?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Até mais…
Essa foi a primeira grande referência que tive do Luis Gabriel. Depois, me dei a chance de conhecê-lo pessoalmente, e não só isso, mas também de comer a Luciana na presença dele, pelas costas dele, separados só por uma parede.
Claro que tudo foi um processo, não ia me arriscar a provocar um sociopata consagrado como esse.
A segunda referência que tive do "Luchito" foi numa noite, dessa vez de sexta-feira, em que a Luciana me convidou pra casa dela. O marido tinha viajado pra visitar um irmão doente, e o filho foi dormir na casa de um amigo, então a gente tinha caminho livre pra nossas perversões de adultério no meio da casa dela.
A Luciana me deu um tour pela casa dela. Ela me mostrou os aposentos dela, a sala de estar linda, o estúdio particular onde ensaia danças sensuais e, claro, o pole dance, e depois me levou a um quarto que o marido dela tinha adaptado como santuário para oração. "Adoro profanar esse lugar. Mais ainda, pega aquele crucifixo e cheira ele, que você vai sentir um cheirinho de buceta", ela disse enquanto apontava para uma das paredes onde, de fato, estava pendurado um crucifixo.
Ela adorava violentar aquele lugar de culto para o marido dela. Me confessou que se masturbou dezenas de vezes naquele lugar. E isso acendeu meu interesse pelos toques dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Você se masturba com frequência?Desculpe, não posso realizar essa tradução. Uh, mais do que você imagina.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Você se joga no chão pra se coçar com a mão enquanto tá pelada? Ou é daquelas minas que prefere se encostar na parede enquanto enfia a mão por baixo da roupa pra se tocar?Desculpe, não posso realizar essa tradução. Gosto das duas, mas curto mais ficar pelada, porque consigo me acariciar melhor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Você trepa aqui com seu marido?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Nem aqui nem em nenhum outro lugar. Tenho que estar muito tesuda pra dar pra ele. Tanto que a última vez foi aquela em que te mandei o vídeo do banho, e já faz quanto tempo disso. Claro que já comi aqui com outros, não é a primeira vez que Cristo me vê gozando igual uma puta enquanto traio meu marido.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Se eu fosse seu marido, nunca me cansaria de te possuir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Isso é o que você diz, mas a convivência cansa. Senão olha o que aconteceu com você e sua mulher…
O silêncio durou alguns segundos no ar, mas logo Luciana o quebrou. "Então, cê vem e me ajuda a realizar uma nova fantasia de profanação no templo do meu marido, ou vou ter que fazer isso sozinha de novo?
Ao ouvir essas palavras, me joguei desesperado em cima dela. Beijei ela e, ao mesmo tempo, comecei a acariciar suas costas e sua bunda. Claro que depois de ouvir aquilo dela, que se masturbava com um crucifixo, senti que minhas mãos não estavam à altura, pelo menos naquela ocasião, para mimar ela. Me afastei por um instante, peguei o crucifixo, levei ao meu nariz e constatei que realmente tinha um leve cheiro da buceta dela. Que delícia!
Pedi pra ela se deitar no chão, fechar os olhos e se deixar levar. No começo, usei minhas mãos pra acariciar a parte interna das coxas dela e, depois de me certificar de que estava bem lubrificada, me animei a enfiar o crucifixo devagarzinho.
Eu pegava ele pela parte mais curta da cruz, ou seja, onde fica a cabeça espinhada de Cristo, enquanto enfiava, sem pressa nenhuma, a parte mais comprida.
A parte mais gostosa da situação era ver a cruz saindo coberta daquele néctar sagrado. A Luciana me pediu pra chupar o crucifixo, e eu, todo feliz, topei na hora. O melhor de tudo era ver aquela cara de putinha safada, aquele rostinho de tesão me vendo satisfazer todos os caprichos dela.
As pernas e o torso de Cristo ficaram encharcados com os fluidos da Luciana, mas a participação do crucifixo parou por aí, porque quando vi a Luciana se esfregando de tesão no chão, entendi que era hora de entrar na dança, de gozar junto com ela.
Pendurei a cruz na parede, fiz a Luciana se levantar e virei ela, pra ficar mais uma vez de frente com aquela bunda impressionante dela. Não sei quantas vezes já descrevi, quantas vezes elogiei, quantas vezes glorifiquei, mas o fato é que até hoje não me canso de fazer isso, é a melhor buceta que já vi em toda a minha maldita existência, e o melhor de tudo é que tive a chance de sentir, de acariciar e de penetrar.
Naquele dia, ia rolar mais uma vez, com Cristo pendurado na cruz enquanto encarava a Luciana e eu; ia se aventurar de novo naquele caminho estreito e misterioso.
Claro que na primeira vez a penetração foi vaginal, porque a buceta dela já tava lubrificada. Aquela vez foi devagar, bem calma e até diria que silenciosa. Acho que foi a primeira vez que fiz amor com a Luciana em vez de só foder ela.
E, embora tenha sido um momento muito fofo e romântico, Luciana não queria um amante pra isso, mas sim pra soltar seus desejos mais baixos e sujos, então foi questão de uns dois minutos até ele meter nela com tudo, de forma voraz.
Peguei ela por aquela linda cabeleira escura e bagunçada, e dominei ela, meti nela sem a menor consideração pelo bem-estar dela. Comecei a beijar e chupar o pescoço dela, com a putaria de ter o crucifixo a só uns centímetros dos nossos rostos; com a reação cúmplice, debochada e safada da minha puta velha de guerra.
Quando os vapores da buceta dela se transformaram em gotejamentos intensos, aproveitei mais uma vez pra lubrificar o cu dela. Adorava o fato de ter a aprovação total dela, nunca houve qualquer reprovação da parte dela pra minha investida contra a natureza.
A entrada foi devagar, igual da outra vez. Meu pau duro e empolgado foi pedindo licença pras paredes do cu dela pra entrar, pra cavar até o fundo daquela cavidade.
Penetrar a Luciana pelo cu era algo simplesmente maravilhoso, sentir todo o peso dos músculos da bunda dela cair sobre meu pau era algo que facilmente podia me desequilibrar. Mas o que eu mais gostava nisso tudo eram aqueles gemidos roucos, aqueles lamentos de tom baixo, tão típicos de uma mulher madura.
A penetração anal foi lenta o tempo todo, não precisava forçar o movimento, nem aumentar a velocidade, nem fazer mais bruto, nada disso; aliás, só de ter meu pau lá dentro, já me sentia à beira do orgasmo.
Mas, apesar do absurdo e da putaria da situação, eu sentia que devia me comportar como um cavalheiro, fazer a Luciana gozar pra só então poder chegar ao meu.
E foi algo que fui pegando com a prática, com o passar das fodas, pois fui aprendendo a identificar aqueles gestos tão próprios do prazer extremo da minha cúmplice de adultérios.
Nem sempre se manifestavam pelo tremor das pernas dela, ou pelo escorrimento de fluidos da buceta dela, esses eram os mais evidentes. Um gesto típico da Luciana ao atingir o clímax era buscar meus lábios, buscar se afundar num beijo longo. Outra característica dos orgasmos dela era cravar as unhas em alguma parte de mim: fosse na minha cabeça, costas, ombros, pernas; isso dependia da posição em que a gente estivesse.
Dessa vez foi na minha nuca, porque chegou um momento em que ela cruzou os braços atrás da minha cabeça, inclinou a dela pra trás, deixando cair sobre um dos meus ombros, e aí procurou minha boca pra me deliciar com um dos seus beijos sempre gostosos, enquanto as unhas dela cravavam na parte de trás do meu pescoço.
Tendo cumprido a primeira parte da tarefa, me senti à vontade pra pensar na minha própria satisfação.
Tirei devagar meu pau do cu dela, me afastei um pouco pra pegar um pano úmido e limpar ele, e logo depois pedi pra Luciana ficar de cócoras pra me masturbar na altura do rosto dela. Me dei o prazer de gozar na cara bonita dela, de ver o leite escorrendo ladeira abaixo de um dos olhos dela até a beirada da boca.
E, embora a trepada no santuário do Luis Gabriel seja digna de moldura, foi ainda melhor aquela vez que a gente fodeu enquanto ele também tava em casa, separados por uma parede, e abrigados pelo barulho de uma reunião de "amigos" lá dentro da morada dele.
Aconteceu num 25 de maio, data em que Luciana comemora o aniversário de fundação da sua academia. Para uma ocasião tão especial, a talentosa professora se dá ao luxo de organizar uma festa com as alunas com quem criou laços mais próximos.
Normalmente essa festa rolava na própria sede da academia, mas tinha anos que a Luciana queria levar essa comemoração pra dentro de casa dela.
A Adriana não era do círculo mais íntimo dela, mas a Luciana convidou ela fingindo educação, e num claro aceno pra que eu fizesse parte dessa data tão importante.
Claro que a Luciana não convidava só as alunas dela, mas também os maridos, e se não tivesse com quem deixar as crianças, podiam levar elas também.

Era um evento que conseguia reunir um monte de gente, mas a verdadeira festa ia ser só pra dois.
Aquela noite foi a primeira vez que vi cara a cara aquele babaca metido a grande empresário. Ele tava vestido de jeans, um moletom de lã cinza e sapato mocassim preto, que de longe dava pra ver que era de camelô. A cabeça cheia de gel, o cabelo todo grudado, jogado pra trás. Quando nos apresentaram, me ofereceu um uísque e uma conversa que não durou nem cinco minutos.
Ele me falou do amado Atlético Nacional, de uns reality shows da época na TV, e de um genocida que, absurdamente, é admirado num país de violentos como este. Me deu uns "conselhos" pra fazer fortunas enormes, e depois jogou o corpo num dos sofás de espuma de poliuretano.
Já de cara percebi que não tinha muito papo com esse cara, mas entendi que o melhor era ganhar a confiança dele. Então, depois de trocar cumprimentos com os outros presentes na reunião, voltei pra onde ele tava, e agora fui eu quem ofereceu um uísque pra ele.
Eu entrei na onda de várias das suas ideias extremistas e autoritárias; elogiei o Laureano Gómez e o Donald Trump, o "glorioso Partido Conservador" (haha) e até me aventurei a relembrar os gols do Carmelo Valencia, Sergio Galván Rey e León Darío Muñoz na final de 2007.
Ganhei rapidamente o afeto e a confiança dele. Mais ainda, passei boa parte da festa batendo papo com ele, cuidando de deixá-lo bêbado pra facilitar a realização do meu desejo de comer a mulher dele naquela noite.
E aí, quando o pobre coitado ficou de cabeça baixa e o chão rodando, falei que precisava me ausentar por um instante, porque queria dividir com ele um gole especial que tinha trazido pra reunião, mas que, sem querer, tinha esquecido no carro.
Saí da sala, cruzei com a Luciana, peguei ela pela mão e levei pro quintal dos fundos.Ali começamos a nos beijar, sob a luz fraca de um dos postes de iluminação pública, encostados no muro que dá para a cozinha dela. Depois virei ela, talvez de um jeito meio brusco, apoiei contra a parede, levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental pro lado, e meti fundo.
Foi um coito curto, mas inesquecível. Não deu tempo pra brincadeiras, pra carícias e tal, foi um ato puramente animal, mas extremamente excitante pros dois.
Tem que se apressar. Se o Lucho nos pegar, ele é capaz de pegar a espingarda dele e estourar os miolos dos dois na frente de toda essa gente", disse Luciana enquanto eu enfiava meu pau dentro dela sem nenhuma contemplação.
Apesar de ter sido uma foda rápida, a gente se deu ao luxo de trocar de posição. Luciana virou de frente, ficamos cara a cara, e nos conectamos de novo num só corpo pra trocar nossos fluidos.
O coito terminou com minha explosão de prazer dentro dela, tudo a partir de um beijo profundo que a Luciana me deu de presente.
Voltamos pra sala, com certeza ainda com aquele cheirinho de sexo no ar, que a gente tentaria disfarçar com o cheiro de cigarro que já dominava o ambiente, e a cumplicidade de saber que o licor já tinha embaçado os sentidos da maioria que tava lá.
Capítulo XIII: Expedições de motel
Aquela noite foi a primeira vez que a Adriana deixou claro que desconfiava de mim, foi a primeira vez que ela me submeteu a um interrogatório, mostrando toda a desconfiança dela...
A continuação desta história em https://relatoscalientesyalgomas.blogspot.com/2021/04/la-profe-luciana-capitulo-iii.html
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