A oficina, o carro e meus chifres 4 e 5

Assim continua essa...história
espero que vocês estejam com tesão
bem-vindos os pontos e os comentários








parte 4


O domingo foi tranquilo, a gente realmente se divertiu pra caralho e de noite ficamos conversando.
 
Laura, então você vai comigo amanhã na oficina?
 
Não acredito, amor. Já foi tempo demais pra mim, foi só mais uma experiência e nada que valha a pena repetir.
 
Laura, dá o céu, se te encantei, eu sei, minha mariposa, você é único amor, adoraria que estivesse aqui, mesmo que não participe se não quiser repetir aquela experiência que eu sei que te deu tanto prazer quanto a mim, céu, mais prazer que a pica do burro
 
 
O que foi que te deu tanto prazer, amor? Ver o burro me possuindo?
 
Laura, meu céu, ver como você sentia o mesmo que eu, ver como você se transformava numa putinha, e quando você subiu sozinha na cama procurando mais pica foi o melhor, você estava desesperada pra sentir aquele pedaço de carne quente entrando no seu cu e te fazendo de mulher dele, eu vi como você se mexia aproveitando a foda que o burro estava te dando, e se o burro quisesse, ele continuava te dando pica a tarde toda e você feliz da vida, love. Por isso quero que você vá comigo amanhã, céu, sei que você vai se empanturrar de pica igual a mim, e mesmo que queira negar, isso te dá muito tesão, acho que você gosta mais do que de me foder, minha vida, olha como você ficou dura, love.
 
Vamos pra cama, céu, você vai ver que não
 
Laura, nãooo, não bebe. Amanhã tenho que estar inteira porque na parada do jumento vão me detonar e tu sabe disso.
 
Já sei, mas a gente pode dar um jeito com o burro. Tenho uma ideia pra acabar com isso de uma vez.
 
Laura, o que você acha, gostosa?
 
Que a gente pague entre os dois, cinco vezes você e cinco vezes eu.
Laura até que seria boa, mas depois quero poder usar essa rola quando eu quiser, amor. Talvez eu cobre dela, bebê.
 
se for isso que você quer, por mim tá bem, meu docinho
 
Foi assim que, no dia seguinte, chegamos na oficina e dei minha ideia pro tarado do burro, que duvidou mas aceitou. Na hora ele fechou o lugar e, com os funcionários dele, nos levaram pro escritório. Minha mulher se pelou e deitou no colchão, esperando o burro meter nela. Sérgio e Cláudio chegaram perto e deram as picas deles pra ela chupar.
 
laura, olha amorrr, olha as picas que eu vou comer, cê gosta delas, céu? Eu sei que você adora, não quer me ajudar, bebê?
 
burro, dá-lhe, viado, mama buceta, você também, que a gente vai te deixar manco e por uns dias você não vai conseguir sentar
 
Sem falar nada, me coloquei do lado dela e comecei a chupar. Na hora, começaram a me xingar de tudo quanto é nome, e no meio disso, senti abrirem minhas pernas e meterem até o fundo, me fazendo ver estrelas. Fiquei imóvel enquanto as lágrimas caíam, enquanto outro pegava minha boca sem piedade. Em minutos, comecei a gostar, até que encheram minha boca e não tiraram o pau até eu engolir todo o leite. Assim, os três passaram pelo meu cu, deixando ele destruído como prometeram, e me largaram de lado, deitado sobre a mesa com um pau no rabo. Dali, pude ver como os três gozaram na minha esposa à vontade, e ela se sentiu cheia de picas, gemendo, gritando e me humilhando o tempo todo, enquanto eu só batia uma punheta.
 
laura  ai  buceta  ai  buceta me desculpa  mas  não consigo  resistir  a esses  paus são  divinos  e já  sou  a putinha   deles amorzinho  me  perdoa   minha  vida  mas  não consigo  parar  de te  meter  chifre, olha  como  eles comem  a  sua amorzinho  olha  como ela  é  tratada  como uma  putinha
 
Cláudio colocou o pau dele na minha boca e eu chupei pra ele ficar duro de novo e comer minha mulher de novo, depois foi a vez do Sérgio e do burro também, minha mulher terminou cheia de porra pra todo lado e depois foi minha vez de novo, deitado em cima da mesa, um por um foram enfiando em mim e depois ainda meteram uma vassoura no meu cu, terminei exausto de tanta rola que me deram.
 
Burro bom, por hoje já tá bom. Quarta-feira quero vocês aqui de novo.
 
nos vestimos e, como deu, fomos pro carro todo sujo. ainda tive que aguentar beijarem minha esposa na despedida. já em casa, só dava pra descansar. eles pegaram pesado comigo e eu gostei que foi assim, curti pra caralho e isso ficou na cara. tomamos banho e fomos deitar na hora. laura começou a me acariciar enquanto eu tava de bruços.
 
laura, viu amor? como você aproveitou, não te deram trégua, vida. Suas perninhas tremiam, meu amor, e quando te deram aquela surra, você gozou sem nem se tocar, céu. Agora você é toda uma maricona, e graças a isso eu me diverti pra caralho. Adoro ver como te submetem, e olha que eles são perversos com você. Quarta-feira, por que você não usa uma tanga, meu amor? Isso seria tipo um desafio pra eles. Nem quero imaginar o que te fariam.
 
isso ela me dizia enquanto enfiava e tirava os dedos do meu cu como se estivesse me comendo, aí eu falei pra ela
 
agora quero te comer eu
 
laura, primeiro eu vou te dar amor
 
Ela subiu em cima de mim e enfiou os dedos no meu cu, me fazendo gemer e gritar de dor. Foi muito excitante pra nós dois sentir minha esposa me comendo enquanto me chamava de maricas, puta e mulherzinha. Isso me levava a uma excitação suprema, gozei sem me tocar enquanto pedia mais e mais. Depois disso, fiquei tão cheio que não subiu mais e, claro, não consegui comer ela. Fiquei na cama, dormindo de bruços com o cu arrombado. Terça foi um dia normal, Laura fritava minha cabeça me dizendo as coisas que fariam comigo na oficina na frente dela, até me fazer desejar que já começassem. A cara dela se transformava e meu pau ficava duro. Aquela noite não parei de bater uma pensando nisso, já queria estar nos braços daqueles caras e aproveitar. No dia seguinte, depois do trabalho, fui buscá-la. Ela me fez vestir uma tanga tão pequena que mal cobria meu pau. Me sentia uma puta no cio, e na real era. Assim entramos na oficina do burro e, pra minha surpresa, não tinha três caras, mas seis. Na hora, Laura e eu entendemos que teríamos uma tarde de sexo brutal. O escritório estava preparado pra isso. O burro pegou minha mulher e apresentou pros novatos, que logo a cercaram, passando a mão nela por todo lado, até ela ficar nua e se mexendo como se pedisse pica aos gritos — coisa que conseguiu na hora. Enquanto isso, o burro me esfregava na cara como minha mulher era uma puta barata. Foi assim que me despi e, ao ver minha tanga, ele gritou: "Aqui tem mais uma puta!" De repente, tinha dois caras passando a mão no meu cu enquanto eu só me deixava levar. Em segundos, já estava mamando e sendo submetido a picaços enquanto ouvia minha mulher gemer aos gritos.
 
laura   siiiim quero pijamaaa   me dá maiss, olha cuck como eles me comem, aprende viadão eles tão curtindo a sua mulherrrrr    seu maricon de merda
 
assim que eu tava, de quatro, recebendo mais pica que a minha mulher, em minutos já tava queimando meu cu e sentia que tava sendo castigado por entregar minha mulher, embora no fundo eu tava mais era satisfazendo os desejos dela de me ver destruído e humilhado do jeito que ela queria. Assim foram passando todos, enquanto eu gozava a cada metida que me davam, e mais de uma vez cheguei a mijar em mim de tanta dor, mais do que prazer, no meio das risadas de todo mundo. Não sobrou ninguém sem me usar com desprezo. Foi num momento em que me deixaram pendurado, com as pernas tremendo, me dedicando a chupar as picas deles pra que eles comessem minha mulher como uma verdadeira puta.
 
 
burro, chupa essa buceta, viado, chupa e deixa ela dura, que depois a gente te arrebenta do jeito que você gosta
 
Mama sem parada e goza em mim. Comeram minha boca igual cu, sentia as picas entrando e deixando tudo ardendo, enquanto a Laura só curtia a sentada que cada um dava nela. Foi assim que eles cansaram, depois de várias horas nos largaram, e foi aí que percebi o bem que trataram ela, enquanto comigo foi o contrário. Um deles enfiou um pepino no meu cu e enterrou fundo, aí me obrigou a me vestir e levar minha esposa pra casa, pensando que só faltava mais uma parcela.








parte 5




Foi uma noite dolorosa e humilhante, chegar em casa e me despir na hora pra tirar o pepino que enfiaram em mim, que a cada movimento doía a alma.
 
Laura, vai logo, sua vadiazinha, tira essa fio dental e fica de quatro, quero ver como ficou sua buceta de tanta pica que te deram, sim, te comeram gostoso, como te arrebentaram toda, corna.
 
 
Por favor, tira esse pepino de mim, tá doendo pra caralho, amor, é como se ainda estivessem me comendo.
 
Laura, que lindo, céu, aproveita, bebê. Isso faz seus chifres crescerem ainda mais, maridinho.
 
 
Siii, amor, sou muito cuck, mas por favor, tira ele pra mim.
 
 
Laura pegou a ponta que estava pra fora e, abrindo bem minhas nádegas, começou a tirar. Comecei a gemer de prazer e foi então que a Laurita começou a mexer, enfiando e tirando o pepino do meu cu. Minha esposa estava me comendo e ria.
 
Laura, que divino é arrebentar essa sua buceta promíscua, aproveita, amorzinho, que você adora, como vou deixar esse seu cu de corno arrebentado essa noite, você nunca mais esquece, seu merda, siiiii, goza, viadinho, quero te comer assim a noite inteira.
 
Não sabia o que dizer e deixei ela fazer o que quis. Embora doesse, também era verdade que eu gozava. E assim terminei na cama, de bruços, com aquele pepino enterrado no meu cu, me contorcendo de vergonha e prazer a cada entrada e saída, enquanto pedia mais e mais. Isso me convenceu de vez que tinha perdido pra sempre a pouca hombridade que ainda me restava. Gozar sem me tocar e desejar que um pau entrasse e saísse do meu cu — isso era ser bem puto. E nem vou mencionar que adorava ver minha mulher sendo usada por outros à vontade e não ter mais vontade nem de tocá-la. A única coisa que me tirava o sono era o pau que ia arrebentar minha bunda pequena, e só. Laura e o burro me transformaram num cuck e me encheram de putaria, me tornando uma siririca arrastada, capaz de fazer qualquer coisa por uma fodida. E isso me surpreendia. No dia seguinte, fui trabalhar com o cu bem dolorido — acho que ninguém percebeu. Voltei pra casa e, depois do jantar, me esperava outra sessão de sexo da minha mulherzinha. Ela já estava me preparando pro sábado, seguindo as ideias do burro, que supostamente seria o último encontro com ele.
 
O sábado amanheceu e a Laura tava comemorando o último encontro com o burro.
 
Laura... bom, finalmente chegou o último dia.
 
Tá ansiosa, bebê?
 
Laura sim, não faço ideia do que vai passar na cabeça do tarado do Burro Love
 
Com você, acho que só vai se dedicar a te foder o dia inteiro, meu anjo. Não sei o que vai fazer comigo.
 
Laura, isso é o que eu mais espero: ver o que o corno tem preparado pra você. Já não sei mais o que ele pode fazer com você, meu anjo, porque, pra falar a verdade, eu te rebaixo ao nível mais baixo que um homem pode chegar. Nunca imaginei que você pudesse ir tão longe. Você virou um viciado em pica, meu anjo, morre pra ter uma e é capaz de fazer qualquer coisa pra ser comido. Você nem me toca mais na cama, amor, meu corpo não te excita mais, bebê. Só uma pica te excita e nada mais. Isso faz de você uma puta de verdade, vida. Não sei o que ele vai fazer com você, mas tenho certeza que ele te castiga porque tem nojo de você ser tão, mas tão puto. Eu adoro ver como ele te submete, ainda mais quando ele te faz sofrer. Isso me excita, amor, me excita de verdade.
 
 
Bom, mas tudo começou pra não te rebaixarem, meu bem. Eu viciei, é verdade, mas não tive outra escolha, amor. Foi só pra te proteger, pra não te usarem como fizeram comigo.
 
Laura, sim, eu sei, meu bem. E por isso, quando tudo isso passar, espero que a gente volte a ser como antes.
 
Isso espero, amor. Ainda bem que isso tudo já tá acabando.
 
Laurabueno, então, vendo por esse lado, só resta aproveitar.
 
Chegou o meio-dia e o filho da puta apareceu com um sorriso de orelha a orelha, chegou perto da minha esposa e falou alguma coisa no ouvido dela, e depois virou pra mim e disse:
 
Burro, vai, seu puto, sobe no carro.
 
Não perguntei nada, obedeci e saímos sem rumo, do meu lado estavam os parceiros dela, que riam e cochichavam entre si. Depois de um tempo na estrada, chegamos a um sítio. Ao entrar, me levaram pra um quarto e me vestiram de mulher. Terminei de saia curta e blusinha, acompanhando minha esposa, que disse que essa roupa caía muito bem em mim e foi embora com o corno, me deixando com os parceiros dela. Eles já puxaram as picas pra me esquentar, eu chupando elas. Não sei por quê, mas aquilo me excitou tanto que fiquei lambendo as picas deles pra depois enfiá-las na minha boca.
 
Onde o burro levou minha mulher
 
Cala a boca, vagabunda. Essa não é mais sua mulher, agora é do burro. E você é toda nossa, então continua chupando, puta.
 
 

Me resignei e continuei com minha tarefa até sentir o gozo de um primeiro e depois do outro dentro da minha boca, me fizeram saborear e mostrar como eu engolia tudo. Chegou outro carro na casa, eram os mesmos três da última vez. Servi cerveja pra todos como se fosse a empregada deles. Um perguntou pro outro se já tinham me comido, e responderam que primeiro íamos dar um passeio pelo sítio. Tenho que confessar que minha buceta já pedia pau e eu me surpreendia com o quão puta eu podia ser. Saímos pro quintal e começamos a caminhar, eu rebolando o máximo que podia, e assim, no meio do mato, me colocaram de quatro e recebi o que tanto esperava. O primeiro pau doeu pra caralho porque meu cu não estava lubrificado, acho que foi de propósito, queriam me fazer sofrer e eu adorava que fizessem isso, mesmo implorando pra não serem tão brutos. Isso só piorou, as porradas eram com raiva e não pararam até me ver tremendo de dor. Eu sabia que aquilo era só o começo. A minissaia ficou toda suja de gozo, assim como meu pobre cu destruído. Me levantaram e continuamos caminhando pelo sítio pra depois voltar pra casa. Eu tava cansado de tanta rola, mas por dentro queria mais. Pude ver o burro e minha mulher sentados na mesa. Como uma boa empregada, servi eles o melhor que pude. Eles beberam e comeram enquanto me deixavam em outra mesa. Depois disso, veio a sesta. Me deitaram na sala de jantar pra me dar a segunda sessão de paus. De novo, a dor fez eu me mijar todo e isso foi pior. Depois de me foder até a exaustão, mijaram na minha cara. Fiquei um desastre completo, meu cu doía pra caralho, mal conseguia sentar de lado, e tava banhado em mijo. Supliquei pra me deixarem tomar um banho, mas só me deixaram depois de um bom tempo. Me despiraram por completo e me Se inclinaram sobre uma mesa pra continuar comendo meu cu um atrás do outro sem parar. Supliquei pra eles terminarem de me foder, já não aguentava mais ficar de pé, mas eles riam e zoavam até que eu terminei ajoelhado no chão. Falaram que eu dava nojo e trouxeram um cachorro, jogaram ele em cima de mim e não pararam até me verem sendo penetrado por ele. Eu não tinha forças pra resistir e, mesmo gritando pra tirarem ele, só aplaudiam e caçoavam de como o cachorro me comia. Não era pra menos, ele tava me matando de pica e não parou até se esvaziar dentro de mim, pra depois ficar preso, e eu implorando pra tirarem. Foi assim que minha mulherzinha me viu, sem parar de rir. Quando finalmente conseguiu sair, meu cu pareceu explodir em quatro partes. Fiquei largado no chão e me deixaram lá, me contorcendo de dor, enquanto foram todos tomar umas cervejas. A noite já tinha caído e, depois da janta, me deixaram tomar banho. Continuamos bebendo e foi aí que os convidados foram embora. Eu fiquei sozinho no colchão da sala e a Laura foi com os três pro quarto. Naquela noite, o cachorro me visitou várias vezes e não parou até me enfiar de novo, coisa que no final acabou me dando tesão, mesmo sempre ficando preso. Isso virou segredo, já que eles tavam comendo minha esposa no quarto e nunca descobriram. No outro dia, tomamos café, nos trocamos e voltamos pra casa. A dívida com o burro tava paga. Pra mim, tinha custado caro demais.

2 comentários - A oficina, o carro e meus chifres 4 e 5

Que historia tan triste, denigrante, el que escribió esto se tomó coca cola con mentos y después fumo hierba, que locura
Demasiado morbo. Tu mujer queria reparar a toda costa el auto pero termino cojida y con gusto por el burro. Vos disfrutaste de la cojida y humillacion a mas no poder. Van puntos