Fala, galera! Só esclarecendo que tô postando essa história real porque já cansei de fazer papel de trouxa aqui. Espero que vocês entendam que, se minha mulher me traiu alguma vez, foi porque eu também fiz o mesmo com ela.
Durante anos, fui fiel à minha esposa. Nunca pensei que uma das amigas dela fosse reparar em mim. Não era por acaso que muitas mulheres me olhavam na rua ou quando eu lidava com alguma cliente — mais de uma ficava felizona ao me ver. Eu era um ímã pras minas.
Um dia, bateu na porta uma amiga da minha esposa, a Carla, que também era nossa vizinha. Ela perguntou se a minha mulher tava em casa, e eu falei que ela tinha ido na casa da mãe. Parece que houve um mal-entendido entre elas sobre o horário, mas a Carla tava visivelmente preocupada e disse que tinha algo muito importante pra contar. Tava triste por causa dos problemas com o marido. Minha esposa já tinha me falado sobre a querida amiga dela. Ela me contou que a amiga tava tendo muitos problemas pessoais com o parceiro e que no meio disso tinha uma filha pequena.
Na hora, fiquei com pena dela e mandei ela entrar. Ela me sorriu e foi direto pra cozinha. Foi lá que ela se quebrou e ficou repetindo, sem consolo: — Não aguento mais! Não aguento mais! Meu marido tem outra e me trata muito mal. Ele me bate!
Foi aí que ela chorou pra valer, e foi aí que eu toquei na bochecha molhada dela. Ela me olhou com um mar de lágrimas na alma atribulada. Tava destruída, desconsolada e cansada de passar por esse inferno com aquele cara. Olhando bem pra ela, percebi que a Carla tava grávida do segundo filho. Olhei de novo nos olhos dela, mas dessa vez a gente se encarou de pertinho e eu pude ver a ternura do momento maravilhoso que ela tava vivendo — a gravidez dela. Senti compaixão pela situação dela, e ela, sem parar de sorrir pra mim, pegou minha mão, acariciou ela e levou até o rosto triste e caído dela. Me olhou mais uma vez nos olhos e disse:
— José, como eu gosto dos seus olhos tão doces. Você tá bem com a Lore, e eu sei que tô errada em dizer isso, porque sou amiga dela, mas... Aí eu interrompi ela e falei: — Tá bom, eu te entendo. Apesar do que você tá me dizendo, eu reparei em você várias vezes. A verdade é que você é muito gostosa. Ela corou, sorriu e perguntou, mexendo os lábios carnudos: — A Lore vai ficar brava se emprestar o marido bonito dela um pouquinho? Respondi que talvez sim, mas que ela não precisava saber de nada do que a gente quisesse fazer. Foi aí que ela aproximou minha boca e encostou nos meus lábios secos. Me beijou com vontade e eu perdi a linha. Fui direto pro pescoço dela. O rosto da Carla acompanhava cada movimento ousado da minha boca. Minha língua lambia aquele rostinho angelical, limpando todas as lágrimas da amiga da minha esposa, enquanto eu olhava uma foto dela com minhas filhas pendurada na parede. Ela sussurrou no meu ouvido que me amava, que desde que me conheceu, quando eu tava namorando a Lore há 11 anos, já gostava de mim. Tenho que confessar que eu também sempre gostei da Carlita. Queria aproveitar cada pedaço do corpo dela, mesmo ela estando grávida, mas também não queria fazer merda e adiantar o parto. Naquela tarde, queria beber ela toda e que ela fosse só minha. Chupei os bicos dos peitos lindos dela, enfiando cada um na minha boca e sentindo como eu devorava aquelas tetas gostosas. Saía leite pra caralho deles e eu saboreava. De repente, a carinha da Carla tinha mudado completamente. Ela tava radiante de alegria porque finalmente tava sendo cuidada e tinha alguém pra consolar ela. Por dentro, eu pensava que idiota era o marido dela, que deixava passar essa mulher gostosa. Depois de chupar os peitos dela, tirei a calcinha fio dental e chupei o clitóris delicioso dela. Ela gemia de muito prazer e, enquanto minha língua brincava com a buceta dela, eu me masturbava. Virei pra rabeta dela e chupei o cu da Carlita. Ficamos assim: ela de costas e eu metendo a língua em todos os buraquinhos dela. De repente, Carla fala: — Mmmmm... Me come, por favor, José! — Sim, princesa, seu marido merece esses chifres. Com isso, ela começou a rir e, virando-se, abriu as pernas. Peguei no meu pau e enfiei devagar na buceta dela enquanto ela rebolava pra frente e pra trás. A carinha de safada da Carla dizia tudo, enquanto isso eu continuei metendo por trás na buceta dela, e assim ficamos por um bom tempo. Enquanto meu pau entrava e saía da buceta dela, comecei a ver meu leite escorrendo pelo buraquinho dela. Quis comer o cu dela, mas ela recusou, e depois disse que na próxima vez me daria a bunda dela. Que gostosa que era a amiga da minha mulher! Finalmente, ainda tinha um pouco de gasolina no tanque e mandei ela chupar meu pau. Ela me fez um boquete como uma verdadeira puta e eu joguei toda a porra na boca dela. A Carlita lambeu os lábios e saboreou meu leite até engolir tudo. Foi ao banheiro e limpou um pouco a boca. Ficamos os dois exaustos, minha esposa estava quase chegando e me despedi da Carlita com um beijo nos lábios sujos dela. Ela estava muito feliz com a barriguinha de 6 meses. Combinamos de nos ver e repetir a dose, dessa vez a Carlita me daria o cu dela. FIM.
Durante anos, fui fiel à minha esposa. Nunca pensei que uma das amigas dela fosse reparar em mim. Não era por acaso que muitas mulheres me olhavam na rua ou quando eu lidava com alguma cliente — mais de uma ficava felizona ao me ver. Eu era um ímã pras minas.
Um dia, bateu na porta uma amiga da minha esposa, a Carla, que também era nossa vizinha. Ela perguntou se a minha mulher tava em casa, e eu falei que ela tinha ido na casa da mãe. Parece que houve um mal-entendido entre elas sobre o horário, mas a Carla tava visivelmente preocupada e disse que tinha algo muito importante pra contar. Tava triste por causa dos problemas com o marido. Minha esposa já tinha me falado sobre a querida amiga dela. Ela me contou que a amiga tava tendo muitos problemas pessoais com o parceiro e que no meio disso tinha uma filha pequena.
Na hora, fiquei com pena dela e mandei ela entrar. Ela me sorriu e foi direto pra cozinha. Foi lá que ela se quebrou e ficou repetindo, sem consolo: — Não aguento mais! Não aguento mais! Meu marido tem outra e me trata muito mal. Ele me bate!
Foi aí que ela chorou pra valer, e foi aí que eu toquei na bochecha molhada dela. Ela me olhou com um mar de lágrimas na alma atribulada. Tava destruída, desconsolada e cansada de passar por esse inferno com aquele cara. Olhando bem pra ela, percebi que a Carla tava grávida do segundo filho. Olhei de novo nos olhos dela, mas dessa vez a gente se encarou de pertinho e eu pude ver a ternura do momento maravilhoso que ela tava vivendo — a gravidez dela. Senti compaixão pela situação dela, e ela, sem parar de sorrir pra mim, pegou minha mão, acariciou ela e levou até o rosto triste e caído dela. Me olhou mais uma vez nos olhos e disse:
— José, como eu gosto dos seus olhos tão doces. Você tá bem com a Lore, e eu sei que tô errada em dizer isso, porque sou amiga dela, mas... Aí eu interrompi ela e falei: — Tá bom, eu te entendo. Apesar do que você tá me dizendo, eu reparei em você várias vezes. A verdade é que você é muito gostosa. Ela corou, sorriu e perguntou, mexendo os lábios carnudos: — A Lore vai ficar brava se emprestar o marido bonito dela um pouquinho? Respondi que talvez sim, mas que ela não precisava saber de nada do que a gente quisesse fazer. Foi aí que ela aproximou minha boca e encostou nos meus lábios secos. Me beijou com vontade e eu perdi a linha. Fui direto pro pescoço dela. O rosto da Carla acompanhava cada movimento ousado da minha boca. Minha língua lambia aquele rostinho angelical, limpando todas as lágrimas da amiga da minha esposa, enquanto eu olhava uma foto dela com minhas filhas pendurada na parede. Ela sussurrou no meu ouvido que me amava, que desde que me conheceu, quando eu tava namorando a Lore há 11 anos, já gostava de mim. Tenho que confessar que eu também sempre gostei da Carlita. Queria aproveitar cada pedaço do corpo dela, mesmo ela estando grávida, mas também não queria fazer merda e adiantar o parto. Naquela tarde, queria beber ela toda e que ela fosse só minha. Chupei os bicos dos peitos lindos dela, enfiando cada um na minha boca e sentindo como eu devorava aquelas tetas gostosas. Saía leite pra caralho deles e eu saboreava. De repente, a carinha da Carla tinha mudado completamente. Ela tava radiante de alegria porque finalmente tava sendo cuidada e tinha alguém pra consolar ela. Por dentro, eu pensava que idiota era o marido dela, que deixava passar essa mulher gostosa. Depois de chupar os peitos dela, tirei a calcinha fio dental e chupei o clitóris delicioso dela. Ela gemia de muito prazer e, enquanto minha língua brincava com a buceta dela, eu me masturbava. Virei pra rabeta dela e chupei o cu da Carlita. Ficamos assim: ela de costas e eu metendo a língua em todos os buraquinhos dela. De repente, Carla fala: — Mmmmm... Me come, por favor, José! — Sim, princesa, seu marido merece esses chifres. Com isso, ela começou a rir e, virando-se, abriu as pernas. Peguei no meu pau e enfiei devagar na buceta dela enquanto ela rebolava pra frente e pra trás. A carinha de safada da Carla dizia tudo, enquanto isso eu continuei metendo por trás na buceta dela, e assim ficamos por um bom tempo. Enquanto meu pau entrava e saía da buceta dela, comecei a ver meu leite escorrendo pelo buraquinho dela. Quis comer o cu dela, mas ela recusou, e depois disse que na próxima vez me daria a bunda dela. Que gostosa que era a amiga da minha mulher! Finalmente, ainda tinha um pouco de gasolina no tanque e mandei ela chupar meu pau. Ela me fez um boquete como uma verdadeira puta e eu joguei toda a porra na boca dela. A Carlita lambeu os lábios e saboreou meu leite até engolir tudo. Foi ao banheiro e limpou um pouco a boca. Ficamos os dois exaustos, minha esposa estava quase chegando e me despedi da Carlita com um beijo nos lábios sujos dela. Ela estava muito feliz com a barriguinha de 6 meses. Combinamos de nos ver e repetir a dose, dessa vez a Carlita me daria o cu dela. FIM.
3 comentários - Me diverti com a amiga da minha esposa #realidade