Parte 2: Educando a filha mimada do meu amigo

Aqui a primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/4018446/Educando-a-una-malcriada-la-hija-de-un-amigo.htmlA primeira parte teve muita aceitação e agradeço por isso. Então, aproveitem a segunda e última parte.Parte 2: Educando a filha mimada do meu amigoAo acordar e ver que a Isabel dormia tranquilamente abraçada em mim, entendi que não tinha sido um sonho o pouco que lembrava da noite anterior. Tentando clarear as ideias, me lembrei como aquela gostosa tinha me drogado e, não satisfeita com isso, tinha aproveitado minha indefensão pra transar comigo.

A falta de moral dela era tão grande que, sabendo que eu nunca teria aceitado, me paralisou com drogas e, já imóvel, não só usou meu pau como um aríete pra se empalar, mas também me obrigou a chupar a buceta dela. A única parte boa foi que ela errou na dose e, ao me liberar antes do tempo, castiguei a sacanagem dela arrombando o cu dela.cuDe madrugada me pareceu razoável, mas, com a luz do dia, pensei que ter desflorado aquele esfínter rosado tinha sido quase um estupro e, por mais que ela tivesse sido a primeira a me forçar, fiquei com medo de que, ao acordar, essa mina quisesse me denunciar. Assustado menos pelas consequências legais e mais por ter que encarar o Manolo quando ele descobrisse que eu tinha comido a filha dele, fiquei parado esperando aquela garota acordar.

Por pelo menos meia hora, tive que aguentar minha consciência moendo meu cérebro até que, abrindo os olhos, Isabel me olhou sorrindo e disse:
— Tá pronto pra me dar mais uma foda?adolescentesA cara de pau daquela foxy me tirou do sério ao dar como certo que eu queria retomar uma relação que nunca deveria ter acontecido. Nem respondi e, me soltando do abraço dela, levantei e fui direto pro banheiro. O que não esperava é que aquela lady me seguisse e tentasse entrar no chuveiro comigo.

— O que cê tá fazendo? — perguntei, impedindo que ela realizasse seus desejos.

Isabel, ao perceber que eu não queria tomar banho com ela, longe de ficar brava, sentou na privada e, sem tirar os olhos do meu corpo pelado, soltou:

O tom alegre dela deixou claro que não tinha nenhum remorso por ter dado pra cima do amigo do velho dela, mas quando realmente mostrou sua cara de pau foi quando, ignorando que eu podia ver, começou a mijar enquanto, morrendo de rir, me dizia:

— Tô com a bucetinha ardendo por sua causa — e, reforçando as palavras, separou os lábios mostrando que estava toda esfolada de tanto foder.

A falta total de moral daquela puta me deixou puto e, sabendo que se tinha um culpado, não era eu, mas ela, respondi de muito mau humor:

— Olha, mocinha! Se tá doendo a xereca, pensa melhor antes de agir como uma foxy.

Ao ouvir minha resposta, curiosamente, o que a irritou não foi eu chamá-la de foxy, mas sim lembrar da pouca idade dela. Indignada, saiu do banheiro e, fazendo birra, gritou da porta:

— Te odeio!

A reação brusca dela me fez perceber que aquele era o ponto fraco dela e, por mais estranho que pareça, isso me acalmou. Tomando nota, terminei de tomar banho sabendo que aquela mimada esperaria a chance de me devolver a afronta.

Tinha acabado de me vestir pra ir trabalhar quando ouvi Isabel bater educadamente na minha porta. Ao abrir, a foxy me perguntou se, ao sair da universidade, podia trazer uma amiga pra casa. Embora não tivesse dúvida de que ela tramava algo, dei permissão, lembrando-a de tudo que estava proibido.

A garota, com seu típico tom mimado, respondeu:

— Já sei, nem álcool, nem drogas.
—Também não traz nada disso pra casa. Não quero ser eu a ter que contar pro seu pai que a bebê dele engravidou.
—Seu filho da puta! Será que ontem à noite você usou camisinha? — gritou ela, toda puta da vida com a minha indireta sobre a pouca idade dela.

Pensando que, com certeza, aquela vadiazinha ia me pregar uma peça quando eu voltasse pra casa, entrei no carro e fui pro escritório.

A correria do dia a dia no escritório me fez esquecer daquela garota o dia inteiro. O trabalho que tinha acumulado durante o fim de semana me deixou tão ocupado que mal comi, e por isso, quando cheguei em casa à tarde, a primeira coisa que fiz foi pegar uma cerveja na geladeira e fazer um sanduíche. Depois, fui procurar onde estava a filha do meu amigo.

Encontrei ela tomando sol na piscina, com um biquíni bem provocante, mas nada indecente. Cansado, sentei na espreguiçadeira ao lado e, enquanto dava a primeira mordida, perguntei:

—Você não ia trazer uma amiga hoje?
Ela levantou o olhar, me sorriu e disse:
—Ela tá nadando. Quando terminar, te apresento.

Olhei pra piscina e vi uma silhueta de mulher nadando crawl. Então, esquecendo dela, perguntei pra vadiazinha o que ela tinha feito. A bruaca deu uma gargalhada e respondeu:

—Como hoje de manhã acordei com a minha buceta dolorida, tive que arrumar alguém pra me dar uns miminhos.

Eu ia responder aquela impertinência quando ouvi a amiga dela pedir uma toalha pra sair da piscina. A rapidez com que a vadiazinha se levantou da espreguiçadeira e levou uma toalha branca pra ela me estranhou, mas não dei muita importância e dei um gole na minha cerveja. Gole que quase foi pro lado errado quando vi a amiga dela saindo da água completamente nua. Ainda tava espirrando quando as duas pararam na minha frente, e Isabel me apresentou:

—Javier, quero que conheça a Mary.
A garota, uma moreninha bem gostosa, se aproximou e, enquanto Se cobriu com a toalha, me deu um beijo na bochecha dizendo:

— A Isa já me contou que amante maravilhoso você é.

Sem graça com a recém-chegada pela franqueza dela e puto da vida com a filha do meu amigo pela "lingua solta", só consegui responder com um seco "obrigado" à confissão dela.

Quando já achava que nada mais podia me surpreender, a Isabel sussurrou algo no ouvido dela e, com uma expressão safada no rosto, a morena deixou a toalha escorregar até ficar completamente pelada na minha frente.vadias— É verdade que ela é gostosa — comentou a garota enquanto começava a percorrer o pescoço da amiga com seus beijos.

Nada tinha me preparado pra aquela cena e, por isso, fiquei paralisado admirando como a malcriada ia acariciando com as mãos o corpo nu da Mary sem parar de beijá-la.

Testemunha involuntária daquela demonstração lésbica, o que realmente me impressionou foi perceber o quanto as duas mulheres se pareciam. Magras e dotadas de uma bunda estupenda, ambas sofriam de falta de peitos e, se somarmos a isso que, seguindo a moda de depilar, as duas tinham a buceta raspada, pareciam um clone cuja única diferença era a cor do cabelo.

“São umas novinhas!” exclamei mentalmente, mais interessado do que gostaria de admitir.

Mary, instigada pelas carícias da amiga e talvez também pela cara de otário que eu devia estar fazendo naquele instante, virou-se e se apossou com paixão dos lábios carnudos da Isabel.putasMinha situação era complicada: se eu me levantasse e fosse embora, pareceria que tava com medo delas, mas se ficasse, poderia parecer um velho tarado. Por isso, mesmo que o sensato fosse cair fora, continuei observando elas, na esperança de que, vendo que não conseguiam o efeito desejado, se cansassem e me deixassem em paz.

Infelizmente, os acontecimentos seguintes me tiraram do engano, porque Isabel, vendo que eu continuava sentado em silêncio, aumentou a pressão sobre mim, desatando o nó do biquíni. Mary, com os mamilos já durinhos, sorriu e, enquanto ajudava a amiga a se livrar da peça, me perguntou:

— Não quer entrar na brincadeira?
— Ainda não — respondi, embora por dentro já começasse a cogitar a ideia.

Sem dar importância à minha recusa, as duas, já peladas, se beijaram de novo a menos de um metro de onde eu continuava sentado. A naturalidade com que ambas se entregavam ao lesbianismo me fez ter certeza de que não era a primeira vez que faziam aquilo. E, como se tivesse lido meus pensamentos, mordendo um dos peitos da amiga, ela disse:trio—Vamos mostrar pro velhinho como a gente se ama.

O gemido que a morena soltou ao sentir a mordidinha doce na auréola confirmou o que eu já imaginava, e sem mais disfarce nem pudor, comecei a curtir a cena enquanto terminava minha cerveja.

“Porra, essas novinhas!” pensei ao ver Mary deixando o corpo cair, ajoelhando e enfiando a cara entre as pernas da garota, esticando a língua e começando a lamber com muita sede a bucetinha jovem da amiga.

A safada da mimada, vendo meu interesse na parada, abriu as pernas e, separando com os dedos as dobras da boceta, se deu ao luxo de colaborar com a morena enquanto piscava um olho pra mim, me provocando enquanto a amiga lambia sem parar o botãozinho rosa que ela escondia entre as dobras.

— Continua, sua putinha! — gritou toda descontrolada ao sentir aquela carícia molhada e constante.

O doce insulto incentivou a garota, e com os gemidos de prazer ecoando nos ouvidos, ela enfiou um dos dedos na boceta da Isabel pra acelerar o orgasmo dela.

— Sua vaca! — gritou ao sentir, e não querendo ser a primeira a gozar, obrigou a amiga a sentar numa das poltronas de vime que estavam perto da minha espreguiçadeira.

— Espera! Deixa eu colocar a toalha! — pediu Mary ao sentir a dureza do material.

Rápido, a morena colocou a flanela de um jeito que, ao sentar, a bunda ficasse protegida do vime, e apoiando o rabão, olhou pra Isabel e disse:

— Come ela!

A filha do meu amigo não hesitou em satisfazê-la e, enfiando a cara entre as coxas de Mary, lambeu com tesão as dobras dela antes de penetrar com a língua lá dentro.dominacaoA cena que aquelas duas estavam me proporcionando acabou de vez com minha sanidade hormonal. Com o olhar fixo na buceta daquela mina, tirei a pica pra fora e, me aproximando por trás, enfiei ela entre as bandas de Isabel.

A garota, ao sentir meu pau brincando com a entrada traseira dela, sorriu e, enquanto se jogava pra trás pra forçar o contato, aumentou a velocidade com que chupava a buceta da amiga. Mary, ao perceber que a Isabel, não satisfeita em usar só a língua, tinha acabado de enfiar dois dedos na sua xereca, gemeu que nem uma louca pedindo mais. Esse foi o momento ápice que me fez forçar, com uma jogada de quadril, o cu dela:

— Mete forte! — gritou a safada ao sentir minha pica violentando seu canal apertado.

A aceitação da garota dissolveu qualquer receio que eu tivesse de usar o rabo dela de novo, e por isso, enfiei de uma só vez toda a minha extensão.Parte 2: Educando a filha mimada do meu amigo—Tá doendo! —protestou, mas no segundo empurrão, morrendo de rir, corrigiu: —Mas eu adoro!

—Sua puta! —respondi, reforçando as palavras com ações, e bati na bunda dela marcando o ritmo da penetração.

O tratamento pesado deixou a garota louca e, desabando sobre o corpo da amiga, gozou soltando berros. Mary, ao ouvir o prazer dela, se contagiou e, enquanto beliscava os próprios mamilos com força, apertou com uma mão sobre a cabeleira ruiva para buscar o próprio orgasmo.

Interpretando o desejo que eu via nos olhos da morena, incentivei Isabel a acelerar a velocidade com que os dedos dela estavam fodendo a gata. Assim, em menos de um minuto, enquanto eu continuava montando na bunda da outra, da garganta de Mary saiu um berro colossal, sinal claro de que ela tinha chegado ao clímax.

A certeza de que aquelas duas vadias tinham conseguido a dose de prazer delas me permitiu ir atrás do meu. Transformando minhas penetrações em facadas ferozes, castiguei o cu dela num ritmo crescente até que, com um uivo, meu pau explodiu, regando os intestinos dela com minha porra. Exausto, me deixei cair sobre as costas dela.cuApós alguns minutos aguentando meu peso, Isabel se livrou de mim e, levantando-se, disse pra amiga:
-Depois é sua vez de aproveitar o velho.

E abraçadas, vi as duas irem pra dentro de casa, me deixando no meio da piscina, exausto e humilhado por igual. Foi aí que, indignado, decidi que aquela puta ia se arrepender de ter brincado comigo. Peguei minha roupa e fui pro meu quarto planejar minha resposta.

Depois de pensar por um bom tempo, entendi que minha vingança tinha que ser total pra que aquela malcriada nunca mais passasse pela cabeça tentar me fazer de otário de novo. Com meu cérebro fervendo pela humilhação que sofri, imaginei vários castigos, mas nenhum me convenceu por não serem definitivos.

Puto, decidi dar uma volta, esperando que mudar de ares me trouxesse inspiração. A sorte quis que, no balcão do bar onde parei, a garçonete me perguntasse o que estava rolando. A amizade que cresceu ao longo de meses, onde ela me servia doses e eu pagava, me deixou explicar qual era meu problema. Madisson, depois que terminei de contar, morrendo de rir, respondeu:

-O que uma mulher não aceita é que o homem que ela acha que tem na mão a ignore e dê toda a atenção pra outra.
-Tá me dizendo pra deixar ela com ciúme?
-Isso mesmo. A idiota, sem perceber, te deu tudo de bandeja. Seu erro foi ter comido ela em vez da amiga. Se tivesse pegado a morena, você teria a sardenta comendo na sua mão.

O bom senso escondido nas palavras dela me convenceu. Agradeci, paguei a conta e fui pra casa. Chegando, como tantas tardes, fui pra sala, peguei um livro na estante e comecei a ler enquanto esperava a filha do meu amigo aparecer.

Exatamente como previ, a malcriada, ao saber da minha volta, não demorou a descer até onde eu estava. Quando a vi entrar com um top minúsculo e um short ainda mais reduzido, soube que ela vinha com a clara intenção de... de me irritar, então levantei o olhar, cumprimentei e voltei a ler. Minha falta de resposta divertiu ela, e tentando aumentar minha humilhação, comentou como se nada fosse:

— Adoro a facilidade com que os homens caem pra qualquer mulher que aparece na frente.

O que essa puta não esperava é que, largando o livro de lado, eu soltasse:

— Você tem razão, foi fácil pra você, e embora ainda me pareça inacreditável, assim que bati o olho na sua amiga, ela me pareceu irresistível.

Minha resposta a desconcertou, e mais ainda quando, com cara de tesão, comentei:

— Você não faz ideia de como eu tô afim de comer ela — e reforçando meu suposto encantamento, continuei: — Mary é impressionante. Só de pensar que, como você mesma disse hoje à noite, ela vai estar nos meus braços, me deixa louco.

Ao me ouvir, ela se irritou e, fingindo que não tinha acreditado, respondeu:

— Se ela te atraía tanto, por que você me comeu e não ela?
— Acho que você não quer saber a verdade — respondi, e vendo que ela esperava uma resposta, falei: — Você era a única buceta que tava à mão!

Minhas palavras caíram como uma bomba na autoestima infantil dela, e vermelha de raiva, ela se levantou e sumiu em direção às escadas. Sentado na minha poltrona, saboreei o gosto doce da vitória, e sabendo que o contra-ataque dela viria, me preparei mentalmente pra reagir às investidas.

Como naquele momento eu não tava com tesão, minha intenção era fazer com que Isabel engolisse cada um dos seus desaforos, e se pra isso eu tivesse que transar com a Mary, eu faria.

Enquanto pensava nisso, não tive dúvida de que a maldita sardenta estaria contando pra amiga nossa conversa, e por isso, quando depois de quinze minutos a morena apareceu no quarto, soube que ela tinha mandado a amiga pra ver se era verdade.

Cumprindo meu papel, perguntei se ela queria uma dose. A garota respondeu que sim, e com a maior cara de pau do mundo, se sentou no sofá deixando à mostra uma bela porcentagem das coxas dela.

—Você tá linda — comentei enquanto servia dois rums com Booty.

Depois disso, sentei na frente dela e comecei a perguntar o básico: o que estudava, onde morava… A garotinha adorou ser o centro das atenções e, curtindo ter um coroa como eu só pra ela, se esquecendo da missão que tinha, começou a brincar comigo, perguntando coisas da minha vida.

Como homem experiente nesses roles, fui contando meus sucessos e algum fracasso pra ir deixando ela interessada, de um jeito que em vinte minutos já tava ela comendo na minha mão. Sendo tão novinha, não só impressionei ela com meu alto padrão de vida, mas também com o número de países que conhecia, e soube que tava no ponto quando, semicerrrando os olhos, perguntou:

—E por que você ainda não casou?

A resposta óbvia seria dizer que porque ainda não tinha encontrado a mulher certa, mas em vez disso, respondi:

—Não sou fácil de pegar — e, pra jogar essa isca na frente dela, falei: —Quer sair pra jantar comigo, só nós dois?

Mary hesitou uns segundos porque não era isso que tinha combinado com a Isabel, mas o desafio de me seduzir convenceu ela e, pegando a bolsa, se levantou dizendo:

—Vamos antes que eu me arrependa.

Satisfeito por dentro, passei a mão na cintura dela e levei até a garagem. Chegando lá, ao ver que ela tava admirada por meu carro ser um Porsche último modelo, perguntei balançando as chaves na cara dela:

—Quer dirigir?

A inocente novinha não viu a rede que eu tava tecendo ao redor dela e, com os olhos brilhando de emoção, respondeu pegando as chaves no ar:

—Adoraria.

Era tanta a vontade dela de dirigir aquele esportivo que, ao sentar no volante, pude ver que os biquinhos dos peitos dela se marcavam sem querer por baixo do tecido do vestido, e sabendo que ela não ia reclamar, deixei cair uma mão nas coxas dela enquanto ela dava a partida.

—Pra onde a gente vai? — perguntou com uma alegria genuína.

Minha O plano era impressioná-la e, durante a viagem de volta, esquentá-la de um jeito que ela não hesitasse em cair na minha cama. Por isso, perguntei se ela conhecia o Mark's American Cuisine. Mary, ao me ouvir, comentou:

- Claro, é o melhor restaurante da cidade, mas duvido que a gente consiga ir, tem que reservar com semanas de antecedência.
- Não se preocupa com isso - respondi - eu sempre tenho mesa.

A surpresa que li no rosto dela confirmou minha decisão e, aproveitando que a morena estava dirigindo, liguei pro dono, um velho amigo que me devia uns favores inconfessáveis. Depois de desligar e enquanto acariciava suavemente a perna dela, soltei:

- Acelera que tão nos esperando.

A garota, que nunca tinha infringido o limite de velocidade, não soube o que fazer, então tive que dar um empurrãozinho e, pressionando o joelho dela, subi sem parar as rotações do carro até ver o velocímetro marcando cem milhas por hora.

- Aproveita, princesa, o Porsche tem um bloqueador de radar, então a menos que você veja um carro de polícia, não desacelera.

Dominada por aquela corrida desenfreada, Mary nem percebeu que a saia tinha subido, deixando à minha livre observação a calcinha fio dental branca que cobria a buceta dela. Ao ver aquilo e sem me segurar nem um pouco, fiquei olhando e, ao notar que estava toda encharcada, ri enquanto roçava com um dedo:

- A velocidade te deixou com tesão, né, putinha?
- Sim!... - ela conseguiu dizer antes que minha carícia a fizesse soltar o acelerador.

Ignorando o perigo de masturbá-la sendo uma motorista novata, aproveitei a disposição dela para, afastando o tecido, passar a ponta do meu dedo pelos lábios dela antes de focar no clitóris. A pobre garota, ao sentir aquela massagem suave mas contínua no grelinho, não durou muito, e por isso, quando finalmente estacionou na frente do restaurante, já tinha gozado um par de vezes. Tive que esperar uns minutos até que ela a respiração se normalizasse.adolescentesJá mais calma, ela me olhou sorrindo e disse:
—Seu filho da puta. A gente podia ter morrido!

Rindo pra caralho, peguei ela pelos cabelos e, aproximando os lábios dela dos meus, soltei:
—Mas você adorou.

Mary, totalmente entregue, buscou meus beijos com uma paixão que até me surpreendeu, e por isso, morrendo de rir, perguntei:
—Não prefere deixar pra depois do jantar?
—Deixar o quê? — disse ela se fazendo de sonsa.
—A gente transar.

Ao ouvir isso, toda safada, ela abriu a porta do carro e, colocando a mão na minha braguilha, pegou meu pau entre os dedos enquanto dizia:
—Só se você me prometer que, quando voltarmos pra sua casa, eu vou ser sua.

Minha resposta foi um tapa na bunda dela e, passando a mão na cintura, entramos no lugar. Como eu tinha adivinhado, Mary ficou pasma com o luxo daquele restaurante e, se sentindo pela primeira vez parte daquela turma selecionada, foi cumprimentando todas as mesas feito uma diva.

Exibindo sua beleza pra todo mundo, ela rebolou aquela rabeta gostosa enquanto seguíamos o garçom. Percebi que não estava só se mostrando pra plateia, porque de algum jeito Mary queria me provar que, tendo ela do meu lado, o pessoal ia invejar minha sorte.

Minhas suspeitas se confirmaram quando, já sentados, a morena, semicerrrando os olhos toda provocante, soltou:
—Você me deixou confusa e não sei o que esperar. Qual é a sua relação com a Isabel?
—Nenhuma — respondi. —É só a filha de um amigo que, por ser idiota, tenho que aturar.

Ao ouvir o jeito que me referi à garota, os olhos dela brilharam de um jeito estranho e, com um tom meloso, insistiu:
—Não é isso que ela diz.

Já interessado, perguntei o que aquela malcriada estava falando.
—Segundo a Isabel, você está apaixonado por ela e por isso pediu pra ela ir morar com você.
—Essa puta! — exclamei indignado e, puto da vida, expliquei pra amiga dela os verdadeiros motivos pelos quais a ruiva morava comigo. Me escute com atenção. Quando terminei, ela pegou minha mão e disse:

— Fico feliz — respondeu, sem conseguir esconder a satisfação.

Com a porteira aberta, decidi fazer a mesma pergunta, porque queria saber o que essas duas criaturas tinham entre si para atacá-las melhor. Mary, vermelha como um tomate, respondeu:

— Talvez você não acredite depois do que viu na piscina, mas entre Isabel e eu só existe uma boa amizade.

Aquela garota disfarçar um relacionamento claro de amizade me daria base para forçá-la a trair a malcriada. Por isso, fingindo acreditar, perguntei:

— Quer se divertir esta noite?

— Claro — respondeu — O que você está pensando?

Com um sorriso, expliquei meus planos…

Sabendo de antemão que encontraríamos Isabel puta da vida, estacionei o carro e, sem falar nada, peguei Mary pela cintura e entrei com ela em casa.

A morena continuava nervosa, porque não era pouca coisa trair a amiga, mas curiosamente, essa perspectiva a deixava com tesão e com a buceta completamente encharcada, desejando que a garota aparecesse logo.

— Estou tão excitada que ela vai perceber na hora que me ver — sussurrou baixinho enquanto servia uma taça na sala.

Ela ainda não tinha terminado de servir quando Isabel entrou no quarto e, sem nem olhar para mim, encarou a amiga perguntando de onde ela vinha:

— Javier me levou para jantar.

Furiosa, a malcriada a repreendeu por tê-la deixado sozinha, mas então a garota se aproximou dela e, beliscando um dos mamilos, respondeu:

— Fiz o que você pediu. Javier aceitou transar com as duas.

Embora teoricamente tivesse conseguido o que queria, a garota percebeu que algo estava errado quando me viu pegar uma câmera fotográfica de uma gaveta.

— Para que a câmera? — perguntou.

Sem responder, enquanto eu ajustava a câmera, Mary começou a desabotoar a camisola da amiga. — Que buceta mole você tem! — protestou indignada ao perceber que, sem pedir sua opinião, ele já estava começando a despí-la.
— Para que ela passe a noite conosco, Javier quer provas de que fomos nós que o seduzimos, e por isso me pediu para demonstrar que você é uma foxy bissexual.

Furiosa e vermelha, ela afastou as mãos da amiga dos seios e, virando-se, me encarou dizendo:

— Isso é verdade? — nos olhos dela não havia desejo, mas desprezo, mesmo assim seu corpo a traiu quando, olhando descaradamente para os seios dela, descobri que os mamilos estavam duros.

Soltando uma gargalhada, rasguei seu vestido e, deixando-a nua, respondi:
— Sim. Desde que você chegou na minha casa, se comportou como uma foxy, e já está na hora de eu te mostrar quem manda — e, aproveitando que estava perto, a beijei.

Indignada, ela me deu um tapa e, tentando se soltar, me xingou, mas morrendo de rir, a dominei e, chamando a amiga dela, soltei:
— Quer castigá-la?

Sem acreditar, Isabel ouviu Mary responder:
— Sim, amo.

A garota nunca imaginaria que a santinha da amiga ficaria excitada só de pensar em subjugá-la, e por isso, quando Mary me perguntou com a voz marcada pelo desejo se eu tinha uma corda para amarrá-la, ela se surpreendeu ao sentir a buceta derretendo. Foi então que respondi que tinha algo melhor e, tirando de uma gaveta um chicote e uma coleira com guia, entreguei a ela.

Ao vê-la com aquilo na mão, Isabel não conseguiu evitar tremer de tesão e, se comportando pela primeira vez na vida como uma submissa, se ajoelhou aos pés dela enquanto a morena, curtindo seu novo poder, se despia. Reconheço que adorei observar aquela cena, e mais ainda ouvir Mary exigir que a piranha se masturbasse enquanto ela tirava a roupa.

“Inacreditável”, pensei ao ver que, ignorando qualquer hesitação, Isabel levou a mão até a entreperna e começou a se masturbar rapidamente.

Cagando de rir, a morena a repreendeu por ser tão puta e, chegando ao lado dela, Prendeu a coleira no pescoço dela e, puxando a corrente, obrigou ela a ir de joelhos até o sofá onde eu tinha me sentado. Chegando lá, com o chicote começou a açoitar a bunda dela enquanto, câmera na mão, eu imortalizava o momento.

Foi aí que a mina me surpreendeu de novo porque, ao sentir o toque do couro no rabo, gritou:
— Me bate forte!

As palavras dela foram o estímulo que Mary precisava pra montar nela e, puxando a coleira, obrigá-la a percorrer o quarto com ela nas costas. Agindo como sua amazona, pegou ela pelos cabelos com uma mão enquanto com a outra usava o chicote pra forçá-la a engatinhar, de modo que por uns minutos ela foi sua montaria até que, cansada da brincadeira, desceu e, me olhando, pediu permissão pra começar.

— É toda sua — respondi enquanto continuava tirando fotos.
A morena, ao ouvir que eu dava minha autorização, usou o chicote pra penetrar a buceta da amiga.
— Que delícia! — uivou ao sentir a intrusão do brinquedo e, se contorcendo no tapete, pediu pra ela não parar.vadiasA entrega total que sua amiga mostrava, junto com minha presença, foi o estopim pra que, se deixando levar pela excitação, Mary forçasse sua montaria a deitar de barriga pra cima. Depois, sentando-se de pernas abertas sobre a cara dela, exigiu que lhe desse prazer. Isabel também estava super excitada e, assumindo uma postura submissa, separou com os dedos as dobras da buceta da morena e começou a lamber desesperadamente.

Satisfeita, Mary aproveitou o momento pra continuar torturando a xota da garota com a vara e, enquanto violentava cada vez mais rápido sua gruta, se dedicou a beliscar brutalmente seus bicos.

— Ahhh — gemeu Isabel ao sentir que a amiga torcia uma de suas auréolas enquanto a xingava de "slut lésbica".

Dominada pelo papel, Isabel usou a língua pra penetrar a buceta da amiga. Mary, ao sentir que estavam chegando ao orgasmo e que, sentado no sofá, eu não perdia um detalhe do que rolava, decidiu que era a hora que a gente tinha combinado e me pediu pra ficar pelado. Como eu tava a mil por hora, em poucos segundos me despi e fui pra perto dela.

Ocupada com a boceta da amiga, Isabel só sacou minhas intenções quando Mary a obrigou a ficar de joelhos com a raba empinada. A garota tentou reclamar, dizendo que não queria, mas ignorando os protestos, a morena deu um tapa nela e a forçou a continuar chupando a buceta enquanto eu me posicionava atrás. Isabel tentou evitar meu contato assim que minha glande começou a brincar com a xota dela.

— Chupa à vontade! — gritei enquanto, com um único empurrão, enfiava toda a minha extensão na gruta dela.

Ao meter meu pau, descobri que aquela gostosa tava encharcada, e por isso nem deixei ela se acostumar antes de acelerar o ritmo. Concentrada na boceta da amiga, Isabel mexeu os quadris, facilitando minha invasão sem parar de lamber o clitóris de Mary uma e outra vez.putas—Você é uma putona! — a morena soltou pra malcriada ao ver que ela recebia com gosto as investidas do meu pau.

Então decidi deixar claro que ela tinha se rendido, peguei suas nádegas entre minhas mãos, abri elas e, enfiando um dedo lá dentro, sussurrei no seu ouvido:

— Tô gravando tudo. Sorri pra câmera enquanto te como no cu.
— Não, pelo amor de Deus! — gritou ela, cagada de medo de ter sua degradação registrada.

A recusa dela só aumentou meu tesão, e apertando seu esfíncter, fui perfurando devagar enquanto a malcriada não parava de gritar. O sofrimento dela, longe de provocar compaixão na amiga, só avivou a excitação dela, e enquanto dava um tapa forte na bunda dela, a morena me pediu pra meter sem piedade, dizendo:

— Faz essa puta sofrer!

Instigado pelas palavras dela, montei naquele cu feito um selvagem. Minhas investidas, já rápidas por natureza, alcançaram um ritmo infernal que derrubou uma por uma todas as defesas dela até que, contra toda lógica, a dor virou prazer e, berrando, Isabel gozou no tapete.trio—Não quero —protestou, sentindo o corpo todo tremer de prazer.
A mente dela ainda lutava contra a ideia de ser usada como mercadoria, mas quando sentiu que aquele orgasmo não acabava, só aumentava de forma exponencial, ela se rendeu e, gritando, implorou que eu não parasse. Ao ouvir sua rendição, peguei-a pelos cabelos e, usando sua juba como rédeas, lancei-me num galope desenfreado enquanto a amiga dela se dedicava a açoitar suas costas com o chicote.

—Não aguento mais! —gritou e, caindo desabada, sua mente se quebrou ao perceber que estava adorando o papel submisso que havíamos dado a ela.

A rendição da Isabel não diminuiu a excitação da amiga, que, querendo mostrar que estava do meu lado, soltou:

—Amo, fode essa boca de puta.

Supondo que ela queria humilhá-la ao ter que chupar meu pau ainda sujo com os restos do intestino dela, tirei meu pênis de dentro dela e levei até sua boca. Isabel não quis ou não conseguiu recusar, então, abrindo os lábios, deixou que eu enfiasse meu pau na garganta dela. A própria excitação da garota fez com que ela não hesitasse em limpar meu pau com a língua.dominacaoSaber que aquela mimada estava nas minhas mãos me deixou ainda mais excitado e, sabendo que não demoraria pra gozar, forcei a garganta dela e avisei que ia jorrar. Mary, morrendo de rir, deu mais uma palmada na bunda dela enquanto mandava ela engolir tudo. Por isso, quando explodi dentro da boca dela, ela teve que engolir minha porra enquanto, inacreditavelmente, um orgasmo violento a paralisava por completo.Parte 2: Educando a filha mimada do meu amigoExausta, Isabel se jogou no tapete e, soluçando por sua fraqueza, ficou olhando enquanto Mary e eu nos beijávamos, rindo dela e do seu desamparo…Epílogo.Desde aquela noite, Mary e Isabel dividem minha cama. Seus corpos quase adolescentes são meus e, embora nunca tivesse preferência por agir como dominante, me tornei o dono delas e elas, minhas duas cachorrinhas submissas.

A mimada nunca mais voltou pra casa e, quando o pai dela ligou perguntando sobre o retorno, ela teve que admitir que estava grávida e que o pai do filho era eu.

Perdi um amigo, mas isso não me importou ao saber que toda noite a gostosa e a amiga dela me esperavam peladas, loucas pra satisfazer até o último dos meus desejos.cuadolescentes

1 comentários - Parte 2: Educando a filha mimada do meu amigo

Muy buen final de la historia como aprendió jajaj