Aventura no México IV

Abraçados, em silêncio, fechei os olhos e dormi. Logo depois comecei a sonhar que alguém estava me dando beijos na cabeça nua do meu pau meio duro, eram muito gostosos e ainda mais com carícias nas minhas bolas. Com dificuldade, abri um pouco os olhos e vi uns lábios percorrendo com ternura minha glande — que delícia de sonho, não queria acordar — abri de novo e entendi, não estava sonhando, eram os lábios de Andre percorrendo meu pau, ainda meio duro, tentando acordá-lo e me acordar. Aproximei minha mão do cabelo dela e acariciei enquanto ela ia engolindo cada vez mais rápido. "Te acordei — slurf —? Você dormiu e minha buceta ainda queria mais — slurf —", dizia você dando conta do doce, que longe de se desgastar, crescia cada vez mais. "Acho que você não sabe onde se meteu — slurf — vou deixar seu pau no bagaço — slurf —". Seus lábios experientes, apesar da juventude, sabiam muito bem o que faziam. Sua língua — hábil — combinada com suas mãos, conseguiram muito bem o objetivo — meu pau endureceu na hora e ela o saboreava com luxúria, me olhava nos olhos e sorria com malícia, cuspia nele e batia uma forte e rápida, parava e descia devagar a pele até doer, tirando a glande totalmente para fora, colocava a boca em formato de O e percorria devagar, dando voltas ao redor, acelerava de novo e parava de novo. Lambeu a palma da mão e com ela roçava, fazendo meu corpo queimar por dentro, abria a boca e a garganta e engolia inteiro, adorava ver meu pau todo babado — batia uma forte de novo para recuperar o fôlego e parava de novo, estava me matando de prazer. Quando ela engoliu de novo, eu estava tão excitado que segurei a cabeça dela e não deixei que tirasse. "Você vai ver, putinha", falei, "vou foder sua boca". Deitei ela na cama de barriga para cima, deixando a cabeça na borda da cama e, de pé, enfiei na boca dela até as bolas — sentia como a putinha, colocava a língua e eu lambia as bolas dela - assim, uma vez e outra, até que, estando completamente no fundo, ela começou a fazer o gesto de engolir com a garganta e eu não consegui segurar meu orgasmo, gritando de prazer e enchendo o estômago dela diretamente com meu gozo. Tirei devagar e escorri as últimas gotas de porra na boca dela e a beijei.Aventura no México IVQue boquete do caralho você me fez! falei... nunca tinham me feito um igual, pra ser tão nova você é muito experiente chupando pica. Eu sei, respondeu safada. Até agora nunca decepcionei ninguém. Todas terminaram muito satisfeitas.

Ela me deitou na cama, sentou em cima de mim e esfregou a buceta encharcada na minha barriga, subindo até minha boca, me agarrando pelo cabelo disse: come buceta, come tudo. Começou a mexer a pélvis com vontade, os lábios dela encharcavam os meus e minha boca se enchia da umidade dela. Quase não dava tempo de beber tudo. Segurei ela firme pelas nádegas, apertava e dava tapas. Os gemidos e gritos dela estavam me enlouquecendo. Cada vez acelerava mais o ritmo e minha língua e meus lábios faziam um esforço danado pra percorrer a xota dela, ávida por sexo. Abri os olhos e ver os peitos dela durinhos, os bicos eriçados, a cara de safada, despertaram meus instintos mais baixos e animalescos, bati com força e mexi as nádegas dela mais rápido até que, tensa, apertando a buceta contra minha boca, gozou num orgasmo profundo e intenso.

Ficamos em silêncio, ofegantes, olhando pro teto "você também não come mal" Rimos.

"Um banho de praia pra recuperar as forças? Já tá caindo aos pedaços, véio?" ela perguntou, debochada e rindo com malícia... "bom, tô afim de um pouco de água do Caribe... não é todo dia que se tem esse mar à disposição."

-Tá bom, disse, assim mostro meu novo biquíni e dando um pulo da cama -amei ver como os peitos dela balançaram- foi até o armário e pegou um biquíni, vestindo na minha frente me perguntou "O que achou?" "vai ter que ver vestido" falei e ela foi ao banheiro lavar a buceta antes de colocar. Pouco depois fui atrás, pelado, e vendo ela no espelho já com o biquíni... meu pau subiu na hora. Agarrei os peitos dela por trás, mordi o pescoço e esfreguei ele entre as nádegas dela.oralTentou se soltar... ei, ei, a gente ia pra praia... nem liguei, continuei forçando com ela, encurralei ela contra a pia, virei ela de costas, puxei a sunga dela e enfiei até o fundo. Entrou suave, porque ainda tava molhadinha. Fodi ela forte olhando no espelho, segurando pelos quadris, puxando o cabelo dela, metendo forte, meu pau tava fumegando mas eu adorava. "Vamos ver onde você vai gozar, não vai sujar" — cala a boca, puta, respondi — "me dá na boca", ela pedia, "quero sentir o gosto da sua porra, buceta". Ainda continuei mais um tempo metendo nela enquanto ela se acariciava o clitóris com as mãos. Senti ela gozar duas vezes e aí eu gozei, tirei rápido, ela ajoelhou e, feito uma puta sedenta, abriu a boca pra receber meu gozo quente enquanto eu batia uma com força pra dar pra ela. Depois de encher a cara dela, ela limpou tudo com cuidado com a língua experiente dela.

"Agora a gente pode ir", falei.

2 comentários - Aventura no México IV

@Andrea-AguiRey
La tetonaaaaaa se parece un chingo a ti 😳
sera?? 🌚😏
Si nena ya veremos Cúando nos veamos jaja