Minha aluna Liz (parte 1)

Minha aluna Liz (parte 1)Olá, comunidade P. Como vocês já sabem, sou professor há muitos anos, então vou contar algumas das minhas aventuras dando aula.

Hoje vou contar o que rolou com minha aluna Liz. Pra contextualizar, a escola onde eu dava aula era pequena, mas o prédio era grande, com três andares. O primeiro sempre tinha gente, o segundo só era usado de manhã e lá também ficavam os banheiros, e o terceiro andar era só pra gente, os professores.

Liz era uma gata, sem ter um corpo escultural, mas muito bonito. Rosto provocante e alegre, bem jovem. Não se maquiava muito, mas sempre parecia linda e safada. O corpo dela era magro, mas com uma silhueta bonita, uns peitos lindos. Como não usavam uniforme, ela vestia camisetas ou blusas bem decotadas, então os atributos dela ficavam bem à mostra, e alunos e professores sempre roubavam um olhar. Quadris pequenos, mas com uma bunda firme e bem empinada. Ela circulava pela escola e em todas as turmas tinha algum amigo, então a gente sempre a via em aulas que não eram dela. Os caras babavam por ela, os encantos físicos e a provocação dela faziam todo mundo ficar de cachorro atrás. Aos poucos, virou normal vê-la desfilando pela escola e pelas salas.

Uma vez, ela estava numa das minhas aulas, de desenho, por sinal. A gente tava falando sobre figura humana, era o tema do dia. Pedi pra ela sair, e ela me pediu pra ficar. Os amigos dela também pediram, e eu deixei.

— TEM QUE FICAR EM SILÊNCIO E NÃO DISTRAIR — falei num tom bem sério, e ela só balançou a cabeça. Começamos a falar sobre os cânones da figura humana e tal. Pedi que alguma menina fosse até a frente pra servir de exemplo, e ela se levantou num pulo.

— EU, PROFESSOR. ME USA DE MODELO — A atitude dela me fez rir, mas deixei. A aula seguiu normal, sem nenhum problema. No fim, dispensei a turma e ela. Foram saindo aos poucos, e ela ficou. Chegou perto de mim e, com uma cara de safada, disse:

— PROFESSOR... NÃO GOSTARIA DE ME DESENHAR? — ao que respondi CLARO QUE SIM, VOCÊ É MUITO GOSTOSA — POIS QUANDO O SENHOR QUISER, PODE ME DESENHAR COMO QUISER. Ela me deu um beijo na bochecha e foi embora. Fiquei pasmo com aquela frase, o beijo não me surpreendeu porque algumas alunas faziam isso com os professores mais próximos. Fiquei ali pensando, essa mina tá querendo arrumar confusão ou será que tá brincando? Resolvi levar na brincadeira e não rolou nada. Os dias foram passando e as visitas dela à minha aula ficaram mais frequentes, em tom de brincadeira o grupo e eu dizíamos que ela já era parte da turma e nossa modelo oficial, o que ela levava na esportiva e, como daquela vez, Liz ficava no final e fazia algum comentário, cada vez mais direto sobre mim: COMO VOCÊ TÁ LINDO HOJE, ESSA GRAVATA TE CAI MUITO BEM, ADOREI O PERFUME QUE VOCÊ USA e coisas do tipo, ao que eu só respondia com um obrigado. Numa ocasião, como sempre, ela ficou e, quando estávamos sozinhos, se aproximou de mim e me abraçou soluçando, perguntei O QUE FOI LIZ, TÁ BEM? Ela me apertou mais, os peitos dela se espremeram em mim, o que foi uma sensação incrível e meu pau começou a acordar, então eu a afastei de mim e falei pra ela me contar. PROFESSOR, OS CARAS SÃO UNS TROUXAS, NÃO QUERO MAIS SABER DELES, SÃO IMATUROS, só consegui rir um pouco, ela tinha brigado com o ficante, só pude dizer, ASSIM SÃO OS HOMENS, FICA TRANQUILA. Nesse momento ela pegou minhas mãos e me olhou de um jeito meigo, PROFESSOR, EU QUERO ALGUÉM MADURO DE VERDADE, fiquei surpreso com o comentário e falei CALMA, VOCÊ VAI ENCONTRAR, ela me soltou e de repente me pegou pelo pescoço e me deu um beijo. Os lábios jovens, molhados e pequenos dela despertaram meus instintos mais baixos, então respondi o beijo, enfiando minha língua na boca dela, o que a fez passar a mão no meu meio das pernas, então tive que pará-la, falei CALMA, ALGUÉM PODE VER A GENTE, MELHOR A GENTE VAZAR. Ela fez biquinho mas se afastou. Desde aquele momento pensei, essa garota tem que ser minha.
Passaram-se os dias e tentei manter distância, mas a verdade é que eu tava esperando o momento pra ela ficar. Nas sextas-feiras, tinha pouca gente no colégio, já que o diretor saía pra reunião e alguns professores não tinham turmas. Sabia que aquele dia era perfeito pro meu plano. E foi assim que numa sexta eu encontrei ela vagando, como era de costume, e a chamei. "LIZ, PODE VIR AQUI, POR FAVOR?" Ela veio, fechei a porta da sala e ela perguntou: "TÁ BRAVO POR CAUSA DO OUTRO DIA, PROFESSOR?" Dei uma risadinha e falei: "NADA DISSO, VOCÊ BEIJA MUITO GOSTOSO. QUER REPETIR?" Ela se aproximou de mim, puxei ela pela cintura de uma vez e falei: "ENTÃO QUER ALGUÉM MAIS VELHO? NÃO VAI SE ARREPENDER." A resposta dela, num tom debochado, foi: "RÁ, ACHA QUE ME ASSUSTA?" Aquilo me excitou, porque percebi que a Liz topava tudo. Começamos a nos beijar, sem frescura, ela respondia selvagemente aos meus beijos, até me mordia. Meu pau já tava duro, minha ereção era mais que evidente, e foi quando uma das mãos finas dela pousou nele. Então minhas mãos fizeram o mesmo. Ataquei primeiro as bundinhas dela, que eram duras e bem feitas, quase a carregava, o que ela adorava. Sentei ela na mesa e ataquei os peitos dela, eram redondinhos, mamilos rosados e durinhos. Comecei a chupá-los e, sem aguentar, mordi. Ela só soltou um gemidinho de prazer. Ela queria enfiar as mãos na minha calça, mas não alcançava. Perguntei: "O QUE VOCÊ QUER? O QUE TÁ PROCURANDO AÍ?" A resposta dela foi: "PROFESSOR, QUERO QUE O SENHOR ME FAÇA SUA, QUERO SENTIR SEU PAU." Não liguei e continuei beijando ela, brincando a meu prazer com o corpinho gostoso dela. De vez em quando, deixava ela na mesa pra verificar se ninguém tava rondando.
Num tom bem sério, falei: "VAGABUNDINHA, TIRA A CALÇA." "PROFESSOR, AQUI?" foi a resposta dela. "SIM, AQUI E AGORA, OU TÁ COM MEDO?" Ela fez cara séria e baixou a calça. A calcinha dela era juvenil, não era fio dental, era uma cuequinha com florzinha ou algo assim, mas que bem que ficava, sem esperei, mas ela abaixou a calcinha e se deitou na mesa, abriu as pernas e enfiei minha cara ali, minha língua atacou a buceta dela, que já tava molhada, o cheiro era delicado e delicioso, o mel já escorria, quando enfiei a língua, o gemido dela ecoou pela sala toda, continuei uma e outra vez, ela às vezes gritava AI, POR FAVOOOOR, eu não ligava e continuei aproveitando aquela buceta jovem e apertada, até que derramei o mel dela, ela só tremia, tentava fechar as pernas, mas eu não deixava. Foi assim até eu ficar satisfeito. Pedi pra ela se vestir e falei que depois a gente terminava o encontro.amadora

3 comentários - Minha aluna Liz (parte 1)

Excelente. Espero la segunda parte con ansias.
efprole +1
gracias amigo, pronto estara lista
Si no le diste la leche en la boquita sos un pelotudo jajaja