Como me fizeram promĂ­scua đŸ˜ˆđŸ”„

Primeiramente, quero me apresentar: meu nome Ă© LuĂ­s e queria dizer que Ă© minha primeira vez escrevendo um conto erĂłtico e que sou promĂ­scuo de armĂĄrio. E mais importante ainda, todos os contos que eu fizer sĂŁo FICTÍCIOS, na maioria sĂŁo fantasias e coisas do tipo. Por favor, nĂŁo sejam tĂŁo duros nos comentĂĄrios. Agradeço pela atenção. - Como eu gostaria que tivessem me tornado promĂ­scuo [tudo Ă© fictĂ­cio e hoje jĂĄ tenho 20 anos, entĂŁo nĂŁo se preocupem com o que vĂŁo ler] - Quando eu era pequeno, tinha uns 13 anos, jĂĄ estava no segundo ano do ensino fundamental e, para minha infelicidade, diferente dos meus colegas de sala, eu era meio baixinho, tinha uma bunda maior que o normal e, pra ser sincero, meu pau tambĂ©m nĂŁo era lĂĄ grande coisa. E, como meu cabelo era meio comprido e liso, nĂŁo era raro que, de vez em quando, gente que nĂŁo me conhecia pensasse que eu era menina, principalmente porque minha voz nĂŁo era grossa, mas sim um pouco mais aguda, quase de garota. Mas, enfim, no fim do ano, jĂĄ nas fĂ©rias, teve uma festa na minha casa com toda a famĂ­lia: tios, primos, primas e outros parentes. Nessa festa, decidi me vestir como de costume: uma calça jeans que ficava meio justa, marcando bem o formato da minha bunda redondinha, e uma camisa preta de botĂŁo. Enquanto brincava com os primos, percebi que um deles, o JosĂ©, de 16 anos, de repente se aproximava muito da minha bunda e a tocava "discretamente" enquanto jogĂĄvamos pega-pega ou gelado. Conforme a noite foi passando, com a maioria das pessoas bĂȘbadas e na delas, eu fiquei com sono. Aproveitando que estava na minha casa, fui pro meu quarto, que naquele dia eu dividiria com meus trĂȘs primos e duas primas, e me deitei um pouco mais cedo, sem perceber que JosĂ© tinha me seguido. Assim que me deitei na cama, ouvi a porta se fechar com o trinco e, quando virei, vi o JosĂ© sentando na beira da cama e dizendo: J-oye primo, posso te perguntar uma parada?? Na moral, entre nĂłs??
L-claro, José, fala aí (falei virando de lado, deixando minha bunda virada pra ele)
J-na moral, mano, cĂȘ Ă© viado?? Tipo... hehe (risada nervosa) espero que nĂŁo fique bolado, mas na moral, tu tem uma bunda... Que... Nem minhas amigas do colĂ©gio tinham hehe... (continuava rindo nervoso e se aproximando mais de mim)
L-haha claro, e entĂŁo, que colĂ©gio merda hein haha (JosĂ© começa a passar a mĂŁo na minha bunda por cima da roupa, de leve) ei, o que cĂȘ tĂĄ fazendo haha nĂŁo tenho culpa se suas amigas sĂŁo tĂŁo sem graça haha (ria entre brincadeiras, meio confiante)
J-foi mal, preciso tirar essa curiosidade... (falou bem antes de se jogar em cima de mim, tampando minha boca na hora pra eu não gritar, enquanto enfiava uma das mãos dentro da minha calça, começando a apalpar minha bunda toda e fazer círculos perto do meu cu enquanto eu tentava me soltar, mas era bem mais fraco que ele) calma, Luís, sei que vai gostar hehe, då pra ver que tu é um putão assumido... (me då uma lambida na bochecha até chegar no meu pescoço e começa a beijar)
L-não... Para... Pelo amor... Me solta... Eu não sou pu... Mmm... mm... mm... (solta um gemidinho quando ele beija meu pescoço, enquanto meu pau pequeno de uns 4-6 cm jå tava duro)
J-mmm... Parece que eu tava certo hein... (falou enquanto zoava de mim, e de um puxĂŁo me virou pra ficar de frente pra ele, se colocando por baixo de mim como se eu fosse montar nele, e tirando a mĂŁo da minha boca, começou a me beijar Ă  força de um jeito tĂŁo sujo que eu me perdi no momento, enfiando a lĂ­ngua quase atĂ© minha garganta, passando um monte de saliva, me fazendo sentir muito sujo. Enquanto fazia isso, começou a desabotoar minha calça e foi abaixando devagar, atĂ© ficar praticamente de cueca, ainda com a calça meio no lugar. Ele jĂĄ começou a meter a mĂŁo dentro da prĂłpria cueca, começando a me tocar, pegando em tudo, começando a beliscar, moldando com as mĂŁos como se fossem bolas de masa, logo depois disso, uma das mĂŁos dele jĂĄ vai pro meu pau pequeno e começa a mexer pra cima e pra baixo devagar, uma vez, outra e outra vez, fazendo eu começar a gemer enquanto beijava ele, atĂ© o ponto de eu gozar na mĂŁo dele e, com um sorriso no rosto, ele falou: "bem promĂ­scuo... gostou... agora Ă© minha vez, sabia... hehehe..." (disse enquanto me colocava debaixo dele, agora ele como se estivesse montando em mim, mas bem mais perto, a cintura dele no meu peito e com um sorriso de tarado, abaixou o zĂ­per da calça dele. Mal abaixou o zĂ­per, o pau grosso dele, com uns 13-15 cm de comprimento, pulou pra fora, me dando um tapinha, e sem avisar nem pedir permissĂŁo, assim que tentei abrir a boca pra perguntar o que ele ia fazer, ele pegou minha cabeça por trĂĄs e, de uma sĂł estocada, meteu o pau dele atĂ© minha garganta, fazendo eu engasgar, meus olhos encherem de lĂĄgrimas, e ele começou um vai e vem do pau dele na minha boca com bastante brutalidade da parte dele, fazendo com que a cada ida e vinda as bolas dele batessem no meu queixo, e ele continuava o vai e vem uma, outra e outra vez enquanto me dizia): "J- olha sĂł que bom promĂ­scuo vocĂȘ Ă©, priminho, me surpreende que mesmo sendo seu primeiro boquete, vocĂȘ manda bem pra caralho. E uma coisa eu te prometo, priminho: essa nĂŁo vai ser a Ășnica que vocĂȘ vai fazer, e te aviso que de agora em diante vocĂȘ vai ser minha putinha" (enquanto eu, totalmente submisso, sĂł abria os olhos e olhava nos olhos dele, o que parecia excitĂĄ-lo ainda mais, enquanto ele continuava o vai e vem dentro da minha boca. Eu, por puro instinto e excitação, comecei a me tocar devagar no meu pau pequeno, tocando ele do jeito que ele tinha feito. Assim ficamos uns 5 minutos, quando de repente senti um gosto estranho na boca, algo salgado, algo lĂ­quido saiu do pau dele, e pra minha surpresa, acho que foi o que mais gostei daquele dia todo. Depois de tirar o pau da minha boca, ele falou): "J- engole, promĂ­scuo, que ainda nĂŁo terminamos, sabia? preciso provar essa buceta gostosa que vocĂȘ tem (eu, completamente submisso, obedeci sua ordem, abrindo a boca pra que ele visse minha boca cheia de porra dele e eu engolir tudo de uma vez, e abrindo de novo pra mostrar que tinha engolido, ao abrir a boca, coloquei a lĂ­ngua pra fora e ele disse) J- mmmm... sim, putinha... vocĂȘ gostou... hein... bom, vagabunda, vamos continuar) Ele disse me pegando pelo braço e, com um Ășnico movimento, me virou de novo, agora de bruços, e começou a descer enquanto apalpava minhas pernas, subindo atĂ© minha bunda e, quando chegou lĂĄ, começou a beijar minha bunda, ficou um tempo ali como se quisesse retribuir o favor, comendo meu cu, o que me excitou de novo completamente. Ele dava beijinhos nas minhas nĂĄdegas, depois lambidas, uma ou outra mordida, mas me fez esperar pra gozar. Depois, me fez inclinar um pouco mais, com os joelhos no chĂŁo, tipo de quatro, e abrindo totalmente minha bunda, começou a comer meu cu, enfiando a lĂ­ngua, começou a me comer com muita luxĂșria, muita saliva, eu podia sentir algumas gotas escorrendo pelas minhas bolinhas e meu pau pequeno, o que me deixava ainda mais excitado. E me dando um tapa na bunda, cuspiu no meu cu e, de uma sĂł estocada, enfiou o pau inteiro dentro de mim, enquanto eu mordia um dos travesseiros na minha frente, foi o Ășnico jeito de abafar meu grito, que, embora tenha sido bem doloroso, uma parte de mim realmente gostou, e ainda mais quando ele começou de novo com um vai e vem bem brusco, bem violento da parte dele, enquanto continuava com seus comentĂĄrios deliciosos) J- vocĂȘ Ă© uma puta excelente e, de agora em diante, essa bunda gostosa Ă© minha, entendeu? nunca comi um cu de puta tĂŁo delicioso assim, entĂŁo eu vou te ensinar a ser a puta ideal de qualquer homem, e te aviso que toda vez que eu quiser, vou te comer do meu jeito, onde eu quiser, e se um dia eu quiser, tambĂ©m vou oferecer seu cu pros meus amigos, e vou fazer isso que tenho certeza que vocĂȘs vĂŁo gostar de todos, assim como uma puta de rabĂŁo, sĂł te vesti de garota e hmm... VocĂȘ nĂŁo vai aguentar a promiscuidade... (e entre palmada e palmada e vai e vem violento, ele acabou gozando pela segunda vez dentro de mim, ficando exaustos. Ele se deitou um pouco sobre minhas costas, deixando eu ouvir sua respiração ofegante no meu ouvido e, assim que tirou o pau, eu podia sentir aquele mesmo lĂ­quido que antes esteve na minha boca agora escorrendo do meu cu, e comecei a gotejar do mesmo, escorrendo sobre minhas bolinhas e meu pau, assim como fez com a saliva dele. E depois de se recuperar, ele simplesmente se levantou um pouco, guardou aquela deliciosa piroca de novo e, me dando mais uma palmada, disse) J- acho que na prĂłxima nĂŁo vamos ser sĂł eu e vocĂȘ, puta, e vou trazer uns presentinhos (me deixando completamente deitado e escorrendo esperma na cama como uma boa puta barata, dando assim o inĂ­cio da minha putaria) ---fim--- Espero que tenham gostado desse relato, fantasia, nĂŁo sei como chamar isso direito. Alguma sugestĂŁo? Por favor, deixem nos comentĂĄrios e agradeceria qualquer conselho. AtĂ© mais, meus bebĂȘs.

3 comentĂĄrios - Como me fizeram promĂ­scua đŸ˜ˆđŸ”„