Memórias de Família

Uma série de momentos eróticos e sexuais da minha vida ao lado da família, como sempre a primeira sensação é com o que você tem perto, sem se importar com os tabus.

Lembro do primeiro pensamento lascivo em relação à minha irmã, eu tinha uns 12 anos, ela é três anos mais velha e depois dela tenho outro irmão três anos mais velho que ela, apesar de termos uma boa relação, cada um sempre estava na sua, era uma idade de tesão o tempo todo, então até os catálogos de lingerie da minha mãe serviam de inspiração. Um dia, férias normais, lá pelas 11h da manhã eu acordava pra ver o que tinha de café da manhã, nessa época meus pais trabalhavam e meu irmão tinha ido estudar fora, tava de férias na faculdade dele, então estávamos sozinhos eu e minha irmã o dia todo até umas 4h da tarde que minha mãe chegava ou nos dias que a diarista vinha, tinha alguém. Saí do quarto e ao passar pela sala, lá estava minha irmã com um short não tão curto, mas folgado, ela tava com as pernas abertas e os joelhos dobrados, quando foquei o olhar pra cumprimentar, pude ver toda a virilha dela, desde a coxa, as bundinhas dela e a calcinha que aparecia, senti o calor no rosto e aquela sensação de nervosismo e excitação, consegui dar bom dia, ela tava lendo alguma coisa, só me olhou sem se mexer e disse que na cozinha tinha comida pra mim. Segui em frente sem perder um detalhe das pernas dela, andei o mais devagar que pude e foi um espetáculo do caralho, nunca tinha ficado tão excitado, em vez de tomar café tive que voltar pro meu quarto com uma ereção daquelas e bater uma com aquelas imagens.

A partir daquele dia foi uma revelação completa sobre as mulheres da família, não importava nada que fosse assim, até me causava um certo tesão que mantenho até hoje. Não somos uma família especialmente grande, mas tem mais mulheres que homens, um par de primas, várias tias, além, claro, da minha mãe e da minha irmã, tenho que dizer que todas têm O que é dela, mas as que mais me atraíam eram minha irmã e minha mãe, duas tias e duas primas que eram bem gostosas, nessa ordem. Voltando ao momento em que eu tinha 14 anos, minha irmã tinha 17, cabelo na altura da metade das costas, corpo torneado, altura média, melhor atributo era a bunda, empinadinha e dura, os peitos eram pequenos mas quebravam um galho, pernas bonitas e torneadas, e o rosto dela sempre me pareceu lindo, com traços bem finos. Minha mãe, uma milf de 48 anos, muito bem conservada, come bem, se exercita, não é fit mas diria que tava no ponto, quadril largo, bunda empinada e cintura fina, peitos pequenos, acho que de lá que veio os da minha irmã, hehe, cabelo ondulado na altura do ombro, pele clara e rosto bonito com quase nenhuma ruga. Minha tia 1, que era irmã da minha mãe, 5 anos mais nova, cabelo castanho, olhos claros e rosto lindo, bem alegre, parecia um pouco com minha irmã no rosto e muita gente dizia que até parecia filha dela, ela era um pouco mais cheinha que minha mãe, digamos que curvilínea, e isso me chamava bastante atenção, tinha uns peitos de bom tamanho e uma bundona, sem ser exagerada, e claro que destacava um pouco a cintura dela, tinha uma filha da minha idade, prima 1, que era magrinha mas bem feita, bem atlética, acho que desde pequena treinava dança e coisas assim, era até mais alta que minha irmã, pernas longas e torneadas, bunda empinada e pouco quadril, os peitos eram pequenos, mal marcavam, bonita e bem agitada... Agora tia 2, irmã do meu pai, tinha a mesma idade da minha mãe, pele morena clara, era super milf, divorciada com dois filhos homens, tinha um parceiro há muitos anos mas era bem extrovertida e barulhenta, acho que minha mãe não gostava nada dela, se vestia provocante às vezes até demais, ainda usava saias curtas e roupas justas, que faziam a bundona e o quadril dela ficarem maravilhosos, geralmente usava decotes e tinha peitos de bom tamanho, talvez os maiores da família, tinha uma compleição média e apesar de não se parecer Muito gata de rosto, sempre bem arrumada, no geral era um 8!!... E por último, mas não menos importante, prima 2, filha do irmão da minha mãe, tinha 20 anos e era uma rainha, corpo super torneado, bem "patricinha" como dizem no México, era loirinha, rabo de bom tamanho, empinado e firme, peitos médios e figura esbelta, acho que ela malhava mesmo e bom, muito muito gata, ou pelo menos pra mim era… Essas primas me provocavam pra caralho, sempre iam de uma fantasia pra outra e lembro que naquela época não tinha descanso pra mim, pelo menos com todo mundo a gente se dava bem e se via direto, pelo menos uma vez por mês elas nos convidavam ou vinham em casa, era normal comer junto, passar fins de semana, férias, etc.

Era uma questão de disponibilidade, claro, minha irmã estava lá o tempo todo e minha mãe também, elas eram as protagonistas da maioria das punhetas. Nessa época, às vezes eu sentia que minha irmã desconfiava do meu comportamento, já tinha me pego mais de uma vez olhando pra entreperna dela e pro rabo dela, mas nunca falava nada. Uma vez eu estava estendendo a cama dos meus pais quando, de repente, uma calcinha fio-dental preta voa pro chão. Fiquei olhando por um momento, peguei ela e ia jogar no cesto quando notei que tava úmida, tinha um líquido viscoso bem onde encostava a buceta dela. Fiquei curioso, olhei se minha irmã não vinha, estiquei a calcinha pra ver em detalhe, passei o dedo e grudei um pouco, levei perto do rosto e cheirei pela primeira vez a essência de mulher, o cheiro era suave mas eu gostei. Fui pro banheiro do quarto dela e tava com uma ereção do caralho, comecei a me tocar enquanto esfregava o pedaço de pano no meu rosto, me atrevi a provar, era meio azedo. Bem quando ia gozar, ouço a voz da minha irmã me chamando, fiquei sem graça pra caralho, me assustei, joguei a calcinha e me cobri, não tinha trancado a porta então ela podia entrar…

Eu: eh, o que você quer? Tô no banheiro…
Irmã: Ainda não estendeu a cama!!! Você é foda, hein O que você está fazendo???
Eu: Ué, do banheiro!....

Eu tava nervoso, minha respiração ofegante, que corte, mesmo assim eu tava com a pica dura igual um mastro….

Mana: Já se apressa! Ainda faltam várias coisas…

Esperei mais uns minutos, saí do banheiro quando pensei que ela tinha ido embora e minha ereção tinha baixado, não consegui terminar de me masturbar por causa disso. Quando abri a porta de novo, ela me surpreendeu, tava lá quase terminando de arrumar a cama, curvada com um pijama bem fininho, enfiado um pouco na racha da bunda e marcando tudo…

Mana: Agora você vai ter que lavar a louça!!! Por ser lerdo…
Eu: Que?? Não, não, isso eu não vou não…
Mana: Pois é, baixinho, eu ganhei essa…

Peguei o último travesseiro que tava no chão e joguei nela, ela surpresa mas de bom humor pegou e jogou de volta…

Mana: Filho da puta!, agora você vai ver!!!

Começou a me perseguir com um travesseiro, a gente pulava na cama, gritava e ria, não pensei que fosse ser excitante, mas de repente começamos a brigar, claro que de um jeito leve. Apesar da diferença de idade, a gente tava quase da mesma altura, ela tentava me imobilizar, nossos corpos se roçavam e de repente estávamos colados. Eu tava com uma calça de moletom fina, a fricção fez eu começar a ter uma ereção na hora, então tentei me ajeitar pra ela não perceber. Ela tava quase em cima de mim, dei um puxão e agora eu tava por cima dela, senti minha pica pulsar. Peguei os braços dela e estiquei pra cima, a camiseta dela tava desalinhada e dava pra ver a barriga dela até acima do umbigo, o pijama dela também tinha descido um pouco. Deitei meu corpo todo em cima dela pra impedir que ela se levantasse, senti minha pica encostar na barriga dela…

Eu: Se rende logo!, vai lavar a louça? E eu te solto
Mana: Não não!, e muito menos um anão igual você vai ganhar!!

Entre risadas ela tentava se soltar, eu sentia os peitinhos dela roçando em mim, nesse momento eu tava totalmente excitado. A gente tinha uma força parecida, acho, ela conseguiu se impulsionar pra se soltar, eu Fiquei de bruços e ela colocou os joelhos nas minhas costas enquanto puxava meu cabelo…

Hmna: quem tá desistindo agora?, fala logo!!!!
Eu: ai ai!!! Não… pelo cabelo não…

Sério, doía um pouco, mas mesmo assim minha excitação era maior, peguei a mão dela e me mexi, ela perdeu o equilíbrio e consegui virar de barriga pra cima, ela partiu pra cima e eu segurei os pulsos dela com as mãos, mas mesmo assim, meio pulando, ela ficou por cima de mim, o primeiro contato foi a buceta dela direto na minha pica, mesmo doendo um pouco, senti perfeitamente a buceta dela, tenho certeza que ela sentiu minha ereção ou pelo menos achou que era meu pau, ela começou a deslizar pra frente, me pressionou mais 2 ou 3 vezes até ficar em cima do meu umbigo, começamos a nos mover bruscamente e entre risadas e apalpadelas consegui sentir os peitinhos dela, as pernas e a buceta, tentando tirá-la, toda vez que podia eu encostava a pica na buceta dela, de repente ela disse que já chega, a roupa dela estava toda desalinhada, dava até pra ver o top por baixo da camiseta, um pouco da calcinha…

Hmna: já já chega!, arruma a cama de novo…

Ela falou com voz séria enquanto se levantava, eu fiquei uns segundos ali, sério, tava muito duro e quase gozando…

Eu: você que começou, arruma você!!
Hmna: vou embora, a louça é sua também…

Eu tinha me levantado, dava pra ver a barraca debaixo da minha calça, ela arrumava a roupa, me olhou e senti que o olhar dela desceu pro meu pacote, desviou os olhos, virou e saiu do quarto… minutos depois voltei pro banheiro, peguei a calcinha fio dental e terminei de me masturbar, foi sublime, sujei o chão de porra e sem querer um pouco caiu na peça, decidi limpar as últimas gotinhas e deixar lá, afinal já tava molhada.

Outra vez tava em casa, era fim de semana, meu pai e minha irmã tinham saído não lembro pra onde, era só eu e minha mãe, tava sentado na sala, minha mãe fazia tarefas, passava várias vezes por ali, tava de roupa esportiva, umas leggings, uma camiseta e jaqueta, de repente comecei a… Ficava de olho na bunda dela, parecia muito gostosa balançando de um lado pro outro, ela se abaixava ou se esticava e eu não perdia um detalhe, num momento:

Mm: O que cê tá fazendo? Em vez de ficar olhando, devia ajudar!
Eu: Ahn... o quê? Nada, só tava vendo a revista aqui...

Fiquei nervoso, acho que meu olhar era tão óbvio que até ela percebeu, perguntei o que ela queria que eu fizesse, ela mandou eu estender a roupa no último andar, queria levantar mas naquela hora tava com uma ereção e se eu levantasse talvez ela visse...

Eu: É, só terminar essa página aqui...

Ela saiu da sala, levantei na hora e me ajeitei, subi correndo e rapidamente tava no andar de cima, comecei a estender a roupa, era um monte de roupa íntima, de todo mundo, incluindo da minha mãe e da minha irmã, já tinha batido várias punhetas com as roupas delas, mas lembrar da bunda da minha mãe e ver as calcinhas fio dental e as pantys fez minha ereção voltar, voltei pro quarto de lavar, não liguei que estivessem recém-lavadas, coloquei várias em cima do tanque, calcinhas fio dental, pantys e sutiãs, sabia direitinho de quem era cada uma, claro pelo tamanho, mas também pelo estilo, minha mãe usava mais renda enquanto minha irmã era mais colorida, embora as duas usassem fio dental, imaginava como ficava a bundona da minha mãe com aquele fio enfiado no meio das nádegas, bati uma ali mesmo, me limpei com algumas das roupas delas, terminei e desci de novo.

Continuava com tesão mesmo depois de ter batido uma, naquela idade acho que não tem limite, ouvi minha mãe no quarto dela, a porta tava entreaberta, queria falar que tinha terminado e se precisava de mais alguma coisa, quando empurrei a porta, vi ela tirando a camiseta, foram só segundos mas vi o sutiã esportivo dela e a barriga, na hora ela mandou eu sair falando que tava se arrumando pra tomar banho enquanto se cobria, fiquei vermelho e fechei a porta, isso me excitou de novo, sabia que o chuveiro do quarto dela tava com problema, imaginei que ela fosse pro banheiro do corredor, corri pra lá e tirei todas as toalhas do armário, óbvio que meu plano era pedir ajuda e tentar ver alguma coisa, esperei impaciente até ela entrar, me aproximei da porta, ouvia a água caindo, imaginava o corpo dela com as gotas escorrendo, passaram vários minutos, quando ouvi a água parar de correr me afastei um pouco, minutos depois, de fato, ouvi a voz dela me chamar…

Mm: Filho!... cê tá aí? Veeem?
Eu: E aí!!!! Que foi?

Fingindo voz de irritação me aproximei da porta, pra perguntar o que ela queria, ela disse pra eu trazer uma toalha, que não sabia por que não tinha no chuveiro, corri até o quarto onde tinha deixado elas, peguei a menor, voltei e bati na porta, ouvi ela dizer entra e deixa em cima da cômoda, essas palavras foram mágicas, minhas pernas tremiam e eu tava nervoso, girei a maçaneta pra entrar no banheiro, queria fazer o mais devagar possível, o box tem um vidro translúcido, não dá pra ver 100% mas dá pra perceber o que tem lá dentro, assim que dei o primeiro passo pra dentro levantei o olhar e foquei, tentava disfarçar, parei um segundo…

Eu: Aqui tá, mãe…
Mm: Valeu, filho… que bonitinho, deixa aí rápido…

Ela tava tipo passando alguma coisa no cabelo, vi ela de perfil, a silhueta dela aparecia toda, a bunda dela empinada e nua, vi o mamilo moreno e a buceta, não dava pra ver uma moita de pelo, acho que tava aparada, ela virou de costas e olhei as nádegas dela de novo e as costas nuas antes de sair, fechei a porta, não acreditava que aquilo tinha funcionado, quando toquei na minha parte de baixo já tava duro de novo, fui pro quarto da minha mãe nervoso, entrei no banheiro dela e vasculhei o lugar, procurando alguma peça de roupa, no fundo do cesto de roupa suja estavam as leggings que ela tinha usado, enroladas nelas umas calcinhas pretas recém tiradas, meio suadas, tinham um cheiro mais forte, ela tinha feito exercício e serviços mas mesmo assim o cheiro me embriagava, tirei meu pau pra fora, levei a peça na boca e comecei a me masturbar rapidamente, entre as imagens e o cheiro não demorei Mais de dois minutos pra gozar…

Foram vários momentos e anos descobrindo o prazer familiar. Nunca rolou nada com minha irmã, muito menos com minha mãe, mas consegui provar as delícias do incesto com minha prima uns anos atrás, mais de uma vez. Do mesmo jeito, cada vez fui mais eficaz pra me excitar com elas e até com as tias que mencionei e minhas outras primas. Não descarto algo mais no futuro, principalmente com minha irmã.

Tô aqui por enquanto, mas se vocês curtiram esse relato e querem continuação com mais experiências, é só avisar nos comentários. Ainda tenho várias lembranças bem excitantes que posso colocar aqui.

1 comentários - Memórias de Família

Y xq agregaste estos relatos a la categoría "transexual"!?