Neste terceiro volume, conto como a gente aguentou transando nos últimos meses. Já tinha mais confiança e descobrimos o uso do lubrificante, o que facilitava pra caralho o ato. Era maravilhoso, era uma delícia. Meu cu tava sempre molhado pelo sêmen do meu amigo. Meu cu foi o primeiro que espremeu aquela pica, e até posso dizer que eu, de um sentão, puxei o prepúcio e deixei a pica dele sem pele. A gente chupava as picas um do outro até deixar brilhando. A gente pensava em posições. Eu não batava uma a semana inteira pra gozar no cu dele. Me excitava quando tocava na merda dele com minha pica. Acariciava as nádegas e as costas dele enquanto eu comia ele. Quando eu gozava, em 10 minutos já tava em cima de mim, metendo a pica, cobrando aquela porra. Eu apertava meu cu e ele gemia. A gente era um par de comedores e ninguém imaginava. A melhor parte era quando eu dava sentões na pica dele. Ao terminar, quando eu levantava, meu cu ficava aberto, todo o sêmen e merda saindo. A boa notícia é que a gente tinha água e sabão pra se lavar e continuar. Ele beijava meu pescoço e minha boca. Eram os papéis: às vezes eu tinha que ser a mulher e outras o homem. A gente roubava roupa de mulher, saias e calcinhas. Eu cheirava elas e a gente batia uma. Mas a gente não contava com o vizinho, que nos espiava. Já era um senhor de idade, uns 70 anos, mãos ásperas e rachadas. Um domingo, ele entrou em casa bem depois de a gente ter terminado de foder. Eu tinha sido o passivo, então meu cu tava aberto e escorrendo sêmen e merda. O cheiro já não era mais desagradável pra gente; pelo contrário, nos excitava e era uma conquista tirar merda. A gente ouviu alguém entrar em casa. Sentimos uma sensação de frio e nosso pulso acelerou, porque a gente tava pelado. Achamos que era alguém que nos viu entrar, mas era o maldito velho fofoqueiro. Segundo ele, veio nos repreender, dizendo que o que a gente fazia era coisa de viado, que ia nos denunciar e um monte de merda saindo da boca fedorenta dele. Ele não deixava a gente se trocar. Sentou e disse: "Se vocês transarem na minha frente, não falo nada." A gente tava apavorado. Até vontade de cagar me deu, apesar do medo e por causa do medo de que ele dissesse algo, coloquei meu amigo de quatro e tentei enfiar, mas esse velho filho da puta ficava dizendo pra gente chupar ele igual ele chupou a gente. Aconteceu o que tinha que acontecer. A sensação era estranha, mas excitante. O senhor tirou o pau dele, era meio grande, grosso e peludão pra caralho. Começou a se masturbar enquanto dizia que tava há mais de 30 anos sem foder nem bater uma, até ver esse par de viadinhos. Eu comendo meu amigo e vendo ele batendo uma me excitava, mas o que mais me excitava era pensar naquele pau meio murcho. Minha cabeça explodia de vontade de cheirar e sentir ele. Dava vontade de passar o meu amigo pra frente e montar naquele velho gordo. No final, terminei e tirei o pau com a cabeça toda coberta de merda. O velho gozou uma quantidade enorme de porra, era transparente e no final meio leitoso, com um cheiro forte tipo água sanitária. O velho gritou, eu e meu amigo trocamos de lugar e saímos correndo daquela casa. Não deu tempo de lavar a buceta, então a calcinha ficou cheia de merda e fedendo pra caralho. Depois disso, ficamos um mês sem ir na casa. Eu e meu amigo nos víamos, mas não fazíamos nada além de bater uma no mato. Não tocamos no assunto daquele velho.
0 comentários - O Velho do Chapéu VOLUME I