Pra quem não leu o post anterior, tem uma putinha hotwife submissa que no último encontro se comportou mal e tinha que ser castigada.
O castigo era passar um fim de semana na minha casa, sem o marido dela, e ia ser usada o sábado inteiro amarrada na minha cama.
Como ela é muito puta, não se assustou muito com o castigo quando contei, mas claramente não fazia ideia do que eu ia fazer com ela...
Chegou o dia do encontro, pedi pra ela vir cedo porque queria aproveitar bem o dia. Às 9 da manhã ela chegou em casa, o marido trouxe ela. Entrou, o corno foi embora e ela perguntou se podia me cumprimentar. Aí, pela primeira vez, eu disse que não.
EU – Abaixa a calça até um pouco acima dos joelhos e se inclina em cima daquela mesa, apoiando os peitos em cima.
ELA – Meio hesitando, sim, senhor...
(Não achei uma imagem dela usando calça, mas mais ou menos ficou nessa posição)
Eu tinha o chicote pendurado do lado da porta, ela ainda não tinha visto. Parou na frente da mesa, devagar e com dificuldade desabotoou a calça e puxou ela pra baixo junto com a tanga até onde eu mandei. Ela tem tanta bunda que a calça sempre trava nessa altura.
Já apoiada com os peitos e o rosto na mesa, olhou pra trás e me viu com o chicote na mão. Tentou se levantar e falar algo, mas parou quando eu apoiei o chicote nas costas dela.
EU - Vadia, você se comportou mal e tem que ser castigada.
ELA - Por que, senhor? Não gostou da surpresa que eu te dei? Era um presentinho pra você.
EU - Você tomou uma decisão sem me consultar.
Plaff, primeiro tapa de chicote na bunda, bem onde começa a curva da raba e começa a perna.
ELA - Ai! Deu um grito parecido com um gemido, igual no primeiro encontro quando eu agarrei a bunda dela sem nos conhecermos.
Plafff, de novo e dessa vez um pouco mais forte.
EU - A partir de agora, vadia, as decisões quem toma sou eu, você já devia saber disso.
Plafff, de novo.
ELA - Desculpa, senhor, só queria te dar uma surpresa.
EU - Você pode fazer, mas vou te dar duas opções daqui pra frente. A primeira é me perguntar primeiro se pode me dar uma surpresa e não vai ter castigo nenhum, e a segunda é não perguntar e, não importa se eu gostei ou não, se submeter a esse castigo.
Plaff e continuei dando chicotadas a cada final de frase por mais alguns minutos, algumas enfiando o chicote entre as pernas dela e batendo de leve nos lábios da buceta.
Fica com a calça arriada, vadia, e senta naquele sofá. A muito submissa andou como conseguiu até o sofá que estava a um metro e meio, com a calça quase até os joelhos, e sentou.
Dei um copo de cerveja artesanal que ela gosta e ela me olhou surpresa, eu estava cuidando dela, algo estava rolando... O sofá estava virado pra porta de entrada, a gente conversou um pouco sobre a experiência anterior, até que a campainha tocou... nisso já tinha passado meia hora mais ou menos.
Abri a porta e "oi!", uma voz feminina... Mando a pessoa entrar, fecho a porta e minha puta quase caiu dura quando viu que eu tinha chamado a Maia, a namorada do meu amiguinho do encontro anterior.
Como já tínhamos combinado, assim que fechei a porta a Maia me perguntou se podia me cumprimentar, e eu disse que sim. Ela se ajoelhou, desabotoou minha calça, abaixou o zíper, puxou minha pica pra fora e começou a chupar minha pica devagar, me olhando nos olhos. Falei "Não olha pra mim, olha pra ela", então a Maia, enquanto saboreava minha pica na boca, virou o olhar pra minha puta.
Minha puta ficou com cara de não entender, misturado com raiva, ciúme e começando a suspeitar que naquele dia ia ter a primeira aproximação lésbica dela.
ANDREA (nome que coloquei na minha puta) - Não sei se quero fazer isso.
EU - Você não tá fazendo nada ainda.
ANDREA - Já tô imaginando o que você tem na cabeça e além disso não gosto que outra chupe sua pica na minha frente.
EU - Não te perguntei.
Maia continuou na dela, olhando fixamente pra Andrea até que eu dei dois tapinhas na cara dela com a mão aberta (sinal pra parar de chupar).
EU - Vem cá, puta (pra Andrea), agora pode me cumprimentar.
ANDREA - Meio puta da vida, sem saber o que fazer, se levantou hesitando e antes que começasse a andar na nossa direção...
EU - Vem engatinhando...
Os olhos dela encheram de raiva, sem entender, sem saber se fazia, e ela respondeu, sim, senhor...
Ela se apoiou de quatro com a calça ainda nos joelhos e começou a vir na nossa direção.
A verdade é que a gente teve momentos muito quentes, mas ver ela engatinhando até mim é sempre algo que me excita pra caralho.
Quando chegou, se ajoelhou na minha frente e me perguntou, posso cumprimentá-la?, ao que respondi "Sim, puta, mas olha pra ela enquanto faz isso". Deixei ela chupar minha pica por uns minutos e mandei ela se levantar.
EU - Beleza, agora sua vadiazinha, quero que cumprimente a Maia com um beijo de língua na boca.
ANDREA (com os olhos quase com expressão de medo) - Não sei se tô pronta pra isso.
EU - Se não fizer, nunca vai saber.
Então Andrea aproximou o rosto da Maia, que tava parada do meu lado, olhou nos olhos dela, depois pra boca e, tímida, deu um beijo suave, só encostando os lábios, sem meter a língua. Maia, já mais experiente, deixou uns segundos pra Andrea pegar o ritmo e, quando o beijo ficou mais molhado, enfiou a língua até o fundo da boca de Andrea. Elas se beijaram por uns segundos, até Andrea terminar o beijo com uma pergunta.
ANDREA - Tá bom assim, meu senhor?
O tom de voz da Andrea foi de entrega total, mas lutando contra o próprio medo ou vontade de não fazer o que tava fazendo.
EU - Mandou muito bem, sua submissa. Vai pro quarto que te espera um dia longo.
Ela foi pro quarto, e atrás dela, entre nós, vi que a cama tava com quatro tiras presas nas quatro pontas. Ela me olhou e, confirmando o que eu tinha dito antes, ia ser um dia longo.
Essa puta adora ser amarrada, açoitada, ter a boca comida, etc., então o castigo não podia ser só isso, tinha que ser mais extremo.
Amarrei os tornozelos e os pulsos dela na cama, de bruços, mas com a cabeça virada pro pé da cama e um pouco pra fora.
Pedi pra Maia se despir sozinha, trouxe um conjunto de calcinha e sutiã de matar.
Coloquei uma cadeira na frente da Andrea, mas de lado, não de frente. Sentei a Maia na cadeira e mandei a Andrea chupar minha pica pra molhar bem antes de enfiar na buceta da Maia. Falei pra Maia se tocar pra ficar lubrificada, ela fez, mas quando mostrou como tava, já tava mais que melada. Essas coisas deixam a putinha doida.
Exatamente como mandei, a Andrea chupou minha pica, bem devagar, do jeito que sabe que eu gosto de começar. Tive que me mexer um pouco porque ela tava com as mãos amarradas, só podia usar o pescoço pra se esticar ou se mover.
EU – Cospe na minha pica, puta, e chupa melhor que ainda não tá bem molhada. Segurei a boca dela um pouco e, quando senti a pica bem molhada, tirei quase arrancando. Fez aquele barulho típico de ventosa quando uma dessas vadias tá sugando e você tira a pica de repente ou rola uma descoordenação no movimento.
Me virei pra Maia, peguei minha pica pela base e comecei a enfiar devagar na buceta dela. Minha intenção naquele momento não era realmente foder a Maia, por mais que fosse tentador, minha verdadeira intenção era deixar o gosto da intimidade dela na minha pica, e fazer a Andrea provar o gosto da buceta da Maia pela primeira vez, mas na minha pica.
Os movimentos eram bem suaves, bem sensuais, tudo a centímetros do rosto da Andrea. Tava tão perto que a Maia, pra ficar mais confortável, apoiou uma das pernas nas costas da Andrea, o que deixou ela puta e com tesão ao mesmo tempo (segundo o que ela me contou depois).
De novo, quando senti a pica bem molhada, cheia dos fluidos e do gosto da intimidade da Maia, tirei a pica da buceta dela e levei até a boca da Andrea.
EU – Chupa, puta, sente o gosto da buceta da Maia na sua boca.
ANDREA (hesitando, como se...) le estivesse dando veneno pra provar) - Não sei se quero
EU - Não te perguntei
E colocando a cock nos lábios dela, começou a me chupar de novo, primeiro num ritmo mais tímido e depois com a mesma voracidade de sempre.
EU - Parece que você gostou do gosto da buceta da Maia, slut…
Brincuei mais algumas vezes, enfiando a cock na buceta da Maia, tirando e colocando na boca da Andrea, devemos ter ficado uns 15 minutos assim.
EU - Bom, agora que você já tem o gosto da buceta dela na sua boca, slut, vai sentir ela de perto, até dar vontade de chupar.
Encostei a cadeira bem na borda da cama na frente da Andrea, sentei a Maia colocando as pernas dela sobre os ombros da Andrea e deixei a cara da Andrea a só alguns centímetros da buceta da Maia, tão perto que se ela esticasse a língua chegava a lamber. Andrea apoiou um lado do rosto numa das pernas da Maia e eu fui pro outro lado da cama, onde tinha a raba e a buceta da minha linda slut Andrea servidas.
Comecei com uns beijos bem molhados na intimidade dela, enfiei uns dedos no caminho e uma boa chupada de cu. O detalhe é que antes de eu começar a beijar, a Andrea já tava bem molhada, prova de que tudo aquilo tava agradando ela.
Depois de um tempinho e da Andrea começar a rebolar, falei pra Maia começar a se tocar. A Maia até então só tava acariciando a Andrea, as costas, o cabelo, o rosto, e quando pedi pra ela se tocar, bem putinha gostosa, com uma mão continuava acariciando a Andrea e com a outra se masturbava.
Tudo isso foi pegando ritmo, o quarto começou a esquentar num nível que eu nem imaginava, enfiei um vibrador na buceta da Andrea, ela se sacudia pra todo lado que nem peixe recém-pescado.
EU - Ainda não tá com vontade de chupar a buceta dela, slut?
ANDREA (silêncio)
EU - Chupa ela agora
Maia me olhou, eu concordei com a cabeça, Maia pegou a Nunca a Andrea, empurrei a pélvis dela e encostei os lábios mais íntimos dela na boca da Andrea.
Andrea começou com um beijo tímido, como se estivesse dando um selinho em alguém, depois de uns segundos começou a abrir a boca, também timidamente. Um minuto depois já tava usando a língua, mas ainda tava tensa, usava a língua como quem lambe um sorvete só com a ponta. Demos um tempinho, eu do meu lado comecei a brincar com a ponta da pica na buceta dela, dava umas metidas, tirava, passava no cuzinho dela e enfiava de novo na buceta. Quando a gente percebeu, Andrea tava chupando a buceta da Maia com a mesma paixão que se fosse uma pica, a Maia apertava a pélvis contra a boca dela e esfregava com força. Andrea mexia a cabeça pra cima e pra baixo e pra um lado e pro outro. A gente tava pegando fogo e a Andrea quase gritando falou: “Me come forte que não aguento mais!” Mas… não podia esquecer que isso era um castigo, então parei o que tava fazendo, pedi pra Maia tirar a buceta da boca da Andrea, sentei na cadeira onde a Maia tava (afastei uns centímetros porque minhas pernas não cabiam) e comecei a comer a Maia na frente do rosto da Andrea (uns 30 cm). A verdade é que com todas as chupadas que a gente tinha levado e o quanto a Maia é gostosa, a gente não demorou pra gozar. Primeiro ela gozou, depois de mais umas metidas eu soltei meu orgasmo, mas antes do meu leite sair pela pica, tirei da buceta da Maia e apontei pro rosto da Andrea. Surpresa com o movimento e sem saber o que fazer, a Andrea recebeu as gozadas no rosto todo, no cabelo, olhos, boca, etc, ficou cheia de leite e sem poder se limpar… Obviamente depois de gozar mandei ela limpar minha pica e, só pra garantir, fiz a Maia fazer também.
Fui tomar banho e falei pra Maia dar água pra ela mas sem soltar, e que quando terminasse fosse tomar banho comigo.
A gente tomou banho, se tocamos um pouco e já me deu vontade de foder de novo. A bunda da Maia me deixa louco.
Fomos pro quarto, a Andrea tava doida, me olhava e falava "Me come, por favor".
Começamos a brincar de novo, mas dessa vez sem aquecimento.
EU - Chupa a buceta da Maia.
Maia chegou com a cadeira de novo e a Andrea começou a lamber os lábios dela. Deixei elas uns minutos e mandei parar. Empurrei a Maia e a cadeira dela pro lado, me aproximei da Andrea e chupei a boca dela por dez minutos, que gostoso como essa puta babava.
Pedi a cadeira pra Maia, afastei ela bem da frente da cama e sentei.
EU - Maia, você chupa minha pica e coloca a bunda na cara da Andrea. (olhei pra Andrea) e você, puta, chupa o cu dela.
Ficamos nessa posição por um bom tempo, tava com uma vontade louca de comer o cu da Maia, mas pra isso queria que a Andrea tivesse chupando a buceta dela ao mesmo tempo.
Soltei a Andrea, deixei ela ir tomar banho e continuei brincando com a Maia na cama. Fodemos um pouco, nos tocamos, mas não queríamos intensificar até a Andrea voltar.
Andrea voltou, amarramos ela de novo na cama na mesma posição, mas dessa vez de barriga pra cima. Novamente falei pra Andrea chupar a buceta da minha outra puta, mas dessa vez com a Maia em pé, inclinada, fazendo uma espécie de 69 com a Andrea. A buceta da Maia ficou bem na boca da Andrea, mas a da Andrea ficou longe da Maia.
Assim que pegaram o ritmo, a Andrea metia a língua e a boca inteira na buceta da Maia, e essa, por sua vez, esfregava a buceta na boca dela e enfiava os dedos na própria. Me aproximei por trás da Maia, coloquei a pica na boca da Andrea pra ela molhar, passei a cabeça da pica no cu da Maia e, aos poucos, fui entrando enquanto a Andrea voltava a chupar a buceta dela. Entre o aperto do cu da Maia e a excitação da situação, eu tava com vontade de gozar aos Dois minutos e meio. Aguenta uns 10 minutos a mais e, assim que a Maia gozou, eu fiz o mesmo de novo no rosto da Andrea. Algo que teria sido quente era gozar no cu da Maia e o Andres depois chupar quando o cum escorresse, mas só pensei nisso depois.
Algo importante: a Maia tinha a instrução de chupar, tocar, meter tudo o que quisesse na Andrea, mas não podia fazer ela gozar.
Soltamos a Andrea, fomos tomar banho os três de novo e pedi pra elas cozinharem algo. Queria as duas peladas me fazendo o almoço.
Comemos, bebemos algo, brincamos no sofá, a Andrea mostrou a tatuagem que quer fazer, etc. Tivemos um recreio de uma hora e meia mais ou menos e voltamos pro quarto. Novamente amarramos os pés e as mãos da Andrea na mesma posição original, de bruços.
Depois de amarrada, olhei nos olhos dela e falei: “Chegou a hora do cu”. Sem dizer nada e com aquele olhar de terror, ela deixou a cabeça cair como quem se resigna.
EU – Maia, chupa a buceta e o cu dessa puta, prepara ela pra fazer a melhor anal da vida dela.
Dito e feito. A Maia é uma puta muito obediente. Com a suavidade que a caracteriza, começou com uns beijos molhados, enfiando os dedos e tomando cuidado pra Andrea não gozar. Quando a Maia entendeu que a Andrea tava pronta, me fez sinal. Eu me aproximei, molhei a pica cuspindo nela, passando a língua e enfiando tudo na boca, e me posicionei por cima da Andrea. A Maia, sem perguntar, pegou na minha pica e começou a brincar no cu da Andrea. A posição não era muito confortável pra mim, tava fazendo força com os braços pra me segurar e deixar espaço pra Maia enfiar a mão, mas era tão morbidamente gostoso que aguentei. Assim que a ponta entrou, comecei a me mexer. A Maia foi pra frente, sentou na frente dela e fez ela chupar a buceta e o cu com a língua, como se fosse uma puta (e ela é). Eu continuei com o movimento, até que a muito puta, sem sinal nenhum, gozou… Aiiiiiiii e tremeu toda.
EU – Agora. O castigo vai ser pior, Foxy.
Começamos a meter todo tipo de consolos, vibradores, dilatadores em todos os buracos que encontrávamos. Chupei a boca dela umas 14 vezes, se não contei errado. A Maia cuspiu na boca dela, a gente surrou ela a tarde inteira (no dia seguinte ela não conseguia nem sentar, literalmente), enquanto eu chupava a boca dela, a Maia metia nela com um consolo. Deixamos um vibrador ligado nela por uns 30 minutos, fizemos de tudo. Eu e a Maia revezávamos pra um descansar enquanto o outro continuava fazendo coisas com a Andrea. Chegou o fim da tarde e a Andrea não aguentava mais, no final a gente tava comendo um boneco de pano, já tínhamos soltado ela e ela não tinha força nem pra resistir. Meti na buceta dela, no cu, na boca. Enquanto eu metia na buceta dela, a Maia brincava com um dilatador anal, enfiava os dedos na boca dela e fazia ela chupar os dedos do pé.
Foi uma bagunça gostosa, no final a gente amarrou ela de novo, comi a Maia com muita sensualidade e joguei a porra na cara da Andrea pela última vez. Fomos tomar banho os três, eu e a Maia lavamos a Andrea, e ela foi deitar, ficou exausta dormindo na cama. Eu e a Maia pedimos comida, tomamos uma bebida que não terminamos e fomos dormir com a Andrea.
No dia seguinte, acordei as duas com um café da manhã, fiz ela chupar meu pau direito e passamos um dia de namorados os três.
O castigo era passar um fim de semana na minha casa, sem o marido dela, e ia ser usada o sábado inteiro amarrada na minha cama.
Como ela é muito puta, não se assustou muito com o castigo quando contei, mas claramente não fazia ideia do que eu ia fazer com ela...
Chegou o dia do encontro, pedi pra ela vir cedo porque queria aproveitar bem o dia. Às 9 da manhã ela chegou em casa, o marido trouxe ela. Entrou, o corno foi embora e ela perguntou se podia me cumprimentar. Aí, pela primeira vez, eu disse que não.
EU – Abaixa a calça até um pouco acima dos joelhos e se inclina em cima daquela mesa, apoiando os peitos em cima.
ELA – Meio hesitando, sim, senhor...
(Não achei uma imagem dela usando calça, mas mais ou menos ficou nessa posição)
Eu tinha o chicote pendurado do lado da porta, ela ainda não tinha visto. Parou na frente da mesa, devagar e com dificuldade desabotoou a calça e puxou ela pra baixo junto com a tanga até onde eu mandei. Ela tem tanta bunda que a calça sempre trava nessa altura.Já apoiada com os peitos e o rosto na mesa, olhou pra trás e me viu com o chicote na mão. Tentou se levantar e falar algo, mas parou quando eu apoiei o chicote nas costas dela.
EU - Vadia, você se comportou mal e tem que ser castigada.
ELA - Por que, senhor? Não gostou da surpresa que eu te dei? Era um presentinho pra você.
EU - Você tomou uma decisão sem me consultar.
Plaff, primeiro tapa de chicote na bunda, bem onde começa a curva da raba e começa a perna.
ELA - Ai! Deu um grito parecido com um gemido, igual no primeiro encontro quando eu agarrei a bunda dela sem nos conhecermos.
Plafff, de novo e dessa vez um pouco mais forte.
EU - A partir de agora, vadia, as decisões quem toma sou eu, você já devia saber disso.
Plafff, de novo.
ELA - Desculpa, senhor, só queria te dar uma surpresa.
EU - Você pode fazer, mas vou te dar duas opções daqui pra frente. A primeira é me perguntar primeiro se pode me dar uma surpresa e não vai ter castigo nenhum, e a segunda é não perguntar e, não importa se eu gostei ou não, se submeter a esse castigo.
Plaff e continuei dando chicotadas a cada final de frase por mais alguns minutos, algumas enfiando o chicote entre as pernas dela e batendo de leve nos lábios da buceta.
Fica com a calça arriada, vadia, e senta naquele sofá. A muito submissa andou como conseguiu até o sofá que estava a um metro e meio, com a calça quase até os joelhos, e sentou.
Dei um copo de cerveja artesanal que ela gosta e ela me olhou surpresa, eu estava cuidando dela, algo estava rolando... O sofá estava virado pra porta de entrada, a gente conversou um pouco sobre a experiência anterior, até que a campainha tocou... nisso já tinha passado meia hora mais ou menos.Abri a porta e "oi!", uma voz feminina... Mando a pessoa entrar, fecho a porta e minha puta quase caiu dura quando viu que eu tinha chamado a Maia, a namorada do meu amiguinho do encontro anterior.
Como já tínhamos combinado, assim que fechei a porta a Maia me perguntou se podia me cumprimentar, e eu disse que sim. Ela se ajoelhou, desabotoou minha calça, abaixou o zíper, puxou minha pica pra fora e começou a chupar minha pica devagar, me olhando nos olhos. Falei "Não olha pra mim, olha pra ela", então a Maia, enquanto saboreava minha pica na boca, virou o olhar pra minha puta.
Minha puta ficou com cara de não entender, misturado com raiva, ciúme e começando a suspeitar que naquele dia ia ter a primeira aproximação lésbica dela.
ANDREA (nome que coloquei na minha puta) - Não sei se quero fazer isso.
EU - Você não tá fazendo nada ainda.
ANDREA - Já tô imaginando o que você tem na cabeça e além disso não gosto que outra chupe sua pica na minha frente.
EU - Não te perguntei.
Maia continuou na dela, olhando fixamente pra Andrea até que eu dei dois tapinhas na cara dela com a mão aberta (sinal pra parar de chupar).
EU - Vem cá, puta (pra Andrea), agora pode me cumprimentar.
ANDREA - Meio puta da vida, sem saber o que fazer, se levantou hesitando e antes que começasse a andar na nossa direção...
EU - Vem engatinhando...
Os olhos dela encheram de raiva, sem entender, sem saber se fazia, e ela respondeu, sim, senhor...
Ela se apoiou de quatro com a calça ainda nos joelhos e começou a vir na nossa direção.
A verdade é que a gente teve momentos muito quentes, mas ver ela engatinhando até mim é sempre algo que me excita pra caralho.
Quando chegou, se ajoelhou na minha frente e me perguntou, posso cumprimentá-la?, ao que respondi "Sim, puta, mas olha pra ela enquanto faz isso". Deixei ela chupar minha pica por uns minutos e mandei ela se levantar.
EU - Beleza, agora sua vadiazinha, quero que cumprimente a Maia com um beijo de língua na boca.
ANDREA (com os olhos quase com expressão de medo) - Não sei se tô pronta pra isso.
EU - Se não fizer, nunca vai saber.
Então Andrea aproximou o rosto da Maia, que tava parada do meu lado, olhou nos olhos dela, depois pra boca e, tímida, deu um beijo suave, só encostando os lábios, sem meter a língua. Maia, já mais experiente, deixou uns segundos pra Andrea pegar o ritmo e, quando o beijo ficou mais molhado, enfiou a língua até o fundo da boca de Andrea. Elas se beijaram por uns segundos, até Andrea terminar o beijo com uma pergunta.
ANDREA - Tá bom assim, meu senhor?
O tom de voz da Andrea foi de entrega total, mas lutando contra o próprio medo ou vontade de não fazer o que tava fazendo.
EU - Mandou muito bem, sua submissa. Vai pro quarto que te espera um dia longo.
Ela foi pro quarto, e atrás dela, entre nós, vi que a cama tava com quatro tiras presas nas quatro pontas. Ela me olhou e, confirmando o que eu tinha dito antes, ia ser um dia longo.
Essa puta adora ser amarrada, açoitada, ter a boca comida, etc., então o castigo não podia ser só isso, tinha que ser mais extremo.
Amarrei os tornozelos e os pulsos dela na cama, de bruços, mas com a cabeça virada pro pé da cama e um pouco pra fora.
Pedi pra Maia se despir sozinha, trouxe um conjunto de calcinha e sutiã de matar. Coloquei uma cadeira na frente da Andrea, mas de lado, não de frente. Sentei a Maia na cadeira e mandei a Andrea chupar minha pica pra molhar bem antes de enfiar na buceta da Maia. Falei pra Maia se tocar pra ficar lubrificada, ela fez, mas quando mostrou como tava, já tava mais que melada. Essas coisas deixam a putinha doida.
Exatamente como mandei, a Andrea chupou minha pica, bem devagar, do jeito que sabe que eu gosto de começar. Tive que me mexer um pouco porque ela tava com as mãos amarradas, só podia usar o pescoço pra se esticar ou se mover.
EU – Cospe na minha pica, puta, e chupa melhor que ainda não tá bem molhada. Segurei a boca dela um pouco e, quando senti a pica bem molhada, tirei quase arrancando. Fez aquele barulho típico de ventosa quando uma dessas vadias tá sugando e você tira a pica de repente ou rola uma descoordenação no movimento.
Me virei pra Maia, peguei minha pica pela base e comecei a enfiar devagar na buceta dela. Minha intenção naquele momento não era realmente foder a Maia, por mais que fosse tentador, minha verdadeira intenção era deixar o gosto da intimidade dela na minha pica, e fazer a Andrea provar o gosto da buceta da Maia pela primeira vez, mas na minha pica.
Os movimentos eram bem suaves, bem sensuais, tudo a centímetros do rosto da Andrea. Tava tão perto que a Maia, pra ficar mais confortável, apoiou uma das pernas nas costas da Andrea, o que deixou ela puta e com tesão ao mesmo tempo (segundo o que ela me contou depois).
De novo, quando senti a pica bem molhada, cheia dos fluidos e do gosto da intimidade da Maia, tirei a pica da buceta dela e levei até a boca da Andrea.
EU – Chupa, puta, sente o gosto da buceta da Maia na sua boca.
ANDREA (hesitando, como se...) le estivesse dando veneno pra provar) - Não sei se quero
EU - Não te perguntei
E colocando a cock nos lábios dela, começou a me chupar de novo, primeiro num ritmo mais tímido e depois com a mesma voracidade de sempre.
EU - Parece que você gostou do gosto da buceta da Maia, slut…
Brincuei mais algumas vezes, enfiando a cock na buceta da Maia, tirando e colocando na boca da Andrea, devemos ter ficado uns 15 minutos assim.
EU - Bom, agora que você já tem o gosto da buceta dela na sua boca, slut, vai sentir ela de perto, até dar vontade de chupar.
Encostei a cadeira bem na borda da cama na frente da Andrea, sentei a Maia colocando as pernas dela sobre os ombros da Andrea e deixei a cara da Andrea a só alguns centímetros da buceta da Maia, tão perto que se ela esticasse a língua chegava a lamber. Andrea apoiou um lado do rosto numa das pernas da Maia e eu fui pro outro lado da cama, onde tinha a raba e a buceta da minha linda slut Andrea servidas.
Comecei com uns beijos bem molhados na intimidade dela, enfiei uns dedos no caminho e uma boa chupada de cu. O detalhe é que antes de eu começar a beijar, a Andrea já tava bem molhada, prova de que tudo aquilo tava agradando ela.
Depois de um tempinho e da Andrea começar a rebolar, falei pra Maia começar a se tocar. A Maia até então só tava acariciando a Andrea, as costas, o cabelo, o rosto, e quando pedi pra ela se tocar, bem putinha gostosa, com uma mão continuava acariciando a Andrea e com a outra se masturbava.
Tudo isso foi pegando ritmo, o quarto começou a esquentar num nível que eu nem imaginava, enfiei um vibrador na buceta da Andrea, ela se sacudia pra todo lado que nem peixe recém-pescado.
EU - Ainda não tá com vontade de chupar a buceta dela, slut?
ANDREA (silêncio)
EU - Chupa ela agora
Maia me olhou, eu concordei com a cabeça, Maia pegou a Nunca a Andrea, empurrei a pélvis dela e encostei os lábios mais íntimos dela na boca da Andrea.
Andrea começou com um beijo tímido, como se estivesse dando um selinho em alguém, depois de uns segundos começou a abrir a boca, também timidamente. Um minuto depois já tava usando a língua, mas ainda tava tensa, usava a língua como quem lambe um sorvete só com a ponta. Demos um tempinho, eu do meu lado comecei a brincar com a ponta da pica na buceta dela, dava umas metidas, tirava, passava no cuzinho dela e enfiava de novo na buceta. Quando a gente percebeu, Andrea tava chupando a buceta da Maia com a mesma paixão que se fosse uma pica, a Maia apertava a pélvis contra a boca dela e esfregava com força. Andrea mexia a cabeça pra cima e pra baixo e pra um lado e pro outro. A gente tava pegando fogo e a Andrea quase gritando falou: “Me come forte que não aguento mais!” Mas… não podia esquecer que isso era um castigo, então parei o que tava fazendo, pedi pra Maia tirar a buceta da boca da Andrea, sentei na cadeira onde a Maia tava (afastei uns centímetros porque minhas pernas não cabiam) e comecei a comer a Maia na frente do rosto da Andrea (uns 30 cm). A verdade é que com todas as chupadas que a gente tinha levado e o quanto a Maia é gostosa, a gente não demorou pra gozar. Primeiro ela gozou, depois de mais umas metidas eu soltei meu orgasmo, mas antes do meu leite sair pela pica, tirei da buceta da Maia e apontei pro rosto da Andrea. Surpresa com o movimento e sem saber o que fazer, a Andrea recebeu as gozadas no rosto todo, no cabelo, olhos, boca, etc, ficou cheia de leite e sem poder se limpar… Obviamente depois de gozar mandei ela limpar minha pica e, só pra garantir, fiz a Maia fazer também.
Fui tomar banho e falei pra Maia dar água pra ela mas sem soltar, e que quando terminasse fosse tomar banho comigo.
A gente tomou banho, se tocamos um pouco e já me deu vontade de foder de novo. A bunda da Maia me deixa louco.
Fomos pro quarto, a Andrea tava doida, me olhava e falava "Me come, por favor".
Começamos a brincar de novo, mas dessa vez sem aquecimento.
EU - Chupa a buceta da Maia.
Maia chegou com a cadeira de novo e a Andrea começou a lamber os lábios dela. Deixei elas uns minutos e mandei parar. Empurrei a Maia e a cadeira dela pro lado, me aproximei da Andrea e chupei a boca dela por dez minutos, que gostoso como essa puta babava.
Pedi a cadeira pra Maia, afastei ela bem da frente da cama e sentei.
EU - Maia, você chupa minha pica e coloca a bunda na cara da Andrea. (olhei pra Andrea) e você, puta, chupa o cu dela.
Ficamos nessa posição por um bom tempo, tava com uma vontade louca de comer o cu da Maia, mas pra isso queria que a Andrea tivesse chupando a buceta dela ao mesmo tempo.
Soltei a Andrea, deixei ela ir tomar banho e continuei brincando com a Maia na cama. Fodemos um pouco, nos tocamos, mas não queríamos intensificar até a Andrea voltar.
Andrea voltou, amarramos ela de novo na cama na mesma posição, mas dessa vez de barriga pra cima. Novamente falei pra Andrea chupar a buceta da minha outra puta, mas dessa vez com a Maia em pé, inclinada, fazendo uma espécie de 69 com a Andrea. A buceta da Maia ficou bem na boca da Andrea, mas a da Andrea ficou longe da Maia.
Assim que pegaram o ritmo, a Andrea metia a língua e a boca inteira na buceta da Maia, e essa, por sua vez, esfregava a buceta na boca dela e enfiava os dedos na própria. Me aproximei por trás da Maia, coloquei a pica na boca da Andrea pra ela molhar, passei a cabeça da pica no cu da Maia e, aos poucos, fui entrando enquanto a Andrea voltava a chupar a buceta dela. Entre o aperto do cu da Maia e a excitação da situação, eu tava com vontade de gozar aos Dois minutos e meio. Aguenta uns 10 minutos a mais e, assim que a Maia gozou, eu fiz o mesmo de novo no rosto da Andrea. Algo que teria sido quente era gozar no cu da Maia e o Andres depois chupar quando o cum escorresse, mas só pensei nisso depois.
Algo importante: a Maia tinha a instrução de chupar, tocar, meter tudo o que quisesse na Andrea, mas não podia fazer ela gozar.
Soltamos a Andrea, fomos tomar banho os três de novo e pedi pra elas cozinharem algo. Queria as duas peladas me fazendo o almoço.
Comemos, bebemos algo, brincamos no sofá, a Andrea mostrou a tatuagem que quer fazer, etc. Tivemos um recreio de uma hora e meia mais ou menos e voltamos pro quarto. Novamente amarramos os pés e as mãos da Andrea na mesma posição original, de bruços.
Depois de amarrada, olhei nos olhos dela e falei: “Chegou a hora do cu”. Sem dizer nada e com aquele olhar de terror, ela deixou a cabeça cair como quem se resigna.
EU – Maia, chupa a buceta e o cu dessa puta, prepara ela pra fazer a melhor anal da vida dela.
Dito e feito. A Maia é uma puta muito obediente. Com a suavidade que a caracteriza, começou com uns beijos molhados, enfiando os dedos e tomando cuidado pra Andrea não gozar. Quando a Maia entendeu que a Andrea tava pronta, me fez sinal. Eu me aproximei, molhei a pica cuspindo nela, passando a língua e enfiando tudo na boca, e me posicionei por cima da Andrea. A Maia, sem perguntar, pegou na minha pica e começou a brincar no cu da Andrea. A posição não era muito confortável pra mim, tava fazendo força com os braços pra me segurar e deixar espaço pra Maia enfiar a mão, mas era tão morbidamente gostoso que aguentei. Assim que a ponta entrou, comecei a me mexer. A Maia foi pra frente, sentou na frente dela e fez ela chupar a buceta e o cu com a língua, como se fosse uma puta (e ela é). Eu continuei com o movimento, até que a muito puta, sem sinal nenhum, gozou… Aiiiiiiii e tremeu toda.
EU – Agora. O castigo vai ser pior, Foxy.
Começamos a meter todo tipo de consolos, vibradores, dilatadores em todos os buracos que encontrávamos. Chupei a boca dela umas 14 vezes, se não contei errado. A Maia cuspiu na boca dela, a gente surrou ela a tarde inteira (no dia seguinte ela não conseguia nem sentar, literalmente), enquanto eu chupava a boca dela, a Maia metia nela com um consolo. Deixamos um vibrador ligado nela por uns 30 minutos, fizemos de tudo. Eu e a Maia revezávamos pra um descansar enquanto o outro continuava fazendo coisas com a Andrea. Chegou o fim da tarde e a Andrea não aguentava mais, no final a gente tava comendo um boneco de pano, já tínhamos soltado ela e ela não tinha força nem pra resistir. Meti na buceta dela, no cu, na boca. Enquanto eu metia na buceta dela, a Maia brincava com um dilatador anal, enfiava os dedos na boca dela e fazia ela chupar os dedos do pé.
Foi uma bagunça gostosa, no final a gente amarrou ela de novo, comi a Maia com muita sensualidade e joguei a porra na cara da Andrea pela última vez. Fomos tomar banho os três, eu e a Maia lavamos a Andrea, e ela foi deitar, ficou exausta dormindo na cama. Eu e a Maia pedimos comida, tomamos uma bebida que não terminamos e fomos dormir com a Andrea.
No dia seguinte, acordei as duas com um café da manhã, fiz ela chupar meu pau direito e passamos um dia de namorados os três.
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