Conforme o planejado, durante duas semanas foram agendadas várias visitas a todas as empresas com interesses em Samoya. Embora no começo todos estivessem interessados em se aproximar da princesa, foi só quando começaram a circular rumores sobre a saúde debilitada do rei que os executivos começaram a se acumular na nossa porta, desesperados para fechar um negócio. Assim, antes do fim do mês, a empresa que eu dividia com Sergio já tinha assinado acordos de colaboração no valor de cerca de setenta milhões de euros, dos quais dezessete eram meus e trinta e cinco da minha futura esposa. Sovann não participava desse trabalho porque a função dela era outra: usar as redes sociais para fortalecer a candidatura dela como sucessora do velho monarca. Como só descendentes diretos de um rei podiam ser eleitos, o único rival de verdade era um primo, que não tinha o favor do povo por causa do jeito autoritário e da vida dissoluta dele. Dessa forma, era raro o dia em que minha noiva não dava um discurso defendendo reformas ou mandava uma mensagem pelo Twitter para os conterrâneos, pedindo que mantivessem a esperança porque tempos melhores estavam chegando. A certeza de que a candidatura dela era a mais forte veio de duas formas diferentes: a primeira, quando o próprio presidente, o general Kim, aproveitando que ia se encontrar com o colega francês, anunciou pelo canal de notícias de Samoya que a princesa participaria do encontro, sem antes ter a decência de avisar ela primeiro. E a segunda, mas não menos importante, quando o próprio governo espanhol aumentou consideravelmente o serviço de segurança que tinha colocado na nossa casa. Três dias antes do encontro em Paris, a gente ainda estava na cama quando meu sócio me ligou pra avisar que tinha acabado de ouvir na televisão que a saúde do rei tinha piorado. Quando contei pra princesa, a primeira coisa que Sovann fez, depois de confirmar a notícia, foi mandar Mensagem de apoio pro velho fudido, pra logo depois pedir no Facebook pra todos os seguidores rezarem pelo tio dele e, pra fechar, ligar pro presidente pra garantir o apoio dele naqueles momentos difíceis. Já o imbecil do primo dele, que tinha ficado no país, achou que era a hora de forçar as ambições dele ao trono e exigiu que o conselho de família se reunisse pra nomeá-lo herdeiro direto, sem considerar o general. A imprudência dele fez com que os poderes fácticos se virassem contra ele, e numa reunião secreta, os militares decidiram se aproximar da outra candidata através de mim. Por isso, quando naquela tarde recebi uma ligação do embaixador na Espanha pedindo pra eu ir vê-lo sozinho, Sovann, esfregando as mãos, decidiu que eu devia ir: — Vão me nomear herdeira, mas antes querem um acordo de imunidade pra eles — ela disse, e enquanto eu ia encontrar o diplomata com o Loun como intérprete, ela tratou de contatar os notáveis que tinham ficado do lado dela pra que se abstivessem de criticar o general Kim. Ao chegar na embaixada, o próprio embaixador me recebeu na escadaria, e eu entendi que tudo indicava que, ao sair daquela reunião, o nomeamento da minha noiva como herdeira seria oficializado. Se vocês tão se perguntando por quê, a resposta é simples: a samoana me informou que o diplomata tinha usado uma reverência só pra membros da família real. «Vou ser rei!», pensei, tão cagado de medo quanto empolgado. Os acontecimentos seguintes confirmaram minha suspeita, porque depois da recepção protocolar e entrando no assunto, o sujeito colocou na minha frente um documento no qual minha futura esposa se comprometia a não agir contra os governantes atuais nem contra as famílias deles, enquanto do outro lado, Kim e seus capangas prometiam que naquela mesma noite nomeariam Sovann como herdeira do trono de Samoya. Instruído pela minha noiva, li o acordo e, diante do espanto do Diplomaticamente, comuniquei à princesa a intenção de contar com ele para seu futuro governo. — Será uma honra servir à rainha — respondeu o funcionário, sem esperar que, sem lhe dar tempo de pensar, eu exigisse que ele redigisse duas cláusulas e as adicionasse ao pacto. A primeira era que imediatamente seria permitida a entrada de Sovann no país, e a segunda que o governo de saída organizasse em uma semana nosso casamento, dando-lhe status de casamento real. — Não sei se o general aceitará essas sugestões — disse ele, ainda sem se recuperar. Vendo que ele ainda não sabia para que lado pender, respondi: — A princesa achou conveniente que eu dissesse que, se não conseguir algo tão insignificante, talvez não sirva como futuro ministro das relações exteriores. — Me dê alguns minutos — foi sua resposta, enquanto me deixava sozinho em seu escritório. Não tive dúvida de que aquele babaca tinha se tentado pelo cargo, e por isso, quando ele voltou sorrindo quinze minutos depois, soube que tínhamos vencido. — O general Kim me pediu para parabenizá-lo antecipadamente pelo seu casamento, e que ele ocorrerá na próxima quinta-feira no templo real da capital. — Muito obrigado, querido ministro. A princesa saberá agradecer seu empenho em facilitar sua ascensão ao trono — respondi enquanto me despedia do burocrata com o documento debaixo do braço. Não tínhamos chegado em casa e ainda estávamos no carro quando Loun recebeu uma ligação do pai com a notícia do exílio do outro candidato e a confirmação do meu casamento com Sovann. — O general Kim acabou de informar o país — comentou a garota após desligar, e enquanto nossos seguranças ligavam a sirene, ela sussurrou no meu ouvido: — Esta noite serei possuída pelos futuros reis de Samoya! Infelizmente, seus desejos tiveram que esperar, porque quando nos reunimos com a princesa, a agitação na minha antiga casa era total ao saber que seu primo não havia aceitado pacificamente seu exílio e que seus partidários haviam pegado em armas. — Preciso falar ao país — foi a primeira coisa que a oriental me disse ao verme entrando: - E quero você do meu lado. Preciso que você se vista do jeito tradicional para que nossos súditos nos vejam como a única esperança de manter a paz. As notícias não eram nada boas, porque chegavam relatos de confrontos em várias cidades. Por isso, e com a ajuda da secretária dele, corri pra cumprir a ordem. Era tão urgente que eu aparecesse na mídia que nem o Loun tentou aproveitar minha nudez pra ganhar uns carinhos meus, e em menos de dez minutos, lá estava eu com a mão no ombro da minha noiva enquanto as TVs de meio mundo transmitiam o discurso dele. - Meus queridos samoyanos, as circunstâncias quiseram que, neste momento tão delicado que nosso país atravessa, eu esteja longe de vocês, mas isso não é motivo para que, assumindo minha responsabilidade, eu fique do lado do Rei e peça a todos vocês que lutem contra o tirano que quer tomar o trono, usurpando o poder real. Respirando fundo, ele encerrou o discurso dizendo: - O governo colocou um avião à minha disposição para que, ao final deste ato, meu noivo, o príncipe Manuel, que vocês conhecem pelas obras do irmão dele, e eu voemos direto para o país para, se necessário, pegar em armas e defender nossa pátria. Viva o Rei! Viva Samoya! Tenho que confessar que até o último fio de cabelo do meu corpo se arrepiou ao ouvir essa promessa e saber que nada podia impedir que eu colocasse minha vida em risco seguindo ela para aquela terra distante. Por isso, quando um jornalista espanhol me perguntou o que eu achava, respondi rapidamente: - Samoya precisa de nós e, assim como meu irmão não hesitou em sacrificar a vida por aquele povo, a viúva dele e eu somos obrigados a fazer o mesmo. Loun começou a aplaudir, e o gesto dele foi seguido por todos os presentes, de modo que o mundo inteiro soube naquele instante que havia uma princesa oriental que não hesitava em deixar sua vida confortável na Europa para ficar ao lado dos seus conterrâneos. Satisfeita com o fervor do povo dela. partidários, Sovann pediu que a focassem de novo e, com um plano fixo no rosto dela, mandou o primo largar as armas ou arcar com as consequências. —O Rei é justo, mas implacável… se quando eu pisar no nosso país o príncipe Khalan não aceitar a destituição dele, já aviso que não vou mover um dedo pra salvá-lo da ira do nosso soberano. Não precisei ser gênio pra entender que o que aquela gostosa acabava de anunciar era que, se o inimigo dela não se rendesse, o destino era a morte, e por isso, pela primeira vez, duvidei se realmente conhecia a mulher com quem tinha unido meu destino. Com a opinião pública a favor dela, os governos europeus tomaram partido, e antes mesmo de as TVs saírem de casa, os telefones começaram a tocar com ofertas de colaboração de vários países pra restabelecer a paz na região. Sovann agradeceu as ligações e deu publicidade a elas enquanto pegávamos um carro pro aeroporto, onde nos esperava um avião cedido pelo próprio governo espanhol pra nos levar até Samoya. —Cê acha que seu primo vai ceder à pressão? — perguntei preocupado. Com a testa franzida, minha noiva respondeu: —Depende da China. Se não receber um apoio claro das autoridades deles nas próximas horas, não vai ter jeito senão fugir, porque a rebelião dele já era. Loun, sem querer, atiçou meus medos ao dizer: —Diziam que ele era o homem da masturbação de Pequim. —Eu sei — respondeu Sovann —, mas ele cometeu um erro de novato: em vez de pedir ajuda pra eles protestarem, tentou dar um golpe de estado e deixou eles com a buceta de fora. Não podem aparecer perante a imprensa mundial como apoiadores de um golpista. Em seguida, aquela oriental me mostrou que tinha talento pra governante, porque pediu pra secretária achar o telefone da representação daquele país, ligou e, como o embaixador não podia atender, pediu pra falar com um responsável. que, sem demonstrar ter percebido o desprezo, comunicou suas intenções de visitar a República Popular da China como primeiro ato de seu governo. — Vou passar seu pedido para meus superiores — respondeu o secretário sem se comprometer com nada. Assim que desligou, perguntei o motivo daquela ligação. Soltando uma gargalhada, minha noiva respondeu: — Deixei claro meu desejo de negociar e, se como acredito, Xi Jinping está puto com aquele idiota, ele vai entender meu gesto e valorizar do jeito certo. Sem nada mais a fazer além de esperar, embarcamos no avião e, enquanto eu fuçava o interior daquela aeronave que, desde os tempos de Felipe González, levava os diferentes presidentes que a Espanha teve em suas viagens, Sovann e Loun dedicaram seu tempo a lançar nas redes proclamas de apoio ao atual rei. «Quem diria que eu dormiria na mesma cama que Aznar ou que Zapatero?», pensei enquanto testava o conforto daquele colchão, me deitando nele. Três horas depois, quando o avião já cruzava o Oriente Médio, eu estava meditando sobre meu futuro com a cabeça apoiada no travesseiro quando vi a princesa entrar no quarto com sua secretária. A tristeza em seus rostos me alarmou, mas então Sovann me disse: — Meu amor, acabou de chegar o convite do governo chinês! Eram boas notícias, então não entendi por que elas não estavam felizes. Por isso, perguntei preocupado o que estava acontecendo. Cheia de dor, minha amada oriental me contou que os rumores diziam que seu primo tinha invadido o palácio e, depois de matar o velho rei, se suicidara. — Mas então você é a rainha? — Ainda não, serei no instante depois de me casar com você. — Então por que você está triste? Devia estar comemorando! — Não posso, o rei morreu. Assumindo que nunca entenderia os monarquistas, chamei-a para perto de mim, dizendo: — Vem aqui que eu te consolo. Por mais que tivesse gravada na mente a lealdade ao trono, seu lado lascivo falou mais alto. Ao entender minhas intenções, ela se despiu e, miando como uma gatinha, veio na minha direção enquanto, a um metro de distância, nossa fiel concubina deixava cair as alças do vestido. — Cuida de mim, meu rei. — Vou cuidar, minha rainha, quantas vezes você pedir — respondi enquanto mordia seus lábios. Em vez de responder, a princesa chamou sua secretária e as duas, em uníssono, se ajoelharam na minha frente para, logo em seguida e sem me dar chance de opinar, abaixar minha braguilha. Meu pau reagiu na hora, e por isso, quando minha noiva o tirou do cativeiro, ele já apareceu totalmente duro. Ao vê-lo, Sovann comentou: — Amanhã talvez não tenhamos tempo de nos amar. E, aproximando a boca, usou a língua para me dar uma lambida. Procurei Loun com o olhar e, nos olhos dela, descobri que a pequena oriental estava excitada. O tesão que sentiu ao ver meu membro na boca da sua dona a fez colocar um dos seios nos meus lábios, enquanto, apoiando a princesa, se lamentava de como seria difícil para ninguém descobrir que a secretária da rainha era, na verdade, sua putinha. Sem responder, minha língua percorreu o início do mamilo que ela colocou à minha disposição e, ao fazer isso, ela soltou um gemido enquanto a auréola se retraía, claramente excitada. Sovann, ao ver isso, intensificou o boquete, enfiando meu pau até o fundo da garganta. Mas então Loun pediu para participar, e a futura soberana, meio sem vontade, tirou meu pau da boca e reclamou: — Você não precisa perguntar, sua putinha nossa. Ou será que já não te mostramos isso à beça? Loun, rindo baixinho para o resto da viagem não ouvir, respondeu: — É que minha rainha tem o direito de ser a primeira a ser fodida. A gargalhada de Sovann mostrou que ela gostava da ousadia da garota. — Dou conta de satisfazer as duas — respondi enquanto as puxava para perto de mim e, alternando de uma para a outra, comecei a chupar seus peitos. Saber que nenhuma ia se opor me fez avançar nas carícias e, pressionando o tesão delas, pedi que se deitassem junto comigo. Foi então que ouvi Loun me dizer: — Meu rei precisa relaxar. Percebi que minha noiva e aquela gostosa já deviam ter combinado isso, porque quando as duas terminaram de tirar minha calça, eu soube que devia ficar quieto quando me pediram para me segurar nas barras da cama. Sovann tomou a iniciativa e, deslizando pelo meu corpo, fez sua língua deixar um rastro molhado enquanto percorria meu pescoço e meu peito rumo ao seu objetivo. Quando a boca dela chegou ao meu umbigo, ela sorriu e me olhou. — Chupa os peitos da nossa menina. A aludida colocou os seios na minha boca, e a princesa, ao ver que eu tinha atendido ao seu desejo, sorriu enquanto começava a acariciar minha entreperna com as mãos. — Você gosta das putinhas que somos? — perguntou minha futura esposa ao observar como meus dentes se prendiam nos mamilos da garota. — Muito — respondi quase sem fala, porque nessa altura minha noiva já tinha se abaixado entre minhas pernas. Não demorei a sentir a umidade da boca dela em volta da minha pica e, com um gemido suave, mostrei que estava entregue. Esse foi o sinal que a jovem esposa esperava para se juntar à sua soberana e, compartilhando meu pau, beijou minha glande enquanto Sovann tomava conta das minhas bolas. O ataque coordenado delas me deixou ainda mais excitado e, gritando, mandei que se tocassem entre si. Curiosamente, foi Loun quem tomou a iniciativa e, enquanto continuava lambendo meu pau, levou uma das mãos até a bunda da princesa. Esta se agitou, nervosa, ao sentir a mão daquela mulher percorrendo seu cu, e após um momento de hesitação, permitiu que sua secretária, usando os dedos, percorresse as dobras da sua buceta. As duas mulheres competiram entre si para ver quem conseguia levar a outra ao orgasmo enquanto se coordenavam para, juntas, tomar conta do meu falo com suas bocas. Foi então que percebi que, sem querer, as orientais estavam se beijando através do meu membro, ao notar que os lábios de ambas se tocavam. enquanto suas línguas brincavam na minha pele. A visão daquela cena e a certeza de que me presenteariam com muitas e novas experiências aceleraram minha excitação e, por isso, perguntei qual das duas ia beber meu sêmen. Ao ouvirem isso, elas buscaram com um frenesi estranho ser cada uma a receptora do meu prazer. Confesso que era tamanho o turbilhão de carícias que não consegui distinguir quem era a dona da língua que me acariciava, nem a que com os dentes mordiscava a cabeça do meu pau até que, exercendo sua autoridade, Sovann tomou posse do meu pau para ser a primeira a desfrutar da minha semente. — Eu também quero! — protestou sua secretária. Compadecendo-se dela, minha noiva permitiu que ambas esperassem de boca aberta minha explosão. De modo que, ao ejacular, foram duas línguas que aproveitaram seu sabor e, ansiosas, foram quatro as mãos que agarraram minha extensão para ordenhar meu membro. A luxúria de ambas era tão enorme que não pararam de espremer meu pau e de dividir a colheita como boas amigas. Nunca imaginei que, depois de terem devorado meu sêmen até a última gota, a princesa me perguntasse quando eu iria ao médico. — Não te entendo — respondi — estou totalmente saudável. Morrendo de rir, ela apontou tanto para a barriga dela quanto para a da moreninha e respondeu: — Você precisa reverter a vasectomia para nos engravidar. — As duas? — perguntei, estranhando que ela incluísse a Loun nisso. — Claro, meu amor, meu filho vai precisar de um primeiro-ministro quando reinar, e quem melhor que o irmão dele. Ao ouvir essa promessa, a secretária a beijou. Entendi, pela paixão que demonstraram e pelo jeito que entrelaçaram as pernas, que entre elas haviam criado laços muito parecidos com amor e, embora tenha duvidado se devia ficar de fora, quis que ela me explicasse como seria possível que, legalmente e aos olhos de todos, um possível bastardo fosse considerado membro da família real. Dando uma gargalhada, a princesa respondeu: — Nossa putinha não tava a fim de ser a esposa do seu sócio e começou a estudar. Nossas leis dinásticas. — Explica isso — insisti. Com um sorriso de orelha a orelha, ela me contou que a garota tinha descoberto que, no passado, o conselho de anciãos, vendo que havia poucos membros com direito a ser eleitos rei, tinha decidido que, para garantir o futuro da monarquia, a rainha deveria escolher outra mulher para que o marido a insemiasse, dando a ela o nome eufemístico de "Protetora do reino". Loun, vendo minha cara de surpresa, sorriu: — Após a morte do príncipe Khalan, não há mais herdeiros diretos e, se a gente mexer os pauzinhos direito, podemos fazer com que os seguidores dele forcem o conselho a tirar do esquecimento essa lei antiga. — Você é tão piranha e manipuladora quanto sua dona — respondi enquanto beliscava os mamilos pretos da garota. A oriental não conseguiu fazer nada além de gritar de prazer ao sentir aquelas carícias brutas nos peitos dela e, mostrando a vontade que a consumia, começou a percorrer o corpo da futura rainha com a mão. — Que delícia! — gemeu Sovann ao notar que a garota iniciava a descida em direção à boceta dela. Loun, ao ver que ela abria os joelhos para facilitar as manobras, não se fez de rogada e, separando com os dedos os lábios inferiores da sua soberana, aproximou a língua do botão de prazer dela. Ao sentir a respiração perto da sua xereca, ela soluçou de prazer e, por isso, quando sentiu o primeiro dedo dentro da sua buceta, deu um grito e implorou para que ela não parasse. — Me peça! Mostre que também quer sentir que é minha putinha! — respondeu a mulher enquanto usava as pontas dos dedos para torturar o botão ereto de Sovann. — Me fodam os dois! — rugiu Sovann, já completamente excitada. Loun atendeu ao pedido enfiando a cara entre as coxas dela para saborear o fruto da sua xereca. A umidade inicial que encontrou se transformou numa torrente que encharcou a cara da garota, e isso a incentivou a se deliciar lambendo e mordendo aquele clitóris. Da minha posição, a bunda da morena ficou à minha disposição e, sem pensar duas vezes, peguei meu pau. Entre minhas mãos, enfiei ela, metendo toda a minha extensão pra dentro. Essa posição me deixou usar a Loun enquanto ela continuava devorando a buceta da Sovann cada vez mais rápido, que, longe de se incomodar, sorriu pra mim ao ver como eu a empalava, talvez sonhando que fosse dela a boceta onde meu pau sumia e aparecia sem parar. Vendo ela assim, empalada, e sentindo a boca dela comendo a própria buceta, não conseguiu segurar um gritinho e, levando as mãos pros peitos da garota, deu um beliscão enquanto sussurrava no ouvido: — Cê tem razão, sou tão puta quanto você. Ouvindo isso, a Loun baixou a mão pra própria xereca e começou a se masturbar enquanto respondia: — Eu sei, minha rainha — e, toda excitada com esse estímulo duplo, me pediu pra acelerar o ritmo das minhas penetradas. Quando obedeci e aumentei o compasso das minhas cadeiras, ela gemeu pedindo pra eu não parar e, logo em seguida, desabou, tomada por um orgasmo gigantesco. Sovann, vendo que aquela mulher já tinha conseguido o prazer dela e enquanto o corpo todo se contorcia como se tivesse possuído por um espírito, me obrigou a tirar ele de lá e, agindo como uma possessa, substituiu meu pau pela boca dela. Loun, sentindo a troca, juntou um orgasmo com o outro enquanto Sovann me pedia pra foder ela sem parar de devorar a buceta da amiga. Excitado demais com a cena, agarrei ela pelos ombros e, com um só empurrão, estoquei a boceta dela. Não levei nem meio minuto mergulhado na princesa quando meu pau explodiu, enchendo ela com minha semente branca e inofensiva. — Ainda não gozei! — protestou ela, vendo que eu tinha gozado, e, querendo o prazer dela antes que meu pau perdesse a ereção, me obrigou a deitar e, pulando em cima de mim, se empalou toda insatisfeita. Ainda bem que a secretária dela veio me ajudar e, enquanto eu masturbava ela com os dedos, começou a chupar os peitos dela até que, soltando um uivo, ela conseguiu a dose de prazer dela. Exausta, caiu em cima de mim e, com as últimas forças, morrendo de rir, disse: -Não te contamos, mas fui informada de que amanhã, antes do casamento, o general vai me obrigar a aceitar a presença de uma "protetora do reino" sem saber o que o porco do meu noivo e eu desejamos. Né, putinha? -Isso mesmo, minha querida e desejada princesa...
3 comentários - Minha cunhada de princesa a puta 10