Fer e Sebas alcançam um novo nível de confiança entre eles, ajudando a tornar aqueles encontros íntimos ainda mais intensos e frequentes.

Terça-feira. 22h30. Em silêncio, a família reunida está jantando. Tom chegou cansado depois do dia puxado, e a situação parece meio estranha pra ele, já que normalmente Sebas e Fer ficam zoando alguma coisa, enquanto ele escuta atento e tenta entender do que estão falando. Mas hoje à noite, a filha dele janta de cabeça baixa, olhando fixamente pro prato, igual quando era criança e tava triste porque tinha sido castigada. Já o Sebas tinha colocado um vídeo no celular, que assistia enquanto comia, de fone de ouvido.
Tom terminou de jantar e, pra tentar mudar o clima, chamou os dois filhos pra prestarem atenção.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Galera, não sei o que deu em vocês hoje, mas preciso fazer um anúncio – falou olhando pros dois – a construtora me pediu pra ir vistoriar uma obra em Guadalajara, então vou ficar fora uma semana. Então, espero que não estejam brigados ou algo assim, porque nesse tempo, vocês dois vão ter que cuidar da casa e de si mesmos.
Fer e Sebas se viraram pra se olhar, era a primeira vez que se viam desde algumas horas atrás, quando a punheta tinha rolado. Nenhum dos dois sorriu, só ficaram se encarando, num olhar de cumplicidade.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Claro, véio – disse Sebas – não tem nada pra se preocupar, tá tudo certo entre nós, né Fer?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, claro – apressou-se a dizer.
Tom olhou para os dois novamente. Quando o olhar pousou em Fer, ela sorriu levemente. Tom, não muito convencido, deu seu sinal verde.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—E quando você vai embora? — perguntou Fer.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sexta à noite ou sábado de manhã, ainda não defini direito o horário, porque na construtora não me falaram nada concreto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, já vi – disse Fer fazendo uma careta – a gente vai sentir muita saudade de você, papai.
-—E eu também pequei — disse acariciando a bochecha da filha — mas sei que meus filhos vão se comportar, que a casa vai estar intacta quando eu voltar e não vão fazer nada de errado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por que você tá olhando pra mim?" – disse Sebas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, não sei, talvez porque um dia desses você resolva marcar um encontro com os amigos pra aliviar o estresse do trabalho e, quem sabe, esse encontro acabe saindo do controle.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, não me faz rir, véi – disse Sebas entre risadas – tenho tanta trampa pra fazer que a última coisa que passa pela minha cabeça é fazer uma festa ou encher a cara.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom – disse Tom em tom sério – vou acreditar em você, espero que não traia essa confiança.
Fer subiu pro quarto dele, enquanto Sebas e o pai continuaram batendo papo sobre bobeiras enquanto arrumavam a mesa e lavavam a louça. Quando soube daquela notícia, a mente dele começou a viajar com mil ideias.
Uma semana, uma semana inteira sozinha com o Sebas! Era a única coisa em que conseguia pensar naquela hora, e pra piorar, a única lembrança que tinha do irmão era daquele momento estranho e tarado em que o viu se masturbando até jorrar longos esguichos de porra. O que será que vai rolar agora? Esses momentos vão ser mais frequentes? Ela roía as unhas enquanto pensava nisso e em mil outras coisas ao mesmo tempo. Um calorzinho gostoso e excitante começava a aparecer no meio das pernas dela, como se a buceta dela estivesse feliz em saber que, por uma semana inteira, ela teria aquela pica enorme à disposição.
Quarta-feira. 8h da manhã. Fer acordou assustada. Tinha tido um sonho bem estranho, nele, ela e Irving tinham ido a um bar gay, dançavam e cantavam enquanto tomavam umas cervejas, nada fora do normal, já que isso era costume entre eles. De repente, a gente começava a se amontoar em volta de uma mesa onde pessoas subiam pra dançar. Entre aplausos e assobios, um jovem de máscara e quase totalmente pelado era colocado em cima da mesa.
No começo, ele tava meio nervoso porque só tava de cueca. A música parou e, pelas caixas de som, uma voz começou a chamar as mulheres que topassem subir pra dançar com aquele cara. Só que tinha uma regra: a mina tinha que ser hétero. Já que era um bar gay, isso não impedia que entrasse muita gente com gostos diferentes, mas, na real, ver um hétero por lá era algo totalmente raro.
Os assobios e gritos começaram a aumentar, porque a regra pareceu absurda pra maioria dos presentes. Até que o Irving, tentando pregar uma peça, gritou: "Ô, minha amiga aqui adora pica!". Aí todo mundo começou a exigir que ela subisse. Empurrões, aplausos, assobios e gritos — Fer sentiu que todo mundo tava contra ela e, não aguentando mais a pressão social, subiu na mesa cheia de nervoso junto com o cara. Então a música começou a tocar e, no ritmo do reggaeton, os dois começaram a dançar. Mas o público queria mais espetáculo, então começaram a pedir movimentos melhores e mais sensuais. Diante disso, Fer e o garoto se grudaram um no outro e começaram a dançar de um jeito muito mais safado. Fer mandou uns rebolados que faziam a bunda dela pular de um jeito obsceno e super gostoso. O cara, por sua vez, se colocou atrás de Fer, encostando o pau na bunda dela e simulando movimentos de sexo. Agarrou ela pela cintura, deu uns tapinhas na bunda e acompanhou os movimentos com a pélvis.
Foi se deixando levar, já tava meio bebida e a sensação da bunda dela colada no pau do garoto parecia excitante, já que todo mundo tava vendo aquela ação.
Continuaram assim a música inteira, até que ouço uma voz bem clara dizendo “Já subiu pra ele, manda ele tirar”. Aí Fer virou pra olhar o garoto, melhor dizendo, a pica do garoto, que aparecia ereta e desafiadora, saindo da cueca. E aquela pica era idêntica à do irmão dela. Foi aí que Fer acordou.
Fermi fica olhando pro teto por 5 minutos, aliviada porque tudo tinha sido um sonho, mas sentia os peitos inchados, os bicos duros e um pouco de suco escorrendo da buceta dela. Aquele sonho tinha deixado ela excitada. Ela desce a mão, enfia dentro da calça e, afastando a calcinha fio dental, acaricia toda a fenda da buceta dela. Nossa, que gostoso que foi! Ela soltou um gemido e as pernas tremeram levemente; ela pensava que tinha sido só um pouco, mas o corpo dela e, mais especificamente, a xereca dela, diziam que aquilo tinha sido excitante demais.
Diante disso, não tinha outro jeito senão se masturbar de novo. Só que com a excitação que tava, com certeza em menos de 5 minutos ela já tava gozando de um jeito super gostoso e sensual no meio da cama. Mas quando ela ia começar essa tarefa, alguém bateu na porta dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, já acordou?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… sim, papai. O que foi?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Que bom, filha, não queria ter que te acordar. Olha, preciso ir agora porque teve um acidente ontem à noite na obra enquanto descarregavam uns materiais. Te peço pra acordar logo seu irmão de uma vez, ele vai se atrasar, por favor.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, pai, não se preocupa, eu acordo o Sebas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mas acorda ele logo, muito obrigada filha, te amo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te amo, pai. Tenha um bom dia.
Fer então se levantou, arrumou a cama rapidinho e, do jeito que tava, saiu do quarto. Ouviu lá longe a porta da casa bater.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas, já acordou?
Fer não obteve resposta, bateu mais forte.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas, já são oito e quinze, vai ficar tarde pra você.
Mas de novo não obteve resposta.
Então a Fer abriu a porta e entrou. Encontrou a cama toda desarrumada e debaixo das cobertas, provavelmente estava o irmão dela. Foi se aproximando e quando chegou no pé da cama, conseguiu ver que algumas partes do corpo nu dele estavam aparecendo, uma delas era o rosto, que mostrava que ele dormia tranquilamente. Por outro lado, na virilha dele, uma ereção bem dura mostrava pra Fer que ele tava tendo um sonho bem agitado.
Claro, o tesão com que ela tinha acordado não tinha desaparecido de jeito nenhum, e a imagem daquela ereção dura voltava a avivar o fogo. Fer ficou olhando pra ele, só uma parte da base da pica dava pra ver, os testículos grandes e redondos e parte da base, quase a maior parte do tronco e a cabeça continuavam escondidos pelas cobertas, mas aquela pica lutava pra sair. Como se aquele obstáculo fosse, na verdade, um desafio pra ela.
Ficou se alisando, já passava a mão na buceta dela e devagar, uns dedos começavam a se enfiar por ali. Olhando sem piscar pra aquelas pernas torneadas e aqueles ovos enormes. Devagar foi se aproximando, aí levou um susto, porque o irmão dela mexeu um pouco. Isso fez com que mais da pica ficasse à mostra, só a cabeçona gorda ainda estava coberta.
Fer movia a mão e os dedos cada vez mais rápido, chupava os dedos saboreando os próprios sucos e voltava à tarefa de se masturbar sem tirar os olhos da pica do irmão.
Mas a tesão tava tão alta, eu precisava ver ela completa, desafiadora, imponente, precisava ver ela em toda sua extensão totalmente ereta apontando pro céu, então ela se aproximou até ficar sentada ao lado do irmão e, devagar, puxou a coberta pra deixar a pica dura à mostra.
Lá estava ela mais uma vez, não importava que já tivesse visto antes, ainda parecia enorme de comprida, bem grossa, cheia de veias prestes a estourar e a cabeça rosada, brilhante e sedutora, como se pedisse ardentemente para levar um belo chupão. Fer não parava de enfiar os dedos, a buceta dela já era um verdadeiro charco, naquele quarto só se ouvia o barulho dos dedos entrando desesperadamente na buceta dela e gemidos doces que ela tentava disfarçar.
Via a pica dela, amava, era grande, muito grande, era grossa, muito grossa e o melhor, era do irmão dela, ficar lá no quarto dele, vendo ela em todo o esplendor enquanto ele dormia e ela, como se tivesse possuída, enfiando os dedos, fazia ela sofrer o maior tesão da vida dela. Aí, um pensamento passou pela cabeça dela: quando é que ia cruzar o caminho dela de novo um homem tão bem dotado? Tipo, nem todo mundo tem uma assim tão grande... e linda. Será que era errado querer sentir ela?
Pensava nisso, mas quase que imediatamente estico a mão e a coloco em cima da rola.
Assim que pegou nele, sentiu que o pau, por mero instinto, deu um leve pulo. Fer então segurou firme e percebeu que era tão grosso que sua mãozinha pequena não dava conta de envolver ele inteiro, era macio, era quente, prestou atenção e até conseguiu sentir como se aquele pau pulsasse, como se o contato de outra pele despertasse nela seu instinto animal. Fer mexia nele, gostava da sensação, admirava, se maravilhava com um pedaço de carne tão suculento sem parar de pensar como seria quando aquela besta decidisse furar uma buceta ou uma boca. "Ai não, com certeza você não consegue sentar por um mês", pensava Fer, mas isso, em vez de assustá-la, só a excitava ainda mais. Dava tesão ter na mão um pau tão lindo e grande, ainda mais sendo da mesma família dela.
Por baixo da mão, pego nos ovos grandes e gordos. Eram bem mais macios que o resto da piroca, senti eles pesados e meio duros, com certeza era disso que o Sebas tava falando quando dizia que tava doendo. Passei os dedos querendo fazer cócegas, depois fiquei brincando com eles como se fossem bolinhas antiestresse, o que parecia agradar o irmão dele. Porque ouvi um gemido leve, uma tensão nas pernas e a piroca deu um pulo que bateu no meu antebraço. Fer sorriu, ficou feliz em saber que os carinhos dele tavam fazendo efeito naquela piroca enorme.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tem muito cum, né – disse quase murmurando – coitadinha, faz tempo que não te tratam como você merece, não é?
Fer acariciava a cabeça enorme enquanto falava baixinho e doce com ele, como se fosse um bebê.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Com certeza você morre de vontade de enfiar num buraquinho bem apertadinho e molhadinho, né? Sinto como você vibra, cê gosta desses carinhos? Não precisa me responder, dá pra sentir como você fica tenso de repente, como se estivesse gritando: "Por favor, esvazia minhas bolas".
Bom – disse ele agora segurando ela firme pela cintura – não se preocupa, hoje sua irmãzinha vai te fazer gozar como nunca.
Ela começou então a masturbar o irmão. Primeiro com movimentos lentos e suaves, como fazendo carinho naquela pica enorme, mas depois de alguns minutos, começou a aumentar a velocidade. Subia e descia a mão cada vez mais rápido, cada vez com mais força. Às vezes, soltava o pau e massageava as bolas por alguns segundos, só para depois voltar a esfregar a mão inteira naquela carne toda.
Lembrou então do que o Sebas fazia, subiu até a cabeça grossa e, com o pulso, fez movimentos circulares. Sebas fez uma expressão de prazer enquanto soltava um gemido. Fer percebeu, mas não ligou, estava tão concentrada naquela tarefa que nada mais existia para ela, além da visão daquele pau enorme sendo estimulado pela mãozinha dela.
Por 10 minutos, a mão da Fer continuou no serviço, a piroca já tava vermelha da metade pra cima de tanta estimulação, mas a Fer só aumentava a velocidade, querendo que ele gozasse antes do irmão acordar. A buceta dela tava queimando, embora, paradoxalmente, parecesse um rio lá embaixo, o clitóris já tava tão inchado que bastava uma estimulação pequena pra alcançar o tão desejado orgasmo. Mas ela queria gozar vendo aquela maravilha da natureza gozar, sim, queria ter um orgasmo ao mesmo tempo que o Sebas.
Mas aí, por causa dos movimentos intensos do Fer e do prazer que ele tava dando, o Sebas acordou. No começo, ele não sacou o que tava rolando, mas em poucos segundos, ondas de prazer fizeram ele olhar pra baixo. Arregalou os olhos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, o que você tá fazendo?!
Diante daquele grito, Fer saiu do transe e pulou assustada. Só a piroca de imediato e olhou a cara do Sebas. Não era de raiva, mas sim de espanto. Ficou vermelha que nem um tomate, o pulso acelerou, não queria outra coisa senão que a terra a engolisse.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, responde – insistiu Sebas – o que você acha que estava fazendo?
Fer abaixou a cabeça cheia de vergonha, nem sabia o que dizer.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, olha pra mim – disse o irmão dela depois de alguns minutos – olha pra mim, por favor.
Diante da insistência, Fer fez isso, porém, ao fazer contato visual com ele, sentiu que não conseguia sustentar o olhar e até mesmo que ia começar a chorar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse Sebas acariciando a bochecha dela – não tô bravo, só... surpreso. Por favor, não chora, é que tudo isso é muito repentino e... estranho. Mas não se preocupa, não tem problema, só... me diz o que tá rolando.
Vou ver se tiro uns minutos, fico olhando fixo pra ele, Sebas até dou um sorriso. Mais calma, comecei a falar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas… eu… é… o papai mandou eu vir te acordar, porque você ia se atrasar pro trampo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom, então valeu, tô agradecido – disse ele sorrindo – mas, por que você tava batendo uma pra mim?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, Sebas, é que… sei lá, entrei e vi que você tava… excitado e seu… pau tava querendo sair e aí você se mexeu e deu pra ver tudo e… e… e… não consegui segurar a vontade de pegar nele.
Sebas olhou para Fer. Dizer aquilo tinha consumido toda a força de vontade dele, então ele baixou a cabeça de novo. Sabia que Fer estava falando do jeito mais sincero possível e, pensando bem, achou que era justo que ela também ficasse excitada, que sentisse um pouco de tesão também. Pô, Deus tinha visto ele se masturbar duas vezes! Com certeza Fer também precisava se aliviar, pensou ele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse ele, segurando o queixo dela pra olhar bem nos olhos – muito obrigado por vir me acordar. Foi… muito foda. Cê não tem que se envergonhar, nem sentir culpa ou nada disso. Eu, te repito, não tô puto contigo, só meio surpreso.
Mas – continuei – pra ser justo, te entendo. Deve ser difícil pra você ter me visto batendo uma e você sozinha no seu quarto. Sei que talvez você deve tar com um tesão acumulado, por isso não se preocupa, te entendo, maninha.
Fer corou de novo. Como que o irmão dela era sempre tão gostoso e compreensivo com ela? Instintivamente, ela se jogou pra abraçar ele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tá bom – falou depois de um minuto – se te ajudar me ver ou algo assim, fica à vontade, sem preocupação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—Tá falando sério? — perguntou Fer, surpresa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, pode fazer sem medo, maninha. Se eu puder te ajudar de algum jeito a se aliviar um pouco, é com maior prazer. Se quiser ver minha… pica, é só pedir e pronto. Me diz, você já se tocou me olhando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… — disse ela, nervosa — sim, me toquei um pouquinho.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me dá gosto – sorriu Sebas – assim como você me disse pra deixar os tabus pra trás, eu agora te digo o mesmo, se você precisa fazer ou quer minha ajuda, sem medo sempre, maninha.
Fer sorriu, deu um beijo na bochecha do Sebas, amava aquele homem. Sentia-se protegida e compreendida ao lado dele, mas mesmo assim, não podia ignorar que a pica enorme do Sebas não tinha diminuído nada em tamanho e grossura.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer – seu pau continua muito duro e grande.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, maninha, é que, na real, o que você tava fazendo comigo era muito gostoso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério? Cê gostou muito de mim?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Acordei e quase gozei na hora.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério mesmo que você tava quase gozando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, maninha.
Fer com mais confiança, pegou de novo na pica do irmão, começando um vai e vem lento. Sebas, ao ver aquela cena, sentiu um gostoso formigamento na pica.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer docemente – deixa eu fazer você gozar.
Sebas não respondeu, só passou as mãos atrás da cabeça e se deitou tranquilão, dando carta branca pra Fer fazer o que quisesse. E foi o que ela fez: nos minutos seguintes, a irmã dele ficou puxando a rola dele. Ia devagar, depois acelerava, apertava, se divertia especialmente com a cabeçona grossa e os ovozão pesado. Era o que mais deixava Sebas louco.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você gosta disso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, Fer, é muito gostoso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso aqui?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, Fer, você faz isso maravilhosamente bem.
A Fer adorava ouvir isso, por isso de vez em quando perguntava pro Sebas, só pra ouvir uma resposta que já sabia. Mesmo ele aumentando o ritmo e metendo forte, depois de mais 6 minutos intensos, a pica continuava firme e pronta pra guerra.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ai, Sebas, que resistência você tem!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Continua, Fer – ela disse gemendo – continua, por favor, continua.
Ouvir o irmão dela naquela situação atiçou o lado mais tarado dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É isso que você quer, que eu continue puxando essa sua pica enorme? Te excita, eu posso sentir. Te deixa louco que sua irmãzinha veio puxar ela pra você?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, você me deixou no ponto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A ponto de quê? A ponto de encher a mão da sua irmãzinha com a sua porra? Seu filho da puta.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ai não, Fer, você vai me fazer gozar muito!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai logo então, Sebas, deixa eu ver quanto tesão eu tô te dando. Solta tudo, não para, mostra pra sua irmãzinha quanta porra você tem guardada nesses ovo enormes. Me ensina como goza um pau de verdade igual o seu.
Ai, que ele é bem grosso e comprido! Minha mãozinha pobre não dá conta, pouca gente deve aguentar ele. Mas vou te falar, eu adoro. Adoro ver ele durinho, com essas veias prestes a estourar e tão duro que parece um ferro.
Fer então se deitou ao lado dela, sem parar de bater uma nem por um segundo, enquanto Sebas mantinha os olhos fechados, totalmente focado no próprio prazer, com uma careta que mostrava que estava prestes a gozar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sabe de uma coisa – disse ele, sussurrando no ouvido dela – eu gosto tanto de você que vou te puxar uma punheta toda manhã.
Sebas não aguentou mais, as pernas dele ficaram tensas, a piroca inchou e cresceu um pouco mais de largura e de comprimento. Ele gemeu e até deu um pequeno pulo. A porra começou a sair, como uma mangueira de pressão, jato após jato jorrando, parecia uma fonte. Os tiros eram abundantes e muito longos, a mão da Fer apontou na direção do rosto dela, fazendo com que os primeiros jatos acertassem o peito e o queixo da Fer, os seguintes foram igualmente abundantes, mas não tão longos, então acabaram acertando o peito do Sebas.
Fer perdeu a conta de quantas gozadas saíram da pica enorme do Sebas, só ficava olhando fascinada enquanto no peito do irmão dela, ia se formando aos poucos um lagozinho de porra. Não soube quanto tempo durou, mas quando finalmente acabou, a rola satisfeita ficou deitada sobre uma das coxas do irmão dela. Meu deus do céu, parecia uma terceira perna!
A porra tinha espirrado nos peitos dela e até no queixo, como é que um homem conseguia produzir tanta porra assim?
Sebas aproveitou que a irmã ainda tava pasma com aquela gozada, virou a cabeça e beijou ela. Não foi um beijo longo, nem sensual, foi um beijo meigo e não durou muito. Fer nem entendeu o que tinha rolado, de repente a mente dela ficou em branco e ela só fechou os olhos, deixou o irmão brincar com os lábios dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu, Fer – disse Sebas quando se afastou dela – nunca tinha gozado desse jeito.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Este…
-Irmãzinha, te adoro, você é a melhor.
Sebas dedicou um sorriso pra ela que fez ela corar. Ele se levantou, pegou uma toalha que tava por perto e limpou a maior parte da porra do corpo dele, e rapidão entrou no banheiro pra tomar um banho.
Fer, por puro instinto, levei a mão na buceta dela, que parecia implorar, por favor, que eu desse a satisfação do orgasmo. Ela fechou os olhos, apertou e fez círculos no clitóris e, rapidamente, começou a se contorcer, o corpo ficou tenso, arqueou as costas. Deu um grito tão alto que desejei que o barulho da água fosse forte o bastante para abafar, porque com certeza o irmão dela teria se assustado.
As pernas tremeram, sentiu correntes elétricas pelo corpo todo e então, no auge do orgasmo, sentiu que se mijava. Um jorro forte e pressurizado saiu da buceta dela, molhando parte da cama e o pijama, deixando-a encharcada. Por um instante, ficou em branco, só sentindo prazer, e quando finalmente um pensamento cruzou a mente dela, foi a lembrança daquela pica enorme se esvaziando graças às carícias da mãozinha dela.
Continua...

Terça-feira. 22h30. Em silêncio, a família reunida está jantando. Tom chegou cansado depois do dia puxado, e a situação parece meio estranha pra ele, já que normalmente Sebas e Fer ficam zoando alguma coisa, enquanto ele escuta atento e tenta entender do que estão falando. Mas hoje à noite, a filha dele janta de cabeça baixa, olhando fixamente pro prato, igual quando era criança e tava triste porque tinha sido castigada. Já o Sebas tinha colocado um vídeo no celular, que assistia enquanto comia, de fone de ouvido.
Tom terminou de jantar e, pra tentar mudar o clima, chamou os dois filhos pra prestarem atenção.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Galera, não sei o que deu em vocês hoje, mas preciso fazer um anúncio – falou olhando pros dois – a construtora me pediu pra ir vistoriar uma obra em Guadalajara, então vou ficar fora uma semana. Então, espero que não estejam brigados ou algo assim, porque nesse tempo, vocês dois vão ter que cuidar da casa e de si mesmos.
Fer e Sebas se viraram pra se olhar, era a primeira vez que se viam desde algumas horas atrás, quando a punheta tinha rolado. Nenhum dos dois sorriu, só ficaram se encarando, num olhar de cumplicidade.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Claro, véio – disse Sebas – não tem nada pra se preocupar, tá tudo certo entre nós, né Fer?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, claro – apressou-se a dizer.
Tom olhou para os dois novamente. Quando o olhar pousou em Fer, ela sorriu levemente. Tom, não muito convencido, deu seu sinal verde.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—E quando você vai embora? — perguntou Fer.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sexta à noite ou sábado de manhã, ainda não defini direito o horário, porque na construtora não me falaram nada concreto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, já vi – disse Fer fazendo uma careta – a gente vai sentir muita saudade de você, papai.
-—E eu também pequei — disse acariciando a bochecha da filha — mas sei que meus filhos vão se comportar, que a casa vai estar intacta quando eu voltar e não vão fazer nada de errado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por que você tá olhando pra mim?" – disse Sebas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, não sei, talvez porque um dia desses você resolva marcar um encontro com os amigos pra aliviar o estresse do trabalho e, quem sabe, esse encontro acabe saindo do controle.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, não me faz rir, véi – disse Sebas entre risadas – tenho tanta trampa pra fazer que a última coisa que passa pela minha cabeça é fazer uma festa ou encher a cara.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom – disse Tom em tom sério – vou acreditar em você, espero que não traia essa confiança.
Fer subiu pro quarto dele, enquanto Sebas e o pai continuaram batendo papo sobre bobeiras enquanto arrumavam a mesa e lavavam a louça. Quando soube daquela notícia, a mente dele começou a viajar com mil ideias.
Uma semana, uma semana inteira sozinha com o Sebas! Era a única coisa em que conseguia pensar naquela hora, e pra piorar, a única lembrança que tinha do irmão era daquele momento estranho e tarado em que o viu se masturbando até jorrar longos esguichos de porra. O que será que vai rolar agora? Esses momentos vão ser mais frequentes? Ela roía as unhas enquanto pensava nisso e em mil outras coisas ao mesmo tempo. Um calorzinho gostoso e excitante começava a aparecer no meio das pernas dela, como se a buceta dela estivesse feliz em saber que, por uma semana inteira, ela teria aquela pica enorme à disposição.
Quarta-feira. 8h da manhã. Fer acordou assustada. Tinha tido um sonho bem estranho, nele, ela e Irving tinham ido a um bar gay, dançavam e cantavam enquanto tomavam umas cervejas, nada fora do normal, já que isso era costume entre eles. De repente, a gente começava a se amontoar em volta de uma mesa onde pessoas subiam pra dançar. Entre aplausos e assobios, um jovem de máscara e quase totalmente pelado era colocado em cima da mesa.
No começo, ele tava meio nervoso porque só tava de cueca. A música parou e, pelas caixas de som, uma voz começou a chamar as mulheres que topassem subir pra dançar com aquele cara. Só que tinha uma regra: a mina tinha que ser hétero. Já que era um bar gay, isso não impedia que entrasse muita gente com gostos diferentes, mas, na real, ver um hétero por lá era algo totalmente raro.
Os assobios e gritos começaram a aumentar, porque a regra pareceu absurda pra maioria dos presentes. Até que o Irving, tentando pregar uma peça, gritou: "Ô, minha amiga aqui adora pica!". Aí todo mundo começou a exigir que ela subisse. Empurrões, aplausos, assobios e gritos — Fer sentiu que todo mundo tava contra ela e, não aguentando mais a pressão social, subiu na mesa cheia de nervoso junto com o cara. Então a música começou a tocar e, no ritmo do reggaeton, os dois começaram a dançar. Mas o público queria mais espetáculo, então começaram a pedir movimentos melhores e mais sensuais. Diante disso, Fer e o garoto se grudaram um no outro e começaram a dançar de um jeito muito mais safado. Fer mandou uns rebolados que faziam a bunda dela pular de um jeito obsceno e super gostoso. O cara, por sua vez, se colocou atrás de Fer, encostando o pau na bunda dela e simulando movimentos de sexo. Agarrou ela pela cintura, deu uns tapinhas na bunda e acompanhou os movimentos com a pélvis.
Foi se deixando levar, já tava meio bebida e a sensação da bunda dela colada no pau do garoto parecia excitante, já que todo mundo tava vendo aquela ação.
Continuaram assim a música inteira, até que ouço uma voz bem clara dizendo “Já subiu pra ele, manda ele tirar”. Aí Fer virou pra olhar o garoto, melhor dizendo, a pica do garoto, que aparecia ereta e desafiadora, saindo da cueca. E aquela pica era idêntica à do irmão dela. Foi aí que Fer acordou.
Fermi fica olhando pro teto por 5 minutos, aliviada porque tudo tinha sido um sonho, mas sentia os peitos inchados, os bicos duros e um pouco de suco escorrendo da buceta dela. Aquele sonho tinha deixado ela excitada. Ela desce a mão, enfia dentro da calça e, afastando a calcinha fio dental, acaricia toda a fenda da buceta dela. Nossa, que gostoso que foi! Ela soltou um gemido e as pernas tremeram levemente; ela pensava que tinha sido só um pouco, mas o corpo dela e, mais especificamente, a xereca dela, diziam que aquilo tinha sido excitante demais.
Diante disso, não tinha outro jeito senão se masturbar de novo. Só que com a excitação que tava, com certeza em menos de 5 minutos ela já tava gozando de um jeito super gostoso e sensual no meio da cama. Mas quando ela ia começar essa tarefa, alguém bateu na porta dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, já acordou?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… sim, papai. O que foi?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Que bom, filha, não queria ter que te acordar. Olha, preciso ir agora porque teve um acidente ontem à noite na obra enquanto descarregavam uns materiais. Te peço pra acordar logo seu irmão de uma vez, ele vai se atrasar, por favor.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, pai, não se preocupa, eu acordo o Sebas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mas acorda ele logo, muito obrigada filha, te amo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te amo, pai. Tenha um bom dia.
Fer então se levantou, arrumou a cama rapidinho e, do jeito que tava, saiu do quarto. Ouviu lá longe a porta da casa bater.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas, já acordou?
Fer não obteve resposta, bateu mais forte.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas, já são oito e quinze, vai ficar tarde pra você.
Mas de novo não obteve resposta.
Então a Fer abriu a porta e entrou. Encontrou a cama toda desarrumada e debaixo das cobertas, provavelmente estava o irmão dela. Foi se aproximando e quando chegou no pé da cama, conseguiu ver que algumas partes do corpo nu dele estavam aparecendo, uma delas era o rosto, que mostrava que ele dormia tranquilamente. Por outro lado, na virilha dele, uma ereção bem dura mostrava pra Fer que ele tava tendo um sonho bem agitado.
Claro, o tesão com que ela tinha acordado não tinha desaparecido de jeito nenhum, e a imagem daquela ereção dura voltava a avivar o fogo. Fer ficou olhando pra ele, só uma parte da base da pica dava pra ver, os testículos grandes e redondos e parte da base, quase a maior parte do tronco e a cabeça continuavam escondidos pelas cobertas, mas aquela pica lutava pra sair. Como se aquele obstáculo fosse, na verdade, um desafio pra ela.
Ficou se alisando, já passava a mão na buceta dela e devagar, uns dedos começavam a se enfiar por ali. Olhando sem piscar pra aquelas pernas torneadas e aqueles ovos enormes. Devagar foi se aproximando, aí levou um susto, porque o irmão dela mexeu um pouco. Isso fez com que mais da pica ficasse à mostra, só a cabeçona gorda ainda estava coberta.
Fer movia a mão e os dedos cada vez mais rápido, chupava os dedos saboreando os próprios sucos e voltava à tarefa de se masturbar sem tirar os olhos da pica do irmão.
Mas a tesão tava tão alta, eu precisava ver ela completa, desafiadora, imponente, precisava ver ela em toda sua extensão totalmente ereta apontando pro céu, então ela se aproximou até ficar sentada ao lado do irmão e, devagar, puxou a coberta pra deixar a pica dura à mostra.
Lá estava ela mais uma vez, não importava que já tivesse visto antes, ainda parecia enorme de comprida, bem grossa, cheia de veias prestes a estourar e a cabeça rosada, brilhante e sedutora, como se pedisse ardentemente para levar um belo chupão. Fer não parava de enfiar os dedos, a buceta dela já era um verdadeiro charco, naquele quarto só se ouvia o barulho dos dedos entrando desesperadamente na buceta dela e gemidos doces que ela tentava disfarçar.
Via a pica dela, amava, era grande, muito grande, era grossa, muito grossa e o melhor, era do irmão dela, ficar lá no quarto dele, vendo ela em todo o esplendor enquanto ele dormia e ela, como se tivesse possuída, enfiando os dedos, fazia ela sofrer o maior tesão da vida dela. Aí, um pensamento passou pela cabeça dela: quando é que ia cruzar o caminho dela de novo um homem tão bem dotado? Tipo, nem todo mundo tem uma assim tão grande... e linda. Será que era errado querer sentir ela?
Pensava nisso, mas quase que imediatamente estico a mão e a coloco em cima da rola.
Assim que pegou nele, sentiu que o pau, por mero instinto, deu um leve pulo. Fer então segurou firme e percebeu que era tão grosso que sua mãozinha pequena não dava conta de envolver ele inteiro, era macio, era quente, prestou atenção e até conseguiu sentir como se aquele pau pulsasse, como se o contato de outra pele despertasse nela seu instinto animal. Fer mexia nele, gostava da sensação, admirava, se maravilhava com um pedaço de carne tão suculento sem parar de pensar como seria quando aquela besta decidisse furar uma buceta ou uma boca. "Ai não, com certeza você não consegue sentar por um mês", pensava Fer, mas isso, em vez de assustá-la, só a excitava ainda mais. Dava tesão ter na mão um pau tão lindo e grande, ainda mais sendo da mesma família dela.
Por baixo da mão, pego nos ovos grandes e gordos. Eram bem mais macios que o resto da piroca, senti eles pesados e meio duros, com certeza era disso que o Sebas tava falando quando dizia que tava doendo. Passei os dedos querendo fazer cócegas, depois fiquei brincando com eles como se fossem bolinhas antiestresse, o que parecia agradar o irmão dele. Porque ouvi um gemido leve, uma tensão nas pernas e a piroca deu um pulo que bateu no meu antebraço. Fer sorriu, ficou feliz em saber que os carinhos dele tavam fazendo efeito naquela piroca enorme.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tem muito cum, né – disse quase murmurando – coitadinha, faz tempo que não te tratam como você merece, não é?
Fer acariciava a cabeça enorme enquanto falava baixinho e doce com ele, como se fosse um bebê.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Com certeza você morre de vontade de enfiar num buraquinho bem apertadinho e molhadinho, né? Sinto como você vibra, cê gosta desses carinhos? Não precisa me responder, dá pra sentir como você fica tenso de repente, como se estivesse gritando: "Por favor, esvazia minhas bolas".
Bom – disse ele agora segurando ela firme pela cintura – não se preocupa, hoje sua irmãzinha vai te fazer gozar como nunca.
Ela começou então a masturbar o irmão. Primeiro com movimentos lentos e suaves, como fazendo carinho naquela pica enorme, mas depois de alguns minutos, começou a aumentar a velocidade. Subia e descia a mão cada vez mais rápido, cada vez com mais força. Às vezes, soltava o pau e massageava as bolas por alguns segundos, só para depois voltar a esfregar a mão inteira naquela carne toda.
Lembrou então do que o Sebas fazia, subiu até a cabeça grossa e, com o pulso, fez movimentos circulares. Sebas fez uma expressão de prazer enquanto soltava um gemido. Fer percebeu, mas não ligou, estava tão concentrada naquela tarefa que nada mais existia para ela, além da visão daquele pau enorme sendo estimulado pela mãozinha dela.
Por 10 minutos, a mão da Fer continuou no serviço, a piroca já tava vermelha da metade pra cima de tanta estimulação, mas a Fer só aumentava a velocidade, querendo que ele gozasse antes do irmão acordar. A buceta dela tava queimando, embora, paradoxalmente, parecesse um rio lá embaixo, o clitóris já tava tão inchado que bastava uma estimulação pequena pra alcançar o tão desejado orgasmo. Mas ela queria gozar vendo aquela maravilha da natureza gozar, sim, queria ter um orgasmo ao mesmo tempo que o Sebas.
Mas aí, por causa dos movimentos intensos do Fer e do prazer que ele tava dando, o Sebas acordou. No começo, ele não sacou o que tava rolando, mas em poucos segundos, ondas de prazer fizeram ele olhar pra baixo. Arregalou os olhos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, o que você tá fazendo?!
Diante daquele grito, Fer saiu do transe e pulou assustada. Só a piroca de imediato e olhou a cara do Sebas. Não era de raiva, mas sim de espanto. Ficou vermelha que nem um tomate, o pulso acelerou, não queria outra coisa senão que a terra a engolisse.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, responde – insistiu Sebas – o que você acha que estava fazendo?
Fer abaixou a cabeça cheia de vergonha, nem sabia o que dizer.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, olha pra mim – disse o irmão dela depois de alguns minutos – olha pra mim, por favor.
Diante da insistência, Fer fez isso, porém, ao fazer contato visual com ele, sentiu que não conseguia sustentar o olhar e até mesmo que ia começar a chorar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse Sebas acariciando a bochecha dela – não tô bravo, só... surpreso. Por favor, não chora, é que tudo isso é muito repentino e... estranho. Mas não se preocupa, não tem problema, só... me diz o que tá rolando.
Vou ver se tiro uns minutos, fico olhando fixo pra ele, Sebas até dou um sorriso. Mais calma, comecei a falar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas… eu… é… o papai mandou eu vir te acordar, porque você ia se atrasar pro trampo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom, então valeu, tô agradecido – disse ele sorrindo – mas, por que você tava batendo uma pra mim?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, Sebas, é que… sei lá, entrei e vi que você tava… excitado e seu… pau tava querendo sair e aí você se mexeu e deu pra ver tudo e… e… e… não consegui segurar a vontade de pegar nele.
Sebas olhou para Fer. Dizer aquilo tinha consumido toda a força de vontade dele, então ele baixou a cabeça de novo. Sabia que Fer estava falando do jeito mais sincero possível e, pensando bem, achou que era justo que ela também ficasse excitada, que sentisse um pouco de tesão também. Pô, Deus tinha visto ele se masturbar duas vezes! Com certeza Fer também precisava se aliviar, pensou ele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse ele, segurando o queixo dela pra olhar bem nos olhos – muito obrigado por vir me acordar. Foi… muito foda. Cê não tem que se envergonhar, nem sentir culpa ou nada disso. Eu, te repito, não tô puto contigo, só meio surpreso.
Mas – continuei – pra ser justo, te entendo. Deve ser difícil pra você ter me visto batendo uma e você sozinha no seu quarto. Sei que talvez você deve tar com um tesão acumulado, por isso não se preocupa, te entendo, maninha.
Fer corou de novo. Como que o irmão dela era sempre tão gostoso e compreensivo com ela? Instintivamente, ela se jogou pra abraçar ele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tá bom – falou depois de um minuto – se te ajudar me ver ou algo assim, fica à vontade, sem preocupação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—Tá falando sério? — perguntou Fer, surpresa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, pode fazer sem medo, maninha. Se eu puder te ajudar de algum jeito a se aliviar um pouco, é com maior prazer. Se quiser ver minha… pica, é só pedir e pronto. Me diz, você já se tocou me olhando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… — disse ela, nervosa — sim, me toquei um pouquinho.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me dá gosto – sorriu Sebas – assim como você me disse pra deixar os tabus pra trás, eu agora te digo o mesmo, se você precisa fazer ou quer minha ajuda, sem medo sempre, maninha.
Fer sorriu, deu um beijo na bochecha do Sebas, amava aquele homem. Sentia-se protegida e compreendida ao lado dele, mas mesmo assim, não podia ignorar que a pica enorme do Sebas não tinha diminuído nada em tamanho e grossura.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer – seu pau continua muito duro e grande.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, maninha, é que, na real, o que você tava fazendo comigo era muito gostoso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério? Cê gostou muito de mim?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Acordei e quase gozei na hora.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério mesmo que você tava quase gozando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, maninha.
Fer com mais confiança, pegou de novo na pica do irmão, começando um vai e vem lento. Sebas, ao ver aquela cena, sentiu um gostoso formigamento na pica.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer docemente – deixa eu fazer você gozar.
Sebas não respondeu, só passou as mãos atrás da cabeça e se deitou tranquilão, dando carta branca pra Fer fazer o que quisesse. E foi o que ela fez: nos minutos seguintes, a irmã dele ficou puxando a rola dele. Ia devagar, depois acelerava, apertava, se divertia especialmente com a cabeçona grossa e os ovozão pesado. Era o que mais deixava Sebas louco.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você gosta disso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, Fer, é muito gostoso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso aqui?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, Fer, você faz isso maravilhosamente bem.
A Fer adorava ouvir isso, por isso de vez em quando perguntava pro Sebas, só pra ouvir uma resposta que já sabia. Mesmo ele aumentando o ritmo e metendo forte, depois de mais 6 minutos intensos, a pica continuava firme e pronta pra guerra.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ai, Sebas, que resistência você tem!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Continua, Fer – ela disse gemendo – continua, por favor, continua.
Ouvir o irmão dela naquela situação atiçou o lado mais tarado dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É isso que você quer, que eu continue puxando essa sua pica enorme? Te excita, eu posso sentir. Te deixa louco que sua irmãzinha veio puxar ela pra você?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, você me deixou no ponto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A ponto de quê? A ponto de encher a mão da sua irmãzinha com a sua porra? Seu filho da puta.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ai não, Fer, você vai me fazer gozar muito!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai logo então, Sebas, deixa eu ver quanto tesão eu tô te dando. Solta tudo, não para, mostra pra sua irmãzinha quanta porra você tem guardada nesses ovo enormes. Me ensina como goza um pau de verdade igual o seu.
Ai, que ele é bem grosso e comprido! Minha mãozinha pobre não dá conta, pouca gente deve aguentar ele. Mas vou te falar, eu adoro. Adoro ver ele durinho, com essas veias prestes a estourar e tão duro que parece um ferro.
Fer então se deitou ao lado dela, sem parar de bater uma nem por um segundo, enquanto Sebas mantinha os olhos fechados, totalmente focado no próprio prazer, com uma careta que mostrava que estava prestes a gozar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sabe de uma coisa – disse ele, sussurrando no ouvido dela – eu gosto tanto de você que vou te puxar uma punheta toda manhã.
Sebas não aguentou mais, as pernas dele ficaram tensas, a piroca inchou e cresceu um pouco mais de largura e de comprimento. Ele gemeu e até deu um pequeno pulo. A porra começou a sair, como uma mangueira de pressão, jato após jato jorrando, parecia uma fonte. Os tiros eram abundantes e muito longos, a mão da Fer apontou na direção do rosto dela, fazendo com que os primeiros jatos acertassem o peito e o queixo da Fer, os seguintes foram igualmente abundantes, mas não tão longos, então acabaram acertando o peito do Sebas.
Fer perdeu a conta de quantas gozadas saíram da pica enorme do Sebas, só ficava olhando fascinada enquanto no peito do irmão dela, ia se formando aos poucos um lagozinho de porra. Não soube quanto tempo durou, mas quando finalmente acabou, a rola satisfeita ficou deitada sobre uma das coxas do irmão dela. Meu deus do céu, parecia uma terceira perna!
A porra tinha espirrado nos peitos dela e até no queixo, como é que um homem conseguia produzir tanta porra assim?
Sebas aproveitou que a irmã ainda tava pasma com aquela gozada, virou a cabeça e beijou ela. Não foi um beijo longo, nem sensual, foi um beijo meigo e não durou muito. Fer nem entendeu o que tinha rolado, de repente a mente dela ficou em branco e ela só fechou os olhos, deixou o irmão brincar com os lábios dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu, Fer – disse Sebas quando se afastou dela – nunca tinha gozado desse jeito.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Este…
-Irmãzinha, te adoro, você é a melhor.
Sebas dedicou um sorriso pra ela que fez ela corar. Ele se levantou, pegou uma toalha que tava por perto e limpou a maior parte da porra do corpo dele, e rapidão entrou no banheiro pra tomar um banho.
Fer, por puro instinto, levei a mão na buceta dela, que parecia implorar, por favor, que eu desse a satisfação do orgasmo. Ela fechou os olhos, apertou e fez círculos no clitóris e, rapidamente, começou a se contorcer, o corpo ficou tenso, arqueou as costas. Deu um grito tão alto que desejei que o barulho da água fosse forte o bastante para abafar, porque com certeza o irmão dela teria se assustado.
As pernas tremeram, sentiu correntes elétricas pelo corpo todo e então, no auge do orgasmo, sentiu que se mijava. Um jorro forte e pressurizado saiu da buceta dela, molhando parte da cama e o pijama, deixando-a encharcada. Por um instante, ficou em branco, só sentindo prazer, e quando finalmente um pensamento cruzou a mente dela, foi a lembrança daquela pica enorme se esvaziando graças às carícias da mãozinha dela.
Continua...
1 comentários - Ajuda em Família (3)
Que delicia de relato