A verdade é que depois do post anterior me senti muito melhor por ter conseguido contar, não teve muita atenção, mas não é exatamente isso que tô procurando, então vou contar outra experiência que tive, uns meses depois do meu aniversário.
Foi também numa noite que saí, mas num contexto diferente.
Tinha ido com uns amigos pra uma festa numa casa, chegamos, tudo certo, eu tava bebendo álcool, mas meus amigos tinham levado pó, eu não uso, então não toquei naquilo, tava tudo normal até um momento em que a gente ouve a polícia chegando, e batendo na porta. Aí todo mundo começou a sair pelos fundos ou a sair junto, e meus amigos estavam nervosos por causa do que tinham. Falaram que não podiam ser pegos com aquilo e me deram tudo. Disseram que comigo não iam falar nada, que não iam desconfiar. Questão que consegui sair e quando tava indo embora um policial me mandou chegar perto, que eu ia ficar detida um momento por estar na festa. Cheguei perto e veio uma policial e começou a me revistar. Eu tinha uma bolsinha onde tinha colocado tudo. Mandaram eu mostrar o que tinha na bolsa, eu falei que não tinha nada, só dinheiro e os documentos, mas mandaram eu tirar tudo e eu não queria, então só tirei o que falei que tinha. Aí o policial pegou, olhou dentro da bolsa e viu o que tinha e falou "E isso? Você vai ter que vir com a gente." Me colocaram numa viatura e enquanto me levavam pra delegacia, eu falei que aquilo não era meu, que alguém tinha colocado lá, que por favor me deixassem ir, mas não respondiam. Sério, me sentia muito mal e não sabia pra quem contar.
Chegamos na delegacia e me colocaram numa sala com uma oficial mulher e um homem. Começaram a me perguntar o que eu tava fazendo com tanta quantidade, se alguém tinha me dado pra vender, que eu falasse que tava segura ali, e eu só dizia que não sabia.
Realmente tava desesperada porque não sabia o que ia acontecer comigo, não queria Estar ali e comecei a pensar em como poderia "dar um jeito" de escapar, e lembrei daquela vez no meu aniversário, o que aquele cara tinha feito comigo e como eu tinha passado. Me veio uma ideia, não sabia se ia funcionar ou não, mas tinha que tentar.
Em um momento, a policial sai do lugar e o homem fica sozinho. Eu fiquei meio envergonhada porque ele era um cara de uns 40 anos e eu tinha só 18, mas mesmo assim perguntei o que eu podia fazer para escapar e que não queria ficar ali. Ele respondeu que não dava, que agora era esperar pra ver o que iam fazer comigo. Eu insisti de novo e falei que fazia qualquer coisa. Ele ficou calado.
E agora talvez alguém me julgue, mas eu tava muito desesperada e assustada, então fiz o seguinte: me ajoelhei na frente dele e falei que era dele, que podia fazer o que quisesse comigo. Mas ele ficou em silêncio e mal me olhou. Já não sabia mais o que fazer, tinha que achar um jeito de convencer ele. Eu tava usando uma saia curta e uma regata justa, então me levantei, apoiei os braços numa mesa que tinha, de costas pro policial, e levantei a saia. Passaram uns segundos em silêncio e ouvi a porta abrir. Olhei e era ele, verificando se vinha alguém. Depois disso, ele se aproximou e começou a me apalpar, a passar a mão na minha bunda, na minha cintura. Em um momento, ele puxou minha calcinha fio dental e eu pensei que ia me penetrar ali, mas não. Ele começou a pegar muito na minha bunda, mas ajeitou a calcinha de novo, baixou minha saia e falou: "Senta, que agora já sei o que vamos fazer com você". E chamou pelo rádio outros policiais, que chegaram um tempo depois. Entraram, me viram e perguntaram pro cara que tinha me apalpado o que tava rolando. Aí eles saíram pra fora e conversaram, não consegui ouvir nada. Depois, um dos que tinha chegado entrou e falou pra eu ficar tranquila, que já ia embora, mas que precisavam me transferir pra outra delegacia. Eu falei: "Tá bom, valeu", e ele foi embora.
Fiquei sozinha um tempo até que a polícia voltou e disse que eu já ia, que me tava esperando um celular
Ele me tira do lugar e me leva até a viatura, onde o cara que eu tinha convencido tava dirigindo. Entro no banco de trás e os dois que vieram depois sobram do meu lado, um na direita e outro na esquerda, também eram caras grandes pra mim, uns 35-40 anos. Ele começa a dirigir por um tempinho mais ou menos longo, tudo sem falar uma palavra. Chegamos em outra delegacia, todos descem e mandam eu descer. Pegaram uma chave e abriram, parecia que era uma delegacia que tava fechada ou já não funcionava mais, mas pensei que talvez ali já me soltassem. Me levaram pra uma sala igual à da outra delegacia, com uma mesa e uma cadeira. Me deixaram lá e ficaram fora falando alto, e aí sim consegui ouvir. Começaram a dizer: "Vou eu primeiro, hein", "Não, deixa eu primeiro". Perguntavam quantos anos eu tinha, e o que já sabia disse 18, e começaram a comemorar e rir. Eu suspeitava de algo, mas não sabia o que ia rolar.
Os três entraram, e o que tinha me pegado primeiro antes me diz: "Faz o que fez antes e vai embora". Então me virei de novo de costas pra mesa e levantei a saia, mas dessa vez pros três. E aí começam a dizer: "que gostosa", "que loira gostosa", "que delícia isso", e em seguida me davam tapas na bunda e me apalpavam.
E bom, já nessa altura eu sabia o que ia acontecer, e de certa forma acho que tava de boa, era o jeito que eu tinha de me livrar e eu mesma tinha pensado nisso. Me ofereci em troca de não acontecer nada comigo, e eles aceitaram. Então depois de me apalparem, um fala: "Beleza, então, saiam". E eu ouço ele desafivelando o cinto. Os outros saem, o que ficou tira o colete, chega perto de mim e pergunta: "É verdade que você faz qualquer coisa?" Eu olho pra ele e balanço a cabeça que sim. Então ele me pega pela cabeça e diz: "Chupa", e tira o pau pra fora. Eu começo a fazer sexo oral nele por um tempo até ele mandar eu ficar de quatro no chão. Faço isso e ele se ajoelha. e enquanto a tanga desliza, ela me chama de garota linda, apoia uma mão no meu ombro e a outra na minha cintura e me penetra, assim que faz, solta um gemido bem alto, começou a se mexer e continuava gemendo pra caralho, me comeu por um tempinho só, bem pouco, até que tirou, gozou e jogou tudo na minha bunda e na roupa, seguido de vários gemidos, se levanta, aperta o cinto e antes de sair pega as algemas que tinha, coloca na minha mão direita e prende na perna da mesa, de um jeito que eu não conseguia me levantar, e vai embora.
Entra o cara que eu tinha convencido e me fala "eu fui quem te fez sair, então o meu vai sair mais caro, meu amor" eu o tempo todo sem falar nada, ele tira o colete e a calça e se ajoelha atrás de mim, me segura pelo queixo e me penetra, começa a meter e tirar enquanto me dava tapas na bunda, me senti meio desconfortável porque ele era bem maior que eu, mas eu me ofereci, então deixei ele fazer o que quisesse, ficou um bom tempo assim, até que começa a enfiar o dedo no meu cu, tira e me fala que sou uma loira gostosa, que adorava, e começou a meter no meu cu, já tinha dado o cu antes, então não foi difícil, quando enfiou o máximo que podia, o cara começou a soltar gemidos fortes e não parava de falar que eu tenho uma bunda linda, e pra mim foi quase impossível ficar calada quando ele me penetrou daquele jeito, soltei gemidos e reclamações e ele disse "que lindo que você gosta, garota, que lindo", mas se mexeu duas ou três vezes e gozou dentro do meu cu, esse pra ser sincera eu curti, principalmente porque era ele a quem eu tinha me entregado, por assim dizer, fica um tempo com o pau dentro de mim até dar uma baixada, tira e começa a sair um pouco do sêmen dele, ele se levanta, veste a calça, me dá um tapa na bunda e sai.
Entra o último, mas esse parou na minha frente e ficou me olhando um tempo, não sei por que, mas por um momento pensei que não Eu não queria fazer nada, ele me perguntou como eu tava e eu falei que bem, e perguntei o que ele ia fazer e ele disse que nada, que ele não ia me fazer nada, falou que a filha dele também tem 18, e que não tava afim de me fazer nada. Eu, num tom de brincadeira, falei que os colegas dele aproveitaram bastante, ele respondeu "é, já vi" e disse que era importante eu não falar nada do que aconteceu, pelo bem de todo mundo, e eu falei que não ia contar nada, que eu tinha me oferecido e que não era culpa de ninguém. Ele ficou me olhando e foi em direção à porta, que tava nas minhas costas, e eu escutei ele parar. Me virei um pouco, porque não conseguia muito por causa das algemas, e ele tava olhando pra minha bunda. Ele viu que eu percebi e eu me virei, escutei ele baixar as calças e senti ele se ajoelhar rodeando minhas pernas. Ele tapou minha boca com a mão, falou "desculpa" e me penetrou. Fez isso por uns 5 minutos, tirou e gozou na minha frente, e meteu na minha boca e começou a chupar minha buceta até eu sentir que ele terminou. Ele me olhou, ainda com o pau na minha boca, e falou "engole e vai embora". Eu olhei pra ele e balancei a cabeça, ele tirou o pau da minha boca, eu engoli e mostrei pra ele. Ele me olhou, se vestiu direito, tirou minhas algemas e foi embora. Daí a pouco voltou e me trouxe uns pedaços de papel toalha pra eu limpar o esperma dos outros. Eu agradeci e ele foi embora. Me limpei bem, arrumei minha roupa e sentei. Ele entrou com o cara que eu tinha combinado e falou "bom, já vai embora". Mandaram eu andar até a porta, eu saí, um deles fechou, subiram no carro e foram embora.
Tive que voltar sozinha, fiquei com um pouco de medo, mas não consigo explicar a felicidade que eu senti de ter escapado daquilo. Já nem lembrava mais do que tinha acontecido, tava de boa.
Às vezes é só se oferecer mesmo, não tem nada de errado. Tem vezes que a gente se oferece e nem percebe, como contei no meu relato anterior, não é errado. Eu nesse momento fiz porque tava numa situação horrível, mas eu sabia que aqueles caras queriam usar meu corpo, eu dei o que eles queriam. O que eles queriam? Eu consegui o que queria, além de curtir um pouco o momento.
Valeu por ler.
Foi também numa noite que saí, mas num contexto diferente.
Tinha ido com uns amigos pra uma festa numa casa, chegamos, tudo certo, eu tava bebendo álcool, mas meus amigos tinham levado pó, eu não uso, então não toquei naquilo, tava tudo normal até um momento em que a gente ouve a polícia chegando, e batendo na porta. Aí todo mundo começou a sair pelos fundos ou a sair junto, e meus amigos estavam nervosos por causa do que tinham. Falaram que não podiam ser pegos com aquilo e me deram tudo. Disseram que comigo não iam falar nada, que não iam desconfiar. Questão que consegui sair e quando tava indo embora um policial me mandou chegar perto, que eu ia ficar detida um momento por estar na festa. Cheguei perto e veio uma policial e começou a me revistar. Eu tinha uma bolsinha onde tinha colocado tudo. Mandaram eu mostrar o que tinha na bolsa, eu falei que não tinha nada, só dinheiro e os documentos, mas mandaram eu tirar tudo e eu não queria, então só tirei o que falei que tinha. Aí o policial pegou, olhou dentro da bolsa e viu o que tinha e falou "E isso? Você vai ter que vir com a gente." Me colocaram numa viatura e enquanto me levavam pra delegacia, eu falei que aquilo não era meu, que alguém tinha colocado lá, que por favor me deixassem ir, mas não respondiam. Sério, me sentia muito mal e não sabia pra quem contar.
Chegamos na delegacia e me colocaram numa sala com uma oficial mulher e um homem. Começaram a me perguntar o que eu tava fazendo com tanta quantidade, se alguém tinha me dado pra vender, que eu falasse que tava segura ali, e eu só dizia que não sabia.
Realmente tava desesperada porque não sabia o que ia acontecer comigo, não queria Estar ali e comecei a pensar em como poderia "dar um jeito" de escapar, e lembrei daquela vez no meu aniversário, o que aquele cara tinha feito comigo e como eu tinha passado. Me veio uma ideia, não sabia se ia funcionar ou não, mas tinha que tentar.
Em um momento, a policial sai do lugar e o homem fica sozinho. Eu fiquei meio envergonhada porque ele era um cara de uns 40 anos e eu tinha só 18, mas mesmo assim perguntei o que eu podia fazer para escapar e que não queria ficar ali. Ele respondeu que não dava, que agora era esperar pra ver o que iam fazer comigo. Eu insisti de novo e falei que fazia qualquer coisa. Ele ficou calado.
E agora talvez alguém me julgue, mas eu tava muito desesperada e assustada, então fiz o seguinte: me ajoelhei na frente dele e falei que era dele, que podia fazer o que quisesse comigo. Mas ele ficou em silêncio e mal me olhou. Já não sabia mais o que fazer, tinha que achar um jeito de convencer ele. Eu tava usando uma saia curta e uma regata justa, então me levantei, apoiei os braços numa mesa que tinha, de costas pro policial, e levantei a saia. Passaram uns segundos em silêncio e ouvi a porta abrir. Olhei e era ele, verificando se vinha alguém. Depois disso, ele se aproximou e começou a me apalpar, a passar a mão na minha bunda, na minha cintura. Em um momento, ele puxou minha calcinha fio dental e eu pensei que ia me penetrar ali, mas não. Ele começou a pegar muito na minha bunda, mas ajeitou a calcinha de novo, baixou minha saia e falou: "Senta, que agora já sei o que vamos fazer com você". E chamou pelo rádio outros policiais, que chegaram um tempo depois. Entraram, me viram e perguntaram pro cara que tinha me apalpado o que tava rolando. Aí eles saíram pra fora e conversaram, não consegui ouvir nada. Depois, um dos que tinha chegado entrou e falou pra eu ficar tranquila, que já ia embora, mas que precisavam me transferir pra outra delegacia. Eu falei: "Tá bom, valeu", e ele foi embora.
Fiquei sozinha um tempo até que a polícia voltou e disse que eu já ia, que me tava esperando um celular
Ele me tira do lugar e me leva até a viatura, onde o cara que eu tinha convencido tava dirigindo. Entro no banco de trás e os dois que vieram depois sobram do meu lado, um na direita e outro na esquerda, também eram caras grandes pra mim, uns 35-40 anos. Ele começa a dirigir por um tempinho mais ou menos longo, tudo sem falar uma palavra. Chegamos em outra delegacia, todos descem e mandam eu descer. Pegaram uma chave e abriram, parecia que era uma delegacia que tava fechada ou já não funcionava mais, mas pensei que talvez ali já me soltassem. Me levaram pra uma sala igual à da outra delegacia, com uma mesa e uma cadeira. Me deixaram lá e ficaram fora falando alto, e aí sim consegui ouvir. Começaram a dizer: "Vou eu primeiro, hein", "Não, deixa eu primeiro". Perguntavam quantos anos eu tinha, e o que já sabia disse 18, e começaram a comemorar e rir. Eu suspeitava de algo, mas não sabia o que ia rolar.
Os três entraram, e o que tinha me pegado primeiro antes me diz: "Faz o que fez antes e vai embora". Então me virei de novo de costas pra mesa e levantei a saia, mas dessa vez pros três. E aí começam a dizer: "que gostosa", "que loira gostosa", "que delícia isso", e em seguida me davam tapas na bunda e me apalpavam.
E bom, já nessa altura eu sabia o que ia acontecer, e de certa forma acho que tava de boa, era o jeito que eu tinha de me livrar e eu mesma tinha pensado nisso. Me ofereci em troca de não acontecer nada comigo, e eles aceitaram. Então depois de me apalparem, um fala: "Beleza, então, saiam". E eu ouço ele desafivelando o cinto. Os outros saem, o que ficou tira o colete, chega perto de mim e pergunta: "É verdade que você faz qualquer coisa?" Eu olho pra ele e balanço a cabeça que sim. Então ele me pega pela cabeça e diz: "Chupa", e tira o pau pra fora. Eu começo a fazer sexo oral nele por um tempo até ele mandar eu ficar de quatro no chão. Faço isso e ele se ajoelha. e enquanto a tanga desliza, ela me chama de garota linda, apoia uma mão no meu ombro e a outra na minha cintura e me penetra, assim que faz, solta um gemido bem alto, começou a se mexer e continuava gemendo pra caralho, me comeu por um tempinho só, bem pouco, até que tirou, gozou e jogou tudo na minha bunda e na roupa, seguido de vários gemidos, se levanta, aperta o cinto e antes de sair pega as algemas que tinha, coloca na minha mão direita e prende na perna da mesa, de um jeito que eu não conseguia me levantar, e vai embora.
Entra o cara que eu tinha convencido e me fala "eu fui quem te fez sair, então o meu vai sair mais caro, meu amor" eu o tempo todo sem falar nada, ele tira o colete e a calça e se ajoelha atrás de mim, me segura pelo queixo e me penetra, começa a meter e tirar enquanto me dava tapas na bunda, me senti meio desconfortável porque ele era bem maior que eu, mas eu me ofereci, então deixei ele fazer o que quisesse, ficou um bom tempo assim, até que começa a enfiar o dedo no meu cu, tira e me fala que sou uma loira gostosa, que adorava, e começou a meter no meu cu, já tinha dado o cu antes, então não foi difícil, quando enfiou o máximo que podia, o cara começou a soltar gemidos fortes e não parava de falar que eu tenho uma bunda linda, e pra mim foi quase impossível ficar calada quando ele me penetrou daquele jeito, soltei gemidos e reclamações e ele disse "que lindo que você gosta, garota, que lindo", mas se mexeu duas ou três vezes e gozou dentro do meu cu, esse pra ser sincera eu curti, principalmente porque era ele a quem eu tinha me entregado, por assim dizer, fica um tempo com o pau dentro de mim até dar uma baixada, tira e começa a sair um pouco do sêmen dele, ele se levanta, veste a calça, me dá um tapa na bunda e sai.
Entra o último, mas esse parou na minha frente e ficou me olhando um tempo, não sei por que, mas por um momento pensei que não Eu não queria fazer nada, ele me perguntou como eu tava e eu falei que bem, e perguntei o que ele ia fazer e ele disse que nada, que ele não ia me fazer nada, falou que a filha dele também tem 18, e que não tava afim de me fazer nada. Eu, num tom de brincadeira, falei que os colegas dele aproveitaram bastante, ele respondeu "é, já vi" e disse que era importante eu não falar nada do que aconteceu, pelo bem de todo mundo, e eu falei que não ia contar nada, que eu tinha me oferecido e que não era culpa de ninguém. Ele ficou me olhando e foi em direção à porta, que tava nas minhas costas, e eu escutei ele parar. Me virei um pouco, porque não conseguia muito por causa das algemas, e ele tava olhando pra minha bunda. Ele viu que eu percebi e eu me virei, escutei ele baixar as calças e senti ele se ajoelhar rodeando minhas pernas. Ele tapou minha boca com a mão, falou "desculpa" e me penetrou. Fez isso por uns 5 minutos, tirou e gozou na minha frente, e meteu na minha boca e começou a chupar minha buceta até eu sentir que ele terminou. Ele me olhou, ainda com o pau na minha boca, e falou "engole e vai embora". Eu olhei pra ele e balancei a cabeça, ele tirou o pau da minha boca, eu engoli e mostrei pra ele. Ele me olhou, se vestiu direito, tirou minhas algemas e foi embora. Daí a pouco voltou e me trouxe uns pedaços de papel toalha pra eu limpar o esperma dos outros. Eu agradeci e ele foi embora. Me limpei bem, arrumei minha roupa e sentei. Ele entrou com o cara que eu tinha combinado e falou "bom, já vai embora". Mandaram eu andar até a porta, eu saí, um deles fechou, subiram no carro e foram embora.
Tive que voltar sozinha, fiquei com um pouco de medo, mas não consigo explicar a felicidade que eu senti de ter escapado daquilo. Já nem lembrava mais do que tinha acontecido, tava de boa.
Às vezes é só se oferecer mesmo, não tem nada de errado. Tem vezes que a gente se oferece e nem percebe, como contei no meu relato anterior, não é errado. Eu nesse momento fiz porque tava numa situação horrível, mas eu sabia que aqueles caras queriam usar meu corpo, eu dei o que eles queriam. O que eles queriam? Eu consegui o que queria, além de curtir um pouco o momento.
Valeu por ler.
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