ela é a silv, deixei foto

A gente foi convidado pra uma festa que os parentes dela tavam organizando. Chegamos, cumprimentamos quem a gente conhecia e fomos nos acomodar. Eu fiquei conversando e dando oi pra geral que eu conhecia, quando vejo a Silv. Cheguei perto, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e um abraço. Ela tava de vestido e sandália, não lembro a cor.

E aí eu falo pra ela: "você sempre linda", e ela responde "obrigada". A gente conversa um pouco, depois cada um seguiu seu rumo, e ali alguma coisa acendeu em mim. Eu nunca vi ela como mais que uma amiga, mas ver ela daquele jeito, qualquer um morria, acho eu. Aquele vestido que parecia que a qualquer momento ia levantar e deixar ver a tanga dela.
Quando passo perto de um grupo de homens, vejo que eles assobiam, eu aceno e vou embora. Escuto alguém dizendo: "que mulher mais gostosa". Não sei se era amigo ou parente, não lembro o que mais falaram, e a coisa ficou por isso mesmo. Na minha cabeça passavam mil coisas, mas eu não dava bola.
A festa tava bombando, música, comida, tudo. Num dado momento, fui no banheiro e vi que a porta tava entreaberta. Escutei alguém falando: "Tia, como você me deixa louco, sei que nunca vou te comer". Aí vi que um cara, parecia ser o sobrinho dela, tava com uma tanga esfregando o pau e o celular apoiado com uma foto que parecia ser da Silv.
não sei se a tanga era da silv ou de outra pessoa, fiquei sem acreditar no que tava vendo, me virei e fui embora. não sei se mais alguém viu aquilo, e isso me deixou pensando, tipo, um sobrinho dela tá de olho nela. continuei dançando e tal, as horas foram passando, já apareciam os bêbados e as bêbadas.
Minha família já tinha ido embora, eu fiquei mais um tempinho. O álcool já tava fazendo efeito, mesmo sem ter bebido muito. Entrei em casa pra ver quem ainda tava lá e dei de cara com a Silv. Ela tava com uma taça cheia de bebida, não lembro qual era.
Ela entrou no quarto esperando, dava pra ver que o álcool já tinha feito efeito, e me pergunta: "O que foi?" Eu respondo: "Nada, só de boa aqui." Ela toma a taça dela e me diz: "Você não bebe nada?" Eu respondo: "Se quiser, a gente brinda por algo." Ela responde: "Beleza.
Vou lá e pego uma garrafa que tava na mesa lá fora, quase cheia. Entro em casa e vejo que ela tinha entrado no quarto — não sei se era dela ou de outra pessoa. Encho a taça e a gente brinda. Ela sentada num canto da cama e fala: "Que calor, né?" E eu respondo: "É, um pouco.
e na minha cabeça a primeira coisa que veio foi que ela ia tirar o vestido e eu aqui pensando no que fazer, mas não foi assim. nisso o marido passa e olha, e eu falei: vou embora pra ele não pensar besteira. fui pra fora e nisso escuto "love aceme tuya". passavam mil coisas na minha cabeça.
e vejo que o marido dela sai e fala: "esqueceram isso" e sai com uma bolsa, aí vou deixar. E eu não achava de jeito nenhum, falei: "certeza que deixei dentro". Aí falo pra ele: "deixei meu celular lá dentro". Ele responde: "entra e pega, sem problemas". Eu falo: "ok, dou um oi pra Silv e vou embora".
então entrei e voltei pro quarto, bati na porta e falei "com licença, deixei meu celular aqui" e ela disse "entra, love, faz o que quiser". eu entrei pra falar que era eu, que queria pegar meu celular e dar um oi, que já ia embora. ela tava deitada na cama de lado, tipo colherzinha, meio dormindo.
e digo love, deita e me abraça. eu digo, entro na brincadeira, o mais provável é que ela perceba que sou eu e me mande pra merda. deitei do lado dela e vejo que tem um lenço pendurado. aí falo: e se eu vendar os olhos dela, o que vai rolar? peguei o lenço e vendi os olhos dela sem pensar.
E ela diz "love", tipo, quer brincar. Aí ela se vira e eu beijo a boca dela. Eu já tava a mil, meu pau pedindo pra sair da calça. Então tirei toda a minha roupa e entrei na brincadeira. Ela se levantou e a gente continuou se beijando, e eu pensando: "Tenho que meter nela, senão quando o marido voltar, tô ferrado.
Deitei ela na cama, puxei o vestido pra cima e quando vi a tanguinha dela, não podia acreditar no que tava vendo. Tirei a tanguinha e comecei a meter os dedos na pussy dela, brincando com minha boca e língua, chupando ela como nunca. Ela gemia e falava "love, que gostoso".
Passaram uns minutos, eu ajeitei ela, abri as pernas dela, apontei meu pau pro buraquinho dela e comecei a meter. Puxei as pernas dela pra trás e fui aumentando a velocidade. Ela gemia alto e se agarrava nos lençóis, e ela falava "love, não para, que delícia", isso eu acho que ouvi.
depois de um tempo, eu levanto ela e coloco de quatro, pego ela pelo cabelo e começo a penetrar, dou tapas na bunda dela, aumento a velocidade da penetração, dou beijos na boca dela, ela gemia e falava umas coisas, eu pensando por dentro: que puta que você é, Silv.
Ficamos um tempinho assim, quando eu levanto, vejo que ela tira o lenço dos olhos. Eu só tinha uns segundos pra pensar em como continuar. Eu tava meio sentado na cama, ela meio que monta em cima de mim, me ajeito e falo: "o jogo". Ela, querendo tirar o vestido.
Eu, com minhas mãos, ajudo ela. Ela, meio de olhos fechados, consegue ouvir algo como "quero mais" ou "mete forte, amor". Não lembro direito. Ela meio que me abraçando um pouco forte e com uma mão segurando meu pau pra enfiar ele. Eu também ajudo com a minha mão.
Eu não podia acreditar que ela tava me abraçando pelada, roçando nossos corpos, montada em mim com meu pau dentro dela, não dava pra pedir mais. Comecei a mover as nádegas dela com minhas mãos, ela meio que se mexia pra cima e pra baixo pra acompanhar o ritmo, enquanto ela beijava minha boca.
Quando percebi que tinha os peitos de fora, sem pensar comecei a passar a mão neles e a brincar com a boca, mordendo os bicos e chupando as tetas como nunca. Não sei se era a bebedeira ou a excitação do momento, mas ela ficava de olhos fechados, como se estivesse num transe, sem dizer nada e se deixando levar.
Eu sempre tava naquela de que ela acordasse ou reagisse, por assim dizer, e visse que era eu, e desse um grito e cagasse tudo, mas isso não acontecia. Então eu continuei no jogo e falei: "que se dane, já tô aqui mesmo, não tinha mais nada a perder.
Continuei penetrando ela e brincando com os peitos dela, trocando beijos na boca, no pescoço e em outras partes do corpo. Ficamos assim por um tempo, até que ela se levantou, me empurrou na cama, virou de costas e montou no meu pau, começando a se mover pra cima e pra baixo. Eu só deixei ela tomar conta.
Eu, por dentro, dizia tudo isso: ela fazia isso com o marido, não podia acreditar. Ela tava cavalgando meu pau, a mulher que muitos homens desejam e falam dela. Me deixou assim, uma loucura impensada e sonhada ao mesmo tempo.
Quando terminou, foi direto pro meu pau e começou a me masturbar e chupar. Pelo jeito que mexia as mãos, dava pra ver que transava muito com o marido. Eu segurei a cabeça e o cabelo dela, ajudando um pouco no movimento, na bebedeira que eu tava — nem sei como conseguia me controlar daquele jeito.
Quando terminou, ele se levantou, a gente se beijou e ela caiu exausta na cama. Colocou a mão na buceta e começou a se tocar. Eu ouvi o barulho de uma porta, então me vesti e saí rápido. Quando passei por uma porta, ouvi duas pessoas conversando e a porta começou a abrir, então vazei rápido sem ser visto. Não sei se nos ouviram transando.
Chegando na esquina, viro e olho pra trás e vejo que o marido da Silv tá vindo. Segui meu caminho, nem sei como cheguei em casa. Quando acordei no outro dia, comecei a lembrar de umas coisas. Não me lembro de tudo, mas acho que já dá pra contar. Espero que vocês gostem. Se tiver apoio, conto uma segunda parte.
Vou contar mais histórias minhas e de alguns conhecidos. Me chamem no privado pra qualquer coisa, abraços.
Vou deixar umas fotos.




A gente foi convidado pra uma festa que os parentes dela tavam organizando. Chegamos, cumprimentamos quem a gente conhecia e fomos nos acomodar. Eu fiquei conversando e dando oi pra geral que eu conhecia, quando vejo a Silv. Cheguei perto, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e um abraço. Ela tava de vestido e sandália, não lembro a cor.

E aí eu falo pra ela: "você sempre linda", e ela responde "obrigada". A gente conversa um pouco, depois cada um seguiu seu rumo, e ali alguma coisa acendeu em mim. Eu nunca vi ela como mais que uma amiga, mas ver ela daquele jeito, qualquer um morria, acho eu. Aquele vestido que parecia que a qualquer momento ia levantar e deixar ver a tanga dela.
Quando passo perto de um grupo de homens, vejo que eles assobiam, eu aceno e vou embora. Escuto alguém dizendo: "que mulher mais gostosa". Não sei se era amigo ou parente, não lembro o que mais falaram, e a coisa ficou por isso mesmo. Na minha cabeça passavam mil coisas, mas eu não dava bola.
A festa tava bombando, música, comida, tudo. Num dado momento, fui no banheiro e vi que a porta tava entreaberta. Escutei alguém falando: "Tia, como você me deixa louco, sei que nunca vou te comer". Aí vi que um cara, parecia ser o sobrinho dela, tava com uma tanga esfregando o pau e o celular apoiado com uma foto que parecia ser da Silv.
não sei se a tanga era da silv ou de outra pessoa, fiquei sem acreditar no que tava vendo, me virei e fui embora. não sei se mais alguém viu aquilo, e isso me deixou pensando, tipo, um sobrinho dela tá de olho nela. continuei dançando e tal, as horas foram passando, já apareciam os bêbados e as bêbadas.
Minha família já tinha ido embora, eu fiquei mais um tempinho. O álcool já tava fazendo efeito, mesmo sem ter bebido muito. Entrei em casa pra ver quem ainda tava lá e dei de cara com a Silv. Ela tava com uma taça cheia de bebida, não lembro qual era.
Ela entrou no quarto esperando, dava pra ver que o álcool já tinha feito efeito, e me pergunta: "O que foi?" Eu respondo: "Nada, só de boa aqui." Ela toma a taça dela e me diz: "Você não bebe nada?" Eu respondo: "Se quiser, a gente brinda por algo." Ela responde: "Beleza.
Vou lá e pego uma garrafa que tava na mesa lá fora, quase cheia. Entro em casa e vejo que ela tinha entrado no quarto — não sei se era dela ou de outra pessoa. Encho a taça e a gente brinda. Ela sentada num canto da cama e fala: "Que calor, né?" E eu respondo: "É, um pouco.
e na minha cabeça a primeira coisa que veio foi que ela ia tirar o vestido e eu aqui pensando no que fazer, mas não foi assim. nisso o marido passa e olha, e eu falei: vou embora pra ele não pensar besteira. fui pra fora e nisso escuto "love aceme tuya". passavam mil coisas na minha cabeça.
e vejo que o marido dela sai e fala: "esqueceram isso" e sai com uma bolsa, aí vou deixar. E eu não achava de jeito nenhum, falei: "certeza que deixei dentro". Aí falo pra ele: "deixei meu celular lá dentro". Ele responde: "entra e pega, sem problemas". Eu falo: "ok, dou um oi pra Silv e vou embora".
então entrei e voltei pro quarto, bati na porta e falei "com licença, deixei meu celular aqui" e ela disse "entra, love, faz o que quiser". eu entrei pra falar que era eu, que queria pegar meu celular e dar um oi, que já ia embora. ela tava deitada na cama de lado, tipo colherzinha, meio dormindo.
e digo love, deita e me abraça. eu digo, entro na brincadeira, o mais provável é que ela perceba que sou eu e me mande pra merda. deitei do lado dela e vejo que tem um lenço pendurado. aí falo: e se eu vendar os olhos dela, o que vai rolar? peguei o lenço e vendi os olhos dela sem pensar.
E ela diz "love", tipo, quer brincar. Aí ela se vira e eu beijo a boca dela. Eu já tava a mil, meu pau pedindo pra sair da calça. Então tirei toda a minha roupa e entrei na brincadeira. Ela se levantou e a gente continuou se beijando, e eu pensando: "Tenho que meter nela, senão quando o marido voltar, tô ferrado.
Deitei ela na cama, puxei o vestido pra cima e quando vi a tanguinha dela, não podia acreditar no que tava vendo. Tirei a tanguinha e comecei a meter os dedos na pussy dela, brincando com minha boca e língua, chupando ela como nunca. Ela gemia e falava "love, que gostoso".
Passaram uns minutos, eu ajeitei ela, abri as pernas dela, apontei meu pau pro buraquinho dela e comecei a meter. Puxei as pernas dela pra trás e fui aumentando a velocidade. Ela gemia alto e se agarrava nos lençóis, e ela falava "love, não para, que delícia", isso eu acho que ouvi.
depois de um tempo, eu levanto ela e coloco de quatro, pego ela pelo cabelo e começo a penetrar, dou tapas na bunda dela, aumento a velocidade da penetração, dou beijos na boca dela, ela gemia e falava umas coisas, eu pensando por dentro: que puta que você é, Silv.
Ficamos um tempinho assim, quando eu levanto, vejo que ela tira o lenço dos olhos. Eu só tinha uns segundos pra pensar em como continuar. Eu tava meio sentado na cama, ela meio que monta em cima de mim, me ajeito e falo: "o jogo". Ela, querendo tirar o vestido.
Eu, com minhas mãos, ajudo ela. Ela, meio de olhos fechados, consegue ouvir algo como "quero mais" ou "mete forte, amor". Não lembro direito. Ela meio que me abraçando um pouco forte e com uma mão segurando meu pau pra enfiar ele. Eu também ajudo com a minha mão.
Eu não podia acreditar que ela tava me abraçando pelada, roçando nossos corpos, montada em mim com meu pau dentro dela, não dava pra pedir mais. Comecei a mover as nádegas dela com minhas mãos, ela meio que se mexia pra cima e pra baixo pra acompanhar o ritmo, enquanto ela beijava minha boca.
Quando percebi que tinha os peitos de fora, sem pensar comecei a passar a mão neles e a brincar com a boca, mordendo os bicos e chupando as tetas como nunca. Não sei se era a bebedeira ou a excitação do momento, mas ela ficava de olhos fechados, como se estivesse num transe, sem dizer nada e se deixando levar.
Eu sempre tava naquela de que ela acordasse ou reagisse, por assim dizer, e visse que era eu, e desse um grito e cagasse tudo, mas isso não acontecia. Então eu continuei no jogo e falei: "que se dane, já tô aqui mesmo, não tinha mais nada a perder.
Continuei penetrando ela e brincando com os peitos dela, trocando beijos na boca, no pescoço e em outras partes do corpo. Ficamos assim por um tempo, até que ela se levantou, me empurrou na cama, virou de costas e montou no meu pau, começando a se mover pra cima e pra baixo. Eu só deixei ela tomar conta.
Eu, por dentro, dizia tudo isso: ela fazia isso com o marido, não podia acreditar. Ela tava cavalgando meu pau, a mulher que muitos homens desejam e falam dela. Me deixou assim, uma loucura impensada e sonhada ao mesmo tempo.
Quando terminou, foi direto pro meu pau e começou a me masturbar e chupar. Pelo jeito que mexia as mãos, dava pra ver que transava muito com o marido. Eu segurei a cabeça e o cabelo dela, ajudando um pouco no movimento, na bebedeira que eu tava — nem sei como conseguia me controlar daquele jeito.
Quando terminou, ele se levantou, a gente se beijou e ela caiu exausta na cama. Colocou a mão na buceta e começou a se tocar. Eu ouvi o barulho de uma porta, então me vesti e saí rápido. Quando passei por uma porta, ouvi duas pessoas conversando e a porta começou a abrir, então vazei rápido sem ser visto. Não sei se nos ouviram transando.
Chegando na esquina, viro e olho pra trás e vejo que o marido da Silv tá vindo. Segui meu caminho, nem sei como cheguei em casa. Quando acordei no outro dia, comecei a lembrar de umas coisas. Não me lembro de tudo, mas acho que já dá pra contar. Espero que vocês gostem. Se tiver apoio, conto uma segunda parte.
Vou contar mais histórias minhas e de alguns conhecidos. Me chamem no privado pra qualquer coisa, abraços.
Vou deixar umas fotos.



1 comentários - silv amiga coroa da família