Acampada safada com minha mina, Parte 4

Acampada safada com minha mina, Parte 4Acordamos meio grogues. Parecíamos exaustos. Sexo demais, álcool demais, emoções sentimentalmente desgastantes demais. Dessa vez, ficamos meio dormindo, conversando fracamente por umas 2 horas antes de sair pra pegar alguma coisa.

No fim, me arrastei fraco pra fora da barraca pra pegar algo pra beber, tudo estava desértico, no nosso já conhecido "centro de comando e bebidas" só tinha o Randal sentado e fumando. Será que ele nunca cansava ou o quê? Senti um calafrio quando o vi, vieram flashbacks dele segurando a bunda da minha namorada firme e vendo ele comê-la com tanta força que parecia surreal, lembrar entre as sombras a cara de luxúria dele usando minha mina como um brinquedo barato... meu estômago embrulhou. Me arrependi de verdade, nada de pensamentos confusos dessa vez, sabia que tinha errado.

Por um momento, hesitei se ia ou voltava, não queria falar com ele, odiava ele de algum jeito. Eu demorei quase 2 anos pra comer minha namorada gostosa, tinha semanas inteiras que eu não transava, semanas em que ela simplesmente não tava a fim e eu aprendi a aceitar, eu jamais me atreveria a usar ela como ele fez, mas sentia ainda mais frustração ao pensar que não é que ela não quisesse dar pra mim daquele jeito, mesmo que eu me esforçasse, não conseguiria. E mesmo que conseguisse, mesmo que malhasse e tivesse aquele corpo e aquela resistência, meu amor por ela me impediria de comê-la tão sujo assim. Por último, eu não tinha aquela pica e isso não tinha como mudar, e com certeza ela não me deixaria botar a mão nela como ele fez em apenas 3 malditos dias. Odeiei ele como quando você odeia alguém com inveja, e odiei ela por ser tão puta e hipócrita, odiei ele por comer a Tiffany porque ela só me via como amigo e nem em sonhos eu poderia sequer beijá-la, odiei ele por comer a Gabriela que abertamente já tinha me rejeitado uma vez quando terminei 1 mês com a Alejandra, dizendo que só me via como amigo, eu nem queria comer ela, só sair pra conversar, ela Ele entendeu tudo errado e nem quis sair, mas mesmo assim dava a buceta pra ele toda noite sem se importar que todo mundo soubesse e ouvisse. Eu odiei ele por conseguir tudo que eu sonhava, me odiei por ter ajudado ele e odiei minha namorada por ser tão puta. Que importava se eu conspirei? Ela falhou no teste.

Caminhei direto pra lá decidido a ignorar ele. Ele me cumprimentava educadamente e eu quebrava minha própria promessa cumprimentando de volta. Ele pedia pra eu passar uma cerveja, por alguma razão idiota eu fazia, e quando mandou eu sentar com ele, eu sentei também.

Randal: Ela tá exausta, hein? – falava rindo debochado

Eu: É, a gente transou três vezes ontem à noite – menti tentando salvar minha dignidade

Randal: Igual outras noites, mas você e eu sabemos porque ela tá exausta dessa vez, haja – falava rindo e eu tentava rir junto. Ele não parecia notar minha rejeição, ou tentava me tirar do sério ou simplesmente não ligava.

Eu: Haha, é, pode ser que sim – falei seco

Randal: Você viu tudo? O que achou? Sério, eu precisava daquela bunda gostosa. Ela tem a buceta bem apertada, incrível – falava enquanto continuava fumando

Alejandra: Ei! – gritou minha namorada a alguns metros, e o sangue gelou. Virei pra cumprimentar ela fingindo naturalidade

Randal: Só age normal – falou rápido

Eu: Fodeu! – falei histérico, baixinho

Randal: Não, isso seria suspeito demais. Ela vai ficar estranha comigo, mas daqui a pouco ela me dá a buceta de novo, não se preocupa – respondeu rápido. Eu ouvia os passos da Alejandra chegando perto, ele continuava fingindo uma conversa qualquer – Por isso acho que seria melhor deixar aquela carne pro último dia

Eu: É, parece bom – tentei fingir nervoso. Minha namorada chegou e sentou do meu lado, visivelmente longe do Randal, sem cumprimentar, sem olhar pra ele

Alejandra: Do que vocês tão falando? – perguntou sem olhar pra gente, tentando fingir desinteresse arrumando o cabelo, mas ela claramente queria saber. Se minha atuação era ruim, a dela... dela dela era atroz

Eu: ahm, sobre o último dia – falei sem jeito

Randal: tava dizendo que a gente devia guardar os melhores cortes pra festa final de sábado – falou com um tom seguro, minha mina só concordava sem olhar pra ele, parecia puta ou desconfortável pra caralho com ele, de algum jeito me acalmou

Alejandra: te amo tanto – falou e me beijou, foi o beijo mais estranho que a gente já tinha dado, me senti um adolescente tímido beijando ela na frente dos meus pais, era óbvio que queria provar alguma coisa, Randal ficou quieto, qualquer outro dia ele teria feito piada

A gente conversava e ela deixava o Randal de fora de propósito, ela ria e parecia bem, mas eu não parava de pensar no que ele disse "ela vai ficar estranha comigo, mas daqui a pouco me dá a buceta de novo" ele tinha razão em tudo com uma precisão quase sobrenatural, fiquei com mais medo do que qualquer outro dia, sentia que tava indo pra um destino fodido sem poder fazer nada, tipo uma sentença de morte inevitável. Randal se despediu 20 minutos depois e Alejandra basicamente nem virou pra olhar ou se despedir

Eu: cê tá puta com ele? – perguntei curioso, ela ficou na defensiva na hora

Alejandra: por que eu ia tar puta com ele? Do que cê tá falando? Já chega desse papo de Franco, que saco, cê não larga esse assunto, não quero saber dele, ok? Já chega, sério – falou rápido sem olhar nos meus olhos, levantando uma muralha de linguagem corporal entre a gente, fiquei tão puto com a cara de pau dela que quase gritei na cara dela, só fiquei calado e a gente ficou bebendo um suco em silêncio.

Mais tarde passou o sempre intrometido Fausto por ali, tentava puxar papo e fazer piada sobre qualquer merda, não aguentei e me mandei com qualquer desculpa e fui pra barraca. Entrei e me deitei sem saber o que fazer ou pensar, será que tinha estragado meu relacionamento? A gente tava junto há 5 anos incríveis e tudo parecia ir pro caralho em só alguns dias. Depois vieram pensamentos ainda piores, ele tinha comido ela sem camisinha, e se Engravidei ela? Não tenho certeza se ela ia querer ficar com o bebê, isso ia nos destruir de vez, a gente nem tinha terminado a faculdade, que porra a gente ia fazer?! E se eu tivesse passado alguma DST pra ela? Quis chorar por ter sido tão idiota.

De repente lembrei que ela sempre guardava uma pílula do dia seguinte pra emergências, ela raramente me deixava foder ela pelada e sempre era com tudo calculado, sempre planejado e conversado, mas ela guardava aquilo caso a camisinha estourasse ou se eu enfiasse o pau um pouco sem proteção antes de começar a brincadeira de verdade. Fechei bem a barraca e rapidamente revirei a mochila dela, procurei entre as coisas dela, depois de tirar um monte de merda inútil finalmente achei a porra da pílula e respirei aliviado, mas ela ainda tava novinha na embalagem, o que ela tava esperando pra tomar? Decidi pegar ela, sei lá por quê, pra foder com ela? Pra forçar ela a tomar? Sei lá, só peguei e guardei.

Eu ainda me sentia exausto, acabei dormindo sem querer de verdade. Acordei algumas horas depois, o sol já tinha se posto e eu ouvia o idiota do Randal falando com a Gabriela perto da minha barraca, eles conversavam alguma merda sobre o carro dele. Saí da barraca com o ânimo renovado, garantindo que a pílula tava no bolso, fui pegar água e quando vi na beira do acampamento minha namorada conversando com a Tiffany, fiquei curioso pra caralho pra saber o que elas podiam estar falando, tipo, era óbvio que elas iam estar falando dele, né? Elas nem eram tão amigas assim, mal se conheciam, pareciam estar zoando e rindo, a Tiffany ouvia com atenção, depois as duas riam, aí o processo se repetia ao contrário, a Tiffany falava enquanto minha namorada ouvia e as duas riam, depois pareciam sérias, aí riam de novo, depois sérias de novo. Pensei furioso que elas estavam trocando fofocas safadas e gostosas sobre o Randal. Esperei uns minutos olhando pra elas, elas perceberam, minha namorada se despediu da Tiffany e veio na minha direção. nossa barraca, ela não levantava a vista pra me cumprimentar, eu não chamei ela.

Esperei minha namorada se trancar na barraca, aí a Tiffany entrava na cabana e eu saí correndo atrás dela, queria garantir que ela não chegasse no quarto com meu amigo Carlos, cheguei atrás dela e chamei antes mesmo dela se aproximar da porta.

Eu: ei, você! – gritei amigavelmente e ela se virou me cumprimentando

Tiffany: ei Franco, beleza? – falou amigavelmente me cumprimentando, ela parecia que ia seguir o caminho dela e me deixar só num oi, eu não ia deixar, sentei e chamei ela pra sentar comigo

Eu: vem vem, mano – falei rápido, ela olhou pra porta do quarto dela por um segundo e depois veio até mim e sentou no móvel rústico

Tiffany: e aí, o que foi? – perguntou curiosa, mas natural

Eu: olha, preciso saber de uma coisa... – falei num tom sério, ela me olhou

Tiffany: tá bom, tá bom, o que foi?

Eu: você tava falando com minha namorada sobre o Randal, né? – fui direto, ela não conseguiu esconder uma surpresa desagradável no rosto

Tiffany: hã? Não, tipo, não, por quê?! – respondeu na defensiva, parecia quase irritada

Eu: você sabe por quê – falei no mesmo tom

Tiffany: nem ideia, pra ser sincera – falou condescendente, quase grossa

Eu: o Randal comeu ela ontem à noite – falei com segurança e agora eu tava com uma maldita ereção de novo, me senti quase feliz de sentir algo bom naquele dia, mesmo vindo de um lugar tão torto, por que caralhos eu ficava excitado contando isso?

Tiffany: o quê?! – ela falou meio histérica, não acho que tava surpresa em saber, mas sim por eu ter contado

Eu: ele comeu ela no jardim lá atrás... – ela desviou o olhar, respirei fundo e decidi atacar um pouco – no mesmo lugar que te comeu... – falei fraco com o pau duríssimo, ela sorriu ironicamente com raiva e bufou sem me olhar nos olhos, como se fosse um golpe baixo ela estar esperando

Tiffany: passei dos limites, mano – ela disse, parecendo que ia chorar de raiva

Eu: ela te contou, né? – perguntei curioso, ela respirou fundo e olhou de novo pra porta do quarto onde o Carlos provavelmente estava

Tiffany: sim, sim, ela me contou – respondeu fraquinha e virou pra me olhar nos olhos, não conseguia identificar se ela tava me olhando com pena, com raiva ou até tentando descobrir o que eu também tava sentindo

Eu: ele comeu ela sem camisinha, ela nem tem método anticoncepcional – por algum motivo eu tava adorando dar os detalhes, ela desviou o olhar de novo pra bancada onde a gente tava sentado

Tiffany: sério, sinto muito, mas ela me disse que te ama, juro, vai lá falar com ela, mano – ela falou tentando defender ela

Eu: agora tô com medo de não satisfazer ela, sabe, por causa do tamanho, você sabe bem que ele é enorme – eu tava adorando esse confessionário/interrogatório sádico, adorava fazer ela sofrer e se sentir culpada por ser tão puta e adorava me humilhar

Tiffany: isso não importa, Franco, ela te ama, isso que importa – ela falou sem responder nada nem dar a entender

Eu: seja sincera… – falei e ela concordou me encarando – ele come muito bem, né? Tô com medo dele ter comido ela muito melhor do que eu nunca – falei e acho que minha atuação de corno chorão tava convincente, por que caralhos eu tava curtindo esse exercício tão masoquista e sádico com ela ao mesmo tempo? ela gaguejou

Tiffany: hmm, tipo sim, mais ou menos, mmm ma-mas e daí? Tipo, é só algo físico – ela falou sem jeito, eu queria que ela admitisse algo

Eu: me fala a verdade – de novo ela concordou – você gostou de como ele te comeu? Ela te disse que gostou muito? – ela suspirou --- só me fala, por favor, nunca vou contar pra ninguém, juro – falei e ela respirou fundo

Tiffany: então sim... Ela curtiu bastante... Desculpa... Randal sabe o que faz, verdade, ele faz muito gostoso Ela disse, pegando na minha mão pra me consolar — mas ela quer falar com você e resolver as coisas, juro, juro que ela não vai mais chegar perto dele, sério. E pra mim, até que gostei, mas foi uma idiotice. Eu amo o Carlos, e é exatamente o mesmo caso com a Ale. Fala com ela, não posso te contar o que ela me disse, desculpa — ela falava, se levantou e foi direto pra porta. Eu só dizia que estava tudo bem e deixava ela ir. Ela acrescentou mais uma coisa antes de ir de vez — por favor, nunca conta nada disso pro Carlos, ok? — ela disse, preocupada. Eu concordei com a cabeça. Ela ficou um segundo me olhando, pensando. Eu olhei de volta, esperando. Ela me deu algo em troca — sério, fala com ela, Franco. É que ela me contou sobre o boquete que deu aqui atrás e as conversas de vocês quando estavam transando… Ela acha que vocês combinaram algo ou coisa assim e tá meio triste por causa disso. Não sabe o que pensar. Ela não tem muita experiência, bom, foi o que ela disse, e parece que tudo isso foi demais pra ela — ela falou, como recompensa pelo meu silêncio. Eu não disse nem fiz nada. Ela simplesmente se virou e foi embora.

Porra! E agora?! Fiquei histérico. Será que era melhor eu me segurar pra ela superar isso e a gente conversar com mais calma depois? Ou era melhor ser direto? Saí da cabana pensando no que fazer. Ela estava vagando por ali, me viu e veio na minha direção. Meu coração disparou.

Alejandra: ei, amm — ela parecia nervosa e submissa — você mexeu nas minhas coisas? É que fui em casa e tava tudo muito bagunçado. Cê acha que mais alguém entrou? É que não tô achando algumas coisas — ela disse, nervosa, olhando nos meus olhos. Parecia uma pequena trégua. Era óbvio que ela tava procurando a pílula e aquilo parecia preocupar ela mais.

Eu: cê tá procurando isso? — falei, mostrando a pílula pra ela. Ela olhou pra caixa com atenção, parecia que ia chorar.

Alejandra: sim… — ela disse, fraca, e me olhou nos olhos implorando perdão. Os olhos dos dois ficaram marejados — me perdoa, por favor — ela disse, tão triste. como nunca tinha visto ela Eu: você transou com ele ontem à noite, né? – falei e me odiei por ser um hipócrita igual a ela, ela me encarou devagar, pensando nas palavras Alejandra: sim… – baixou o olhar e eu vi as lágrimas dela caírem no chão, pensei que era minha chance e abracei ela docemente, ela se afastou histérica – não me toca, ok?! – disse me encarando com cara de fúria e as lágrimas no rosto, eu recuei sinceramente assustado – já não tenho certeza do que acreditar, Franco – falou esperando resposta Eu: sobre o quê? – perguntei fraco, mas me sentia claramente encurralado, ela balançou a cabeça rindo sarcasticamente, com raiva Alejandra: você é um babaca – disse e chorou mais sem fazer barulho, só as lágrimas escorrendo a toda velocidade – o que você ganhava com isso? É algum tipo de fantasia torta?! – falou furiosa, eu decidi não me esconder mais Eu: não sei, Alejandra, acho que tô tão confuso quanto você – ela me olhou e parecia querer me perdoar Alejandra: eu sei que é culpa dos dois, mas você foi pelas minhas costas falar com ele ou planejar sei lá o quê, não sei como não pensei ontem, era tão óbvio, você some, ele vem, aí apareço e você mal pergunta onde eu tava, o que você disse pra ele?! – perguntou histérica, me atacou, e como todo animal encurralado, eu também ataquei Eu: e você foi pelas minhas costas transar com ele, não é vítima nem nada, Alejandra – falei no mesmo tom e usando as palavras dela de início, ela sorriu ironicamente, as lágrimas não paravam Alejandra: nem você, ok? Por que a gente fez isso? Você é um idiota! Já não sei o que pensar, Franco – disse e pensou, continuou – como você sabe que ela ia precisar? Ele te contou hoje de manhã quando eu vi vocês? Te deu detalhes? – perguntou furiosa Eu: você me deixou comer a gozada dele da sua buceta! Não evitou! Senti a diferença, sabia? Gostou de me humilhar assim? – falei furioso, ela virou o rosto, ganhei aquele round, baixou a guarda e Decidi não atacar mais, queria reconciliação – te amo, Alejandra – ela virava o rosto pra me olhar com uma tristeza infinita

Alejandra: eu também – falava torcendo a boca – mas não sei… e agora? – dizia procurando respostas no meu rosto desesperadamente

Eu: por que você não tomou a pílula na hora? – perguntei

Alejandra: você sabe que essa merda me dá dor de cabeça e no ventre, e acho que dá câncer, fiz as contas, acho que tô safe, mas pensei que talvez fosse uma boa ideia pra garantir, sei lá – falava desesperada – além disso, os efeitos dessa porcaria duram até 72 horas, são menores, mas duram até 72 horas, li bastante no meu celular agora há pouco

Eu: você vai tomar? – perguntei oferecendo a caixa pra ela, ela olhava sem saber se pegava da minha mão

Alejandra: não sei, o que você acha? – dizia me encarando

Eu: devia tomar, talvez amanhã, assim você só sofreria um dia antes de irmos descansar e posso cuidar de você – falei docemente, ela me olhou com ternura

Alejandra: ai, Franco! – falava com tristeza e as lágrimas rolavam – vocês se combinaram, né? – me dizia implorando a verdade, fui fraco diante das lágrimas dela

Eu: sim… Desculpa – ela me olhava como quem confirma uma verdade terrível que já sabia, mas que mesmo assim era difícil de encarar

Alejandra: e você tá feliz? Olha no que deu por sua causa – me perguntava ironicamente e balançando a cabeça, odiei tanto que ela ignorasse o fato de que ela também fez, como se eu tivesse amarrado e forçado ela, como ela ousava? Olhei pra ela com cara de incredulidade

Eu: não se faz de vítima, ok? – falava e ela me olhava atentamente como se não pudesse acreditar na minha cara de pau, quando ela é que tava sendo sem vergonha – você não sofreu nadinha, curtiu pra caralho, ele te comeu super forte e você gritava que nem uma louca, e agora se faz de vítima? Sério?! – ela arregalou os olhos histericamente

Alejandra: não foi assim, ok? Foi menos importante do que você pensa, nem foi grande coisa – me dizia e eu não podia acreditar na cara de pau dela, quem era aquela mulher? não a reconhecia, balancei a cabeça e ri com ironia, respirei fundo e soltei a bomba, uma bomba suicida

Eu: cê viu eles, ok? – falei e ela arregalou tanto os olhos que parecia que iam saltar – tava na casa da árvore, ele te comeu tão forte que você gritava que nem uma sádica – ela me encarava de boca aberta – você fez uns barulhos que nunca ouvi de você – falei me fazendo de vítima, respirei – você adorou ser a putinha dele – falei e me arrependi na hora, ela me deu um tapa tão forte que me deixou tonto

Alejandra: você é um babaca – falou decepcionada e chorando de novo

Eu: você gostou mais de como ele te comeu do que eu? – falei exigindo resposta, encarando ela, ela bufou com ironia – responde! – falei furioso, ela franziu a boca, enxugou as lágrimas e largou o drama, assumiu um tom sádico e cruel

Alejandra: sim, verdade, sim, ele fode muito melhor que você – falou me encarando com uma cara de "e daí?"

Eu: você curtiu a pica enorme dele dentro de você? – perguntei guiado pela minha ereção confusa de novo

Alejandra: muito, nem senti a sua ontem à noite, mas quis ser educada – falou e o golpe baixo doeu – mas sério, não senti nada, aquele cara realmente meteu forte e como ele tem uma pica enorme... – falou sadicamente

Eu: então a gente não devia mais transar – falei idiotamente cavando minha própria cova

Alejandra: não tava pensando nisso, na verdade, nem sei se vou continuar com você – falou e no final da frase parecia triste de novo, viu minha cara de tristeza, ficou séria de novo – desculpa, mas não sei se a gente devia continuar junto, Franco

A gente ficou ali se olhando e ela chorava, estávamos a meio metro de distância, mas eu me sentia a um continente de distância dela, "toma" falei entregando a caixa, ela recusou, "vou pensar" e foi embora, aquela última frase tinha duplo sentido, acho.

Sentei e chorei disfarçadamente, cuidando pra ninguém me ver. Vaguei pelos arredores do acampamento por horas, pensando no que tinha feito e que com certeza não íamos nos recuperar daquilo. Em algum momento, encontrei o Randal, ele veio até mim, me viu preocupado.

Randal: Brigaram? Vi ela sozinha há pouco – ele disse, me oferecendo um cigarro educadamente.

Já tinha entendido que ele tinha causado tudo aquilo, mas que não era culpa dele. Ele era o causador, mas a culpa era minha e da Alejandra. Ele só fez o óbvio, viu a chance de pegar uma buceta gostosa e aproveitou. Não dava pra culpar um moleque por comer uns biscoitos que você deixou largados. Então aceitei o cigarro da paz.

Eu: É, ela tá furiosa. Sabe que a gente conspirou – ele nem se abalou.

Randal: Não leva tão a sério – disse calmamente, me consolando no ombro – Esse tipo de coisa é intensa pra qualquer um na primeira vez. Vocês vão ficar bem, acredita em mim – falou numa boa. Eu concordei – Só deixa ela em paz, conversa com ela, deixa pra trás – disse tranquilamente.

Ficamos fumando por horas, falando sobre qualquer coisa, menos sobre ela. Tava ficando tarde e decidimos voltar, mas ele foi na frente. Disse que o pior que a gente podia fazer era ser visto junto por ela. Concordei. Ele foi na frente e eu cheguei minutos depois.

Já era noite, todo mundo tava lá ao redor da fogueira, até o Carlos e a Tiffany, até o Juan e o Ramão, que viviam naquelas merdas hipsters de trilha. O álcool tava rolando e meu humor parecia esmagado pelo clima festivo que contrastava. Minha mina conversava com o Fausto e a Laura, ela ria e parecia feliz. Decidi pegar carne, um pouco de bebida e ir pro lado do Carlos e da Tiffany. A gente fazia piadas e cantava junto, tava legal e em alguns momentos eu até me sentia alegre. Eu e minha mina nem nos olhávamos, mas como todo mundo era amigo, ninguém perguntou, ninguém notou. Só tava passando o tempo com nossos amigos, certo?

Ligaram as caixas de som enormes nos geradores que a gente tinha trazido e colocaram música no talo. Volume. Primeiro, a gente dançava todo mundo junto, depois formava os casais. Eu tava com o Carlos e a Tiffany, e apesar de a gente se divertir, a Tiffany não parava de me olhar, tentando sacar alguma coisa, ou como se quisesse me falar algo, mas o Carlos tava ali.

O Fausto passou com uma garrafa enorme de tequila, daquelas que chamam de pata de elefante, servindo só metade de um copinho, fingindo que era um shot e forçando todo mundo a beber um, fazendo festa e rindo. Todo mundo entrava na onda.

Quando ele chegou na minha mina, ela fez um sinal com a mão, como se virasse uma garrafa. O Fausto e a Laura, que tavam com a garrafa, riram. Aí a Alejandra levantou a cara e eles deram pra ela beber direto do jato da garrafa. "Fundo, fundo, fundo!" todo mundo gritava animado. A Tiffany me lançou um olhar preocupado. O gole foi bem longo, e o Fausto comemorava o quanto ela tinha bebido da garrafa: "Como uma mulher tão pequena consegue beber tanto?! Hahahaha" E mostrava a garrafa no alto, indicando com o dedo onde tava o nível antes do gole estilo "fundo Tijuana" da minha mina. A Alejandra ria, todo mundo aplaudia, e ela levantava os dois braços comemorando.

A gente apagou algumas luzes da clareirinha do acampamento pra dar a sensação de estar numa balada, e dançamos todo mundo junto. A Laura tirou o sutiã e deixou as tetinhas lindas dela de fora, a Gabriela fez o mesmo, e minha mina também tirou sem vergonha nenhuma. Ela tava claramente bêbada, com o rosto vermelho e os passos meio tronchos. Todo mundo aplaudiu pela vista agradável. A Tiffany se recusou a tirar qualquer coisa, a gente zoou ela, e ela deu de ombros rindo e abraçando o Carlos.

Eu fiquei mais bêbado do que devia, comecei a ter dificuldade pra ficar em pé, o pessoal foi sumindo. Me deu um calafrio quando vi o Randal dançando com minha mina e a Gabriela. Sim, com as duas. Elas, com as tetas de fora, dançavam de frente bem perto dele, pareciam rir. Pela proximidade, elas roçavam as tetas nele e entre si. as mesmas com o movimento. Tiffany veio até mim rapidinho assim que Carlos sumiu por uns minutos, “vai lá resolver isso Franco, vai se arrepender, não seja otário” ela falou quase irritada apontando pro trio pequeno.

Eu não soube o que fazer, Fausto me perguntou em algum momento se não me incomodava, eles não se escondiam, mas de algum jeito o fato de estarem os 3 juntos ironicamente tirava a importância, se fossem só os 2 seria mais privado e real, com os 3 parecia uma brincadeira doentia, além disso estavam à vista de todo mundo, o que tornava pior porque todos viam, mas não rolava nada “sexual” de fato, “ah, tanto faz, tão só dançando” falei e a resposta convenceu Fausto que olhava sem vergonha os peitos lindos da minha mina roçando nos da Gabriela.

Eu batia papo com Fausto e Laura, mas sem perder detalhe do trio que dançava, pareciam conversar. Perdi eles por um momento, só tirei o olho 30 segundos e já não estavam mais, procurei desesperado com o olhar fingindo tranquilidade com Fausto e Laura, eles falavam algo. Reencontrei Randal com as 2 minas quase na beira do acampamento, pareciam falar sério, sem risadas, Gabriela mexia muito as mãos e parecia ir embora puta, que porra tava rolando?!

De novo o medo me tomava, eles 2 conversavam agora a sós, será que ela pegava na pica dele?! Ali?! Basicamente na frente de todo mundo?! Olhei desesperado ao redor pra ver se mais alguém via, parecia que não, todo mundo bêbado e na deles, Tiffany e Carlos não estavam à vista, Alejandra tava de costas pra mim, o cara de frente pra mim a vários metros de distância, a posição não deixava eu ver direito, mas tava quase certo que ela tava acariciando ele, pareciam falar bem pertinho, fiquei com medo de se beijarem.

De repente ela virou como se também soubesse onde eu tava o tempo todo e me chamou com a mão, Randal falava algo, ela virava rápido e respondia, virava de novo e continuava me chamando, parecia sorrir, hesitei um segundo, ela me olhava esperando resposta, eu Me despedi do Fausto e da Laura, fui até eles. Ela tava falando alguma coisa e eles riam, não consegui ouvir, o Randal me olhava sério enquanto eu me aproximava, quando cheguei perto o suficiente vi que ela, de fato, tava passando a mão na pica dele por cima do short.

Eu: O que que tá rolando? — falei nervoso vendo a mão da minha mina no volume do Randal, ele desviava o olhar, ela ria quando percebia que eu tava vendo aquilo, não parava de acariciar.

Alejandra: O Randal vai me comer, quer ver? — falava e ria que nem uma louca, eu tava em choque.

Eu: Cê tá bêbada, Ale, vamos conversar — falei pegando ela pela mão e tentando levar ela embora, ela se soltava na violência.

Alejandra: Quer ver ou não? Ele vai me comer do jeito que eu quiser e já que você gosta de olhar... então pode olhar — falava com um ar de superioridade, eu olhava fixo pra ela mostrando minha decepção — como quiser — ela falava sádica e voltava a acariciar a pica do Randal.

Eu: Alejandra, vamos conversar, por favor — falei implorando de um jeito quase patético, o Randal continuava desviando o olhar mas não fazia nada pra tirar a mão da minha mina da pica dele.

Alejandra: Ok, a gente conversa amanhã, tchau — falou rápido virando o olhar e procurando o do Randal — vamos? — falou mais como proposta do que pergunta, o Randal concordou e pegou na mão dela, eu fiquei arrasado.

Eu: Ok, sim — falei rápido.

Alejandra: Sim o quê? — perguntou sarcástica.

Eu: Sim, quero ver — falei fraco, me senti um merda.

Alejandra: Mas não vou transar com você, ok? Só pode olhar — falou cruel me encarando com o olhar perdido de bebida, acho que o Randal tava com pena de mim, não me olhava.

Eu: Ok — falei fraco, ela só falou "beleza" e começou a andar com o Randal.

O Randal me olhou e deu de ombros num gesto de "foi mal, parceiro", não parecia culpado, mas também não tava se gabando da minha desgraça, ele só tava aproveitando a oportunidade.

Caminhei atrás deles no mato fechado em direção ao jardim, eles foram. De mãos dadas, ninguém disse nada. Chegamos, Randal caminhava procurando uma área boa, plana e confortável, supus. Ele pegava minha namorada, aproximava ela dele e a beijava apaixonadamente, e eu estava ali, olhando pra eles feito um idiota, com minha ereção crescendo de novo.

Eles me ignoravam enquanto se beijavam, Randal lambia o pescoço da minha namorada e tirava o biquíni dela rapidamente, ela enfiava a mão dentro do short dele, tudo parecia tão cruel e tesudo ao mesmo tempo. O que viria depois? Não tinha volta depois de algo assim.

Ele abaixava o short e ela descia de joelhos rapidamente, sem ele pedir nada, como sempre, foi lamber as bolas dele, ele empurrava o quadril pra frente e quando eu ouvi ele gemer fundo, senti um arrepio. Ela virou pra me olhar fixamente, com as bolas do Randal na boca e o pau enorme dele no rosto, enquanto lambia fundo, sem dizer nada, só me encarando enquanto chupava aquele saco escrotal enorme. Randal mandou ela deitar, e ela se deitou na grama firme na hora.

Me aproximei timidamente, ela se acomodava na grama confortável e bem cortada, Randal se ajoelhava na frente dela, pegava as pernas dela e colocava nos ombros dele. Lembro do sorriso tão feliz dela, não perverso nem cruel, também não era de amor, ela não queria me machucar. Ela deu um sorriso sincero e animado, no rosto dela enquanto olhava pra ele atentamente, foi devastador.

Ele ajustava as pernas delicadas e finas dela nos ombros dele, eu me sentei devagar pra ver melhor, já não me importava mais com nada. Ele pegava ela pela cintura, levantando ela e levando pro pau enorme e grosso dele, entrava devagar mas firme, ela torcia o rosto de dor e apertava com força os antebraços dele, jogando a cabeça pra trás histericamente e bufando. Ele entrava nela por completo, e ver de perto a bucetinha delicada e pequena dela com aquele pau enorme dentro me fez sentir patético. Parecia maior do que nunca, a visão me dominou. Ele deixava o obsceno Pau dentro dela e ele curtia as paredes apertadas e quentes dela

Randal: Cê gosta, puta?! — ele falava histérico, meu coração deu um pulo

Alejandra: MUITO! — respondia histérica minha mina, com a cara ainda virada pra trás, olhando pra trás

Randal começava a foder ela devagar, segurando firme na cintura dela, via atentamente como a vara enorme dele entrava na minha delicada namorada enquanto ela se contorcia e fazia barulhos histéricos, com certeza o filho da puta gostava de ver como o pauzão dele esticava aquela bucetinha pequena. Ele conseguia segurar minha mina sem as mãos tremerem e metia devagar, mas firme, o pau dentro dela, ela se contorcia e gemia igual uma louca.

Ela finalmente baixava a cara e procurava o olhar do amante, se olhavam intensamente enquanto gemiam e ele aumentava a velocidade, os sons molhados deixavam meu pau durasso.

Ele se deitava por cima dela sem tirar as pernas dos ombros dela, se deitava completamente nela e os joelhos da minha mina ficavam do lado do próprio rosto dela, dobrava ela de um jeito tão extremo que parecia até meio cruel, poucas vezes eu fiz isso. Ele passava as mãos por baixo dela e segurava a bunda gostosa dela com as duas mãos, uma mão em cada nádega firme e levantava ela um pouco do chão, pra penetrar melhor e mais fundo, se acomodava naquela posição firme e descia devagar nela cravando o pau inteiro na minha mina, ela cravava as unhas nos antebraços dele, se contorcia desesperada e fazia aqueles barulhos guturais histéricos de dor de novo que faziam meu pau pular, ele gemia fundo com alívio sem sair de cima, curtindo finalmente a buceta da minha mina apertando o pau inteiro depois do ritual das primeiras penetradas de preparação.

A visão dela completamente dobrada igual ginasta russa sobre si mesma com os joelhos do lado do rosto, a bunda gostosa levemente levantada do chão nas mãos do Randal, ele tão Enorme e musculoso por cima dela, tão delicada, a vista era incrível...

Ele tinha as pernas esticadas completamente, então se deixava cair violentamente em cima da minha namorada, e a gravidade fazia o resto. Ele se jogava nela com todo o peso, ela gemia histericamente, a penetração escandalosa soava molhada e forte. Randal costumava ficar dentro dela por um segundo ou dois, aproveitando a buceta apertada dela, gemendo fundo, enquanto ela se contorcia como uma louca, gritando, tentando aguentar o pau enorme e grosso dele.

Randal começava a ganhar velocidade, um ritmo meio lento, subia, se jogava violentamente nela, ela choramingava, fazia aqueles barulhos escandalosos com a garganta, gemia, se contorcia, ele caía completamente nela, mas dessa vez não dava descanso, subia de novo e se jogava nela outra vez. As penetrações escandalosas soavam de um jeito tão erótico que eu tive medo de gozar só de ouvir. Ele não ia na velocidade máxima, mas num ritmo pausado, porém contundente e sem parar.

Eles se olhavam nos olhos, Randal aumentava um pouco a velocidade, mas nada tão incrível quanto o que eu vi na noite anterior. Eles gemiam e aproveitavam, parecia uma eternidade. Ele se deixou cair nela por completo.

Randal: Vou gozar dentro – ele disse como uma ordem, não foi uma pergunta.

Alejandra: Ok – ela falou num tom tão sofrido e entre gemidos, com uma voz tão safada e desesperada que quase gozei eu, em vez dele.

Ele não saiu dela, parece que ele só avisou que já estava acontecendo. Os dois gemiam, e ele se esfregava nela, tentando enfiar ainda mais o pau dentro da minha namorada enquanto gemia e apertava as nádegas dela com força. Eles ficaram parados, respirando, e ela tentava beijá-lo desesperadamente, ele a beijava com desinteresse e se afastava devagar de cima dela. Eu desviei meu olhar descaradamente para a buceta dela e o pau dele, ele saía devagar, e até parecia difícil sair. com tanta força que parecia que ela apertava, a rola da morena do Randal tava cremosa pra caralho, era quase nojento de ver, eu mal conseguia isso um pouco às vezes, ela realmente precisava lubrificar com ele. O pau enorme dele que não parecia ter fim e finalmente saía dela, ele se deitou ao lado dela na grama, a buceta da minha namorada tava quase nojenta com toda aquela creme e tão escancarada que era algo obsceno pra caralho de ver, tudo parecia tão surreal.

Minha namorada tampava a buceta com uma mão firme e me chamava com a outra, eu corria rápido pra beijar ela, ela me parava com a outra mão

Alejandra: chupa minha buceta - ela disse cheia de tesão

Eu: não, você tá louca - falei puto com cara de nojo, ela tampava a buceta pra não deixar a porra escapar? Ela queria que eu comesse aquilo? Randal olhava atentamente

Alejandra: vou engravidar se você não chupar - ela falou sorrindo e rindo um pouco

Eu: você sabe que não funciona assim e aqui tenho a pílula - ela sorria pra mim

Alejandra: come a porra dele ou vai embora, ou a gente vai, ou você come - ela falou séria e me beijou docemente nos lábios, eu não respondi, ela só deu um selinho - então? você queria que eu fosse a puta dele, né? foi isso que você disse quando me fodia - ela falou maldosamente ainda segurando a buceta firme

Eu: por quê?! - perguntei num tom de súplica, me senti tão humilhado

Alejandra: isso foi ideia sua, você queria ver, eu quero isso - ela falou autoritária

Pensei 2 segundos, mas ela sabia que eu faria, então não disse mais nada, só esperou. Desci encaixando meu rosto entre as pernas dela, ela me olhava com tesão, será que tava curtindo? Ou só pra me humilhar? Pra me foder? Por que ela tava furiosa? Ou um pouco de tudo? Olhei nos olhos dela preocupado, ela abria bem as pernas e aproximava a buceta do meu rosto levantando o quadril, sem soltar ainda

Alejandra: tudo ou vai embora - ela falou firme segurando minha cabeça com a outra mão, eu só concordei, nunca Nunca tinha me sentido tão humilhado na vida, não sei se o Randal tava olhando.

Ela tirou o dedo do buraquinho do prazer dela, segurou minha cabeça com as duas mãos e me puxou pra lá, fechando as pernas em volta da minha cabeça. Ver a buceta cremosa e suja dela tão de perto, tão escancarada que parecia um daqueles vídeos obscenos onde as garotas enfiam pepinos ou coisas maiores na buceta e mostram como fica aberta, tinha um cheiro amargo, tudo me deu ânsia. Ela não me deixou olhar nem um segundo, rapidamente puxou minha cabeça pra dentro da buceta dela e eu comecei a lamber, o creme era mais grosso do que você imagina, tinha gosto amargo e salgado, ela se contorcia um pouco sem parar de me encarar.

Eu lambia o creme amargo da buceta rosada linda da minha namorada, sentia coisas tão confusas que simplesmente desliguei meu cérebro, ela se contorcia com minha boca na boceta dela e me guiava firme com as duas mãos na minha cabeça, não parava de me olhar, me senti bem, de um jeito torto, a gente tinha uma conexão naquele momento.

Acho que ela tentava me encaixar, ela guiava minha cabeça com as duas mãos me olhando curiosa, me levava pra um ponto específico da buceta dela, me tirava dos lábios externos, me colocava firme mais pro centro, a buceta dela tava tão grande que eu conseguia meter minha língua sem problemas, ela se contorcia.

Alejandra: tudo ou você vaza - ela falou com a voz trêmula de tanto gemer.

Ela soltou os músculos do kegel (ou algo assim, sei lá) e eu senti como se "a porta se abrisse", a porra grossa e amarga do Randal caía na minha língua, o esperma do Randal escorria e parecia não ter fim, sério, era muito. Tentei não fazer cara de nojo, pra não dar o gostinho pra elas, mas quando engoli um pouco me ajudando com a língua, fiz careta de nojo, ela me olhava com uma cara tão safada que nunca vou esquecer. "Tudo ou você vaza" ela repetiu com a voz trêmula, engoli como pude a porrada enorme do Randal, tinha gosto amargo e salgado, tava tão grosso e quente que não consegui evitar fazer careta. Nojo escandaloso, engoli e me retirei rápido com nojo sincero, o gosto amargo pra caralho e a textura grossa quase me fizeram vomitar. Quando me afastei, consegui ver melhor a buceta dela sem toda aquela creme espessa e obscena, ela tava de boca aberta mesmo, de tão molhada.

Engoli com muita dificuldade e ela me olhava atenta, percebeu que eu tinha engolido e pareceu satisfeita. Randal se aproximou dela e se aninharam na grama. Assumi meu papel, se eu tinha engolido, se tinha visto tudo sem participar, pelo menos ia curtir meu papel de terceiro ali com uma conversa suja.

Eu: você comeu ela pra caralho, ela não faz esses barulhos comigo – falei olhando pra ele, ele sorriu, ela aninhada no peito dele.

Randal: ela tem uma buceta apertada e gostosa pra caralho – disse segurando a bunda linda da minha namorada, ela começou a acariciar o pau flácido dele, ainda assim incrível, e as bolas enormes, eles se beijavam.

Eu: ele te come melhor que eu? – perguntei nervoso, procurando o rosto dela.

Alejandra: haha, o que você acha? – falou, e nós três rimos. Por um momento, tudo parecia relaxado de novo, só um jogo safado, não uma realidade horrível e esmagadora.

Eu: você vai continuar transando com ele quando a gente voltar, né? – perguntei num tom de súplica e por tesão, ela sabia que eu tava falando sério. Me olhou docemente por um instante, se aproximou e me beijou nos lábios com carinho.

Alejandra: sim... desculpa... – disse e virou pra olhar pra ele de novo.

Eles se beijavam e dessa vez parecia que iam se pegar de novo. Se acariciavam e beijavam apaixonadamente. De repente, ele se levantou e a levou até a beira do jardim. Eu ia seguir, mas ele disse "espera", me mandando ficar ali. Ela seguiu ele, de mãos dadas, conversaram 30 segundos e voltaram.

"O que houve?" perguntei curioso, mas eles me ignoraram e continuaram se beijando e se tocando em pé na minha frente. Ela acariciava a vara de Randal, que começava a endurecer. Duro de novo. Ele virou pra mim e falou firme: "deita". Fiquei um segundo pensando por que ele queria aquilo e pra quê. Ele repetiu: "deita de barriga pra cima". Me deitei sem jeito no chão esperando o que ia rolar. Ele pegou minha mina e colocou ela de quatro em cima de mim, cara a cara.

Ela me olhava, mas a situação era fodidamente estranha, então a gente tentava não se olhar nos olhos. Ela gemeu um pouco, olhei por baixo entre as pernas dela e dava pra ver a língua do Randal se enrolando feito louca na buceta da minha mina. Ela se contorcia tímida, mas agora não tirava os olhos de mim. Dava pra ouvir os sons obscenos e molhados da língua e da saliva do Randal estralando na buceta dela. A língua dele sumia e dava pra ver o queixo dele. Ela se remexia um pouco.

Alejandra: ele tá chupando meu cu – falou pra mim, toda safada, me olhando nos olhos.

Eu: cê tá gostando? – perguntei sem graça, com a pica dura.

Alejandra: pra caralho – falava entre gemidos, empurrando a bunda contra a cara do Randal.

Ele se levantou. Dava pra ver, pelo arco que as pernas da minha mina faziam, as bolas enormes dele balançando e a pica orgulhosa e enorme dele se posicionando contra a bucetinha linda dela. Virei pra ver ela, nervoso. Ela me olhava também, com a mesma cara.

Alejandra: me desculpa… – falou, me olhando nos olhos.

Eu: tá tudo bem, ok, te amo – falei fraco. Ela me beijou, mas não respondeu.

Randal esperou, ou foi só um timing perfeito, mas ela se separou de mim e apertou os dentes com força. Ele gemeu fundo e ela se mexeu com a estocada dele. Randal começou a pegar ritmo. Ela me olhava e fazia aqueles barulhos que eu nunca me acostumava, tão guturais, tão primitivos, gemidos de dor e prazer. A cara dela se contorcia e ela me olhava quase com pena. Ele gemia fundo e chamava ela de raposa. Ela só gemia. Afundou a cara na grama do lado da minha cara e jogou os peitos contra o meu peito. Dava pra ver a cara dele por cima do ombro dela. Ela, ele ficava olhando fixamente pra bunda gostosa dela e de vez em quando me olhava gemendo sem vergonha. "A buceta da sua namorada me deixa louco" ele falou sorrindo e enfiando o pau todo nela, ela gritou histericamente no meu ouvido.

Ele se levantava um pouco, ficava de cócoras pra penetrar ela mais fundo, ela me olhava de novo

Alejandra: me desculpa, mas eu gosto muito dele... - ela falava com a voz trêmula me beijando docemente, ele enfiava o pau de uma vez e ficava dentro dela, e ela gemia como uma louca

Eu: não se preocupa, eu te amo - eu falava desesperado, procurando o olhar dela, precisava me conectar com ela enquanto ele a penetrava

Alejandra: vou continuar vendo ele - ela falou me olhando nos olhos, Randal a penetrava de novo e o rosto dela se contorcia

Eu: o quê? Como assim? - perguntei histérico

Alejandra: vou continuar vendo ele quando a gente voltar e não vou te contar - ela falou me olhando nos olhos, com pena, mas firme, eu fiquei sério sem saber o que dizer, ele com certeza ouviu porque começou a foder ela sem parar dessa vez

Passaram alguns minutos do espetáculo escandaloso e ele parou de repente, "vira" ele falou, nós dois viramos sem saber do que ele tava falando. "Vem pra cá Franco, com a buceta dela na sua cara, tipo um 69" ele falou, ela se levantou, eu me ajeitei como ele mandou, resignado, não resisti mais.

Ela ficou de quatro em cima da minha cara e ele começou a foder ela, eu ficava obcecado em ver aquele pau enorme entrando na bucetinha da minha namorada, ela gritava e gemia, ele chamava ela de puta, ela falava que era a puta dele. Num momento, ele tirou o pau, ela respirava histericamente, e ele guiou o pau dele pra minha boca, eu hesitei por um segundo se era o que eu tava pensando, mas ele esfregou a cabeçona molhada do pau dele nos meus lábios, eu simplesmente abri a boca e deixei entrar um pouco, o pau dele tinha um gosto amargo, eu dei uns segundos de sexo oral naquela posição desconfortável, tentando não fazer barulho e implorando pra ela não perceber, ele não falou nada, era provavelmente ela nem percebeu. Uns segundos depois, ele continuou metendo nela. Nunca tinha feito aquilo, me sentia confuso, mas resignado.

Ele tava penetrando ela e as bolas dele batiam no meu nariz, me ajeitei um pouco e decidi lamber as bolas dele o melhor que pude enquanto ele fodia minha mina. Quando ele entrava tudo nela e deixava o pau inteiro dentro, eu lambia as bolas dele feito um obcecado, odeio admitir que tava curtindo.

Ele falou de novo que ia gozar dentro dela, ela nem respondeu, só deixou, e eu senti as bolas dele se contraindo na minha boca enquanto ele esvaziava tudo dentro dela.

Ele saiu, eu fui direto na buceta dela e comi toda a porra do Randal, dessa vez curti, com nojo e dificuldade, mas curti, segurava a bundinha gostosa dela com as duas mãos contra minha cara e tentava lamber fundo e comer tudo que saía dela. Ela não falou nada, só deixou eu chupar a buceta dela.

A gente se afastou, ele se vestia e levava ela pra longe de mim, dessa vez não tentei seguir, sabia meu lugar. Ele falava umas coisas que eu não ouvia, ela concordava. Eles voltaram e se vestiam, "vamos voltar" ela falou enquanto vestia o biquíni e deixava os peitos de fora.

Voltamos andando sem falar nada, eles vinham de mãos dadas, quando a gente tava chegando no acampamento eu quis falar algo preocupado, pra eles se soltarem, os outros podiam ver, mas não falei nada, eles não se soltaram. Entramos no acampamento e eu tava nervoso pra caralho vigiando pra ninguém ver.

A gente caminhava pras barracas e eu não sabia o que dizer, não muito longe estavam o Fausto e a Laura, acho que olhavam na nossa direção, fiquei puto de nervoso.

Eu: Alejandra... – falei rápido indicando que eles estavam ali, ela viu e não falou nada, continuou de mãos dadas com o Randal indo pras barracas, ele abriu a dele e entrou, finalmente soltou minha mina e deixou ela fora, me senti tão aliviado.

Alejandra: me dá o pílula – ela dizia sem olhar nos meus olhos

Eu: sim, vou pegar água – falei rápido e entreguei na mão dela, ela pegou – toma agora em casa – disse e quase fui embora, ela me segurou pelo braço, nos olhamos, ela fez uma cara triste

Alejandra: Franco… Não vou dormir com você – disse me olhando nos olhos, parecia que ia chorar

Eu: não não não faz isso por favor – falei implorando, sabia que aquilo significava que ela ia ficar lá, por isso ele não tinha fechado a porta

Alejandra: desculpa mesmo, mas não quero dormir com você, a gente conversa amanhã, ok? – disse me olhando tristemente, soltando minha mão e entrando na casa do Randal

Tentei segurar o braço dela fraco, ela se soltou e entrou na casa do Randal, fecharam a porta, olhei pra trás e Fausto e Laura estavam olhando atentos, sem acreditar. Não soube o que fazer ou dizer, só fui pra minha barraca, me tranquei e chorei.

Fiquei deitado pensando em ir, em implorar, em mandar ela vir, se precisasse brigaria com o Randal, não sabia o que fazer, quase levantei e saí umas duas vezes, mas aí ouvi ela gemer… baixinho, mas ouvi, seguido de uma fodida bem escandalosa e forte, fiquei lá, deitado, congelado, ouvindo eles gemerem, as penetrações molhadas e fortes, todo mundo podia ouvir, só se ouvia aquilo, patheticamente me masturbei 4 vezes a noite toda ouvindo ele aproveitar minha namorada pelo menos 2 vezes na casa dele, pelo que entendi pelas pausas que fizeram, e finalmente dormi.

Nota aos leitores: obrigado por lerem e pelos pontos, comentem por favor, leio todos os comentários de vocês.

7 comentários - Acampada safada com minha mina, Parte 4

Ya sabias que esto iba a pasar, tú lo quisiste así, Por Qué lloras ahora? No existe el amor ahí, yo tú le hubiera dejado sus cosas dónde el otro, pero tú no quieres respetarte, hiciste de idiota y patético este capítulo, yo tú la dejo. Se hombre!
El relato me gustó, pero ya no son cuernos, ella lo eligió y se terminó la relación. O por lo menos no los cuernos que uno espera, dónde el afecto y la relación fuera de lo sexual es intocable, es solo mi opinión
Perdiste como la grerra, ya no es tu novia, olvidate de ser el tercero, ya no te ama y porque vos probocaste esto. Deja a Alejandra que haga su vida y vos segue tu vida. Se hombre y reconoce que te equvocaste mal. van puntos
Vaya final de mierda. Como pude haber una persona que no se valora, ni siquiera se te puede decir hombre