Olá amig@s do poringa.net:
Como sempre, quero agradecer a todos meus leitores e amigos dessa comunidade gostosa.
Hoje apresento pra vocês a Barby.
Ela é a irmã mais nova do meu amigo Aníbal.
Ela é uma mina muito simpática e alegre.
Conheço ela há muitos anos. Como é irmã do meu amigo, a gente se via direto.
Uma noite, quando fui jantar na casa dela, não a vi como de costume.
Ela tava séria e vidrada no celular.
Como se esperasse uma mensagem ou ligação importante que não chegava.
Depois da janta, saí no quintal pra fumar.
Ela tava sentada, com lágrimas nos olhos e o celular na mão.
Eu: — Ei... nena, o que que cê tem?
Barby: — Nada, meu namorado terminou comigo.
Não sei o que rola com ele. Acho que tem outra.
A gente tá muito mal. Faz uns dias que não nos vemos.
Ele fica online o dia inteiro e demora pra responder minhas mensagens.
E sempre dá desculpa pra não me ver.
Eu: — Não pensa assim. Talvez ele tenha algum problema.
Não sei o que te dizer.
Barby: — Tenho certeza que ele tá com outra e não tem culhão pra me falar.
Eu amo ele e não sei o que fazer.
Mas não quero sofrer assim. Cê me entende, né?
Eu: — Não sei o que te falar.
Só que ninguém merece te ver desse jeito.
Tenta se recompor e não deixa teus pais te verem chorando.
A gente se abraçou, enxuguei as lágrimas dela e dei um beijo na bochecha.
Ela me agradeceu e eu fui pra dentro.
Depois ela entrou e foi pro quarto dela, dando tchau pra todo mundo.
Não vi ela por dois dias.
Até que ela ligou pro telefone da oficina.
Chorando pra caralho.
Barby: — Oi, Maury.
Eu tava certa, viu? Meu namorado me largou por outra.
Não sei o que fazer. Tô me sentindo um lixo.
Não sei o que fazer, puta que pariu.
Tô chorando há duas horas. Saí da escola e tô dando voltas pra não chegar em casa.
Não quero que minha família me veja assim. Não sei o que fazer.
Sinto que vou morrer.
Eu: — Pô, nena. Não sei o que te dizer. Onde cê tá?
Quer que eu avise seu irmão?
Barby: — Não, Maury, não avisa ninguém.
Só não sei o que fazer.
E ainda tá chovendo, e eu toda descompensada.
Não sei pra onde ir assim.
Desculpa te encher o saco.
Tô na praça perto da escola.
Eu: — Não sai daí. Daqui a pouco passo aí. buscar.
Barby: ok, não quero te incomodar, mas não tenho pra onde ir.
sem hesitar, fui buscar ela. tava chorando no banco da praça.
quando me viu, veio até mim e me abraçou forte.
tava chovendo a cântaros.
fomos pra minha casa.
eu: bom, chegamos. entra em casa, se seca um pouco.
tem roupa minha no sofá.
se quiser, pode pegar algo pra beber, tá em casa.
fica tranquila e avisa sua mãe que você tá bem, ou o que quiser, senão esquece?
assim ela não fica preocupada.
Barby: obrigada, você é muito bom.
vou falar pra ela que tô na casa de uma amiga.
não quero nada, só vou deitar um pouco.
se eu me sentir melhor, te preparo uns mates, vejo que você tem muito trabalho.
mil obrigadas de novo, amigo.
passando do meio-dia.
entreguei um carro e fechei.
ela tava dormindo no sofá. perguntei se queria comer algo.
mas ela disse que não, ainda tava com o estômago embrulhado.
fui pra cozinha e preparei minha comida.
depois fiz um café e levei um pra ela no sofá.
eu: um café? quer com leite ou puro?
Barby: não, tá bom assim, obrigada, Maury.
eu: tá melhor? quer conversar?
sei lá, o que você quiser.
Barby: te agradeço, amigo.
não é à toa que meu irmão te ama. você é de ferro.
eu: não seja boba. não podia te deixar largada chorando por um babaca.
Barby: isso é verdade. ele pediu um tempo pra ficar sozinho.
mas a verdade é pra sair com uma coroa bem mais velha que ele.
não acredito. dois anos de namoro, pra quê?
me fez perder tempo e me machucou muito.
bom, pelo menos vou aprender a foder, o idiota.
desculpa, amigo, é que tô com muita raiva.
eu: não se preocupa, te entendo.
bom, e daí? seria legal e carinhoso, mas se não sabe foder, pra que quer ele? hahaha.
desculpa.
ela ficou umas meia hora contando todo o drama.
e eu tentando consolar ela.
preparei uns mates pra essa conversa ficar mais leve.
entre mate e papo, passaram algumas horas.
até que ela desabou a chorar.
eu segurei ela nos meus braços sem saber o que fazer.
Apoiei minha cabeça na dela.
E ela colocou o rosto no meu peito.
Com minha mão direita, acariciava seu cabelo macio.
Ela frustrada. Irritada e com o coração partido.
Encontrou consolo no seu amigo mais velho.
Que a segurava, ouvia e confortava com seus carinhos.
Com meu perfume que a envolvia.
Sem pensar, ela começou a acariciar meu peito.
E com um movimento sutil de cabeça, me beijou a boca de um jeito doce e terno.
E no mesmo instante, deslizou a mão até meu volume.
A mão dela percorria desde minhas bolas, passando por todo o comprimento da minha porra.
Mas a boca dela era um manjar, com sua língua quente, que brincava com a minha língua.
Entre sussurros, ela me disse:
Barby: Não me rejeita, por favor.
Preciso e quero um love que me faça esquecer toda essa merda.
Quero que você apague toda a lembrança dele da minha mente, mas principalmente do meu corpo.
Eu: Você tá despeitada, neném.
Não quero que se arrependa depois.
Barby: Não vou me arrepender, aliás, sei que vou aproveitar.
Mostrando determinação no que queria.
Ela me tirou a calça e, num puxão, me deixou totalmente nu.
Pra descobrir minha pica ereta.
A cara da putinha se transformou.
Barby: Uau... que pica, amigo...
Sim, tenho certeza.
Que pica boa você tinha escondida, hahaha.
Eu: É, não costumo mostrar pras minhas amigas, haha.
Barby: Devia, ela é linda, hahaha.
Enquanto falava e elogiava minha porra,
Ela acariciava minha pica com suavidade e ternura.
Mas quando terminou de acariciar e até brincou com minhas bolas,
Sozinha, desceu pra dar uma boa olhada.
Com o nariz, acariciou toda a minha pica, sentindo o cheiro do seu novo macho.
Barby: Hmm, cheira muito bem e é muito macia.
Uma pica muito bonita e grossa de verdade, hmm.
Finalmente uma pica de verdade...
Hmm... não uma de bebê. Hmm...
De hoje em diante, sem mais picas pequenas, hahaha.
Sem mais, eu podia sentir a ponta fina da língua dela percorrer meu falo ereto.
A suavidade dela. Seu calor e sua umidade. A mão dela batendo uma pra mim. pau.
suave e devagar, me fazendo sentir e curtir como um louco, uma sensação tão gostosa.
um pouco de líquido pré-seminal apareceu. ela pegou com gosto na ponta da língua.
Barby: você é perfeito, tem uma pau boa.
dura, grossa, comprida e o melhor: semen gostoso.
que espero receber na minha boquinha quando você gozar.
eu: bebota, essa é sua nova chupeta pra quando quiser.
meu gozo é seu, coração.
Barby: mmm, que tentação. mas primeiro quero tudo..
eu: você vai ter tudo, coração. só confia em mim.
ela sem dizer mais nada.
colocou a boca pra trabalhar.
língua e lábios trabalhando na minha pau.
me olhando, vendo minha cara de satisfação.
curtindo aquela sucção intensa.
cada vez foi se atrevendo mais e mais.
metendo minha rola cada vez mais pra dentro.
ela degustava, a putinha, e me fazendo delirar de prazer.
com aquela carinha de menina, me deixava louco.
eu brincava com os peitinhos gostosos dela
enquanto metia naquela boquinha, head master.
peguei ela pelos cabelos e trouxe até minha boca.
depois de uns beijos bem dados.
convidei ela pra continuar chupando.
mas mudando de posição.
pra minha surpresa, foi o primeiro 69 dela.
enquanto ela chupava meu pau, eu curtia aquela buceta apertada.
minha língua percorria os lábios da buceta dela.
pegando toda a umidade.
minha língua brincava com o clitóris dela. passava pelos lábios, enfiava a língua pra dentro e seguia até o cuzinho apertado. a gata delirou de tesão.
me dando uns orgasmos histriônicos.
Barby: não seja mau, ah ah ah...
meu deus, que filha da puta...
você não pode me fazer gozar assim... mm...
eu: mmm... que buceta gostosa, garota.
adoro quando você explode na minha boca.
Barby: ai... chega, enfia o pau em mim, por favor. tô pegando fogo.
preciso do seu pau bem dentro de mim.
ai, meu deus, Maury... você me leva pra outro plano, minha vida...
num pulo, ela se deitou na cama.
pegou minha mão, me convidando pra subir nela.
sem pressa, subi nela. chupei um pouco os peitinhos lindos dela.
ela não aguentou esperar. sozinha, pegou meu pau e foi encaixando pra eu meter.
a cabeça da minha rola encontrou rápido o calor da buceta lubrificada dela.
Barby: ayyy... é enorme, mano......
você vai me abrir no meio....
mmm ah... ah... ah.... mmm....
meu pau entrava cada vez mais, batendo no fundo da buceta dela, fazendo doer, mas ao mesmo tempo a gata adorava.
a cada orgasmo da putinha, ela estrangulava meu pau com os espasmos.
a gata curtia cada orgasmo e a agitação que ele causava.
os dois se dando prazer em cima do lençol molhado.
Barby: gozou? não me fala que gozou, pelo amor de deus...
eu: não, como vou gozar em você? não tenho camisinha...
Barby: por isso não tem camisinha e gozou dentro? não acredito, seu idiota.
se gozou, burro.
o lençol todo molhado... isso tudo não é meu.
eu: não, amor, é tudo seu.
você tá gozando igual uma louca.
Barby: não, mano, não pode ser tudo meu.
nunca me aconteceu isso..
os remédios você paga, seu idiota...
quero me matar. por que não me avisou?
eu: te avisar? já te falei que não gozei, você é retardada?.
fica tranquila. você vai ver quando eu gozar.
vai, fica de quatro e para de falar besteira.
embora eu não acreditasse que não tinha gozado.
ela ficou de quatro pra continuar aproveitando.
minhas investidas eram brutais.
mas ela repetia pra eu não gozar, e se fosse, avisar pra pegar meu leite.
não queria dentro.
sozinha percebeu que toda a umidade da cama era dela.
porque cada orgasmo a fazia encharcar.
as nádegas dela batiam com minhas investidas.
cada estocada, eu via o cuzinho dela se abrir um pouco.
como pedindo pau.
ela tava exausta. de tanto gozar e aguentar minhas fodas.
com a bunda bem empinada e o rosto e os peitos deitados no travesseiro.
cuspi bem no meu pau.
tirando ele da buceta dela e mirando aquele cuzinho faminto.
ela não fez força pra não deixar entrar.
e sem pensar muito, enfiei um pouco.
Barby: ayyy, você vai me arrebentar.......
não, mano......
é grande demais........
ai..... ai....... deus...ai.....
meu pau entrou bem devagar.
com um coro de queixas.
aquele bum virgem era meu.
segurando ela pela cintura, não tinha escapatória.
gritos e uivos.
a mina recebia pica no cu como ninguém. e não tinha outra opção a não ser aproveitar o que o macho dela dava.
sem parar, eu fazia ela gozar como uma puta.
Muita reclamação, mas ela curtia pra caralho.
Até acompanhava minhas metidas.
Até pedia pra entrar tudo.
Barby:
Deus... que tesão você me dá...
mm deus, você que sabe foder, deus...
tô te amando demais.
Sinto como se fosse a primeira vez.
Você apagou todo vestígio do fracassado do meu ex.
Isso sim é foda de verdade.
Não esquece de gozar na minha boca...
Quero seu gosto na minha boca.
Segurei ela firme pelos quadris.
Tirei meu pau da bunda dela e enfiei de novo na buceta até ela gozar outra vez.
Peguei ela pelos cabelos e fiz ela chupar, enquanto ela ainda tremia do orgasmo que teve.
Meu pau tava pronto pra explodir na boquinha dela.
Ela mostrou sua magia de novo.
Mamando muito bem o pau.
Ela percebeu que meu pau tava prestes a explodir quando sentiu meus gemidos.
E os espasmos do pau.
Minhas pernas ficaram duras, até eu gozar.
Aos poucos, ela foi pegando cada jato de porra.
Mas primeiro ficou brincando com ela e com meu pau.
Depois de brincar um pouco, eu engulo toda a porra.
Saboreando e pegando o pouco que não caiu dentro da boca dela.
Mas não paro até deixar tudo bem limpinho.
Eu fiquei deitado recuperando o fôlego, e ela também, mas agarrada na minha pica.
Beijando e chupando como se não houvesse amanhã.
No meio da brincadeira, meu pau endureceu de novo.
E voltamos a foder como loucos.
A mina ficou surpresa. O ex-namorado não conseguia ficar duro tão rápido, e muito menos comê-la com toda a fúria.
Claro que não abri a oficina. Só aproveitei o dia inteiro com aquela gostosa.
O ex ficou no passado, nem na lembrança.
Ela passou a noite comigo. E foi pra escola toda comida e feliz.
Desde aquele dia, a gente se vê direto. Ninguém sabe do nosso segredo.
Até a família dela adora vê-la feliz.
Sem saber que eu tenho tudo a ver com essa mudança gostosa.
E o quanto a gente se diverte quando ela passa a noite comigo, e o quanto a mina é puta.
Fim.
P.S.: Bom, a pedido dos meus leitores tarados, aqui está esse novo post.
Espero que gostem e não esqueçam de deixar o comentário.
Serve pra eu continuar melhorando.
Desde já, muito obrigado.
Att: Maury-só-eu.
Como sempre, quero agradecer a todos meus leitores e amigos dessa comunidade gostosa.
Hoje apresento pra vocês a Barby.
Ela é a irmã mais nova do meu amigo Aníbal.
Ela é uma mina muito simpática e alegre. Conheço ela há muitos anos. Como é irmã do meu amigo, a gente se via direto.
Uma noite, quando fui jantar na casa dela, não a vi como de costume.
Ela tava séria e vidrada no celular.
Como se esperasse uma mensagem ou ligação importante que não chegava.
Depois da janta, saí no quintal pra fumar.
Ela tava sentada, com lágrimas nos olhos e o celular na mão.
Eu: — Ei... nena, o que que cê tem?
Barby: — Nada, meu namorado terminou comigo.
Não sei o que rola com ele. Acho que tem outra.
A gente tá muito mal. Faz uns dias que não nos vemos.
Ele fica online o dia inteiro e demora pra responder minhas mensagens.
E sempre dá desculpa pra não me ver.
Eu: — Não pensa assim. Talvez ele tenha algum problema.
Não sei o que te dizer.
Barby: — Tenho certeza que ele tá com outra e não tem culhão pra me falar.
Eu amo ele e não sei o que fazer.
Mas não quero sofrer assim. Cê me entende, né?
Eu: — Não sei o que te falar.
Só que ninguém merece te ver desse jeito.
Tenta se recompor e não deixa teus pais te verem chorando.
A gente se abraçou, enxuguei as lágrimas dela e dei um beijo na bochecha.
Ela me agradeceu e eu fui pra dentro.
Depois ela entrou e foi pro quarto dela, dando tchau pra todo mundo.
Não vi ela por dois dias.
Até que ela ligou pro telefone da oficina.
Chorando pra caralho.
Barby: — Oi, Maury.
Eu tava certa, viu? Meu namorado me largou por outra.
Não sei o que fazer. Tô me sentindo um lixo.
Não sei o que fazer, puta que pariu.
Tô chorando há duas horas. Saí da escola e tô dando voltas pra não chegar em casa.
Não quero que minha família me veja assim. Não sei o que fazer.
Sinto que vou morrer.
Eu: — Pô, nena. Não sei o que te dizer. Onde cê tá?
Quer que eu avise seu irmão?
Barby: — Não, Maury, não avisa ninguém.
Só não sei o que fazer.
E ainda tá chovendo, e eu toda descompensada.
Não sei pra onde ir assim.
Desculpa te encher o saco.
Tô na praça perto da escola.
Eu: — Não sai daí. Daqui a pouco passo aí. buscar.
Barby: ok, não quero te incomodar, mas não tenho pra onde ir.
sem hesitar, fui buscar ela. tava chorando no banco da praça.
quando me viu, veio até mim e me abraçou forte.
tava chovendo a cântaros.
fomos pra minha casa.
eu: bom, chegamos. entra em casa, se seca um pouco.
tem roupa minha no sofá.
se quiser, pode pegar algo pra beber, tá em casa.
fica tranquila e avisa sua mãe que você tá bem, ou o que quiser, senão esquece?
assim ela não fica preocupada.
Barby: obrigada, você é muito bom.
vou falar pra ela que tô na casa de uma amiga.
não quero nada, só vou deitar um pouco.
se eu me sentir melhor, te preparo uns mates, vejo que você tem muito trabalho.
mil obrigadas de novo, amigo.
passando do meio-dia.
entreguei um carro e fechei.
ela tava dormindo no sofá. perguntei se queria comer algo.
mas ela disse que não, ainda tava com o estômago embrulhado.
fui pra cozinha e preparei minha comida.
depois fiz um café e levei um pra ela no sofá.
eu: um café? quer com leite ou puro?
Barby: não, tá bom assim, obrigada, Maury.
eu: tá melhor? quer conversar?
sei lá, o que você quiser.
Barby: te agradeço, amigo.
não é à toa que meu irmão te ama. você é de ferro.
eu: não seja boba. não podia te deixar largada chorando por um babaca.
Barby: isso é verdade. ele pediu um tempo pra ficar sozinho.
mas a verdade é pra sair com uma coroa bem mais velha que ele.
não acredito. dois anos de namoro, pra quê?
me fez perder tempo e me machucou muito.
bom, pelo menos vou aprender a foder, o idiota.
desculpa, amigo, é que tô com muita raiva.
eu: não se preocupa, te entendo.
bom, e daí? seria legal e carinhoso, mas se não sabe foder, pra que quer ele? hahaha.
desculpa.
ela ficou umas meia hora contando todo o drama.
e eu tentando consolar ela.
preparei uns mates pra essa conversa ficar mais leve.
entre mate e papo, passaram algumas horas.
até que ela desabou a chorar.
eu segurei ela nos meus braços sem saber o que fazer.
Apoiei minha cabeça na dela.
E ela colocou o rosto no meu peito.
Com minha mão direita, acariciava seu cabelo macio.
Ela frustrada. Irritada e com o coração partido.
Encontrou consolo no seu amigo mais velho.
Que a segurava, ouvia e confortava com seus carinhos.
Com meu perfume que a envolvia.
Sem pensar, ela começou a acariciar meu peito.
E com um movimento sutil de cabeça, me beijou a boca de um jeito doce e terno.
E no mesmo instante, deslizou a mão até meu volume.
A mão dela percorria desde minhas bolas, passando por todo o comprimento da minha porra.
Mas a boca dela era um manjar, com sua língua quente, que brincava com a minha língua.
Entre sussurros, ela me disse:
Barby: Não me rejeita, por favor.
Preciso e quero um love que me faça esquecer toda essa merda.
Quero que você apague toda a lembrança dele da minha mente, mas principalmente do meu corpo.
Eu: Você tá despeitada, neném.
Não quero que se arrependa depois.
Barby: Não vou me arrepender, aliás, sei que vou aproveitar.
Mostrando determinação no que queria.
Ela me tirou a calça e, num puxão, me deixou totalmente nu.
Pra descobrir minha pica ereta.
A cara da putinha se transformou.
Barby: Uau... que pica, amigo...
Sim, tenho certeza.
Que pica boa você tinha escondida, hahaha.
Eu: É, não costumo mostrar pras minhas amigas, haha.
Barby: Devia, ela é linda, hahaha.
Enquanto falava e elogiava minha porra,
Ela acariciava minha pica com suavidade e ternura.
Mas quando terminou de acariciar e até brincou com minhas bolas,
Sozinha, desceu pra dar uma boa olhada.
Com o nariz, acariciou toda a minha pica, sentindo o cheiro do seu novo macho.
Barby: Hmm, cheira muito bem e é muito macia.
Uma pica muito bonita e grossa de verdade, hmm.
Finalmente uma pica de verdade...
Hmm... não uma de bebê. Hmm...
De hoje em diante, sem mais picas pequenas, hahaha.
Sem mais, eu podia sentir a ponta fina da língua dela percorrer meu falo ereto.
A suavidade dela. Seu calor e sua umidade. A mão dela batendo uma pra mim. pau.
suave e devagar, me fazendo sentir e curtir como um louco, uma sensação tão gostosa.
um pouco de líquido pré-seminal apareceu. ela pegou com gosto na ponta da língua.
Barby: você é perfeito, tem uma pau boa.
dura, grossa, comprida e o melhor: semen gostoso.
que espero receber na minha boquinha quando você gozar.
eu: bebota, essa é sua nova chupeta pra quando quiser.
meu gozo é seu, coração.
Barby: mmm, que tentação. mas primeiro quero tudo..
eu: você vai ter tudo, coração. só confia em mim.
ela sem dizer mais nada.
colocou a boca pra trabalhar.
língua e lábios trabalhando na minha pau.
me olhando, vendo minha cara de satisfação.
curtindo aquela sucção intensa.
cada vez foi se atrevendo mais e mais.
metendo minha rola cada vez mais pra dentro.
ela degustava, a putinha, e me fazendo delirar de prazer.
com aquela carinha de menina, me deixava louco.
eu brincava com os peitinhos gostosos dela enquanto metia naquela boquinha, head master.
peguei ela pelos cabelos e trouxe até minha boca.
depois de uns beijos bem dados.
convidei ela pra continuar chupando.
mas mudando de posição.
pra minha surpresa, foi o primeiro 69 dela.
enquanto ela chupava meu pau, eu curtia aquela buceta apertada.
minha língua percorria os lábios da buceta dela.
pegando toda a umidade.
minha língua brincava com o clitóris dela. passava pelos lábios, enfiava a língua pra dentro e seguia até o cuzinho apertado. a gata delirou de tesão.
me dando uns orgasmos histriônicos.
Barby: não seja mau, ah ah ah...
meu deus, que filha da puta...
você não pode me fazer gozar assim... mm...
eu: mmm... que buceta gostosa, garota.
adoro quando você explode na minha boca.
Barby: ai... chega, enfia o pau em mim, por favor. tô pegando fogo.
preciso do seu pau bem dentro de mim.
ai, meu deus, Maury... você me leva pra outro plano, minha vida...
num pulo, ela se deitou na cama.
pegou minha mão, me convidando pra subir nela.
sem pressa, subi nela. chupei um pouco os peitinhos lindos dela.
ela não aguentou esperar. sozinha, pegou meu pau e foi encaixando pra eu meter.
a cabeça da minha rola encontrou rápido o calor da buceta lubrificada dela.
Barby: ayyy... é enorme, mano...... você vai me abrir no meio....
mmm ah... ah... ah.... mmm....
meu pau entrava cada vez mais, batendo no fundo da buceta dela, fazendo doer, mas ao mesmo tempo a gata adorava.
a cada orgasmo da putinha, ela estrangulava meu pau com os espasmos.
a gata curtia cada orgasmo e a agitação que ele causava.
os dois se dando prazer em cima do lençol molhado.
Barby: gozou? não me fala que gozou, pelo amor de deus...
eu: não, como vou gozar em você? não tenho camisinha...
Barby: por isso não tem camisinha e gozou dentro? não acredito, seu idiota.
se gozou, burro.
o lençol todo molhado... isso tudo não é meu.
eu: não, amor, é tudo seu.
você tá gozando igual uma louca.
Barby: não, mano, não pode ser tudo meu.
nunca me aconteceu isso..
os remédios você paga, seu idiota...
quero me matar. por que não me avisou?
eu: te avisar? já te falei que não gozei, você é retardada?.
fica tranquila. você vai ver quando eu gozar.
vai, fica de quatro e para de falar besteira.
embora eu não acreditasse que não tinha gozado.
ela ficou de quatro pra continuar aproveitando.
minhas investidas eram brutais.
mas ela repetia pra eu não gozar, e se fosse, avisar pra pegar meu leite.
não queria dentro.
sozinha percebeu que toda a umidade da cama era dela.
porque cada orgasmo a fazia encharcar.
as nádegas dela batiam com minhas investidas.
cada estocada, eu via o cuzinho dela se abrir um pouco.
como pedindo pau.
ela tava exausta. de tanto gozar e aguentar minhas fodas.
com a bunda bem empinada e o rosto e os peitos deitados no travesseiro.
cuspi bem no meu pau.
tirando ele da buceta dela e mirando aquele cuzinho faminto.
ela não fez força pra não deixar entrar.
e sem pensar muito, enfiei um pouco.
Barby: ayyy, você vai me arrebentar.......
não, mano......
é grande demais........
ai..... ai....... deus...ai.....
meu pau entrou bem devagar.
com um coro de queixas.
aquele bum virgem era meu.
segurando ela pela cintura, não tinha escapatória.
gritos e uivos.
a mina recebia pica no cu como ninguém. e não tinha outra opção a não ser aproveitar o que o macho dela dava.
sem parar, eu fazia ela gozar como uma puta.
Muita reclamação, mas ela curtia pra caralho. Até acompanhava minhas metidas.
Até pedia pra entrar tudo.
Barby:
Deus... que tesão você me dá...
mm deus, você que sabe foder, deus...
tô te amando demais.
Sinto como se fosse a primeira vez.
Você apagou todo vestígio do fracassado do meu ex.
Isso sim é foda de verdade.
Não esquece de gozar na minha boca...
Quero seu gosto na minha boca.
Segurei ela firme pelos quadris.
Tirei meu pau da bunda dela e enfiei de novo na buceta até ela gozar outra vez.
Peguei ela pelos cabelos e fiz ela chupar, enquanto ela ainda tremia do orgasmo que teve.
Meu pau tava pronto pra explodir na boquinha dela.
Ela mostrou sua magia de novo.
Mamando muito bem o pau.
Ela percebeu que meu pau tava prestes a explodir quando sentiu meus gemidos.
E os espasmos do pau.
Minhas pernas ficaram duras, até eu gozar.
Aos poucos, ela foi pegando cada jato de porra.
Mas primeiro ficou brincando com ela e com meu pau.
Depois de brincar um pouco, eu engulo toda a porra. Saboreando e pegando o pouco que não caiu dentro da boca dela.
Mas não paro até deixar tudo bem limpinho.
Eu fiquei deitado recuperando o fôlego, e ela também, mas agarrada na minha pica.
Beijando e chupando como se não houvesse amanhã.
No meio da brincadeira, meu pau endureceu de novo.
E voltamos a foder como loucos.
A mina ficou surpresa. O ex-namorado não conseguia ficar duro tão rápido, e muito menos comê-la com toda a fúria.
Claro que não abri a oficina. Só aproveitei o dia inteiro com aquela gostosa.
O ex ficou no passado, nem na lembrança.
Ela passou a noite comigo. E foi pra escola toda comida e feliz.
Desde aquele dia, a gente se vê direto. Ninguém sabe do nosso segredo.
Até a família dela adora vê-la feliz.
Sem saber que eu tenho tudo a ver com essa mudança gostosa.
E o quanto a gente se diverte quando ela passa a noite comigo, e o quanto a mina é puta.
Fim.
P.S.: Bom, a pedido dos meus leitores tarados, aqui está esse novo post.
Espero que gostem e não esqueçam de deixar o comentário.
Serve pra eu continuar melhorando.
Desde já, muito obrigado.
Att: Maury-só-eu.
7 comentários - Barby: a irmãzinha gostosa do meu amigo.