Inimigas Íntimas 5 (Aniversário II, “a buceta”)

O resto da semana passou sem sustos. Eu ia pra faculdade, estudava, falava com a Belén direto, e ela insistia pra gente se ver no fim de semana. A real é que eu precisava pensar numa boa desculpa; é muito fácil saber que ela não ia gostar nada de saber que eu ia no aniversário de uma mina com quem ela se dava super mal. Na verdade, corria o risco de não continuar comendo a loira se ela descobrisse isso — elas estavam brigadas de morte. Mas a vida é pra quem é corajoso, como dizem. Chegou a tão esperada sexta-feira pra mim... queria tirar uma espinha que tinha entalada.

De noite, tomei banho e repeti o procedimento que fiz com a Belén (as manias não se quebram, ainda mais quando dão sorte). Me preparei pra fazer a barba, raspar os ovos e a rola. Separei uma camisa rosa, uns jeans novos que tinha pra vestir e um tênis branco. Pedi emprestado pra um amigo um pouco do melhor perfume dele, porque eu tava meio por fora nesse assunto. O cara, muito gente boa, deixou eu levar caso precisasse de um toque a mais. Saí no carro da minha casa, que, pelo lugar onde eu ia, com certeza ia ser comparado a um carrinho de supermercado, mas tava pouco me fodendo... qualquer coisa é melhor que andar a pé. A real é que o bairro onde era a festa não ficava longe, mas eu precisava fazer umas compras antes e também pegar um ar pra pensar no que ia falar pra Belu durante a noite pra não levantar suspeitas de que eu tava indo pra festa da Camila.

Dirigi uns 15 ou 20 minutos e parei num 24 horas antes de entrar na estrada, onde me esperavam mais uns minutos de viagem. Fiz a compra clássica: umas latas de cerveja, camisinha, chiclete e cigarro. Peguei o rumo de novo pra casa da finada. Umas paradas de 500 metros antes de chegar, joguei o carro pro lado e comecei a tomar uma cerveja enquanto fumava um cigarro... já tava na hora. De todas as estratégias que tinha pensado pra não ficar mal com a loira, decidi optar pela mais simples: dizer que tinha dormido e apostava uma moeda que não ia tirar fotos naquela noite, achando bem provável. Nunca consegui perguntar quem mais ia pra festa. O barulho de uma freada brusca me tirou dos pensamentos, um lindo Chevrolet Cruze full 0 km vermelho parou a um nada do carro da minha casa. Só de pensar na batida, teria sido um chute no saco, fiquei puto pra caralho porque tava estacionado no acostamento com o pisca-alerta ligado... tinha que ser cego pra não ver. Quando fui encarar o motorista pra encher o saco, ainda com o cigarro e a cerveja na mão, percebo que quem tava dirigindo essa nave era a Camila. Cami: Veio me xingar? Gringo: Quase, porra, você quase comeu meu carro. Não chego vivo na segunda se faço merda. Cami: Eu freiei porque não sabia se era você aqui na estrada, mas percebi assim que vi a silhueta fumando e bebendo. Meus amigos não são tão sem noção... Gringo: Cê tem razão, eu não sou seu amigo. Se quiser, vou embora, sem problema (falei provocando). Cami: Tá de sacanagem? Te convido e você me fala isso na porta? Gringo: Claro. Você me humilhou primeiro. Cami: Beleza, me desculpa... cê tem razão. Tava me esperando pra não ficar sem conhecer ninguém? Gringo: Mais ou menos... Cami: Então, sobe no teu carro e me segue. Na real, não era esse meu objetivo, só queria beber algo pra passar o tempo, mas ela falou exatamente o que eu queria ouvir. Facilitou meu trampo. Cami: Olha, vai pro quincho no fundo do terreno, meus convidados tão lá. Vou me trocar. Gringo: Beleza. Cheguei andando enquanto tomava outra cerveja, a verdade é que era como eu imaginava... não conhecia ninguém naquela festa. Era uma faca de dois gumes: ou era uma noite chata pra caralho onde ia entediar até morrer, ou pegava a aniversariante e dava tudo certo porque não ia aparecer em foto nenhuma já que não conhecia ninguém. Entre o tava de boa tomando umas, quando do nada surge uma silhueta inconfundível da escuridão, era ela: vestindo um vestido branco que marcava cada curva e destacava completamente a pele morena, que brilhava dourada mesmo com a pouca luz da noite. Na hora pense que ela devia ter dado um trato no bronzeamento artificial. Começou a cumprimentar os convidados e eu via os olhos de todo mundo indo parar naquela bunda linda, tanto os caras quanto as minas, inclusive. Me chamou a atenção um comentário de uma mina de cabelo curto com um sotaque bem chamativo (depois descobri que era de Buenos Aires e se chamava Ivana. Era bem baixinha, branquinha, com uns olhos cor de mel e cabelo ondulado comprido, mal devia ter 1,50, mas os saltos davam uma ajudinha. Corpo normal, mas bem proporcionado, o forte dela sem dúvida era o rostinho lindo, enfeitado com um piercing no nariz). Ela tinha parado do meu lado, enquanto eu tava ali de boa admirando a beleza da minha "inimiga".

Ivana: Que bunda linda que a Cami tem
Gringo: Cê curte?
Ivana: Simmm, várias vezes tentei chegar na gata nas baladas, mas ela não quer saber, fala que curte muito piroca
Gringo: Ah é? Não sabia disso
Ivana: E você, loirinho? Qual é a sua? Nunca te vi na facul. Cê é o cara que come a inalcançável do curso?
Gringo: Quem dera! Haha, não, vim na amizade, estudo na Universidade Nacional. Não sabia que todo mundo aqui era do curso
Ivana: É... olha ao redor (uma leva de playboys enchendo a cara de vodka e champanhe)
Gringo: Totalmente peixe fora d'água eu aqui tomando cerveja
Ivana: Cê trouxe cerveja mesmo?
Gringo: Sim, um monte. Quer uma? Te pago uma (na hora puxei uma lata de uma bolsa térmica que tinha)
Ivana: Não, me dá dessa que você tá bebendo. Não abre outra agora, ainda é cedo
Gringo: Sem problema, fica à vontade que eu te dou cobertura
Ivana: E eu dou cobertura pra você, porque você tem que comer a Camila
Gringo: Tá me obrigando? Haha
Ivana: Sim, gatinho, se ela não me der bola mi. A menos que a mais gostosa pegue o mais desenrolado.
Gringo: Não precisa mentir pra mim por causa da cerveja, brinquei. Eu te pago uma sem compromisso (oferecendo outra cerveja).
Ivana: (aceita e dá um bom gole) Mano, se eu gostasse de pica ou tivesse curiosidade, você seria o cara que ia me dar pica hoje. Olha só esses virjões, se não tivessem um puto no bolso, não comiam ninguém.
Gringo: Pode ser eu, não seja ruim com os caras.
Ivana: Eles me secam a buceta, amigo, e olha que sou bem fogosa.

Mal terminou de falar isso, a Cami chegou pra cumprimentar. Quando a portenha viu ela, vi nos olhos dela um tesão que qualquer cego notaria. Ivana deu um beijo efusivo no canto dos lábios dela e, aproveitando a escuridão, a mãozinha branca percorreu delicadamente a bunda da Camila enquanto trocavam umas palavras. Eu, por minha vez, esperei elas terminarem o assunto quando a Cami cruzou olhares comigo.
Cami: Você não vai me cumprimentar?
Gringo: Claro que sim! Feliz aniversário! Que gostosa você tá, soltei pra ela.
Cami: (corou um pouco, apesar da pele morena) Muito obrigada! E me deu um abraço longo como se fôssemos amigos de infância. Nisso, a baixinha interrompeu.
Ivana: Ei, Cami, e ele é seu namorado?
Cami: Não, somos amigos.
Gringo: Mente, fala na cara da minha nova amiga que você me odeia.
Cami: Bom, é verdade. Eu odeio ele desde que ele roubou minha bandeira no primário.
Ivana: (começou a rir) Então, loiro, hoje você vai ter que compensar a garota.
Gringo: E se ela me deixar...
Cami: Para de falar besteira, Iva.
Ivana: Bom, se você não quer, eu vou fuder esse gostoso, me agarrando na mão dele.
Cami: Ivana, você é lésbica, pô.
Ivana: Tenho buceta, e uma muito linda, sabia? Ele pode meter em mim. Você aqui é a que faz ele gozar no talo da bunda e fica enrolando o cara (não parava de me surpreender a mão que a mina tava me dando, embora já estivesse meio bêbada).
Gringo: Bom, já vamos dar uma segurada e ir pra festa. (A gente tava meio...) (separados do resto) Ivana e Cami: Bora lá. A festa tava meio chata, os convidados bebiam mas ficavam paradões ou dançando no mesmo lugar. O DJ que chamaram deve ter morrido de tédio. As horas passavam e eu continuava ali com a Ivana enchendo a cara de cerveja, conversando, enquanto a Camila ficava de vez em quando com os grupos, mas eu sentia que, quando podia, me matava com o olhar. Da minha parte, se ela não tivesse deixado claro desde o início, eu já taria dando em cima dela pra ir pra outro lugar, do jeito portenho — ela não enrolava. Ivana: Ai, já tô bem bêbada. Gringo: Não me diga! Falei brincando. E agora, o que vem? Ivana: Por enquanto nada, a young lady que eu tô saindo acho que apagou. Gringo: Que merda, hein. Ivana: Demais! E ainda a Camila tá usando uma calcinha fio dental, me molhei toda quando senti a pussy. Gringo: Ah, é expert em lingerie? Ivana: Ué, querido, senti a mesma coisa que isso. Pegou na minha mão e fez eu brincar com o fio da calcinha minúscula dela. Gringo: Cê tá se aproveitando muito da sua condição de lésbica, sabia? Ivana: Sim, mano, me desculpa por te deixar de cock dura. Escuta uma coisa, a Camila tá me enchendo o saco com esse papel de inalcançável. E você tá me conquistando bem. Se ela continuar nessa, me leva pro hotel pra transar. Gringo: Cê tá falando sério? Ivana: Claro que sim. Tô bêbada e com muito tesão. Além disso, você é um cara bonito, apesar de eu gostar de pussy. Ela me pegou pelo colarinho da camisa e eu jurava que ia me dar um baita beijão, quando a Camila apareceu do nada. Cami: Gringo, podemos falar a sós? Gringo: Bora. Ivana: Não demorem muito. Deixei a portenha com as cervejas e fomos pro carro da Camila, o percurso devia ter uns 200 metros. Era umas 5 da manhã, ainda bem escuro, quando no meio do silêncio que veio ao nos afastarmos da música, começaram a se ouvir gemidos. Conforme avançamos, vimos claramente na área do jardim uma garota gordinha estava com os peitos de fora montando num cara magro que ficava deitado no chão. Gringo: Parece que quando a vontade é grande, qualquer lugar serve Cami: Que coragem dessa mina, eu morreria se alguém me visse transando Gringo: Não vamos atrapalhar, do que você queria falar? Cami: Chega no carro e te conto. Subimos e ela dirigiu pro outro lado do terreno, onde tava a construção da casa. Cami: Ei! Te convido pra minha festa e você vai dar em cima da sapatão pra transar? Você é um sem noção, moleque, disse quase chorando Gringo: Não tava dando em cima dela (bom, um pouco sim) e ainda por cima o que ela falou é verdade Cami: Que eu tô te enrolando? Gringo: Aham Cami: Não, moleque, não vou fazer isso. Gringo: Tem certeza? (Fui encarar ela) Cami: Sai fora, você é muito piranha, eu gosto de você mas não dá Gringo: Você ainda não me conhece. Afrouxei a resistência fraca dela e comecei a beijar ela na boca, primeiro devagar e depois enfiando a língua, e ela começou a responder com tesão. Cami: Você quer me comer? Gringo: (mordendo de leve a boca dela e beijando o pescoço) Você quer me comer? Cami: Ai sim, pussy, faz tempo que tô de olho em você. Vem, vamos pro quarto que não aguento mais. Segui a Camila até o quarto dela, já no quarto dela comecei a tirar o vestido e lembrei do que a Ivana falou sobre a calcinha fio dental, era exatamente como a portenha descreveu, a bunda da Cami engolia o fio e a pussy dela dava sinais claros que precisava de atenção. O fio dental branco da Camila tava todo molhado na parte da frente, tanto que o tecido grudava na buceta grande e linda dela. Afastei o tecido de lado sem tirar o fio dental e comecei a chupar o clitóris dela enquanto ia me abrindo espaço enfiando os dedos. A Camila se deixava fazer, tanto que começou a arquear a pussy enterrando meus dedos e lubrificando demais. Decidi que queria ir com tudo e tirei meu pau da calça jeans, que já tava durasso, enquanto com um dedo começava a trabalhar a bunda dela, não precisei de muito pra perceber que aquela raba já Tinha experiência. Tanto que quando a bunda dela dilatou e recebeu meu dedo maior, a Cami começou uma série de gemidos: "ai sim", "por favor assim", "continua, continua", "ai! ai! ai! Ahhhhhhhh". Terminando com um orgasmo lindo que encheu de fluxo meus dedos e minha boca.
Cami: Ai por favor, deus, como você chupa a pussy! Adoro.
Gringo: E isso que ainda não enfiei.
Cami: Ai, olha essa porra linda! Bem gordinha e cabeçuda. Deita e deixa a negra chupar seu pau, bebê.
Sem dúvida tinha talento, sugava meu pau, cuspia nele, falava putaria e boqueteava até engasgar. O boquete dela tava me fazendo ver estrelas.
Gringo: Cami, se continuar assim, encho sua boca de porra.
Cami: Ai sim! Me dá a porra! Fico muito puta quando vem a porra — dizia enquanto chupava meu pau com mais força.
Gringo: Fica de quatro, vou colocar a camisinha e meter um pouquinho primeiro.
Camila virou e colocou aquela bunda enorme e gostosa na minha vista. Eu tinha que me segurar muito pra bombar um pouco sem gozar.
Cami: Como você gosta, loiro? Com fio dental ou peladinha?
Não hesitei, puxei a calcinha de lado, coloquei a camisinha e enfiei o pau inteiro de uma vez.
Cami: Ai, que pau lindo! Enche minha pussy, vai, me fode, cara, vai.
Da minha parte, aproveitava as estocadas pra enfiar um dedo no cu dela enquanto dava tapas na bunda. A bunda dela era linda, bem experiente, porque eu cuspi e enfiei o segundo dedo enquanto ainda comia ela com raiva, e ela recebeu sem reclamar.
Cami: Gosta da minha bunda, neném? Tô morrendo de vontade de você fazer um analzinho em mim.
Gringo: Ai, não aguento mais! Vou gozar!
Cami: Me fode forte que eu também vou.
Eu meti com raiva, dava pra sentir minhas bolas batendo naquela bunda e naquela xota com força. Ela arqueou as costas, gemendo mais alto até chegar ao orgasmo.
Gringo: Mostra a língua, vai — ordenei.
Camila, ainda sob efeito do orgasmo, abriu bem a boca, recebendo toda minha porrada sem deixar escapar uma gota.
Cami: Suas putinhas tiram essa porra assim de você?
Gringo: Não, gozei pra caralho.
Cami: Eu sou muito puta, sabia? Coloca de novo. durita que meu bum quer cock, bebê. Gringo: Cê quer me fazer de merda, então? Cami: Óbvio! Por ser uma puta tarada. Usa a palavra: buceta. Sabe como eu queria te comer quando cê tava engatando a sapatão? Gringo: Ah, é? Cami: Ficava doida quando cê afrouxava a buceta da Ivana. Gringo: Se eu soubesse disso, tinha chamado ela pra olhar. Ela viria. É louca por você e tem uma bunda linda. Cami: Não quero te dividir, vou te comer sozinha até você ficar sem cum. Gringo: Levanta minha bunda que vem o feliz aniversário. Cami: Ai sim, pela tiny ass, sim! Adoro. Sem dizer uma palavra, cuspi na bunda dela com a cock cheia de gozo, comecei a me abrir espaço, a bunda dela não ofereceu muita resistência. Gringo: Cê gosta devagar? Ou eu arrebento teu cu? Cami: Devagar, eu peço pra você arrebentar minha booty quando eu não aguentar mais de tesão. Comecei devagar, na terceira ou quarta estocada, vejo a Cami se masturbando o clitóris com a cock no cu. Gringo: Cê é gulosa, brunette? Cami: Ai sim, loiro, adoro a cock. Me come, vai, tô super tarada. Gringo: Cê queria me comer? Cami: Desde a balada, gato, eu fazia barulho pra você me pegar. Queria que você me desse cock, tô muito necessitada. Gringo: É? Vai me pedir poronga? Cami: Sim, toda, me dá. Fala putaria que minha buceta adora. Gringo: Sou um atrevido, me perdoa... (peguei meus dois dedos maiores e, enquanto comia devagar pelo cu, comecei a enfiar na buceta dela) naquela hora, a Camila revirou os olhos e começou a gemer muito forte, enfiando minha cock até o saco e se masturbando com fúria. Cami: Ai sim, meu amor, arrebenta meu cu que eu gozo toda! Sim, sim, vai, continua, por favor! Toda a cock, toda até as bolas, enfia! Ai, ai, ai! Siiim! Gozando com um jorro forte nos lençóis da cama. O cheiro de buceta invadiu totalmente o quarto da Cami, a calcinha dela tava encharcada. Gringo: Que gostoso que cê come, por favor! Cami: Cê é um animal, guy, não podia ter me comido assim. Enquanto tirava a calcinha. Olha a marca do fio (mostrando o bronzeado) e a buceta, sem nenhum pelo, pra você me fazer a festa.
Gringo: Ainda tô com a pica dura.
Cami: Não aguento mais, lindo, tô com uma vontade de comer essa pica sem camisinha. Bate uma e goza onde você quiser.
Foi o que eu fiz, baixei minha ereção me masturbando e decidi gozar nos peitinhos pequenos da Camila, que no meio de tanta tesão acabaram passando despercebidos.
Gringo: Que jeito de transar.
Cami: Nossa, me surpreendeu pra caralho.
Gringo: Por quê?
Cami: Sempre tive namorados mais velhos... com experiência, e você me deu uma foda sendo um moleque.
Gringo: Bom, obrigado, acho.
Cami: Agora me diz... você teria dado pica na Iva?
Gringo: Com certeza, me dá muito tesão ter excitado a buceta de uma lésbica.
Cami: E se ela não deixasse você penetrar?
Gringo: Com uma punheta acho que eu me contentava.
Cami: A Iva, se visse sua pica, enfiava até o saco, sabia?
Gringo: Você acha?
Cami: É grande sem ser enorme, é grossa sem ser só larga e tem uma cabeça gigante, minha buceta ficou molhada quando vi, e ela não deve ser de pedra.
Gringo: Não sabia que você era assim?
Cami: Tão puta na cama? Adoro. Sou uma dama na rua e muito puta na hora de transar.
Gringo: Você vai me fazer querer te comer direto.
Cami: Você é solteiro, né?
Gringo: Nunca me perguntou.
Cami: Ninguém te reclama nas redes.
Gringo: Você tava me stalkeando?
Cami: Pode ser...
Gringo: Você não me odiava, por acaso?
Cami: Não se anima, ainda não te quero. Mas você transa muito bem, gostoso, minha buceta vai te procurar com certeza depois disso.
Gringo: Bom, vou me despedir da sua buceta. (Passando a língua no clitóris inchado dela)
Cami: Você é muito filho da puta, loiro! Não vai me dar um beijo?
Gringo: Só porque você se comportou bem, comi a boca dela num beijo. Vamos trocar de roupa?
Cami: Vamos, mas por sua culpa vou ter que ir de buceta por baixo. Não tenho outra calcinha fio dental branca, e o que eu colocar por baixo disso vai aparecer como um holofote debaixo do vestido branco. Tava terminando de me trocar, do jeito que dava me ajeitei a roupa e esperei a Cami. Tava com a maquiagem toda borrada, totalmente despenteada depois do sexo. Sabia que tinha um tempinho, mas ela apareceu pronta muito mais rápido do que eu esperava.
Cami: Vamo ver qual é a da festa?
Gringo: Bora, vamo.
Tinha menos gente do que no começo, mas dava pra sentir outro clima na festa, era umas 7 da manhã. Todo mundo dançando, destruídos de bêbados, quando a gente vê a Ivana sentadinha, tomando uma latinha e fumando um baseado. Não pensei duas vezes antes de chegar perto.
Ivana: E aí, loiro, beleza? Fizeram as pazes?
Cami: (interrompendo) Ah, tu nem sabe como! Tô feita em pedaços.
Ivana: Ah é? Tem uma rola bonita escondida aí, mano?
Gringo: Nada disso, eu sou de boa.
Cami: Me fez ver estrelas, Iva. Fazia tempo que não me davam uma guerra igual esse cara me deu.
Ivana: Bom, eu não, não fala de dinheiro na frente dos pobres. Seus malas.
Gringo: Eu te chamei pra olhar, e a Camila recuou.
Ivana: Nossa, amiga, que chata. Não ia roubar sua rola, eu gosto é de buceta.
Gringo: Tu não tem ideia da que a Camila tem, igual uma boneca, depilada no zero.
Ivana: É... já imaginava. Olha que gostosa essa putinha? Sabe como me excita? Dando um beijinho nela.
Cami: Amiga, preciso que me conta o que te excitou no loiro.
Ivana: Qual é, negona? Te excita que a sapatão quis comer teu boy?
Cami: Pra caralho. Você é muito linda, gata.
Ivana: Quando você chegou, eu já tava quase comendo ele. Tô te falando com a sinceridade da bebedeira que tô e a tesão de ter fumado uns baseados.
Cami: Nossa, então tu tava na pista, Iva?
Ivana: Sim, sim, se você continuasse se fazendo de difícil, eu pegava ele.
Cami: Tá mentindo...
Ivana: Passa a mão na minha buceta e vai ver que não.
Cami: Amiga, é um rio essa calcinha fio dental.
Ivana: Viu? Eu ia dar pro teu namorado.
Cami: Tu tem experiência com caras, Iva?
Ivana: Não, capaz que era a primeira e última vez. Pra ser sincera, tava mais a fim de ser num ménage com vocês dois.
Gringo: Como esse baseado bate forte, hein.
Ivana: Sou muito puta. quando fuck you fumada em cima
Cami: Tá me deixando louca, anã, até me fazendo pensar nisso
Ivana: Não ia gostar que chupassem teu cu enquanto te dão cock? Ou que chupassem tua pussy enquanto o loiro te faz a Booty?
Cami: Cê joga pesado, mina
Ivana: Mais que isso, fuck you tempo pra pensar..
Cami: Cê é muito punheteira, Iva, adoro isso.
Gringo: Não posso opinar muito, mas eu topo na hora
Ivana: Quero comer os dois juntinhos. Fecha, brunette, cê vai amar! O loiro não é teu marido e não vai te julgar por isso, certo?
Gringo: Nada disso... Se rolar algo a mais, a gente conta como anedota depois
Cami: Tão mexendo com minha cabeça, puta merda
Ivana: Prefiro mexer na tua pussy, negra
Cami: Cê chupa gostoso?
Ivana: Melhor que teu ficante, com certeza
Cami: Como me excita ouvir putaria assim
Ivana: E tu não sabe como tão meus outros piercings
Gringo: Cê tem mais?
Ivana: Aham... esses que nem todo mundo pode ver
Cami: Chega. Prometo pensar, é algo que nunca fiz ainda
Gringo: Eu também, pra ser sincero
Ivana: Fica com vocês, bombons, tenho que ir... vou mandar uns vídeos do que uma sapatão sabe fazer, cami?
Cami: Cê topa?
Ivana: Óbvio... vão ver juntos, né?
Gringo: Pode ser..
Ivana: Pronto.. já que não me deixaram brincar, vão ver o que perderam
Cami: Precisava comer ele sozinha, é meu aniversário, me entende
Gringo: Aham? Nem fiquei sabendo
Cami: Vai continuar provocando? (Olhando feio pra mim)
Ivana: Loiro, não abusa que não mete mais. Bom, vou indo, gurias (dando um beijinho em cada uma)

Depois que a portenha foi embora, continuei conversando com Camila, os convidados já tinham ido. Acendi um cigarro e fiquei observando ela.. verdade que ainda não tinha caído a ficha de várias situações que tava vivendo em tão pouco tempo. Tava viajando quando algo me tirou do transe.
Cami: Gringo, tenho que te pedir desculpas
Gringo: Por quê?
Cami: Por tudo aquilo antes, na verdade tava tentando te afastar porque cê me parecia muito lindo. Eu sabia que meu relacionamento anterior já não dava mais há um tempo, mas enfim, quis Ter um pouco de respeito por essa pessoa
Gringo: Entendo, sem problema.
Cami: Mudando de assunto... cê acha que a proposta da Iva é séria?
Gringo: Pra mim soou bem convincente
Cami: Tô curiosa, mas com medo ao mesmo tempo
Gringo: Por quê?
Cami: Tenho medo de você fazer a Ivana gostar da sua pica, quero você só pra mim. Sou meio ciumenta
Gringo: Acho que ela só tem curiosidade. E que ela tá se sacrificando comigo pra ter a chance dela de ficar com você
Cami: Para de se fazer de humilde, moleque. Você é um gostoso e come gostoso pra caralho. Certeza que a Ivana tá pensando na sua pica agora
Gringo: Ou na sua buceta... A Loira me contou que você tava de fio dental e que fez ela ficar toda molhada
Cami: Fiquei passando a mão na bunda toda, a anã. Ainda bem que ela não foi tocar na minha buceta
Gringo: Por quê?
Cami: Tava molhadinha, não viu como tava minha calcinha? Tava com uma fome de você (beijando meu pescoço)
Gringo: E se tava tão na cara assim, por que não falou que queria foder?
Cami: Precisava que você viesse atrás de mim. Sou birrenta, pode saber, e ainda quase deu errado
Gringo: A sapatona ia comer sua pica
Cami: Demais! A Ivana tava muito tesuda. Ela deve estar se tocando agora
Gringo: Você não deixou ela participar...
Cami: Sou muito ciumenta, moleque. Como faço pra não ter ciúme da sua pica depois de hoje?
Gringo: Não exagera, ainda não te fiz nada
Cami: Tem mais pra me mostrar?
Gringo: Experimenta
Cami: Quarta-feira na minha casa. Te convido pra jantar...
Gringo: Fechou, vou estar lá.

Tava clareando, ajudei a morena a arrumar as coisas na casa dela. Apesar da quantidade grande de convidados, não tinha tanta bagunça. Quando terminei tudo, falei pra Camila que precisava ir, minha família ia usar o carro de manhã pra dar uma volta. Ela me deu um beijo bem gostoso e eu peguei a estrada pra casa. Quando tava a umas quadras, olhei meu celular... nem tinha tirado ele do carro de noite, por reflexo vi a bandeja de notificações. Só tinham 3 conversas: minha mãe, minha irmã e a Belén.

Resolvi abrir. O WhatsApp, eram 8 da manhã... um horário razoável pra acordar num dia normal. Assim que entrei na rede social, vi que o chat da Belen tava sem foto de perfil. Ela me bloqueou? Chegou alguma fofoca pra ela? Era muita coisa pra pensar estando com sono, depois de dormir eu estaria mais lúcido pra conversar. Quando cheguei em casa, me deitei... até que uma ligação me acordou. Continua...

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