
Depois de passar aquela tarde com o Tomás na casa dele, percebi que nossa primeira vez não tinha sido só uma experiência qualquer, mas que a atração por caras — ou pelo menos pelo Tomás — era maior do que eu imaginava. Pra ser sincero, não rolava com outros caras, ou pelo menos era o que eu achava na época. Passaram uns dias e começaram os preparativos pra viagem de formatura pra Bariloche, que é basicamente uma semana de balada, putaria, bebida e tal. O Tomás não tava na minha cabeça, mas eu sabia que a gente ia passar uma semana viajando juntos e talvez rolasse uma chance de repetir a dose. Saímos de Córdoba na maior farra, com um monte de bebida no ônibus, e chegamos no dia seguinte naquela cidade linda, num hotelzão com vista pro lago. Dividi o quarto com dois colegas. Mal nos instalamos, saí pra explorar o hotel e, quando cheguei na recepção, trombei com o Tomás. A gente se cumprimentou na maior naturalidade. Outros colegas passavam por perto e ninguém desconfiava do nosso segredo. Perguntamos em quais quartos estávamos e fomos curtir o dia. A primeira noite foi de bebedeira e mal cruzei com o Tomás na balada. Ele me apresentou um cara de outra escola, mas que era amigo dele do time de futebol. Um gato, lábios grossos, pele branca, corpo bem definido e, igual ao Tomás, umas pernas bonitas de tanto esporte. Na noite seguinte, em outra balada, eu tava com um grupo de amigas e amigos e sinto alguém tocar minhas costas e seguir andando. Vejo que é o Tomás indo pro bar. Esperei uns segundos e fui com a desculpa de comprar outra bebida. Ele chegou perto e perguntou se eu queria ir pro hotel. Ele ia sair e, em alguns minutos, eu ia atrás e esperava ele no quarto. Como era cedo e a noite toda pela frente, tava certo de que os colegas de quarto dele não iam voltar por pelo menos umas horas. Concordei com a cabeça e ele foi pro hotel na hora. Voltei pros meus amigos, tomei um Pouco do drink e me perdi no meio da galera até sair sem que nenhum amigo me visse. Quando cheguei no hotel, fui direto pro quarto dele. Mais do que nervoso, tava ansioso, com vontade de deitar e aproveitar o corpo dele. Ele abriu a porta e me recebeu de cueca, acabado de sair do banho, mostrando aquele corpo gostoso e um volume que já começava a crescer. Me deu um beijo, pegou na minha mão e me levou até a cama. Sentou e eu me ajoelhei no carpete, bem na frente da virilha dele. Puxei a cueca pra baixo e lá estava aquela delícia começando a endurecer. Passei a língua na palma da mão, enchi de saliva e comecei a bater uma punheta suave, misturando com beijos na cabeça da pica. Nessa altura, já tava bem dura, do jeito que eu gosto. Dei uma pausa, tirei minha roupa e me ajoelhei de novo, mas agora completamente pelado e empinando a raba. Adorava estar naquele quarto chupando aquela pica. Sabia que os colegas de quarto dele não iam chegar, mas me dava um tesão danado saber que existia uma chance mínima. Num momento, Tomas se levanta e eu continuo de quatro no carpete, completamente entregue e empinando minha bucetinha. Ele fica atrás de mim, molha meu buraquinho com saliva, mete um dedo. Continuava de pé com as pernas abertas dos meus lados. E começa a flexionar os joelhos e descer até a pica dele chegar na minha bucetinha. Devagar, vai abrindo caminho. Amava a sensação quando entrava. Soltei um gemido baixinho. Doía um pouco assim, mas eu sentia muito mais, e as metidas dele eram mais fortes. Me senti uma puta naquela posição e amava cada segundo. Tava nas nuvens. Depois disso, ele me levantou e eu deitei de barriga pra cima na beirada da cama. Ele colocou minhas pernas nos ombros dele e continuou me penetrando, e nossos corpos suavam e aproveitavam. De repente, ele fez algo que me deixou louco. Tirou minhas pernas dos ombros, se inclinou sobre meu corpo, me agarrou firme pela raba, pediu pra eu colocar meus braços nos ombros dele e, num movimento só, me levantou, ficando ele de pé e eu com meus braços enrolando o pescoço dele. Minhas pernas enlaçadas na cintura dele, pendurada nele e sentindo ele continuar me penetrando. Me senti muito possuído e estava completamente entregue. Ele me manteve assim por um bom tempo e minha bunda estava bem aberta. Comecei a sentir ele cansado e a gente deitou de novo. Ele estava muito ofegante e deitou de barriga pra cima, e eu comecei a chupar o pau dele. Até agora nunca tinha provado porra e essa era uma boa oportunidade. Fiquei chupando por vários minutos até o pau dele ficar muito, muito duro, os músculos das pernas dele começaram a tensionar e ele começou a gozar vários jatos dentro da minha boca. Que delícia sentir essa porra grossa e abundante na minha boca. Engoli e gostei muito, e depois limpei o pau dele. Já tinha passado mais de uma hora e a gente começou a ouvir vozes no corredor do hotel. Outros meninos e meninas estavam chegando, e era arriscado ficar ali. Não consegui terminar, mas fui rápido pro meu quarto, que ainda estava vazio, e fiz uma bela punheta pensando no que tinha acabado de viver, com a bunda ainda aberta e ardendo. Adormeci com um sorriso e nem senti quando meus amigos chegaram. No dia seguinte, fizemos uma excursão como sempre à tarde, e num momento em que estava sozinho apreciando uma paisagem linda, Tomas se aproxima e senta do meu lado. Conversando sobre várias coisas, ele me contou que na noite anterior tinha ficado surpreso enquanto falava com o colega de futebol que ele me apresentou (chamava Rodrigo). Ele disse que Rodrigo contou numa boa que transava com meninos e meninas. Que claro, não tinha muita experiência, mas na escola dele não era algo estranho. Fiquei surpreso, não era normal ser tão aberto na nossa idade. Perguntei ao Tomas se ele achava que Rodrigo falou aquilo pra ter algo com ele. Ele respondeu que talvez fosse por isso, e aí me confessou que depois que eu cumprimentei eles, ele contou pro Rodri que tinha ficado comigo, e Rodri começou a rir, dizendo que não se surpreendia. Eu fiquei gelado. A gente tinha um pacto de que ninguém podia saber. o nosso. Meu mundo desabou, não queria que comentassem sobre a gente, não queria que mais ninguém soubesse. Imaginava o Rodrigo contando pra mais pessoas. Olhei com raiva pro Tomás e ele tentou me acalmar. Disse que tava tudo bem, que o Rodrigo não tinha ninguém em comum comigo e que, no pior dos casos, quem tava se expondo era ele, já que eram colegas de futebol. Conseguiu me acalmar e falou que o mais importante era outra coisa. Depois de confessar que tinha ficado comigo, o Rodri propôs passar uma tarde nós três. A proposta não era pra fazer um menage (ou talvez sim), mas pra conversar e se divertir entre pessoas com a mesma vibe. Agora eu tava mais do que excitado, por um lado não queria saber de nada, não era minha intenção sair do armário nem sabia se essa era a vida sexual que eu queria ter. Minha própria homofobia me impedia de relaxar além dos momentos de paixão com o Tomás. Mas por outro lado, a imaginação começou a voar e ficar junto do Tomás e de outro cara me dava um tesão danado. Falei que ia pensar e respondia à noite. Ele disse que a ideia era matar a excursão do dia seguinte e passar a tarde juntos pela cidade ou no hotel onde o Rodri tava. No resto da tarde, não pensei em outra coisa. Meus amigos perguntavam o que tava rolando comigo. Me notavam estranho desde a noite anterior. Quando cheguei no hotel, tomei banho e me masturbei com a fantasia de estar com o Tomás e o Rodri, mas quando gozei, falei pra mim mesmo que era loucura. Naquela noite na balada, comecei a mudar de ideia com a bebida e com a vontade de transar. Uma conhecida com quem já tinha ficado uma vez me chamou pro hotel dela, mas recusei. Ela era gostosa, mas minha cabeça tava em outro lugar. Comecei a olhar pra todo lado e procurar o Tomás até que encontrei ele com os amigos. A gente trocou olhar, ele se aproximou e me cumprimentou. Falei no ouvido dele que queria passar o dia com ele e o Rodri. Ele olhou nos meus olhos, sorriu e respondeu: você precisa relaxar, Fede. É uma tarde de amigos, só isso. Se rolar alguma coisa, é porque nós três vamos querer assim. Naquela noite dormi pouco e no dia seguinte meus colegas de quarto me acordaram pra eu levantar se quisesse ir na excursão. Falei pra eles que naquele dia preferia ficar, que não tava me sentindo bem e queria descansar pra noite que era ano novo. Eles foram embora, me troquei na tranquilidade e assim que vi que não tinha mais ninguém nos corredores, fui até o quarto do Tomás. Bati na porta dele meio tímido e ele atendeu na hora. Tava me esperando e saímos juntos pro hotel do Rodri. Era muito gostoso caminhar de manhã por aquela cidade. A gente ia de boa, rindo, até que encontramos o Rodri. Ele era mais gostoso do que eu lembrava. Com aqueles lábios grossos e um sorriso lindo, altura média, braços bonitos e corpo, e igual ao Tomás, umas pernas bem torneadas e uma bunda preciosa. Fomos juntos tomar café, depois demos uma volta no lago, comemos algo, tomamos umas cervejas e fomos pro hotel dele. No caminho compramos mais cervejas e ficamos os três deitados em camas diferentes, bebendo, ouvindo música e rindo. A tensão sexual sempre esteve lá, mas os dois eram tão legais e divertidos que não foi algo que passou pela minha cabeça durante o dia, mas quando chegamos no hotel, isso começou a mudar. Os olhares entre os três ficaram mais intensos, mas ninguém tomava a iniciativa. Num momento, Rodri vai ao banheiro e Tomás vem pra minha cama, a gente se olha por uns segundos e começa a se beijar. Entendi que ele queria que Rodri entrasse na jogada quando saísse, e foi o que aconteceu. Sem dizer uma palavra, ele sentou do outro lado e começou a acariciar meu peito e me pegou pelo rosto pra eu beijar ele. Tomás se levantou e tirou a camiseta e o tênis. Me afastei do Rodri pra desabotoar a calça do Tomás, que tava de pé e eu sentado na cama. Assim, eu tinha o pau dele na minha frente, começando a crescer dentro da cueca. Fui tocando de leve por cima, e Rodri foi pro lado dele e começaram a se beijar. Com ele fiz a mesma coisa. Desabotoei a calça dele. até que escorregou pelas pernas dela e tocou o pau dele por cima da cueca. Diferente do Tomas, ele ainda não tava duro. Eu tava muito excitado e nunca imaginaria estar nessa situação. Todos os meus medos iam embora na intimidade e algo dentro de mim lutava pra sair. Tirei minha camiseta e puxei a cueca do Rodri pra baixo. Ele tinha um pau grosso, com o pelo pubiano bem aparado e meio duro. Passei minha mão entre as pernas dele, acariciando devagar, e levei até a bunda dele. Parece que essas carícias excitaram ele pra caralho e o pau dele ficou mais duro. Continuei tocando e acariciando enquanto chupava o pau dele, passando minha língua pelo tronco e enfiando na boca. Eu tava muito excitado e parecia que o Tomi também, porque ele puxou a cueca dele pra baixo e mostrou uma ereção do caralho enquanto se masturbava. Vendo isso de canto de olho, comecei a masturbar ele também e fiquei alternando entre os dois paus, masturbando e fazendo oral. O Tomi me segurou pelo braço pra eu levantar e os dois terminaram de tirar minha roupa. O Rodri se ajoelhou no chão pra me chupar. Era a primeira vez que um cara me chupava e amei como ele fazia. Com muita sensibilidade enquanto eu me beijava com o Tomi. De repente, ele também se ajoelhou por trás, abriu minha bundinha e começou a chupar e enfiar os dedos. Tava no paraíso com o Rodri chupando meu pau e o Tomi minha bunda. Mas queria ser comido, então levei o Tomi pra uma das camas pra ele deitar de barriga pra cima e comecei a cavalgar ele com muito ritmo. Tava muito, muito excitado. Eu gemia mais que o normal, mas via o Rodri se masturbando do lado, olhando. Saí de cima do Tomas e comecei a chupar o pau dele de quatro na cama. Com a bunda pra cima, convidando o Rodri pra me comer. Depois de colocar uma camisinha, ele começou a me foder enquanto me segurava pela cintura e dava uns tapas na bunda. Só de pensar na situação já dava vontade de gozar. Mas ainda não queria. Queria continuar aproveitando esses meninos lindos. Depois de um tempo nessa posição, o Rodri saiu de trás. meu, e se acomodou do meu lado pra chupar a pica do Tomi entre nós dois, e a gente fazia ele gemer de prazer. Nisso o Tomi se levanta e vai pra trás da gente. Com o Rodri, a gente ficou de quatro, bunda com bunda, esperando o Tomi meter. Primeiro ele meteu em mim e depois colocou uma camisinha e continuou com o Rodri. Eu preparei um pouco a bunda dele, chupando e dilatando com uns dedos. A gente não aguentava mais e eu via que o Tomi ia gozar. Passei uma camisinha pro Rodri e me deitei de barriga pra cima com as pernas abertas na frente dele, convidando ele a me foder. Ele saiu um pouco da pica do Tomi, começou a me foder enquanto a gente se beijava, e o Tomi colocou de novo, fazendo um trenzinho bem quente. O Tomi começou a gozar e segundos depois o Rodri também. Era um coro de gemidos. Eu não cheguei a gozar, embora estivesse a mil. Por isso o Rodri chupou minha pica por uns minutos até eu encher a boca dele de porra. O Rodri foi pro banheiro e o Tomi já tava se trocando. Eu tava acabado na cama, extasiado com o orgasmo que tinha tido. Faltavam várias horas pra as excursões chegarem. Mas por enquanto a gente tava exausto. A gente se vestiu e eu e o Tomi fomos pro hotel. Tomei um banho e deitei pra dormir umas horas, feliz que ainda tinham uns dias de viagem pela frente...
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