Lola era a filha mais velha de quatro irmãos de uma família humilde de um vilarejo costeiro. Assim que terminou os estudos básicos e completou dezoito anos, foi pra capital da província, cansada da mentalidade fechada do povoado e da falta de recursos, além da dureza da vida numa família que vivia da pesca.Trabalhou como garçonete, recepcionista de eventos e vendedora de roupas num shopping, e se dava bem em cada um desses trampos, porque seu rostinho bonito e inocente abria muitas portas. Lola era morena, de altura média, com um corpão gostoso. Tinha um rosto lindo, olhos grandes e cílios longos. A maquiagem realçava sua beleza, mas ela passava tranquilamente sem ela, graças àquela beleza natural difícil de disfarçar.
Mesmo assim, tava cansada da vida, entediada. Depois de dois anos de trampo pesado, o que ganhava mal dava pra viver na capital. E com a grana que entrava, era impossível estudar e buscar um futuro melhor. Naquela época, ela tinha vinte anos.
Apesar de ser uma mina linda e independente, não tinha namorado. O jeito tímido dela fazia com que recusasse quase todas as investidas dos caras que rodeavam ela. Ela achava eles infantis e sem graça, uns verdadeiros incompetentes na cama, sem a menor noção de sacanagem... só um rolo rápido com um homem casado deu uma emoçãozinha na vida amorosa dela. Um dia, entediada no apartamento, ela cadastrou seus dados numa agência de encontros online, último recurso diante da dificuldade que tinha na vida cotidiana de transar sem ter que se expor ridiculamente no balcão de um bar...
Depois de alguns dias lendo anúncios de caras "lindos e perfeitos" que queriam uma novinha pra manter uma "amizade", ela encontrou um anúncio que chamou a atenção dela..
Empresário excêntrico e apaixonado, posição imbatível, procura mulher jovem para realizar sua fantasia. Sem profissionais. Mandem foto, interesses e dúvidas pro e-mail que tá aí.
O anúncio tinha um caráter sexual inegável, mas não explícito... mas ela achou interessante... não pensou duas vezes e mandou seus dados junto com uma foto. — Por tentar — disse pra si mesma — quem sabe... talvez até seja verdade que ele é apaixonado e gostoso... ha ha — ria de si mesma.
Tinha esquecido completamente do envio quando, uma semana depois daquilo, recebeu um e-mail bem seco.Você foi selecionada. Pedimos que nos envie um endereço para enviarmos as passagens de avião. Não precisa trazer roupa, a gente fornece tudo que você precisar.
Mas pra onde? Largar tudo?... mas como ele seria?... não pode ser... isso é loucura... por dois dias ela ficou remoendo o assunto... no terceiro dia, o chefe da loja onde ela trabalhava disse que ela era uma boneca inútil e distraída... aquilo doeu nela.
Assim que chegou em casa, começou a chorar… abriu o computador… e sem pensar muito, deu o endereço dela… foda-se – pensou – qualquer merda é melhor que isso.
Os bilhetes chegaram por um mensageiro no dia seguinte.
Quando, depois da viagem, chegou ao aeroporto... estava intrigada e assustada, e assim que saiu pelos portões de desembarque, um senhor de terno preto a esperava... bua, é muito velho, - pensou ela - com um rosto inexpressivo e feio escondido atrás de óculos escuros.. no entanto, é forte.. pega as malas sem esforço.
- Acompanhe-me, senhorita...
Nem um cumprimento.. nem um "oi".. nada de nada.
- É o senhor?.. - perguntou ela, intrigada com a frieza dele..
- Não.. não sou eu - o homem sorri - o senhor está esperando a senhorita em casa – ele diz em tom sério.
Ufa, ainda bem – pensou ela - ... é velho demais.. e feio. Embora talvez me espere algo pior..
Um carrão de luxo espera por elas do lado de fora das portas de vidro do aeroporto.
O senhor mais velho, que no fim das contas era só um motorista, colocou as malas no carro e abriu a porta de trás. Ela entrou assustada… sabia que o cara com quem ela teria que dividir – caso ela aceitasse – a juventude dela tinha grana, mas não imaginava que era tanto assim.
Tava totalmente intrigada, como será que era? O que seria dela?.. lembrava da sua família humilde.. se sentia estranha em meio a tanto luxo...
Depois de sair do aeroporto.. e com a cidade pra trás, o carro pegou uma estrada vicinal, e depois de uns trinta minutos, entrou numa estrada de asfalto bosta que levou eles até a entrada de uma fazenda com uns portões de ferro imponentes, atrás deles uns jardins e depois um casarão do caralho.. um palacete construído aos pés de um castelo medieval pequeno.
Salões luxuosos se sucederam até chegar a um quarto gigantesco, onde uma equipe de serviço muito simpática a conduziu. Os armários transbordavam vestidos, ela foi tocando neles… todos eram novos… pois ainda tinham as etiquetas… todos do seu tamanho. Sobre a mesa, um jantar opulento… tinha de tudo…
- Você vai jantar aqui… o senhor vai querer te conhecer mais tarde… desça para o salão às 23h… - disse o que parecia ser um mordomo.
Aquela autoridade dele a irritou um pouco... mas pela primeira vez na vida ela sentiu alguma emoção... algo inesperado e único estava acontecendo com ela.
Chegou a hora combinada... ela vestiu um vestido preto simples... sapatos combinando e desceu para a sala... muito assustada... quem seria aquele senhor que a esperava?.. seria um banqueiro careca.. um político sádico...? ela se assustou e pensou se tinha sido uma boa ideia aceitar aquela proposta... mesmo assim, entrou na sala e lá o viu.
Ele a esperava no centro daquela sala gigantesca, quase sem móveis. Era um homem maduro, uns quarenta anos — calculou ela — magro, mas de ombros largos. Era alto, usava terno preto, camisa branca, sem gravata. Tinha um sorriso safado e um olhar que a atravessava. Ela achou ele atraente na hora. Esse cara não precisa colocar anúncio — pensou na mesma hora — o que a deixou ainda mais intrigada.
- Oi, gostosa... chega mais perto... - disse ele sorrindo.
De novo aquele tom autoritário... mas, na boca daquele homem, já não era tão desagradável assim...
Ela ficou paralisada... sem saber bem o que fazer... tentou cumprimentar, mas ficou só na tentativa, porque mal conseguiu balbuciar um: "er... Oi... oi... Eu..." E decidiu se calar antes de parecer uma idiota e desagradar aquele homem tão gostoso.
Vendo que ela não se mexia, o cavalheiro soltou uma gargalhada:
- Não fica nervosa, princesa, tá em boas mãos...
Enquanto dizia isso, foi se aproximando dela, e quando chegou do lado, sussurrou no ouvido dela:
- e tão boas...
Ela sentiu um arrepio, o coração disparou, sentiu o calor subindo pras bochechas..
O cara andava ao redor dela, observando tão de perto que ela sentia a respiração dele na pele... Enterrava o rosto no pescoço dela e aspirava o cheiro, soltando o ar em seguida, acariciando a orelha dela...
Lola sentia os pelos arrepiados e percebia como ia ficando excitada com aquela inspeção visual minuciosa...
Era inexplicável, não sabia se era o cheiro... o jeito arrogante dele... o tom de voz... mas ela se sentia intensamente atraída por ele.
- Oi Lola, me chamo Javier... mas por enquanto pode me chamar de Senhor... – ele disse – vou te explicar rapidinho qual é a situação e você vai ter que escolher... combinado?
- Sim – disse Lola com a voz quase sumindo.
- Você foi selecionada entre centenas de candidatas... – disse Javier – minha única pretensão é que você seja minha parceira de fantasias.
Lola tentou protestar, aquele cara até que era bonito, mas ela não era uma... "puta" era a palavra que vinha na cabeça dela..
- shhhhh ele colocou um dedo nos lábios dela.. não fala nada.. você não é uma prostituta e eu sei disso… - parecia que ele tava lendo os pensamentos dela - no entanto, durante sua estadia aqui, você vai receber uma gratificação bem generosa.. o suficiente pra pagar a faculdade inteira sem precisar trabalhar de novo…
Ele fez uma pausa pra ver o efeito que as palavras dele causavam nela
— Deve ser um erro, eu não... esperava... isso não é o que... — foi a única coisa que ela articulou quando ele a interrompeu.
Nenhum erro, gostosa – disse Javier, sussurrando no ouvido dela. A segurança que ele mostrava derrubava todas as defesas de Lola. Ele continuou sua explicação calma: – Minha intenção é que, quando sua estadia acabar, seja você quem queira ficar aqui comigo pelo tempo que quiser... Mas se você acha que eu errei de mulher... pode ir até aquela porta... e sair por ela. Você vai dormir tranquilamente e amanhã o Marco vai te levar de volta ao aeroporto... O que você diz?
Disse isso enquanto passava a mão na bochecha dela… acariciando suavemente.
A cabeça de Lola era um turbilhão… com certeza a finalidade sexual da proposta já era totalmente direta… O que ele queria fazer com ela? Ela se sentia meio puta naquela situação… mas ele era gostoso… não deviam faltar mulheres pra ele… o que será que ele esperava dela!.. e ainda tinha a questão do dinheiro… cairia bem… mas ele tinha dito claramente… "companheira de fantasias
O que aquilo implicava?.. de repente uma revelação… a mente dela dizia.. – <
– Aceito. – disse ela, olhando pro chão.
– Beleza – ele olhava pra ela com uma expressão de satisfação vitoriosa – Agora, por favor, tira toda a roupa.. quero ver teu corpo.
Depois de uma breve pausa, as dúvidas voltaram.. era tão brusco aquilo.. mas fazer o quê.. ela tinha aceitado.. era parte do acordo.
– Por favor.. – disse ele.
Lola se resignou, evidentemente. Depois que aceitou, a roupa já era demais... soltou as duas alças... e deixou o vestido cair no chão... aos seus pés... ficando completamente nua, só com uma tanga preta cobrindo as partes mais íntimas. Ele, de novo, começou a girar em volta dela, olhando de cima a baixo, os peitos dela... o umbigo... o pescoço... o cabelo... Ela, enquanto isso, acompanhava ele com o olhar... se sentia um objeto, mas ao mesmo tempo muito excitada com a perspectiva de transar com aquele desconhecido gostoso que a examinava como se fosse uma mercadoria valiosa. A caminhada dele era lenta. Os sapatos pretos brilhantes faziam barulho no ambiente a cada passo.De repente ficou atrás dela… ela não conseguia vê-lo… ele tinha parado… com certeza ele tava olhando a bunda dela… ela tinha uma rabeta esplêndida… ou pelo menos era o que os poucos caras com quem ela tinha se envolvido diziam.
Sentiu as mãos grandes dele agarrarem seus braços.. e se aproximar até os dois corpos ficarem colados… não conseguia vê-lo, mas sentia que ele a prendia.. e uma dureza na calça.. apertando contra a bunda dela.. – ele já estava excitado..- sentiu o calor da respiração dele na nuca – você é uma gostosa- disse bem antes de começar a mordiscar suavemente o pescoço dela.
As pernas da Lola estavam tremendo... – ela começou a sentir que estava se lubrificando... ficou com vergonha, pois se ele olhasse pra ela de novo, poderia ver o sinal do fluxo denunciando o quanto ela estava ficando com tesão.
Uma das mãos fortes dele soltou o braço dela… e, sem cerimônia nenhuma, deslizou entre as nádegas dela até tocar a buceta molhada por cima da calcinha fio dental… esfregando de leve.
Aquilo foi muito mais rápido do que ela imaginou quando aceitou a proposta..
Ela tentou distrair ele..
- Eu.. Isso.. Me.. Eu..
- Sshhh.... Você é tagarela demais...
Ela baixou o olhar, sentindo o rosto queimar de vergonha.
Ele a obrigou a abrir ligeiramente as pernas.. E Lola sentiu ele se abaixar.. envolver os tornozelos dela com as mãos.. Tornozelos finos e brancos.. E começou a subir as mãos pelas pernas dela bem devagarinho.
Tremia... O que é que tava fazendo ali?
Mas mesmo assim, tava botando tudo ali... Tentava acompanhar o olhar dele, mas toda vez que baixava a cabeça, ele mandava ela levantar e manter o olhar pra frente.
As mãos dele subiam pelas pernas torneadas dela... a pele macia... as coxas duras... apertadas...
- Ora ora... Menina, parece que cê tá gostando disso, né? Ou... Essa gotinha aqui... se... perdeu
Ela achava que ia morrer de vergonha... Tava tão molhada que uma gotinha tinha escorrido pela coxa dela abaixo... Ela sentiu descendo tão devagar que achou que talvez sumisse antes dele ver... Mas se enganou. E agora ele tava zoando ela.
Ela não queria ser uma daquelas menininhas que vivem no cio que nem cachorra, prontas pra tudo com todo mundo! Mas as mãos dele... A respiração dele nas coxas dela.- O que foi, gostosa? Ficou pensando? Ah, não, não fica com vergonha... Isso me excita... Quer dizer que você é uma putinha boa.
Lola torceu o nariz.
—Piranha? —disse com uma careta de deboche. —Olha, não vou deixar você...
Não conseguiu terminar a frase... ele estava lambendo aquela gotinha e subindo pela coxa com os lábios, sugando com precisão o caminho traçado pelo fluxo dela...
Teve que respirar fundo.. A vista tava embaçando.. O Senhor continuou subindo.. abriu mais as pernas dela e respirou fundo..
- Mmmmm... – ele disse – você é tão gostosa.. tem gosto de mulher.. uma bucetinha jovem, e molhada.. bem molhada.. linda, vou te devorar.
Lola não sabia o que dizer... estava francamente atordoada e excitadíssima. Não sabia se falava e parecia uma tagarela, como o Senhor havia criticado... Ou se calava.
- Gostosa.. tira essa fio dental, acho que a gente não precisa dela, né?
Ela concordou, submissa. Deslizou a fio dental para baixo.
Vê aquele piano lá no fundo? O que acha, a gente chega mais perto?
Ele fez um gesto de concordância, virou-se e foi caminhando até o piano grande da Booty.. Enquanto isso, o senhor ficou observando ela andar.. – ele olhava fixamente pra bunda dela – As cadeiras dela marcavam uma cadência felina ao caminhar.. as curvas dela.. A garota era realmente uma gostosa.. Ele não conseguia evitar passar a mão no próprio pau enorme por cima da calça.. Que surpresa ele tinha preparado pra aquela menina.. duvidava que ela já tivesse dado pra um pau como o dele alguma vez.
Quando a Lola chegou no piano, não sabia bem o que fazer, então ficou parada na frente dele... imóvel, olhando pro Javier esperando instruções.
Javier então estalou os dedos... uma porta a apenas três metros do piano se abriu e, de lá, se aproximou um garoto jovem com um corpo escultural de músculos fibrosos... lapidados por horas de academia... vestia um roupão branco e tinha uma venda nos olhos que o impedia de enxergar.
Lola fez o gesto reflexo de cobrir os peitos e a buceta…
— Fica tranquila — disse Javier. — Ele não pode te ver… Samuel, por favor, toca alguma coisa pra gente.
O jovem escultural se aproximou do piano até que seus joelhos encostaram no banquinho... nesse momento, abriu o roupão, deixando-o cair no chão, revelando que era muito bem dotado. Em seguida, sentou-se... e abriu a tampa... começou a tocar uma melodia agradável que ecoava sonoramente pelo imenso salão quase vazio de móveis.Lola não conseguiu evitar reparar no membro flácido, mas grande, do jovem bonito de venda nos olhos...
- Você gostou...? – perguntou Javier...
- É que eu...
- Responde: sim ou não?
- Sim...
- Sim o quê? – disse Javier.
- Como? – Ela não entendia bem o porquê...
- Sim, senhor – enfatizou Javier... – você tem que dizer "sim, senhor"... lembre-se disso.
- Claro... quero dizer, sim, senhor.
Javier se apoiou na bunda do piano… tirou o paletó, ficando só de calça… e a camisa branca dele.
- Abaixa e tira ele pra fora.. – disse naquele tom amável mas autoritário que já começava a agradar a Lola..
Ela hesitou um instante mas cedeu completamente, se abaixou e se aproximou da virilha, abaixando a braguilha.. Lola estava louca pra ver o pau do seu senhor.. o volume que a calça mostrava já antecipava a porra do caralho enorme que realmente apareceu.. ela quase não conseguiria segurar ele com a mão.
Era uma rola bem reta, sutilmente inclinada pra direita, mostrava uma grossura considerável.. tava depilada.. e dava pra ver umas veiazinhas azuis que cobriam a base e iam sumindo conforme se aproximavam da cabeça, onde já brilhava o líquido seminal… Javier segurava ela, mostrando de um jeito obsceno.
- Chupa agora, sua putinha...
A visão do jovem pianista nu... e daquela imponente pica do seu novo "senhor" despertaram totalmente uma luxúria contida por anos e até então desconhecida para Lola... suas defesas se anularam por completo, ela se aproximou e enfiou na boca... sentiu o calor da pica entre seus lábios... no seu paladar... ela nunca conseguiria enfiar inteira... Javier a ajudou empurrando sua cabeça, de modo que a ponta da glande foi parar no fundo da garganta, provocando uma salivação intensa.
Ela se sentia usada e suja como nunca antes tinha se sentido... como num sonho... mas ao mesmo tempo excitada pela nova posição de putinha submissa, pela primeira vez na vida alguém realmente tomava o controle da situação e ela estava à mercê dele... engoliu a rola o melhor que pôde... chupava e lambia... sugava tentando tirar cada gota dos seus sucos... a língua dela brincava com a cabeça... as notas do piano se transmitiam da bunda dele para o corpo do Javier e daí pra rola dele... ela sentia as vibrações a cada gole.- ufffff asiiiiiii ahhhhhhhh já vi que não me enganei com você.
Javier com uma mão apertava a nuca dela e com a outra alcançava o mamilo dela, duro e inchado... ela não tinha muito peito, mas isso nunca tinha sido problema pra ela... enquanto isso, Lola levou as mãos pros ovos do seu Senhor, quase sem perceber, não conseguiu evitar levar uma das mãos pra bucetinha dela, que começou a brincar... sentiu ela completamente inchada e ensopada.
- mmmmmm – gemeu pela primeira vez em muito tempo..
- ufff putinha … vou arrebentar essa boquinha…. Uffffffff. Achou que o da piroca grossa era nosso amigo? – dizia apertando ela contra o pau dele.
Recobrou a consciência e pensar que, ao lado dela, estava aquele pianista fortão, completamente pelado, fez com que seu estado de excitação redobrasse.- Sabe, Lola? - Disse Javier. - Ela olhou nos olhos dele sem tirar a pica enorme da boca... - Samuel, apesar da aparência - disse - Samuel é um pianista magnífico... poderia ter uma mulher chupando a pica dele e não erraria uma nota sequer... não é mesmo, Samuel?
- Certo, senhor… - respondeu o pianista em tom neutro..- confirmando a afirmação do chefe sem parar de tocar a melodia que inundava tudo.
- Vem cá, gostosa… - disse ele gentilmente, forçando-a a se levantar.
Depois disso, ele a levou até o pianista nu, que, com os olhos vendados, mostrava uma expressão hierática... como uma estátua... seus dedos se moviam com desenvoltura... Lola não conseguiu evitar reparar na ereção completa que o jovem de corpo escultural exibia... algo que, no entanto, não o impedia de tocar perfeitamente.
— Samuel, para um instante… — disse em tom sério e autoritário o Javier.
Quase na mesma hora a música parou… deixando o salão em completo silêncio. Samuel deixou os braços caírem dos dois lados do corpo.
Lola sentiu o hálito de Javier no pescoço... ele sussurrou: - faz o que teu corpo tá pedindo.. - … Lola olhou pra ele com cara de quem pedia permissão.. Javier assentiu e sorriu… Lola fincou os joelhos no chão ao lado do pianista e agarrou a pica dele, masturbando… movendo a mão pra cima e pra baixo… era um pouco menor que a do Javier.. mas com uma simetria parecida… era linda.
Enquanto fazia a punheta pro garoto do piano, a Lola olhava pra cara dele tentando ver algum sinal de prazer... mas não conseguiu. O Samuel tava completamente imóvel, com as costas retas e a cara totalmente sem expressão, e com os olhos vendados, não mostrava o menor sinal de prazer... e isso apesar do pau dele estar todo duro e recebendo os carinhos gostosos da mocinha.
Enquanto isso, Javier massageava suavemente seu pênis grandioso, curtindo o espetáculo que os dois jovens gostosos estavam proporcionando... Lola decidiu dar um passo além e enfiou o pau na boca... sentiu ele extraordinariamente limpo... aquele garoto não tinha cheiro de nada... asséptico... enfiou até as bolas, levando o grande até o fundo da garganta... prendeu com os lábios apertando bem... e chupou com gosto, fazendo barulho... mas tudo isso sem parar de fazer um massagem deliciosa nas bolas dele.

Ela subia e descia a cabeça, tirando e colocando o pau na boca, na esperança de quebrar aquela expressão vazia que achava tão intrigante, e que o Samuel finalmente desse uma bela porção de porra.. ela já tava doida e impaciente pra engolir… e ficou feliz quando começou a sentir um pouco de líquido seminal saindo da glande.. na hora ela começou a brincar com a pontinha da língua no furinho do pau, brincava um pouco e logo depois enfiava ele inteiro de novo… já tava morrendo de vontade de sentir o orgasmo do jovem parado, sentia que a excitação dele só aumentava.
De repente, umas mãos fortes agarraram seus quadris… ela sentia alguém puxando ela com força… Javier também tinha se ajoelhado atrás dela, e a segurava firme… o pau dele começou a se enfiar entre as nádegas… esfregando… por entre elas… ela queria aquele pau gigante dentro delas enquanto chupava o pau do jovem… precisava ter ele já… abriu as pernas e arqueou as costas, deixando à mostra a sua bucetinha jovem, inchada e completamente molhada, escorrendo fluidos… com um único empurrão, Javier meteu o pau… no começo custou, mas, aos poucos, os lábios foram cedendo… o tamanho dele era fora do comum…
- Mmmmmmmmmmmmmmmmm – ela soltou um gemido surdo de dor… e prazer com o pau de Samuel dentro da boca.
Sentir a pica dentro dela foi um estopim... e as mãos e a boca dela começaram a ficar impacientes... porque queria a porra do Samuel... começou a bater uma pra ele de forma frenética, chupando, colocando a língua pra fora e lambendo desde as bolas até a cabeça do pau de forma sonora e obscena.
- Parece que não me enganei com você, sua putinha.. – Javier sussurrava no ouvido dela enquanto metia de forma ritmada, tirando quase completamente o pau e enfiando de novo, em intervalos regulares, mas num crescendo de velocidade.Lola sentiu que a pica do Samuel começava a pulsar na boca dela... mesmo assim, não moveu um único músculo do corpo, e ficou ali, imóvel, quando a pica dele atingiu a grossura máxima na boca de Lola. Primeiro, umas gotinhas transparentes que anunciavam a gozada, e depois Samuel finalizou, jorrando um baita esguicho de porra... pra isso, Lola, já prevenida, tinha reservado um espacinho na garganta dela. Depois do primeiro veio o segundo, e assim até ficar vazio.
Normalmente ela não engolia o sêmen dos caras com quem tinha ficado, porque sentia um certo nojo, mas naquela ocasião o estado de excitação dela fez perder todos os sentidos, e pareceu algo absolutamente delicioso e natural engolir cada uma das rajadas de porra que o Samuel jogava na boca dela.. que se agarrava no pau pra não deixar escapar nenhuma gota daquele líquido vital.
Javier.. sem perder um instante ao sentir que Lola engolia o esperma… continuou com suas estocadas… segurava com força os quadris e metia violentamente… ouvia-se um chapinhar em intervalos regulares um -chof chof chof- produzido em cada uma dessas estocadas, vindo da mistura de fluidos e sexos, tanto o fluxo vaginal abundantíssimo que Lola ia expelindo quanto o fluido seminal que saía regularmente da pica de Javier

Javier sentiu as bolas dele estourarem... apertando elas contra ela, sentindo que roçavam no clitóris dela... e ali ele manteve, ao notar que esse roçar dava uma excitação tremenda na Lola... até que finalmente sentiu ela contrair a buceta dela de forma espasmódica e involuntária, inundando os dois sexos de fluido.
- aaaaaaaaaaaaahhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii – soltou Lola – ahhhhhhhhhh – um gemido longamente contido por anos de insatisfação…
- Você gozou, sua putinha? – ele perguntava retoricamente, já que tinha a resposta entre as pernas dela.
- Siiiiiiiiii ahhhhhhhh siiiiiiiiiiiii – respondia Lola com um fio de voz…. – me fodeeeee… ahhhhhhhhh que delíciaaaaaaaa ahhhhhhhhhhhhh.
Javier não aguentou mais e puxou a rola na hora, segurando ela com uma mão e com a outra agarrou a cabeça de Lola, puxando ela pra perto… Ela, sem precisar que ninguém falasse nada, já abriu a boca esperando o gozo… a porra já vinha e bastou Javier se masturbar devagar, passando a mão no pau de cima pra baixo.
- Uffff asiiii asiiiii já tô gozando - gemeu Javier- tomaaaaaaaa ahhhhhhhhDe repente, uma explosão de porra encheu a boca linda da Lola, mas deixando uns restinhos de sêmen nos lábios e nas bochechas dela… Javier continuou batendo uma com uma mão e segurando a cabeça da Lola com a outra, impedindo que ela se afastasse, embora ela o encarasse com olhos de putinha submissa e obediente.
Atenta aos desejos do seu senhor, que naquele instante continuava despejando vários jatos de porra na boca da novinha… assim que Javier terminou de gozar, Lola fechou a boca, fazendo desaparecer na garganta todo o conteúdo seminal… ele se aproximou do rosto dela, e ela achou que ia beijá-la, mas não… ele se limitou a lamber devagar e suavemente a bochecha dela e o lábio onde ainda restavam apenas umas mínimas gotas da própria porra… lambendo e levando tudo para si… depois, sentou-se ao lado dela.
Javier tava exausto, mas tava sorrindo... Lola também... os dois se olhavam com uma cara de satisfação danada... ele olhava pra ela com devoção, como se tivesse finalmente encontrado um tesouro... ela viu nos olhos dele, cheios de ruguinhas, uma profundidade fudida, tentando adivinhar o que ele tava pensando... chegou perto e abraçou ele, ele agarrou ela com força e levantou ela no colo... ela fechou os olhos... a viagem, as emoções do dia junto com a transa fizeram ela cair no sono na hora... ele deixou ela no quarto, enfiada na cama... cuidou de cobrir ela direitinho... e, vendo que ela já tava dormindo, chegou no rosto dela e deu um beijo carinhoso.
Os pensamentos de Javier eram um turbilhão... depois daquela dose de sexo, aquela mulherzinha tinha olhado pra ele com ternura... os olhos grandes e brilhantes dela tinham desmontado ele completamente.
Voltou pra sala na mesma hora.. lá estava Samuel esperando em pé, já tinha vestido o jaleco branco e sorria com um risinho debochado.
- hahaha que puta gostosa… engoliu tudo sem reclamar… hahaha
Javier se certificou de deixar o pé esquerdo um pouco à frente, o ombro direito recuou e, de repente, lançou como um raio um soco na cara de Samuel… que levou o golpe inesperado na mandíbula, sofrendo um impacto sonoro… girando sobre si mesmo e caindo no chão de forma estrepitosa. Por uns instantes, ele não se mexeu… depois tentou, sem sucesso, se recompor.
Um baita jato de sangue saiu da boca do Samuel, encharcando o avental... que rapidamente ficou vermelho-vivo ao absorver tudo... não parava, continuava jorrando da boca do Samuel... que, com os olhos vidrados e aterrorizados, olhava do chão pro Javier... que, por sua vez, naquele momento, olhava pros próprios nós dos dedos com uma cara de nojo pela dorzinha que sentia neles.
— Fero… não tô entendendo… Seu… Javier… não tô entendendo… — gaguejou Samuel
Javier encarou ele fixamente, com uma cara de ódio infinito. Passou pela cabeça dele a ideia de acabar com o cara com um chute na cabeça. Em vez disso, meteu a mão no bolso, tirou um maço de notas e, com desprezo, jogou no chão.
- Em momento algum eu te permiti gozar na boca dela.. agora sai daqui imediatamente com o teu dinheiro se não quiser que eu solte os cachorros em cima de você.. – sentenciou.
Javier se virou… desaparecendo por uma das portas da sala… achava que tinha um tesouro e teria que cuidar dele…


Continua...



1 comentários - Lolita