Sonhando 2° Decididamente, eu queria ficar. Deixei meu companheiro sabendo, e guardamos nossas coisas num armário. Chegando à porta que levava aos reservados, meus nervos e aquele calorão voltaram a surgir. O calor subia pelo rosto, eu sentia meu rosto queimando e as bochechas vermelhas numa mistura de vergonha e desejo. Ao abrir a porta, a luz ficou ainda mais baixa, iluminando apenas as portas dos reservados com um lampião. A parede da esquerda, que levava a uma sala, tinha vários buracos espalhados, dava pra imaginar o que era sem nem precisar ver o pau saindo por um deles, um pau grosso e venoso apontando pro teto. Parecia tão gostoso, latejante, a cabecinha vermelha pedindo uma chupada. Meu companheiro, ainda de pau duro e com vontade desde antes, abaixou as calças e enfiou o membro dele também num dos buracos. Ele me olhava com um ar safado e disse que sentia um bafo no pau dele, que tinha alguém soprando o cacete, e não saber se do outro lado era homem ou mulher o excitava ainda mais. Ele me encarava fixamente e contava o que estava sentindo. - Tô sentindo algo úmido, acho que uma língua tá lambendo meu pau... Aaahhh... Ele não conseguiu continuar dando detalhes, a cabeça dele jogou pra trás, gemendo alto. - Aaahh, como ela tá engolindo... Com a cintura, ele penetrava fodendo o buraco, e cada vez que ele saía de repente dava pra ouvir o barulho da boca chupando, e ele apertava as mãos contra a parede morrendo de prazer. Eu observava atenta aos movimentos dele, me excitava vê-lo curtindo assim. As veias dos braços e do pescoço estavam inchadas, com a mão ele me indicou que me aproximasse, pegou meu cabelo e me forçou a ajoelhar, tirou o pênis do buraco e enfiou na minha boca, misturando fluidos com saliva de sei lá quem. Eu chupava ele inteiro, sabia o que ele queria, e ele queria gozar logo. Com um empurrão, ele enfiou até o fundo, derramando porra na minha garganta e, agitando a cintura, tirou deixando um fiozinho cair no chão. Me levantei engasgada, com a tinta escorrida e suando pelos empurrões, e pra terminar o jogo, passei um pouco da porra dele na própria boca dele. A gente tava com tanto calor que voltamos pro bar pra pedir uma garrafa d'água pra nos refrescar durante a noite e continuar com a brincadeira. Comentando e rindo, voltamos pro corredor dos jogos. Ainda tínhamos aquele gostinho de querer mais. De ver no que a gente ia se meter depois. Dessa vez, entramos na sala da direita. Era uma sala enorme com poltronas de relax ocupando todo o cômodo, e claro, uma cama no meio, mas o melhor sem dúvida era uma escadinha que descia pra uma piscina de água morna. Não era muito grande, mas num dos cantos tinha um cantinho com jacuzzi e assentos reclinados. A gente se olhou e, sem pensar, tirou a roupa e deixou numa poltrona por ali, nos enxaguamos num chuveiro camuflado atrás de um biombo, pra poder ir pra área do banho. Na sala, tinha duas poltronas ocupadas, um casal em cada uma se amassando, dando prazer, soltando gemidos que ecoavam pelo quarto. Aquilo acendeu nossos corpos, o pau do meu amigo já recuperado apontando pro teto. E da minha buceta parecia que ia sair goteiras a qualquer momento, porque eu tava derretida de tesão e morbidez. Meu amigo e eu sentamos na área do jacuzzi, de frente, observando as brincadeiras dos outros, que, percebendo, mudaram de posição pra curtir mais o espetáculo. Meus peitos e meus mamilos sobressaiam com o movimento das bolhinhas, ele passou uma mão na minha cintura pra acomodar meu corpo até a cintura sobre o peito dele. Minhas pernas praticamente flutuando na superfície, levemente abertas. A água quente, da boca dele saíam murmúrios me dizendo coisas quentes. De olhos fechados, me deixo levar por ele. As mãos dele nos peitos, apertando os mamilos, arrepios percorrem meu pescoço e eu gemo. Olho de novo e todos os presentes me observavam. Sorri pra eles, tava me divertindo, gostava de sentir a morbidez de ter espectadores. - Você gosta do que está vendo? Balancei a cabeça, se queria. - Fica excitada com eles vendo como você se contorce? Assenti entre gemidos. - Quer que eu abra sua bucetinha para verem como brilha com a água? Balancei a cabeça novamente. - Peça, fale, grite o que você quer. - Quero que me masturbe por favor, toca minha pussy. Mordendo minha orelha, baixou a mão e agarrou com força toda a minha região. Apertava, movendo para esfregar seu pênis duro na entrada da minha vagina. Meu corpo se contorcia tentando aliviar o calor, mesmo estando na água. Com as mãos para trás segurando minha cabeça para que não parasse de morder meu pescoço, da minha boca saíam safadezas provocando sua paciência, provocando gozo com aquele controle que ele tinha. Finalmente! Seus dedos dentro da minha pussy. Meu gemido abafado pelo prazer. - Quer mais, putinha? Diga, diga ou não paro. Girava dentro de mim, movia minha vagina enchendo e ocupando tudo. Meu corpo pulava em cima dele. Ele suspirava no meu ouvido cada vez que quase entrava o pênis. - Me fode agora, por favor! Dito e feito, ele pegou meus joelhos por trás e abrindo minhas pernas completamente, me comeu. Me comeu com força, empurrando para cima com os quadris dirigindo meu corpo com os braços, bendita água.... Os casais transavam olhando para nós. Os três casais loucos fodendo sem limite, metendo com força. Gemendo alto. Os rostos desfigurados a cada empurrão. Minha vagina começou a contrair a cada descida, a cada grito delas. Meus gritos aumentavam. Seu pau doía ao chegar no fundo, eu gostava tanto que doía..... doía tanto que começaram a explodir fogos de artifício na minha cabeça. Eu estava gozando tão intensamente que era incapaz de me calar e ficar quieta... Em algum momento da sessão, um casal tinha se aproximado e nos observava do outro lado da piscina. Ela se aproximou de mim, quando eu estava voltando do transe do orgasmo, e disse ao meu companheiro para não me soltar. - Me dá a pussy dela.....
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