Nunca pensei que um dia ia comer minha sobrinha, sempre me dei super bem com ela, a gente sempre brincava junto e, mesmo que ela ainda esteja se desenvolvendo, já tem um corpo bem gostoso, embora nunca tenha olhado com malícia até aquele dia em que tudo aconteceu. Fanny tem umas pernas lindas, longas e torneadas porque pratica atletismo, e um peito de tamanho médio, mas bem firme. Ela é morena, cabelo cacheado, muito linda pra falar a verdade.
Tudo aconteceu num dia em que minha esposa teve que cobrir uma colega no hospital. Eu tava no supermercado comprando cerveja e petiscos pra ver um jogo na TV sossegado, sem minha esposa encher o saco falando que queria ver outra coisa. Quando recebi a ligação dela, ela perguntou se eu podia ficar na casa da cunhada dela, acompanhando meus sobrinhos, porque eles precisavam sair pra um compromisso de trabalho e não queriam deixar os filhos sozinhos, já que semanas antes tinham invadido a casa pra roubar quando não tinha ninguém, e ela tava com medo que entrassem de novo com os sobrinhos sozinhos. Então, meio contrariado, fui tomar um banho em casa, terminei o banho, vesti um short e uma camiseta leve porque tava fazendo um calor, e fui pra casa da minha cunhada. No caminho, liguei pra Fanny e perguntei se eles queriam algo pra jantar. Ela disse que queria pizza. Cheguei na casa da minha cunhada, meu sobrinho Victor abriu a porta, me recebeu super feliz e falou: "Tio, depois da janta a gente pode jogar videogame um pouco?" Respondi que sim, jantamos e subi pro andar de cima pra jogar videogame. Fanny disse: "Já que vocês vão ficar jogando, eu vou ver filmes na sala."
Jogamos por umas duas horas. Depois desse tempo, Victor falou que tava com sono e que ia dormir. Eu disse que ia fazer o mesmo e desci pra sala, que era meu lugar de descanso, ia dormir no sofá. Mas Fanny ainda tava vendo filmes. Falei: "Tá bem, mocinha, hora de dormir." Ela respondeu: "Por favor, tio, acabei de... Coloca esse filme, deixa eu ver e já vou dormir. Sentei no sofá e falei: "Não, já é hora de descansar". Aí ela, me abraçando e com uns olhos de pidona, disse: "Vai, tio, vai logo". No fim, ela me convenceu e eu aceitei.
Depois de um tempo, ela perguntou se podia deitar no meu colo. Falei que era melhor ela ir dormir no quarto dela, mas ela disse que ainda não tava com sono, só queria ver o filme deitada. Eu falei que tudo bem, então ela se deitou e continuamos vendo o filme. Eu comecei a cochilar, mas de repente senti umas carícias do meu joelho até a virilha. Achei que tava sonhando, mas entreabri os olhos e vi que não era sonho: minha sobrinha tava fazendo aquilo. Fiquei em choque, queria reagir, mas não conseguia. O que respondeu foi meu pau, que foi ficando duro aos poucos.
Ela começou devagar a mexer na minha cueca, tentando fazer meu pau sair por um lado, mas fazia bem lentamente, achando talvez que eu tava dormindo e não queria me acordar, sem saber que eu já tava começando a curtir aquilo. Aos poucos, meu pau ficou de fora, e ela, ainda deitada, esticava a língua pra brincar com a minha cabeça. Eu queria ali mesmo tirar meu pau inteiro e enfiar tudo na boquinha dela, mas tinha medo de ela se assustar e parar com o que tava fazendo.
Continuou assim por mais um tempo, depois começou a dar beijinhos na ponta da cabeça, e eu não aguentei mais. Falei: "Se quiser, posso tirar ele pra você chupar direito". Ela arregalou os olhos o máximo que pôde, assustada por eu estar acordado, e disse: "Desculpa, tio", e tentou se levantar. Mas eu segurei o braço dela e falei: "Não, vamos tirar essa curiosidade que você deve ter". E perguntei: "Sério, você não ia gostar de chupar meu pau pra matar a vontade e a dúvida de como é?" Ela, meio na dúvida, concordou. Eu abaixei o short, deixando meu membro completamente de fora — ele tem uns 18 cm e é de grossura média — e comecei a explicar como usar os lábios e a língua pra não me machucar. os dentes dela e assim começou aos poucos a chupar meu pau primeiro só metia a cabeça depois enfiava até a metade era uma delícia sentir a umidade da boquinha dela no meu pau.
Depois de uns minutos dela me chupando, mandei ela parar e comecei a tirar a blusa dela, soltei o sutiã e deixei à mostra os peitos lindos dela, redondinhos, tamanho médio, com uns bicos lindos cor de café. Comecei a percorrer eles com a boca, chupando os bicos, brincando com eles com a língua e depois dando uns mordiscos. Ela gemia de prazer enquanto eu continuava brincando com os peitos dela. Minha mão deslizou por dentro da calça e da calcinha dela, começando a fazer círculos com os dedos no clitóris dela.
Ela gemia de prazer: "Mmm, aaahhh, sim, tio, adoro o que você me faz sentir". Desabotoei a calça dela e fui tirando devagar junto com a calcinha. Deitei ela no sofá e comecei a explorar a bucetinha peludinha dela, passando a língua de cima pra baixo, depois comecei a fazer círculos com ela no clitóris. Ela tapou o rosto com uma almofada pra evitar que os gemidos fossem ouvidos muito alto e acordassem o irmão dela. Eu continuei chupando e lambendo a buceta virgem linda dela, queria devorar ela inteira. Comecei a enfiar a língua na cavidade dela, ela já não aguentava mais, tava super molhada.
E começou a me falar com a voz ofegante: "Tio, quero que você me coma, quero saber como é". Eu parei de lamber a buceta dela e coloquei as pernas dela sobre meus ombros e a ponta do meu pau na entrada, e perguntei: "Tem certeza que quer, Fanny?" Ela disse: "Sim, tio, quero sim". E aos poucos fui empurrando meu pau e entrando centímetro por centímetro na bucetinha dela. Ela mordia a almofada pra evitar gritar de prazer. Eu só enfiei até a metade pra deixar ela se acostumar um pouco.
Quando senti que a buceta dela já tinha se acostumado, comecei a bombar com meu pau. Era uma delícia sentir a buceta virgem dela apertando meu pau e ela apertando com as mãos. Apertava forte a almofada, tentando não gemer alto. Eu acariciava os peitos dela, brincando com os biquinhos, enquanto metia rápido. Ela começou a falar: "que delícia, tio, adoro como você me come, gosto desse jeito que você me pega, assim, me dá duro". Isso me deixava mais excitado ainda. Parei e falei: "vem agora, quero que você monte em mim". Sentei no sofá e mandei ela subir em cima de mim. Coloquei meu pau na entrada dela, e ela sentou de uma vez, soltando um gemidinho: "ohhh".
Segurei ela pela bunda, que estava durinha e bem torneada por causa do atletismo que ela pratica. Eu controlava o ritmo da metida: primeiro devagar e suave, depois rápido e forte, fazendo ela gemer igual uma louca enquanto eu devorava os peitos dela. Isso fez com que ela começasse a tremer de repente e puxasse meu cabelo com força, soltando um gemido enorme enquanto eu sentia a buceta apertada dela se contrair, apertando deliciosamente meu pau. Sem dúvida, ela estava gozando.
Eu também estava quase gozando, então levantei ela e falei: "fica de joelhos e prepara essa boquinha, quero gozar nela e quero que você engula meu leite". Bati uma punheta e comecei a soltar jatos de porra na boquinha da minha sobrinha. Ela engoliu tudo rápido, e eu falei: "chupa ele, quero que deixe ele bem limpinho". Ela chupou por uns minutos até eu falar: "já tá na hora de a gente dormir". Ela me beijou na boca e disse: "obrigada por tudo, tio, adorei. Tomara que outro dia você venha cuidar da gente de novo".
Tudo aconteceu num dia em que minha esposa teve que cobrir uma colega no hospital. Eu tava no supermercado comprando cerveja e petiscos pra ver um jogo na TV sossegado, sem minha esposa encher o saco falando que queria ver outra coisa. Quando recebi a ligação dela, ela perguntou se eu podia ficar na casa da cunhada dela, acompanhando meus sobrinhos, porque eles precisavam sair pra um compromisso de trabalho e não queriam deixar os filhos sozinhos, já que semanas antes tinham invadido a casa pra roubar quando não tinha ninguém, e ela tava com medo que entrassem de novo com os sobrinhos sozinhos. Então, meio contrariado, fui tomar um banho em casa, terminei o banho, vesti um short e uma camiseta leve porque tava fazendo um calor, e fui pra casa da minha cunhada. No caminho, liguei pra Fanny e perguntei se eles queriam algo pra jantar. Ela disse que queria pizza. Cheguei na casa da minha cunhada, meu sobrinho Victor abriu a porta, me recebeu super feliz e falou: "Tio, depois da janta a gente pode jogar videogame um pouco?" Respondi que sim, jantamos e subi pro andar de cima pra jogar videogame. Fanny disse: "Já que vocês vão ficar jogando, eu vou ver filmes na sala."
Jogamos por umas duas horas. Depois desse tempo, Victor falou que tava com sono e que ia dormir. Eu disse que ia fazer o mesmo e desci pra sala, que era meu lugar de descanso, ia dormir no sofá. Mas Fanny ainda tava vendo filmes. Falei: "Tá bem, mocinha, hora de dormir." Ela respondeu: "Por favor, tio, acabei de... Coloca esse filme, deixa eu ver e já vou dormir. Sentei no sofá e falei: "Não, já é hora de descansar". Aí ela, me abraçando e com uns olhos de pidona, disse: "Vai, tio, vai logo". No fim, ela me convenceu e eu aceitei.
Depois de um tempo, ela perguntou se podia deitar no meu colo. Falei que era melhor ela ir dormir no quarto dela, mas ela disse que ainda não tava com sono, só queria ver o filme deitada. Eu falei que tudo bem, então ela se deitou e continuamos vendo o filme. Eu comecei a cochilar, mas de repente senti umas carícias do meu joelho até a virilha. Achei que tava sonhando, mas entreabri os olhos e vi que não era sonho: minha sobrinha tava fazendo aquilo. Fiquei em choque, queria reagir, mas não conseguia. O que respondeu foi meu pau, que foi ficando duro aos poucos.
Ela começou devagar a mexer na minha cueca, tentando fazer meu pau sair por um lado, mas fazia bem lentamente, achando talvez que eu tava dormindo e não queria me acordar, sem saber que eu já tava começando a curtir aquilo. Aos poucos, meu pau ficou de fora, e ela, ainda deitada, esticava a língua pra brincar com a minha cabeça. Eu queria ali mesmo tirar meu pau inteiro e enfiar tudo na boquinha dela, mas tinha medo de ela se assustar e parar com o que tava fazendo.
Continuou assim por mais um tempo, depois começou a dar beijinhos na ponta da cabeça, e eu não aguentei mais. Falei: "Se quiser, posso tirar ele pra você chupar direito". Ela arregalou os olhos o máximo que pôde, assustada por eu estar acordado, e disse: "Desculpa, tio", e tentou se levantar. Mas eu segurei o braço dela e falei: "Não, vamos tirar essa curiosidade que você deve ter". E perguntei: "Sério, você não ia gostar de chupar meu pau pra matar a vontade e a dúvida de como é?" Ela, meio na dúvida, concordou. Eu abaixei o short, deixando meu membro completamente de fora — ele tem uns 18 cm e é de grossura média — e comecei a explicar como usar os lábios e a língua pra não me machucar. os dentes dela e assim começou aos poucos a chupar meu pau primeiro só metia a cabeça depois enfiava até a metade era uma delícia sentir a umidade da boquinha dela no meu pau.
Depois de uns minutos dela me chupando, mandei ela parar e comecei a tirar a blusa dela, soltei o sutiã e deixei à mostra os peitos lindos dela, redondinhos, tamanho médio, com uns bicos lindos cor de café. Comecei a percorrer eles com a boca, chupando os bicos, brincando com eles com a língua e depois dando uns mordiscos. Ela gemia de prazer enquanto eu continuava brincando com os peitos dela. Minha mão deslizou por dentro da calça e da calcinha dela, começando a fazer círculos com os dedos no clitóris dela.
Ela gemia de prazer: "Mmm, aaahhh, sim, tio, adoro o que você me faz sentir". Desabotoei a calça dela e fui tirando devagar junto com a calcinha. Deitei ela no sofá e comecei a explorar a bucetinha peludinha dela, passando a língua de cima pra baixo, depois comecei a fazer círculos com ela no clitóris. Ela tapou o rosto com uma almofada pra evitar que os gemidos fossem ouvidos muito alto e acordassem o irmão dela. Eu continuei chupando e lambendo a buceta virgem linda dela, queria devorar ela inteira. Comecei a enfiar a língua na cavidade dela, ela já não aguentava mais, tava super molhada.
E começou a me falar com a voz ofegante: "Tio, quero que você me coma, quero saber como é". Eu parei de lamber a buceta dela e coloquei as pernas dela sobre meus ombros e a ponta do meu pau na entrada, e perguntei: "Tem certeza que quer, Fanny?" Ela disse: "Sim, tio, quero sim". E aos poucos fui empurrando meu pau e entrando centímetro por centímetro na bucetinha dela. Ela mordia a almofada pra evitar gritar de prazer. Eu só enfiei até a metade pra deixar ela se acostumar um pouco.
Quando senti que a buceta dela já tinha se acostumado, comecei a bombar com meu pau. Era uma delícia sentir a buceta virgem dela apertando meu pau e ela apertando com as mãos. Apertava forte a almofada, tentando não gemer alto. Eu acariciava os peitos dela, brincando com os biquinhos, enquanto metia rápido. Ela começou a falar: "que delícia, tio, adoro como você me come, gosto desse jeito que você me pega, assim, me dá duro". Isso me deixava mais excitado ainda. Parei e falei: "vem agora, quero que você monte em mim". Sentei no sofá e mandei ela subir em cima de mim. Coloquei meu pau na entrada dela, e ela sentou de uma vez, soltando um gemidinho: "ohhh".
Segurei ela pela bunda, que estava durinha e bem torneada por causa do atletismo que ela pratica. Eu controlava o ritmo da metida: primeiro devagar e suave, depois rápido e forte, fazendo ela gemer igual uma louca enquanto eu devorava os peitos dela. Isso fez com que ela começasse a tremer de repente e puxasse meu cabelo com força, soltando um gemido enorme enquanto eu sentia a buceta apertada dela se contrair, apertando deliciosamente meu pau. Sem dúvida, ela estava gozando.
Eu também estava quase gozando, então levantei ela e falei: "fica de joelhos e prepara essa boquinha, quero gozar nela e quero que você engula meu leite". Bati uma punheta e comecei a soltar jatos de porra na boquinha da minha sobrinha. Ela engoliu tudo rápido, e eu falei: "chupa ele, quero que deixe ele bem limpinho". Ela chupou por uns minutos até eu falar: "já tá na hora de a gente dormir". Ela me beijou na boca e disse: "obrigada por tudo, tio, adorei. Tomara que outro dia você venha cuidar da gente de novo".
1 comentários - Comendo a Fanny, sobrinha da minha esposa