Como todas as minhas histórias são baseadas em fantasias. Eu estava olhando a vitrine de uma loja, uma das poucas naquela rua pouco movimentada, quando de repente alguém me agarra por trás. — Ei, para, me solta! O que cê tá... Grito bem na hora que ele tampa minha boca. Tento dar uma cotovelada, mas ele tá segurando meu braço com força e me leva pra um prédio abandonado que tinha perto. Entramos, tá tudo escuro, é inútil tentar me soltar, ele é muito mais forte que eu. Me empurra de novo pra um quarto e fecha a porta. Congelo de medo. Ele tá desafivelando o cinto, tira o cinto e vem pra cima de mim, amarra minhas mãos. — Não abre a boca, sua puta, ou te mato. Me empurra contra a mesa e fico de costas pra ele com as mãos apoiadas no móvel. Ele aperta um peito meu com força, dói. Desce a mão até meu vestido, tá levantando e dá pra ver minha calcinha fio dental. Ele apertou forte minha buceta, com a outra mão puxa meus peitos pra fora. Sinto uma coisa dura na minha bunda e ele já afastou minha calcinha pro lado. Agora os dedos dele se mexem como loucos nos lábios da minha buceta. Enfiou os dedos. Instintivamente, fecho as pernas e a mão dele fica presa entre elas, mas os dedos que ele enfiou tão doendo. Ele abre minhas pernas e coloca o pau duro dele entre os lábios da minha buceta, mas não entra. Tá fazendo força e dói porque tô muito seca. Sinto o pau dele entre os lábios da minha buceta, esfregando pra cima e pra baixo. Coloca a mão nas minhas costas, meus peitos se apertam com força contra a mesa. Sinto o pau dele no buraco da minha buceta e ele pressiona. O pauzão dele tava rasgando minha buceta. Aperto os dentes pra não gritar. Sinto que ele tá me rasgando, dói, mas mesmo assim ele continua abrindo e deixa o pau inteiro entrar. Ele recua só pra meter de novo e assim vai, com força. — É assim que cê gosta, sua puta? Eu grito. Ele meteu até o fundo. Começa a me empurrar com força e Sinto as bolas dele batendo na minha buceta, ele me dá umas enfiadas muito fortes que fazem a pica enterrar toda em mim. Dói quando a pica sai e dói mais ainda quando entra, ele mete cada vez mais rápido, faz minhas pernas tremerem – Ohhh, ohhh, mmmfffff ahhhhhhhhhhh – É assim que eu quero te ouvir, vagabunda, grita. Ele pega no meu cabelo e isso faz minha cabeça levantar, agarra também um peito e começa a apertar sem parar de se mover ritmicamente na minha buceta. Aumento o som dos meus gemidos e eles viram quase gritos, minhas costas estão arqueadas e a bunda bem empinada, o desgraçado sabe como se mexer, em nenhum momento a pica saiu da minha buceta e olha que ele tira quase toda antes de meter de novo. Belisca meus mamilos enquanto cola o corpo no meu, a pica continua furando minha buceta, continua me comendo, sinto como se litros de porra estivessem enchendo minha buceta e minhas entranhas, está quentinha, ele dá umas últimas enfiadas, tira a pica que ainda está dura, o pau está lambuzado de sêmen mas continua do mesmo jeito duro, deita no chão com a pica apontando pro teto e eu em cima dele, eu dolorida e meio cansada, pego a pica dele com uma mão, coloco entre meus lábios, me abaixo e meto de novo de uma vez. Ele me agarra pela cintura e enfia bem fundo, chupa meus peitos, me joga de costas no chão e fica por cima de mim, minhas pernas estão apertadas entre os braços dele e ele me enfia com muita rapidez, junta minhas pernas e mete de novo até o fundo. – Ahhhhhh, aaaaaahhh você me machucou. Ele abre minhas pernas e me puxa pra cima dele, nossos corpos estão colados e ele me sacode em cima da pica como um louco, pego um peito e levo até a boca dele, ele começa a chupar, me come com a mesma fúria de antes. Escuto ele gemendo na hora que goza, caio exausta no chão, vejo ele arrumar a roupa e me olhar com um sorriso e percebo. que tivemos espectadores, todos com suas picas pra fora esperando ser os próximos a me estuprar.
1 comentários - Olhando uma vitrine...