Nova Esperança é uma cidade que fica num vale verdejante, cercada por cadeias de montanhas, então o clima costuma ser bem pesado, muita umidade e quase nada de vento. Nasci e cresci nesses lugares e formei minha família.
Vivemos ao pé das montanhas, num local um pouco afastado do centro da cidade, num nível mais alto, onde o ar não é tão pesado e corre um pouco de vento, o que torna a vida um pouco mais suportável. Na verdade, nesses lugares estão as melhores propriedades, as mais valorizadas, e onde naturalmente acabam morando as famílias com mais grana.
Minha casa em particular é grande demais pra nós, então temos duas empregadas que cuidam da limpeza.
Construída em dois andares, com quatro quartos, três banheiros, sala de jogos, academia, um grande jardim na frente com espaço pra estacionar três ou quatro carros e um quintal enorme nos fundos com piscina e solário, além de muitos outros detalhes que não vêm ao caso contar.
Somos três pessoas em casa, a saber:
Eu, Josefina, sou alta, de cabelos lisos e castanhos, olhos espertos e um olhar inquieto. Quem me conhece diz que sou uma mulher perigosa. Tenho um corpo muito harmônico e apetitoso pra uma mulher que vai fazer cinquenta no ano que vem. Embora tenha uma bunda bonita, o melhor mesmo está nos meus peitos enormes e naturais, essas tetas tão grandes quanto minha própria cabeça, daquelas que você não acha sutiã em lugar nenhum, que fazem a coluna sofrer pelo peso excessivo e não deixam você dormir de bruços, mas também são aquelas que enlouquecem os homens.
Dedico meu tempo ao negócio de imóveis, mas é só um hobby pra me manter ocupada, já que meu marido me dá um nível de vida confortável, de classe média alta.
Fabrício é alguns anos mais velho, acabou de fazer cinquenta e seis. Ele é cirurgião plástico, o melhor, o mais reconhecido, e é o cofre da nossa economia familiar.
Um pouco eu fui modelada pelas mãos dele... Cara, ele fez várias lipoaspirações em mim pra tirar aqueles pneuzinhos chatos da cintura, uma cirurgia no nariz, um pouquinho nas maçãs do rosto e umas ruguinhas iniciais que já marcavam o tempo no meu rosto. Por acaso, nunca quis operar os peitos, ele sugeriu uma vez ou outra reduzir o tamanho, pensando na saúde da minha coluna, mas, sem eles, eu já não seria a mesma.
Temos uma filha, a Martina, de dezesseis anos, ela estuda em período integral num colégio particular de prestígio, onde também faz equitação como parte dos estudos. Ela é muito inteligente e dedicada, e mesmo sendo minha filha, tenho que ser crua e honesta, ela não herdou a beleza da mãe, a Martina puxou os traços da família paterna, muito magra e de peito pequeno. Lembro quando ela fez quinze, não queria ir pra Disney como todas as coleguinhas, ela queria que o pai desse de presente uns peitões grandes como os da mãe. Óbvio, pela idade dela, a gente não concordou e ela acabou indo pra Disney, deixando o aumento de peito pra quando fosse maior e terminasse o desenvolvimento físico.
A vida em Nueva Esperanza costuma ser bem tranquila, pelo menos no meu círculo, na minha família, mas quando o Luka apareceu no bairro, as coisas mudaram de repente.
Os limites da nossa casa são cercados por muros e bosques frondosos, o que nos dá uma certa privacidade, exceto no lado leste, já que com a propriedade vizinha mal nos separa um muro baixo com grades que não chegam a dois metros. Muitas vezes falei pro Fabrício, meu marido, pra levantarmos um muro, mas ele sempre recusou, é que moravam o Luis e a Ana, um casal de uns setenta anos, que eram muito legais e com quem a gente tinha uma amizade de anos de convivência, a ponto da nossa filha chamá-los carinhosamente de vô e vó. A Ana fazia doces caseiros e uns bolos muito gostosos, e meu marido sempre dava uma força com os médicos colegas que, por causa da idade, eles sempre precisavam. Como vocês podem imaginar, a gente levava uma relação muito harmoniosa, quase de família.
Uma manhã, Luis não acordou, ele sofria do coração e Ana ficou sozinha. Depois de um tempo, sabendo que eu trabalhava com negócios imobiliários, ela me pediu em confiança que colocasse a propriedade dela à venda, ela iria morar na cidade, em outra casa que tinha. Tentei convencê-la de que estava cometendo um erro, não dava para comparar viver no calor fedorento do centro com a harmonia de viver ao pé das montanhas. Ela me fez entender, com lágrimas nos olhos, que não conseguia mais viver naquele lugar, não sem o marido dela, tudo lembrava ele e ele já não estava mais ali, ela precisava se afastar daquele lugar.
Entendi o ponto dela, ela não queria vender a propriedade, só queria esquecer o passado.
Peguei o caso e, como de costume, coloquei a casa dela à venda. Naquele lugar, sabia que o negócio fecharia rápido, são propriedades muito cobiçadas e raras no mercado. Recebi vários possíveis compradores, e entre tantos, um tal de Luka Mattaguzzi. Luka chamou minha atenção, tinha apenas vinte e três anos, alto, cabelos escuros e olhar penetrante, com uma pele bronzeada que caía muito bem nele, tinha um sorriso muito perigoso e uma fala muito refinada, mostrava um torso e uns braços chamativamente musculosos, dava para ver que era daqueles caras que malham na academia, cheirava bem, se vestia bem.
Enquanto olhava as instalações, me contou que trabalhava como freelancer para empresas do exterior, ganhava muito bem, e queria sair da casa dos pais, procurando um lugar tranquilo, agradável e longe da bagunça da cidade.
Do quintal dos fundos, ele notou a falta de privacidade com a casa vizinha, observando a piscina e o solário, e bom, contei que, por acaso, eu era a proprietária e um pouco sobre o Luis e a Ana, e minha ideia nunca realizada de levantar um muro, e meu marido, vocês sabem.
Nos despedimos, estendi a mão para ele, mas ele me roubou um beijo indiscreto na bochecha, disse que tinha gostado, mas que ainda precisava avaliar outras opções. Alternativas.
Em menos de um mês, o Luka já tinha resolvido toda a papelada e ia se tornar nosso novo vizinho — e aí começariam os problemas...
O Luka adaptou a casa do jeito dele, soube que montou uma sala de videogame e, nos fundos, num jardim de inverno, armou uma academia particular. E eu comecei a ver meu jovem vizinho com olhos de mulher. A janela do meu quarto no andar de cima dava direto no pátio dele, e eu passava horas vendo ele malhar os músculos, as gotas de suor escorrendo por aquele peitoral musculoso, perfeito, tatuado, como os bíceps trabalhados dele ficavam eroticamente perfeitos pra mim. Comecei a perceber que me molhava imaginando besteiras. Além disso, ele sabia que eu tava olhando e se deixava levar nesse jogo de sedução velada. Como se não bastasse, eu tinha todos os dados do meu vizinho — tinha o celular dele desde a compra da casa e só incomodava ele pra bater papo sobre qualquer coisa, às vezes no celular, às vezes pela cerca, às vezes num passeio casual. Aquele garoto me esquentava, não tinha como evitar.
Mas não fui a única a botar o olho no vizinho novo. A Martina, minha filha, tava toda alvoroçada com ele, com os hormônios nas alturas, e eu encontrei um problema nisso.
Minha filha, com toda a inocência e confiança na mãe, vinha me contar tudo: que se ele era gostoso, que era lindo, que os músculos dele, o porte, que ela gostava muito, que tinha falado com ele. E eu só deixava ela falar. Joguei sujo porque eu queria ele pra mim, mas tinha que jogar bem minhas cartas e não dar passo em falso.
A gente costumava ir pra piscina se refrescar um pouco, eu e a Martina. Minha filha se desvivia por ele e tentava ver o que rolava, queria estar bonita pra ele, provocante. Mas eu também jogava meu jogo pelas costas dela. Do jeito que eu olhava pra ele do meu quarto, a gente sabia que ele nos observava de biquíni, mesmo fingindo que não sabia. E tudo ficava complicado — trair minha própria filha indo na dela. amiga, é que sem imaginar, eu tava competindo por ela por um homem.
À noite, na cama, eu costumava contar parte da história pro meu marido, Fabrício, que por causa do trampo nunca tá em casa e a gente leva uma vida de casamento desgastado, é que quase não transamos mais e perdemos aquela paixão pelo costume e pelo tempo passando, então eu só falava do Luka e da Martina, assunto que meu marido não via com bons olhos, pra um pai, era só sobre a filhinha dele que, aliás, era menor de idade.
E a Martina contava mais do que devia, eu sabia que ela falava com as amigas, que também seguia ele pelo celular, e que toda vez que podia, encarava ele por qualquer pretexto, sabia que ela era jovem, impulsiva e que naturalmente, assim que tivesse chance, ia dar pro vizinho, e isso me perturbava. Eu adivinhava que, bem típico de garotas da geração dela, ela mandaria fotos e vídeos pelo celular, mas não queria invadir a privacidade dela, além disso, se fosse verdade, meu marido teria ficado furioso com ela.
Uma tarde, minha filha tava de muito mau humor, irritadiça, alguma coisa tava rolando com ela, não queria falar, perguntei várias vezes, até que ela desabou em choro, tava inconsolável, o Luka tinha rejeitado ela, disse que como amigos tava tudo bem, mas não passaria daquilo, que ela era muito bonita mas não era o tipo de garota que ele procurava, que não queria machucar ela, nem iludir, e não sei quantas coisas mais, eu abracei ela e dei um falso consolo, porque no fundo eu irradiava prazer com o que tava acontecendo. Acariciei os cabelos dela até ela pegar no sono, era jovem, não seria a primeira vez que iam quebrar o coração dela, nem a última.
Liguei pro Luka, pra ele me explicar o que tinha rolado, embora na verdade pra fuçar mais fundo, a gente conversou um pouco, ele me disse que minha filha era menor, e meio que repetiu o mesmo que a Martina tinha dito, mas antes de desligar, ele falou:
"É, sinto muito pela sua menina, ela é muito boa, mas eu não sinto nada por ela, se eu levasse ela pra cama, depois, o engano e a dor só seriam maiores. Além disso, te confesso, Josefina, eu gosto de mulheres mais velhas, as que já viveram, as que sabem o que querem, as que têm experiência.
Percebi o tom das palavras dele, e notei para onde aquilo estava indo...
Tinha chegado a hora. Eu tinha o dobro da idade dele, mas qual era o problema? Ele era jovem, viril, puro músculo, e eu era aquela mulher experiente que ele precisava. Esperei o momento certo. O Fabricio nunca estava em casa, mas naquela tarde ele teria cirurgia, o que garantia que não voltaria por nada até o anoitecer. A Martina tinha colégio e depois iria com umas amigas fazer um trabalho. Além disso, era quarta-feira, e nas quartas o Luka sem falta tinha treino à tarde. Eu só me certifiquei de deixar minha agenda livre.
Cheguei depois do meio-dia. Estava calor. Depilei minha buceta porque gosto de me sentir bonita. Minha pussy há tempos não comia carne e estava faminta. Fui pro meu quarto, nua, procurei minha lingerie e vesti um conjunto branco de tule, daquele que deixa tudo à mostra por baixo. Me olhei no espelho, imaginando como ele me olharia. Me achei gostosa. Passei a escova nos cabelos e peguei um salto alto qualquer no monte de sapatos. Depois, peguei um roupão preto de banho, daqueles que amarram na frente e vão até os tornozelos. Espiei pela janela, uma vez e outra, sem sorte. Coloquei uns brincos longos que batiam nos ombros e até me maquiei.
Minutos depois, o Luka começava o treino. O calor fez ele tirar a camiseta. O torso nu dele ficou apetitosamente irresistível. De novo, as gotas de suor cobriam a pele dele, e ele estava tão lindo. Eu só sentia meus peitos duros e minha pussy inundada de desejo. Estabelecemos contato visual. Eu olhava sem discrição, e ele parecia me ignorar, embora fosse impossível que conseguisse.
— Luka! Luka! — gritei da minha janela. — Que calor insuportável, né?
— Sim, Jose. Demais pra treinar. Fierros! — Adorava quando ele me chamava de Jose, apelido de Josefina.
Acho melhor eu ir pra piscina, vou ficar sozinha e entediada a tarde toda em casa — falei só pra garantir que teria a atenção dele.
Desci as escadas e peguei uma capelina preta pra me proteger do sol, fui pro quintal dos fundos e, obviamente, ele tava na expectativa. Deixei o roupão cair, tirei os sapatos de lado, e também a proteção da cabeça, e mergulhei de repente na água morna da piscina. Saí do outro lado, a roupa íntima branca molhada tinha grudado na minha pele e tudo ficou transparente, minha buceta e meus mamilos se desenhavam numa provocação mais que óbvia.
Luka tava parado na beira do muro e das grades que faziam limite entre as duas propriedades, como um tigre enjaulado esperando a chance de sair da prisão.
Voltei andando pela lateral, contornando a piscina, rebolando enquanto as gotas de água escorriam pela minha pele. Me despi completamente e falei:
— Luka, você curte mulher milf?
Meu vizinho escalou as grades igual um macaco, só na força dos braços, e num pulo já tava no meu terreno. Correu pra piscina e deu um mergulho impecável, cruzou de ponta a ponta feito um golfinho debaixo d'água, e saiu bem perto de onde eu tava, de um jeito ameaçador. Parou na borda e me pegou pelas panturrilhas, me arrastando pra perto dele.
— Vem, vem pra cá que vou te fazer o que seu marido não te faz — ele disse, todo seguro de si.
Fiquei sentada na borda, com os pés tocando a água, ele entre minhas pernas, a cabeça na altura da minha buceta, onde era óbvio o que viria. Me abriu toda e enterrou a boca na minha rachinha, passou a língua nos meus lábios, no meu clitóris, foi pro meu cu e enfiou a língua lá, voltou pros meus lábios, e pro meu canal da ppk, pra beber meus sucos. Me deixei levar, descontrolada sob o calor do sol e de um céu azul e perfeito. Luka apoiou as mãos na borda da piscina pra se manter no ar só com a força dos braços, de um jeito que chegava nos meus peitos. Peguei com as mãos os bíceps e tríceps dele, que estavam tensos segurando o peso do corpo — que excitante era aquilo. A língua afiada dele chegou nos meus peitos, direito, esquerdo, meus bicos, a saliva dele neles. Tavam tão sensíveis que só a cócega da barba por fazer dele já me levava à beira do abismo.
— Que peitos do caralho que você tem! Desde que te conheci, sonho com eles, sonhava com esse momento!
Foi muito gostoso sentir as palavras dele, palavras que meu marido costumava me dizer quando a gente era mais que colegas de cama, mas ouvir agora na boca daquele moleque soava diferente, quente, provocante.
Ele só continuava naquele jogo tão perverso de mal lamber meus peitos, e eu fazia tanto tempo que não tinha um orgasmo bom que já nem lembrava como era. Levei minha mão entre minhas pernas e me masturbei como quando era adolescente, enfiei os dedos anelar e médio na minha ppk enquanto com a palma da mão massageava. Meu clitóris, imaginava que meus dedos eram a rola do Luka, não era suficiente, adicionei o indicador, minha buceta fervia de desejo, veio também o mindinho e tentei me penetrar com força, me contorci, vieram meus espasmos, meu bebê continuava mamando e gritei descontrolada em gemidos que explodiram aos quatro ventos.
Luka saiu da água, era o próprio Poseidon, parou ao meu lado, deixou cair então diante do meu olhar guloso a calça e a cueca, diante dos meus olhos ficou uma rola gostosa dura como pedra, apontando para a direita dele, com uma glande circuncidada, rosada, linda, estava completamente depilado, o púbis dele, as bolas dele, que delícia! me senti desesperada pra chupar ele, mas ele só apoiou ela no meio dos meus peitos e começou a se mover entre eles, apertei ele com minhas tetas e elas são tão grandes que o pau dele pareceu se perder entre elas, meu jovem amante se excitava e se contorcia de prazer enquanto não parava de elogiar os peitos generosos que eu tinha, como ele gostava deles, como o deixavam com tesão, de repente ele se contraiu e que gostoso, senti a umidade viscosa dele enchendo meu peito, virando uma mistura pegajosa e quente.
Quando terminou, só se deixou cair na água como um corpo morto, eu só ri. Tinha meus peitos escorrendo de porra, Luka me olhava flutuando de barriga pra cima, respirei fundo, peguei meu peito direito com a mão e levei até minha boca, passei minha língua, que sabor gostoso! só continuei, em um e no outro, olhando pra minha vítima que curtia o que eu fazia, assumi que com certeza eu parecia muito puta.
Ele voltou pra perto de mim, me pegou com os braços fortes dele pela cintura, como se fossem tenazes me seguraram e me levaram pro lado dele, mergulhamos, nossos corpos nus se esfregaram um no outro no calor úmido da piscina, nos comemos de beijos, agarrei a rola dele, estava dura, tomei ar e mergulhei, meti o pau dele na boca e chupei ele debaixo d'água segurando o ar nos meus pulmões, senti as mãos dele nos meus cabelos, me segurando, ele me puxou de volta pra superfície. superfície, feito um animal, ele me pegou nos braços, me levantou e eu me pendurei no pescoço dele. Luka me deixou descer um pouco até encaixar o pau dele na minha buceta, que gostoso! Ele começou a me comer dentro da piscina, a água fazia ondinhas com nossos movimentos, eu sentia o sexo dele tão gostoso dentro do meu, tão duro, tão grande.
Meu vizinho me deu a melhor fodida que eu tinha tido em anos, quanto tempo fazia que eu não tinha um pau tão duro na minha buceta, ele arrancou de mim os orgasmos mais gostosos e duradouros que eu podia sonhar, eu me perdia em gemidos, ele tinha um poder magnético, como descrever, ele me dominava e só de roçar a pele dele já me excitava como uma puta no cio, queria ele dentro de mim, queria que aquele momento nunca acabasse, me sentia protegida nos braços musculosos dele, naquelas costas enormes, na altura perfeita dele, nos olhos de pecado, nos cabelos molhados, Luka... Luka me comia lindo, e eu morri de prazer, pedia pra ele não parar de me comer, pra me encher de porra, senti ele vindo de novo, ele tava ofegante e o pau dele explodiu dentro de mim, senti o esperma quente dele dentro da minha buceta, o mel dele banhando as paredes da minha caverna, me deixei levar.
Ele me abaixou de novo e me beijou fundo, eu empurrei ele até a borda e ele se deixou empurrar, falei que queria chupar ele um pouco, ele respondeu com um sorriso, só sentou na borda como eu tinha feito e agora eu tava em pé no fundo da piscina como ele tinha estado, fui entre as pernas dele, meti na boca o pau mole dele e cheguei fácil no púbis, chupei uma, duas, três vezes, meu jogo começou a dar resultado e senti ele crescendo dentro de mim, engrossando, alongando, endurecendo, aos poucos meus lábios se afastaram do púbis dele, já não conseguia chupar tudo e me ajudei com as mãos, segurando o tronco dele, depois as bolas, tão macias, tão quentes.
Com a mão livre eu acariciava o peito e os braços do meu amante lindo, é que ele era tão másculo, tão sexual. Sentia o sêmen da minha buceta se misturar com os sucos da minha excitação, e o calor subia numa espiral crescente, a glande dele tava na minha boca, as mãos dele acariciavam meu cabelo e eu só fazia meu trabalho.
O gosto de macho invadiu minha boca, um jato me pegou de surpresa chegando na minha garganta, apertei os lábios pra não escapar nem uma gota, engoli tudo, adorava fazer aquilo.
Olhei pra ele toda agitada, ele me encarou de volta e me deu um sorriso, mergulhou de novo e só nadou crawl de um lado pro outro, sem parar. Fiquei olhando, pensando, me sentia como aquelas milf de filme que têm tudo na vida e só precisam achar um amante. Tava satisfeita, era o suficiente, tinha levado três gozadas sem ele cansar, o que mais eu podia querer quando meu marido, com sorte, me comia uma vez a cada dois meses, e com muita sorte.
Saí da água e me joguei de lado, na borda da piscina, pelada, de bruços pra pegar um pouco do sol do entardecer que já não incomodava tanto, enquanto via ele continuar nadando de um lado pro outro, imparável, incansável.
Luka saiu da água e se sacudiu igual um cachorro, achei graça, veio por trás e eu perdi ele de vista, aí ele disse:
— Jose, que rabo gostoso que você tem! Não sabe como me deixa com tesão!
— É? Cê gosta, bebê? — respondi bem putinha, levantando a bunda só pra provocar ele.
Ele veio por trás, me forçou a ficar de quatro, percebi que o pau dele tava duro de novo, eu já não aguentava mais, quatro vezes num dia era demais, até pra mim, tava exausta.
— Chega, Luka, chega, não aguento mais, você é incansável...
— Cala a boca, putinha! Não queria pau? Não queria um macho? Agora eu vou dizer quando chega.
— Ahhh! Que homem! — Ele me deu um tapa forte na bunda que deixou minha bochecha direita ardendo, aí senti ele cuspir no meu cu e brincar ali. Virei a cabeça e falei:
— Safado, vai me dar por trás?
A resposta dele foi me enfiar uma estocada no rabo. Respirei fundo, deixei ele vir, em duas tentativas já tinha enfiado tudo. metido tudo no cu, e começou a se mexer muito gostoso, muito forte, minha boca soltava gemidos presos, uma e outra vez, e ele só me dava tapas na bunda, cada vez mais forte, e isso me excitava, eu continuava de quatro me abrindo toda pra ele, sentia o pau dele no meu cu e os tapas cada vez mais fortes esquentando minha raba, levei minha mão na minha buceta pra me masturbar de novo, não acreditava que ia gozar outra vez, mas ele faria algo pra me arrastar de volta pro inferno, pegou meus cabelos longos e começou a puxar, me sentia uma gostosa que estavam domando, adorava que puxassem meu cabelo, que me fizessem de puta, os tapas, o calor, o sexo anal, senti ele gozar e meu clitóris me deu um último orgasmo, contraindo ritmicamente meu esfíncter, apertando o tronco do pau lindo dele enquanto ele me enchia de leite de novo, agora por trás.
Tinha vivido um dia de loucura, e me senti naquele momento com vinte anos de novo.
Era hora de terminar, estava ficando tarde e não queria abusar da sorte, obviamente o Luka concordou, pegou as coisas dele e voltou pra casa pelo mesmo lado que tinha vindo.
Peguei minhas roupas e fui tomar um banho.
À noite jantamos em família como sempre, junto com meu marido e minha filha, falamos das nossas coisas, do nosso dia e só sorri como sorria todo dia.
Terminamos perto da meia-noite, pedi pro Fabricio e pra Martina se podiam cuidar da limpeza da louça, falei que tava com um pouco de dor de cabeça e queria deitar.
Com a desculpa besta da dor de cabeça fui pro quarto, fiquei de calcinha e sutiã, apaguei a luz mas só fiquei na janela, na penumbra, precisava ver se por acaso meu amante estava lá, precisava ver ele porque tava com tesão e me faria bem o pau gostoso dele, mas o Luka não estava, não consegui ver ele.
Os dias seguiram, e a gente transou de novo, na minha casa, fui na dele, em algum hotel e virou vício mútuo, tô aos pés dele e ele me come quando, como e onde quer.
Obviamente sou muito discreta, meu marido e minha filha não desconfiam de nada, até hoje a gente continua sendo amantes escondidos, mesmo o Luka tendo uma namorada gostosa da idade dele, não importa, ela também é minha corna.
Se você curtiu essa história, pode me escrever com o título SEXO NA PISCINA para dulces.placeres@live.com
Vivemos ao pé das montanhas, num local um pouco afastado do centro da cidade, num nível mais alto, onde o ar não é tão pesado e corre um pouco de vento, o que torna a vida um pouco mais suportável. Na verdade, nesses lugares estão as melhores propriedades, as mais valorizadas, e onde naturalmente acabam morando as famílias com mais grana.
Minha casa em particular é grande demais pra nós, então temos duas empregadas que cuidam da limpeza.
Construída em dois andares, com quatro quartos, três banheiros, sala de jogos, academia, um grande jardim na frente com espaço pra estacionar três ou quatro carros e um quintal enorme nos fundos com piscina e solário, além de muitos outros detalhes que não vêm ao caso contar.
Somos três pessoas em casa, a saber:
Eu, Josefina, sou alta, de cabelos lisos e castanhos, olhos espertos e um olhar inquieto. Quem me conhece diz que sou uma mulher perigosa. Tenho um corpo muito harmônico e apetitoso pra uma mulher que vai fazer cinquenta no ano que vem. Embora tenha uma bunda bonita, o melhor mesmo está nos meus peitos enormes e naturais, essas tetas tão grandes quanto minha própria cabeça, daquelas que você não acha sutiã em lugar nenhum, que fazem a coluna sofrer pelo peso excessivo e não deixam você dormir de bruços, mas também são aquelas que enlouquecem os homens.
Dedico meu tempo ao negócio de imóveis, mas é só um hobby pra me manter ocupada, já que meu marido me dá um nível de vida confortável, de classe média alta.
Fabrício é alguns anos mais velho, acabou de fazer cinquenta e seis. Ele é cirurgião plástico, o melhor, o mais reconhecido, e é o cofre da nossa economia familiar.
Um pouco eu fui modelada pelas mãos dele... Cara, ele fez várias lipoaspirações em mim pra tirar aqueles pneuzinhos chatos da cintura, uma cirurgia no nariz, um pouquinho nas maçãs do rosto e umas ruguinhas iniciais que já marcavam o tempo no meu rosto. Por acaso, nunca quis operar os peitos, ele sugeriu uma vez ou outra reduzir o tamanho, pensando na saúde da minha coluna, mas, sem eles, eu já não seria a mesma.
Temos uma filha, a Martina, de dezesseis anos, ela estuda em período integral num colégio particular de prestígio, onde também faz equitação como parte dos estudos. Ela é muito inteligente e dedicada, e mesmo sendo minha filha, tenho que ser crua e honesta, ela não herdou a beleza da mãe, a Martina puxou os traços da família paterna, muito magra e de peito pequeno. Lembro quando ela fez quinze, não queria ir pra Disney como todas as coleguinhas, ela queria que o pai desse de presente uns peitões grandes como os da mãe. Óbvio, pela idade dela, a gente não concordou e ela acabou indo pra Disney, deixando o aumento de peito pra quando fosse maior e terminasse o desenvolvimento físico.
A vida em Nueva Esperanza costuma ser bem tranquila, pelo menos no meu círculo, na minha família, mas quando o Luka apareceu no bairro, as coisas mudaram de repente.
Os limites da nossa casa são cercados por muros e bosques frondosos, o que nos dá uma certa privacidade, exceto no lado leste, já que com a propriedade vizinha mal nos separa um muro baixo com grades que não chegam a dois metros. Muitas vezes falei pro Fabrício, meu marido, pra levantarmos um muro, mas ele sempre recusou, é que moravam o Luis e a Ana, um casal de uns setenta anos, que eram muito legais e com quem a gente tinha uma amizade de anos de convivência, a ponto da nossa filha chamá-los carinhosamente de vô e vó. A Ana fazia doces caseiros e uns bolos muito gostosos, e meu marido sempre dava uma força com os médicos colegas que, por causa da idade, eles sempre precisavam. Como vocês podem imaginar, a gente levava uma relação muito harmoniosa, quase de família.
Uma manhã, Luis não acordou, ele sofria do coração e Ana ficou sozinha. Depois de um tempo, sabendo que eu trabalhava com negócios imobiliários, ela me pediu em confiança que colocasse a propriedade dela à venda, ela iria morar na cidade, em outra casa que tinha. Tentei convencê-la de que estava cometendo um erro, não dava para comparar viver no calor fedorento do centro com a harmonia de viver ao pé das montanhas. Ela me fez entender, com lágrimas nos olhos, que não conseguia mais viver naquele lugar, não sem o marido dela, tudo lembrava ele e ele já não estava mais ali, ela precisava se afastar daquele lugar.
Entendi o ponto dela, ela não queria vender a propriedade, só queria esquecer o passado.
Peguei o caso e, como de costume, coloquei a casa dela à venda. Naquele lugar, sabia que o negócio fecharia rápido, são propriedades muito cobiçadas e raras no mercado. Recebi vários possíveis compradores, e entre tantos, um tal de Luka Mattaguzzi. Luka chamou minha atenção, tinha apenas vinte e três anos, alto, cabelos escuros e olhar penetrante, com uma pele bronzeada que caía muito bem nele, tinha um sorriso muito perigoso e uma fala muito refinada, mostrava um torso e uns braços chamativamente musculosos, dava para ver que era daqueles caras que malham na academia, cheirava bem, se vestia bem.
Enquanto olhava as instalações, me contou que trabalhava como freelancer para empresas do exterior, ganhava muito bem, e queria sair da casa dos pais, procurando um lugar tranquilo, agradável e longe da bagunça da cidade.
Do quintal dos fundos, ele notou a falta de privacidade com a casa vizinha, observando a piscina e o solário, e bom, contei que, por acaso, eu era a proprietária e um pouco sobre o Luis e a Ana, e minha ideia nunca realizada de levantar um muro, e meu marido, vocês sabem.
Nos despedimos, estendi a mão para ele, mas ele me roubou um beijo indiscreto na bochecha, disse que tinha gostado, mas que ainda precisava avaliar outras opções. Alternativas.
Em menos de um mês, o Luka já tinha resolvido toda a papelada e ia se tornar nosso novo vizinho — e aí começariam os problemas...
O Luka adaptou a casa do jeito dele, soube que montou uma sala de videogame e, nos fundos, num jardim de inverno, armou uma academia particular. E eu comecei a ver meu jovem vizinho com olhos de mulher. A janela do meu quarto no andar de cima dava direto no pátio dele, e eu passava horas vendo ele malhar os músculos, as gotas de suor escorrendo por aquele peitoral musculoso, perfeito, tatuado, como os bíceps trabalhados dele ficavam eroticamente perfeitos pra mim. Comecei a perceber que me molhava imaginando besteiras. Além disso, ele sabia que eu tava olhando e se deixava levar nesse jogo de sedução velada. Como se não bastasse, eu tinha todos os dados do meu vizinho — tinha o celular dele desde a compra da casa e só incomodava ele pra bater papo sobre qualquer coisa, às vezes no celular, às vezes pela cerca, às vezes num passeio casual. Aquele garoto me esquentava, não tinha como evitar.
Mas não fui a única a botar o olho no vizinho novo. A Martina, minha filha, tava toda alvoroçada com ele, com os hormônios nas alturas, e eu encontrei um problema nisso.
Minha filha, com toda a inocência e confiança na mãe, vinha me contar tudo: que se ele era gostoso, que era lindo, que os músculos dele, o porte, que ela gostava muito, que tinha falado com ele. E eu só deixava ela falar. Joguei sujo porque eu queria ele pra mim, mas tinha que jogar bem minhas cartas e não dar passo em falso.
A gente costumava ir pra piscina se refrescar um pouco, eu e a Martina. Minha filha se desvivia por ele e tentava ver o que rolava, queria estar bonita pra ele, provocante. Mas eu também jogava meu jogo pelas costas dela. Do jeito que eu olhava pra ele do meu quarto, a gente sabia que ele nos observava de biquíni, mesmo fingindo que não sabia. E tudo ficava complicado — trair minha própria filha indo na dela. amiga, é que sem imaginar, eu tava competindo por ela por um homem.
À noite, na cama, eu costumava contar parte da história pro meu marido, Fabrício, que por causa do trampo nunca tá em casa e a gente leva uma vida de casamento desgastado, é que quase não transamos mais e perdemos aquela paixão pelo costume e pelo tempo passando, então eu só falava do Luka e da Martina, assunto que meu marido não via com bons olhos, pra um pai, era só sobre a filhinha dele que, aliás, era menor de idade.
E a Martina contava mais do que devia, eu sabia que ela falava com as amigas, que também seguia ele pelo celular, e que toda vez que podia, encarava ele por qualquer pretexto, sabia que ela era jovem, impulsiva e que naturalmente, assim que tivesse chance, ia dar pro vizinho, e isso me perturbava. Eu adivinhava que, bem típico de garotas da geração dela, ela mandaria fotos e vídeos pelo celular, mas não queria invadir a privacidade dela, além disso, se fosse verdade, meu marido teria ficado furioso com ela.
Uma tarde, minha filha tava de muito mau humor, irritadiça, alguma coisa tava rolando com ela, não queria falar, perguntei várias vezes, até que ela desabou em choro, tava inconsolável, o Luka tinha rejeitado ela, disse que como amigos tava tudo bem, mas não passaria daquilo, que ela era muito bonita mas não era o tipo de garota que ele procurava, que não queria machucar ela, nem iludir, e não sei quantas coisas mais, eu abracei ela e dei um falso consolo, porque no fundo eu irradiava prazer com o que tava acontecendo. Acariciei os cabelos dela até ela pegar no sono, era jovem, não seria a primeira vez que iam quebrar o coração dela, nem a última.
Liguei pro Luka, pra ele me explicar o que tinha rolado, embora na verdade pra fuçar mais fundo, a gente conversou um pouco, ele me disse que minha filha era menor, e meio que repetiu o mesmo que a Martina tinha dito, mas antes de desligar, ele falou:
"É, sinto muito pela sua menina, ela é muito boa, mas eu não sinto nada por ela, se eu levasse ela pra cama, depois, o engano e a dor só seriam maiores. Além disso, te confesso, Josefina, eu gosto de mulheres mais velhas, as que já viveram, as que sabem o que querem, as que têm experiência.
Percebi o tom das palavras dele, e notei para onde aquilo estava indo...
Tinha chegado a hora. Eu tinha o dobro da idade dele, mas qual era o problema? Ele era jovem, viril, puro músculo, e eu era aquela mulher experiente que ele precisava. Esperei o momento certo. O Fabricio nunca estava em casa, mas naquela tarde ele teria cirurgia, o que garantia que não voltaria por nada até o anoitecer. A Martina tinha colégio e depois iria com umas amigas fazer um trabalho. Além disso, era quarta-feira, e nas quartas o Luka sem falta tinha treino à tarde. Eu só me certifiquei de deixar minha agenda livre.
Cheguei depois do meio-dia. Estava calor. Depilei minha buceta porque gosto de me sentir bonita. Minha pussy há tempos não comia carne e estava faminta. Fui pro meu quarto, nua, procurei minha lingerie e vesti um conjunto branco de tule, daquele que deixa tudo à mostra por baixo. Me olhei no espelho, imaginando como ele me olharia. Me achei gostosa. Passei a escova nos cabelos e peguei um salto alto qualquer no monte de sapatos. Depois, peguei um roupão preto de banho, daqueles que amarram na frente e vão até os tornozelos. Espiei pela janela, uma vez e outra, sem sorte. Coloquei uns brincos longos que batiam nos ombros e até me maquiei.
Minutos depois, o Luka começava o treino. O calor fez ele tirar a camiseta. O torso nu dele ficou apetitosamente irresistível. De novo, as gotas de suor cobriam a pele dele, e ele estava tão lindo. Eu só sentia meus peitos duros e minha pussy inundada de desejo. Estabelecemos contato visual. Eu olhava sem discrição, e ele parecia me ignorar, embora fosse impossível que conseguisse.
— Luka! Luka! — gritei da minha janela. — Que calor insuportável, né?
— Sim, Jose. Demais pra treinar. Fierros! — Adorava quando ele me chamava de Jose, apelido de Josefina.
Acho melhor eu ir pra piscina, vou ficar sozinha e entediada a tarde toda em casa — falei só pra garantir que teria a atenção dele.
Desci as escadas e peguei uma capelina preta pra me proteger do sol, fui pro quintal dos fundos e, obviamente, ele tava na expectativa. Deixei o roupão cair, tirei os sapatos de lado, e também a proteção da cabeça, e mergulhei de repente na água morna da piscina. Saí do outro lado, a roupa íntima branca molhada tinha grudado na minha pele e tudo ficou transparente, minha buceta e meus mamilos se desenhavam numa provocação mais que óbvia.
Luka tava parado na beira do muro e das grades que faziam limite entre as duas propriedades, como um tigre enjaulado esperando a chance de sair da prisão.
Voltei andando pela lateral, contornando a piscina, rebolando enquanto as gotas de água escorriam pela minha pele. Me despi completamente e falei:
— Luka, você curte mulher milf?
Meu vizinho escalou as grades igual um macaco, só na força dos braços, e num pulo já tava no meu terreno. Correu pra piscina e deu um mergulho impecável, cruzou de ponta a ponta feito um golfinho debaixo d'água, e saiu bem perto de onde eu tava, de um jeito ameaçador. Parou na borda e me pegou pelas panturrilhas, me arrastando pra perto dele.— Vem, vem pra cá que vou te fazer o que seu marido não te faz — ele disse, todo seguro de si.
Fiquei sentada na borda, com os pés tocando a água, ele entre minhas pernas, a cabeça na altura da minha buceta, onde era óbvio o que viria. Me abriu toda e enterrou a boca na minha rachinha, passou a língua nos meus lábios, no meu clitóris, foi pro meu cu e enfiou a língua lá, voltou pros meus lábios, e pro meu canal da ppk, pra beber meus sucos. Me deixei levar, descontrolada sob o calor do sol e de um céu azul e perfeito. Luka apoiou as mãos na borda da piscina pra se manter no ar só com a força dos braços, de um jeito que chegava nos meus peitos. Peguei com as mãos os bíceps e tríceps dele, que estavam tensos segurando o peso do corpo — que excitante era aquilo. A língua afiada dele chegou nos meus peitos, direito, esquerdo, meus bicos, a saliva dele neles. Tavam tão sensíveis que só a cócega da barba por fazer dele já me levava à beira do abismo.
— Que peitos do caralho que você tem! Desde que te conheci, sonho com eles, sonhava com esse momento!
Foi muito gostoso sentir as palavras dele, palavras que meu marido costumava me dizer quando a gente era mais que colegas de cama, mas ouvir agora na boca daquele moleque soava diferente, quente, provocante.
Ele só continuava naquele jogo tão perverso de mal lamber meus peitos, e eu fazia tanto tempo que não tinha um orgasmo bom que já nem lembrava como era. Levei minha mão entre minhas pernas e me masturbei como quando era adolescente, enfiei os dedos anelar e médio na minha ppk enquanto com a palma da mão massageava. Meu clitóris, imaginava que meus dedos eram a rola do Luka, não era suficiente, adicionei o indicador, minha buceta fervia de desejo, veio também o mindinho e tentei me penetrar com força, me contorci, vieram meus espasmos, meu bebê continuava mamando e gritei descontrolada em gemidos que explodiram aos quatro ventos.
Luka saiu da água, era o próprio Poseidon, parou ao meu lado, deixou cair então diante do meu olhar guloso a calça e a cueca, diante dos meus olhos ficou uma rola gostosa dura como pedra, apontando para a direita dele, com uma glande circuncidada, rosada, linda, estava completamente depilado, o púbis dele, as bolas dele, que delícia! me senti desesperada pra chupar ele, mas ele só apoiou ela no meio dos meus peitos e começou a se mover entre eles, apertei ele com minhas tetas e elas são tão grandes que o pau dele pareceu se perder entre elas, meu jovem amante se excitava e se contorcia de prazer enquanto não parava de elogiar os peitos generosos que eu tinha, como ele gostava deles, como o deixavam com tesão, de repente ele se contraiu e que gostoso, senti a umidade viscosa dele enchendo meu peito, virando uma mistura pegajosa e quente.
Quando terminou, só se deixou cair na água como um corpo morto, eu só ri. Tinha meus peitos escorrendo de porra, Luka me olhava flutuando de barriga pra cima, respirei fundo, peguei meu peito direito com a mão e levei até minha boca, passei minha língua, que sabor gostoso! só continuei, em um e no outro, olhando pra minha vítima que curtia o que eu fazia, assumi que com certeza eu parecia muito puta.
Ele voltou pra perto de mim, me pegou com os braços fortes dele pela cintura, como se fossem tenazes me seguraram e me levaram pro lado dele, mergulhamos, nossos corpos nus se esfregaram um no outro no calor úmido da piscina, nos comemos de beijos, agarrei a rola dele, estava dura, tomei ar e mergulhei, meti o pau dele na boca e chupei ele debaixo d'água segurando o ar nos meus pulmões, senti as mãos dele nos meus cabelos, me segurando, ele me puxou de volta pra superfície. superfície, feito um animal, ele me pegou nos braços, me levantou e eu me pendurei no pescoço dele. Luka me deixou descer um pouco até encaixar o pau dele na minha buceta, que gostoso! Ele começou a me comer dentro da piscina, a água fazia ondinhas com nossos movimentos, eu sentia o sexo dele tão gostoso dentro do meu, tão duro, tão grande.
Meu vizinho me deu a melhor fodida que eu tinha tido em anos, quanto tempo fazia que eu não tinha um pau tão duro na minha buceta, ele arrancou de mim os orgasmos mais gostosos e duradouros que eu podia sonhar, eu me perdia em gemidos, ele tinha um poder magnético, como descrever, ele me dominava e só de roçar a pele dele já me excitava como uma puta no cio, queria ele dentro de mim, queria que aquele momento nunca acabasse, me sentia protegida nos braços musculosos dele, naquelas costas enormes, na altura perfeita dele, nos olhos de pecado, nos cabelos molhados, Luka... Luka me comia lindo, e eu morri de prazer, pedia pra ele não parar de me comer, pra me encher de porra, senti ele vindo de novo, ele tava ofegante e o pau dele explodiu dentro de mim, senti o esperma quente dele dentro da minha buceta, o mel dele banhando as paredes da minha caverna, me deixei levar.
Ele me abaixou de novo e me beijou fundo, eu empurrei ele até a borda e ele se deixou empurrar, falei que queria chupar ele um pouco, ele respondeu com um sorriso, só sentou na borda como eu tinha feito e agora eu tava em pé no fundo da piscina como ele tinha estado, fui entre as pernas dele, meti na boca o pau mole dele e cheguei fácil no púbis, chupei uma, duas, três vezes, meu jogo começou a dar resultado e senti ele crescendo dentro de mim, engrossando, alongando, endurecendo, aos poucos meus lábios se afastaram do púbis dele, já não conseguia chupar tudo e me ajudei com as mãos, segurando o tronco dele, depois as bolas, tão macias, tão quentes.
Com a mão livre eu acariciava o peito e os braços do meu amante lindo, é que ele era tão másculo, tão sexual. Sentia o sêmen da minha buceta se misturar com os sucos da minha excitação, e o calor subia numa espiral crescente, a glande dele tava na minha boca, as mãos dele acariciavam meu cabelo e eu só fazia meu trabalho.
O gosto de macho invadiu minha boca, um jato me pegou de surpresa chegando na minha garganta, apertei os lábios pra não escapar nem uma gota, engoli tudo, adorava fazer aquilo.
Olhei pra ele toda agitada, ele me encarou de volta e me deu um sorriso, mergulhou de novo e só nadou crawl de um lado pro outro, sem parar. Fiquei olhando, pensando, me sentia como aquelas milf de filme que têm tudo na vida e só precisam achar um amante. Tava satisfeita, era o suficiente, tinha levado três gozadas sem ele cansar, o que mais eu podia querer quando meu marido, com sorte, me comia uma vez a cada dois meses, e com muita sorte.
Saí da água e me joguei de lado, na borda da piscina, pelada, de bruços pra pegar um pouco do sol do entardecer que já não incomodava tanto, enquanto via ele continuar nadando de um lado pro outro, imparável, incansável.
Luka saiu da água e se sacudiu igual um cachorro, achei graça, veio por trás e eu perdi ele de vista, aí ele disse:
— Jose, que rabo gostoso que você tem! Não sabe como me deixa com tesão!
— É? Cê gosta, bebê? — respondi bem putinha, levantando a bunda só pra provocar ele.
Ele veio por trás, me forçou a ficar de quatro, percebi que o pau dele tava duro de novo, eu já não aguentava mais, quatro vezes num dia era demais, até pra mim, tava exausta.
— Chega, Luka, chega, não aguento mais, você é incansável...
— Cala a boca, putinha! Não queria pau? Não queria um macho? Agora eu vou dizer quando chega.
— Ahhh! Que homem! — Ele me deu um tapa forte na bunda que deixou minha bochecha direita ardendo, aí senti ele cuspir no meu cu e brincar ali. Virei a cabeça e falei:
— Safado, vai me dar por trás?
A resposta dele foi me enfiar uma estocada no rabo. Respirei fundo, deixei ele vir, em duas tentativas já tinha enfiado tudo. metido tudo no cu, e começou a se mexer muito gostoso, muito forte, minha boca soltava gemidos presos, uma e outra vez, e ele só me dava tapas na bunda, cada vez mais forte, e isso me excitava, eu continuava de quatro me abrindo toda pra ele, sentia o pau dele no meu cu e os tapas cada vez mais fortes esquentando minha raba, levei minha mão na minha buceta pra me masturbar de novo, não acreditava que ia gozar outra vez, mas ele faria algo pra me arrastar de volta pro inferno, pegou meus cabelos longos e começou a puxar, me sentia uma gostosa que estavam domando, adorava que puxassem meu cabelo, que me fizessem de puta, os tapas, o calor, o sexo anal, senti ele gozar e meu clitóris me deu um último orgasmo, contraindo ritmicamente meu esfíncter, apertando o tronco do pau lindo dele enquanto ele me enchia de leite de novo, agora por trás.
Tinha vivido um dia de loucura, e me senti naquele momento com vinte anos de novo.
Era hora de terminar, estava ficando tarde e não queria abusar da sorte, obviamente o Luka concordou, pegou as coisas dele e voltou pra casa pelo mesmo lado que tinha vindo.
Peguei minhas roupas e fui tomar um banho.
À noite jantamos em família como sempre, junto com meu marido e minha filha, falamos das nossas coisas, do nosso dia e só sorri como sorria todo dia.
Terminamos perto da meia-noite, pedi pro Fabricio e pra Martina se podiam cuidar da limpeza da louça, falei que tava com um pouco de dor de cabeça e queria deitar.
Com a desculpa besta da dor de cabeça fui pro quarto, fiquei de calcinha e sutiã, apaguei a luz mas só fiquei na janela, na penumbra, precisava ver se por acaso meu amante estava lá, precisava ver ele porque tava com tesão e me faria bem o pau gostoso dele, mas o Luka não estava, não consegui ver ele.
Os dias seguiram, e a gente transou de novo, na minha casa, fui na dele, em algum hotel e virou vício mútuo, tô aos pés dele e ele me come quando, como e onde quer.
Obviamente sou muito discreta, meu marido e minha filha não desconfiam de nada, até hoje a gente continua sendo amantes escondidos, mesmo o Luka tendo uma namorada gostosa da idade dele, não importa, ela também é minha corna.
Se você curtiu essa história, pode me escrever com o título SEXO NA PISCINA para dulces.placeres@live.com
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