O resto do dia seguiu numa boa, só com uns roçados na Barbi quando passava um pelo outro ou umas apertadas selvagens enquanto sabíamos que minha prima tava no banheiro ou em algum lugar que não pudesse ver a gente.
No fim da tarde, minha prima falou pra gente ir num bar em Gesell que é de um conhecido dela. A gente hesitou um pouco por causa dos protocolos, mas no fim decidimos ir. Então jantamos cedo o que sobrou do churrasco e cada um foi se trocar.
Tava quase entrando no chuveiro quando alguém me agarrou por trás.
B: Vamos tomar banho juntos?
Y: Já te deu vontade de novo?
B: Duvido que vá embora.
Y: Mas minha prima, porra.
B: Relaxa, deixei o chuveiro ligado no meu banheiro e tranquei o quarto. Ela tava entrando quando eu passei escondido pra cá.
Entramos no chuveiro nos beijando. Ensaboar um corpo foi uma sensação que eu tinha esquecido tanto que me senti quase um adolescente. Imagina quando ela se colocou de novo debaixo d'água e eu pude ver a espuma escorrendo pelo corpo dela, os peitos brilhando e as gotas caindo dos bicos duros — era uma coisa linda. Algo que instintivamente me fez olhar pra boceta dela, aqueles pelinhos molhados com um jorro de água escorrendo. Não consegui evitar: enquanto beijava ela, levei minha mão até a boceta dela. O gemido ficou abafado na minha boca e em uns dois segundos ela já tava gozando. Ela se afastou e começou a me ensaboar. Sentir as mãos dela percorrendo cada centímetro do meu corpo tava me deixando louco. Pra piorar, ela tinha unhas compridas e quando passava pelas minhas costas, apertava de leve, arranhando. Quando terminou de ensaboar meu pau e limpar, ela se ajoelhou devagar e começou a chupar, me olhando nos olhos. A imagem do corpo molhado dela, o cabelo colado no corpo e as unhas cravando na minha bunda marcando o ritmo tava me enlouquecendo. Eu tava mergulhado no prazer quando bateram na porta e entraram ao mesmo tempo.
A: Primo, desculpa, preciso de um favor.
Y: Que... ufff — um gemido escapou, não deu pra evitar — que foi?
A: Desculpa, não é O melhor, mas preciso passar a maquininha e não acho a minha. Me empresta a sua?
Y: Sim, sim — era uma mistura de prazer porque a Barbi não parou de chupar nem um segundo e de afirmação — leva ela, vai.
A: Fica tranquilo, amanhã te compro uma lâmina nova.
Y: Aldi, sem problemas, vai.
A: Beleza, beleza, termina de boa, haja.
Evidentemente, ela pensou que eu estaria me masturbando, ou pelo menos minha cabeça pensou isso. Ao mesmo tempo, o fato de ela dizer que ia me comprar uma lâmina nova sugeriu que a maquininha era para as partes íntimas dela. Isso me excitou ainda mais e, no exato instante em que ela fechou a porta, mandei a Barbi parar, virei ela de modo que as mãos ficassem contra a parede debaixo do chuveiro e, sem dizer uma palavra, meti fundo.
B: Uffff, papai, como você ficou.
Y: Você me excita, vadia, e pelo jeito que continuou chupando, você também ficou excitada por ela estar aqui.
B: Muito, me deu muito tesão ela nos pegar. Vai, me come, me dá todo o gozo, papai.
Comecei a comer ela com força, não era rápido, eram estocadas profundas e fortes. Tirava tudo e metia de novo.
B: Ai, sim, papai, vai que eu vou gozar.
Y: Você gosta, vadia?
B: Sim, sim, vai que você vai me fazer gozar, não para — nesse momento, tirei e me ajoelhei — não, não, não, papai, não tira — e comecei a chupar a buceta dela — ahhhh, sim, gozei!
Ela gozou tudo na minha boca, e dessa vez mandei ela se ajoelhar e, enquanto me masturbava, via ela abrindo a boquinha esperando meu gozo. Comecei a gozar, enchendo a carinha e os peitos dela de porra.
Y: Agora tenho que te limpar de novo, vadia.
B: Adoro, papai, espero não ficar excitada de novo.
Voltamos a nos ensaboar e nos limpar entre beijos até que finalmente saímos do chuveiro e começamos a nos secar. Precisava confirmar que a Barbi conseguia passar tranquila para o quarto dela, então me enrolei na toalha e mandei ela ir atrás de mim. Entrei no quarto da minha prima e ouvi o barulho do chuveiro, então fiz sinal para ela passar, e eu entrei no banheiro da minha prima como ela tinha feito antes e, no meio do barulho da Consegui reconhecer os gemidos dela
A: Primo! O que cê tá fazendo!
Y: Desculpa, neguinha, preciso da maquininha, terminou?
A: É, não, bom, sim, sim, mas tá suja
Y: Não importa, quero dar um trato na barba, tô um bagaço, assim não pego ninguém
A: Bom, tá bem, pega – ela só afastou a cortina, se cobrindo, e esticou o braço livre com a maquininha – pra mim você é lindo
Y: Você só fala isso porque é minha prima
A: É, que merda, haja
Ela voltou pra dentro do chuveiro e quando eu tava saindo, não consegui evitar de ver a tanga da minha prima e a legging dela, a tanga vermelha tava molhada na virilha
Y: Pri, vou levar a roupa suja junto com a minha e a gente leva pra lavar amanhã, beleza?
A: Beleza, beleza, pode ser
Não sei o que passava pela minha cabeça naquele momento, mas não consegui evitar: assim que saí do banheiro, levei a calcinha até a boca. Tinha cheiro de sexo e isso me deixou louco, deu vontade de entrar no chuveiro e fazer a mesma coisa que tinha feito com a Barbi, mas me segurei. A mesma coisa me aconteceu de novo quando comecei a passar a máquina de barbear no rosto e pensava que aquilo tinha estado na virilha dela
Finalmente, a gente se encontrou tudo na sala, as minas tavam lindas. A Barbi tava com um macacão longo com um decote que ia até o umbigo, e o cabelo liso. A Aldi tava com um short de renda e uma blusa branca que destacava os peitos dela, e o cabelo preso de lado
Y: Uau, vocês me fazem sentir um merda, vou ser a inveja de todo mundo chegando com duas gostosas
B: Besteira, vão ter inveja de nós por chegar com você, eu acho que a gente devia te levar na coleira, Aldi, porque senão essa noite a gente te perde
A: Pois é, né? Não vá que ele nos abandone pela primeira “gostosa” que aparecer
As duas caíram na risada e eu meio que fiquei vermelho. Subimos na caminhonete e partimos pra Gesell. Quando chegamos no bar, como eu imaginava, todo mundo me olhava surpreso por causa daquelas duas belezas que andavam comigo. O lugar era bem tranquilo, ao ar livre e com mesas espaçadas, quando tocou A música tocava, o pessoal dançava, mas sempre mantendo distância e de máscara. Tenho que admitir que sou bem desengonçado pra dançar, então tiveram que insistir bastante pra me tirar pra dançar. Antes disso, era um show ver elas dançando cada vez que faziam isso. Em alguns momentos, sentia que competiam pra me provocar. Quando finalmente começamos a dançar os três, as minas já estavam bem bêbadas. Eu só tinha tomado um gole porque tinha que dirigir de volta.
A dança entre os três era uma continuação do que eu tinha visto antes. As duas se esfregando em mim, e ninguém é de pedra. Não deu pra evitar que meu amigo reagisse. A primeira a sentir foi a Barbi.
B: "O que foi? Não te bastou o de hoje? Quer mais?" – se aproximando do meu ouvido –
Y: "Eu sempre quero mais" – nessa hora, minha prima me virou e encostou a bunda toda em mim, então ela sentiu. Não tinha como não sentir.
A dança continuou assim, com roçadas constantes dos três, até que aconteceu algo que nunca tinha me acontecido. Tive que sair da pista porque ia gozar. Fui até a mesa e sentei de novo. A primeira a vir foi minha prima, mal se mantendo em pé.
A: "Primo, cê tá bem? O que houve?"
Y: "Tô sim, só uma cãibra, pequena. Você sabe que isso não é minha praia."
A: "Que merda, tava divertido."
B: "O que houve?"
A: "Ele teve uma cãibra."
B: "Uhh, cê teve uma cãibra?" – me olhando com um olhar safado e tarado –
A: "Não importa. Quer voltar pra casa? Eu não aguento mais."
B: "É, bora voltar."
E era verdade, minha prima não aguentava mais. Cada vez ela arrastava mais as palavras. E a viagem de volta não ajudou. A Aldi subiu atrás e, antes de sair de Gesel, já tava dormindo. A Barbi aproveitou que assim que pegamos a estrada, pegou minha mão e levou até o meio das pernas dela.
B: "Sua cãibra, no meu caso, foi até o fim. Tô toda molhada. Você me fez gozar."
Y: "Uhh, cê tá bem molhadinha?" – ela tava realmente encharcada, sorte que era de noite e o macacão era preto – "Que gostoso."
Comecei a tocar ela por cima do macacão e fiz ela gozar de novo. Ela levou a mão até minha entreperna, desceu meu zíper e tirou pra começar a me bater uma. Eu tava curtindo quando ouvimos um barulho da minha prima acordando, o que fez ela tirar a mão rápido e eu mal consegui me cobrir com a camiseta.
A: tô mal, podemos parar?
B: não aguenta?
A: não, por favor, para
O que eu menos queria era que ela vomitasse no carro, então freie o mais rápido que pude e ajudamos ela a descer. Assim que saiu do carro, minha prima vomitou e sujou a camiseta dela. Quando terminou e percebeu, tirou o top como se nada, ficando de peitos de fora.
Y: prima! O que cê tá fazendo?
A: ahhh, de boa, ontem você já viu tudo e mais um pouco
Y: mas os outros não
A: não tem problema
B: que porra é essa, sua preta, me lembra o colégio hahaha
A: tomara que pelo menos no colégio eu tivesse uma rola agora… mas não… não tenho vocês dois no lugar
E subiu de volta de peitos de fora na caminhonete. Eu tirei minha camiseta e dei pra ela, mais preocupado com alguém ver ela assim. Ela vestiu reclamando, e o que tava rolando entre a Barbi e eu foi cortado, pelo menos até chegarmos em casa, com a tesão que eu tava e a bebedeira da minha prima, que planejava comer a Barbi a noite toda.
Chegamos em casa e nós dois descemos minha prima do carro e entramos. Sentamos ela no sofá, e a Barbi trouxe umas toalhas úmidas pra terminar de limpar ela. Quando terminamos, ela me pediu pra ajudar a levar ela pro quarto.
A: não, não, deixa, eu consigo
B: você não consegue, boba
A: consigo sim
Y: a Barbi tem razão
A: tá bom, vem você então
A Barbi me olhou, e eu tentei fazer um sinal pra ela ir pro quarto que depois eu ia.
Quando entramos no quarto, ela me pediu pra pegar um pijama e, quando fui ver, ela tava pelada de novo.
Y: prima, pelo amor!
A: ahhh, sério? Ontem você me viu toda e agora tá com vergonha?
Y: hahaha, pode ser
A: além disso, te vi batendo uma no chuveiro e depois você me viu batendo uma também
Y: eu não te vi
A: ahhh, mas você tava batendo uma, então eu também não sou de ferro pedra
Y: hahaha, tudo bem, desabafa à vontade
A: E se ontem eu tive que ver teu pauzão e hoje ouvir você batendo uma, e eu não posso fazer nada
Y: bom, eu tive que ouvir você com seu brinquedinho
A: nãooo, você me ouviu? que vergonha!
Y: ouvi o barulho, é muito óbvio haha
A: e hoje à noite vou ter que usar de novo, entre você e a Bárbara me deixaram doida – começou a remexer na gaveta do criado-mudo – cadê!
Y: o que você tá procurando?
A: o brinquedo, porra!
Y: hahahaha vai dormir!
A: é, melhor, nãooo, você é um sem-vergonha!
Y: que foi?
A: Eu te contando tudo isso e você aí com o pau todo duro! Sai daqui porque não vou aguentar mais e amanhã a gente vai se arrepender os dois hahaha
Só aí percebi que nunca tinha subido o zíper e, no meio de tudo que a gente falou, começou a endurecer. Saí do quarto rindo e fui direto pro quarto da Barbi, quando cheguei ela não tava. Fui na cozinha, também não, na sala, em lugar nenhum. Até que cheguei no meu quarto e encontrei ela deitada na cama, completamente pelada, de pernas abertas, brincando com um vibrador grosso vermelho daqueles que têm formato de pau!
Y: tava te procurando
B: tô aqui, espero que sua prima esteja bem bêbada porque roubei o brinquedinho dela
Y: é o dela?
B: sim! Vem
Fui direto pra buceta dela e comecei a chupar enquanto ela passava o vibrador nos peitos e no clitóris. Subi beijando o corpo todo até meu pau ficar na entrada da buceta dela, tava tão molhada que entrou de uma vez. Ficamos um tempão nessa posição de papai e mamãe até que, entre a vibração e ela tão molhada, gozamos os dois abafando os gemidos com beijos. Saí de dentro dela e me deitei ao lado, estávamos exaustos
B: por que demorou tanto?
Y: a Aldi tava com um puta fedor
B: que merda, mas eu queria aquele pau
Y: e ela o que você tem
B: tá me zoando?
Y: não, procurei por tudo, mas convenci ela a ir dormir
B: melhor, porque eu quero mais
Nesse momento ela se Colocou de quatro na cama e começou a chupar meu pau, quando ficou bem dura tirou da boca e me olhou
B: papai, quero ele na bunda
Y: vou te dar tudo, sua puta
B: mas quero o brinquedo na buceta, nunca fui comida por dois paus
Y: vai aguentar?
B: óbvio!
Fiquei atrás dela e comecei a lubrificar com minha língua aquela bundinha minúscula que tava pedindo pau aos berros enquanto ela enfiava o brinquedo da minha prima na buceta como se estivesse sendo comida
B: chega, mete logo
Y: implora
B: vai!
Y: mais!
B: vai papai, por favor, mete o pau e enche minha bundinha de leite
Nessa hora, fiquei atrás dela e comecei a penetrar. Sentia a pressão do brinquedo e a vibração no meu pau. Quando tava tudo dentro, comecei a comer devagar mas com força. Tava segurando ela pela cintura e ela mal se apoiava na parede com uma mão, enquanto com a outra empurrava e puxava o vibrador. Finalmente, com um gemido que era impossível minha prima não ter ouvido, ela gozou, largando o brinquedo pra se segurar enquanto todos os sucos dela caíam. Eu não aguentei mais e explodi dentro da bunda dela, caindo exausto por cima dela. Enquanto beijava suas costas, sentia meu pau ficando cada vez menor e saindo da bunda dela até sair por completo. Nessa hora, virei na cama, sinceramente esperando ver minha prima, mas não tinha ninguém. A Barbi me beijou e se levantou
B: obrigada de novo, você não sabe o quanto satisfeita você me deixa
Y: e você a mim, vai embora?
B: vou pro meu quarto, ficaria aqui com você mas preciso dormir e se ficar não vou dormir nada
Y: beleza, cuidado com a Aldi, não é possível que ela não ouviu nada, fica tranquilo
Ver ela indo embora com o corpo nu brilhando de suor foi uma imagem linda, ainda mais quando chegou na porta, se virou, enfiou a mão na buceta e levou até a boca
B: que gostoso, ainda tem leite aqui, descansa, papai
Y: descansa, puta
Dois segundos depois, apaguei. Acordei no outro dia cedo. As duas mina ainda tavam dormindo. Dei uma espiada no quarto da minha prima e vi ela dormindo destampada, mas o que me deixou encucado foi ver ela com o consolador na mão. Fui no quarto da Barbi e ela também tava dormindo pelada, do jeito que tinha saído do meu quarto. Bateu a vontade de ir pegar ela, mas me segurei — a qualquer hora a Aldi podia acordar, e depois da conversa que a gente teve, imaginei que eu pegar a amiga dela assim ia deixar ela puta pra caralho.
Fui pra cozinha e preparei o café. A primeira a entrar, um tempão depois, foi minha prima de pijama e todo o cabelo bagunçado.
A: Bom dia, primo.
Y: Oi, gostosa, dormiu bem?
A: Demais, que nem um bebê.
Y: Belo peido.
A: Foi mal! E desculpa pela conversa no quarto!
Y: Ah, você lembra?
A: Sim, que mico.
Y: Relaxa, até bati uma na sua homenagem, haha.
A: Hahaha, que tarado. Acho que eu também, porque acordei com meu brinquedo na mão.
Y: Hahaha, então tá bom.
Ficamos falando besteira e daí a pouco chegou a Barbi.
B: Bom dia!
Y: Oi.
A: Como cê dormiu?
B: Uff, que nem um bebê.
Y: Todo mundo dormiu que nem bebê.
B: Você também? — me encarando.
Y: Lindo.
A: Olha lá vocês dois, hein! Só me falta virar a solteira do grupo de novo.
B: Hahaha, calma! E se não der, a gente divide.
A: Ei, não seria ruim. Pena que é meu priminho.
Começamos a rir os três e falar de bobeira até minha prima ir tomar banho. Mal fechou a porta do quarto, a Barbi já tava de cócoras em cima de mim me beijando.
Y: Sua doida, deixou o brinquedo na mão dela!
B: E se ela não tava procurando? Assim ela vai achar que foi ela que usou.
Y: Ela acha que usou.
B: Tomara que não, porque tava cheio da sua porra, hahaha.
Y: Sua louca!
B: Esquece, toma pílula que nem eu... me dá meu gozo.
Ela se ajoelhou na hora e começou a chupar minha pica e bater uma rápida. Em segundos eu tava gozando na boca dela. Ela ficou me olhando com aqueles olhos azuis enquanto enchia a boca, até sair o último jato. jato, tirei a pica da boca dela e ela mostrou a língua toda cheia de leite, pra depois fechar de novo e abrir sem nada.
Nessa hora, a gente ouviu minha prima abrindo a porta, então ela levantou rápido, se ajeitou e foi pro quarto dela, e eu fui pro parque.
No fim da tarde, minha prima falou pra gente ir num bar em Gesell que é de um conhecido dela. A gente hesitou um pouco por causa dos protocolos, mas no fim decidimos ir. Então jantamos cedo o que sobrou do churrasco e cada um foi se trocar.
Tava quase entrando no chuveiro quando alguém me agarrou por trás.
B: Vamos tomar banho juntos?
Y: Já te deu vontade de novo?
B: Duvido que vá embora.
Y: Mas minha prima, porra.
B: Relaxa, deixei o chuveiro ligado no meu banheiro e tranquei o quarto. Ela tava entrando quando eu passei escondido pra cá.
Entramos no chuveiro nos beijando. Ensaboar um corpo foi uma sensação que eu tinha esquecido tanto que me senti quase um adolescente. Imagina quando ela se colocou de novo debaixo d'água e eu pude ver a espuma escorrendo pelo corpo dela, os peitos brilhando e as gotas caindo dos bicos duros — era uma coisa linda. Algo que instintivamente me fez olhar pra boceta dela, aqueles pelinhos molhados com um jorro de água escorrendo. Não consegui evitar: enquanto beijava ela, levei minha mão até a boceta dela. O gemido ficou abafado na minha boca e em uns dois segundos ela já tava gozando. Ela se afastou e começou a me ensaboar. Sentir as mãos dela percorrendo cada centímetro do meu corpo tava me deixando louco. Pra piorar, ela tinha unhas compridas e quando passava pelas minhas costas, apertava de leve, arranhando. Quando terminou de ensaboar meu pau e limpar, ela se ajoelhou devagar e começou a chupar, me olhando nos olhos. A imagem do corpo molhado dela, o cabelo colado no corpo e as unhas cravando na minha bunda marcando o ritmo tava me enlouquecendo. Eu tava mergulhado no prazer quando bateram na porta e entraram ao mesmo tempo.
A: Primo, desculpa, preciso de um favor.
Y: Que... ufff — um gemido escapou, não deu pra evitar — que foi?
A: Desculpa, não é O melhor, mas preciso passar a maquininha e não acho a minha. Me empresta a sua?
Y: Sim, sim — era uma mistura de prazer porque a Barbi não parou de chupar nem um segundo e de afirmação — leva ela, vai.
A: Fica tranquilo, amanhã te compro uma lâmina nova.
Y: Aldi, sem problemas, vai.
A: Beleza, beleza, termina de boa, haja.
Evidentemente, ela pensou que eu estaria me masturbando, ou pelo menos minha cabeça pensou isso. Ao mesmo tempo, o fato de ela dizer que ia me comprar uma lâmina nova sugeriu que a maquininha era para as partes íntimas dela. Isso me excitou ainda mais e, no exato instante em que ela fechou a porta, mandei a Barbi parar, virei ela de modo que as mãos ficassem contra a parede debaixo do chuveiro e, sem dizer uma palavra, meti fundo.
B: Uffff, papai, como você ficou.
Y: Você me excita, vadia, e pelo jeito que continuou chupando, você também ficou excitada por ela estar aqui.
B: Muito, me deu muito tesão ela nos pegar. Vai, me come, me dá todo o gozo, papai.
Comecei a comer ela com força, não era rápido, eram estocadas profundas e fortes. Tirava tudo e metia de novo.
B: Ai, sim, papai, vai que eu vou gozar.
Y: Você gosta, vadia?
B: Sim, sim, vai que você vai me fazer gozar, não para — nesse momento, tirei e me ajoelhei — não, não, não, papai, não tira — e comecei a chupar a buceta dela — ahhhh, sim, gozei!
Ela gozou tudo na minha boca, e dessa vez mandei ela se ajoelhar e, enquanto me masturbava, via ela abrindo a boquinha esperando meu gozo. Comecei a gozar, enchendo a carinha e os peitos dela de porra.
Y: Agora tenho que te limpar de novo, vadia.
B: Adoro, papai, espero não ficar excitada de novo.
Voltamos a nos ensaboar e nos limpar entre beijos até que finalmente saímos do chuveiro e começamos a nos secar. Precisava confirmar que a Barbi conseguia passar tranquila para o quarto dela, então me enrolei na toalha e mandei ela ir atrás de mim. Entrei no quarto da minha prima e ouvi o barulho do chuveiro, então fiz sinal para ela passar, e eu entrei no banheiro da minha prima como ela tinha feito antes e, no meio do barulho da Consegui reconhecer os gemidos dela
A: Primo! O que cê tá fazendo!
Y: Desculpa, neguinha, preciso da maquininha, terminou?
A: É, não, bom, sim, sim, mas tá suja
Y: Não importa, quero dar um trato na barba, tô um bagaço, assim não pego ninguém
A: Bom, tá bem, pega – ela só afastou a cortina, se cobrindo, e esticou o braço livre com a maquininha – pra mim você é lindo
Y: Você só fala isso porque é minha prima
A: É, que merda, haja
Ela voltou pra dentro do chuveiro e quando eu tava saindo, não consegui evitar de ver a tanga da minha prima e a legging dela, a tanga vermelha tava molhada na virilha
Y: Pri, vou levar a roupa suja junto com a minha e a gente leva pra lavar amanhã, beleza?
A: Beleza, beleza, pode ser
Não sei o que passava pela minha cabeça naquele momento, mas não consegui evitar: assim que saí do banheiro, levei a calcinha até a boca. Tinha cheiro de sexo e isso me deixou louco, deu vontade de entrar no chuveiro e fazer a mesma coisa que tinha feito com a Barbi, mas me segurei. A mesma coisa me aconteceu de novo quando comecei a passar a máquina de barbear no rosto e pensava que aquilo tinha estado na virilha dela
Finalmente, a gente se encontrou tudo na sala, as minas tavam lindas. A Barbi tava com um macacão longo com um decote que ia até o umbigo, e o cabelo liso. A Aldi tava com um short de renda e uma blusa branca que destacava os peitos dela, e o cabelo preso de lado
Y: Uau, vocês me fazem sentir um merda, vou ser a inveja de todo mundo chegando com duas gostosas
B: Besteira, vão ter inveja de nós por chegar com você, eu acho que a gente devia te levar na coleira, Aldi, porque senão essa noite a gente te perde
A: Pois é, né? Não vá que ele nos abandone pela primeira “gostosa” que aparecer
As duas caíram na risada e eu meio que fiquei vermelho. Subimos na caminhonete e partimos pra Gesell. Quando chegamos no bar, como eu imaginava, todo mundo me olhava surpreso por causa daquelas duas belezas que andavam comigo. O lugar era bem tranquilo, ao ar livre e com mesas espaçadas, quando tocou A música tocava, o pessoal dançava, mas sempre mantendo distância e de máscara. Tenho que admitir que sou bem desengonçado pra dançar, então tiveram que insistir bastante pra me tirar pra dançar. Antes disso, era um show ver elas dançando cada vez que faziam isso. Em alguns momentos, sentia que competiam pra me provocar. Quando finalmente começamos a dançar os três, as minas já estavam bem bêbadas. Eu só tinha tomado um gole porque tinha que dirigir de volta.
A dança entre os três era uma continuação do que eu tinha visto antes. As duas se esfregando em mim, e ninguém é de pedra. Não deu pra evitar que meu amigo reagisse. A primeira a sentir foi a Barbi.
B: "O que foi? Não te bastou o de hoje? Quer mais?" – se aproximando do meu ouvido –
Y: "Eu sempre quero mais" – nessa hora, minha prima me virou e encostou a bunda toda em mim, então ela sentiu. Não tinha como não sentir.
A dança continuou assim, com roçadas constantes dos três, até que aconteceu algo que nunca tinha me acontecido. Tive que sair da pista porque ia gozar. Fui até a mesa e sentei de novo. A primeira a vir foi minha prima, mal se mantendo em pé.
A: "Primo, cê tá bem? O que houve?"
Y: "Tô sim, só uma cãibra, pequena. Você sabe que isso não é minha praia."
A: "Que merda, tava divertido."
B: "O que houve?"
A: "Ele teve uma cãibra."
B: "Uhh, cê teve uma cãibra?" – me olhando com um olhar safado e tarado –
A: "Não importa. Quer voltar pra casa? Eu não aguento mais."
B: "É, bora voltar."
E era verdade, minha prima não aguentava mais. Cada vez ela arrastava mais as palavras. E a viagem de volta não ajudou. A Aldi subiu atrás e, antes de sair de Gesel, já tava dormindo. A Barbi aproveitou que assim que pegamos a estrada, pegou minha mão e levou até o meio das pernas dela.
B: "Sua cãibra, no meu caso, foi até o fim. Tô toda molhada. Você me fez gozar."
Y: "Uhh, cê tá bem molhadinha?" – ela tava realmente encharcada, sorte que era de noite e o macacão era preto – "Que gostoso."
Comecei a tocar ela por cima do macacão e fiz ela gozar de novo. Ela levou a mão até minha entreperna, desceu meu zíper e tirou pra começar a me bater uma. Eu tava curtindo quando ouvimos um barulho da minha prima acordando, o que fez ela tirar a mão rápido e eu mal consegui me cobrir com a camiseta.
A: tô mal, podemos parar?
B: não aguenta?
A: não, por favor, para
O que eu menos queria era que ela vomitasse no carro, então freie o mais rápido que pude e ajudamos ela a descer. Assim que saiu do carro, minha prima vomitou e sujou a camiseta dela. Quando terminou e percebeu, tirou o top como se nada, ficando de peitos de fora.
Y: prima! O que cê tá fazendo?
A: ahhh, de boa, ontem você já viu tudo e mais um pouco
Y: mas os outros não
A: não tem problema
B: que porra é essa, sua preta, me lembra o colégio hahaha
A: tomara que pelo menos no colégio eu tivesse uma rola agora… mas não… não tenho vocês dois no lugar
E subiu de volta de peitos de fora na caminhonete. Eu tirei minha camiseta e dei pra ela, mais preocupado com alguém ver ela assim. Ela vestiu reclamando, e o que tava rolando entre a Barbi e eu foi cortado, pelo menos até chegarmos em casa, com a tesão que eu tava e a bebedeira da minha prima, que planejava comer a Barbi a noite toda.
Chegamos em casa e nós dois descemos minha prima do carro e entramos. Sentamos ela no sofá, e a Barbi trouxe umas toalhas úmidas pra terminar de limpar ela. Quando terminamos, ela me pediu pra ajudar a levar ela pro quarto.
A: não, não, deixa, eu consigo
B: você não consegue, boba
A: consigo sim
Y: a Barbi tem razão
A: tá bom, vem você então
A Barbi me olhou, e eu tentei fazer um sinal pra ela ir pro quarto que depois eu ia.
Quando entramos no quarto, ela me pediu pra pegar um pijama e, quando fui ver, ela tava pelada de novo.
Y: prima, pelo amor!
A: ahhh, sério? Ontem você me viu toda e agora tá com vergonha?
Y: hahaha, pode ser
A: além disso, te vi batendo uma no chuveiro e depois você me viu batendo uma também
Y: eu não te vi
A: ahhh, mas você tava batendo uma, então eu também não sou de ferro pedra
Y: hahaha, tudo bem, desabafa à vontade
A: E se ontem eu tive que ver teu pauzão e hoje ouvir você batendo uma, e eu não posso fazer nada
Y: bom, eu tive que ouvir você com seu brinquedinho
A: nãooo, você me ouviu? que vergonha!
Y: ouvi o barulho, é muito óbvio haha
A: e hoje à noite vou ter que usar de novo, entre você e a Bárbara me deixaram doida – começou a remexer na gaveta do criado-mudo – cadê!
Y: o que você tá procurando?
A: o brinquedo, porra!
Y: hahahaha vai dormir!
A: é, melhor, nãooo, você é um sem-vergonha!
Y: que foi?
A: Eu te contando tudo isso e você aí com o pau todo duro! Sai daqui porque não vou aguentar mais e amanhã a gente vai se arrepender os dois hahaha
Só aí percebi que nunca tinha subido o zíper e, no meio de tudo que a gente falou, começou a endurecer. Saí do quarto rindo e fui direto pro quarto da Barbi, quando cheguei ela não tava. Fui na cozinha, também não, na sala, em lugar nenhum. Até que cheguei no meu quarto e encontrei ela deitada na cama, completamente pelada, de pernas abertas, brincando com um vibrador grosso vermelho daqueles que têm formato de pau!
Y: tava te procurando
B: tô aqui, espero que sua prima esteja bem bêbada porque roubei o brinquedinho dela
Y: é o dela?
B: sim! Vem
Fui direto pra buceta dela e comecei a chupar enquanto ela passava o vibrador nos peitos e no clitóris. Subi beijando o corpo todo até meu pau ficar na entrada da buceta dela, tava tão molhada que entrou de uma vez. Ficamos um tempão nessa posição de papai e mamãe até que, entre a vibração e ela tão molhada, gozamos os dois abafando os gemidos com beijos. Saí de dentro dela e me deitei ao lado, estávamos exaustos
B: por que demorou tanto?
Y: a Aldi tava com um puta fedor
B: que merda, mas eu queria aquele pau
Y: e ela o que você tem
B: tá me zoando?
Y: não, procurei por tudo, mas convenci ela a ir dormir
B: melhor, porque eu quero mais
Nesse momento ela se Colocou de quatro na cama e começou a chupar meu pau, quando ficou bem dura tirou da boca e me olhou
B: papai, quero ele na bunda
Y: vou te dar tudo, sua puta
B: mas quero o brinquedo na buceta, nunca fui comida por dois paus
Y: vai aguentar?
B: óbvio!
Fiquei atrás dela e comecei a lubrificar com minha língua aquela bundinha minúscula que tava pedindo pau aos berros enquanto ela enfiava o brinquedo da minha prima na buceta como se estivesse sendo comida
B: chega, mete logo
Y: implora
B: vai!
Y: mais!
B: vai papai, por favor, mete o pau e enche minha bundinha de leite
Nessa hora, fiquei atrás dela e comecei a penetrar. Sentia a pressão do brinquedo e a vibração no meu pau. Quando tava tudo dentro, comecei a comer devagar mas com força. Tava segurando ela pela cintura e ela mal se apoiava na parede com uma mão, enquanto com a outra empurrava e puxava o vibrador. Finalmente, com um gemido que era impossível minha prima não ter ouvido, ela gozou, largando o brinquedo pra se segurar enquanto todos os sucos dela caíam. Eu não aguentei mais e explodi dentro da bunda dela, caindo exausto por cima dela. Enquanto beijava suas costas, sentia meu pau ficando cada vez menor e saindo da bunda dela até sair por completo. Nessa hora, virei na cama, sinceramente esperando ver minha prima, mas não tinha ninguém. A Barbi me beijou e se levantou
B: obrigada de novo, você não sabe o quanto satisfeita você me deixa
Y: e você a mim, vai embora?
B: vou pro meu quarto, ficaria aqui com você mas preciso dormir e se ficar não vou dormir nada
Y: beleza, cuidado com a Aldi, não é possível que ela não ouviu nada, fica tranquilo
Ver ela indo embora com o corpo nu brilhando de suor foi uma imagem linda, ainda mais quando chegou na porta, se virou, enfiou a mão na buceta e levou até a boca
B: que gostoso, ainda tem leite aqui, descansa, papai
Y: descansa, puta
Dois segundos depois, apaguei. Acordei no outro dia cedo. As duas mina ainda tavam dormindo. Dei uma espiada no quarto da minha prima e vi ela dormindo destampada, mas o que me deixou encucado foi ver ela com o consolador na mão. Fui no quarto da Barbi e ela também tava dormindo pelada, do jeito que tinha saído do meu quarto. Bateu a vontade de ir pegar ela, mas me segurei — a qualquer hora a Aldi podia acordar, e depois da conversa que a gente teve, imaginei que eu pegar a amiga dela assim ia deixar ela puta pra caralho.
Fui pra cozinha e preparei o café. A primeira a entrar, um tempão depois, foi minha prima de pijama e todo o cabelo bagunçado.
A: Bom dia, primo.
Y: Oi, gostosa, dormiu bem?
A: Demais, que nem um bebê.
Y: Belo peido.
A: Foi mal! E desculpa pela conversa no quarto!
Y: Ah, você lembra?
A: Sim, que mico.
Y: Relaxa, até bati uma na sua homenagem, haha.
A: Hahaha, que tarado. Acho que eu também, porque acordei com meu brinquedo na mão.
Y: Hahaha, então tá bom.
Ficamos falando besteira e daí a pouco chegou a Barbi.
B: Bom dia!
Y: Oi.
A: Como cê dormiu?
B: Uff, que nem um bebê.
Y: Todo mundo dormiu que nem bebê.
B: Você também? — me encarando.
Y: Lindo.
A: Olha lá vocês dois, hein! Só me falta virar a solteira do grupo de novo.
B: Hahaha, calma! E se não der, a gente divide.
A: Ei, não seria ruim. Pena que é meu priminho.
Começamos a rir os três e falar de bobeira até minha prima ir tomar banho. Mal fechou a porta do quarto, a Barbi já tava de cócoras em cima de mim me beijando.
Y: Sua doida, deixou o brinquedo na mão dela!
B: E se ela não tava procurando? Assim ela vai achar que foi ela que usou.
Y: Ela acha que usou.
B: Tomara que não, porque tava cheio da sua porra, hahaha.
Y: Sua louca!
B: Esquece, toma pílula que nem eu... me dá meu gozo.
Ela se ajoelhou na hora e começou a chupar minha pica e bater uma rápida. Em segundos eu tava gozando na boca dela. Ela ficou me olhando com aqueles olhos azuis enquanto enchia a boca, até sair o último jato. jato, tirei a pica da boca dela e ela mostrou a língua toda cheia de leite, pra depois fechar de novo e abrir sem nada.
Nessa hora, a gente ouviu minha prima abrindo a porta, então ela levantou rápido, se ajeitou e foi pro quarto dela, e eu fui pro parque.
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