A gostosa da barranca e a prima.

Peço desculpas pelo tempo que deixei essas histórias negligenciadas.
Tive um problema com meu computador, praticamente perdi todas as imagens, gifs, vídeos e conversas que tinha para compartilhar com vocês. Perdi textos já prontos e só tenho 4 rascunhos aqui (Nota mental: escrever tudo daqui pra frente.)
Vou postar as histórias, mas agora não vou demorar com as imagens, de vez em quando vou postar alguma com imagem ilustrativa, mas não em todas. Na verdade, tinha muito conteúdo e agora não tenho nada.
Os detalhes vão ajudar a imaginação de vocês.

Por causa desse problema, vou tentar narrar tudo com ainda mais detalhes para que possam aproveitar.
Meninas e meninos (será que alguma menina me lê?), vou tentar escrever com mais frequência. Deixo vocês com a continuação do meu encontro com os amigos.
Aproveitem…

Durante várias semanas fomos correr na barranca, sinceramente não lembro quantas semanas passaram desde que começamos até o pequeno evento que presenciamos...

Acordei cedo, eram umas 7 da manhã, coloquei um shorts esportivo, uma camiseta qualquer e um moletom. Estava frio lá fora e eu não queria passar um mau momento. Arrumei minha mochila com uma garrafa de água e um pouco de dinheiro, decidi pegar o primeiro ônibus que viesse. Não costumo ser pontual, mas queria dar uma boa impressão para a Karla e sua "prima". No caminho, lembrei do que tinha vivido na semana. A Mony estava falando um pouco mais comigo e até a convidávamos para almoçar na escola. Ela me disse que não achava bom eu falar muito com ela, porque os fofocos se espalhavam rápido e ela não queria me prejudicar. Para mim, estava pouco me fodendo o que os outros pensavam, mas ela se afastou. Durante essa semana, a gente se via e voltávamos juntos, com conversas picantes e promessas ao vento. O que aconteceu naquela noite foi sorte e quem sabe se ia acontecer de novo.

Quase passei do lugar onde encontraria a Karla e sua "prima". Tinha certeza que, por ser muito ciumento, o namorado dela dizia que convidaria uma prima para que não Vai pensar mal, pelo menos eu não conhecia a prima da nossa idade e olha que fomos na casa dela várias vezes quando estávamos no ensino médio.

Quando desci do ônibus, rapidamente reconheci a Karla sentada me esperando num banco. Baixinha, rosto bonito, morena e com tranças, ela usava uma calça legging preta e cinza e um moletom combinando. Não dava pra ver mais - as pernas dela apareciam, mas o moletom cobria completamente o par de peitos que ela tinha. Ao lado dela estava uma garota, morena, de estatura baixa, um pouco mais alta que ela, com uma camisa azul colada e uma calça preta. A garota era muito gostosa, tinha um abdômen fino, quadris sexy, uma bunda boa e peitos médios.

Quando me aproximei delas, Karla pulou com seu sorriso e me cumprimentou.

- Ela é minha prima.

- Oi, muito prazer. - Disse levantando a mão em gesto de cumprimento. - Achei que era só uma desculpa pro seu marido não marido.

- Também, mas ela realmente queria vir.

- Então vamos, não vamos perder tempo. - Partimos.

O que aconteceu depois disso não tem muita relevância.

Descemos caminhando e conversando até o circuito. Uma vez lá, vimos personagens de todo tipo:

Os senhores de terceira idade caminhando, alguns senhores barrigudos que só vão pra dar uma olhada, os rapazes e moças que praticam corrida pra maratonas, as senhoras que querem emagrecer, as minas que só vão pra esquentar os ovos, os caras que se acham super sarados e vão pra se exibir e as garotas que vão lá pra fazer cardio.

E lá estávamos no nosso primeiro dia. Nos alongamos e percorremos o circuito uma vez caminhando. Encontramos cada personagem que já relatei acima e, ao chegar no início de novo, decidimos trotar. Durante um tempo, a gente trotava e caminhava, de novo trotando e caminhando.

Durante esse trajeto, duas pessoas me chamaram a atenção: um senhor de cabelo cacheado que facilmente deu 4 voltas correndo enquanto nós só fizemos 2, e a segunda pessoa era uma senhora loira, com um corpo espetacular e muito... gostosa. só a vimos passar uma vez, depois ela sumiu.A gostosa da barranca e a prima.Depois de dar três voltas, decidimos subir de novo para voltar. Era excitante ver a camisa suada da Karla na região do peito, além de vê-las de legging. Compramos uns sucos pra nos recuperar do pouco-muito que fizemos e combinamos de nos ver na semana seguinte.

Me ofereci pra acompanhá-las até em casa, mas elas tinham que ir pra outro lugar.

Durante várias semanas acontecia a mesma coisa: eu as via de shorts ou legging e caminhávamos uma volta, e na outra meio que trotávamos. Pouco a pouco começou a surgir mais confiança entre elas e eu.

Depois de algumas semanas, a prima e eu corríamos um trecho maior ou, às vezes, a Karla se cansava e nos esperava no início do circuito.

Durante uma das vezes em que a prima e eu trotávamos sozinhos, ela me disse:

— Ei, encontrei embalagens de camisinha perto do circuito quando fui na frente.

— Sério? — perguntei, meio intrigado.

A área é cheia de caminhos diferentes que parecem levar só pra mato, mas a gente nunca tinha investigado.

— Sim. E se a gente for ver por algum dos caminhos que a gente já viu?

— Hahaha, seria ótimo, mas agora não. Que tal na semana que vem? A Karla tá cansada e já tá lá no início — falei enquanto a gente trotava.

Quando chegamos de novo no início, a Karla estava se alongando. Não dava pra culpar os olhares grudados no seu decote — os seios dela eram grandes, firmes e redondos, além da pele morena delicada. É tão hipnotizante.

Enquanto subíamos, contamos pra ela o que a gente tinha planejado fazer e convidamos ela pra se juntar, mas ela recusou, já que não gostava de ficar no meio do mato.

E assim ficou aquela conversa. Elas foram pra casa e eu voltei pra minha.

A ocasião tinha chegado. Naquela manhã, a gente chegou e fez o de sempre: alongar e trotar. Eu tava de olho na Karla, porque ela disse que tava sentindo algo estranho quando a gente corria. No meio do circuito, a prima foi na frente e a gente ficou pra trás. Não passaram nem dez minutos quando a Karla saiu do circuito e vomitou.

Me apressei pra segurar o cabelo dela. Parece que algo tinha caído mal... o estômago, depois que ela vomitou tudo, dei um pouco de água e caminhamos até o começo do circuito para esperar a prima dela e vazar.
Por 15 minutos ficamos esperando, conversando enquanto eu a abraçava e a fazia rir.
—Tem certeza que não tá grávida ou algo assim?
—Hahahahaha, impossível, precisa transar pra isso acontecer e lá em casa isso já não rola mais. —Disse enquanto esperava.
—Nada mesmo?
—Nada mesmo, já tentei de tudo. Mas nada. Quando você me conheceu eu tinha o abdômen chapado, mais bunda e as pernas super definidas, então acho que por isso comecei com essa de vir correr, se não for pelo físico então não sei.
—Vai, cara, não acho que isso seja necessário, talvez ele só esteja cansado.
—Cansado?? Não tô pedindo pra ele me dar uma foda violenta, tem vezes que eu tomo banho, me depilo, fico sexy, sabe, e fico com carinho e quero chupar ele, mas nem isso ele quer, mano, às vezes tô pelada na frente dele e ele pede pra eu me vestir. Por isso acho que é o físico. —Dizia enquanto baixava o olhar.
—Mas você tá gostosa pra caralho, se olha, carinha linda, uma pele linda, e tá bem, gata.
—Hahaha, você acha? Pois pra ele parece não ser o suficiente. Mas vou ficar gostosa igual antes e espero que nossa intimidade volte, eu preciso.
—Merda, o que eu daria pra te ter na minha cama todos os dias... Espera, por ter algo assim como o que você faz por ele. —Fiquei corado.
As palavras tinham saído sozinhas e pelo visto ela não ficou desconfortável ou ofendida.
—Puta menina. O que ela se acha? Você devia ir procurar ela, sério, me sinto mal, vai, corre.

Não neguei, me senti meio envergonhado pelo que tinha dito, vamos, é verdade o que digo mas ela não era a pessoa que devia saber disso.

Por alguns minutos procurei a prima pelo circuito, até que a vi saindo por um dos caminhos no meio do mato.
—Ei, vamos embora, onde você tava? A Karla tá se sentindo mal e...
—Por que vocês são tão merdas? —Me perguntou irritada.
—Nós?
—Sim!! Vocês... —Parecia furiosa.
—Cara, sua prima tá mal, se você quer ficar sozinho, me diga.
- Você não entende.
- Pois menos vou entender se você não me explicar.
- Aff! Os homens... Por que eles são tão merda assim?
- Ainda não entendi direito. - Começamos a andar enquanto conversávamos.
Ela cobriu o rosto e ficou em silêncio, depois de enxugar as lágrimas, continuou.
- Segui um dos caminhos, vi uma mulher andando por ali, depois de um tempo um cara a seguiu.
- Você está bem?
- NÃO!! Eu os segui, o cara pagou a mulher e eu vi eles transando, nada que me surpreendesse de verdade, pouco depois que o cara foi embora outro chegou, então fiquei vendo por puro tesão. Mas enquanto ele comia ela, ele dizia que era melhor do que transar com a esposa. - Ela parou no caminho, me olhou e me abraçou.esporteEu entendia o fato de o cara pagar por sexo mesmo tendo esposa e os perigos que isso traz, mas não entendia por que isso era motivo pra ficar sentimental.

- O Arón tá dando em cima de mim.
- Arón?
- O namorado da minha prima. Me manda fotos e me convida pra vários lugares, eu não fui, ignoro, não gosto de ficar na casa da Karla porque ele fica me procurando e se colando em mim. Não falei nada pra Karla, tenho medo dela acreditar mais nele do que em mim. Minha prima é linda, tem um abdômen bonito, uns peitões (muito bons, pensei), mas o filho da puta me procura. Então não entendo que merda acontece com eles, se têm uma parceira que cuida deles por que procurar mais?

Não soube o que responder a isso, foi algo muito repentino pra mim.

- Não fala nada pra minha prima, eu vou encontrar um jeito de contar pra ela, ok?
- Sim, de qualquer forma qualquer coisa é só me falar.

Caminhamos em silêncio até encontrarmos com Karla.
- Finalmente!! Vamos embora. - Disse Karla pulando da cadeira.

Não falamos durante toda a subida e ao chegarmos nos despedimos sem mais nada...

Durante várias semanas continuamos indo correr e o interessante eram as histórias do que a prima tinha visto.

- Juro pra vocês, era mais barriga e pelo pubiano do que pau. Meu polegar tá desse tamanho e a mina chupava sem piedade, juro, acho que demoraram mais pra se vestir do que pro cara gozar.
- Que nojo do caralho. - Disso Karla fazendo gestos de vomitar.
- Mas isso não foi tudo. Continuei caminhando e encontrei 2 caras mais novos que eu com uma senhora, a tiazinha tava chupando os 2 e chamando eles de filhos. Pegou o mais alto pelos quadris e deixou ele seco, como se diz? - Perguntou olhando pra mim e pra Karla.
- Garganta profunda... - Disse Karla meio vermelha.
- Uau.
- Valeu prima, enquanto fazia garganta profunda num, ela batia uma punheta pro outro e o cara hahahaha dizia com uma vozinha "Não aguento mais", me deu muita risada ouvir isso. O cara gozou nos peitos dela e parece que o outro na boca porque a senhora só se afastou e o cara caiu no chão. -Mães que delícia hahaha. -Falei com ironia, as duas me olharam quando disse isso. -É brincadeira. -Bom, a graça é que a senhorita estava vestida e sujaram a blusa dela. Ela pegou o cara que sujou a blusa, sentou ele num muro e disse "Ainda serve", abaixou a meia-calça que estava usando, montou no garoto e gritou pro outro que continuava sentado "Desconta, amor" e levantou a bunda. O cara se levantou com dificuldade mas estava todo mole... -Sem tanto detalhe. -Disse Karla. -Pfff bom, o cara que estava sendo comido falava "Já não aguento" e a senhorita dizia "Deixa comigo", deu uns 5 sentadas até que o amigo chegou, montou e tentou deixar ele duro mas não conseguiu. Então a senhorita disse: "Se não vai meter, sai" mas o garoto começou a esfregar o pau entre as nádegas da senhorita. O cara que estava deitado já nem fazia barulho, a senhorita só cavalgava sem parar. Aí me assustei porque outro cara alto e bombado entrou em cena e disse: "Agora é minha vez, né?" e a senhorita olhou no relógio e disse que sim, correndo com os garotos, o cara do pau mole teve que ajudar o amigo a andar hahahaha -Hahahaha na próxima vez eu te acompanho. -Falei pra prima. -Eu não tô a fim de ir. -Disse Karla cruzando os braços. -Ainda não terminei. -Disso a prima. -O cara bombado falou: "Qual cu não tá usado?" E a senhorita disse que ele podia usar qualquer um e tirou uma camisinha. O cara abaixou a calça e tinha um pausão!! -Sem detalhes!! -Disso Karla parando de repente. -Tá bom, então, até aí, porque não fiquei pra ver o que mais acontecia mas na semana que vem quero ir ver de novo. -Dessa vez eu te acompanho... vamos? -Falei olhando pra Karla. -Já disse que não.corpoE assim ficou nossa conversa, na semana seguinte iríamos ver aqueles caminhos juntos, para ver que situações malucas encontraríamos. Elas se despediram de mim e eu fui direto para casa...

Pffffff, vão me odiar hahahaha, sempre digo que serei mais consistente e acabo demorando ainda mais.
Obrigado às pessoas que estão atentas aos meus relatos, peço desculpas pela demora. Perdi tudo o que tinha para compartilhar em termos de imagens, conversas e vídeos. Se usar alguma imagem, devo avisar que não é de minha propriedade, serão apenas ilustrativas para o deleite de vocês. Espero que curtam este relato, que estejam bem e, se tiverem alguma dúvida, não hesitem em mandar mensagem.
Tchaaaaau.

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