A vizinha gostosa da frente

Dentro das minhas experiências, sempre gostei de destacar a que tive com a vizinha da frente do prédio onde moro. Notava no olhar dela que já fazia um tempo que eu agradava ela, e sem pensar duas vezes, um dia no elevador pedi o número de telefone dela. Aquilo foi o começo de uma aventura.

Fazia alguns meses que eu tinha terminado com minha ex-namorada, com quem cheguei a ficar quase cinco anos. Um relacionamento com altos e baixos que um dia, depois de uma briga, decidi encerrar. Eu tinha 24 anos, só uma garota conhecida nas minhas experiências sexuais e muito a descobrir.

Então, voltei a me aventurar no mercado do love e do sexo, do qual só tinha tido experiência com a minha ex. Durante esses cinco anos, chegamos a fazer de tudo dentro do que se entende por "normal" numa relação hétero: beijos, sexo oral, penetração vaginal, penetração anal, etc… Sempre considerei esse relacionamento amoroso como bem bom dentro do ambiente sexual, apesar do inconveniente relativo que era a grossura do meu pau, que causava certa dor nela nas primeiras investidas e deixava a buceta dela bem ardida depois do ato.

Como ia dizendo, depois disso, fiquei uns meses sem provar "buceta". Muitas vezes encontrava com a minha ex pra ver como a gente tava e acabávamos transando como loucos até que um dia ela me disse "nunca mais". Minha vontade de sexo, que sempre foi grande, me fez bater punheta todo dia durante meses, porque nunca fui bom em paquerar nem tinha ninguém por perto pra queimar minha vontade de buceta quente.

Mas tudo isso mudou no dia que conheci a filha da vizinha da frente. Moro numa cidade pequena, num prédio pra onde me mudei há uns anos e onde o contato com os vizinhos era quase nenhum porque sempre cuidei da minha vida. A filha da vizinha da frente eu tinha visto muito pouco e mais de relance. Em outras palavras… nunca tinha reparado nela até que um dia Bateu na minha porta a mãe dela. Ela vinha acompanhada da tal pasta e caneta na mão:
— Oi, Romeu, como você tá? Tá muito ocupado? — disparou.
— Não, que nada. — Com uma cara de total desinteresse. É uma vizinha que nunca me desceu bem porque sempre achei ela muito fofoqueira e chata. — Fala, o que você queria?
— Então, essa aqui é minha filha, Verônica.
Mmm, Verónica, hein. Agora sim pude apreciar ela de cima a baixo. Morena de pele, cabelo comprido e castanho, olhos castanhos, sorriso safado, um pouco cheinha sem ser gorda… e a cereja do bolo: uns peitões enormes. Fiquei me perguntando se caberiam na palma da minha mão. Ela tava vestida como a típica mina de 21 anos saindo de uma balada, com brincos de argola. Mesmo assim, a garota era gostosa e começou a me dar um tesão.A vizinha gostosa da frente
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, olá, eu sou o Romeo. — me aproximei dela e trocamos dois beijinhos. Ela sorriu e soltou um “oi” meio envergonhado.
— Então, Romeo. Minha filha tá estudando enfermagem e mandaram fazer um trabalho que é coletar dados na área onde a gente mora pra saber o índice de diabéticos por aqui. É um teste bem simples… Ela não tava com coragem de bater de porta em porta, e eu tô dando uma força. Como você é super gente boa, tenho certeza que não vai negar responder, né?
Minha cara ficou meio incrédula, porque achei que uma mina daquela idade já devia se virar sozinha pra sair dessas enrascadas… mas perdoei, já que ela era uma gostosa e eu queria conhecer ela melhor.
— Claro que não, sem problema.
— Ah, então beleza. Valeu, Romeo. Preciso ir. Vou deixar você com ela.
— Ok, tranquilo. Fica tranquila. — A mãe pegou o elevador e vazou, deixando a gente dois sozinhos na frente da porta do meu apartamento, entreaberta. — Então, Verônica, fala aí. — mandei um sorriso maroto.
— Desculpa. É que eu tava meio sem graça.
— Nada, mulher. Relaxa, pode falar.
Verônica começou a me fazer um monte de perguntas básicas sobre minha idade, onde nasci, onde morava, onde trabalhava, etc…
— Ei, agora você já sabe um monte de coisa sobre mim, hein. Kkkkk. — a gente riu junto.
— Pois é, kkkk. Com isso já deu. Espero que não tenha te incomodado muito. — enquanto o olhar dela grudava fundo no meu, sem parar de sorrir, feito uma menina safada. Foi aí que comecei a achar que ela tinha se interessado.
— Sem problema. Fica tranquila, hehe. Ei, cê mora aqui há muito tempo?
— Sim, umas semanas. Antes morava com meu pai, mas agora vim pra cá.
— Ahhh, então por isso te via tão pouco. Bom, agora já sei um pouco de você, kkkk.
— É, kkkk.
— Então é isso, quem sabe a gente não se tromba mais por aqui.
— Kkkk, beleza, beleza.
Sem mais, a gente se despediu com dois beijinhos e fechei a porta. Tinha reparado no jeito que ela me olhou e me Me deu um pressentimento. Ou era uma mina legal, ou simplesmente tava a fim de me conhecer melhor. A garota me atraiu, era bem gostosa, e fazia meses que eu não ficava com ninguém. Talvez essa fosse a chance de descarregar a energia acumulada depois do término com a minha ex.vadiaOs dias iam passando e de vez em quando a gente se esbarrava no portão ou no elevador do prédio. Sempre se cumprimentava com um sorriso cúmplice e um olhar de querer devorar um ao outro.

Como eu não tinha toda a certeza, porque sou cauteloso e meio envergonhado, nunca partia pra algo mais, até que um dia deixei minha moto estacionada na frente do portão. Tava tomando um café e debruçado na janela, onde vi a Verônica se aproximando com um pão francês a caminho de casa. Quando passou do lado da minha moto, ela ficou parada olhando, toda boba. Sabia que era minha, e vi como ela esticou a mão pra acariciar ela. Pensei: "essa mina com certeza tá afim", e sem pensar duas vezes saí de casa e entrei no elevador com a intenção de cruzar com ela.

E foi o que aconteceu. Quando as portas se abriram, me deparei com a Verônica:

- Ei, beleza? - falei sorrindo.

- Ah, oi! Que susto, hahaha. Tudo bem, tudo bem, hehe, aqui me vê, vim pegar o pão.

- Hehe, já tá com fome, hein.

- Pois é, bora comer logo, que tomei café cedo e não aguento mais. E você, o que me conta?

- Ah, nada, a mesma coisa que você. Tava indo direto pegar o pão. Aliás, te achei muito gostosa, hein. - enquanto piscava um olho. - Dá pra ver que já é verão. Esse bronzeado na pele te cai super bem.

Verônica ficou vermelha, mas não parou de sorrir, e até mais ainda quando ouviu o elogio.

- Valeu. Mas você que é bonitão, hein, hehe.

- Nada, qualé, não exagera. Aliás... bora passar teu número de celular e a gente marca um dia pra tomar um café, né? Cê é legal e tenho certeza que a gente vai dar umas risadas, hehe. - aí tinha soltado a artilharia sem pensar. Quem arrisca, ganha, e se não, pelo menos tira a dúvida.

- Ah, sim... por que não? Hehe. - Nossa, não acreditei. Ela tinha mordido a isca. - Anota aí, é 696...

- Ok, anotado, hehe. Uma tarde a gente marca e toma umas cervejas, beleza?

- Hehe, beleza. Quando você quiser. - enquanto piscava um olho e me dava um sorriso. cúmplice.
A real é que foi mais fácil do que eu esperava. Na minha cabeça, tinha umas vinte mil possibilidades quando fiz aquela pergunta, mas no final saiu a boa, a que meus ouvidos queriam ouvir. Essa era a minha chance.

Os dias passaram e eu tava meio nervoso com a situação. Não queria estragar tudo, tava doido pra rolar algo com a Verônica, e o nervoso no estômago acabava com minha coragem.

Um dia, depois de sair pra descansar no trampo, me veio a ideia de ligar pra ela. Tava me sentindo muito seguro de mim mesmo e aquela tarde podia ser a chance de marcar um encontro. Então peguei o celular e liguei. Depois de alguns toques de espera, ela finalmente atendeu:

- Alô?
- Oi, Verônica. É o Romeu, beleza?
- Ah, Romeu, hehe. Beleza, tudo bem e você? Como cê tá?
- Tô aqui, no trampo, dando uma descansada. Tava pensando nas minhas coisas e lembrei de você.
- Ah, é? E por quê?
- Ora, sei lá… faz uns dias que a gente não se cruza no portão e fiquei curioso pra saber como cê tá.
- Ah, hahaha. Tô por aqui, gato, haha, estudando um pouco.
- Bom, isso é ótimo. Tem que construir um futuro.
- Pode crer. Tomara que eu termine logo, que tô com uma pressão danada.
- Ah, olha. Se quiser dar uma relaxada, que tal a gente se encontrar quando eu sair do trampo e tomar alguma coisa? Assim você desliga, que certeza que precisa.
- Hum, bom, não seria ruim… Valeu, por mim topo. Como a gente combina?
- Hehe, beleza, a gente pode se encontrar na cafeteria que fica na costa do aeroporto, cê sabe onde é, né?
- Sei, sei, claro. Que horas a gente se vê então?
- Pra mim, umas 19:30 seria bom. O que cê acha?
- Perfeito. Nesse horário passo por lá.
- Ok, então a gente se vê lá, hehe.
- Ok, então combinado. Depois a gente se vê. Beijos.
- Beleza, beijos. – e desligou.I039m sorry but I can039tA coisa tava indo muito bem, em parte eu não acreditava, mas sim… aquilo era real. Aquela gostosa tava afim de sair e quem sabe como é que a parada podia terminar.
Entrei de novo no escritório e me preparei pra terminar o serviço que eu tinha em mãos. Não parava de pensar no assunto. Assim que saísse dali, ia encontrar a Verônica, minha vizinha, a mina gata de peitão. A situação me dava um tesão danado. O que será que podia rolar?
Ficava olhando o relógio nervoso, uma hora e outra, até que finalmente bateu 19:00 e eu saí de lá voando. Os colegas de trabalho não sabiam o que tava rolando comigo nem por que eu tinha saído correndo que nem um louco, quase sem me despedir de ninguém.
Fui andando num passo acelerado por vielas até que finalmente entrei no carro, liguei e desapareci rumo à costa, no café onde a gente tinha marcado.
Quando cheguei, coincidência ou não, estacionei e do meu lado chegou outro carro estacionando junto: era ela. Saímos ao mesmo tempo dos nossos carros e nos cumprimentamos:
— Ei, oi. Hahaha, chegamos juntos. — comentei.
— Pois é, haha, que coincidência. Somos pontuais, hein, hahaha.
— Fala sério. Então, já tamo aqui. Vamos entrar e pedir alguma coisa?
— Claro. Vamos.
A Verônica apareceu com um vestido de verão branco, soltinho, de alças, com uma saia bem curta que deixava ver umas pernas torneadas lindas no sol. Os peitos dela, já grandes por natureza, pareciam que iam explodir a qualquer momento, porque a garota adorava que o decote ficasse bem apertado. Como dizem por aqui, não era peito, era melão. A gente tava em pleno julho e o tempo tava ajudando.
Entramos no café e o barman nos atendeu. Um café com leite pra ela. Uma cerveja pra mim. Depois de servidos, pegamos nossas bebidas e saímos pra varanda. Ela é cercada por árvores de um parque próximo e tem a peculiaridade de ficar do lado do mar e ter vista pro aeroporto de um dos lados.
Nós Sentamos e começamos a bater um papo sobre nós.
– Me diz, Vero, quanto tempo você tá estudando enfermagem?
– Ah, faz um tempinho. Na verdade, é um curso técnico.
– Nossa, pensei que era faculdade ou algo assim. Hahaha, tô por fora.
– Não, nada disso, jeje. É um curso técnico e já tô terminando. Tomara que no próximo semestre eu comece o estágio. Tô doida pra trabalhar, nem te conto.
– Pois é, não me surpreende. Arrumando um trampo, você se independe e vai viver a vida. Eu ainda moro com meus pais, mas assim que juntar uma grana, vou vazar.
– Sim, isso seria o ideal. Morar sozinha, sem ninguém enchendo o saco. Não aguento minha mãe. Ela é muito chata.
– É, acho que igual todas. Hahaha.
A gente continuou falando de bobeiras, se conhecendo um pouco, nossos gostos, etc… A real é que não tínhamos nada em comum. Enquanto ela era a típica mina que passava o dia vendo TV e seus programas idiotas, eu curtia coisas mais culturais. Não liguei muito, porque meu objetivo era comer ela de algum jeito. Ficava com o coração na mão, principalmente toda vez que ela sorria pra mim. Além disso, era daquelas gatas que já te pegam no braço, te acariciam por qualquer motivo enquanto falam com você, etc… Ela gostava de contato físico, saca.
Ficamos nessa por um tempo até que terminamos o que a gente tinha pedido e me veio a ideia de dar uma volta no parque que tinha do lado. Quando chegamos num banco, sentamos e continuamos com nossas histórias, etc…
– Ei, acho que ainda não te falei, mas hoje você tá muito gostosa, hein.
– Hahaha, sério? Tô amando esse vestido, e com esse calorão…
– Então tira ele e fica mais fresca, hahahaha
– Hahahaha, você é um sem-vergonha, né?
– Só até onde me deixam
– Ah, é? Bom saber disso. – Enquanto me dava um tapinha na cara.
Foi aí que a gente se olhou e, sem pensar muito, eu fui beijar ela. Era agora ou nunca… mas puta erro: ela virou o rosto.
– Ei! Não. – Ela soltou.
Eu, com… Fiquei branco igual um fantasma, cara de idiota. Não esperava por isso. O tempo todo convencido de que ela tava morrendo por mim e agora ela vira e desvia o rosto.
- Upa… desculpa. É que… do nada… me deu vontade de te beijar.
- É… mas não rola. Olha… é que eu tenho namorado.
Aquilo ecoou nos meus ouvidos como se um prédio desabasse em cima de mim. Isso sim que eu não esperava. Toda essa palhaçada antes, esses olhares, essa intimidade… pra no final a mina ter namorado.
- Eu sei que devia ter falado antes.
- Pois é… você tava me contando da sua vida e simplesmente omitiu isso. Achei que queria algo mais comigo, sincera.
- É, bom, mas não. Já te falei, tenho namorado e não é certo. Você é legal. Só isso.
Fiquei branco, me sentindo um completo otário. Eu convencido de que ela tava doida pelos meus encantos e agora descubro que só era legal comigo e pronto. Aqui estava eu, mais quente que ferradura na forja, louco pra comer ela, devorar os peitos dela e foder ela que nem um selvagem, e nada… meu tesão foi pro ralo.vizinha— Ahm… pois é. Desculpa se te incomodei.
Já não sabia mais o que dizer. Ficou um silêncio até que Verônica finalmente falou:
— Isso é meio estranho. Se quiser ir embora, fica à vontade.
Eu reagi e pensei: por que vou embora? Tava me divertindo conversando com ela. Dane-se. Que ela saiba que eu sou de outra laia.
— Não, não vou embora. A gente tava conversando bem, de boa, e podemos continuar como se nada tivesse acontecido, que tal?
— Ah, é? Então por mim tá de boa. Desculpa isso, mas é que tendo namorado, não vou fazer nada com ninguém.
— Sim, sim, entendo, Vero. Não se preocupa. Vamos continuar nossa conversa e pronto, não tem problema.

E foi assim, continuamos falando da nossa vida, dos nossos problemas, das nossas histórias. Contei sobre minha ex, como eu tava agora, onde trabalhava, etc… Ficamos quase uma hora a mais batendo papo como se nada tivesse rolado.
A verdade é que, apesar daquele mau momento, daquele deslize, eu me sentia de novo à vontade e com as defesas baixas.

Não parava de olhar pras tetas dela. Debaixo daquele decote escondia algo bem grande, e ela parecia ter percebido, mas não falava nada. Mais ainda, sabia que eu tava gostando, e ela parecia gostar também.infidelidadeNum dado momento, não sei qual buceta passou pela cabeça dela, mas a Verônica se levantou como se fosse nada e sentou no meu colo. Fiquei meio gelado. Não entendi de onde veio aquilo de repente… mas desconfiava que essa gostosa tava tão tesuda quanto eu. Ela passou um braço no meu pescoço e falou:A vizinha gostosa da frente- Sabe de uma? Você é realmente muito foda. Pensei que ia sair morrendo de vergonha depois do que aconteceu, e mesmo assim ficou aqui conversando comigo como se nada tivesse acontecido.
- Ah, pô, a gente tava se divertindo, não vou estragar a conversa por essa besteira, né?
- Pois é, você tem razão. Toma, você merece isso.
E a Verônica, do nada, começou a me beijar. Juntou os lábios dela com os meus e enfiou a língua na minha boca como se fosse a coisa mais natural do mundo. Agora sim, eu não entendia nada. A mina que uma hora atrás tinha me dado um fora, agora tava sentada em cima de mim me chupando toda, enquanto meu pau começava a acordar.
Ou ela era maluca, ou não aguentava mais o tesão, sei lá. Naquele momento, foda-se tudo, eu entrei na brincadeira. Não perdi a chance de agarrar um daqueles peitos que eu tava doido pra pegar:vadia- Ei, hahaha, não seja mau. Você passou a tarde inteira olhando pra minha buceta. Não aguentava, hein…
- Vejo que você percebeu… uffa, como resistir? É que elas parecem um tesão! Que grandes!
- Hahaha, são todos iguais, hein. Hahaha. Homens.
- Olha, essa saia curta fica uma delícia em você. – enquanto, aos poucos, eu descia uma das minhas mãos por ela.
- Hahaha, para com isso.
- Já vi que você acabou de depilar as pernas. Estão tão macias. – enquanto essa mesma mão começava a se perder por dentro das coxas dela.I039m sorry but I can039t- Sim, hoje de manhã mesmo fiz a depilação. Tão macios mesmo… uffff… sim.
- Esse “ufff” saiu do fundo da alma dela assim que um dos meus dedos começou a tocar a buceta dela por cima da calcinha fio dental. Acariciando de leve.
- Bom, vamos, já chega, que aqui alguém pode nos ver… e só falta ser alguém conhecido e ainda contar pro meu namorado.

O namorado dela. Tinha esquecido desse detalhe. Tava tão tarado que já não ligava pra mais nada. Verônica estava um pouco nervosa com a situação, ao mesmo tempo que excitada:

- Olha, Romeu. É que meu namorado, se descobrir isso, me mata. Você não sabe como ele é. Vive metido em briga, e não tem papas na língua.

Reconheço que me deu um calafrio. Pelo visto, o namorado dela era aquele perdedor típico, sem emprego nem futuro, que acha que a vida é ver quem se destaca mais na quebrada onde cresceu. Todo fim de semana arrumava treta com alguém na balada da moda, e ainda por cima era muito ciumento. Não eram poucas as brigas que ele provocava porque supostamente alguém olhava pra namorada dele. Verônica, com aquele vestido justo até o talo, estava uma gostosa, e era impossível não olharem pra ela.

- Olha, vamos embora. Minha mãe sai umas 22:00 pra trabalhar. Passa lá em casa mais tarde e te convido pra jantar, tá? – resolveu Verônica.
- Ok, parece bom. Não vamos acabar arrumando problema. Depois passo na sua casa.

Fomos andando até o estacionamento do café e subimos cada um no seu carro, indo cada um pro seu lado como se nada tivesse acontecido.

Faltava pouco pras 22:00 e eu já estava nervoso de novo. Finalmente tinha conseguido beijá-la e passar a mão nela de verdade. Ela tinha gostado e estava claro que Verônica queria mais. Se não, não teria me convidado pra jantar na casa dela.

Quando finalmente deu 22:00, apareci feito um raio. Bati na porta e lá estava ela, de camiseta e um shortinho. Corto abrindo a porta e me convidando pra entrar. Tava na cara que aquela era a pijama dela e, olhando ela de cima a baixo, percebi que não tava de sutiã.vizinhaLá estavam de novo aqueles peitos, por baixo da camiseta, marcando o bico, me chamando de novo pra eu passar a mão. Então, assim que entrei na casa dela, dei um selinho nela enquanto, sem perder tempo, uma das minhas mãos agarrava de novo um dos peitos dela:

- Ai! hahahaha. Você não se segura, hein, hahaha. Olha só você.
- Uff, como é que ia segurar. É que são muito grandes. Adoro eles.
- Valeu. Hehe. Olha, fiz uma salada pra você. – me convidando pra ir pra cozinha.
- Poxa, não sei o que dizer… não precisava, Vero.
- Que nada, fica tranquilo. Anda, senta e janta, você deve estar com fome.
- Bom… fome de outra coisa, hahaha.
- Hahahaha, anda, não vem de tarado em cima de mim.
- Hahahaha… você vai me conhecer aos poucos. – enquanto piscava um olho cúmplice.

Nós dois sentamos na mesa da cozinha e começamos a jantar as respectivas saladas juntos. Continuamos retomando a conversa de antes com um ou outro elogio no meio.

- Sabe? Tô encantada com seus olhos verdes.
- Bom, valeu. Não é por me achar, mas é verdade. Falam muito isso, hahaha.
- É normal.
- Normal que nem te falarem o quanto você é gostosa, né?
- Hahaha… não, não costumam falar muito porque quase sempre tô com meu namorado, vai ver quem é o corajoso que fala alguma coisa. Tipo, esse aí mata.
- Porra… que pedaço de pau deve ser seu “querido”.
- Bom, é… essas coisas dele não me agradam. Ele é muito dominador…
- É, tão dominador que é e não sabe cuidar de uma gostosa como você.
- Bom, bom… cala a boca, anda.

Nessa hora, o telefone da casa dela tocou. Ela saiu da cozinha e foi correndo atender. Eu fiquei de ouvido pra ver quem podia ser ligando a essa hora… a mãe dela? Tomara que não fosse nos pegar de surpresa. Mas não…

- Sim… já tô em casa… Nada, tava estudando um pouco e agora tô jantando… Vou ver um pouco de TV e vou dormir… Sim, tô sozinha… Minha mãe acabou de sair… Hum-hum… tá… sim… amanhã te ligo e a gente faz isso… tá… beijos… eu também.

Verônica voltou pra A cozinha... e eu perguntei intrigado... embora já desconfiasse:
- Hum, quem te ligou era teu namorado?
- Sim, meu namorado.
- Haha... olha só como a princesinha mente.
- Pois é... mas você queria que eu dissesse que você tá aqui?
- Hahaha, não, de jeito nenhum, gostosa. Que horas são essas que ele liga, hein?
- Sim... ele liga toda noite em horários diferentes pra ver se tô em casa.
- Não fode... sempre?
- Sim, sempre. Ele não confia em mim.
- Bom, haha, um pouco de razão ele tem.
- É, claro. Só pra constar, nunca traí ele. Não vai pensar merda.
- Bom, não sou eu quem vai falar. Tanto faz, mas aquilo ali antes... bom... foi um deslize, né? Hahaha
- Ah, cala a boca. Você, que me enganou.
- Hahaha, que cara de pau. Ei, no final foi você quem se jogou.
- Sim, claro... mas você começou. Anda, termina isso aí.
Dei um sorriso pra ela. Apesar do perigo do namorado dela, eu já tava pouco me lixando e queria ver até onde essa garota ia com essa mentira.
- Vem, me acompanha, vou te mostrar meu quarto.infidelidadeMe agarrei na mão dela e entramos no quarto. Era bem grandinho, rosa, com uma cama de casal no meio. Chegamos perto de um colchão e ela me mostrou uma foto dela com o namorado.
- Olha, é esse aqui.
- Nossa… não tem cara de perigoso. Imaginava ele pior.
- Pois é, mas você não sabe o temperamento que ele tem. Não se mete com ninguém, e sempre gosta de mandar. É um baita enjoado.
- Ah, é? E me diz: o que você acha que ele diria agora se me visse fazendo isso? – sem perder tempo, estando atrás dela, enfiei minhas mãos por baixo da camiseta dela e agarrei com força aqueles dois peitões enormes.A vizinha gostosa da frente- Ufff… para, né…
- Parar o quê? Tem certeza que quer que eu pare? – e na mesma hora encostei minha boca no pescoço dela e comecei a passar a língua por ali. Sabia que isso era uma arma infalível pra derrubar qualquer mulher.
- Mmm, sei lá… ufff.
Meu pau já tinha começado a endurecer por dentro da calça e não perdi a chance de encostar ele na bunda dela, do jeito que a gente tava. Ela percebeu que tinha algo rolando ali atrás e se deixou levar, colando ainda mais o rabo em mim.
Enquanto amassava aqueles dois pedaços de carne, aproveitei pra descer uma das mãos e enfiar dentro da calça do pijama, procurando a buceta que antes tinha sido negada no parque. Igual da outra vez, deslizei um dedo por cima da calcinha fio dental, sentindo que a safada já tava toda molhada. A situação tava deixando ela louca.vadiaConsegui afastar ele de lado e acariciei pela primeira vez aquela bucetinha que eu tanto queria. Tive sorte: a mina tinha a ppk totalmente depilada. Do jeito que eu gosto.

Continuei acariciando enquanto procurava o clitóris dela, que comecei a massagear devagar. Depois, desci de novo até o buraquinho dela, que tinha ficado ainda mais molhado do que antes. Verônica estava em êxtase, mordendo o lábio e olhando fixamente praquela foto dela com o babaca do namorado. Enfiei um dedo na gruta e ela gemeu:

- Uhhhhh.

Ela estava totalmente à minha mercê. Peguei ela pela cintura, virei ela de costas e comecei a beijar enquanto enfiava o dedo de novo, dessa vez apertando um dos peitos dela com força. Ela reclamou um pouco e eu belisquei um mamilo:I039m sorry but I can039t- Aiii, com cuidado.
Fiquei olhando pra ela e passei minha língua por toda a boca dela. Beijei ela de novo, tirei meus dedos da buceta dela e enfiei na boca dela. No começo ela fez uma cara meio de nojo, mas olhei fixo pra ela e na hora ela entendeu que o que tinha que fazer era lamber... lamber os próprios fluidos dela. Ela entendeu que naquela noite ia ser minha putinha. Eu tava solto e essa mina ia pagar bem caro por isso.
Me afastei dela e empurrei ela pra cair em cima da própria cama. Peguei a camiseta dela e puxei pra cima. Finalmente pude ver os peitos dela ao natural. Eram enormes. Um 115 no mínimo, com uns bicos bem grandes, do tipo "biscoito Maria". Me abaixei e comecei a devorar eles enquanto ela segurava minha cabeça e só fazia gemer.vizinha- Ah, sim... uff, que delícia. Que delícia... hmm, siiiim.
A vontade que eu tava sentindo há tanto tempo finalmente tava sendo recompensada como merecia. Eu tava muito excitado e ela parecia ainda mais. Levantei e peguei uma das mãos dela. Queria que ela sentisse o que tava rolando entre minhas pernas. Ela começou a me tocar por cima da calça e ficou com uma cara meio estranha. Não esperava o que viria a seguir.
Desabotoei o cinto e afastei a mão dela, abaixei a calça junto com a cueca. Ela ficou com uma expressão entre assustada e impressionada. Meu pau de 18 cm tinha causado impacto... mas não pelo comprimento, e sim pela grossura... grossura demais. Quase do tamanho do pulso dela. Um pedaço de carne, duro como pedra, levemente curvado pra cima e com a cabeça roxa prestes a explodir.infidelidadeEla recuou um pouco assustada e disse:
— Mas o que é isso! — enquanto não parava de ficar impressionada. — Isso não vai entrar em mim.
— Como assim não? Hahaha, já vai ver que sim.
— Que não, que não. É muito grossa.
— Olha, pega nele. — enquanto pegava a mão dela e levava até a minha pica.A vizinha gostosa da frente- Ufff, e é bem dura. Pesada. Mas caralho… uau.
- Que é, a do teu namorado é assim?
- Qual nada… de comprido é parecida, mas nem fodendo é tão grossa. É que isso, puta merda… vai doer.
- Que nada, vai sim. Olha, experimenta. – enquanto aproximava ela da boca.
Verônica abriu um pouco e logo empurrou pra enfiar a cabecinha. O resto ela fez. Pegou confortavelmente e começou a passar a língua na cabeça e a tentar enfiar.
- Ufff, mas que grossa… quase não entra. – Ela insistia, mas a verdade é que não parecia ter muita habilidade e não parava de arranhar com os dentes, o que me dava uma sensação de dor chata.

- Nossa, como eu queria que minhas amigas vissem isso, hahaha.
- Hahaha, certeza que iam adorar, hahaha.
- Sim, sem dúvida.
- Ó, então passa meu número de telefone pra elas.
- Elas têm namorados.
- Sim, mas se forem como você…
- Hahaha, que engraçado. – enquanto balançava ela de novo e tentava enfiar na boca.vadiaPeguei ela pelo cabelo e tentei enfiar um pouco mais… mas aquilo era impossível. Tava me doendo demais, então na mesma hora, joguei ela na cama e puxei a calça dela pra fora junto com a fio dental.

Ali estava aquela bucetinha depilada e gostosa que eu tava morrendo de vontade de morder.

Me aproximei com decisão e comecei a passar a língua por cima, até alcançar o clitóris e comecei a chupar primeiro devagar e depois mais rápido. A cada lambida, ela se arrepiava.

- Meu Deus… Romeu, porra… continua… isso meu namorado nunca faz. – pra falar a verdade, a revelação me deixou meio chocado… Que tipo de namorado não chupa a buceta da namorada?

Continuei com essa segunda janta enquanto enfiava um, dois e até três dedos na buceta, ouvindo a Verônica sem parar de gemer e chamar por Deus toda hora. Ela segurava minha cabeça e apertava contra a xereca como se não houvesse amanhã.

Tava cheia de lubrificação e pensei que era a hora de foder ela de verdade. Então me levantei, fiquei de joelhos na cama enquanto ela me olhava e perguntava:

- O que cê tá fazendo? Por que parou?

- Por isso. – e peguei na minha pica, me inclinei e enfiei de uma vez só até o fundo sem piedade.I039m sorry but I can039t- Deus... Porra... que delícia, safado. Não esperava por essa. Ahhhhhhh.
- Viu como ia entrar? Toma! - e enfiei de novo até o fundo.
- Porra, sim, siiiim, siiiim, que grossa, como eu sinto, ahhhhh, ahhhhh. Deus... siiiim. Ahhhhh.
Levanto as pernas dela pra cima e ela me prende com elas, fazendo eu começar a empurrar cada vez mais rápido e forte, uma e outra vez. Logo ela começou a sentir o primeiro orgasmo:
- Porraaaaaaaa, siiiiiim, vou gozaaaar, continua, continuaaaa... ufff, mmmm.... Ahhhhhhhhh Tô gozandooooo!!!
E Verônica explodiu num orgasmo sonoro como se nunca tivesse tido um igual.
Suada inteira, parece que relaxou um pouco e me pediu uma trégua pra se recompor. Eu ainda não tinha terminado e ainda aguentava mais um pouco.
- Porra... Romeu... que que você fez comigo? Minhas pernas tão tremendo. Ufff, que delícia. E você ainda tá duro?
- Pois é, nena. Tenho a bênção ou o problema, dependendo do ponto de vista, de aguentar bastante e demorar um pouco pra gozar.
- Uffff, caramba... então espera eu me recuperar um pouco e continuo com você, hehe.
- Assim que eu gosto, dá tudo de si, nena.vizinhaVerónica, peguei no meu pau e comecei a bater uma pra ele devagarzinho.
- Caralho, não acredito que isso tudo entrou em mim. Nossa, como eu sentia bem. Uff.
- Bom, é o que tem. Quanto mais grosso, mais preenche.
- Sim, já pude comprovar. A verdade é que é grande. Muito grande. Um pouco mais comprido e você podia virar ator pornô, hein.
- Kkkkk, não teria sido ruim, kkkk.
Verónica parece que já recuperou um pouco das forças e se abaixou até meu pau e começou a passar a língua.
- Antes vi que você se machucava com os dentes.
- É, é que eu tô sensível.
- Meu namorado gosta que eu roço. Mas bom, já que te incomoda, vou passar a língua com cuidado.
- Kkkk, vale. Mas vamos ter que te ensinar a abrir bem a boca pra fazer uns boquetes bem dados.
- Jeje, pode deixar, Romeu. Não posso desperdiçar isso assim, à toa.infidelidadeSem perder tempo, a Verónica se dedicou a limpar meu sabre com a língua. De cima pra baixo e de baixo pra cima. Ela não fazia nada mal.A vizinha gostosa da frente- Ei, Vero… então, qual é a parada? Seu babaca de namorado não te come a buceta?
- Não, nada disso. Ele diz que tem nojo. – tirando meu pau da boca.
- Que otário. Eu adoro chupar buceta. É um prazer ouvir você gemer. Ele que perdeu.
- Ufff, verdade, eu adorei. Isso que você me mostrou foi uma descoberta. Espero que repita o número. – enquanto não parava de bater uma.
- Relaxa que vai ter mais vezes. – enquanto piscava o olho.
E sem tirar o sorriso do rosto, Verônica se ajeitou em cima de mim e apontou meu pau pra entrada da buceta dela, que continuava escorrendo lubrificação como se fosse o fim do mundo.

A cara da Vero era um poema. Enquanto descia devagar no meu pau, o rosto dela se transformava em puro prazer até fechar os olhos e deixar a boca entreaberta. Eu sentia como deslizava pela buceta dela, como o calor me envolvia, como roçava nas paredes vaginais… Quando meu pau já tava totalmente dentro, ela só conseguiu dizer:
- Deus.

Ali estava a Vero, enfiada até o fundo, me dando uma vista espetacular da queda dos peitos dela, que mesmo sendo tão grandes e gordos, enfrentavam a gravidade, se mostrando eretos… firmes.

Aí ela começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, devagar, como querendo sentir meu pau saindo e entrando aos poucos na bucetinha dela. As mãos dela se apoiavam no meu peito e, sem abrir os olhos, ela continuava no ritmo dela.vadia- Ah! que delícia, Vero. Adorei.
Vero não respondia, tinha ficado em êxtase. Até que finalmente abriu os olhos e me olhou na cara. Mudou a expressão para um riso debochado e, do mesmo jeito, parou e se agachou. Segurou minhas mãos erguidas e começou a quicar… ela e os peitos dela, que não paravam de dançar uma e outra vez, pra cima e pra baixo. Eram impressionantes.
Soltei as mãos dela e ela caiu em cima de mim sem parar de empurrar uma e outra vez. Ela se ergueu de novo e eu alcancei os peitos dela, que amassei selvagemente enquanto ela não parava de rebolar.
Do mesmo jeito, empurrei ela pro lado e, estranhando quando meu pau saiu da buceta dela, forcei ela a ficar de quatro. Agora ela começou a entender. Antes de tudo, pude conferir o buraquinho do cu dela, que parecia pedir uma lambida aos berros, coisa que não demorei a fazer, com a Vero respondendo com um gemido:
- Ahhhh, uhmmmm.
Peguei no meu pau e apontei de novo pra buceta dela, metendo de uma só vez… sem piedade.
- Ah, sim… que delícia, Romeu.
- Porra, nem te conto como você me deixa. Tava morrendo de vontade de te foder.
- E eu também, cê pensa o quê. Me fode, me fode forte… uffff, siiiim.
- Toma, toma pau.
- Ohhhh, siiiim, porra…. Siiim, ahhh, ahhhh, ahhhh.
Assim, do jeito que ela tava, os peitões enormes dela não paravam de balançar de um lado pro outro, o que, visto pelo espelho do guarda-roupa dela, me dava um tesão indescritível. Eu tava fodendo a filha da minha vizinha, na casa dela mesmo e ainda por cima com namorado. Essa mina era uma bomba.I039m sorry but I can039tCheio de ego, enquanto não parava de meter nela, puxei ela pelo cabelo pra perto de mim e falei no ouvido dela.
- Tá gostando, hein? Tá gostando de como eu tô te fodendo?
- Siiim, ahhhh, tô adorando… uffff, isso é muito forte. Continua, ahhhh.
- Toma rabo. Me diz, o corno do teu namorado faz assim contigo?
- Não… porra… não, nem fodendo. Tu me fode como um deus, ahhhhh, siim, continua…
- Olha pra ele, o otário, na foto. Tanta regra e vigilância pra no final a namorada dele estar dando pro vizinho? Não te dá vergonha?
- Não, ahhhh, continua, continua… ele merece… Por inútil.
- E ele achando que tu tá dormindo tranquilamente, e tu só tá recebendo pica como uma santa.
- Siiim, siiiim, continua, continua… Porra… vou gozar, continua… ahhhhh, continua…
- Olha aqui, otário. – gritei olhando pro retrato. – É assim que se fode tua namorada, corno de merda.
E na sequência comecei a empurrar forte e bem rápido, uma vez atrás da outra.
- Siiim, siiiim, ahhhhh, vou gozar… Vou gozaaaar… Ahhhhh
Puxei o cabelo dela e gritei:
- Fala, fala pro corno quem tá te fodendo.
- Porra… meu vizinho, o Romeo tá rasgando minha buceta, siiiim, meu vizinho, ahhhhh, siiiim, tô gozandoooo, tô gozandoooooo!!!!! Ahhhhhh!!!!!
E mais uma vez a Vero caiu derrotada, com várias convulsões depois de um orgasmo, se é que dá pra dizer, mais forte que o anterior. Ofegando e resfolegando sem parar…
- Deus… isso foi demais… ufff, vou morrer de prazer.
A bunda dela continuava virada pra cima, e sem perder tempo, tirei o pau da buceta dela pra passar a língua mais uma vez naquele buraco. Primeiro rodeei ele, e depois tentei enfiar a língua. Tava bem fechadinho.
- Uhmm, Romeo, Deus… e agora o que cê tá fazendo comigo?
- Só relaxa. – e continuei chupando devagar “e com capricho”.
Enquanto me dedicava de corpo e alma à tarefa, não perdi tempo e comecei a passar a ponta dos dedos no clitóris dela. A Verônica reagiu reclamando um pouco, porque tava meio irritado depois das últimas metidas, mas eu só acariciei e tentei que aproveitasse o que vinha a seguir.vizinhaQuando parece que ela já relaxou um pouco, consegui enfiar ainda mais a língua no buraco da bunda dela. Cheio de saliva, levantei a cabeça e aproximei um dos meus dedos pra ver como ela reagia.
Parecia que não tinha resposta, então comecei a enfiar um pouquinho:
- Romeo… o que você tá fazendo… ufff.
- Fica tranquila. Tava com vontade de comer essa bunda gostosa também, meu anjo.
- Ahhh, você me deixou rendida… faz o que quiser comigo.
Parecia que esse era o sinal pra, claro, tentar enfiar a pica no cu dela. Então me aproximei devagar com ela ainda cheia de fluidos, cuspi um pouco no buraco dela pra lubrificar mais e me preparei pra enfiar aos poucos.
- Ahhh… uffff, não, não… isso aí não vai entrar.
- Fica calma… vai ver que entra sim…
- Ufff, sei não… nunca tentei isso.
- Ahm… sério que você tá deixando eu ser o primeiro?
- Agora não tô em condições de pensar em nada. Acho que você merece… ufff… mas vai com cuidado, por favor.
Continuei no meu objetivo e finalmente consegui enfiar a ponta.
- Deus… Romeo… ufff… acho que não, não consigo… isso dói. Você tem ela muito grossa. Para um pouco…
- Calma, espera. Vou lubrificar mais um pouco.
Tirei ela de novo e cuspi pra lubrificar, primeiro no buraco da bunda, que já tava dando sinais de estar um pouco aberto, e depois na minha pica, que de uma hora pra outra não aguentava mais e pedia pra gozar logo.
Voltei ao que tava fazendo, enfiando a ponta devagar. Dessa vez parecia que tava mais fácil… eu já tava a mil. Tinha comido a vizinha que eu tanto queria, ainda por cima ela tinha namorado e tava me deixando desvirginar o cu dela. Essa era uma noite e tanto.
Continuei empurrando devagar:
- Porra… porra… Deus… como dói, Romeo.
- Aguenta que já já tá.
Continuei empurrando até que finalmente passei a primeira barreira e ela me avisou também:
- Ahhhh, Deus… você tá rasgando alguma coisa… ahhh.
- Cala a boca, já já entra. – enquanto continuava enfiando devagar.
- Dói, ufff… Deus…
- Devagarzinho… céu… devagarzinho. –uma das minhas mãos começou a massagear o clitóris dela ao mesmo tempo pra ela relaxar um pouco, o que parecia funcionar.
- Ah… dói, mas, uff… não sei o que você tá fazendo comigo. –enquanto meu pau ia milímetro por milímetro deslizando dentro do cu virgem dela.
- Aguenta aí… já vai ver. Se tudo que eu fiz até agora foi te dar prazer.
- É… mas é muito grosso… ufff, não vou conseguir. –Vero choramingava.
- Consegue sim… já já tá, amor… uffff, siiiim, já já tá.
Por fim consegui enfiar ele inteiro e comecei a massagear o clitóris dela ainda mais rápido pra ela parar de pensar no pedaço de pau que eu tinha acabado de meter no cu dela.
- Pronto, já tá dentro.
- Deus… não acredito. Mas isso dói pra caralho… por favor, acaba logo com isso.
- Calma, já vai ver como é bom.
E comecei devagarzinho a deixar o cu dela se acostumar. A verdade é que tava sendo meio difícil, porque ela tava muito nervosa e tava passando muito mal.
Comecei a meter cada vez mais rápido. Tava ficando a mil, e quando isso acontecia eu ficava muito bruto, ainda mais tendo na minha frente o segundo cu que eu desvirginava na vida (o primeiro foi o da minha ex).
Vero não parava de gemer e até vi uma lágrima escorrendo pela bochecha dela. Isso tava me deixando cada vez mais besta, e continuei empurrando um pouquinho mais… mais cedo ou mais tarde eu ia gozar, porque a situação me deixava excitado demais.infidelidade- Ah, Romeu, por favor… termina logo. Você tá me matando. Uhhh..
- Ohh… aguenta mais um pouco… ufff, ohhh.
- Vai… você vai me quebrar. Ahhhh, ahhhhh… Deus.
- Aguenta, meu anjo. –enquanto meu pau começava a entrar um pouco mais rápido na bunda dela.
- Ahhh, ahhh, Deus… isso é demais.
- Isso, porra… vou gozar… isso, uffff.A vizinha gostosa da frente- Tira, tira... que você tá me rasgando, para, para...
- Porra... não, agora não, não dá.
- Tira! Goza nos meus peitos, vai... porra... uhhhh, dói demais... você tá me rasgando.
E sem pensar duas vezes, ela começou a se mexer, conseguindo se soltar das minhas investidas anais. Em seguida, virou-se e agarrou minha rola com força, direcionando pros peitos dela:
- Porra... Vero... vou gozar, vou gozaaaaaar, ahhhhhh!!!
E de repente, um baita jato de porra espirrou na cara dela, seguido por outro que escorreu no peito esquerdo e mais um que foi parar no meio dos peitos. Tinha sido um orgasmo foda.
Verônica não parava de bater uma pra mim enquanto eu via o rosto dela transtornado, com algumas lágrimas por causa da desvirginação anal que ela tinha acabado de ter.vadia— Uff… já tá satisfeito? — ela me disse
— Tô… Tô, sim. Isso foi maravilhoso
— Foi, sim, mas essa última coisa que você fez foi demais. Te perdoo porque você me comeu e me deu dois orgasmos como nunca tive, mas me arrebentou o cu e tá doendo pra caralho.
— Desculpa, gata, mas não consegui me segurar. Tava morrendo de vontade de te comer.
— Você é um bruto… porra… como você come.
— Perdão… mas sei que no fundo você gostou de tudo que eu fiz.
— Tudo… quase tudo.
— Você vai aprender a gostar.
— Você é um filho da puta…
— Eu sei… e você adora. Vira de lado. — Resignada, ela obedeceu e virou. — Mostra essa bunda.
— Ei, o que você vai fazer? Já deu, hein. Deixa meu cu em paz.
— Fica tranquila. Quero ver se tá tudo certo.
Ela me obedeceu e empinou a bunda pra cima. Lá estava aquele buraco recém-comido e bem comido, que parecia a boca de um metrô. Pude ver o estrago que tinha feito: tinha uns restos de sangue, mas nada grave.
— Não se preocupa, tá tudo bem. Vai no banheiro e toma um banho. Lava bem isso.
— Nossa, tá queimando pra caramba, cê tem certeza que tá bem?
— Sim, não se preocupa. Quando terminar de se lavar, passa um pouco de creme no corpo. Vai te fazer bem.
— Hmm… vou te obedecer, mas que seja a última vez.
— Não se preocupa. Sei que exagerei, mas é que fico muito bruto e perco o controle.
— Então se controla, porque tudo bem que você me comeu como nunca, mas essa última coisa me deixou toda quebrada.
— Não se preocupa. Peço desculpas. Agora vou indo, e a gente se fala.
— Tá bom… a gente se fala.
A gente se deu um selinho e sem mais eu fui pra porta de entrada, dando um "até logo" que não foi respondido.
No dia seguinte, fiquei pensando em tudo que tinha rolado e pensei que talvez o namorado percebesse que a namorada dele tava com o cu um pouco mais aberto que o normal… Na real, ela podia se desculpar com qualquer coisa minimamente inteligente, e eu me acalmei.
À tarde, recebi uma mensagem da Verônica que dizia assim: Oi. Só pra você saber, o de ontem foi incrível e tô morrendo de vontade de repetir. Não vou largar meu namorado porque isso tudo é muito complicado, mas também não quero parar de chupar sua pica e já tô louca pra você me foder de novo igual ontem. Aliás, você é um filho da puta. Minha bunda ainda tá doendo pra caralho. Espero que passe logo, porque senão juro que te mato.I039m sorry but I can039tvizinha

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