sumisa prohibida en su casa

Fala, poringa boys e poringa girls, como venho contando nos meus relatos anteriores, com a minha submissa a gente vem se vendo uma ou duas vezes por semana. Virou um vício pros dois.
O sexo que a gente fazia era incrível e cada dia mais perverso. A gente continuava se encontrando no parque à tarde, onde sempre acabava transando, porque não aguentava ficar perto sem meter.

Uma vez ela me masturbou numa praça, a gente tava rodeado de gente. Ela enfiou a mão dentro da minha bermuda pelo lado da perna, já que eu não uso cueca, foi fácil pra ela tocar na minha pica. Ela me olhava com carinha de inocente e ao mesmo tempo perversa, até eu gozar e ela lamber a mão dela igual uma gatinha.

Mas essa não é a história que quero contar.

Um dia da semana ela me mandou mensagem de manhã, porque era costume dela esperar o corno não estar por perto pra falar à vontade. Ela me perguntou se a gente podia se ver à tarde, já que ela ia ter o dia todo livre, porque as filhas dela iam pra casa da irmã e o marido voltava só de noite. Não pensei duas vezes e falei que ia até a casa dela. Ela riu e disse: "Vai lá, bobinho, a gente se vê à tarde." Eu respondi: "Antes do meio-dia eu toco a campainha, espero que você me atenda."

Sempre me excitei com o perigo, e ainda mais transar com uma mulher casada na cama onde ela dorme com o marido. Era uma das minhas fantasias e tava na hora de realizar.

Avisei no trabalho que tinha surgido um imprevisto e fui embora atrás da minha submissa.

Enquanto dirigia pra casa dela, não sabia se ela ia me atender ou não. Tava ansioso, nervoso e com tesão, mas como sempre, a safadeza vence a sanidade, kkk.

Cheguei na esquina e mandei mensagem dizendo que tava chegando na casa dela, pra ela se preparar. Ela respondeu: "Não tô em casa." Na hora senti uma decepção enorme. Na mesma hora chegou outra mensagem: "Já cheguei, saí pra comprar uma coisa."

Estacionei na frente da casa dela, já sem me importar com nada, só queria ver a reação dela.

Vi ela virar a esquina, ela me olhou e sorriu. Pronto, foi a gota d'água. Sinal lindo que eu podia receber.
Saio do carro e espero ela na frente da casa dela,
Giselle: Não acreditava que você ia vir
Eu: Não podia perder essa oportunidade.
Esqueço onde estou e beijo a boca dela na frente da casa dela, ela muito surpresa olha pra todos os lados e me fala "entra, seu louco do caralho".
Enquanto espero ela abrir a porta, falo no ouvido dela, "é verdade que você tá sozinha?" Ela respondeu, "sim, hoje tô sozinha o dia inteiro", não aguentei e passei a mão na bunda dela, e ela suspirou e jogou a raba pra trás. Entramos e beijo a boca dela de um jeito muito quente, ela tirava o pior de mim e eu o pior dela.
Jogo a bolsa de compras e pego a pica, tiro pra fora, cheiro ela e ela me diz que aroma gostoso que tem, senhor. Eu deixo ela fazer o que quiser.
Tiro a calça e sento numa cadeira com a pica prestes a explodir, ela se ajoelha e cheira ela de novo até encostar o nariz nas minhas bolas, aspirando com força. Sobe, pega minha pica pelo tronco e passa a língua das bolas até a cabeça, me olha e fala "como eu senti falta dela?" Não aguento, seguro a cabeça dela e obrigo ela a meter tudo, solto e deixo ela fazer o que tanto queria.
Ela cabeceava até o fundo, sentia como batia na garganta dela, fazia entrar toda e sair até a cabeça, enchendo ela de baba. Depois faz algo que nunca fez: desce, brinca com a língua nas minhas bolas enquanto me bate uma punheta, me olha, ri e continua descendo até chegar no meu cu. A verdade é que adoro que chupem meu cu, mas nunca pedi ou obriguei ela a fazer isso, porque ela já fazia outras coisas muito bem.
Me ajeito, levanto as pernas pra ela poder brincar à vontade, sinto a língua dela brincando ao redor, em cima e embaixo, até que enfiou a ponta. Isso me esquentou bastante e ela percebeu. Continuou brincando, a língua dela entrava e saía, enquanto me masturbava. Eu sentia que a cabeça ia explodir, não aguentei mais. Virei ela, tirei a calça dela e fiz o mesmo, chupei o cu dela e ela levantava ainda mais. Dilatei bem com a língua, me ajeitei, apoiei a pica ponta da pica e ela meio que quis sair, segurei ela com força pelos quadris, ela se virou e disse: "vai com calma, senhor". Dei um tapa na bunda dela e falei: "não me diz o que fazer, sua putinha de merda". Encostei minha pica de novo naquela bunda linda e comecei a penetrar devagar, ela deu uns gritos fortes no começo, tentou sair, mas depois relaxou quando a cabeça entrou. Eu ouvia ela gemer: "nossa, que gostoso", "seu filho da puta". Esse foi o sinal pra meter com força, pra maltratar ela, fazer ela sentir todo o meu peso em cima enquanto minha pica abria a bunda dela. Sussurrei no ouvido dela: "que buceta gostosa eu tô comendo". Me ajeitei pra meter com força e meti, era lindo ouvir os gritos que ela dava. Peguei ela pelos cabelos e ela só deixava eu fazer o que queria. Enquanto eu metia com força, enfiava meus dedos na boca dela como rédea de cavalo. Não aguentei mais, senti que ia gozar, segurei ela com força pelos quadris e enchi a bunda dela de porra. Ela gemeu forte ao sentir o gozo, e puta merda, aquela gozada foi uma das melhores. Tirei a pica e saiu um jato de porra. Adorei ver aquilo. Ela, toda cansada e com um sorriso fraco, disse: "que gostoso, você arrombou minha bunda". Só respondi com um beijo gostoso. Fomos pro banho, tomamos uma ducha, saímos, ela vestiu um vestidinho e foi cozinhar algo pra recuperar as energias. Amigos, essa história vai continuar, espero seus comentários e pontos. Boa punheta pra todos.

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