Essa história é bem fresquinha, porque eu tinha acabado de me separar e minha prima Aldana me convenceu a passar o réveillon com o namorado dela, a Barbi, melhor amiga, e o Mateo, namorado da Barbi. Eles tinham alugado uma casa em Cariló do dia 25 de dezembro até 10 de janeiro. A real é que não tava muito afim de ficar na capital e, depois de tanto tempo trancado, achei que era uma boa ideia. Então topei, e os gastos do aluguel e tudo que compraram pra sair o mínimo possível agora dividiam por 5. Minha prima disse que também tinham convidado uma amiga dela que é bem gostosa e que era uma oportunidade boa pra começar o ano melhor do que tava pintando.
Mas como nada é perfeito, as coisas começaram a complicar. Dois dias antes de viajar, minha prima confirmou que essa amiga não ia, então tchau pra minhas chances de começar o ano pelo menos com um beijo. E a cereja do bolo chegou no dia 24 à tarde: o namorado da minha prima teve que trocar a bolha de trabalho porque na outra teve um caso de COVID e ele não ia poder viajar até os últimos dias.
No fim, com a mudança de planos, no dia 25 bem cedo saímos eu e minha prima pra Cariló. Lá íamos encontrar a amiga dela e o namorado, que passaram o dia 24 em Mar del Plata. Acho que seria bom descrever minha prima. O jeito mais fácil de fazer isso é dizer que o rosto dela é muito parecido com o da Flavia Palmiero, mas com 30 anos a menos, e ainda melhor: ela não parece nem de longe uma mulher de 35 anos. Muita mina de vinte e poucos anos já teve inveja dela. O ponto forte dela sempre foram os peitos naturais, bem grandes, que nos últimos anos ficaram ainda mais evidentes com o tempo que ela passa na academia, além de uma raba que fez uma quantidade infinita de caras virarem a cabeça. Andar com ela fazia você se sentir invejado por todo mundo. Devo admitir que, quando moleque, dediquei mais de uma punheta pra ela e invejei mais de um namorado que ela teve.
A viagem foi tranquila, conversando, ouvindo música, ela tentando me dar lições de... como pegar mina, e tentando me convencer de que eu comece a malhar com ela pra perder os quilinhos extras que eu tenho. Finalmente chegamos, encontramos a Bárbara, a melhor amiga da minha prima e o namorado dela, e quase sem trocar palavra, a gente trocou de roupa e foi pra praia. Nesse ponto, acho que tenho que descrever a Barbi, advogada de sucesso, sempre com um visual sério, no passado era a típica gordinha, mas os anos tinham feito bem pra ela, só que junto com a perda de peso, os peitos dela diminuíram, mas mesmo assim, a maiô inteiriça que ela usava deixava ela mais que desejável, e tudo coroado por dois olhos azuis que hipnotizavam qualquer um que conversasse com ela.
A tarde passou tranquila, descansando e curtindo o sol, e tenho que admitir que em certo ponto só conseguia pensar em ficar sozinho no meu quarto à noite e poder dedicar uma bela gozada pra essas duas gostosas. Pra piorar, minha prima me pediu pra passar bronzeador nas costas dela. Quando o sol já tava começando a se pôr, vi um grupo de minas tirando fotos e reconheci uma garota que tinha sido minha colega de escola e que, pra ser sincero, sempre me deu muito tesão, era a gordinha do grupo, mas sempre curti muito esse tipo de mulher. Ainda tinha gravado na mente o dia em que, jogando verdade ou consequência num acampamento do quinto ano, ela teve que se masturbar por dois minutos na minha frente, ainda tava gravada a imagem daquela buceta peluda toda molhada. Mas infelizmente, depois daquele evento, a timidez venceu e ela simplesmente não falou mais comigo. Na verdade, não trocava uma palavra com ela desde aquela época.
Eu: Guada?
Guada: Lau! Quanto tempo, hein – enquanto me dava um beijo na bochecha bem estalado –
Eu: tudo bem, mil anos sem se ver e te encontro aqui
Guada: né? E ainda por cima eu moro aqui, me mudei pra Pinamar há 2 anos
Eu: que doido, pensei que você tivesse de férias com amigas
Guada: não, não, elas são amigas de Buenos Aires que vieram pra cá passar uns dias, você com sua namorada? – enquanto olhava pra onde minha prima estava, que nos observava atenta com um sorriso safado que eu já sabia que significava um interrogatório de polícia seguido de “e por que você não foi com ela, idiota”.
Y: não, é minha prima, vim com ela e um casal de amigos pra passar o réveillon. Mas me conta, o que foi da sua vida? Não te vi mais.
G: mentira, terminei o colégio, arrumei um namorado e me dediquei a isso e a estudar, casei e me divorciei faz 2 anos, quando vim pra cá.
Y: caralho! Tanto tempo e olha como a gente se encontra.
G: você viu! O mais engraçado é que tô com menos roupa que da última vez que a gente conversou, mas mostrando menos kkkkk.
Y: verdade, sua safada! Nunca mais falou comigo.
G: é, não, morria de vergonha, era mais tímida naquela época.
Y: e eu morria de vontade de fazer mais.
G: bom, agora não sou tão tímida, então quem sabe né kkk.
Y: não ilude um trouxa.
G: olha, agora tenho que ir. Amanhã vou com uma amiga pra praia de nudismo que fica em Mar Azul. Se você quiser, talvez a gente possa se ver lá, e de quebra a gente fica quites com a vista.
Y: olha só, nunca fui numa de nudismo, mas vale a pena.
G: bom, então fecha! Traz seus amigos se quiser, é legal!
Y: beleza, então é um encontro.
Voltei pra onde tava meu grupo. Minha prima, claro, começou a perguntar enquanto eu procurava onde anotar meu telefone pra Guada. Como não achei nada, peguei um marcador da minha prima, tirei a etiqueta do bronzeador e escrevi ali, e voltei pra dar pra Guada pra gente ficar em contato. Voltei com minha prima e os caras e me joguei na areia, pensando que finalmente a viagem tinha ficado boa e imaginando como ia aproveitar a Guada, quando uma batida no braço me tirou do pensamento.
A: Primo! Não vai me responder?
Y: O quê?
B: A gente tá te perguntando quem era aquela mina!
Y: ahhhh uma ex-colega de colégio. Acontece que ela mora aqui em Pinamar, não via ela desde que a gente terminou o colégio.
A: bem aí, primo, já vi que agora você vai me largar sozinha com esses dois pombinhos, né?
Y: não, claro que não. Pelo contrário, vim propor um plano pra amanhã.
A: Que plano?
Y: Vocês sabem que tem uma praia de nudismo em Mar Azul, né?
M: Claro! A gente já foi várias vezes.
A: Sério?
B: Sim, óbvio, sempre que a gente vem, pelo menos uma vez a gente vai nessa praia, é um jeito de se desconectar total.
Y: Então, essa mina, a Guada, vai amanhã com uma amiga e me chamou pra ir, e disse que se vocês também quisessem ir, era só colar.
B: A gente vai.
A: Ah, não sei se tenho coragem.
Y: Qual é, vai todo mundo pelado, e também não é como se você escondesse muito com a sua sunga kkkkkk.
M: Ela tem razão.
A: Sei lá, vou pensar.
Um tempo depois, a gente foi pra casa e começou a preparar o jantar, e passamos boa parte da noite tentando convencer minha prima a ir. No fim, minutos antes de dormir, ela topou.
No dia seguinte, a gente carregou tudo na caminhonete e fomos pra praia. A verdade é que eu tava tão nervoso quanto minha prima, mas a adrenalina de finalmente poder comer alguém depois de meses só batendo punheta falava mais alto. A gente parou com a caminhonete e começou a descer as coisas. Não sei como nem quando, mas quando me dei conta, tanto a Bárbara quanto o namorado dela já estavam completamente pelados. O namorado da Bárbara, vamos combinar, não tinha nada de impressionante, era mais pro lado pequeno, o que me deixou bem mais tranquilo. Por mais que sempre me elogiassem pelo tamanho (17x6), quando tá mole não parece que pode ser grande. E sobre a Barbi, os peitos dela estavam lindos e ela tinha uma buceta que mal dava pra ver os lábios, com um pubis peludinho mas bem cuidado. Enquanto a gente continuava descendo as coisas, o salva-vidas se aproximou e disse que a gente tinha que tirar a roupa pra ficar ali, senão teria que ficar do outro lado dos montes de areia que delimitavam a praia e dificultavam um pouco a vista pros curiosos.
A: As coisas que eu faço por você! – enquanto ela tirava o short e a camiseta, ficando como deus a trouxe ao mundo. Embora eu já tivesse visto ela de lingerie mais de uma vez e uma vez dançando, um peito escapou. nunca tinha visto ela completamente nua – vai, você também!
E: lá vai, lá vai
Sem pensar, abaixei a bermuda e tirei a camiseta. A visão da minha prima e da Barbi tinha feito o bagulho ficar bem inchado, o que fazia ele não parecer tão pequeno. Além disso, na noite anterior, por precaução, tinha raspado as bolas e o púbis por completo, o que fazia ele parecer maior. Em poucos minutos, já estávamos totalmente à vontade. Descobri um par de vezes minha prima olhando pra minha virilha, e tenho certeza de que ela me pegou umas quantas também. Mas em nenhum momento passou pela minha cabeça fazer algo. O tempo passava e a Guada não chegava. Decidi ir buscar meu celular no carro e vi que tinha uma chamada perdida e uma mensagem. Ao abrir, era dela, dizendo que não ia vir porque tinha dado problema. Quando falei que estávamos na praia, ela pediu desculpas e disse que na sexta, depois das 12, a gente se via na praia de Cariló e que ela me compensava pra começar o ano bem.
E: bom, minha amiga não vai vir
A: não, tá de sacanagem? Fiquei pelado pra nada?
B: ah, não seja assim! Aproveita!
E: além disso, pensa que é pior pra mim
A: por quê?
E: porque você tem seu namorado que vem daqui uns dias, eu continuo do mesmo jeito que antes de vir
M: hahaha, calma, por que você não vai até a beira? Talvez consiga algo aqui
E: cê tem razão, vou dar um mergulho
No caminho, levantei uns olhares, principalmente de duas senhoras bem velhas que nem disfarçaram. Fiquei parado na beira, sentindo as ondas batendo nas minhas pernas, quando de repente alguém me abraçou por trás. A altura e o tamanho pequeno dos peitos denunciaram na hora: era a Barbi.
B: não entrou?
E: não, tava pensando
B: no quê?
E: em como eu queria ter uma mina pra aliviar a tensão
B: não seja bobo, você já vai aliviar. Tá mostrando algo que vai despertar bastante interesse
E: hahaha, que idiota
B: ei, sério, você despertou o Meu, se não fosse o Mateo, essa conversa seria diferente
Y: desculpa – enquanto me virava pra olhar pra ela – isso eu realmente não esperava
B: bom, uma não é de pedra, e você deve ter visto que o Mate não é um ator pornô kkk pra piorar com toda essa história do covid e do hospital – Mateo é médico – faz 4 meses que a gente não faz nada, e não é que eu não procure ele ou ele a mim, mas o menininho lá de baixo não quer cooperar
Y: que merda, é horrível quando isso acontece
B: é, então já viu, você não é o único, nesse grupo todo mundo tá na seca
Y: bom, a Aldi não kkk
B: pfff ela mais que a gente, as coisas com o idiota do namorado dela tão cada vez piores, a última vez que a gente falou sobre isso já fazia um ano que não transavam, e ela tem certeza que ele tem outra, a história da bolha é pura enrolação, eles se pegaram no dia 23
Y: que burra, ela nunca me contou nada
B: bom, então não fala nada. A ideia dessa viagem era justamente a gente ter uma alegria com nossos caras, e a gente ia trazer a Tati pra você também aproveitar, mas tudo foi se encaminhando assim
Y: que idiotas! E aqui estamos todos no mesmo barco, bom, vocês pelo menos podem tentar
B: a gente já tentou ontem à noite e nada, mas vamos ver se ver sua prima ajuda um pouco e hoje a gente tem sorte
Y: vamos fazer uma coisa, hoje à noite vou jantar sozinho com a Aldi pra gente conversar e vocês soltam a fera kkkkk
B: uff, pode ser, mas tenho que te dizer, tô tão tentada a experimentar isso – e aproveitando que estávamos de costas e longe, ela passou a mão no meu pau – deus, chega, vou voltar pros meninos
Eu tive que entrar na água, porque toda a conversa e aquela mãozada tinham deixado meu pau duríssimo, e se eu voltasse assim ia ser muito óbvio. Depois de um tempo voltei quando a coisa acalmou e contei pra minha prima meu plano pra noite, e mesmo ela reclamando um pouco, entendeu um sinal que fiz e aceitou
Finalmente, ao pôr do sol, voltamos pra praia, por sorte tinha 3 banheiros na casa, então tomar banho foi bem tranquilo Ágil. Quando já tinha terminado de me lavar e estava me secando, bateram na porta. Era minha prima, que veio confirmar o que tinha entendido na praia e foi embora. Não passaram nem dois segundos e bateram na porta de novo. Achando que era ela, falei pra entrar sem perguntar quem era ou o quê.
B: Com licença, posso? – era a Barbi nas minhas costas.
Y: Sim, desculpa, o que foi? – enquanto arrumava minha toalha de novo rápido.
B: Bom, também não vou ver nada que já não tenha visto. Vira, quero sua opinião.
Y: Tem razão.
E quando me virei, fiquei de boca aberta. A Barbi estava com um conjunto de renda preta que simplesmente caía perfeitamente nela, destacando cada detalhe do corpo dela. Ela girou, mostrando a parte de trás: uma pequena fio dental se enfiava entre as nádegas dela, e o cinta-liga preso nas meias pretas fechava o combo.
B: Bom, pronto, já tenho minha resposta.
Y: Que resposta?
B: Que isso desperta tudo. Olha como te deixei.
E era verdade, minha toalha mal cobria minha ereção.
B: É maior do que eu imaginava. Desculpa, mas tenho que fazer isso. – Ela se ajoelhou e meteu meu pau inteiro na boca de uma vez.
Y: Barbi, para, você tá louca, pode entrar alguém.
B: Nah, o Mateo tá tomando banho e sua prima tá se trocando. Não seja chato, desde hoje não consigo tirar você da cabeça.
Y: Tá, isso é loucura.
B: Me deixa, por favor.
A verdade é que tenho que admitir que ela sabia o que estava fazendo. Tava me deixando louco, e com tudo que tinha acontecido, eu não ia durar muito.
Y: Barbi, você tá me matando, vou gozar.
B: E o que te impede? – tirando o pau da boca e batendo uma pra mim – Tenta não sujar a única coisa que tenho.
A Barbi continuou chupando quando uma batida nos alertou bem na hora que eu ia gozar. Ela se assustou e saiu rápido do banheiro, e eu fiquei lá, no meio do gozo. Fiquei me tocando com o pau totalmente duro e lubrificado pela saliva da Barbi, quando a porta se abriu de novo. Mas dessa vez era minha prima, que entrou e ficou paralisada olhando pra minha entreperna.
A: Desculpa, desculpa.
Y: Sem problemas. enquanto eu me cobria com a toalha – que passo pequeno
A: nada, fiz uma cagada com um móvel no quarto, me ajuda aí pra gente ir?
Y: sim, espera que me troco e vou
A: se quiser termina tranquilo hahaha
Y: que idiota, já vou
Queria ter terminado, e até esperei uns minutos pra ver se a Barbi voltava pra acabar o que tinha começado, mas não apareceu, então decidi me trocar e ir ajudar minha prima. O barulho que a gente tinha ouvido era das prateleiras do armário dela que tinham caído, ajudei ela a arrumar tudo e tenho que admitir que não consegui parar de olhar pras calcinhas fio dental que minha prima tinha, uma mais linda que a outra e com certeza naquela rabuda ficariam um dez, mas o que mais me surpreendeu foi ver debaixo das roupas dela o que claramente era um vibrador, que ela rapidinho tratou de esconder. Terminamos de nos trocar e saímos rápido pro jantar pra deixar o casal aproveitar, e tenho que admitir que tava morrendo de inveja do Mateo.
A noite passou numa boa, jantamos, rimos, falamos de mil coisas e até dos problemas de casal que ela me contou. Em nenhum momento teve clima nem nada que desse a entender que podia rolar algo entre a gente, na verdade ela focou em me perguntar sobre a Guada e se desconfiou que tinha rolado algo com a Barbi, guardou bem pra ela. De uma coisa e outra, deu meia-noite, e mesmo sem toque de recolher, o clima não tava pra muita farra, então voltamos andando de boa pra casa. Quando chegamos, tava tudo escuro e em silêncio, achamos que os meninos tinham ido dormir, fizemos umas piadas sobre como eles deviam estar cansados, e cada um foi pro seu quarto.
Umas horas depois de deitar, me deu uma sede do caralho e não deu outra, tive que ir na cozinha pegar algo pra beber. No caminho, ouvi um barulho que me distraiu. Não precisava ser muito esperto pra perceber que era um vibrador, e vinha do quarto da minha prima. Aqui é onde eu poderia dizer que a porta estava entreaberta e vi ela, mas não, estava fechada e pelo buraco da fechadura mal dava pra ver, mas perto da porta dava pra ouvir clarinho seus gemidos baixinhos e não sei se foi a tesão ou se aconteceu, mas me pareceu ouvir meu nome. Não consegui evitar colocar minha mão dentro do meu short (quando tô sozinho durmo pelado, mas nesse caso tava de short sem nada por baixo) e comecei a me tocar quando ouvi outro barulho, eram claramente passos. Tirei a mão de dentro da calça e quis ir pra cozinha quando, ao chegar no fim do corredor, trombei com alguém. Era a Barbi, que quase deu um grito que abafei com a mão o máximo que pude.
B: que que cê tá fazendo, idiota, quase morri
Y: desculpa, ia pegar algo pra beber
B: eu também, esse barulho é o que eu tô pensando?
Y: é, acho que sim, parece que a Aldi precisava relaxar
B: parece que não é a única – enquanto pegava no meu volume que ainda tava bem duro – vem, vamos pegar algo
Y: bora, mas sem fazer barulho
Chegamos na cozinha, quando acendi a luz, mesmo a Barbi não estando tão gostosa como tinha vindo pro banheiro, o short justinho que ela tava e o top sem sutiã deixavam ela muito sensual, ou era só minha tesão. Servimos dois copos d'água, eu não conseguia parar de olhar o quanto os bicos dos peitos dela estavam duros.
B: cê gosta tanto assim?
Y: desculpa, tenho fraqueza
B: e se eu pedir pra você chupar eles?
Y: é perigoso, e se a Aldi ou o Mateo aparecerem?
B: a Aldi tá entretida e a gente vai ouvir ela chegar, e do outro não precisa se preocupar – ela abaixou uma alça e deixou o peito direito de fora – vai, por favor, vem
Não consegui evitar, coloquei na boca e comecei a chupar igual um bebê e morder, instintivamente minha mão foi direto pra entreperna dela, passei duas vezes por cima do short e na terceira enfiei por dentro da calcinha dela, já tava toda molhada e eu continuava chupando, não devem ter passado dois minutos do jogo da minha boca no peito dela e meu dedo roçando a buceta dela que ela se tensionou toda e levou uma das mãos à boca pra calar o orgasmo. Dois segundos depois, ela pegou meu cabeça e fez com que eu me levantasse e começou a me beijar, enquanto dessa vez era ela quem colocava a mão dentro do meu short e começou a apalpar meu pau
B: vou terminar o que não consegui hoje, preciso do seu gozo na minha boca
Y: como você é, pelo amor de Deus
B: e o que você quer, se o idiota não conseguiu de novo? Vai, por favor, enche minha boquinha – enquanto se ajoelhava e começava a chupar
Não sei quanto tempo passou, mas não consegui evitar começar a meter na boca dela enquanto via ela se masturbando com a mão que não estava apoiada. Pela primeira vez na vida, pude sentir o orgasmo de uma mulher enquanto me chupavam, senti a boca dela se apertar e depois relaxar
B: – tirando da boca – vai, por favor, me dá o gozo
Ela começou a me masturbar com a língua de fora, me olhando, e eu não consegui evitar: gozei todo o leite que tinha acumulado, enchi ela por completo. Acho que só os primeiros dois jatos foram na boca dela, o resto foi no rosto, nos peitos e no cabelo. Enquanto tentava me recuperar, vi ela pegar com os dedos os restos de gozo do corpo dela e levar à boca, e finalmente me deu um selinho e saiu daquela cozinha como se tivesse cumprido sua missão.
Bom, ficou bem longo… chegamos até aqui. No próximo, conto como isso continua.
Mas como nada é perfeito, as coisas começaram a complicar. Dois dias antes de viajar, minha prima confirmou que essa amiga não ia, então tchau pra minhas chances de começar o ano pelo menos com um beijo. E a cereja do bolo chegou no dia 24 à tarde: o namorado da minha prima teve que trocar a bolha de trabalho porque na outra teve um caso de COVID e ele não ia poder viajar até os últimos dias.
No fim, com a mudança de planos, no dia 25 bem cedo saímos eu e minha prima pra Cariló. Lá íamos encontrar a amiga dela e o namorado, que passaram o dia 24 em Mar del Plata. Acho que seria bom descrever minha prima. O jeito mais fácil de fazer isso é dizer que o rosto dela é muito parecido com o da Flavia Palmiero, mas com 30 anos a menos, e ainda melhor: ela não parece nem de longe uma mulher de 35 anos. Muita mina de vinte e poucos anos já teve inveja dela. O ponto forte dela sempre foram os peitos naturais, bem grandes, que nos últimos anos ficaram ainda mais evidentes com o tempo que ela passa na academia, além de uma raba que fez uma quantidade infinita de caras virarem a cabeça. Andar com ela fazia você se sentir invejado por todo mundo. Devo admitir que, quando moleque, dediquei mais de uma punheta pra ela e invejei mais de um namorado que ela teve.
A viagem foi tranquila, conversando, ouvindo música, ela tentando me dar lições de... como pegar mina, e tentando me convencer de que eu comece a malhar com ela pra perder os quilinhos extras que eu tenho. Finalmente chegamos, encontramos a Bárbara, a melhor amiga da minha prima e o namorado dela, e quase sem trocar palavra, a gente trocou de roupa e foi pra praia. Nesse ponto, acho que tenho que descrever a Barbi, advogada de sucesso, sempre com um visual sério, no passado era a típica gordinha, mas os anos tinham feito bem pra ela, só que junto com a perda de peso, os peitos dela diminuíram, mas mesmo assim, a maiô inteiriça que ela usava deixava ela mais que desejável, e tudo coroado por dois olhos azuis que hipnotizavam qualquer um que conversasse com ela.
A tarde passou tranquila, descansando e curtindo o sol, e tenho que admitir que em certo ponto só conseguia pensar em ficar sozinho no meu quarto à noite e poder dedicar uma bela gozada pra essas duas gostosas. Pra piorar, minha prima me pediu pra passar bronzeador nas costas dela. Quando o sol já tava começando a se pôr, vi um grupo de minas tirando fotos e reconheci uma garota que tinha sido minha colega de escola e que, pra ser sincero, sempre me deu muito tesão, era a gordinha do grupo, mas sempre curti muito esse tipo de mulher. Ainda tinha gravado na mente o dia em que, jogando verdade ou consequência num acampamento do quinto ano, ela teve que se masturbar por dois minutos na minha frente, ainda tava gravada a imagem daquela buceta peluda toda molhada. Mas infelizmente, depois daquele evento, a timidez venceu e ela simplesmente não falou mais comigo. Na verdade, não trocava uma palavra com ela desde aquela época.
Eu: Guada?
Guada: Lau! Quanto tempo, hein – enquanto me dava um beijo na bochecha bem estalado –
Eu: tudo bem, mil anos sem se ver e te encontro aqui
Guada: né? E ainda por cima eu moro aqui, me mudei pra Pinamar há 2 anos
Eu: que doido, pensei que você tivesse de férias com amigas
Guada: não, não, elas são amigas de Buenos Aires que vieram pra cá passar uns dias, você com sua namorada? – enquanto olhava pra onde minha prima estava, que nos observava atenta com um sorriso safado que eu já sabia que significava um interrogatório de polícia seguido de “e por que você não foi com ela, idiota”.
Y: não, é minha prima, vim com ela e um casal de amigos pra passar o réveillon. Mas me conta, o que foi da sua vida? Não te vi mais.
G: mentira, terminei o colégio, arrumei um namorado e me dediquei a isso e a estudar, casei e me divorciei faz 2 anos, quando vim pra cá.
Y: caralho! Tanto tempo e olha como a gente se encontra.
G: você viu! O mais engraçado é que tô com menos roupa que da última vez que a gente conversou, mas mostrando menos kkkkk.
Y: verdade, sua safada! Nunca mais falou comigo.
G: é, não, morria de vergonha, era mais tímida naquela época.
Y: e eu morria de vontade de fazer mais.
G: bom, agora não sou tão tímida, então quem sabe né kkk.
Y: não ilude um trouxa.
G: olha, agora tenho que ir. Amanhã vou com uma amiga pra praia de nudismo que fica em Mar Azul. Se você quiser, talvez a gente possa se ver lá, e de quebra a gente fica quites com a vista.
Y: olha só, nunca fui numa de nudismo, mas vale a pena.
G: bom, então fecha! Traz seus amigos se quiser, é legal!
Y: beleza, então é um encontro.
Voltei pra onde tava meu grupo. Minha prima, claro, começou a perguntar enquanto eu procurava onde anotar meu telefone pra Guada. Como não achei nada, peguei um marcador da minha prima, tirei a etiqueta do bronzeador e escrevi ali, e voltei pra dar pra Guada pra gente ficar em contato. Voltei com minha prima e os caras e me joguei na areia, pensando que finalmente a viagem tinha ficado boa e imaginando como ia aproveitar a Guada, quando uma batida no braço me tirou do pensamento.
A: Primo! Não vai me responder?
Y: O quê?
B: A gente tá te perguntando quem era aquela mina!
Y: ahhhh uma ex-colega de colégio. Acontece que ela mora aqui em Pinamar, não via ela desde que a gente terminou o colégio.
A: bem aí, primo, já vi que agora você vai me largar sozinha com esses dois pombinhos, né?
Y: não, claro que não. Pelo contrário, vim propor um plano pra amanhã.
A: Que plano?
Y: Vocês sabem que tem uma praia de nudismo em Mar Azul, né?
M: Claro! A gente já foi várias vezes.
A: Sério?
B: Sim, óbvio, sempre que a gente vem, pelo menos uma vez a gente vai nessa praia, é um jeito de se desconectar total.
Y: Então, essa mina, a Guada, vai amanhã com uma amiga e me chamou pra ir, e disse que se vocês também quisessem ir, era só colar.
B: A gente vai.
A: Ah, não sei se tenho coragem.
Y: Qual é, vai todo mundo pelado, e também não é como se você escondesse muito com a sua sunga kkkkkk.
M: Ela tem razão.
A: Sei lá, vou pensar.
Um tempo depois, a gente foi pra casa e começou a preparar o jantar, e passamos boa parte da noite tentando convencer minha prima a ir. No fim, minutos antes de dormir, ela topou.
No dia seguinte, a gente carregou tudo na caminhonete e fomos pra praia. A verdade é que eu tava tão nervoso quanto minha prima, mas a adrenalina de finalmente poder comer alguém depois de meses só batendo punheta falava mais alto. A gente parou com a caminhonete e começou a descer as coisas. Não sei como nem quando, mas quando me dei conta, tanto a Bárbara quanto o namorado dela já estavam completamente pelados. O namorado da Bárbara, vamos combinar, não tinha nada de impressionante, era mais pro lado pequeno, o que me deixou bem mais tranquilo. Por mais que sempre me elogiassem pelo tamanho (17x6), quando tá mole não parece que pode ser grande. E sobre a Barbi, os peitos dela estavam lindos e ela tinha uma buceta que mal dava pra ver os lábios, com um pubis peludinho mas bem cuidado. Enquanto a gente continuava descendo as coisas, o salva-vidas se aproximou e disse que a gente tinha que tirar a roupa pra ficar ali, senão teria que ficar do outro lado dos montes de areia que delimitavam a praia e dificultavam um pouco a vista pros curiosos.
A: As coisas que eu faço por você! – enquanto ela tirava o short e a camiseta, ficando como deus a trouxe ao mundo. Embora eu já tivesse visto ela de lingerie mais de uma vez e uma vez dançando, um peito escapou. nunca tinha visto ela completamente nua – vai, você também!
E: lá vai, lá vai
Sem pensar, abaixei a bermuda e tirei a camiseta. A visão da minha prima e da Barbi tinha feito o bagulho ficar bem inchado, o que fazia ele não parecer tão pequeno. Além disso, na noite anterior, por precaução, tinha raspado as bolas e o púbis por completo, o que fazia ele parecer maior. Em poucos minutos, já estávamos totalmente à vontade. Descobri um par de vezes minha prima olhando pra minha virilha, e tenho certeza de que ela me pegou umas quantas também. Mas em nenhum momento passou pela minha cabeça fazer algo. O tempo passava e a Guada não chegava. Decidi ir buscar meu celular no carro e vi que tinha uma chamada perdida e uma mensagem. Ao abrir, era dela, dizendo que não ia vir porque tinha dado problema. Quando falei que estávamos na praia, ela pediu desculpas e disse que na sexta, depois das 12, a gente se via na praia de Cariló e que ela me compensava pra começar o ano bem.
E: bom, minha amiga não vai vir
A: não, tá de sacanagem? Fiquei pelado pra nada?
B: ah, não seja assim! Aproveita!
E: além disso, pensa que é pior pra mim
A: por quê?
E: porque você tem seu namorado que vem daqui uns dias, eu continuo do mesmo jeito que antes de vir
M: hahaha, calma, por que você não vai até a beira? Talvez consiga algo aqui
E: cê tem razão, vou dar um mergulho
No caminho, levantei uns olhares, principalmente de duas senhoras bem velhas que nem disfarçaram. Fiquei parado na beira, sentindo as ondas batendo nas minhas pernas, quando de repente alguém me abraçou por trás. A altura e o tamanho pequeno dos peitos denunciaram na hora: era a Barbi.
B: não entrou?
E: não, tava pensando
B: no quê?
E: em como eu queria ter uma mina pra aliviar a tensão
B: não seja bobo, você já vai aliviar. Tá mostrando algo que vai despertar bastante interesse
E: hahaha, que idiota
B: ei, sério, você despertou o Meu, se não fosse o Mateo, essa conversa seria diferente
Y: desculpa – enquanto me virava pra olhar pra ela – isso eu realmente não esperava
B: bom, uma não é de pedra, e você deve ter visto que o Mate não é um ator pornô kkk pra piorar com toda essa história do covid e do hospital – Mateo é médico – faz 4 meses que a gente não faz nada, e não é que eu não procure ele ou ele a mim, mas o menininho lá de baixo não quer cooperar
Y: que merda, é horrível quando isso acontece
B: é, então já viu, você não é o único, nesse grupo todo mundo tá na seca
Y: bom, a Aldi não kkk
B: pfff ela mais que a gente, as coisas com o idiota do namorado dela tão cada vez piores, a última vez que a gente falou sobre isso já fazia um ano que não transavam, e ela tem certeza que ele tem outra, a história da bolha é pura enrolação, eles se pegaram no dia 23
Y: que burra, ela nunca me contou nada
B: bom, então não fala nada. A ideia dessa viagem era justamente a gente ter uma alegria com nossos caras, e a gente ia trazer a Tati pra você também aproveitar, mas tudo foi se encaminhando assim
Y: que idiotas! E aqui estamos todos no mesmo barco, bom, vocês pelo menos podem tentar
B: a gente já tentou ontem à noite e nada, mas vamos ver se ver sua prima ajuda um pouco e hoje a gente tem sorte
Y: vamos fazer uma coisa, hoje à noite vou jantar sozinho com a Aldi pra gente conversar e vocês soltam a fera kkkkk
B: uff, pode ser, mas tenho que te dizer, tô tão tentada a experimentar isso – e aproveitando que estávamos de costas e longe, ela passou a mão no meu pau – deus, chega, vou voltar pros meninos
Eu tive que entrar na água, porque toda a conversa e aquela mãozada tinham deixado meu pau duríssimo, e se eu voltasse assim ia ser muito óbvio. Depois de um tempo voltei quando a coisa acalmou e contei pra minha prima meu plano pra noite, e mesmo ela reclamando um pouco, entendeu um sinal que fiz e aceitou
Finalmente, ao pôr do sol, voltamos pra praia, por sorte tinha 3 banheiros na casa, então tomar banho foi bem tranquilo Ágil. Quando já tinha terminado de me lavar e estava me secando, bateram na porta. Era minha prima, que veio confirmar o que tinha entendido na praia e foi embora. Não passaram nem dois segundos e bateram na porta de novo. Achando que era ela, falei pra entrar sem perguntar quem era ou o quê.
B: Com licença, posso? – era a Barbi nas minhas costas.
Y: Sim, desculpa, o que foi? – enquanto arrumava minha toalha de novo rápido.
B: Bom, também não vou ver nada que já não tenha visto. Vira, quero sua opinião.
Y: Tem razão.
E quando me virei, fiquei de boca aberta. A Barbi estava com um conjunto de renda preta que simplesmente caía perfeitamente nela, destacando cada detalhe do corpo dela. Ela girou, mostrando a parte de trás: uma pequena fio dental se enfiava entre as nádegas dela, e o cinta-liga preso nas meias pretas fechava o combo.
B: Bom, pronto, já tenho minha resposta.
Y: Que resposta?
B: Que isso desperta tudo. Olha como te deixei.
E era verdade, minha toalha mal cobria minha ereção.
B: É maior do que eu imaginava. Desculpa, mas tenho que fazer isso. – Ela se ajoelhou e meteu meu pau inteiro na boca de uma vez.
Y: Barbi, para, você tá louca, pode entrar alguém.
B: Nah, o Mateo tá tomando banho e sua prima tá se trocando. Não seja chato, desde hoje não consigo tirar você da cabeça.
Y: Tá, isso é loucura.
B: Me deixa, por favor.
A verdade é que tenho que admitir que ela sabia o que estava fazendo. Tava me deixando louco, e com tudo que tinha acontecido, eu não ia durar muito.
Y: Barbi, você tá me matando, vou gozar.
B: E o que te impede? – tirando o pau da boca e batendo uma pra mim – Tenta não sujar a única coisa que tenho.
A Barbi continuou chupando quando uma batida nos alertou bem na hora que eu ia gozar. Ela se assustou e saiu rápido do banheiro, e eu fiquei lá, no meio do gozo. Fiquei me tocando com o pau totalmente duro e lubrificado pela saliva da Barbi, quando a porta se abriu de novo. Mas dessa vez era minha prima, que entrou e ficou paralisada olhando pra minha entreperna.
A: Desculpa, desculpa.
Y: Sem problemas. enquanto eu me cobria com a toalha – que passo pequeno
A: nada, fiz uma cagada com um móvel no quarto, me ajuda aí pra gente ir?
Y: sim, espera que me troco e vou
A: se quiser termina tranquilo hahaha
Y: que idiota, já vou
Queria ter terminado, e até esperei uns minutos pra ver se a Barbi voltava pra acabar o que tinha começado, mas não apareceu, então decidi me trocar e ir ajudar minha prima. O barulho que a gente tinha ouvido era das prateleiras do armário dela que tinham caído, ajudei ela a arrumar tudo e tenho que admitir que não consegui parar de olhar pras calcinhas fio dental que minha prima tinha, uma mais linda que a outra e com certeza naquela rabuda ficariam um dez, mas o que mais me surpreendeu foi ver debaixo das roupas dela o que claramente era um vibrador, que ela rapidinho tratou de esconder. Terminamos de nos trocar e saímos rápido pro jantar pra deixar o casal aproveitar, e tenho que admitir que tava morrendo de inveja do Mateo.
A noite passou numa boa, jantamos, rimos, falamos de mil coisas e até dos problemas de casal que ela me contou. Em nenhum momento teve clima nem nada que desse a entender que podia rolar algo entre a gente, na verdade ela focou em me perguntar sobre a Guada e se desconfiou que tinha rolado algo com a Barbi, guardou bem pra ela. De uma coisa e outra, deu meia-noite, e mesmo sem toque de recolher, o clima não tava pra muita farra, então voltamos andando de boa pra casa. Quando chegamos, tava tudo escuro e em silêncio, achamos que os meninos tinham ido dormir, fizemos umas piadas sobre como eles deviam estar cansados, e cada um foi pro seu quarto.
Umas horas depois de deitar, me deu uma sede do caralho e não deu outra, tive que ir na cozinha pegar algo pra beber. No caminho, ouvi um barulho que me distraiu. Não precisava ser muito esperto pra perceber que era um vibrador, e vinha do quarto da minha prima. Aqui é onde eu poderia dizer que a porta estava entreaberta e vi ela, mas não, estava fechada e pelo buraco da fechadura mal dava pra ver, mas perto da porta dava pra ouvir clarinho seus gemidos baixinhos e não sei se foi a tesão ou se aconteceu, mas me pareceu ouvir meu nome. Não consegui evitar colocar minha mão dentro do meu short (quando tô sozinho durmo pelado, mas nesse caso tava de short sem nada por baixo) e comecei a me tocar quando ouvi outro barulho, eram claramente passos. Tirei a mão de dentro da calça e quis ir pra cozinha quando, ao chegar no fim do corredor, trombei com alguém. Era a Barbi, que quase deu um grito que abafei com a mão o máximo que pude.
B: que que cê tá fazendo, idiota, quase morri
Y: desculpa, ia pegar algo pra beber
B: eu também, esse barulho é o que eu tô pensando?
Y: é, acho que sim, parece que a Aldi precisava relaxar
B: parece que não é a única – enquanto pegava no meu volume que ainda tava bem duro – vem, vamos pegar algo
Y: bora, mas sem fazer barulho
Chegamos na cozinha, quando acendi a luz, mesmo a Barbi não estando tão gostosa como tinha vindo pro banheiro, o short justinho que ela tava e o top sem sutiã deixavam ela muito sensual, ou era só minha tesão. Servimos dois copos d'água, eu não conseguia parar de olhar o quanto os bicos dos peitos dela estavam duros.
B: cê gosta tanto assim?
Y: desculpa, tenho fraqueza
B: e se eu pedir pra você chupar eles?
Y: é perigoso, e se a Aldi ou o Mateo aparecerem?
B: a Aldi tá entretida e a gente vai ouvir ela chegar, e do outro não precisa se preocupar – ela abaixou uma alça e deixou o peito direito de fora – vai, por favor, vem
Não consegui evitar, coloquei na boca e comecei a chupar igual um bebê e morder, instintivamente minha mão foi direto pra entreperna dela, passei duas vezes por cima do short e na terceira enfiei por dentro da calcinha dela, já tava toda molhada e eu continuava chupando, não devem ter passado dois minutos do jogo da minha boca no peito dela e meu dedo roçando a buceta dela que ela se tensionou toda e levou uma das mãos à boca pra calar o orgasmo. Dois segundos depois, ela pegou meu cabeça e fez com que eu me levantasse e começou a me beijar, enquanto dessa vez era ela quem colocava a mão dentro do meu short e começou a apalpar meu pau
B: vou terminar o que não consegui hoje, preciso do seu gozo na minha boca
Y: como você é, pelo amor de Deus
B: e o que você quer, se o idiota não conseguiu de novo? Vai, por favor, enche minha boquinha – enquanto se ajoelhava e começava a chupar
Não sei quanto tempo passou, mas não consegui evitar começar a meter na boca dela enquanto via ela se masturbando com a mão que não estava apoiada. Pela primeira vez na vida, pude sentir o orgasmo de uma mulher enquanto me chupavam, senti a boca dela se apertar e depois relaxar
B: – tirando da boca – vai, por favor, me dá o gozo
Ela começou a me masturbar com a língua de fora, me olhando, e eu não consegui evitar: gozei todo o leite que tinha acumulado, enchi ela por completo. Acho que só os primeiros dois jatos foram na boca dela, o resto foi no rosto, nos peitos e no cabelo. Enquanto tentava me recuperar, vi ela pegar com os dedos os restos de gozo do corpo dela e levar à boca, e finalmente me deu um selinho e saiu daquela cozinha como se tivesse cumprido sua missão.
Bom, ficou bem longo… chegamos até aqui. No próximo, conto como isso continua.
0 comentários - Uma viagem pra fechar 2020