Malena, Minha Perdição

Reconheço que sempre fui um filho da puta e que, ao longo dos anos, aproveitei qualquer oportunidade pra meter um pau, sem me importar com os sentimentos da outra pessoa. Já comi casadas, divorciadas, solteiras, altas, baixas, magras e gordas, sempre que apareciam na minha frente.
Não tava nem aí pra quais armas usar pra levar elas pra cama. Buscando minha satisfação pessoal, representei vários papéis pra conseguir isso. Desde o tímido inexperiente até o conquistador mais ousado. Tudo valia pra aliviar minha putaria. Por isso, quando uma manhã fiquei sabendo da situação difícil em que uma garota tinha se metido, decidi me aproveitar e isso foi minha perdição.

Lembro como se fosse ontem como fiquei sabendo dos problemas dela. Tava nos braços da Maria, uma assistente social com quem eu compartilhava mais que uns amassos, quando ela recebeu uma ligação de uma cliente. Como o porco que sou, ao ouvir minha amante aconselhando ela a reconstruir a vida e esquecer o namorado que a tinha deixado grávida, não pude deixar de prestar atenção na conversa.
«Uma possível vítima», pensei enquanto ouvia a Maria tentando consolar ela.Malena, Minha PerdiçãoFoi assim que descobri que a mina em questão tinha só dezenove anos e que o parceiro dela, assim que a filha nasceu, tinha abandonado ela sem se importar que, ao fazer isso, deixou ela desamparada e sem meios pra cuidar da cria dela.

«Parece interessante», pensei, prestando ainda mais atenção na conversa.

Embora já estivesse interessado, quando ouvi minha amiga de cama repreender ela por ter que amadurecer e arrumar um trampo pra se sustentar, soube que seria bem fácil conseguir mais um risco na minha escopeta.

Depois de desligar e enquanto a assistente social anotava uns dados no prontuário dela, disfarçadamente me aproximei e constatei, todo feliz, que a tal Malena não só não era feia como era um autêntico tesão.

«É uma gostosa», decretei ao observar a foto em que a morena escura dela destacava os olhos azuis que a natureza tinha dado a ela e, pra completar, tudo isso emoldurado num rosto doce e lindo.

Reconheço que tive que segurar a vontade de perguntar por ela. Não queria que ela percebesse que tinha despertado meu interesse, principalmente porque sabia que minha conhecida não demoraria a pedir minha ajuda pra arrumar um trampo pra ela.

E foi o que aconteceu. Mal voltamos pra cama, Maria me perguntou se eu podia arrumar um emprego pra uma das clientes dela. Me fazendo de desligado, perguntei que tipo de perfil ela tinha e se era de confiança.

– Boto a mão no fogo por essa garota – respondeu ela, animada por fazer uma boa ação e sem pensar nas consequências, me explicou que, embora não tivesse muita formação, era uma menina inteligente e de bons princípios que o azar tinha feito conhecer um sem-vergonha que tinha abusado dela.

– Pobre guria – murmurei, encantado e querendo tirar mais informação, insisti pra ela me contar tudo que sabia sobre ela.

Foi assim que descobri que ela vinha de uma família humilde e que a religiosidade extrema dos pais dela tinha feito com que, ao saberem que ela tava grávida, a afastassem como se ela tivesse com alguma peste.

«Indefesa E sozinha, eu gosto!", pensei mentalmente enquanto colocava uma expressão indignada no rosto.

Maria desconhecia minhas intenções sujas e, por isso, não hesitou em me explicar que a educação rigorosa que recebera desde pequena a tornara uma presa fácil.
— Não te entendo — falei, cada vez mais encantado com as possibilidades que se abriam.
— Malena é uma ingênua que ainda acredita na bondade humana e está tão desesperada por um jeito de viver que temo que caia nas mãos de outro filho da puta como o ex-namorado dela.
— Não é pra tanto — insisti.
— Infelizmente, é sim. Sem experiência nem formação, essa menina é carne de buceta pra um puteiro se não conseguir um trabalho que dê pra sustentar a filhinha dela.

Com cara de quem entendia o problema, como se realmente me importasse com o futuro dela, sugeri à assistente social que seria difícil arrumar um emprego pra ela, mas que eu podia fazer um esforço e dar abrigo na minha casa enquanto isso.
— Você faria isso por mim? — exclamou, encantada com a ideia, porque, embora me conhecesse bem, nunca imaginou que eu fosse tão canalha a ponto de me aproveitar da desgraça da cliente dela.
Morrendo de rir, respondi:
— Sim, mas com uma condição… — depois de prender a atenção dela, falei: — Você vai ter que me dar essa bunda.
Com um sorriso de orelha a orelha, Maria me respondeu, se ajoelhando de quatro no colchão…jovemSabendo que no dia seguinte a Maria me entregaria de bandeja aquela criatura, usei o resto do dia pra me preparar. A primeira coisa que fiz foi ir na "loja do espião" e comprar uma série de apetrechos que eu ia precisar pra transformar meu chalé numa armadilha. Depois de pagar uma conta bem salgada naquele lugar, me vi carregando pro meu carro várias câmeras camufladas, além de um sistema de espionagem completo.

Já em casa, coloquei uma no quarto que ia emprestar pra aquela gostosa pra ela e a filhinha dela dormirem, outra no banheiro que ela usaria e as demais espalhadas pela casa. Depois disso, pacientemente, programei o sistema pra que, na minha ausência, gravasse tudo que rolasse pra que, quando voltasse, pudesse ver na solidão do meu quarto. Minhas intenções eram claras: ia tentar seduzir aquela inocente, mas se ela não caísse nos meus braços, usaria as gravações pra chantagear ela.

«A Malena vai ser minha antes de perceber», resolvi esperançoso e, por isso, naquela noite, saí pra comemorar com uns parceiros.

Já tinha tomado três doses e umas tantas cervejas quando, de repente, meu celular começou a tocar. Estranhei alguém me ligar naquela hora, tirei o celular do casaco e descobri que era a Maria do outro lado.

– Preciso que você venha pro meu escritório – gritou assim que atendeu.

A urgência com que ela falou me fez saber que tava enrascada e, aproveitando que tava com meus amigos, convenci eles a me acompanharem.

Felizmente, o João e o Pedro são dois caras com culhão porque, quando chegamos no prédio da assistente social, demos de cara com um brutamontes gritando e tentando arrancar um bebê das mãos da mãe enquanto a Maria tentava impedir. Ninguém precisou me dizer quem eram; na hora soube que a coitada da moça era a Malena e que aquele animal era o ex-namorado dela.

Talvez por causa do álcool, nem pensei duas vezes e, me metendo no meio deles, repreendi o babaca pelo comportamento dele. O maldito, ao ver que éramos três, os homens que as defendiam, pensou melhor e, voltando pro carro, nos ameaçou com consequências terríveis se déssemos abrigo a ela.
—Vou te esperar — gritei encarando o sujeito, que não teve escolha a não ser entrar no automóvel e sair cantando pneu. Depois que ele fugiu, me virei e foi aí que, pela primeira vez, entendi que talvez tivesse me enganado ao oferecer minha ajuda.

Malena não era bonita! Era uma deusa!
As lágrimas e o desespero dela, longe de diminuir seu charme, só o realçavam, dando a ela um ar angelical.

Ainda não tinha tido tempo de me recuperar do susto quando, ao nos apresentarmos, Maria, a garota se jogou nos meus braços chorando que nem uma madalena.

—Calma. Se aquele filho da puta voltar, vai ter que lidar comigo — sussurrei no ouvido dela enquanto tentava acalmá-la.

A garota, ao me ouvir, levantou o rosto e me olhou. Juro que fiquei pasmo, sem conseguir falar, ao ver no rosto dela uma expressão devota que ia muito além de um simples agradecimento. Acreditem ou não, tanto faz. Malena me olhava como se eu fosse um cavaleiro andante sob cuja proteção nada de ruim aconteceria.

«Esse ex-namorado dela deve ser um baita filho da puta», pensei ao ler, nos olhos dela, o terror que sentia dele.

Teve que ser Maria a quebrar o silêncio que tinha se instalado naquela calçada fria, pedindo pra gente sair dali.
—Pra onde a gente vai? — perguntei, ainda atordoado pela beleza daquela jovem mãe.
—Malena não pode voltar pra pensão onde mora. O ex dela deve estar esperando por ela lá. Melhor irmos pra sua casa.

Como, na pressa, eu tinha deixado meu carro no restaurante, nós seis tivemos que nos apertar no jipão do Juan. Meus colegas foram na frente, me deixando com as duas mulheres e a bebê no banco de trás.

Durante o trajeto, minha amiga cuidou de acalmar a morena, dizendo que, comigo por perto, o namorado dela não ousaria incomodá-la. Se já era desconfortável ela me atribuir um valor que eu não tinha, pior foi ouvi-la dizer que podia confiar plenamente em mim porque eu era um bom homem.

— Eu sei — respondeu a novinha me olhando com adoração — percebi na hora que te vi.

A resposta dela me arrepiou toda porque senti uma mistura de amor, entrega e submissão que não tinha nada a ver com a imagem que eu tinha feito dela.

Quando chegamos no chalé e enquanto meus amigos enchiam mais um copo, junto com a Maria, acompanhei a Malena até o quarto dela. A novinha estava tão impressionada com o luxo que via por todo lado que não conseguiu falar nada, mas quando entrou no quarto e viu do lado da cama dela um berço pequeno pra filha, não segurou mais o choro e, soluçando sem parar, começou a chorar enquanto me agradecia pelos cuidados.

Totalmente sem graça, deixei ela com a minha amiga e, pensando na enrascada que tinha me metido, desci pra acompanhar os bebuns que tinha deixado na sala. A Maria também não deve ter tido facilidade pra consolar ela, porque demorou quase uma hora pra se juntar a nós. A ausência dela me permitiu tomar mais dois copos e zoar na maior pegada de machão sobre o que tinha acontecido, enquanto por dentro, me dava vergonha ter instalado aquelas câmeras.

Quando desceu, a assistente social recusou um gole e, com cara de cansada, pediu pra gente levá-la até a casa dela. O Juan e o Pedro se ofereceram pra fazer isso, então acabei me despedindo dos três na porta.

“Sou um babaca, mas essa novinha não merece que eu me aproveite dela”, falei comigo mesmo pelo corredor a caminho do meu quarto.

Já no quarto, me despi e me meti na cama, sem parar de pensar na garota indefesa que descansava junto com a filha no quarto ao lado. Sem vontade de dormir, liguei a TV e coloquei uma série policial pra me fazer esquecer a presença dela. Não tinham passado nem cinco minutos quando ouvi baterem na minha porta.

— Pode entrar — respondi, sabendo que só podia ser a Malena.

Mas o que eu não esperava era vê-la entrar vestida só com uma das minhas camisas. A guria percebeu meu olhar e, depois de pedir desculpas, me explicou que, como tinha deixado a roupa dela na pensão, a Maria tinha dado aquela camisa pra ela. Não sei se naquele momento me impressionou mais a dor que transparecia por todos os poros dela ou o impressionante tesão e a sensualidade daquela novinha vestida daquele jeito. O fato é que não consegui parar de admirar a beleza das pernas nuas dela enquanto a Malena se aproximava de mim, mas foi quando ela sentou na beirada do meu colchão que meu coração disparou ao descobrir o alucinante canalho que se adivinhava entre os peitos dela.vadia— Não importa — consegui dizer — amanhã vou arrumar algo pra você vestir.
Minhas palavras soaram sinceras, apesar de minha mente só conseguir imaginar rasgando aquela camisa e, por isso, ao me ouvir, a garota começou a chorar de novo enquanto me dizia que, de algum jeito, ia conseguir compensar a ajuda que eu tava dando.

Reconheço que, por um momento, senti pena dela e, sem outras intenções além de acalmá-la, abracei ela. O problema foi que, ao apertá-la nos meus braços, senti os peitos inchados dela pressionando contra o meu e, involuntariamente, meu pau subiu debaixo do lençol como poucas vezes antes. Ainda não sei se aquela garota percebeu a atração violenta que provocou em mim, mas o fato é que, se percebeu, não ligou, porque não fez nenhum esforço pra se afastar.

«Calma, mano, não é hora», repeti pra mim mesmo, tentando evitar que meus hormônios me fizessem fazer alguma merda.

Alheia à tortura que era tê-la abraçada e buscando meu auxílio, Malena apoiou a cabeça no meu peito e, com um tom choroso, me agradeceu de novo pelo que eu tava fazendo por ela.
— Não é nada — respondi, olhando de canto o busto dela, cada vez mais excitado — qualquer um faria o mesmo.

— Isso não é verdade. Desde pequena eu sei que, se um homem te ajuda, é porque quer alguma coisa. Já você me ajudou sem pedir nada em troca.

O tom meloso da garota aumentou minha confusão:
Parecia que ela tava flertando comigo!

Supondo que não devia fazer uma burrada, consegui me afastar dela e, enquanto todo o meu ser pedia pra eu me enfiar entre as pernas dela, mandei ela pro quarto dela dizendo:
— A gente conversa de manhã. Agora é melhor você ir com sua filha, pra ela não acordar.

Franzindo a testa, Malena aceitou minha sugestão, mas antes de ir, da porta, perguntou:

— Que horas você acorda?
— Aproveitando que é sábado, vou levantar às dez. Por que a pergunta?

Me dando um sorriso doce, ela respondeu:
— Já que você deixou a gente morar com você, O mínimo que eu podia fazer era preparar seu café da manhã.
Depois disso, ela se despediu de mim e seguiu pro quarto dela, sem saber que, enquanto andava pelo corredor, eu fiquei admirando a rebolada gostosa da bunda dela.
«Mas que raba ela tem!», exclamei, hipnotizado ao ver a firmeza daquele traseiro.
Sozinho, apaguei a luz, torcendo pra que o descanso me fizesse esquecer a vontade que tava de possuir ela. Infelizmente, a escuridão do meu quarto, em vez de me relaxar, me excitou ainda mais, porque não conseguia tirar a imagem da beleza dela da cabeça.

Tava tão tarado que até hoje me envergonho de ter deixado a imaginação voar naquela noite como um mal menor. Sabendo que, se não fizesse isso, corria o risco de passar a noite em claro, imaginei aquela gostosa chegando na minha cama e dizendo:
— Posso te ajudar a descansar? — e, sem pedir minha opinião, se ajoelhou, enfiou a mão, puxou o lençol e começou a acariciar minha virilha.

Com tesão por essa visão, forcei minha fantasia pra que Malena, com cara de puta sem vergonha, comentasse enquanto subia em cima de mim:
— Preciso te agradecer pela ajuda — e, reforçando as palavras, buscou o contato dos meus lábios.

Não demorei pra responder ao beijo dela com paixão. Malena, vendo que eu cedia e que minhas mãos acariciavam a bunda nua dela, levou as mãos até meu pau, tirou ele do esconderijo e gritou:
— Me come!

Incapaz de manter a sanidade, abri as pernas dela e deixei que encaixasse meu membro na buceta dela. Contra toda lógica, ela parecia a mais necessitada e, com um movimento rápido, enfiou tudo pra dentro, soltando um grito. O gemido dela despertou minha luxúria e, tirando minha camisa, descobri com prazer a perfeição dos peitos dela. Com uns bicos grandes e escuros, eles me pareceram irresistíveis e, abrindo a boca, comecei a saborear aquela delícia com os gemidos dela como música de fundo.mamacitaMalena, presa pela paixão, ficou parada enquanto minha língua brincava com as bordas dos seus mamilos, enquanto minhas carícias iam ficando cada vez mais obsessivas. Curtindo meu ataque, os quadris daquela mulher gostosa começaram a se mexer em busca do prazer.

— Tô com tesão — suspirou ao sentir que, pesando com minhas mãos o tamanho dos seus peitos, eu beliscava um dos seus mamilos.

Ignorando o tesão dela, com um vai e vem lento, fui tomando posse da sua buceta com meu pau. Ela, ao sentir a xota entupida, soltou um gemido e, sem poder fazer nada, foi sacudida pelo prazer enquanto um jorro de lubrificação escorria pelas minhas coxas.desejo—Me fode, meu cavaleiro andante — suspirou ela, totalmente indefesa — sou toda sua!

O pedido exacerbado dela me deixou ainda mais excitado e, beliscando novamente os mamilos dela, aprofundei o ataque que sua buceta aguentava com meu pau. A novinha, ao sentir a pressão da minha cabeça batendo na parede da vagina dela, gritou e, se contorcendo como possessa, pediu que eu não parasse.

Obedeci, agarrei os peitos dela e, usando-os como âncora, me firmei neles antes de começar um trote suave com nossos corpos. Foi então que ela, berrando entre gemidos, gritou:
— Me prova que você é homem.

Os desejos dela me enlouqueceram e, como um perturbado, aumentei a profundidade das minhas investidas enquanto ela, aos berros, me instigava a me deixar levar e engravidá-la. A paranoia em que eu estava não me deixou lembrar que tudo era fruto da minha mente e, ao ouvi-la, transformei meu trote lento num galope desenfreado cujo único objetivo era saciar minha luxúria.

Enquanto eu alcançava essa meta imaginária, a novinha aproveitou sem pausa uma sucessão de orgasmos barulhentos. A entrega que ela demonstrou transformou meu cérebro numa caldeira prestes a explodir e, por isso, vendo que meu pau não demoraria a semear o ventre dela com minha semente, avisei do que ia acontecer.Malena, Minha PerdiçãoMalena, ao ouvir meu aviso, respondeu desesperada que eu gozasse dentro dela e, contraindo os músculos da buceta, forçou meu pau a se esvaziar lá dentro.
—Meu cavaleiro andante— ela soluçou ao sentir as descargas do meu membro e, sem deixar que eu o tirasse, transformou a boceta dela num liquidificador que sacudiu sem parar até conseguir ordenhar todo o leite das minhas bolas.
Exausto pelo esforço, desabei na cama e, mesmo sabendo que não era real, adorei ouvir aquela morena dizer enquanto voltava pro quarto dela:
—Isso é só uma amostra do prazer que vou te dar.
Já relaxado e com um sorriso nos lábios, fechei os olhos e caí nos braços de Morfeu…

Meu primeiro dia com a Malena e a filha dela.

Acostumado a viver sozinho, naquela manhã fui acordado pelo som do chuveiro. Saber que aquela gostosa ia tomar banho me fez pular da cama e, com a pressa de um moleque, liguei meu computador. Os poucos segundos que levei pra abrir o sistema de espionagem que tinha instalado em casa pareceram uma eternidade. A primeira imagem que vi da câmera no banheiro dela foi a calcinha no chão. Aquela peça foi o suficiente pra meu pau sair do torpor. Juro que já tava excitado antes mesmo de ver a silhueta dela através do box transparente do chuveiro. Por isso, me perdoem se, como se tivesse vendo um filme pornô, curti o jeito tão sensual com que aquela morena se ensaboava.jovem«Tá um tesão», sentenciei ao ver pela primeira vez os peitos dela.
Grandes, duros e inchados, eram ainda mais espetaculares do que eu tinha imaginado. Eram tão maravilhosos que, sem nenhum pudor, comecei a me masturbar em homenagem a ela.
— Que loucura! — exclamei baixinho quando, na tela, aquela mulher se virou e pude contemplar os mamilos rosados que decoravam as tetas dela, mas o que realmente me impactou foi a mata bem cuidada que crescia entre as pernas dela.
Embora eu soubesse que aquela mãe jovem e indefesa era uma gostosa, confesso que fui surpreendido pelo tamanho dos peitos dela. Tinha imaginado que seriam grandes, mas nada me preparou para contemplar a perfeição das formas dela, assim como também não estava preparado para a beleza requintada do resto do corpo dela.vadia«Porra! Que gostosa!», pensei, acelerando o ritmo da minha punheta.
Ficando de olho no que rolava na tela, fiquei de boca aberta quando, sem saber que eu tava espiando, Malena abriu as pernas pra ensaboar a virilha, deixando eu me deliciar com a buceta dela. Mesmo não sendo completamente depilada, achei estranhamente atraente. Acostumado com a moda atual, onde as mulheres tiram todo tipo de pelo, tenho que admitir que minha respiração acelerou ao contemplar aquela mata maravilhosa.
«Ela tem que ser minha!», decretei, já todo alvoroçado.
Pra piorar, se eu não soubesse que era impossível, o jeito lento e sensual como ela se ensaboava bem que podia me fazer pensar que aquela mina tava se exibindo e que o que ela queria mesmo era me deixar louco. Completamente vidrado olhando pra ela, me masturbei com mais força ao curtir cada um dos movimentos dela. Nessa hora, vocês vão entender que eu queria ser eu quem ensaboasse ela e que fossem minhas mãos percorrendo aquele corpo esplêndido. Também sei que vão me perdoar se, naquele momento, eu me imaginei apalpando os peitos dela, acariciando as costas, mas, principalmente, me vi lambendo a boceta dela.
«Ela deve ter uma buceta doce e gostosa!», falei pra mim mesmo enquanto minha mão não parava de me dar prazer.
O empurrão que meu pau precisava pra explodir foi vê-la se abaixar pra pegar o sabão que tinha escapado das mãos dela, porque aquele movimento me deixou admirar de novo a bunda dela e descobrir, entre as nádegas, um esfíncter rosado e virginal.mamacita«Nunca arrombaram ela!», exclamei ao imaginar que seria eu quem desvirginaria aquele rabo, e excitado demais pra aguentar, descarregando minha semente no tapete, gozei em silêncio.
Ao terminar, o sentimento de culpa me atingiu com força e, não querendo que aquela garota descobrisse aquelas manchas brancas e entendesse que eu a estava espionando, limpei tudo. Depois, fechei o notebook e desci pra cozinha, tentando esquecer o corpo molhado dela. Mas por mais que me esforçasse, todas as tentativas foram em vão, porque, querendo ou não, a pele nua dela tinha se gravado a fogo na minha mente e nunca mais desapareceria.

Tava preparando um café quando um barulho me avisou que tinha companhia. Ao me virar, descobri que Malena tinha acabado de entrar com a filha no colo. Pela cara dela, alguma coisa a tinha irritado, mas só quando ela me recriminou por ter acordado antes do tempo é que lembrei que na noite anterior aquela gostosa tinha dito que ela mesma faria o café da manhã.

— Desculpa — respondi, e sentando, deixei que ela servisse.

Da minha cadeira, percebi as dificuldades da Malena pra cozinhar com o bebê no colo e, sem pensar duas vezes, pedi pra ela me deixar segurar a pequena pra que ela ficasse mais à vontade. A garota me olhou confusa, mas vendo minha tranquilidade, me passou a filha.

Curiosamente, a criança não começou a chorar nos braços de um estranho; pelo contrário, com balbucios alegres, mostrou que tava adorando comigo. Minha falta de experiência com bebê não me impediu de também me divertir fazendo carinho naquela criatura, e por isso, quando me trouxe o café, Malena não tentou pegá-la de volta; sentou na minha frente e ficou me olhando com uma expressão estranha de felicidade.

— Cê agradou ela — me informou, sem parar de me observar.

As palavras dela, mas principalmente o tom, conseguiram me fazer corar, e incapaz de articular palavra, fiquei brincando com a menina enquanto a mãe Eu estava tomando café da manhã. Sentindo os olhos dela fixos em mim, já estava começando a ficar impaciente quando, de repente, a menininha começou a chorar.

— Ela tá com fome — disse Malena, pegando a bebê das minhas mãos e, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa pra evitar, ela puxou um peito pra fora e começou a amamentar.

Alucinado, não perdi nenhum detalhe de como a criança se agarrava no mamilo dela. A naturalidade com que Malena fez aquilo não passou despercebida. A atitude confiante dela não fazia sentido, já que mal me conhecia. Mesmo assim, fui ficando com tesão ouvindo os barulhos que a menininha fazia ao mamar.

«Caralho, que bruto que eu sou!», reclamei em silêncio enquanto, por baixo da calça, meu apetite crescia sem controle.

Malena, que no começo não tinha percebido meu olhar, quando notou que eu não tirava os olhos dela, começou a se mexer desconfortável na cadeira. Sem querer, falei maravilhado:

— Que lindo!

Meu elogio teve um efeito inesperado: a garota soltou um suspiro, ficou vermelha e me perguntou se era a primeira vez que eu via um bebê mamar. Quando respondi que sim, ela pediu pra eu chegar mais perto. Não consegui recusar e, meio confuso, coloquei minha cadeira do lado dela e fiquei acompanhando aquele ato natural, completamente besta.

Encantada com a expressão no meu rosto, Malena caiu na gargalhada e disse:

— Você tá me devorando com o olhar.

Como era verdade, fiquei sem graça com a ousadia dela e me levantei, mas então, pegando na minha mão, a moça me obrigou a voltar pra cadeira e falou:

— Não quero que você vá. Gosto de sentir seu olhar.desejoSuas palavras fizeram meu pau endurecer de novo e, inconscientemente, passei a mão pelo braço dela. Malena se remexeu inquieta na cadeira e, sem fazer qualquer objeção aos meus carinhos, trocou a neném de peito. Nessa hora, ver o bebê mamando enquanto uma gota brotava do mamilo que tinha acabado de ficar livre, me levou a um estado difícil de descrever. Com uma mistura de ternura e luxúria, não consegui segurar minha mão quando ela se aproximou da aréola dela e recolheu entre os dedos aquele néctar branco. Também não consegui fazer nada quando, involuntariamente, meus lábios se abriram para saborear o leite dela.

— O que você está fazendo! — aquela garota me recriminou pela minha ação, totalmente puta da vida.

Eu sabia que tinha passado dos limites e, fugindo do lado dela, subi pro meu quarto pra me acalmar. Com o gosto dela ainda nas minhas papilas, tive que bater duas punhetas pra conseguir.

«Porra, sou um imbecil», murmurei puto. O comportamento daquela moça me deixava desconcertado. Quando a conheci, achei que era uma ingênua que o destino tinha levado a ficar sozinha e indefesa. Depois, e em minha defesa, tenho que dizer que a cara de pau dela na cozinha me fez supor que era uma putinha atrás de pica e que estava me dando mole.

Por isso, meti os pés pelas mãos!

— Não entendo nada — sentenciei, temendo que minha atitude tivesse aberto os olhos daquela garota e que eu já não pudesse mais me aproveitar dela...Malena, Minha PerdiçãoContinua...?

4 comentários - Malena, Minha Perdição

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