Silvia (39) vs Lauti (19): guerra de bucetas

Beleza, amigues! Valeu pelos pontos, aqui vai a continuação da história:

Como eu tava contando, depois do sexo no sofá da sala com o Lautaro, tocou a campainha e, espiando pela janela, vi que era meu filho e meu ex-marido.

Na correria, peguei uma legging, escovei os dentes pra disfarçar o cheiro, vesti a camiseta dele que tava à mão já que a minha tinha respingado de porra, e tentei arrumar o cabelo naquele caos. O Lautaro foi pro quarto do Julián seguindo minhas instruções, calcei as havaianas e saí:

Meu filho tava de cabeça baixa, olhando pro chão. Meu ex me encarou:
- No que você se transformou, Sílvia? O Julián tá muito deprimido com o jeito que você mudou. Cê tá louca? Tá destruindo a família! – falou num tom furioso, quase fora de si.

- Olha, Esteban – falei, olhando pro meu filho Julián. – Eu não destruí nada, só tô num relacionamento que tá me fazendo feliz, e o menino, em vez de me apoiar, fica criando obstáculos. Ele me abandonou, eu não expulsei ele...

Quando o Julián me ouviu chamar ele de menino, a cara dele se transformou de raiva:
- Menino é o cara que você tá comendo! – disse quase chorando. Nisso, o Esteban interrompeu:
- Você sustenta esse vagabundo, começou a se drogar, vou te denunciar por abandono do nosso filho!! – gritou, e eu pedi pra eles se acalmarem por causa dos vizinhos fofoqueiros que depois ficam comentando.

Nisso, aparece o Lauti com uma camiseta do meu filho que ele achou no quarto:
- Qual é, mano? Deixa o povo viver – falou, com os olhos vermelhos de quem tinha fumado um baseado. Chegou perto de mim e me agarrou pela cintura.
- Tira minha camiseta, seu nojento! – gritou meu filho.

Nessa altura, o Esteban tava transtornado de raiva:
- A gente vai embora porque isso vai acabar mal – disse sem olhar pra gente. – Vou conseguir apoio psicológico pro Julián, e você não vai chegar perto dele. Você é um mau exemplo. Vou avisar a delegacia, sua drogada de merda!
- Qual é, seu careta? – rebateu o Lautaro. – A gente não incomoda ninguém, só curte a vida. Nunca ouviu sua mulher? Eu levo... Vida de merda do teu lado.
Nisso vejo o Julião fingindo pegar uma pedra e o Esteban tentando se jogar no Lautaro.
Nisso a vizinha passa e eles se fazem de bobos.
_ Vamos filho, isso não termina aqui, disse o Esteban de forma ameaçadora e subiram no carro.
Tchau Juli, se cuida, disse o Lauti como se estivesse debochando da situação enquanto passava a mão na minha bunda e ria alucinado.
Eu tava com os nervos a flor da pele, explodindo de raiva, entro, bato a porta quando o Lauti me abraça por trás e me diz:
_ Como me excita ver você discutindo com essa legging que marca sua bunda. Ele dizia sem tirar a mão das minhas nádegas.
Assim, coladinhos, ele me leva pro quarto do meu filho, sem tirar a camiseta dele, que eu tinha dado de aniversário.
Ele tira minha camiseta, me ajoelha na cama, ele sobe em cima dela, puxa a pica enorme ainda inchada e vermelha e abaixa o olhar na direção dela:
_ Me denuncia por sucção de pica, ele diz, segurando minha cabeça e guiando em direção à região genital dele.
Eu sorrio e começo a chupar a cabeça, dando beijinhos, depois no tronco e quando chego nos ovos já começo com lambidas.
Lautaro fecha os olhos e pergunta:
_ Qual é a pica maior e mais bonita que você comeu, Silvi? A do infeliz que foi embora?
Entre chupões com a boca cheia de pica, eu falo gaguejando:
_ Nãooo, a sua, gostoso, sinto que ela fica mais dura dentro da minha boca.
Quer que eu meta? Ou quer ir consolar seu filho? ele diz enquanto tira toda a roupa mas deixa só a camiseta.
_ Me fode, Lauti, por favor, eu digo num tom extasiado.
Eu fico de quatro, a cama do meu filho é pequena, ele puxa a cômoda e coloca na minha frente um porta-retrato que estou junto com meu filho.
_ Pra ele estar sempre presente, ele diz sorrindo e como se nada começa a bombar minha buceta.
Ele dá estocadas curtas mas rápidas, minha buceta tá bem escorregadia.
Enquanto continua me comendo, ele pega o quadro e coloca na minha cara, eu, de tanto tesão que Voei, comecei a dar chupadas no vidro.

— Olha como a mamãe fode. — gritava enquanto esfregava o dedo indicador no meu cu. — Esse rabo tá no ponto, mas vou te dar tempo, gosto das coisas que custam.

— Não para, continua, por favor. — eu tinha acabado, mas não tava satisfeita.

Nisso, ele me faz deitar de conchinha, tira a camiseta do meu filho, manda eu morder e mete em mim enquanto apalpava meus peitos.

Eu via que ele controlava os movimentos, tava curtindo pra caralho. A pélvis suada dele no meu booty me deixava doida.

Era uma imagem contrastante a que eu via no espelho: meu corpão, tenho 1,79 e peso 76, e a imagem dele, que é magrinho mas meio gordinho, se fundindo, se misturando no suor. Eu não queria desgrudar dele até que ele fala:

— Usa a buceta da sua mãe, Silvi, abre a boca.

Eu fiquei na mesma posição, abri a boca e ele apontou o pau ereto pra lá.

— Toma tudo, Silvi.

Obedeço e começo a sentir aquele leite fervendo jorrar na minha garganta.

Sai um fluxo enorme, eu bato uma e chupo o resto.

Lauti pega o quadro que a gente tinha deixado, limpa o pau e manda eu beijar ele.

Faço o que ele manda, passo a língua toda e depois continuo chupando até ele amolecer, mas ainda fica inchado e borrachudo.

— Primeiro a família. — ele fala antes de ir pro banheiro.

Fico escarrapachada na cama, pego o celular e minha irmã me manda zap: diz que arrumou um salão pra festejar as bodas de ouro dos meus pais.

Respondo seca: ok, vou com o Lauti.

(Outra treta de família a caminho, pensei enquanto ia pro banheiro.)

Entro no chuveiro, Lauti tava ensaboando o pau. Falo do convite e ele responde:

— Vamos, Sil, de uma vez. Primeiro a família. — repete enquanto faz sinal pra eu chupar ele...

CONTINUA...

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