La chica del super

Era domingo e, como todo domingo, acordei tarde, tipo umas 12:00 mais ou menos, e decidi ir comprar umas coisas no mercado. Quando já tava lá com minhas compras na mão, na fila pra pagar, notei que a gostosa linda que tava na minha frente na fila de vez em quando virava pra me olhar e, quando eu percebia, ela sorria e olhava pra frente de novo. Quando vi isso, olhei pra direita, peguei o produto mais caro e falei alto: "Nossa, como tá caro esse tomate" (pra ela me responder algo). E foi assim que ela respondeu e a gente começou a conversar. Uma coisa levou à outra e ela acabou me contando que é nova no bairro e na cidade, que o nome dela é Daira e que não conhece ninguém. Essa é minha chance (pensei). A gente se deu tão bem que, quando ela pagou, ela me esperou pra ir embora junto, já que a gente tinha que fazer o mesmo caminho. Depois de caminhar e conversar por umas três quadras, a gente chegou na minha casa. Eu: "Bom, essa é minha casa. Quer entrar?" Dai: "Sim, vou entrar. O que você vai fazer comigo?" (Com carinha de safada). Eu: "Entra e a gente vê." Dai: "Ai, que misterioso" (num tom sexy e debochado, enquanto passava a mão no meu volume). Já dentro de casa, ela sentou no sofá da sala, e o olhar dela já era outro: me olhava com vontade de me devorar, e eu com vontade de devorar ela. Eu: "Quer algo pra beber?" Dai: "Não, vem cá, eu quero isso" (e apontou pro meu volume com o dedo, de unhas longas vermelhas). Eu me aproximei e ela desabotoou minha calça e começou a chupar minha pica como nunca tinham chupado antes. Ela usava muito a língua pra estimular minha cabeça, lubrificou tudo com a saliva dela, chupou por um bom tempo. Dai: "Ai, mas que pica gostosa, papai." Eu: "Você gosta, putinha?" Dai: "Adoro, quero toda a porra." Dai: "Me fode, papai." Ela tirou a roupa e ficou completamente nua, eu também tirei a minha e a gente se beijou com força, com muita safadeza. Chupei aqueles peitos lindos dela, usei a palavra: buceta, e quando a coisa já tava pegando fogo de tanta safadeza, ela abriu as pernas e eu enfiei minha pica nela. Dai: "Isso, papai, me fode forte, sou sua putinha, me dá. Vai fundo assim, vagabunda, geme que eu adoro. Dai—usa minha buceta, seu depósito de porra, papai. Dai—goza toda em mim, enche minha buceta de porra quente. E aí a gente transou por um bom tempo até que ela me deu a raba. Dai—faz na minha raba e goza tudo em mim, papai. Meti de uma vez, bruscamente, e ela gritou de prazer e dor, mas pedia mais e mais até que de repente. Eu—vai, Dai, que vou encher sua raba. Dai—sim, goza logo (gozando). Eu—toma, vagabunda (o cu dela transbordava de porra). Dai ficou exausta, deitada no sofá, enquanto eu peguei um copo d'água pra ela e fui tomar banho. Quando saí do chuveiro, ela entrou e, ao sair, me disse: "obrigada por tudo", me beijou e foi embora. Hoje em dia a gente se encontra pra foder dia sim, dia não, ou quando dá vontade, e temos uma relação muito boa de amizade com benefícios. Espero que tenham gostado do relato. Valeu por ler.

2 comentários - La chica del super

En que barrio o ciudad vivis ? Me quiero mudar ahi !!! Asi me levantan las minas en la cola del super y me garchan a los 15/20 minutos !!!
Es una historia, para usar la imagunacion, no todo lo que esta en poringa es real, saludos