Fui fazer uns corres em Flores depois do trampo. Quando me liberei, lembrei que na época que morava pela região de Carabobo era um puta point de pegação. Então resolvi dar uma passada pra ver qual era. E sim! O point tava fervendo! Tinha um cara loirinho no mictório mais externo, um cara fortão de barba fechada estilo peão no outro, e um mano com cara de Pachamama num dos boxes. Entrei no que tava vazio. O loirinho era meu alvo, mas o peão também era uma excelente opção. O loiro me olhou desde que entrei, mas por essas coisas do point, com gente entrando e saindo, o mano acabou indo embora depois de 2 ou 3 que passaram sem graça nem nada. Ficamos eu, o peão e o altiplano. Não peguei a vibe de nenhum dos dois. Fiquei no mictório, mostrei a rola, quis ver a do peão, mas ele meio que escondia... Mas era óbvio que os dois estavam no pique. Nunca trocamos uma palavra. Cansei de tentar decifrar e fui embora. Pouco depois que desci pra plataforma, o peão desceu também. E não tirava os olhos de mim. Subiu no vagão comigo e ficou de frente pra mim. Comecei a passar a mão no volume, e o cara se lambia sem disfarce. Então continuei nesse jogo o resto da viagem, até chegar na minha estação. Ele desceu atrás de mim. Vinha andando na surdina, uns passos atrás, até eu chegar no meu prédio. Abri a porta, ele parou do meu lado, e nessa uma vizinha desceu. "Boa tarde", cumprimentei. Deixei ela sair e entrei, deixando ele passar também, mas pra dentro. Subimos no elevador, e aí sim ele pegou na minha rola na hora e começou a me beijar. Tirei a mão dele e afastei um pouco. Não precisava gastar toda a munição de uma vez na viagem de elevador. Entramos. Ele voltou com tudo nos beijos, mas dessa vez não pegou na minha rola, só tentava passar a mão na minha bunda e me abraçar pra ficar de agarramento. Tirei os braços dele de trás de mim, e segurando ele pelo pulso, coloquei a mão dele na minha rola. Ele começou a desabotoar meu cinto e o zíper. enquanto continuava me beijando, coisa que eu respondia sem muito entusiasmo. Assim que soltou minha pica, peguei ele pelos ombros e fiz ele descer. De primeira, deixei ele chupar por 2 segundos, pra ele provar e se familiarizar. Ao mesmo tempo, ele com as mãos tentava dedar meu cu. E eu pensando naquelas lambidas que ele dava, na vontade de comer pica que ele mostrava ter, falei pra mim mesmo "agora não vem se fazer de ativo, porque você tava morrendo de vontade de se engasgar com minha pica". Então no terceiro segundo, agarrei ele pela nuca e enfiei até o esôfago, começando a meter na garganta dele com força. Ele aguentava de boa. Boquete quentinho, molhado e sem dentes. Bombeei umas quantas vezes sem soltar, até que um pouco de piedade bateu, e pensei "quando eu chupo pica, curto pra caralho, mas quando engasgo já não curto tanto" e soltei ele, pra ele respirar um pouco. Mas não, soltei e ele continuava engasgando firme e forte, seguindo o ritmo que eu marcava quando segurava ele pela nuca. Então continuei fodendo a traqueia dele por mais um tempo. De vez em quando ele reclamava como se quisesse parar, mas eu não ligava. Se ele queria tanto chupar minha pica, que aguentasse. Aí comecei a dedar ele, e ele soltou uns gemidinhos. Só falei "shh" bem baixinho, e continuei tampando as cordas vocais dele com pica. Aquele cu pedia guerra... Parei ele, ele tentou me beijar de novo, mas virei ele e comecei a dar por trás. Dei uma leve cabeçada, mas queria fazer as coisas direito. Sentei no sofá com as pernas abertas e, segurando ele pelo pescoço, mostrei o caminho de novo. Aí, enquanto combinava chupada de pica com foda de garganta, peguei uma camisinha da minha bolsa que tava largada no sofá. Deixei ele chupar pica mais um pouco, e depois sim, parei ele, coloquei ele contra a parede de costas pra mim, vesti a camisinha e enfiei de uma vez. O puto começou a gemer, mas não queria ouvir nada, assim como ele só ouviu o "boa tarde" que eu falei pra vizinha do meu prédio. Então Tapa a boca dela, primeiro com a palma da minha mão, e depois enfiando os dedos na boca dela pra ela se acalmar chupando. Ficamos assim por um tempo, mas eu queria meter mais fundo. Aí fiz ela ficar de quatro no sofá, e nessa hora, entre a bombada e ela abrindo a bunda, foi foda! Tudo pra dentro, até as bolas! Metia sem parar, e ela continuava querendo gemer, e eu continuava tapando a boca dela. De vez em quando ela queria bater uma, mas eu tirava a mão. Dessa vez, o único que ia gozar de verdade aqui era eu. Foi nisso que pensei enquanto comia ela, se eu metia por um bom tempo segurando a gozada, ou se no primeiro sinal eu enchia a camisinha dela de porra... E escolhi a segunda opção. Assim que senti o leite vindo, nem fingi que ia segurar. Deixei rolar até explodir bem dentro daquele cu fechadinho, grande e liso. Foi o único momento em que me permiti fazer barulho, pra gemer como a ocasião e o prazer que eu tava sentindo mereciam. Não esperei nem mais um segundo. Tirei de dentro, tirei a camisinha, joguei fora, subi a calça, me ajeitei, e fiquei perto da porta. Ela queria continuar me beijando, mas pra ser mais claro, abri a porta na cara dela. Desci, abri a porta da saída, e deixei ela ir embora. Sem falar um "oi" durante todo o processo. Sem soltar uma única palavra.
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