Mãe Prestativa Gostosa

Espero que vocês estejam bem. Eu, surpreso, tô num relacionamento há vários anos e temos duas filhas de 18 e 14 anos. A gente vai pra um clube em família praticar vários esportes. Minha parceira Ana tem 42 anos e é uma deusa fisicamente: cabelo loiro comprido, olhos claros, um sorriso safado, pernas lindas, uma bunda que é uma bunda e uns peitos que ela sabe como mostrar. Eu sou mais velho que ela, bem comum, nada dotado, lerdo e bonachão.

No clube, entre as famílias amigas, tem o Héctor e a Silvia, que têm três filhos: João de 21, Marcelinho de 17 e José de 14. O Marcelinho, que é o foco da história, ficou muito grudado na Ana e chama ela de "mãe postiça" (abraça, empurra, sempre tem algum contato físico). O Marcelinho de 17 anos já tem porte de jovem, malha na academia, é todo definido, mas inocente (pelo menos eu achava).

A mãe do Marcelinho, Silvia, pediu pra Ana se ela podia buscar ele na escola e levar pro clube. Naquele dia, eu tava trabalhando de casa, então não dava pra ir. Ana me perguntou se não tinha problema ela buscar o Marcelinho e levar pro clube, e de quebra bater um papo com a Silvia. Falei que sem problema. A Silvia tinha dado a roupa pro Marcelinho trocar. Até aí, nada de estranho, até que eu vi ela indo tomar banho pra buscar o Marcelinho. Ela vestiu uma calcinha fio-dental minúscula, um top tipo tomara-que-caia e um vestido curto florido daqueles que, se o vento bater, levanta e deixa tudo à mostra. Estranho, né? (Pô, eu vendo ela assim, já fiquei de pau duro, imagina o Marcelinho). Ana falou: "Vou indo, fica tranquilo, mais tarde volto, vou te avisando. Vou dar um oi pra ele no carro." E o vestido não deixava nada pra imaginação.

Isso, Ana contou num chat pra uma amiga (eu trabalho com sistemas de informática, então dei um jeito de ver as mensagens dela). Ana pra amiga: "Vou te contar com todos os detalhes o que aconteceu e realizei minha fantasia com o Marcelinho, o filho da Silvia... Então, a Silvia me pediu pra buscar o Marcelinho (minha fraqueza, já me masturbei várias vezes pensando nele). Passou tudo pela minha cabeça e... Cumpri. O Adrian não pôde me acompanhar porque tava trabalhando e, sinceramente, ele é tão bonzinho que nem percebeu nada. A Silvia me deu a roupa pra ele trocar e me contou que o Marcelito, pra ir pra escola, não usa cueca, só a calça (coisa de jovem, disse a mãe). Fiquei ainda mais excitada pensando na pica roçando na calça, com aquela idade, o pau duro o dia inteiro. Fui tomar banho e aproveitei pra me depilar toda (me masturbei enquanto tomava banho). Terminei de me lavar e coloquei uma calcinha fio dental preta que não cobria nada (passei creme em tudo, até no furinho do cu, já sabe que tá tudo depilado). Um top tipo faixa que marcava os bicos dos peitos e um vestido florido mini. O Adrian nem me olhou, mas ele é assim. Tenho o Marcelito no WhatsApp, então mandei uma mensagem dizendo que ia buscá-lo a pedido da mãe, e ele me respondeu com uma carinha com corações. Saí pelo portão das oficinas. Quando ele saiu, não consegui evitar de olhar pro volume e vi que alguma coisa tava marcando. Ele veio andando tranquilo, subiu no carro e me disse: "Oi, mãe, como você tá linda!" Aí eu respondi: "Obrigada, filho, Marcelito", e dei um beijo quase na boca dele. Percebi que ele ficou nervoso, mas tudo bem. Ele sentou na frente, de máscara e com as pastas da escola no colo. O Marcelito ficava olhando minhas pernas como se tivesse hipnotizado. Dei a partida e, duas quadras depois, parei. Tirei as pastas dele e coloquei no banco de trás; nesse movimento, roçei minha mão no pinto dele (que tava duro) e deixei ele ver meus peitos. Disfarcei e continuei dirigindo, notei que a pica tava saindo da calça. Olhei pra ele, sorri, perguntei o que tava rolando. Ele respondeu: "Me desculpa, não conta nada pra minha mãe." Sorri de novo como uma puta e falei: "Não tem problema." Perguntei se ele já tinha estreado, e ele disse que sim, com uma vizinha mais velha, aos 16. Perguntei se ele batia punheta, ele falou que quase todo dia e que várias vezes tinha pensado em mim (sem vergonha total). Me apressou: se eu perguntasse, ele respondia sem rodeios... Perguntei o que ele gostava em Pra mim, ele disse que a bunda e a boca eram demais, que eu tinha um olhar de quem tava afim de pica (agora eu entendia o que ele queria dizer). Que a legging ficava pintada em mim e que toda vez que podia, quando me abraçava, tentava roçar ou me tocar (eu já tinha percebido e facilitava pro safado). Perguntei quanto tempo fazia que ele não comia ninguém, ele respondeu que fazia 15 dias, mas que tava com vontade de chuparem a pica dele. E tirou a pica da calça, sem vergonha nenhuma. Falei pra ele guardar enquanto eu procurava um lugar discreto antes de chegar no clube. Ele já se soltou e perguntou se eu ia engolir o leite dele. Eu ri e falei que sim, até a última gota. Tem uma rua de terra e um bosque bem antes de chegar no clube. Parei lá, levantei os vidros que são escuros, reclinei o banco dele pra trás e ele abaixou a calça, deixando a pica dele de fora (não muito grande, mas bem dura). Eu baixei o vestido, deixando meus peitos de fora. Ele ficou louco, apertava e passava a língua, até que eu falei que isso era só um aperitivo. Desci até a pica dele, que já tava escorrendo leite. Peguei com a mão, deixando a cabeça brilhando, passei a língua saboreando aquelas gotas e comecei a chupar ele, apertando as bolas dele, batendo uma punheta. Não durou muito, senti um pequeno espasmo, saiu o primeiro jato, o segundo, e eu engoli tudo. Ele ficou exausto, e eu satisfeita com todo aquele leite... Ele se trocou e eu levei ele pro clube. Naquele dia, ele foi chamado a atenção por estar lento no futebol... Quando cheguei em casa, meu bonachão ainda tava trabalhando... Bom, foi tudo isso que a Ana contou pra amiga dela... Vêm mais histórias por aí...

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