Olá, tudo bem, amigos? Quero contar pra vocês sobre a primeira vez que usei um macho e minha rápida iniciação no mundo sissy. Tudo começou depois de uma bronca da minha mãe, porque eu estava com notas muito ruins e eu tinha muita vontade de chorar. E depois de uns tapas fortes, a coisa não parou por aí. Minha mãe, na lógica dela, como eu era muito chorão, achou que eu acabaria me vestindo de mulher. Então, ela me colocou um vestido da minha irmã mais velha, daqueles que ela não usava mais, como parte da bronca e da forte repressão que ela fez comigo.
Mas a coisa não parou por aí. Ela me fez ficar com o vestido o dia inteiro. E toda vez que eu passava na frente do espelho, percebia que não ficava tão mal. Na minha inocência, pensei que talvez eu fosse mesmo uma maricona chorona. O castigo terminou antes do meu pai chegar do trabalho e me ver daquele jeito. Mas, desde aquele dia, comecei a gostar de me vestir de menina escondido, sempre que estava sozinho em casa. Até evitava sair com a família para passar esses momentos a sós.
O que eu não imaginava é que um dia, quando todos foram para a casa da minha avó no aniversário de um tio, iam arrebentar a minha bunda pequena. Pouco depois de todos irem embora, eu me transformei numa menina. Naquela época, eu era muito novo para ter traços masculinos definidos. Digamos que eu era mais assexuado, e quando me vestia de menina, parecia mesmo uma. E devo dizer que, vindo de uma família onde as mulheres têm bundão, eu não ficava atrás. Tinha umas boas nádegas bem empinadas e arrebitadas. Sou moreninha, mas naquela época meu tom de pele era mais claro. Nesse dia, lembro que coloquei uma saia colegial violeta com umas lindas meias de renda pretas. Combinei a parte de cima com uma blusa também violeta e um colete preto por cima. Coloquei uma peruca loira que minha irmã tinha usado num carnaval. Me maquiei do jeito que dava, com o que sabia: só passei blush, umas pintinhas nas bochechas, batom, uma sombra nos olhos, curvei os cílios e passei rímel. Sapatos era complicado porque eu gostava de usar tênis, mas ainda não sabia andar muito bem. Só que era isso que eu praticava sozinha em casa. Devo dizer que sempre me ligava pra ninguém chegar, e se viesse alguém, eu me metia no banho o mais rápido possível e jogava minha roupa e minhas coisas no meu caiado secreto debaixo da cama. O mais importante pra mim era me sentir gostosa. Mas devo dizer que naquela época eu só gostava de me vestir, nunca senti desejo sexual por homens. Só que a coisa mudou rápido quando, sem querer, encontrei uma revista de adulto que era da minha irmã mais velha e, principalmente, tinha caras super dotados. Definitivamente, me apaixonei por paus e não fazia nada além de imaginar que eu chupava aqueles homens, porque vi que era isso que as mulheres das revistas faziam — isso e se deixar penetrar. E concluí que eu também tinha por onde, e assim fantasiava. Bom, mas naquele dia do aniversário, meu momento ia chegar, e olha que eu não esperava, porque sem nenhum aviso a porta da rua se abriu, coisa que normalmente não acontecia, já que o carro do meu pai sempre fazia barulho porque ele deixava do lado de fora e depois descia pra abrir o portão. Naquele dia não foi assim: só abriu, sem aviso. Era um sábado à tarde. E, bom, depois que a porta se abriu, entrou o seu Martin, um pedreiro que tinha acabado de conversar com meu pai pra começar a reforma da casa. O que ele fez foi arrumar uns paletes, porque depois chegou uma caminhonete com cimento e material. Eu fiquei assustada, mas depois vi do que se tratava e que talvez ele não entrasse nos quartos, porque só tinha chave pra entrar no quintal. Me senti à vontade vendo da janela, escondida, aqueles homens fortes, e imaginava mil e uma coisas, mas ainda não era nada, eu era muito tímida pra buscar algo assim. Mas algo mais, uma troca de olhares, aconteceu: os homens foram embora e ficou o Martin, um senhor já velho, lá pelos 60, barrigudo e com barba mal feita. Ele ficou pra tampar o material e depois eu parei de vê-lo. Aí me espiei pra ver onde ele estava. Eu tava achando que ele não tinha percebido, porque eu tava de salto alto e, de repente, sentei pra descansar. Quando levantei e olhei, levantando a cortina de leve, não vi ele, aí levantei mais e qual foi minha surpresa: vi ele mijando num cantinho e vi o pinto inteiro dele. Ele percebeu pelo movimento que fiz com a cortina, aí eu abaixei rápido, mas a maldade já tava feita. Na hora, o senhor bateu na porta e disse que mandaram ele me entregar as chaves — depois ele confessou que foi mentira, porque ele já tinha recebido o jogo de chaves do pátio pra poder trabalhar. Eu não sabia disso e achei que tinha que pegar as chaves, mas tava com tanta vergonha que pensei que ele não ia perceber que eu não era menina e ia se confundir depois. Aí criei coragem e agi como mocinha, achando que ele não ia notar nada. Mas foi meu erro pensar isso, porque ele me viu e disse: "Não sabia que o senhor tinha duas filhas. Como você se chama, mocinha?" E só me ocorreu trocar meu nome de Alejandro pra Alejandra. Ele ficou me encarando, eu fiquei nervosa, e ele disse: "Que estranho, eu lembro que seu pai falou pra deixar as chaves com meu 'filho' Alejandro, mas talvez eu tenha ouvido errado, né, mocinha?" E completou: "Por sinal, você tá muito linda, hein, mocinha, que gostosa você é." E começou a passar a mão no próprio pau e perguntou: "Me diz, você gostou do que viu?" Enquanto ele se tocava, veio na minha mente a imagem do pau dele mijando, das revistas e das mulheres chupando. Por fim, eu disse que sim, e na hora ele tirou o pau pra fora e perguntou — já nem sei pra quê, já que tava tudo de fora —: "Você quer ver, mocinha?" E eu já tava de olho bem fixo naquela ferramenta, era óbvio que sim. Só me abaixei e fiz o que via nas revistas: chupei ele com toda a vontade que já tinha. Aí ele disse: "Ai, ai, calma, minha mocinha, não vou embora, pode ter certeza, só vou quando terminar o serviço." E nisso, ele meteu a mão na minha bunda e depois na frente, e falou: aaaaah, pedaço de puta que você é, puta. Você tem sua namoradinha, mas gostou mais de ser uma puta. E eu vou te ensinar muito bem, docinha, ele me disse. A partir daí, só me deixou com termos femininos e bem picantes e safados. Ele me fez a puta que sou e me deu o tratamento que eu merecia, porque assim que terminei de chupar ele, ele me virou e me empurrou com força na cama dos meus pais. Ele baixou minhas meias e baixou minha calcinha de menina, molhou os dedos e começou a dedar meu cuzinho, cuspindo saliva nele. E sem aviso, ele enfiou com toda a força do peso dele o pau inteiro, e eu queria chorar e esperneava pra me soltar, mas não conseguia com o peso dele. E ele me dedicava palavras sodomizantes tipo... É isso que você queria, não é, puta? Quer ser uma puta, não é? Então agora você vai ser uma bem feita e vai me agradecer. E ele colocou minhas mãos nas costas enquanto me comia com força até eu parar de chorar como a maricona que sou. E aí comecei a gostar pra caralho. Depois ele ficou mais louco, e nisso senti uma coisa estranha entrando no meu cuzinho, e era ele me enchendo de porra. E ele ficou grudado um tempinho, depois se soltou, e só se ouviu aquele barulho de rolha de sidra, e eu fiquei como se nada. Nisso ele se jogou na cama e, com a mão na minha nuca, me colocou pra chupar ele de novo e disse... Que fique bem limpinha, puta. Já vou começar a te ensinar a não meter esses dentões. E zaz, ele tira o pau da minha boca e me dá um tapa na boca, e diz: se tem uma coisa que as putas do seu estilo devem ser boas é em chupar pinto, e se você continuar metendo os dentes, nunca vai conseguir. E terminando de dizer isso, ele me empina de novo e, depois de uma leve luta, tira o pau de novo e me dá outro tapa, e diz: fogo, força, você tem que ser uma puta de garganta profunda, isso é muito bom pra você, minha putinha, e obedece, garota. E ele me empinou de novo, agora com mais força, e eu não tinha que resistir, só deixar ele me ensinar. Daí a pouco senti ele de novo bem duro, e ele me deitou de barriga pra cima e disse: abre as pernas. Ela colocou minhas perninhas no ombro dela e começou a meter forte, forte, mais forte, e depois de uma fodida gostosa naquela posição, ela saiu e correu pra chegar na minha boca. Depois de uma punhetinha da parte dela e eu chupando os ovão dela como ela mandou, ela me deu pra provar o leite pela primeira vez. Encheu minha carinha de porra e até na minha boquinha, quando consegui abrir, caiu bastante, e eu fiquei saboreando na boca porque não foi fácil de engolir, mas isso só fez o gosto ficar mais forte. No final, deixou um sabor ainda mais intenso. Depois disso, ela se levantou, se vestiu rápido e foi embora. Disse que meu pai tinha convidado ela pra festa e que eu me lembrasse se não quisesse ir, coisa que, mesmo querendo, depois percebi que não dava, porque quando o calor passou, fiquei com uma dor danada que não conseguia andar nem ficar deitada de barriga pra cima. Naquele dia, fiquei um tempinho pensando em ir mais tarde, mas logo percebi que era inútil, porque doía até a alma. Fiquei vestida de menina por mais um tempo e depois fui tomar banho, e da minha bundinha saía todo o leite do Seu Martin. Fui dormir, e por causa da dor, peguei um resfriado que foi útil — e olha que serviu de desculpa pra não ir pra escola nem na segunda nem na terça. Passei a maior parte do tempo deitada, mas de shortinho e por baixo da minha calcinha de menina. E a partir daí, comecei a usar camisolas pra dormir que pareciam mini-saias, e depois fui trocando por cores mais claras até chegar nos tons pastel. O que aconteceu depois com o senhor, posso continuar contando, amigos, se vocês quiserem.
Mas a coisa não parou por aí. Ela me fez ficar com o vestido o dia inteiro. E toda vez que eu passava na frente do espelho, percebia que não ficava tão mal. Na minha inocência, pensei que talvez eu fosse mesmo uma maricona chorona. O castigo terminou antes do meu pai chegar do trabalho e me ver daquele jeito. Mas, desde aquele dia, comecei a gostar de me vestir de menina escondido, sempre que estava sozinho em casa. Até evitava sair com a família para passar esses momentos a sós.
O que eu não imaginava é que um dia, quando todos foram para a casa da minha avó no aniversário de um tio, iam arrebentar a minha bunda pequena. Pouco depois de todos irem embora, eu me transformei numa menina. Naquela época, eu era muito novo para ter traços masculinos definidos. Digamos que eu era mais assexuado, e quando me vestia de menina, parecia mesmo uma. E devo dizer que, vindo de uma família onde as mulheres têm bundão, eu não ficava atrás. Tinha umas boas nádegas bem empinadas e arrebitadas. Sou moreninha, mas naquela época meu tom de pele era mais claro. Nesse dia, lembro que coloquei uma saia colegial violeta com umas lindas meias de renda pretas. Combinei a parte de cima com uma blusa também violeta e um colete preto por cima. Coloquei uma peruca loira que minha irmã tinha usado num carnaval. Me maquiei do jeito que dava, com o que sabia: só passei blush, umas pintinhas nas bochechas, batom, uma sombra nos olhos, curvei os cílios e passei rímel. Sapatos era complicado porque eu gostava de usar tênis, mas ainda não sabia andar muito bem. Só que era isso que eu praticava sozinha em casa. Devo dizer que sempre me ligava pra ninguém chegar, e se viesse alguém, eu me metia no banho o mais rápido possível e jogava minha roupa e minhas coisas no meu caiado secreto debaixo da cama. O mais importante pra mim era me sentir gostosa. Mas devo dizer que naquela época eu só gostava de me vestir, nunca senti desejo sexual por homens. Só que a coisa mudou rápido quando, sem querer, encontrei uma revista de adulto que era da minha irmã mais velha e, principalmente, tinha caras super dotados. Definitivamente, me apaixonei por paus e não fazia nada além de imaginar que eu chupava aqueles homens, porque vi que era isso que as mulheres das revistas faziam — isso e se deixar penetrar. E concluí que eu também tinha por onde, e assim fantasiava. Bom, mas naquele dia do aniversário, meu momento ia chegar, e olha que eu não esperava, porque sem nenhum aviso a porta da rua se abriu, coisa que normalmente não acontecia, já que o carro do meu pai sempre fazia barulho porque ele deixava do lado de fora e depois descia pra abrir o portão. Naquele dia não foi assim: só abriu, sem aviso. Era um sábado à tarde. E, bom, depois que a porta se abriu, entrou o seu Martin, um pedreiro que tinha acabado de conversar com meu pai pra começar a reforma da casa. O que ele fez foi arrumar uns paletes, porque depois chegou uma caminhonete com cimento e material. Eu fiquei assustada, mas depois vi do que se tratava e que talvez ele não entrasse nos quartos, porque só tinha chave pra entrar no quintal. Me senti à vontade vendo da janela, escondida, aqueles homens fortes, e imaginava mil e uma coisas, mas ainda não era nada, eu era muito tímida pra buscar algo assim. Mas algo mais, uma troca de olhares, aconteceu: os homens foram embora e ficou o Martin, um senhor já velho, lá pelos 60, barrigudo e com barba mal feita. Ele ficou pra tampar o material e depois eu parei de vê-lo. Aí me espiei pra ver onde ele estava. Eu tava achando que ele não tinha percebido, porque eu tava de salto alto e, de repente, sentei pra descansar. Quando levantei e olhei, levantando a cortina de leve, não vi ele, aí levantei mais e qual foi minha surpresa: vi ele mijando num cantinho e vi o pinto inteiro dele. Ele percebeu pelo movimento que fiz com a cortina, aí eu abaixei rápido, mas a maldade já tava feita. Na hora, o senhor bateu na porta e disse que mandaram ele me entregar as chaves — depois ele confessou que foi mentira, porque ele já tinha recebido o jogo de chaves do pátio pra poder trabalhar. Eu não sabia disso e achei que tinha que pegar as chaves, mas tava com tanta vergonha que pensei que ele não ia perceber que eu não era menina e ia se confundir depois. Aí criei coragem e agi como mocinha, achando que ele não ia notar nada. Mas foi meu erro pensar isso, porque ele me viu e disse: "Não sabia que o senhor tinha duas filhas. Como você se chama, mocinha?" E só me ocorreu trocar meu nome de Alejandro pra Alejandra. Ele ficou me encarando, eu fiquei nervosa, e ele disse: "Que estranho, eu lembro que seu pai falou pra deixar as chaves com meu 'filho' Alejandro, mas talvez eu tenha ouvido errado, né, mocinha?" E completou: "Por sinal, você tá muito linda, hein, mocinha, que gostosa você é." E começou a passar a mão no próprio pau e perguntou: "Me diz, você gostou do que viu?" Enquanto ele se tocava, veio na minha mente a imagem do pau dele mijando, das revistas e das mulheres chupando. Por fim, eu disse que sim, e na hora ele tirou o pau pra fora e perguntou — já nem sei pra quê, já que tava tudo de fora —: "Você quer ver, mocinha?" E eu já tava de olho bem fixo naquela ferramenta, era óbvio que sim. Só me abaixei e fiz o que via nas revistas: chupei ele com toda a vontade que já tinha. Aí ele disse: "Ai, ai, calma, minha mocinha, não vou embora, pode ter certeza, só vou quando terminar o serviço." E nisso, ele meteu a mão na minha bunda e depois na frente, e falou: aaaaah, pedaço de puta que você é, puta. Você tem sua namoradinha, mas gostou mais de ser uma puta. E eu vou te ensinar muito bem, docinha, ele me disse. A partir daí, só me deixou com termos femininos e bem picantes e safados. Ele me fez a puta que sou e me deu o tratamento que eu merecia, porque assim que terminei de chupar ele, ele me virou e me empurrou com força na cama dos meus pais. Ele baixou minhas meias e baixou minha calcinha de menina, molhou os dedos e começou a dedar meu cuzinho, cuspindo saliva nele. E sem aviso, ele enfiou com toda a força do peso dele o pau inteiro, e eu queria chorar e esperneava pra me soltar, mas não conseguia com o peso dele. E ele me dedicava palavras sodomizantes tipo... É isso que você queria, não é, puta? Quer ser uma puta, não é? Então agora você vai ser uma bem feita e vai me agradecer. E ele colocou minhas mãos nas costas enquanto me comia com força até eu parar de chorar como a maricona que sou. E aí comecei a gostar pra caralho. Depois ele ficou mais louco, e nisso senti uma coisa estranha entrando no meu cuzinho, e era ele me enchendo de porra. E ele ficou grudado um tempinho, depois se soltou, e só se ouviu aquele barulho de rolha de sidra, e eu fiquei como se nada. Nisso ele se jogou na cama e, com a mão na minha nuca, me colocou pra chupar ele de novo e disse... Que fique bem limpinha, puta. Já vou começar a te ensinar a não meter esses dentões. E zaz, ele tira o pau da minha boca e me dá um tapa na boca, e diz: se tem uma coisa que as putas do seu estilo devem ser boas é em chupar pinto, e se você continuar metendo os dentes, nunca vai conseguir. E terminando de dizer isso, ele me empina de novo e, depois de uma leve luta, tira o pau de novo e me dá outro tapa, e diz: fogo, força, você tem que ser uma puta de garganta profunda, isso é muito bom pra você, minha putinha, e obedece, garota. E ele me empinou de novo, agora com mais força, e eu não tinha que resistir, só deixar ele me ensinar. Daí a pouco senti ele de novo bem duro, e ele me deitou de barriga pra cima e disse: abre as pernas. Ela colocou minhas perninhas no ombro dela e começou a meter forte, forte, mais forte, e depois de uma fodida gostosa naquela posição, ela saiu e correu pra chegar na minha boca. Depois de uma punhetinha da parte dela e eu chupando os ovão dela como ela mandou, ela me deu pra provar o leite pela primeira vez. Encheu minha carinha de porra e até na minha boquinha, quando consegui abrir, caiu bastante, e eu fiquei saboreando na boca porque não foi fácil de engolir, mas isso só fez o gosto ficar mais forte. No final, deixou um sabor ainda mais intenso. Depois disso, ela se levantou, se vestiu rápido e foi embora. Disse que meu pai tinha convidado ela pra festa e que eu me lembrasse se não quisesse ir, coisa que, mesmo querendo, depois percebi que não dava, porque quando o calor passou, fiquei com uma dor danada que não conseguia andar nem ficar deitada de barriga pra cima. Naquele dia, fiquei um tempinho pensando em ir mais tarde, mas logo percebi que era inútil, porque doía até a alma. Fiquei vestida de menina por mais um tempo e depois fui tomar banho, e da minha bundinha saía todo o leite do Seu Martin. Fui dormir, e por causa da dor, peguei um resfriado que foi útil — e olha que serviu de desculpa pra não ir pra escola nem na segunda nem na terça. Passei a maior parte do tempo deitada, mas de shortinho e por baixo da minha calcinha de menina. E a partir daí, comecei a usar camisolas pra dormir que pareciam mini-saias, e depois fui trocando por cores mais claras até chegar nos tons pastel. O que aconteceu depois com o senhor, posso continuar contando, amigos, se vocês quiserem.
0 comentários - O Daddy que arrombou minha bucetinha