Minha namorada e a bunda irresistível dela 😏

Hoje vou contar pra vocês uma das histórias que aconteceu com a gente não faz muito tempo e que nos deixa muito excitados só de lembrar.
Por sorte, nunca tive problemas com os carros que tive. É verdade que nunca fui de usar muito e que trocava eles com poucos quilômetros, então não sabia o que era levar na oficina, só nos serviços autorizados. Mas como em tudo, sempre tem uma primeira vez.
Num sábado de manhã, a gente tinha decidido ir visitar uns parentes que moram a uns 100 quilômetros daqui. Mas tivemos que cancelar, o carro não quis pegar. Nunca imaginamos que a amargura e a raiva daquele momento iam acabar numa das situações mais excitantes que já vivemos.
Enquanto minha esposa ligava pros parentes pra explicar o que tinha acontecido, eu saí pra procurar alguém que pudesse resolver o problema pra gente.
Fazia uns meses que tinha aberto uma oficina a umas 3 quadras de casa. Não tinha nenhuma referência deles, mas também não conhecia outro lugar, então fui pra lá pedir ajuda.
Quando cheguei, fiquei surpreso de ver o tamanho que era e a quantidade de carros. Ocupava uma área enorme e tinha umas 10 pessoas trabalhando entre a parte de mecânica e de funilaria e pintura.
Assim que cruzei a porta de entrada da oficina, um moleque me recebeu.
— Meu nome é Carlos, em que posso ajudar o senhor? — ele me perguntou todo educado.
Carlos devia ter uns 35 anos, pele morena, corpo magro mas bem musculoso. Tava vestindo uma regata branca e uma calça cinza, os dois cheios de manchas de graxa, o que deixava ele com uma aparência bem nojenta.
— Oi, meu nome é Jorge e eu queria falar com o responsável, eu disse.
– Siga-me, por favor.
Atravessamos o local todo até chegar a um escritório pequeno que ficava lá no fundo.
– Senta aí que já aviso o patrão.
Agradeci e sentei numa cadeira atrás de uma mesa cheia de papéis, revistas de mecânica e umas ferramentas.
O escritório era típico de uma oficina. Era “decorado” com pôsteres de carros e, principalmente, de mulheres peladas em poses bem gostosas. Parei numa morena que estava de costas, empinando a bunda pra fora. Imaginei quantas punhetas os mecânicos já tinham batido pra aquele pôster e, automaticamente, me veio a imagem da minha esposa naquela posição, parada na frente dos mecânicos. Um arrepio fodido percorreu minhas costas inteiras, a ponto de eu ter uma ereção na hora.

Minha namorada e a bunda irresistível dela 😏




Que pedaço de buceta, hein?, ouvi atrás de mim.
— Como consegui recuperar o fôlego, virei a cabeça pra ver quem era.
– Oi, tudo bem? Sou o Oscar, o encarregado da oficina – ele me disse enquanto estendia a mão.
— Jorge, prazer.
Oscar era um cara rústico, lá pelos 50 anos, bem fortão, cabelo bem comprido e, igual ao Carlos, as roupas dele estavam todas cheias de graxa.
– E aí, o que me diz, uma bunda enorme, não acha?
– Sim, claro, eu disse, sem conseguir tirar minha mulher da cabeça.
– Adoro as morenas, são todas umas putas, ele riu
Apenas sorri. Que maluquice ela ia passar se eu respondesse que minha esposa é morena, pensei e sorri de novo.
– Bem, o que posso fazer por você?, continuou.
— Olha, Oscar, moro aqui a três quarteirões e há pouco tentei ligar o carro, mas não consegui. Queria perguntar se dá pra mandar alguém dar uma olhada pra ver qual é o defeito.
— Sabe que aos sábados a gente fecha às 2 da tarde e tá cheio de serviço, vamos ter que deixar pra segunda-feira, ele me falou.
— Que merda ficar o fim de semana inteiro sem o carro. Bom, mas se não tem jeito, passo na segunda, valeu mesmo assim, falei enquanto estendia a mão.
– Olha, pode esperar um minutinho que vou entregar o carro pra um cliente e, como favor, dou uma olhada nele pra você.
– Eu agradeceria muito.
Enquanto esperava, olhei de novo pro pôster e mais uma vez imaginei a Marce naquela foto exibindo a bunda gostosa dela e eu ali, curtindo como ela era desejada.
— Tô vendo que essa bunda deixa ele doido, hein? — ouvi atrás de mim. Era o Oscar, que tinha voltado e me fez voltar à realidade.
— Vou ficar com ciúmes, é minha bunda favorita, ri, enquanto dava um beijo no pôster.
– Sorri.
— Como eu vou gostar dessa puta, que aqui tenho dois pôsteres iguais, ele disse.
— Toma o presente um, continuou, enquanto me entregava uma lacutie enrolada.
– Não, tá de boa, obrigado
– Toma, cara, é um presente da casa.
– Bem, obrigado.

— Se o senhor achar melhor, vamos dar uma olhada no seu carro, ele me disse enquanto pegava uma maleta cheia de ferramentas.


No caminho pra casa, ela não fez outra coisa senão me contar como gostava das morenas e me afirmar o quão putas elas eram. Contou umas histórias com umas vizinhas do bairro que eu não conhecia, então só me limitei a ouvir sem fazer nenhum comentário.
Ao chegar na garagem de casa, ele me pediu pra abrir o capô e dar partida no carro. Fiz exatamente isso.
– Tá bom, já chega, ela me disse.
– Tô com pouca luz aqui, se não se importar, a gente empurra pra rua.
– Sem problema, respondi pra ela.
– Espera só eu chamar minha esposa pra ela te guiar enquanto a gente empurra, continua.
Acho que não era necessário a Marce nos ajudar, foi só uma desculpa pra Oscar conhecer ela. Me excitava a ideia dele ver ela depois do que a gente tinha conversado.
— Marce, cê pode vir aqui um minuto? — gritei pra ela.
Bastou ela aparecer na porta, pra Oscar cravar o olhar nela e mostrar na cara uma expressão de vergonha misturada com desejo.

Não era pra menos, por um lado ele tinha me falado o quanto as morenas eram putinhas, e por outro eu tava vendo uma morena que só tava vestida com uma camiseta e uma legging de algodão cinza que marcava a rabeta fabulosa dela.



vadia


Te apresento o Oscar, é o mecânico, falei.
– Muito prazer, disse Oscar, ainda perturbado.
– Igualmente, disse ela, estendendo a mão pra ele.
– Precisamos tirar o carro, você poderia dirigir enquanto a gente empurra.
Marce entrou no carro e, com Oscar, fomos para a parte de trás.
– Me desculpa pelo que falei das morenas, não sabia, ele me disse.
– Fique tranquilo, sem problema, respondi.
— Além disso, eu penso o mesmo, continuei, enquanto ria.
Oscar só me olhou e sorriu, tentando entender o que tinha ouvido.

Tiramos o carro pra rua e, quando a Marce desceu, o Oscar não conseguiu evitar de cravar os olhos na bunda dela, sem se importar que eu tivesse na frente, ação que fez eu começar a ficar excitado.



peitos


Já vou trazer algo pra beber, falei, enquanto Oscar colocava a mão na massa.
– Não se incomode, ele me disse.
— Não é incômodo, é em troca do seu presente, eu disse rindo.
— Que presente?, perguntou Marcela.
– Nada, um pôster que o Oscar me deu, falei.
Oscar espiou a cabeça por trás do capô e me olhou surpreso.
— Onde tá, quero ver, disse ela, com certeza é foto de uma mina pelada, típica de oficina, continuou.
Oscar continuava me olhando e não dizia uma palavra.
– É isso mesmo e é parecida com você, eu falei rindo.
— Deixa eu ver ela, quero ver ela, disse.
Oscar sorriu nervoso enquanto dava partida no carro e ele ligava. Eu já tava com tesão e aquele jogo tava me deixando com gosto.
— Já acabou? Como você arrumou rápido, falei.
— Era uma bobagem, ele respondeu.
– Vem, Oscar, já que acabou, vamos pra dentro tomar alguma coisa e enquanto isso mostro o pôster pra minha mulher.
Note que o olhar do Oscar tinha se transformado de surpresa pra confusão.
Peguei na mão da Marce e entrei em casa. Oscar vinha atrás e eu apostava que ele tava comendo com os olhos a rabeta da minha esposa. Não só eu tinha certeza, ela também tinha percebido e, como é de costume quando isso acontece, ela arqueou mais as costas pra empinar mais a bunda, enquanto apertava minha mão e me dava um olhar cúmplice.
— Marce, acompanha o senhor até a sala que vou pegar algo pra ele beber, falei.
Oscar já nessa altura não pronunciava uma palavra, só balançava a cabeça.
— E o pôster?, perguntou ela.
Tirei da minha jaqueta e entreguei pra ele. Assim vi os dois indo em direção à sala, ela na frente com o pôster na mão e ele atrás, visivelmente excitado, com o olhar grudado na bunda da Marce.
Corri pra cozinha, enchi dois copos com suco e fui atrás dela.
Ao atravessar o corredor que dá pra sala, parei antes de chegar. Queria dar uma espiada no que tava rolando.

A cena era das mais quentes. Tudo estava em silêncio. Oscar estava sentado num sofá duplo e minha esposa tinha desenrolado o pôster e, de costas pra ele, estava observando a foto daquele rabo do caralho.
A vista que ela tava dando era fabulosa. Oscar conseguia ver a morena e, ao mesmo tempo, a rabeta dela que, pelo visto, tinha parado de propósito.
— A verdade, tenho que admitir que ela tem uma bunda gostosa, disse ela.
— Seu marido ficou babando quando viu ela, por isso que eu dei o pôster pra ele, disse ele.
— Sério?, perguntou ela.
– Sim, e pra falar a verdade, não entendo por quê, você tem uma bunda linda, ele disse meio tímido.
– Obrigada, ela respondeu, puxando ela mais para fora.
— Até me arriscaria a dizer que ela é mais gostosa que aquela, continuou Oscar, já um pouco mais seguro.
— Acha mesmo?, respondeu ela, aproximando um pouco a bunda e já claramente excitada.

Ver minha esposa colocar a raba empinada a um metro da cara de um estranho me deixou louco. Naquela hora, decidi entrar, queria ver aquilo de perto.


Aqui estão os sucos, falei e entreguei um pra cada um.
– Valeu, falou ele, com a voz meio embargada.
Minha esposa continuava na mesma posição. Eu pensava na grande paciência que o Oscar tinha para não estender a mão e acariciar aquela calcinha enfiada na buceta da minha mulher.
— Então ficou besta com essa Booty, hein? — disse Marce num tom fingindo estar brava, enquanto me mostrava o pôster e largava a pose pra ir sentar num sofá na frente do Oscar.
— Não, meu amor, o que acontece é que, como já te falei, achei que aquela raba era parecida com a sua, respondi.

— Aqui o senhor diz que a minha é mais bonita, né? — perguntou enquanto se levantava de novo pra mostrar a bunda pra ele.



orgia





Sim, respondi o Oscar. Dava pra ver na cara dele que a situação tava deixando ele desconfortável, mas que tinha deixado ele muito excitado.
— Na verdade, não posso comparar muito porque a senhora tá vestida — disse ele, meio tímido.
— E o que você quer, que minha mulher fique pelada? — falei com cara de puto.
— Não, por favor, não leva a mal, só tava falando, respondo todo envergonhado.
— Na verdade, o senhor tem razão, vestida assim não dá pra comparar se minha bunda é mais gostosa que a daquela ali, disse ela, apontando pro pôster.

— Sabe que adoro quando elogiam minha bunda, me deixa mostrar pro senhor, assim ele pode me dizer o que acha? — continuou, já totalmente excitada.


Oscar me olhou sem entender nada. Eu tava com uma ereção que já não dava pra disfarçar.
– Beleza, mas só a rabeta, hein, falei, pra botar um limite e evitar que tudo virasse bagunça.
Marce, de costas pro Oscar, enfiou dois dedos na lateral da legging e puxou ela até os joelhos. Pegou o pôster e colocou do lado dela, tentando imitar a pose da foto.
Buceta


— E agora o que o senhor me diz? — perguntou com cara de puta.




Use a palavra buceta




Lá estava minha esposa, como tantas outras vezes, mostrando a bunda pra um desconhecido, só coberta por uma fio dental rosa que se perdia entre as nádegas dela.

Sim, sim, ela é muito gostosa, é, a bunda dela é melhor, Oscar gaguejou, enquanto se acomodava no sofá.
– Chega, já deu. Sobe essa calça, falei.
A Marce puxou as calças dela bem gostosa e sentou de novo.
— Podia ser você a do pôster, sério, não tem nada a invejar daquela garota, rompeu o silêncio Oscar.
– Valeu, eu adoraria estar num pôster colado numa oficina e todo mundo ficar excitado com a minha bunda, é minha fantasia, disse ela, olhando nos olhos dele.
— E o senhor não se importaria de ver a sua patroa esquentar os homens? — ela me perguntou.
— Não, pelo contrário, me excita muito que me desejem, respondi.
— Se não se importar, posso chamar os caras da oficina, disse Oscar.
— Pra quê?, perguntei me fazendo de inocente.
—Pra que sua patroa se mostre na nossa frente como se fosse uma foto e a gente realize sua fantasia, me respondeu Oscar, já totalmente solto.
— Deixa eu ligar pros caras? — ela me perguntou com desejo.
Tava quente demais pra eu recusar.
– Tá bom, mas no máximo 4 e sem fazer bagunça, é só olhar, tá claro, falei.
– Claro, disse Oscar, enquanto digitava no celular.
– Fala Carlos, quem ainda tá na oficina?… beleza, larga tudo e vem agora com o Alberto e o Fabián que preciso de vocês aqui, anota o endereço… não, não tragam ferramentas…
— Eles tão chegando, são uns caras legais, não vai dar problema, ele disse.
A espera foi interminável. Nós três estávamos muito excitados e tentávamos disfarçar conversando sobre qualquer besteira. O Oscar, de vez em quando, se ajeitava no sofá, o que mostrava que estava com uma ereção que não baixava. Comigo era a mesma coisa, e a Marce tava super ansiosa pra se exibir.
A conversa já não rendia mais quando a campainha tocou. Levantei pra abrir.
O Carlos eu já tinha visto na oficina, o Alberto era moreno e corpulento, aparentava uns 50 anos, igual ao Oscar, e o Fabián era mais magro e mais novo, uns 40 anos. Todos estavam com a roupa da oficina bem suja de graxa por todo lado. Só o Alberto tava com uma regata branca que deixava ver um trampo enorme no ombro.
– Venham por aqui, falei, enquanto guiava eles pra sala.
– Apresento a vocês minha esposa, o nome dela é Marcela.
Todos estenderam a mão enquanto olhavam desorientados. Ela, sorrindo, apertou a mão de cada um. Dava pra ver que ela tava adorando a situação.
— Venham sentar aqui, assim não sujam nada, disse Oscar, apontando para o chão na frente do sofá onde ele estava sentado.
— Mandei chamar vocês porque a dona precisa de um favor, né? — perguntou Oscar enquanto me olhava.
Eu só concordei com a cabeça, tava quente demais pra falar.
– Levante-se, senhora, e vire de costas para nós, por favor, continuou.
Minha esposa obedeceu. Oscar pegou o pôster e esticou ele perto dela.
– Não parece pra vocês que a dona tem uma bunda mais gostosa do que a da foto?, perguntou pros colegas.


Os caras com cara de espanto, cravaram o olhar na bunda da minha mulher. Fez-se um silêncio total. Marce parou um pouco mais a raba e olhou pra eles com cara de inocente.
— Cês gostam da minha bucetinha, ela perguntou.
A cara de espanto dos mecânicos se transformou na hora em cara de desejo. Oscar, sem mais cerimônia, meteu a mão na virilha, como se tentasse aliviar a dor que a ereção dele tava causando.
– Sim, responderam quase em uníssono.
Eu, como pude, me levantei, peguei ela pela mão e afastei ela uns metros deles. Ela tava muito perto e eu tinha medo que algum não conseguisse se controlar. Eu tava gostando demais daquela situação pra deixar acabar rápido.
A Marce continuava com a buceta empinada, apontando pros quatro caras. Eu fiquei de frente pra ela e ouvi o que tava esperando.
— Senhora, não mostra a raba pros meus colegas igual mostrou pra mim, pediu Oscar.

Me olhei, fechei os olhos, e ela mordeu o lábio inferior. Ouvir aquele pedido e ver como ela tinha ficado me encheu de perversão. Minha ereção já não me deixava ficar em pé, então peguei nas laterais da legging dela e puxei de uma vez, deixando a bunda dela no ar.



infiel




– Tá bom assim, pode perguntar, enquanto eu voltava pro meu lugar.
Oscar me olhou fixo e, sem dizer uma palavra, desabotoou a calça e puxou o pau todo duro pra fora. Eu só fiz um sinal de aprovação, enquanto fazia o mesmo. O resto aproveitou e também ficou sem calças.
– Meu amor, olha como os senhores tão se masturbando com a sua raba, falei pra deixar o momento ainda mais quente.
Ela olhou pros membros deles com aquela cara de puta que só ela sabe fazer.
—Tira tudo, dona, que a gente quer ver a senhora peladinha pra comparar com a foto, pediu o Oscar.
— Se o senhor não se importar, continuou.

— Não, tá de boa, é necessário pra eles compararem, falei me fazendo de sonsão


Marce se ajoelhou, desamarrou os tênis, tirou a legging e depois a camiseta, ficando só com a fio dental rosa enfiada na raba e um par de meias da mesma cor. Ela se levantou na mesma posição que estava e me perguntou:

A thong também, meu amor?
— Acho que não é necessário, você quer tirar ela?, perguntei.
— E... a garota da foto não tem fio dental, não sei se eles vão conseguir ver assim se minha raba é mais gostosa, disse com a voz entrecortada de tão excitada que estava.
– Sua esposa tem razão, disse Oscar. Os outros não falavam, só se masturbavam de um jeito frenético.

– Tá bom, amor, tira a calcinha fio dental, falei.


Isso foi demais para o Carlos, que não aguentou mais e gozou, espalhando porra pelo chão todo. Perguntou onde ficava o banheiro e foi pra lá.
Enquanto se afastava, Marce olhou pra ele e passou a língua nos lábios, enquanto abaixava sensual a sua fio dental, deixando à vista de todos a sua bela rabeta.

— Que buceta gostosa que a sua esposa tem, o Oscar me disse.



Minha namorada e a bunda irresistível dela 😏



Valeu, eu respondi enquanto fazia um esforço danado pra não gozar.
– Mostra o buraquinho pra eles, amor, pedi.
Marce abriu um pouco as pernas, se agachou e colocou um dedo na buceta, enquanto dava a todos uns gemidos constantes por causa do primeiro orgasmo que estava tendo.
Até aqui chegaram Alberto, Fabião e Oscar, que quase ao mesmo tempo espalharam todo o esperma deles.
Eu me deixei levar e também tive um orgasmo do caralho. Marce, vendo isso, se levantou, pegou a roupa dela e saiu correndo pro banheiro.
Levamos uns minutos pra recuperar o fôlego. Oscar tentava limpar o chão com a calça dele, e Alberto e Fabián estavam exaustos, encostados no sofá.
– Viu como os caras se saíram bem, disse Oscar
– Sim, agradeço vocês. Se divertiram? Perguntei só pra puxar assunto.
– Sim senhor, sua esposa é uma gostosa pra caralho, disse Alberto.
— A gente pode voltar aqui?, continuou.
— Enquanto se comportarem assim, não tem problema, respondi, enquanto ia pra cozinha pegar algo pra beber.

Ao atravessar o corredor, passei pelo banheiro de visitas e não tinha ninguém. Achei que a Marce tava no banheiro que fica colado no nosso quarto. Fui pra cozinha e, enquanto servia as bebidas, lembrei do Carlos: cadê ele?, pensei.


Enfiei no quarto e tive um pensamento que, longe de me irritar, me fez correr um arrepio na espinha que deixou meu pau duro feito pedra de novo. Ele tava certo.
– Me perdoa, amor, não consegui me segurar, disse ela entre gemidos.
Lá estava minha esposa na nossa cama, totalmente pelada, de quatro com a raba bem empinada, e no meio daquele cuzão fabuloso, a cara do Carlos, com a língua dele entrando e saindo a toda velocidade do buraquinho dela.
Ele nem me olhou, tava como se tivesse fora de si. A Marce gritava cada vez mais alto e eu sentei na beira da cama pra não perder nada.

De repente, Carlos saiu da posição dele, apoiou a pica na bunda e enfiou até o fundo. A Marce gritou.



vadia




Traga todos eles, meu amor, por favor, ela me pediu, já excitada e enquanto se balançava no ritmo das investidas.
— Isso aí, senhor, vá buscar meus companheiros que a puta da sua mulher precisa de pica, disse Carlos descontrolado.
Eu hesitei por um instante, mas meu tesão foi mais forte.
Rapaziada, podem vir", gritei saindo no corredor.
Um minuto depois, eu tinha os três na porta do meu quarto. Continuavam sem calças e o Oscar tinha tirado a parte de cima.

– Ainda bem que seus colegas iam se comportar direito, repreendi Oscar enquanto apontava para Carlos metendo na buceta da minha esposa.



peitos


Na verdade, não sei se ela me ouviu. Todo mundo subiu na cama e começou a apalpar a Marce por todos os lados. Alberto e Fabián foram pra cara dela e enfiaram os paus na boca dela, enquanto Oscar tirou o Carlos do lugar e começou a meter a língua no cu dela, enquanto as mãos dele acariciavam os peitos dela.
Marcela só gemia descontroladamente.
— Que buceta linda a da sua mulher, ele me disse tirando a cara da bunda dela.
Ela ouviu ele, tirou os paus da boca e procurou ele com o olhar.
– Se o senhor gosta da minha bunda, meta nela, por favor, eu grito, e ela voltou a lamber.
– Primeiro quero sua buceta, ele disse, enquanto enfiava o pau lá e dois dedos no cu.

A Marce adorava e eu queria que aquilo nunca terminasse.



orgia





Quer um na bunda também, meu amor?", perguntei. Já tava doendo a pica de tanto bater punheta.
– Sim, sim, sim, sim, ela gritava.
Oscar levantou ela, mandou o Alberto deitar e empurrou a Marce pra cima. Ele procurou com o pau a buceta dela e meteu, enquanto Oscar, por trás, enfiou no cu dela.
– Filha da puta, que rabo gostoso que ela tem, gritava Oscar. Ela respondia com mais gemidos.

Ficaram assim por um bom tempo e depois foram se revezando, não deixando nada no corpo da minha esposa sem explorar. Eu estava exausto, tinha gozado 3 vezes.



Buceta




– Acaba dentro da buceta dela que ela gosta, falei com meu último suspiro.
Eles me obedeceram, um por um deixaram o leite dentro da bunda dela.

Use a palavra buceta


Ela gozou como poucas vezes.



Voltaram mais um par de vezes. Mas isso já é outra história.



3 comentários - Minha namorada e a bunda irresistível dela 😏

Waooo y todo por un póster, bueno al menos vas a ser papá, de quien? Eso no lo sabremos, cuidate el Sida anda suelto.
Son súper conocidos estos relatos . " A mí novia le gusta mostrar el culito "
mas allá de que se saben que los relatos son super conocidos, lo bueno que hizo este usuario es poner imagenes y gift para que trabaje la mente un poco mas.. van mas diez por el tiempo que te tomaste 💪💪