Não sabia por que tinha ficado sem calcinha. Na real, nem pensou nisso. Ela tava entrando no quarto dele pra dar boa noite. Não era nada fora do normal. Tava de camisola. Ela mesma já tava pronta pra ir dormir. Não teve nada de estranho. Ela foi no quarto dele só pra dar boa noite, só isso. Não via ele direito há várias semanas desde que ele foi pra faculdade. Ela sentia saudades. Tava muito feliz de ter ele em casa nas férias.
Bateu antes de entrar. Era só uma cortesia, já fazia tempo que era regra entre eles. Se a porta dela tivesse aberta ou fechada, era isso que ela fazia. Ela batia. Ele dava a mesma cortesia toda vez que ia no quarto dela. Ela sentou na beirada da cama dele e olhou pra ele com amor. Ele tava deitado de costas, lendo. Quando ela entrou, ele fechou o livro e olhou pra ela, reparando como ela tava gostosa na camisola de seda. A forma curvilínea dela não ficava escondida de vez. Brincava com graça por trás do tecido leve, chamando a atenção dele, despertando o interesse. Ele não tava de camisa, ela notou, mas o lençol já bastava, cobrindo ele da cintura pra baixo. Ela observou, com um interesse bem controlado, que ele tinha virado um homem jovem e elegante, bem sarado, bem bonito. "Tô tão feliz que você tá em casa", ela falou baixinho, estendendo a mão pra acariciar a bochecha dele. "Eu também", ele garantiu, com um sorrisinho no rosto bonito. Ele olhou o rosto dela, os lábios carnudos, aquele sorriso lindo, as ruguinhas nos olhos brilhantes e cheios de amor. Será que ela tava tramando algo?, ele pensou. Ela devolveu o olhar. Ele era tão bonito, o nenenzinho lindo dela, agora um homem jovem. De maior. Pô, por que será que ela tava pensando nisso?, ela se perguntou, enquanto se enfiava na cama, deitando do lado dele, bagunçando o cabelo dele com a mão direita, estudando o rosto dele. Muito bonito. As pálpebras dela estavam pesadas de tanto prazer. Ela fechou os olhos, quase dormindo. Queria ficar com ele, parar e saborear a presença dele. Tinha sentido uma falta danada. Sentiu que podia ficar deitada ali com ele a noite toda. Ele era o homem da casa há anos. Ela não tinha outro. Ela valorizava ele. A mão esquerda dela acariciou o braço dele, passando devagar do pulso até o ombro e voltando, de novo, com a ponta dos dedos roçando a costela nua dele. Ele tinha um cheirinho de almíscar, bem másculo. Ela suspirou, e aí beijou a bochecha suavemente, acomodou o rosto no travesseiro, a respiração no ouvido dele. Deixou o livro de lado e ficou perfeitamente imóvel, sentindo o peito dela pressionando levemente contra o ombro dele, mexendo a virilha. Pensou cuidadosamente no que deveria fazer agora. "Mãe?" "Hmm?" ela respirou suavemente. "Lembra das massagens faciais?" A lembrança a trouxe de volta à vigília total. "Sim, querido, lembro", disse ela, apoiando-se no cotovelo, pronta, como sempre. "Acho que a faculdade tem me deixado meio tenso", sugeriu ele, parando por ali, esperando, se perguntando. "Quer uma massagem?" perguntou ela, sorrindo feliz. "Seria bom." "Não fazemos isso desde que você era pequeno." "É, acho que... sei lá." Mas ele sabia. Parou na puberdade, com as mudanças que estava passando, a ansiedade crescente em relação às mulheres. E aí o pai dele foi embora, e ela se distanciou por um tempo, e não teve mais massagens. Foram esquecidas, até agora. Agora, era isso que ele queria, e por isso pediu. Ela sentou e se inclinou sobre ele, os peitos caíram, quase tocando o peito nu dele. Ela pressionou os polegares na testa dele e depois os passou em direções opostas ao longo da linha do couro cabeludo, terminando com um pequeno rodopio em cada têmpora. Mas foi desconfortável dessa posição. Pra massagear um rosto, precisa do ângulo certo. Ela considerou as opções. Podia fazer ele se aninhar um pouco, deixando ela sentar no lugar do travesseiro dele, com a cabeça descansando no colo dela como fazia quando ele era pequeno. Mas pensou que não precisava incomodá-lo, talvez aumentando a tensão dele. Em vez disso, com cuidado passou a perna esquerda por cima dele, depois sentou, montando nas coxas dele. Ele vislumbrou a buceta dela enquanto fazia a travessia e notou que não estava de calcinha. A tensão dele aumentou. A masculinidade dele respondeu com entusiasmo. Uma vez na posição certa, ela recolocou os polegares contra o centro da testa dela, na linha do couro cabeludo, e começou de novo. Devagar, arrastou os polegares pela testa dela até as têmporas, rodeando cada uma com firmeza, depois voltou pra testa, só um pouco mais abaixo do couro cabeludo, e fez o trajeto várias vezes, lenta e bem deliberadamente, abrindo caminho até as bochechas dela, e depois a mandíbula. Ele ficou parado, sem fazer barulho. A tensão? Bom, isso era outra história. Ele era novo, mal tinha dezoito anos. Tava preocupado com tudo que era sexual. O simples fato de uma mulher gostosa, sem calcinha por baixo do negligé, montada na parte de baixo do corpo dele, ter um efeito previsível. Não tava preocupado com a idade dela nem com o fato de ser a mãe dele. Na verdade, sentiu que quase tinha ela onde queria e as esperanças dele aumentavam rápido. Ele lutou pra ser paciente, mas sabia que tinha que tomar a iniciativa nessa dança ousada. Sutilmente, puxou os cobertores da cintura dele. Ela tava tão concentrada no que fazia que nem percebeu. Mas o tempo tava passando e uma crise tava chegando rápido. Ela tava massageando o queixo dele agora, quase terminando. Se ele quisesse se dar bem, tava ficando sem tempo. Precisava agir, mas sabia que tinha que ir devagar, não assustar ela, atrair ela, levar ela a um ponto sem volta. Com muito cuidado, colocou as mãos nos quadris dela. Ela sentiu o toque dele. Não foi uma surpresa total, a excitação que causou nela e os efeitos que sentiu no corpo. Os mamilos dela incharam. A barriga dela deu um frio. A buceta dela ficou molhada. Ela escolheu não ligar pra essas respostas físicas ao toque dele. Ela tava curtindo esse joguinho que ele parecia estar fazendo com ela, as pequenas indulgências, a emoção de tentar o destino. Fazia muito tempo desde que o marido dela tinha ido embora. Um tempo longo e solitário. Ela engoliu seco e diminuiu a velocidade da massagem, segurando o tempo que passava o mais o melhor que pôde, mantendo o momento, aquele momento encantador e íntimo que se desenrolava devagar para eles. Agora ela colocou um pouco de pressão na bunda dele, empurrando-a levemente para frente. Ela permitiu só um pequeno ajuste na posição dela, cedendo aos impulsos dele, quase imperceptivelmente, mas definitivamente cedendo a ele, pelo menos um pouco. Mas ela não se entregou completamente. Ainda não. Ele também não tentou forçar a barra. Manteve os impulsos sutis, o suficiente pra avançar, mas não o bastante pra acionar os alarmes. Terminou a massagem e parou, pensando nos sentimentos amorosos que tinha por ele e em como aquele momento íntimo logo poderia passar. Então, ela perguntou, quase inaudível, sussurrando: "Foi suficiente? Quer que eu faça de novo?" "Sim", ele respirou. Ela colocou os polegares de volta na testa dele e recomeçou, o ajuste fez a bunda dela subir um pouco mais pelas pernas dele. Ela empurrou um pouco mais as cobertas enquanto se mexia. A ponta do pau ereto dele acabou de sair debaixo do lençol de cima. Se ele olhasse pra baixo, veria, mas não olhou. Ela tava olhando pro rosto dele, aquele rosto lindo, jovem e amado que ela tava massageando. Algo na expressão dela encorajou ele a ir um pouco mais longe. Começou a acariciar a bunda dela bem de leve. Ela mal pareceu perceber, soltando só um suspiro com o toque suave e amoroso dele. Ele se sentiu ainda mais encorajado pelo som, por mais leve que fosse, mas se conteve, deixando ela massagear ele, esperando paciente e apertando um pouco mais. Outro suspiro pequeno. "Acho que você tá se comportando mal", ela comentou casualmente, a voz dela saindo rouca. Isso encorajou ele ainda mais. Ele tava quase pronto pra fazer a jogada dele. Ela tava no meio do rosto dele de novo, mas sendo bem deliberada, tomando o tempo dela. A tensão dela não diminuiu nem um pouco, mas eles jogaram o jogo. Ela passou os polegares pelo lábio superior dele e subiu pelas bochechas, e aí deu aquele Pequeno redemoinho ao redor das têmporas dela, a melhor parte sempre; e enquanto ela se contorcia, ele puxou a bunda dela, firme mas suave, e ela avançou mais um pouco. Ela soltou outro suspiro baixinho, como se aceitasse algo, se resignando. A respiração dela ficou audível para ele. Ele se animou de novo e soltou a bunda dela para poder empurrar os cobertores mais para baixo e se expor por completo. Ela sentiu os movimentos dele e se ergueu um pouco, deixando acontecer, mas, fora isso, preferiu ignorar as liberdades que ele estava tomando. Não era nada, ela disse pra si mesma, fugindo da responsabilidade. Tentou acalmar a respiração. A massagem logo chegaria ao seu fim inevitável. Algumas coisas são simplesmente inevitáveis, pensou consigo. Você não pode controlar tudo. Ela continuou tímida sobre sua intenção exata. Ele empurrou os cobertores de novo. Ela sentiu e sabia exatamente o que estava rolando, e se levantou mais um pouco, permitindo que o inevitável se desenrolasse, como se ela não tivesse vontade própria, como se não pudesse impedir que ele se expusesse, a qualquer coisa que lhe viesse à cabeça. Terminou a massagem e, sem uma palavra, sem um pensamento claro, desatou o laço na parte de cima da camisola dela, deixando à mostra a plenitude dos seios. Depois moveu as mãos para os ombros dela, apertando, sentindo o poder dele. Ela se inclinou pra frente pra beijar a testa dele, e o decote se abriu por completo, expondo os peitos nus à vista dele. Ela o beijou suavemente na testa, depois no nariz, os lábios perto dos dele. Ela pensou em se abaixar mais, pressionar os lábios juntos, mas pensou demais, não era o momento certo ainda.
Ela se levantou pra olhar de novo o rosto dele, agora corado, com tons vermelhos nas bochechas. Os peitos dela balançaram na frente dos olhos ansiosos dele. Eram pesados e cheios, pendurados ali, atormentando ele. Ele lambeu os lábios e ficou de boca aberta, e ela deixou ele fazer isso por um ou dois minutos. Depois, baixou a cabeça e finalmente olhou pra nudez dele, pulsando debaixo dela, vendo que a própria nudez fumegante dela estava a só alguns centímetros da dele. Ela inclinou a cabeça pra trás e arqueou um pouco as costas, empurrando os quadris pra frente. Agora ele podia ver que ela estava aberta pra ele, embora sentisse que ainda devia ir devagar, não se apressar, deixar ela sucumbir ao inevitável no tempo dela. Ele colocou as mãos de novo na bunda dela, dessa vez por baixo da camisola, sentindo a pele nua dela. Nunca tinha tocado na bunda nua dela antes. Ela ofegou alto, mas não disse nada. Ele ouviu a respiração dela, ainda mais audível, mais rápida, excitada. "Te amo, mãe", ele sussurrou com voz rouca. Ela fechou os olhos, saboreou o momento, a proximidade, o amor. "Eu também te amo, bebê", ela sussurrou pra ele. Ela estava tão dura quanto a virilidade dele, as costas ainda arqueadas, a cabeça pra trás, os olhos fechados, os pensamentos confusos. As intenções dela ainda escapavam dos pensamentos conscientes dela. Mas o corpo dela impunha exigências que ela não podia recusar. Ele apertou firme a bunda nua dela e ela ofegou de novo. Ele puxou de novo e a bunda molhada dela entrou em contato com o saco dele. Ele podia sentir os testículos cheios dele descansando nas coxas dela, e sentiu vontade de se esfregar neles, mas se conteve, ainda sem reconhecer completamente as intenções dela, a inevitabilidade do que fariam. No entanto, ele conhecia claramente as próprias intenções dele, o desejo de se acasalar com ela, de fazer amor com a mãe linda e gostosa dele. Ele puxou de novo. Ela avançou de novo, quase contra a própria vontade, praticamente incapaz de impedir ele. Agora ela podia sentir a ereção dele contra a buceta dela. Lábios fumegantes, mas ela se conteve ainda, ainda sem estar completamente pronta pra pegar ele. Então começou a balançar os quadris, sentindo que deslizava pra cima e pra baixo na umidade impotente de uma mãe no cio. Ela se mexeu de um lado pro outro, estimulando o clitóris inchado, provocando a buceta dolorida e faminta, deixando ela desesperada por mais. Já não conseguia mais parar. "Não devíamos", ela protestou. Ele respondeu puxando ela um pouco mais pra frente. Ela fingiu resistência, mas agora sentiu a cabeça do pau dele contra o canal vaginal aberto e encharcado e soube, finalmente, inevitavelmente, que ia ceder. "Não devíamos", disse de novo, mesmo enquanto se levantava um pouco. Essa, finalmente, era a chance dela. A hora tinha chegado. Ela era dele pra pegar. Já não conseguia mais sustentar os próprios protestos. Ele se empurrou contra ela e deslizou pra dentro. Não teve resistência. Ele entrou de uma vez com um empurrão simples. Mais uma vez, ela ofegou, depois se entregou por completo, deitou em cima dele e começou a beijar ele na boca, dizendo sem parar, como se explicasse as ações dela, "Te amo, bebê. Muito. Muitoooooooooooooooo!" Aí, simplesmente começou a foder ele, balançando os quadris com prazer profundo, quicando pra cima e pra baixo na barriga dele, sentindo a dureza deslizando dentro dela, se satisfazendo e satisfazendo ele, cedendo ao inevitável. Não demorou muito pra ela começar a gozar, gemendo de satisfação profunda pela primeira transa dela em tantos anos. Os sons guturais e safados que ela fez eram tudo que ele precisava, tudo que ele aguentava, e ele encheu a bunda dela com jatos poderosos de porra grossa e quente, gemendo o amor dele pela mãe dele, pela amante dele. Se quiserem mais contos como esse, não esqueçam de deixar seus pontos.
Bateu antes de entrar. Era só uma cortesia, já fazia tempo que era regra entre eles. Se a porta dela tivesse aberta ou fechada, era isso que ela fazia. Ela batia. Ele dava a mesma cortesia toda vez que ia no quarto dela. Ela sentou na beirada da cama dele e olhou pra ele com amor. Ele tava deitado de costas, lendo. Quando ela entrou, ele fechou o livro e olhou pra ela, reparando como ela tava gostosa na camisola de seda. A forma curvilínea dela não ficava escondida de vez. Brincava com graça por trás do tecido leve, chamando a atenção dele, despertando o interesse. Ele não tava de camisa, ela notou, mas o lençol já bastava, cobrindo ele da cintura pra baixo. Ela observou, com um interesse bem controlado, que ele tinha virado um homem jovem e elegante, bem sarado, bem bonito. "Tô tão feliz que você tá em casa", ela falou baixinho, estendendo a mão pra acariciar a bochecha dele. "Eu também", ele garantiu, com um sorrisinho no rosto bonito. Ele olhou o rosto dela, os lábios carnudos, aquele sorriso lindo, as ruguinhas nos olhos brilhantes e cheios de amor. Será que ela tava tramando algo?, ele pensou. Ela devolveu o olhar. Ele era tão bonito, o nenenzinho lindo dela, agora um homem jovem. De maior. Pô, por que será que ela tava pensando nisso?, ela se perguntou, enquanto se enfiava na cama, deitando do lado dele, bagunçando o cabelo dele com a mão direita, estudando o rosto dele. Muito bonito. As pálpebras dela estavam pesadas de tanto prazer. Ela fechou os olhos, quase dormindo. Queria ficar com ele, parar e saborear a presença dele. Tinha sentido uma falta danada. Sentiu que podia ficar deitada ali com ele a noite toda. Ele era o homem da casa há anos. Ela não tinha outro. Ela valorizava ele. A mão esquerda dela acariciou o braço dele, passando devagar do pulso até o ombro e voltando, de novo, com a ponta dos dedos roçando a costela nua dele. Ele tinha um cheirinho de almíscar, bem másculo. Ela suspirou, e aí beijou a bochecha suavemente, acomodou o rosto no travesseiro, a respiração no ouvido dele. Deixou o livro de lado e ficou perfeitamente imóvel, sentindo o peito dela pressionando levemente contra o ombro dele, mexendo a virilha. Pensou cuidadosamente no que deveria fazer agora. "Mãe?" "Hmm?" ela respirou suavemente. "Lembra das massagens faciais?" A lembrança a trouxe de volta à vigília total. "Sim, querido, lembro", disse ela, apoiando-se no cotovelo, pronta, como sempre. "Acho que a faculdade tem me deixado meio tenso", sugeriu ele, parando por ali, esperando, se perguntando. "Quer uma massagem?" perguntou ela, sorrindo feliz. "Seria bom." "Não fazemos isso desde que você era pequeno." "É, acho que... sei lá." Mas ele sabia. Parou na puberdade, com as mudanças que estava passando, a ansiedade crescente em relação às mulheres. E aí o pai dele foi embora, e ela se distanciou por um tempo, e não teve mais massagens. Foram esquecidas, até agora. Agora, era isso que ele queria, e por isso pediu. Ela sentou e se inclinou sobre ele, os peitos caíram, quase tocando o peito nu dele. Ela pressionou os polegares na testa dele e depois os passou em direções opostas ao longo da linha do couro cabeludo, terminando com um pequeno rodopio em cada têmpora. Mas foi desconfortável dessa posição. Pra massagear um rosto, precisa do ângulo certo. Ela considerou as opções. Podia fazer ele se aninhar um pouco, deixando ela sentar no lugar do travesseiro dele, com a cabeça descansando no colo dela como fazia quando ele era pequeno. Mas pensou que não precisava incomodá-lo, talvez aumentando a tensão dele. Em vez disso, com cuidado passou a perna esquerda por cima dele, depois sentou, montando nas coxas dele. Ele vislumbrou a buceta dela enquanto fazia a travessia e notou que não estava de calcinha. A tensão dele aumentou. A masculinidade dele respondeu com entusiasmo. Uma vez na posição certa, ela recolocou os polegares contra o centro da testa dela, na linha do couro cabeludo, e começou de novo. Devagar, arrastou os polegares pela testa dela até as têmporas, rodeando cada uma com firmeza, depois voltou pra testa, só um pouco mais abaixo do couro cabeludo, e fez o trajeto várias vezes, lenta e bem deliberadamente, abrindo caminho até as bochechas dela, e depois a mandíbula. Ele ficou parado, sem fazer barulho. A tensão? Bom, isso era outra história. Ele era novo, mal tinha dezoito anos. Tava preocupado com tudo que era sexual. O simples fato de uma mulher gostosa, sem calcinha por baixo do negligé, montada na parte de baixo do corpo dele, ter um efeito previsível. Não tava preocupado com a idade dela nem com o fato de ser a mãe dele. Na verdade, sentiu que quase tinha ela onde queria e as esperanças dele aumentavam rápido. Ele lutou pra ser paciente, mas sabia que tinha que tomar a iniciativa nessa dança ousada. Sutilmente, puxou os cobertores da cintura dele. Ela tava tão concentrada no que fazia que nem percebeu. Mas o tempo tava passando e uma crise tava chegando rápido. Ela tava massageando o queixo dele agora, quase terminando. Se ele quisesse se dar bem, tava ficando sem tempo. Precisava agir, mas sabia que tinha que ir devagar, não assustar ela, atrair ela, levar ela a um ponto sem volta. Com muito cuidado, colocou as mãos nos quadris dela. Ela sentiu o toque dele. Não foi uma surpresa total, a excitação que causou nela e os efeitos que sentiu no corpo. Os mamilos dela incharam. A barriga dela deu um frio. A buceta dela ficou molhada. Ela escolheu não ligar pra essas respostas físicas ao toque dele. Ela tava curtindo esse joguinho que ele parecia estar fazendo com ela, as pequenas indulgências, a emoção de tentar o destino. Fazia muito tempo desde que o marido dela tinha ido embora. Um tempo longo e solitário. Ela engoliu seco e diminuiu a velocidade da massagem, segurando o tempo que passava o mais o melhor que pôde, mantendo o momento, aquele momento encantador e íntimo que se desenrolava devagar para eles. Agora ela colocou um pouco de pressão na bunda dele, empurrando-a levemente para frente. Ela permitiu só um pequeno ajuste na posição dela, cedendo aos impulsos dele, quase imperceptivelmente, mas definitivamente cedendo a ele, pelo menos um pouco. Mas ela não se entregou completamente. Ainda não. Ele também não tentou forçar a barra. Manteve os impulsos sutis, o suficiente pra avançar, mas não o bastante pra acionar os alarmes. Terminou a massagem e parou, pensando nos sentimentos amorosos que tinha por ele e em como aquele momento íntimo logo poderia passar. Então, ela perguntou, quase inaudível, sussurrando: "Foi suficiente? Quer que eu faça de novo?" "Sim", ele respirou. Ela colocou os polegares de volta na testa dele e recomeçou, o ajuste fez a bunda dela subir um pouco mais pelas pernas dele. Ela empurrou um pouco mais as cobertas enquanto se mexia. A ponta do pau ereto dele acabou de sair debaixo do lençol de cima. Se ele olhasse pra baixo, veria, mas não olhou. Ela tava olhando pro rosto dele, aquele rosto lindo, jovem e amado que ela tava massageando. Algo na expressão dela encorajou ele a ir um pouco mais longe. Começou a acariciar a bunda dela bem de leve. Ela mal pareceu perceber, soltando só um suspiro com o toque suave e amoroso dele. Ele se sentiu ainda mais encorajado pelo som, por mais leve que fosse, mas se conteve, deixando ela massagear ele, esperando paciente e apertando um pouco mais. Outro suspiro pequeno. "Acho que você tá se comportando mal", ela comentou casualmente, a voz dela saindo rouca. Isso encorajou ele ainda mais. Ele tava quase pronto pra fazer a jogada dele. Ela tava no meio do rosto dele de novo, mas sendo bem deliberada, tomando o tempo dela. A tensão dela não diminuiu nem um pouco, mas eles jogaram o jogo. Ela passou os polegares pelo lábio superior dele e subiu pelas bochechas, e aí deu aquele Pequeno redemoinho ao redor das têmporas dela, a melhor parte sempre; e enquanto ela se contorcia, ele puxou a bunda dela, firme mas suave, e ela avançou mais um pouco. Ela soltou outro suspiro baixinho, como se aceitasse algo, se resignando. A respiração dela ficou audível para ele. Ele se animou de novo e soltou a bunda dela para poder empurrar os cobertores mais para baixo e se expor por completo. Ela sentiu os movimentos dele e se ergueu um pouco, deixando acontecer, mas, fora isso, preferiu ignorar as liberdades que ele estava tomando. Não era nada, ela disse pra si mesma, fugindo da responsabilidade. Tentou acalmar a respiração. A massagem logo chegaria ao seu fim inevitável. Algumas coisas são simplesmente inevitáveis, pensou consigo. Você não pode controlar tudo. Ela continuou tímida sobre sua intenção exata. Ele empurrou os cobertores de novo. Ela sentiu e sabia exatamente o que estava rolando, e se levantou mais um pouco, permitindo que o inevitável se desenrolasse, como se ela não tivesse vontade própria, como se não pudesse impedir que ele se expusesse, a qualquer coisa que lhe viesse à cabeça. Terminou a massagem e, sem uma palavra, sem um pensamento claro, desatou o laço na parte de cima da camisola dela, deixando à mostra a plenitude dos seios. Depois moveu as mãos para os ombros dela, apertando, sentindo o poder dele. Ela se inclinou pra frente pra beijar a testa dele, e o decote se abriu por completo, expondo os peitos nus à vista dele. Ela o beijou suavemente na testa, depois no nariz, os lábios perto dos dele. Ela pensou em se abaixar mais, pressionar os lábios juntos, mas pensou demais, não era o momento certo ainda.
Ela se levantou pra olhar de novo o rosto dele, agora corado, com tons vermelhos nas bochechas. Os peitos dela balançaram na frente dos olhos ansiosos dele. Eram pesados e cheios, pendurados ali, atormentando ele. Ele lambeu os lábios e ficou de boca aberta, e ela deixou ele fazer isso por um ou dois minutos. Depois, baixou a cabeça e finalmente olhou pra nudez dele, pulsando debaixo dela, vendo que a própria nudez fumegante dela estava a só alguns centímetros da dele. Ela inclinou a cabeça pra trás e arqueou um pouco as costas, empurrando os quadris pra frente. Agora ele podia ver que ela estava aberta pra ele, embora sentisse que ainda devia ir devagar, não se apressar, deixar ela sucumbir ao inevitável no tempo dela. Ele colocou as mãos de novo na bunda dela, dessa vez por baixo da camisola, sentindo a pele nua dela. Nunca tinha tocado na bunda nua dela antes. Ela ofegou alto, mas não disse nada. Ele ouviu a respiração dela, ainda mais audível, mais rápida, excitada. "Te amo, mãe", ele sussurrou com voz rouca. Ela fechou os olhos, saboreou o momento, a proximidade, o amor. "Eu também te amo, bebê", ela sussurrou pra ele. Ela estava tão dura quanto a virilidade dele, as costas ainda arqueadas, a cabeça pra trás, os olhos fechados, os pensamentos confusos. As intenções dela ainda escapavam dos pensamentos conscientes dela. Mas o corpo dela impunha exigências que ela não podia recusar. Ele apertou firme a bunda nua dela e ela ofegou de novo. Ele puxou de novo e a bunda molhada dela entrou em contato com o saco dele. Ele podia sentir os testículos cheios dele descansando nas coxas dela, e sentiu vontade de se esfregar neles, mas se conteve, ainda sem reconhecer completamente as intenções dela, a inevitabilidade do que fariam. No entanto, ele conhecia claramente as próprias intenções dele, o desejo de se acasalar com ela, de fazer amor com a mãe linda e gostosa dele. Ele puxou de novo. Ela avançou de novo, quase contra a própria vontade, praticamente incapaz de impedir ele. Agora ela podia sentir a ereção dele contra a buceta dela. Lábios fumegantes, mas ela se conteve ainda, ainda sem estar completamente pronta pra pegar ele. Então começou a balançar os quadris, sentindo que deslizava pra cima e pra baixo na umidade impotente de uma mãe no cio. Ela se mexeu de um lado pro outro, estimulando o clitóris inchado, provocando a buceta dolorida e faminta, deixando ela desesperada por mais. Já não conseguia mais parar. "Não devíamos", ela protestou. Ele respondeu puxando ela um pouco mais pra frente. Ela fingiu resistência, mas agora sentiu a cabeça do pau dele contra o canal vaginal aberto e encharcado e soube, finalmente, inevitavelmente, que ia ceder. "Não devíamos", disse de novo, mesmo enquanto se levantava um pouco. Essa, finalmente, era a chance dela. A hora tinha chegado. Ela era dele pra pegar. Já não conseguia mais sustentar os próprios protestos. Ele se empurrou contra ela e deslizou pra dentro. Não teve resistência. Ele entrou de uma vez com um empurrão simples. Mais uma vez, ela ofegou, depois se entregou por completo, deitou em cima dele e começou a beijar ele na boca, dizendo sem parar, como se explicasse as ações dela, "Te amo, bebê. Muito. Muitoooooooooooooooo!" Aí, simplesmente começou a foder ele, balançando os quadris com prazer profundo, quicando pra cima e pra baixo na barriga dele, sentindo a dureza deslizando dentro dela, se satisfazendo e satisfazendo ele, cedendo ao inevitável. Não demorou muito pra ela começar a gozar, gemendo de satisfação profunda pela primeira transa dela em tantos anos. Os sons guturais e safados que ela fez eram tudo que ele precisava, tudo que ele aguentava, e ele encheu a bunda dela com jatos poderosos de porra grossa e quente, gemendo o amor dele pela mãe dele, pela amante dele. Se quiserem mais contos como esse, não esqueçam de deixar seus pontos.
7 comentários - Massagens gostosas da mamãe