Pra quem acabou de chegar nesse conto, deixo aqui os links das duas primeiras partes pra vocês entenderem do que se trata a parada....O Tio Tarado parte 1
O Tio Tarado parte 2Continuamos...
O magrelo chupava a buceta dela, abria as nádegas dela e ia dilatando o cuzinho da minha sobrinha. A piranha só gemia baixinho, curtindo tudo aquilo. O amigo cuspiu umas duas vezes na raba dela e apontou a ferramenta, foi devagar... a minha sobrinha aguentava e a piroca foi entrando... devagar... ele bombava um pouco e empurrava mais... bombava mais um pouco... até enfiar ela toda na raba.
Eu olhava sem nem conseguir tocar na minha piroca, que já tinha vida própria a essa altura da noite.
O amigo se ajeitou um pouco mais e continuou comendo ela pelo cu. A Mily curtia e gemia igual uma gatinha. Devagar foi acelerando até que a Mily começou a fazer sinal com a mão. Tava doendo. O cara parou e tirou a piroca, pegou a minha sobrinha pelo rabo e apontou pra câmera pra eu ver o cuzinho dilatado da mina:
— Olha, tio... tu não sabe o apertadinho que ela tem.
Achei que ia gozar tudo... a minha piroca deu uns pulos, como se quisesse entrar naquele buraquinho rosa e quente.
Ele cuspiu mais umas vezes e meteu de novo... até o talo... A Mily deu um gritinho, mas ele já tava sacudindo ela com a fodida que tava dando.
O amigo ajeitou ela um pouco mais pra deixar a raba mais levantada, e parecia que a piroca chegava na garganta dela. A mina mordia uma camiseta e gemia igual uma louca:
— Aaaiii, mano... aaaiii... tu me rasga toda...
O cara continuava metendo naquela raba linda com tudo. A buceta da Mily começava a babar e abria um pouco a cada estocada daquela piroca enorme.
Aumentaram o ritmo da fodida e eu não aguentava mais... minhas bolas doíam, mas eu não queria gozar. A Mily gemia igual uma louca, o cara resfolegava, já prevendo que não ia aguentar muito mais.
Ele tirou a piroca da raba e bateu uma ou duas vezes, e o jato de porra lavou o cu e as costas da minha sobrinha. Vendo aquilo, eu agarrei a minha piroca e jorrei uns belos jatos de porra, uma porra espetacular depois de presenciar uma fodida dessas. Garchada.
Os dois ficaram exaustos, o magrelo passava a pica pela bunda dela, tipo curtindo toda aquela carne à disposição. A Mily suspirava feliz porque ele tinha feito ela gozar de novo, algo que eu nem percebi na intensidade da punheta.
- Gozou, tio? - perguntou a Mily
- Sim, gostosa, pra caralho...
Minha sobrinha chegou perto do telefone:
- Vou me lavar, tiozinho. Beijinhos. A gente se vê.
------------------------
Hoje a gente tava conversando e eu mandei o link do primeiro relato. Ela se cagou de rir e me contou que depois de um tempo ele comeu ela de novo e pediu pra gozar na boquinha dela, ela mamou até ele encher a boca dela de porra.
- Engoliu? - perguntei
- Mmmm... óbvio, tio, tava uma delícia!!
Juro que a pica arde de tanto bater punheta pra essa mina.
Fotinha da garota depois da arrombada de cu (de verdade).
O Tio Tarado parte 2Continuamos...
O magrelo chupava a buceta dela, abria as nádegas dela e ia dilatando o cuzinho da minha sobrinha. A piranha só gemia baixinho, curtindo tudo aquilo. O amigo cuspiu umas duas vezes na raba dela e apontou a ferramenta, foi devagar... a minha sobrinha aguentava e a piroca foi entrando... devagar... ele bombava um pouco e empurrava mais... bombava mais um pouco... até enfiar ela toda na raba.
Eu olhava sem nem conseguir tocar na minha piroca, que já tinha vida própria a essa altura da noite.
O amigo se ajeitou um pouco mais e continuou comendo ela pelo cu. A Mily curtia e gemia igual uma gatinha. Devagar foi acelerando até que a Mily começou a fazer sinal com a mão. Tava doendo. O cara parou e tirou a piroca, pegou a minha sobrinha pelo rabo e apontou pra câmera pra eu ver o cuzinho dilatado da mina:
— Olha, tio... tu não sabe o apertadinho que ela tem.
Achei que ia gozar tudo... a minha piroca deu uns pulos, como se quisesse entrar naquele buraquinho rosa e quente.
Ele cuspiu mais umas vezes e meteu de novo... até o talo... A Mily deu um gritinho, mas ele já tava sacudindo ela com a fodida que tava dando.
O amigo ajeitou ela um pouco mais pra deixar a raba mais levantada, e parecia que a piroca chegava na garganta dela. A mina mordia uma camiseta e gemia igual uma louca:
— Aaaiii, mano... aaaiii... tu me rasga toda...
O cara continuava metendo naquela raba linda com tudo. A buceta da Mily começava a babar e abria um pouco a cada estocada daquela piroca enorme.
Aumentaram o ritmo da fodida e eu não aguentava mais... minhas bolas doíam, mas eu não queria gozar. A Mily gemia igual uma louca, o cara resfolegava, já prevendo que não ia aguentar muito mais.
Ele tirou a piroca da raba e bateu uma ou duas vezes, e o jato de porra lavou o cu e as costas da minha sobrinha. Vendo aquilo, eu agarrei a minha piroca e jorrei uns belos jatos de porra, uma porra espetacular depois de presenciar uma fodida dessas. Garchada.
Os dois ficaram exaustos, o magrelo passava a pica pela bunda dela, tipo curtindo toda aquela carne à disposição. A Mily suspirava feliz porque ele tinha feito ela gozar de novo, algo que eu nem percebi na intensidade da punheta.
- Gozou, tio? - perguntou a Mily
- Sim, gostosa, pra caralho...
Minha sobrinha chegou perto do telefone:
- Vou me lavar, tiozinho. Beijinhos. A gente se vê.
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Hoje a gente tava conversando e eu mandei o link do primeiro relato. Ela se cagou de rir e me contou que depois de um tempo ele comeu ela de novo e pediu pra gozar na boquinha dela, ela mamou até ele encher a boca dela de porra.
- Engoliu? - perguntei
- Mmmm... óbvio, tio, tava uma delícia!!
Juro que a pica arde de tanto bater punheta pra essa mina.
Fotinha da garota depois da arrombada de cu (de verdade).
3 comentários - Tio Tarado (Finaaaaal)
Gracias cumpa!