Depois de um tempão chupando minha buceta, gozei na boca dele, tive um orgasmo tão gostoso que quis gritar, mas meus pais estavam no quarto de cima. A única coisa que pude fazer foi apertar a cabeça dele e fazer meus sucos entrarem na boca dele. Depois de gozar, chegou minha vez de chupar aquela pica enorme e deliciosa. Depois de um bom tempo chupando o pau dele, pedi leite na boca, tava com vontade de engolir esperma.
Eu coloquei a língua pra fora e ele gozou na minha boca de puta.
Depois que ele gozou na minha boca, ele falou: "agora, sua puta, senta em cima de mim". Eu tava com um pouco de medo porque o pau dele era enorme, então eu tinha receio de gritar enquanto ele me empurrava pra baixo. Sentei nele e ele começou a meter a rola, era uma sensação deliciosa, sentia minha buceta se abrindo. Depois disso, ele começou a acelerar o ritmo até o ponto em que minhas nádegas batiam na barriga dele e faziam aquele barulho de tapa.
Eu tava internado, tentando ficar calma, mas aquele pau era fascinante, tanto que senti ele até o fundo da minha buceta. Chegou num ponto que ele me meteu tão forte que doeu e eu gritei, mas ele tapou minha boca. Mesmo assim, os dois gozamos na hora, e ele esporrou tudo dentro de mim. Limpei o pau dele e a buceta com nossas línguas, e aí dormimos. No dia seguinte, ele acordou, foi embora e disse que sempre que eu quisesse ser uma putinha, era só chamar. Até hoje, de vez em quando, chamo ele pra me comer gostoso, igual a puta que sou.
Eu coloquei a língua pra fora e ele gozou na minha boca de puta.
Depois que ele gozou na minha boca, ele falou: "agora, sua puta, senta em cima de mim". Eu tava com um pouco de medo porque o pau dele era enorme, então eu tinha receio de gritar enquanto ele me empurrava pra baixo. Sentei nele e ele começou a meter a rola, era uma sensação deliciosa, sentia minha buceta se abrindo. Depois disso, ele começou a acelerar o ritmo até o ponto em que minhas nádegas batiam na barriga dele e faziam aquele barulho de tapa.
Eu tava internado, tentando ficar calma, mas aquele pau era fascinante, tanto que senti ele até o fundo da minha buceta. Chegou num ponto que ele me meteu tão forte que doeu e eu gritei, mas ele tapou minha boca. Mesmo assim, os dois gozamos na hora, e ele esporrou tudo dentro de mim. Limpei o pau dele e a buceta com nossas línguas, e aí dormimos. No dia seguinte, ele acordou, foi embora e disse que sempre que eu quisesse ser uma putinha, era só chamar. Até hoje, de vez em quando, chamo ele pra me comer gostoso, igual a puta que sou.
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