Namorada traiçoeira

NOTA: Este relato contém cenas de infidelidade e corno, se você não gosta desse tipo de história, dá meia volta. Jill desligou o telefone e percebeu que sua mão tremia nervosamente ao fazê-lo. O sangue corria em suas veias com uma emoção que ela não sentia há mais de um ano. O que ela tinha acabado de aceitar? Tudo acontecia tão rápido que ela estava sobrecarregada com tudo. Esse era o melhor amigo do Alex! Alex era seu namorado há dezoito meses. Era um homem bonito, com vinte e poucos anos. Tinha a cabeça no lugar e tratava Jill muito bem. Ela o amava muito. Então, que diabos ela tinha acabado de fazer? Ela conheceu todos os amigos dele em algum momento; alguns eram atraentes, outros não. Então, o que tornava o Esteban tão especial? Com certeza, ele era atraente. Magnífico, até. Alto, cabelo escuro, olhos azuis penetrantes… mas o que o diferenciava dos outros amigos atraentes do Alex? Talvez ela estivesse excitada pelo fato de Esteban ser o melhor amigo do seu namorado. Que era um tabu tão proibido que a perspectiva a intrigava sexualmente. Não, isso era algo que ela não admitiria para si mesma. Além disso, quem disse algo sobre sexo? Ela tinha uma conexão com Esteban. Uma forte. Não tão forte quanto com Alex, mas uma que de alguma forma era diferente. No começo, Esteban ligava para Alex e, naquelas ocasiões em que Alex não estava em casa, Jill atendia no lugar dele, e foi aí que tudo começou. Conforme as semanas passavam, Esteban e Jill conversavam ao telefone sem que Alex necessariamente soubesse. Sempre que os três saíam para tomar alguma coisa, seja sozinhos ou em um grupo maior, todos se davam muito bem. Claro, eles trocavam olhares de vez em quando, mas ela olhava para muitos caras. É a natureza humana. Quanto a Esteban, quando viu Jill pela primeira vez, soube que seu amigo tinha encontrado ouro. O desejo imediato que sentiu por ela quando se conheceram foi poderoso. Cada vez que a via depois disso, o desejo se tornava doloroso. Ela era incrível. Absolutamente linda. Cabelo castanho com cachos que era perfeito tanto quando caía sobre os ombros quanto quando estava preso para cima. O resto dela não era menos perfeito. Olhos escuros cativantes, lábios carnudos, pele branca e uma tez maravilhosa. Ela tinha um corpo esculpido diretamente das fantasias de adolescente: peitos perfeitos, uma bunda perfeita, redondinha mas firme, e pernas incríveis. A palavra perfeito é usada muito ao descrever Jill.Namorada traiçoeiraSeis meses depois de começar a namorar Alex, as conversas dela com Esteban passaram de pequenos papos para longas conversas. Seis meses depois disso, Esteban percebeu que estava ligando para a casa dela para falar com Jill, e não com Alex. Na verdade, ele ficava decepcionado quando Alex atendia.

Quando Esteban a conheceu, ele guardava cada vislumbre de pele que conseguia dela. Quando ela usava uma blusa larga e se inclinava na frente dele, ele dava uma olhada rápida nos seios contidos num sutiã branco. Ou quando estava sentado com Alex na sala e avistava Jill vestindo apenas uma toalha, correndo do banheiro para o quarto. Ou aquela vez que foram à praia e ela colocou aquele biquíni... você entende a ideia.

As coisas chegaram a um ponto crítico cerca de um mês atrás. Os três estavam bêbados e Alex tinha desmaiado no quarto. Resumindo: Esteban a beijou... e ela não recuou. Na verdade, ela gostou muito do beijo, e não foi só o álcool que a deixou molhada. Era uma sensação de formigamento que acontecia na sua virilha cada vez mais frequentemente quando ela via esse homem. Foi a culpa dela que interrompeu o beijo. Ou foi o medo de ser pega?

A partir daí, Esteban começou a se mostrar mais ousado com ela nas semanas seguintes. Ele descobriu que ela não se importava. Ele estava aparecendo com mais frequência, na esperança de pegar Jill sozinha, mas nunca conseguia. As conversas telefônicas deles ficaram mais íntimas, embora nenhum dos dois parecesse cruzar aquela linha.

Isso poderia ter terminado com a conversa telefônica que ela acabou de ter com ele. Ela realmente ligou para ele desta vez. Ele vinha fazendo propostas nas últimas semanas para que os dois se encontrassem para assistir a um filme. Era um filme que Alex nunca assistiria com ela, então Esteban viu isso como uma abertura e foi em frente. Ela tinha medo de ficar sozinha com Esteban por tanto tempo e tinha medo de ir adiante. Até agora. Amanhã, ela e Alex iriam jantar na casa dos pais dele e passariam a noite lá. Todo o plano parecia bem chato, e quanto mais ela pensava naquele filme e no Esteban, mais queria pular a visita aos sogros. Com o coração acelerado, pegou o telefone e disse a Esteban que tentaria escapar da visita e que, se conseguisse, estaria interessada em ver aquele filme. Ela disse a Esteban que, se conseguisse fugir da visita, ligaria para ele assim que Alex saísse. Os dois 'amigos' conversaram por mais meia hora antes de desligar. Jill percebeu que estava realmente molhada. Por quê? Era só um filme! Será que o Steve tentaria beijá-la? Provavelmente sim, admitiu para si mesma. Ela corresponderia ao beijo? Definitivamente não! O álcool não seria desculpa desta vez! Ela estava morrendo de vontade de ver o filme, e o Esteban era ótimo para passar o tempo. Na manhã seguinte, uma sexta-feira, Jill fingiu estar doente. Ela e Alex estudavam na mesma universidade e iam de carro juntos. À tarde, avançando com seu plano, fez com que Alex faltasse à última aula para levá-la para casa: ela estava ardendo! Uma mentira total, claro. A única coisa que estava quente nela era a virilha! Chegou às 17h30 e Jill estava mais fraca que nunca. Estava na cama, debaixo dos lençóis, tirando uma soneca quando Alex a acordou para dizer que se arrumasse. "Não vou conseguir", reclamou. "Estou me sentindo uma merda". Como podia mentir assim para o namorado? A melhor maneira de lidar com essa pergunta era não fazê-la a si mesma. Alex não perdeu muito tempo tentando fazê-la mudar de ideia. Ele entendeu. Afinal, ela tinha passado o dia todo doente, não era? "Tudo bem." Ele cedeu quando terminou de se arrumar. Caminhou até ela. "Vou tentar não chegar muito tarde. Volto para casa às 10 ou 11 para cuidar de você. Tá bom, coelhinha?" Jill sorriu, fracamente, com os olhos ainda fechados. "Você é tão fofo". Ela respondeu. Ele a beijou na testa, que não se ela estava mais quente que o normal (mas o que ele sabia?), e então beijou sua boca suavemente. "Te vejo mais tarde. Te amo!" disse enquanto saía do quarto. "Eu também te amo!" respondeu com uma voz rouca e doentia. Ouviu a porta do apartamento fechar e imediatamente agarrou o celular e discou rapidamente o número do Steve. "Alô?" Disse uma voz do outro lado da linha. "Oi!" Ela respondeu, com uma voz repentinamente forte e saudável. "E aí!" "Ele foi embora." "Beleza, vou buscar pipoca." Desligou o telefone e pulou da cama. Jill passou os próximos vinte minutos se arrumando o mais rápido que pôde, por alguma razão preocupada com sua aparência quando só vinha o Esteban. Alex, enquanto isso, passou os mesmos vinte minutos pensando no amor da sua vida e na saúde ruim dela. Ele realmente queria fazer algo bom por ela, mostrar que a amava e talvez ganhar uns pontos no processo! Tomada a decisão, parou numa praça do outro lado da cidade. Estava a uns dez minutos da casa dos pais, mas ligou e cancelou o jantar. Jill estava muito doente e precisava que ele cuidasse dela. Houve uma batida na porta e a buceta da Jill ficou encharcada. Não pôde evitar a reação natural do seu corpo, e seu coração bateu forte quando abriu a porta. Lá estava Esteban, gato como sempre, segurando uma garrafa de vinho. Ele usava um moletom escuro e uma polo azul. Ela usava um short de jeans que mal cobria a parte de baixo da sua bunda e uma camiseta branca justa, e o cabelo estava preso num grampo.vadiaOs dois 'amigos' sentaram-se lado a lado no sofá depois que Esteban trouxe um saca-rolhas da cozinha, junto com um par de copos. A televisão estava ligada enquanto Jill procurava o filme na Netflix. A conversa foi nervosa e cada um tomou um gole. Era diferente. Os dois tinham sido grandes amigos e se davam muito bem, mas agora as coisas eram diferentes e ambos sabiam. Jill tomou outro gole e deixou o copo sobre a mesa. Virou-se para ele e percebeu que ele estava a olhando. Silenciosamente, ele deixou a bebida, sem quebrar o olhar. Com o coração batendo forte, ele inclinou-se para frente. Ela percebeu o que ele estava fazendo e não fez nenhum movimento para detê-lo. Seus lábios tocaram os dela enquanto ele a beijava suavemente. Ela fechou os olhos enquanto ele a beijava de novo. Seu coração estava acelerado. Ela queria tanto isso! No entanto, não podia continuar. Seu namorado era muito importante para ela. Esteban puxou levemente seu lábio superior para fora um pouco. Sua língua acariciou seus lábios e ela se viu abrindo a boca. Sua língua lançou-se dentro, explorando sua boca. Ele colocou sua mão sobre sua coxa, e seu toque enviou raios de eletricidade por seu corpo. Jill enviou sua língua à boca dele, perdendo-se no momento. Podia sentir sua mão deslizando lentamente por sua coxa e o formigamento em sua buceta multiplicou-se por dez. Ele a tocou. Quando sentiu seus dedos acariciando sua virilha, ela era toda dele. Todas as inibições caíram. "Mmmph..." ela gemeu em sua boca. Sua mão foi para a parte de trás de sua cabeça, mantendo-a no lugar. Sua outra mão aterrissou em sua coxa. Ela não tinha mais controle. Queria esse homem e percebeu que o desejava há muito tempo. Sua mãozinha acariciou sua coxa até o volume de suas calças. Quando sentiu seu volume grosso, uma onda de desejo a atravessou. Ela o beijou com mais urgência enquanto sua mão continuava a manipular sua ereção necessitada. entrepernas. Quando sua mão desabotoou o botão do shorts, ela não fez nenhum movimento para impedi-lo. Jill esfregou sua língua ao longo da dele enquanto sentia o zíper deslizando lentamente para baixo. Eles respiravam pesadamente na boca um do outro quando Esteban deslizou a mão na calcinha da namorada do amigo. Ele sentiu a umidade quente de sua boceta e ela suspirou em sua boca. Seu dedo esfregou a parte superior de sua fenda quente, pressionando seu clitóris e enviando uma onda de formigamento de prazer por seu corpinho. "Ahhh..." ela gemeu antes de beijá-lo novamente com paixão. Seu dedo deslizou lentamente pelas dobras de sua fenda trêmula até chegar à entrada de seu tesouro. Jill estava ofegante. Ela sabia que já tinha ido longe demais, mas ainda assim queria mais. Ele enfiou o dedo dentro dela, e as sensações que isso deu foram puro paraíso. Outro homem que não era Alex estava sentindo seu interior pela primeira vez em mais de dois anos. Sua língua dançava em torno de sua boca com urgência enquanto seus dedos brincavam com seu cabelo. Sua entreperna se movia sutilmente contra sua mão, precisando de mais. Steve continuou deslizando suavemente seu dedo para dentro e para fora de seu túnel úmido, sua mão pressionando repetidamente seu clitóris, enviando raios de eletricidade por seu corpo. "Mmmm..." ela ronronou, e não pôde evitar que sua mãozinha começasse a buscar sua recompensa nos joggers dele. Respirando com dificuldade, a mão de Jill deslizou dentro de sua cueca e rapidamente encontrou o que procurava. Seus dedos envolveram seu membro grosso, e agora era a vez dele gemer em sua boca enquanto ela o acariciava. Ela começou a masturbá-lo enquanto ele continuava provocando sua boceta faminta com o dedo. Ela ficou ainda mais agressiva, puxando seu pau para fora. Era tão comprido! Com o coração batendo forte, ela interrompeu o beijo e olhou para baixo. O órgão que ela tinha na mão era um pouco mais longo que o de Alex, e definitivamente mais grosso! Trêmula de nervoso, ela inclinou a cabeça lentamente para baixo. Sua língua saiu serpenteando e lambeu devagar desde a base da sua virilidade até a cabeça. Esteban tirou a mão da calça e fechou os olhos, acariciando as costas dela com a mão. Jill olhou para a grossa cabeça em forma de cogumelo do seu pau por um momento antes de passar a língua ao redor dela suavemente. Ela circulou a glande duas vezes antes de beijá-la de leve. Abriu a boca e lentamente o levou para dentro. Alex, enquanto isso, estava saindo de uma delicatessen com uma tigela de sopa quente para viagem. Jill agradeceria por algo quente para aliviar sua dor de garganta. Mal sabia ele que ela já tinha algo para colocar na boca, e estava massageando sua garganta bem naquele momento! "Ahhhh..." Steve suspirou, arqueando a cabeça para trás enquanto sentia sua virilidade sendo lentamente envolvida pelo calor da boca dela. Mais de suas inibições caíram quando sentiu a ponta desse pau novinho tocando o fundo da sua boca, e ela chupou com mais força. Jill começou a mover a cabeça para cima e para baixo no colo dele, excitada. Sua buceta formigava loucamente enquanto seus lábios subiam e desciam com fome por seu eixo duro como pedra. A boca dela estava incrível. Essa experiência era mais do que ele esperava! Seus lábios deslizavam suavemente para cima e para baixo por sua vara, e ele estava sutilmente levantando os quadris do sofá, incapaz de evitar. Seus olhos estavam fechados, ela estava completamente concentrada na chupada nesse momento. Ele estendeu a mão em volta dela e apertou suavemente seu peitinho pequeno por cima da camisa. A excitação disparou pelo corpo dela com seu toque, do peito até a virilha. "Mmmmph!" ela gemeu em volta do seu pau. Foi bom que Esteban tivesse se masturbado antes de ir para lá, senão ele não teria chance! Mesmo assim, ela era tão habilidosa que ele teve que dar um jeito de parar. Ele não conseguia desperdiçar essa oportunidade gozando cedo demais! Suavemente, ele passou a mão pelo queixo dela e ergueu sua cabeça. Seu pênis saiu de sua boca e ela o encarou. Ela se sentou e ele a beijou suavemente na boca. "Vamos pro quarto". Ele disse suavemente. A realidade caiu sobre ela e, com ela, veio o medo. O que ela estava fazendo? "Não devíamos". Ela protestou. Ele a calou com a boca, beijando-a novamente. Seu coração batia mais rápido e ela retribuiu o beijo, apaixonadamente. "A gente devia..." eles se beijaram de novo, com os lábios se encontrando. "...para..." ela terminou. Ela não poderia estar mais excitada, e enfiou sua língua profundamente em sua boca. Esteban enfiou a mão novamente em sua calcinha, e rapidamente encontrou sua boceta encharcada e molhada. Estava mais molhada que nunca! "¡Mmmmph!" ela respirou, raios de prazer percorrendo seu corpo. Lentamente, ele acariciou sua boceta sensível com o dedo e ela se contorceu diante dele. Ele enfiou um dedo em seu buraco apertado. "Ahhh..." ela gemeu, quebrando o beijo e arqueando a cabeça para trás. O desejo a atravessou. Ela precisava de mais que um dedo ali! Mas até onde isso poderia ir? Ou melhor, até onde isso DEVERIA ir? "Tá bom." Ela respirou. "Vamos pro quarto". Seu pênis quase disparou uma carga prematuramente com suas palavras. Ela não havia prometido transar, mas isso era o mais perto que se podia chegar! Por sorte, ele tirou a mão de sua calcinha e se levantou. Jill permaneceu sentada, com o coração batendo forte enquanto tentava se controlar. Ela olhou para ele e notou que ele estendia a mão. Sorrindo nervosamente, ela a pegou e ele a ajudou a se levantar.amadorEntraram no quarto, aquele que ele dividia com Alex. Ele a agarrou pelo braço e ela se virou para ele. Seus lábios encontraram os dela, beijando-a com urgência. Suas mãos deslizaram por suas costas até seu bumbum, apertando-o suavemente sobre seus shorts desabotoados. Ela se encontrou pressionando-se contra Esteban enquanto o beijava. Estava consciente do volume nas calças dele pressionando seu estômago, e sua buceta formigou de excitação com a sensação. Ele deslizou uma mão por trás de seus shorts, entrando dentro de sua calcinha e acariciando a pele macia de seu traseiro. Não conseguia acreditar que estava sentindo o bumbum nu de Jill. Jill! Ela quebrou o beijo, levantando os braços enquanto ele puxava sua camiseta pela cabeça e a jogava no chão. Ela ficou de pé diante dele, ofegante, seu sutiã branco exposto. Sem conseguir se conter, se viu estendendo a mão e agarrando a camisa polo de Esteban. Lentamente a puxou para cima de seu corpo até que ele a ajudou a tirá-la. Então ele a pegou desprevenida, empurrando-a com rudeza na cama. Jill caiu de pernas abertas, pés apoiados na cama, e Steve rapidamente se deitou sobre ela. Mais uma vez sua boca estava sobre a dela, desta vez pressionando sua virilha contra a dela. "Mmmph!" Ela suspirou em sua boca, relâmpagos de prazer subindo por sua coluna enquanto ele esfregava seu volume contra sua virilha. Era tão incrível; ela fechou os olhos e se entregou ao beijo. Seus pés começaram a acariciar de cima a baixo a parte externa de suas pernas, suas mãos acariciaram a pele quente de suas costas. Steve quebrou o beijo e começou a deslizar seus lábios pela pele macia de seu pescoço. Ele beijou suavemente seu peito enquanto ela ofegava por ar. Beijou a pequena inclinação de seu decote até chegar ao sutiã. Com a mão trêmula, ela nervosamente levou sua mão até seu ombro e agarrou a alça de seu sutiã. Lentamente a puxou para baixo por seu... braço, centímetro a centímetro, até que a parte da frente do sutiã se separou do seu peito, revelando pela primeira vez sua aréola rosa clara. Seu coração disparou ao ver aquilo, e ele se inclinou e brevemente levou seu mamilo ereto à boca. Um formigamento percorreu seu peito até a virilha quando ele soltou seu mamilo. Ela estava ofegante debaixo dele enquanto observava sua língua traçar um círculo em volta da aréola. Enquanto sua língua brincava com seu peito, sua mão esfregava sua vagina por cima do shorts, deixando-a louca de tesão. Ele começou a beijar lentamente a pele pálida de sua barriga tensa até alcançar a parte de cima do shorts. Eles estavam abertos e ele podia ver sua calcinha de algodão branco por baixo. Segurando as laterais, ele puxou para baixo. Jill se viu levantando a bunda da cama e permitindo que o melhor amigo do namorado puxasse o shorts por suas pernas sexy. Ele tirou seus pés deles, um por um, e removeu as meias pretas ao mesmo tempo. A mulher dos seus sonhos agora estava deitada diante dele vestindo apenas uma calcinha encharcada e um sutiã pela metade. Ele se deitou entre suas pernas e beijou seu estômago logo abaixo do umbigo. Jill sentiu um formigamento na virilha em antecipação. Ele estava tão perto de onde ela precisava que ele estivesse! Ela podia sentir o cheiro forte de sua excitação enquanto seus lábios percorriam sua pele logo acima da calcinha. Esteban beijou os lábios de sua vagina através do tecido fino e foi pego de surpresa pelo quanto o algodão estava molhado. Jill suspirou, os dedos dos pés se curvaram quando raios de prazer percorreram seu corpo. Ele colocou sua boca sobre os lábios de sua vagina e chupou suavemente através do algodão. "Ahhhh..." ela suspirou, se contorcendo. Ela se viu alcançando entre suas coxas e segurando sua cabeça no lugar enquanto ele a comia por cima da calcinha. Ela estava esfregando a buceta na cama, as sensações dentro dela ficando mais intensas. Esteban pôde saborear seus deliciosos sucos através da calcinha, e chupou com mais força, suas mãos deslizando por baixo de sua bunda. Ele colocou o polegar na lateral da calcinha e a empurrou lentamente para o lado. Pouco a pouco, os lábios inchados e rosados ficaram expostos para ele, e seu coração disparou de desejo. Ele os beijou suavemente e ela suspirou quando a eletricidade percorreu seu corpo. Ela estava ofegante, completamente conectada com essa nova e fantástica experiência. Sua língua saiu e lentamente percorreu desde a parte inferior da abertura até a parte superior, coletando seus sucos. Ele tocou seu pequeno botão levemente, chupando-o brevemente em sua boca antes de soltá-lo. Esteban agarrou as laterais da calcinha e puxou para baixo. Incapaz de resistir, Jill levantou a bunda da cama e permitiu que o amigo do namorado deslizasse lentamente sua calcinha minúscula por suas pernas sexy. Ele tirou seus pés dela um por um, e os posicionou sobre a cama bem abertos para ele. Ele deixou cair a peça delicada no chão, hipnotizado pela visão que tinha diante de si. Sua região íntima cuidadosamente depada emoldurava os lábios inchados de sua buceta em um retângulo perfeito. Suas pernas macias e sexy estavam bem abertas e ela tremia diante dele. Seu coração disparou de antecipação enquanto observava Esteban se inclinar lentamente entre suas pernas. Ele beijou seus lábios sensíveis e um formigamento percorreu violentamente seu corpo. Alex, enquanto isso, ainda estava a pelo menos dez minutos de distância. Ele estava tendo mais dificuldade para voltar para casa do que para sair. Estava preso no trânsito enquanto a mulher que amava deixava outro homem provar sua buceta. Esteban chupou os lábios da buceta de Jill. Ela se contorceu diante dele, sua mão se estendeu entre suas pernas para agarrar seu cabelo. Lentamente ele libertou sua pele sensível e ela suspirou de prazer. Ele podia ouvi-la respirar ofegante enquanto sua língua subia e descia por sua gozou. Ele deslizou a língua dentro dela, saboreando enquanto girava dentro de seu túnel úmido encharcado. Seus dedos dos pés se curvaram e ela ergueu os quadris da cama. "Ahhhh..." gemeu ao sentir sua língua arrastar-se lentamente em direção ao clitóris. Esteban começou a abaixar as calças e a cueca enquanto sua língua esfregava levemente seu clitóris. Ela ofegou, fechando os olhos quando sentiu um orgasmo começar a agitar-se dentro dela. Ele continuou lambendo-a esporadicamente, sem nenhum tipo de ritmo enquanto se despia. Ela ergueu a buceta mais alto, tentando capturar mais de sua língua enquanto ele continuava lambendo. Porém, uma vez que ele removeu a roupa, ela conseguiu o que queria. Ele deslizou as mãos por baixo de sua bunda nua e agarrou suas nádegas com força, mantendo-a no lugar enquanto envolvia seus lábios ao redor de seu pequeno botão. "Ahhhh..." suspirou enquanto chupava suavemente seu clitóris, enviando uma onda de formigamento por seu corpo e colocando-a no caminho certo. Sua língua lambeu seu clitóris tão rápido quanto pôde, empurrando-a mais perto do limite. Ela estava gemendo, contorcendo-se um pouco para fora da cama enquanto perdia o controle. "Ahhhh, Deus!" ofegou, o orgasmo explodiu dentro dela. Todo seu corpo aqueceu e ela pôde sentir as paredes internas de sua boceta convulsionarem enquanto Esteban lambia sem piedade seu clitóris. Jill estava esfregando sua boceta em seu rosto, incapaz de se conter enquanto lutava pelo controle. Finalmente, ele afastou sua cabeça de sua virilha com ambas as mãos. Não aguentava mais! Ele tirou as meias, ficando completamente nu enquanto observava Jill se recuperar. Ela tinha as pernas bem abertas e os pés apoiados na cama. Os lábios inchados de sua vagina estavam tremendo, apertados juntos de maneira tentadora. Seu sutiã branco estava um pouco torto, as alças estavam até a metade de seus braços e seu único seio era parcialmente visível. Ela estava... ofegante para respirar. Ela não fez nenhum movimento para detê-lo enquanto o via se ajoelhar entre suas pernas, seu pau duro como uma pedra estava ereto no ar, e ela não sentia nada além de tesão. Ela precisava daquele membro grosso dentro dela. Desesperadamente. Jill permaneceu passiva enquanto o via pegar seu pênis e mirá-lo lentamente para baixo, pressionando a cabeça do cogumelo contra seu clitóris sensível e movendo-o lentamente pelos lábios de sua buceta. Ele passou por sua entrada, provocando-a. Ambos respiravam com dificuldade enquanto ela percorria seu órgão gordo de cima para baixo por sua fenda, cobrindo-a com seus fluidos. Ela tremia de desejo. Esse era o pau de outro homem! Na verdade, ela ia deixar alguém mais estar dentro dela! Esteban empurrou para frente e os lábios rosados se abriram para ele e deixaram entrar a cabeça de seu pênis grosso. "Ohhhh..." ela gemeu, arqueando a cabeça para trás e fechando os olhos. Ela podia sentir que se esticava ao seu redor. Esteban estava no paraíso. Ele não podia acreditar que a parte superior de seu pênis estivesse envolta no calor da namorada de seu melhor amigo! Ele empurrou com mais força, apertando metade de seu pênis dentro dela enquanto seu namorado abria caminho pelo trânsito a apenas alguns minutos de distância. Ele parou, sua apertada passagem não permitia que ele entrasse mais. Ela abriu os olhos e o olhou com luxúria. Seu peito se agitava debaixo do sutiã enquanto ela ofegava para respirar. Ele sentiu que ela percorria suas costas com ambas as mãos até que se fecharam sobre sua bunda nua. Ela puxou-o para frente, precisando de mais dele dentro dela. Ele podia sentir sua buceta deslizar um pouco mais em seu pau, envolvendo-o lentamente em seu calor. "Ohhh... Deus." Jill suspirou, movendo sua buceta para cima, devorando o último pedaço de seu pênis. Esteban manteve-se dentro dela, aproveitando a sensação de todo seu pau enterrado em seu calor. Suavemente, ele passou os dedos dos pés por suas pernas. Ele não se Há tanto tempo que não me sentia tão recheada! Sua buceta parecia estar esticada até o limite! Ele começou a deslizar lentamente sua virilidade para dentro e para fora de sua tensão, com movimentos longos. Seus lábios estavam sobre os dela, beijando-a com urgência enquanto faziam amor. Sua língua invadiu sua boca enquanto seu órgão disparava dentro de seu túnel. Ela podia senti-lo entrando e saindo um pouco mais rápido, e suas mãos agarraram suas nádegas, instando-o a continuar. “Mmmph! Mmph! Mmmph! Mmmph!” Ela gemeu em sua boca, sentindo outro orgasmo surgir rapidamente dentro dela. Podia sentir cada centímetro dele deslizando para dentro e para fora de sua boceta. Sua língua invadia ansiosamente sua boca. Ela não se cansava dele. Queria que ele enfiasse seu pau nela a noite toda! Ela interrompeu o beijo, segurando-se em seus braços. Jill o viu levantar os quadris, deslizando a maior parte de seu membro para fora de seu corpo. Ela podia ver seu pau escorregadio quando olhou para baixo, entre suas pernas. Seu peito estava ofegante, os seios quase saindo do sutiã. Esteban empurrou com força, deslizando seu pau de volta para casa. “UNH!” Ela gritou. Ele começou a perfurá-la, com seu longo pau entrando e saindo de seu buraco necessitado o mais rápido que podia. “Uh! Uh! Uh! Uh!” Ela estava perdendo o controle; as sensações a sobrecarregavam. “Ohhhhhhhh Deus!” Ela gemeu, gozando. Seu coração batia forte e ela podia sentir as paredes internas de sua vagina apertando e soltando seu pau pulsante. Jill levantou os pés no ar, prolongando a sensação enquanto Esteban entrava e saía de seu corpo indefeso. Ele olhou para baixo para sua forma gemendo. Suas sobrancelhas arqueadas em êxtase e seus olhos estavam fechados. A única coisa que o impediu de gozar naquele momento foi o fato de ter batido uma punheta antes de chegar ao apartamento! Ela era incrível! Ele continuou a comê-la enquanto ela se recuperava de seu orgasmo incrível. Então ele a pegou desprevenida, deslizando seu pau... fora de sua buceta encharcada com um 'gole' audível. Ajoelhando-se entre suas pernas, ele agarrou sua cabeça com rudeza, levantando-a até uma posição sentada. Seu pau estava a uma polegada de seu rosto, e Jill sentiu que não tinha outra escolha a não ser pegá-lo. Ela o agarrou e enfiou na boca, deslizando os lábios por seu eixo com avidez. Podia sentir o gosto de sua própria buceta nele, algo que normalmente a enojava, mas dessa vez a excitava mais do que nunca. Ela deslizou os lábios para cima e para baixo em seu pau descuidadamente. 'Chup chup chup chup' ela chupou ruidosamente sua masculinidade enquanto ele alcançava atrás dela. Suas mãos desabotoaram seu sutiã e ela sentiu as alças deslizando por seus ombros enquanto devorava seu pau. Ela tirou os braços dele, libertando seus seios sem perder o ritmo de seu órgão.VoyeurEsteban colocou a mão sob o queixo dela e o ergueu. Seu pênis saiu da boca dela e ela o encarou. Ele a segurou pelos ombros e gentilmente a incentivou a ficar de joelhos. Ele pretendia adotar a posição de cachorrinho, mas quando viu aquele bumbum lindo colado nele, não resistiu. Tinha que beijá-lo. Beijou sua nádega direita e depois a esquerda. Começou a chover beijos por todo seu traseiro macio e branco enquanto ela ficava de joelhos, impotente diante dele. Seus lábios se aproximaram cada vez mais da fenda de suas nádegas, e suas mãos agarraram suas bochechas, apertando-as. Ele abriu suas nádegas, expondo os lábios inchados e rosados de sua buceta. Enterrou o rosto em sua bunda linda, sua língua deslizou dentro de sua vagina novamente. Ele estava olhando diretamente para seu cuzinho apertado enquanto sua língua saboreava seus deliciosos sucos. "Ahhh..." Jill suspirou enquanto um formigamento subia por sua coluna. Alex entrou no estacionamento, animado com o bem que estava fazendo pela mulher que amava. Ela ficaria tão feliz em vê-lo! E pense nos pontos que ele ganharia com isso! Pensar que naquele exato momento o rosto de seu melhor amigo estava enterrado em sua bunda.rabaoAo sair do carro, foi recebido por um vizinho que também acabara de chegar. Alex não conhecia bem o rapaz, mas parou para conversar mesmo assim. Esteban chupava os lábios de sua buceta, suas mãos ainda acariciavam sua bunda, abrindo-a o máximo que podia. Ele adorava olhar aquele cuzinho apertado, e quanto mais olhava, mais desejava. Não queria assustá-la, então sabia que não podia comê-la ali. Pelo menos não agora, mas talvez pudesse tocá-lo, só um pouquinho. Jill estava de quatro, os seios balançando sob ela, ofegante quando sentiu Steve lambendo sua vagina. Ela tinha os olhos fechados e podia sentir outro orgasmo começando a agitar seu corpo. De repente, sentiu sua língua sair de sua fenda e lamber lentamente a pele entre sua buceta e seu ânus. Seu coração disparou quando percebeu o que ele estava fazendo. Nunca tinham feito algo assim com ela antes. Sua língua circulou lentamente a borda de seu ânus, e ela fechou os olhos, suspirando. Sua buceta formigava loucamente e ela sentiu uma necessidade intensa de sentir ele estimulando sua bunda antes de deslizar dentro dela. Ele beijou sua vagina novamente e ela ofegou. Esteban então lambeu lentamente a pele de seu ânus e enfiou a língua dentro. "Ahhh... Deus..." Jill sussurrou com os olhos fechados. Ela estava à sua mercê, cem por cento dele. Ele circulou com a língua o interior de seu cu, suas mãos abriram suas nádegas o mais amplamente possível. Deslizou sua língua mais fundo em sua bunda, enterrando seu rosto em sua fenda enquanto adorava seu corpo lindo. Esteban não aguentou mais. Ele jogou a cabeça para trás, dando mais um beijo em sua bunda antes de se ajoelhar atrás dela. Ela estava ofegante, suas pernas se abriram sutilmente mais enquanto antecipava ele entrar nela mais uma vez. Ele agarrou seu pau grosso com a mão e deu uma palmada brincalhona em sua bunda. Esta poderia ser a única chance que teria de fazer isso com ela, e ele estava aproveitando ao Máximo! Ela estava vivendo todas as fantasias! Lentamente, ele passou a cabeça grossa de sua virilidade pela fenda de sua bunda. Ela prendeu a respiração quando sentiu seu membro pulsante tocar os lábios sensíveis de seu tesouro. Ele o esfregou com força contra sua fenda, para cima e para baixo, para cima e para baixo. Jill se contorcia, incapaz de aguentar muito mais. Ela precisava daquela sensação de ser penetrada! "Põe dentro!" Ela gemeu, suavemente. Como ele poderia recusar? Esteban empurrou para frente, e a cabeça em forma de cogumelo de seu pau forçou as pétalas de sua vagina a se abrirem e ele deslizou para dentro. Jill estava tão molhada que ele afundou todo o seu pau dentro dela com uma única investida. "UNH!" Ela gemeu, arqueando a cabeça para trás. Finalmente! Ele estava de volta dentro dela! Entrou tão fundo! Esteban tinha seus quadris em uma pegada forte, pressionando sua virilha com força contra sua bunda. Ele adorava a sensação de seu calor envolvendo-o completamente. Alex olhou para seu relógio. Esse maldito cara não parava de latir! Já se passaram o quê, dez minutos? A sopa de Jill estava no teto de seu carro e ele tinha rosas na mão. A sopa dele já estaria fria. Não era problema, ele simplesmente esquentaria no microondas. Ele suspirou e respondeu a outra pergunta de seu vizinho. Qual era a pressa? Não era como se a namorada dele tivesse o pau de outro cara dentro dela, certo? “UNH! UNH! UNH! UNH! UNH! OH! UNH! " Jill estava gemendo mais alto do que nunca enquanto Esteban enfiava seu pau grosso profundamente dentro dela, de novo e de novo. "Tapa, tapa, tapa, tapa", os sons de suas virilhas batendo contra suas nádegas ecoavam por todo o apartamento. Suas bochechas ondulavam a cada impacto enquanto ele a fodia com toda a força. Suas mãos agarravam seus quadris com força, impedindo que ele a empurrasse através da parede. Ela podia sentir seu pau batendo nela, atingindo o fundo de sua vagina. Ao mesmo tempo, suas bolas batiam em seu clitóris, levando-a à beira do orgasmo. AAAAAAAHHHHH!" Ela gemeu, fazendo uma careta quando um orgasmo tomou conta dela. Esteban continuou metendo sem piedade enquanto ela gozava em volta dele. Seu coração praticamente explodiu, batia tão forte. Seus peitos balançavam para frente e para trás no ritmo enquanto ela tentava desesperadamente recuperar os sentidos. Esteban não achava que ia aguentar muito mais. Ele ia gozar logo, e não tinha nada que pudesse fazer para adiar. Era bom demais! Ele queria gozar no corpo lindo dela. Tinha um impulso igualmente forte de disparar sua semente dentro da buceta dela. Alex finalmente se afastou do conhecido tagarela. Pegou a sopa e as rosas e seguiu para o apartamento. Esteban deslizou seu pau grande para fora do corpo de Jill e ela se viu sendo virada de costas, impotente. Caiu com as pernas abertas e os joelhos dobrados. Seus pés ficaram no ar enquanto ela olhava para ele com desejo. Seus olhos desceram até o pau duro como pedra enquanto ele se ajoelhava entre suas pernas. Sua mãozinha se esticou e agarrou seu membro grosso, e a excitação subiu pelo corpo dela. Ele viu ela inclinar seu pau para a entrada de seu tesouro. A cabeça do cogumelo tocou seus lábios rosados e inchados. Ela soltou seu órgão e ele empurrou para frente. Conseguiu deslizar facilmente dentro de sua apertadeira e os dois gemeram quando ele enfiou todo o pau dentro de sua vagina. Alex deixou a sopa e tirou as chaves do bolso. Enfiou na fechadura e girou a maçaneta, abrindo a porta. Abriu com o pé e pegou o recipiente de sopa não tão quente. "Ai, Deus..." Jill gemeu alto quando sentiu que estava sendo preenchida por um pau. Seus gemidos a impediram de ouvir a porta abrindo. Alex, por outro lado, não esperava ouvir um gemido de êxtase, então não estava prestando atenção para um. O farfalhar das flores abafou os gritos da namorada. A porta se fechou atrás dele e ele deixou as flores na mesa e estava prestes a ir até o micro-ondas quando ouviu um som. Ele parou, ouvindo atentamente. "Ah! Uh! Ah! Uh! Ai, Deus!" Jill choramingou enquanto Esteban a penetrava rápida e profundamente. Seus pés batiam nas suas nádegas enquanto ele a empurrava contra a cama. Um pouco confuso, Alex caminou em direção ao quarto, ainda segurando a sopa morna. Quase a deixou cair quando viu o que estava acontecendo no quarto.

Lá estava Jill, a mulher que ele amava, nua debaixo de outro homem. A mulher que ele achava que realmente precisava que ele cuidasse estava gemendo enquanto outro homem a comia. Ele observou, de boca aberta, enquanto a bunda daquele homem se flexionava uma e outra vez, forçando seu pênis profundamente dentro dela. Ele viu os pezinhos dela batendo na bunda daquele homem, e suas mãos arranhando suas costas enquanto ele a fodia na cama.

"Ai, Deus, vou gozar, Jill!" Esteban gemeu, com os olhos fechados enquanto seu membro entrava e saía de sua boceta faminta repetidamente. O rosto de Alex ficou vermelho de raiva quando percebeu que era seu melhor amigo quem estava cometendo o ato.

"Aaah, isso!" Ela gemeu, sorrindo para ele. Suas palavras foram como punhais no coração de Alex. Ele só estava parado ali por dez ou doze segundos, mas parecia uma eternidade.

Esteban perdeu o controle, deslizando seu pênis profundamente dentro da vagina de Jill e mantendo-o lá. Suas pernas se enrolaram em volta dele com força, mantendo-o o mais fundo possível dentro dela. Ele gemeu, sacudindo o pau. Um jato longo e grosso de esperma quente disparou da ponta de seu pênis e jorrou na parte posterior de seu útero. Ele grunhiu quando seu pênis se moveu novamente, liberando outra corda de sêmen em sua boceta carente.

Os dois estavam ofegantes, esmagados um contra o outro enquanto seu órgão se contraía dentro dela. Suas mãos acariciavam suas costas e ela podia senti-lo enchendo sua vagina com sua semente.

"Aaahhh..." Esteban gemeu quando a última gota de seu sêmen escorreu para dentro dela. Estava no céu. De repente, algo bateu no lado da sua cabeça. "Você quer ela, pode ficar com a vadia de merda!" Gritou a voz de Alex do corredor. Jill e Esteban olharam para a porta em estado de choque. Não havia ninguém lá, mas eles puderam ouvir a porta da frente abrir e bater com força. Esteban percebeu que tinha um lado da cabeça encharcado. Estava sangrando? Ele olhou para Jill. Percebeu que era sopa de galinha com macarrão escorrendo nele...namorado

2 comentários - Namorada traiçoeira

Por lo menos el se dio cuenta a tiempo jejeje, final feliz para ellos!!