Era a manhã seguinte e eu começava a acordar. De um lado, pude ver minha mãe completamente nua e abraçada em mim. Olhei o relógio e percebi que ainda era muito cedo, mal dava 7h da manhã, então decidi ir ao banheiro e depois voltar a dormir um pouco mais. E foi o que fiz, fui ao banheiro e voltei pra cama, mas quando me dei conta, já estava de pau duro. Se normalmente todo mundo acorda de pau duro de manhã, a visão da minha mãe nua com os peitos de fora não ajudava nada. Naquele momento, pensei em acordá-la pra gente se divertir um pouco de novo, mas decidi não fazer nada e continuar dormindo, já que não sabia como ela ia reagir. E foi o que fiz, rapidamente peguei no sono e, por sorte, engatei de novo num sonho que tive a noite inteira. O sonho era óbvio, eu e minha mãe fodendo sem parar. Já tinha tido sonhos desse tipo, claro, mas a noite anterior me deu experiência suficiente pra sentir esses sonhos ainda mais realistas e gostosos. Lembro que num momento estava sonhando que minha mãe tava chupando meu pau, uma daquelas boquetes de garganta profunda bem carinhosas que só ela sabia fazer, porque se tinha uma coisa que aprendi naquela noite era como ela era boa nisso e como adorava engolir pau. Não faço ideia de quanto tempo fiquei sonhando, mas em certo momento acordei, e aí veio a surpresa. Olhei pra baixo pra ver se tinha gozado, mas não, não tinha gozado, não — minha mãe tava me dando um boquete de bom dia. Porra, que sensação acordar desse jeito. Quando ela percebeu que eu tinha acordado e que tava olhando pra ela, me deu um sorriso sensual e continuou chupando.
-Aghh, que café da manhã de bom dia você me preparou, mamãe...
-Mmm, café da manhã o meu, você quer dizer... — falou enquanto enfiava meu pau de novo na boca.
-Puxa... pensei que você ia estar menos afim...
-Eu também, querido. mas acordei e vi essa delícia aqui me chamando e não consegui resistir.
-Pois aproveita, como te disse ontem, a partir de agora é toda sua -falei enquanto começava a foder a boca dela devagar-.
Eu não acreditava, fazia apenas uma hora que estava na dúvida se ela se arrependia do que aconteceu ou não, e agora acordo com ela entre minhas pernas, totalmente entregue, me dando bom dia. Ficamos assim por alguns minutos, até que não aguentei mais.
-Mãe aagghh... Deus, vou gozar, não aguento mais...
-Quer gozar, amor?
-Sim, mamãe, quero gozar...
-Tá com muita vontade?
-Porra... Siiim... Aaagghh...
-Mmmm... -nesse momento ela olhou o relógio- Ai, mas olha que horas são! Vamos ter que deixar isso pra depois, amor, que tem que preparar o café da manhã.
-O quê? Espera, espera, tô quase -eu não entendia nada-.
-Calma, querido, a gente deixa pra mais tarde, não se importa, né? -ela disse com uma cara desafiadora e brincalhona, claramente queria zoar um pouco comigo-
-Tá me fazendo isso de verdade? Porra, olha como eu tô.
-Anda, não seja bobo, não é pra tanto, hehe. Vou tomar um banho, te vejo lá embaixo -disse enquanto me dava um beijinho e ria-.
Minha mãe tava brincando comigo! Ela me acordou com uma das melhores boquetas do mundo e depois me deixou na mão. Isso não podia ficar assim, se ela queria guerra, ia ter guerra. Decidi não terminar a punheta pra guardar reservas, tomei banho e desci pra cozinha pra tomar café. Lá encontrei minha mãe fazendo umas torradas pra nós dois. Ela tava de biquíni novo, que eu nunca tinha visto, super gostoso, com uma fio dental que deixava quase toda a bunda dela de fora e uma parte de cima em formato de triângulo que mal segurava os peitos.
-Oi, amor! Vem, senta, que tô preparando o café da manhã.
- O que tem pra café da manhã, mãe?
- Tô fazendo umas torradas com tomate.
- Hum, que pena, eu tava mais a fim de outra coisa - minha voz começou a ficar brincalhona.
- Poxa, homem. Bom, cê não quer que eu jogue fora, né? Kkkk.
- Não, fica tranquila, eu como depois, agora quero comer você.
- Ivã, querido, a gente precisa dar uma segurada...
Não deu tempo dela terminar a frase quando me aproximei por trás dela pra virá-la e dar um baita beijão. Sabia que minha mãe gostava de beijos tanto quanto eu, então isso ia esquentar ela bem. Ficamos nos beijando por uns dois minutos, parando só pra olhar nos olhos, pegar ar e continuar juntando nossas bocas molhadas. Pouco depois, peguei ela pela bunda pra subir na bancada da cozinha, e em seguida abri bem as pernas dela e comecei a masturbar por baixo da calcinha fio dental, tudo isso claro enquanto continuávamos de língua. Comecei a sentir a virilha da minha mãe mais que encharcada, então decidi passar pro prato principal. Fui descendo enquanto beijava cada canto do corpo dela, o pescoço, os peitos, o umbigo, tudo isso pra chegar naquela delícia gostosa. Afastei a calcinha dela com uma mão sem tirar de vez, pra poder saborear aquela buceta gostosa. Tava igualzinho na noite anterior, vermelhinho, inchado e bem suculento, então não esperei nem dois segundos e comecei a chupar com vontade.
- Mmmm... nossa, querido, cê gosta mesmo de chupar a buceta da mamãe, hein...
- E você de eu chupar, né?
- Aaai, como é que eu não vou gostar de uma safadeza tão gostosa assim... Claro que eu gosto. Adoro! Mmm...
- Pois eu sei de uma coisa que você gosta ainda mais - enquanto lambia o clitóris dela, enfiei uns dois dedos, porque sabia que isso deixava ela louca.
- PO...RRA... Nossa, filho, você sabe mesmo o que a mamãe gosta... Isso, assim, enfia bem esses dedinhos - ela dizia enquanto se massageava os peitos, beliscando os mamilos bem de leve-.
-Mmmmm...
-Ufff... Isso... Me faz gozar, amor... Faz a mamãe gozar...
-Mmm... vai gozar pra mim?
-Aggghhh... Sim, querido... Tô gozando, tô gozandoo...
Nesse momento, me afastei e sentei tranquilamente pra tomar café da manhã com um sorriso de orelha a orelha, deixando ela assim na beira do orgasmo, exatamente como ela tinha feito comigo.
-Tá de sacanagem? Sério que vai me deixar assim?
-Bom, é que vi que tava tarde, e tava com vontade de tomar café - falei todo sorridente-.
-Que filho da puta você é, hein hahaha - ela disse enquanto descia da bancada-. Bom, já que me deixou assim, vou ter que gozar sozinha.
-Acho uma ótima ideia, mãe, mas não demora muito no banheiro que depois eu tenho que entrar.
-Não, tranquilo, é que hoje tô a fim de variar um pouco - ela disse enquanto pegava uma cadeira e sentava bem do meu lado, apontada pra mim-.
Nesse momento, ela tirou o biquíni por completo e se sentou reclinada, com as pernas apoiadas na mesa onde eu tomava café tranquilamente. Em seguida, começou a se masturbar sem se preocupar, gemendo como se estivesse sendo fodida e gritando sem vergonha nenhuma. Eu tava alucinado, minha mãe tinha passado de uma mulher tímida e reservada pra se masturbar sem pudor na cara do filho com toda naturalidade. Aquela cena, sinceramente, me deixou a mil. Em algum momento, até pensei em me jogar nela pra ser eu mesmo quem provocasse o orgasmo iminente, mas sabia perfeitamente que era isso que ela queria, então reprimi meus instintos. E não só isso, mas respondi, já que decidi fazer o mesmo que ela. E foi assim: abaixei a cueca, ajustei minha cadeira e comecei a fazer uma masturbação lenta e lubrificada, mantendo contato visual o tempo todo. Obviamente, ela queria me tentar com suas armas, mas eu sabia perfeitamente que nesse ponto ela tava morrendo de vontade de mim tanto quanto eu dela, e os olhares dela não mentiam. Ela começou a alternar o olhar entre meus olhos e meu pau enquanto mordia o lábio, sinal de que tava com uma vontade imensa de pular pra chupar ele. E ficamos assim por um bom tempo, cada um de nós morrendo de vontade de devorar o outro, mas nos segurando pra não perder aquele jogo pervertido que a gente tinha começado. Não demorou muito e minha mãe começou a gemer e gritar de um jeito bem mais intenso, se contorcendo em leves espasmos enquanto batia uma na buceta com toda a porra dela escorrendo. Isso fez com que eu instantaneamente gozasse sem aviso, com uns cinco jatos saindo direto pra minha mãe, jatos que ela recolhia com os dedos pra depois levar à boca.
- Mmmm... Parece que empatamos, né? Hahaha - ela dizia enquanto lambia os dedos.
- Hahaha pois é, mãe. Mas olha, eu quase me joguei pra te comer inteira mais de uma vez, você não faz ideia do quanto me segurei.
- Meu Deus, filho, verdade, eu também tive que fazer um esforço. Eu sei que isso que a gente tá fazendo é errado pra caralho, e que a gente devia parar, mas não sei por que tô com um tesão doido o dia inteiro - dava pra ver que minha mãe tava soltando toda a sexualidade reprimida de anos e anos.
- Bom, mãe, você sabe que isso fica entre a gente, a gente só tá se divertindo, não fica com remorso.
- Esse é o problema, filho, diversão demais é perigosa - minha mãe claramente tava com medo de que a gente acabasse transando, o que nesse ritmo era questão de tempo.
- Bom, por enquanto com esse jogo eu me diverti pra caralho, mãe. Acho que a gente tá quites, né? Hahahaha.
- Acho que sim, hahaha. Nesse caso, vamos fazer uma trégua - ela disse enquanto estendia a mão com que tinha se masturbado, toda cheia da porra dela.
- Trégua então! - falei, apertando a mão dela com a minha. mano, encheu de porra enquanto a gente ria junto-
A manhã passou e a tarde chegou sem nenhum acontecimento pra destacar, além de uns beijos quando a gente se cruzava ou alguma piada mais picante, o que a essa altura já era praticamente rotina na convivência. Lá pelas 5 da tarde, a gente foi pegar um sol, eu de sunga normal e ela com o mesmo biquíni que usou de manhã, que deixava os peitos dela parecendo os mais suculentos e gostosos, mais do que de costume, quero dizer. Perto da piscina, a gente tinha várias espreguiçadeiras e redes, então os dois estavam deitados só curtindo o sol e a calma da montanha.
— Ei, Ivan, querido, você se importa de passar um pouco de óleo bronzeador nas minhas costas?
— Claro que não, mãe, cadê ele?
— Acho que coloquei na minha bolsa de mão, tá no banheiro de baixo.
— Beleza, vou ver.
E foi o que eu fiz, fui no banheiro e lá estava a bolsa. Comecei a revirar um monte de cremes que minha mãe tinha trazido até que finalmente achei o óleo. O engraçado foi perceber que no frasco não dizia óleo bronzeador, mas sim óleo lubrificante. Minha mãe nunca enxergou bem de perto, então pensei que ela devia ter se enganado na hora de comprar, já que não era a primeira vez que algo assim acontecia. Mesmo assim, fiquei olhando a bolsa toda pra ter certeza de que não tinha um bronzeador de verdade, e surpreendentemente, tinha. Mas a verdadeira surpresa não foi essa, e sim encontrar num fundo falso da bolsa nada mais nada menos que um dildo! Era um clássico pau de borracha, sem vibração nem nada, com ventosa nas bolas e um monte de veias. Tinha um diâmetro parecido com o meu, mas muito mais comprido, obviamente, sem dúvida um senhor consolo. Agora tudo fazia sentido, aquele lubrificante não tinha sido comprado por engano. De novo, eu descobria uma faceta da minha mãe cada vez mais ousada, ela não parava de me surpreender. Então, mais uma vez a oportunidade de brincar um pouco com minha mãe se apresentava diante dos meus olhos, então decidi esconder o consolo no short de banho o melhor que pude, pegar só o óleo lubrificante e voltar pra piscina.
-Ai, filho, demorou muito, achou?
-Não, mãe, só encontrei isso - falei mostrando o pote de lubrificante.
-Ah não, esse... Olha... - de novo minha mãe ficava vermelha de vergonha.
-Aqui diz que é lubrificante, com certeza você foi comprar sem os óculos e, como viu que tinha algo de óleo, se confundiu, né? - eu sabia perfeitamente que não era engano, mas queria fazer ela se sentir segura.
-Hmm, sim, claro, lembro que fui sem os óculos, com certeza nem reparei quando coloquei na mala. É que sua mãe já tá velhinha, filho, hahaha - dava pra ver que ela queria se fazer de doida.
-Bom, já que tá aqui, a gente podia dar um bom uso.
-Olha só, filho, parece que você passa o dia todo pensando em putaria, hahaha.
-Não, não, mãe, eu só tava falando de te dar uma massagem. Ou será que você é que passa o dia todo pensando em putaria? Hahahaha.
-Eu?? Olha as coisas que você fala, menino. Sua mãe já é uma mulher adulta, não fica pensando nessas coisas de jovem, hahahaha.
-É, claro... Hahaha. Bom, então o que você acha? Que tal seu filho te dar uma massagem nas costas?
-Bom, verdade, não ia me fazer mal, assim eu relaxo um pouco.
-Então tá falado, vou te tratar como se você tivesse num spa com tudo incluso.
-Ai, que delícia isso - ela falou enquanto se virava, ficando de bruços-. Nesse caso, pode começar, cavalheiro, faça seu trabalho.
-Com muito prazer, senhorita.
Assim que ela ficou de bruços, tirei o consolo do short de banho pra esconder debaixo da espreguiçadeira e ficar mais à vontade. Comecei colocando uma boa quantidade de lubrificante por toda costas, e perguntei se ela se importava de tirar a parte de cima do biquíni pra ficar mais confortável, e ela respondeu tirando numa boa, sem falar quase nada. A verdade é que era bizarro como em apenas três dias pedir pra minha mãe ficar de peitos de fora tinha virado a coisa mais normal do mundo. Depois disso, comecei a dar uma massagem normal, passando por todas as costas dela, igual um profissional de verdade. Mas depois de um tempo, comecei a passar bem timidamente pelo lado, roçando a beirada dos peitos dela, já que, de bruços, as tetonas da minha mãe ficavam espremidas e escapavam pelos lados. Após uns quinze minutos de massagem, resolvi passar pra parte de baixo, jogando bastante lubrificante nas pernas. Comecei de novo uma massagem clássica, primeiro nas pernas e depois focando na bunda gorda dela, que ficava praticamente toda de fora porque a tanga que ela usava entrava no meio da racha. Ela não falava nada, só soltava uma risadinha quando eu passava o lubrificante, porque ele tava bem gelado. Depois de vários minutos percorrendo o corpo todo dela, resolvi dar o próximo passo.
- Ei, mãe, que tal a gente passar pra parte da frente agora?
- Nossa, filho, você tá me deixando relaxada demais, então não vou dizer que não - ela falou enquanto se virava.
Quando ficou de barriga pra cima, pude ver como os peitos dela se espalhavam pros dois lados do peito, mas tenho que admitir que achei eles surpreendentemente firmes pra essa posição. Aí joguei mais lubrificante na parte de cima do peito dela, focando primeiro na região das clavículas e no pescoço pra não ser tão agressivo. Depois de um tempo, resolvi partir pro ataque. Joguei mais um pouco de lubrificante, dessa vez direto nos peitos, e comecei uma massagem suave e sensual, amassando bem aqueles peitões. Porra, era um espetáculo de verdade, ver as venosas tetas da minha mãe, lubrificadas ao máximo, bem úmidas e brilhantes, enquanto de vez em quando eu apertava bem delicadamente aqueles mamilos grossos e morenos. Tudo isso fazia minha mãe soltar leves gemidos de aprovação de vez em quando. Não sei quanto tempo fiquei amassando aquele par gostoso de melões, que eu quase não conseguia abarcar, mas sei que tive que passar mais óleo mais de uma vez, então dá pra ter uma ideia. Depois de um bom tempo, decidi repetir o que tinha feito com ela de bruços: passar para as pernas. E foi o que fiz, comecei de novo pela parte de baixo, depois fui subindo pelas coxas e finalmente cheguei na sua entreperna.
- Você se importa de tirar a calcinha, mamãe?
- Hahaha, olha só como você aproveita pra ver a buceta da sua mãe, hein filho. Você vai me massagear lá também? - ela dizia com voz de menininha.
- Qual é, nunca ouviu falar de massagem com final feliz?
- Bom, sim, claro, mas nunca pensei que fosse meu próprio filho quem fosse me fazer uma...
- E é exatamente isso que te deixa mais tesuda, tô errado?
- Seu safado... - ela dizia, sorrindo.
Depois disso, ela tirou a calcinha, ficando completamente nua e à minha disposição, com o corpo todo bem lubrificado e quente. Passei mais um pouco de óleo por toda a área da vulva, que escorria e caía entre os lábios, chegando até a bunda. Comecei a massagear a entreperna dela, passando a palma da mão por toda a buceta, sem deixar uma única área sem lubrificar. De qualquer forma, notei que a área já estava bem molhada; sem dúvida, minha mãe tinha uma facilidade enorme de ficar com um tesão danado e ficar bem molhada naturalmente. Continuei com os movimentos, dessa vez masturbando ela de um jeito bem suave e carinhoso, focando principalmente no clitóris. Ela, por sua vez, começou a acariciar os peitos, focando principalmente nos mamilos e soltando leves gemidos. que iam aumentando de volume conforme eu acelerava meus movimentos. A coisa começava a ficar séria, e era hora de jogar.
- Mami, posso te fazer uma pergunta?
- Mmmm... Claro que... Ahhh... Claro que sim, love... - ela estava de olhos fechados e mal conseguia terminar uma frase de tão concentrada que estava no "massagem" dela.
- Você gosta que eu faça isso?
Nesse momento, enfiei dois dedos enquanto com o polegar continuava esfregando o clitóris dela. A essa altura, essa combinação já tinha virado um clássico, e eu sabia que fazia minha mãe gozar como nada neste mundo.
- Ahhhggg! Ufff... Você já sabe que seus dedos me deixam louca, filho... - ela dizia, mexendo o quadril pra sentir bem fundo.
- E você não gostaria de sentir algo mais do que os dedos? Algo como uma rola...
- Deus, filho, você bem sabe que sim... Mmmm... Mas isso é uma linha que a gente não pode cruzar...
- Calma, não tô falando da minha, tô falando de... - nesse momento, tirei o dildo de debaixo da espreguiçadeira.
- De onde você tirou...? - ela disse, sentando-se exaltada -. Porra, pensei que tinha escondid...
- Shhhh... - falei, sem deixar ela terminar.
Parei a explicação colocando a mão na boca dela e deitando-a de novo, enquanto com a outra mão comecei a aproximar bem devagar o grosso pau de borracha da buceta encharcada dela. O olhar dela era um poema, os olhos soltavam um certo medo do que vinha, mas também muito tesão e vício. Comecei a passar ele na racha de cima pra baixo, bem devagar pra ela ir se abrindo. Os olhos dela começaram a virar praticamente pro branco e a respiração começou a acelerar. Depois de umas passadas, enfiei a ponta com muito cuidado, e aos poucos fui colocando cada centímetro até dilatar e lubrificar bem o interior da buceta dela, deixando o dildo quase todo enfiado. Minha mãe já começava a se contorcer de prazer, e começava a gemer timidamente. Depois disso, comecei a tirar o pau devagar até deixar praticamente fora, para em seguida meter de uma vez sem avisar. Isso fez minha mãe soltar um grito de prazer que devia ter sido ouvido de todos os lados. Desse jeito, comecei a foder minha mãe num ritmo bom com aquele pau de plástico, não muito rápido, mas constante. Ela começou a gemer sem se segurar, enquanto tentava beliscar os próprios mamilos, agarrando as tetas, que estavam totalmente descontroladas, quicando pra todo lado. Os sons que dava pra ouvir naquele momento eram música pros meus ouvidos, minha mãe com a boca tampada gemendo e gritando o máximo que podia, enquanto as tetas dela pulavam batendo no corpo e a buceta encharcada dela soava bem molhada e suculenta a cada estocada que levava. Eu, por minha vez, que estava ajoelhado de um lado perto do rosto dela, não aguentei mais e decidi abaixar a sunga, tirando a mão da boca da minha mãe e deixando meu pau prestes a explodir à disposição dela. Ela não hesitou nem um segundo em levar à boca e começar a chupar com mais vontade do que nunca, enquanto com a outra mão continuava amassando as próprias tetas.
- Mmmm... Viu? Duas rolas só pra você.
- Gghhhh - ela tirava meu pau da boca -. Meu deus do céu, que pau mais gostoso você tem... Adoro como você me fo...
- Mmm... Vai, mamãe, fala, você gosta de como seu filhinho te fode?
- Mmmm... Sim... Adoro como você tá me... fodendo... Ufff continua pelo amor de deus, não para... Aaagghhhh! - mesmo que fosse só com um pau de borracha, dava pra ver que ela tinha tirado um peso das costas falando aquilo, e que isso fazia ela gozar mais do que nunca -.
Eu me jogava de vez em quando pra chupar os peitos dela, mordendo de leve os mamilos duros e grandes, deixando vários chupões por toda a peitaria e fazendo ela gritar como uma puta se contorcendo de prazer. Eu tinha visto minha mãe Gozando esses dias, mas nada parecido com isso. Os gemidos dela estavam incontroláveis e ela parecia totalmente entregue ao nosso prazer incestuoso.
-Mmmm assim... Chupa bem meu pau enquanto eu como essas tetinhas tão gostosas... Ufff sim... Até o fundo... -eu dizia enquanto fodia a boca dela-
-Agghhhhh... Mmmmm... -de vez em quando eu tirava da boca dela pra ela respirar enquanto continuava me fazendo uma punheta bem babada-. Sim querido assim, continua... Continua! Fode bem minha buceta... Aaaghhhh porra, você tá me partindo ao meio, seu filho da puta... Ufff que gostoso... Que gostoso pelo amor de deus!
-Vai gozar mamãe? Vai gozar enquanto seu filho mete um pau na sua buceta?
-Porra sim querido... Deus que prazer... Não para... Não para pelo amor!
-Tá gostando de como eu fodo sua bucetinha né? Aagghhhh...
-Mmmm siim... Tô gostando... Parte minha bucetinha, amor... Porra, parte a bucetinha da mamãe! Aaagghhh!
-Mmmm... E você quer que eu continue fodendo essa bucetinha tão gostosa enquanto chupa o pau do seu filhinho?
-Uffff siim... Não para pelo amor de deus... Aaagghhh adoro foder, tô quase...
-Mmmm eu também, amor... -era a primeira vez que usava uma palavra dessas com minha mãe, mas naquele momento saiu da alma-. Aagghhh deus, não vou aguentar muito mais...
-Deus siim, me fode gostoso bebê... Mmmm me fode como a porquinha que eu sou e depois goza na minha boca... Aaaggggghhhh! -o corpo todo dela pulava sem controle enquanto ela curtia chupar pau e levar uma boa fodida-
-Quer que eu goze na sua boca? Ufff porra... Quer que seu filho encha essa boquinha gulosa que você tem?
-Aaaghhhh siiiim... Sou sua putinha, meu amor... Mmmm me fode e depois me dá leitinho gostoso, céu... Agghhhh porraaa!
-Agghh porra, tô quase... Mmmm chupa... Chupa e engole minha gozada, querido!
-Mmmm... Deus filho, que putaria mais gostosa a gente tá fazendo... Aaggghhhh merda, vou gozar, meu amor... Ah, Deus, faz a mamãe gozar, céus!
-Eu também, mamãe... Aggghhh porra, vou gozar... Vou gozar, vou gozar! Toma meu leite, vadia! AAAGGGHHHH!
-Uffff, que gostoso, filho... Aghhh, vou gozar, meu amor... Vou... Vou, vou, VOU! AAAAGGGHHHHHH!
Eu comecei a soltar jatos e jatos de porra sem controle. Os primeiros caíram na cara e nos peitos da minha mãe, mas ela rapidamente pegou meu pau pra enfiar a cabeça na boca e engolir o resto da gozada, que transbordava pelos lábios descendo pelo rosto todo dela. Ela, por sua vez, explodiu soltando uns 6 jatos de squirt, fazendo o dildo sair praticamente voando igual um foguete. Porra, era um espetáculo, eu não resisti e assim que vi o primeiro jato, me joguei pra comer toda a gozada dela, engolindo todos os fluidos que consegui, cuspindo e lambendo de cima a baixo toda aquela buceta gorda, que tava dilatada, vermelha e inchada pra caralho. Depois de um tempão engolindo a gozada um do outro, peguei ela pelo cuzinho molhado pra sentar no meu colo, colocando uma toalha entre nossos genitais pra não se encostarem, já que não sabia se isso ia incomodar ela. Ela começou a espalhar os fluidos dela e a cuspir restos de porra nos peitos, peitos que eu chupei bem devagar enquanto ela esfregava a buceta bem suavemente. Mais tarde, começamos a nos beijar de língua do jeito que a gente gosta, chupando bem as línguas e com a saliva escorrendo pelos nossos peitos. Ficamos ali mais de uma hora, esfregando nossos corpos sujos, que estavam manchados com uma mistura de suor, lubrificante, saliva e gozadas, com ela sentada em cima de mim de pernas bem abertas, comendo a boca um do outro feito dois adolescentes no cio. Sem dúvida, os encontros com minha mãe estavam pegando um ritmo incrível, e o dia ainda não tinha acabado.
Continua...
-Aghh, que café da manhã de bom dia você me preparou, mamãe...
-Mmm, café da manhã o meu, você quer dizer... — falou enquanto enfiava meu pau de novo na boca.
-Puxa... pensei que você ia estar menos afim...
-Eu também, querido. mas acordei e vi essa delícia aqui me chamando e não consegui resistir.
-Pois aproveita, como te disse ontem, a partir de agora é toda sua -falei enquanto começava a foder a boca dela devagar-.
Eu não acreditava, fazia apenas uma hora que estava na dúvida se ela se arrependia do que aconteceu ou não, e agora acordo com ela entre minhas pernas, totalmente entregue, me dando bom dia. Ficamos assim por alguns minutos, até que não aguentei mais.
-Mãe aagghh... Deus, vou gozar, não aguento mais...
-Quer gozar, amor?
-Sim, mamãe, quero gozar...
-Tá com muita vontade?
-Porra... Siiim... Aaagghh...
-Mmmm... -nesse momento ela olhou o relógio- Ai, mas olha que horas são! Vamos ter que deixar isso pra depois, amor, que tem que preparar o café da manhã.
-O quê? Espera, espera, tô quase -eu não entendia nada-.
-Calma, querido, a gente deixa pra mais tarde, não se importa, né? -ela disse com uma cara desafiadora e brincalhona, claramente queria zoar um pouco comigo-
-Tá me fazendo isso de verdade? Porra, olha como eu tô.
-Anda, não seja bobo, não é pra tanto, hehe. Vou tomar um banho, te vejo lá embaixo -disse enquanto me dava um beijinho e ria-.
Minha mãe tava brincando comigo! Ela me acordou com uma das melhores boquetas do mundo e depois me deixou na mão. Isso não podia ficar assim, se ela queria guerra, ia ter guerra. Decidi não terminar a punheta pra guardar reservas, tomei banho e desci pra cozinha pra tomar café. Lá encontrei minha mãe fazendo umas torradas pra nós dois. Ela tava de biquíni novo, que eu nunca tinha visto, super gostoso, com uma fio dental que deixava quase toda a bunda dela de fora e uma parte de cima em formato de triângulo que mal segurava os peitos.
-Oi, amor! Vem, senta, que tô preparando o café da manhã.
- O que tem pra café da manhã, mãe?
- Tô fazendo umas torradas com tomate.
- Hum, que pena, eu tava mais a fim de outra coisa - minha voz começou a ficar brincalhona.
- Poxa, homem. Bom, cê não quer que eu jogue fora, né? Kkkk.
- Não, fica tranquila, eu como depois, agora quero comer você.
- Ivã, querido, a gente precisa dar uma segurada...
Não deu tempo dela terminar a frase quando me aproximei por trás dela pra virá-la e dar um baita beijão. Sabia que minha mãe gostava de beijos tanto quanto eu, então isso ia esquentar ela bem. Ficamos nos beijando por uns dois minutos, parando só pra olhar nos olhos, pegar ar e continuar juntando nossas bocas molhadas. Pouco depois, peguei ela pela bunda pra subir na bancada da cozinha, e em seguida abri bem as pernas dela e comecei a masturbar por baixo da calcinha fio dental, tudo isso claro enquanto continuávamos de língua. Comecei a sentir a virilha da minha mãe mais que encharcada, então decidi passar pro prato principal. Fui descendo enquanto beijava cada canto do corpo dela, o pescoço, os peitos, o umbigo, tudo isso pra chegar naquela delícia gostosa. Afastei a calcinha dela com uma mão sem tirar de vez, pra poder saborear aquela buceta gostosa. Tava igualzinho na noite anterior, vermelhinho, inchado e bem suculento, então não esperei nem dois segundos e comecei a chupar com vontade.
- Mmmm... nossa, querido, cê gosta mesmo de chupar a buceta da mamãe, hein...
- E você de eu chupar, né?
- Aaai, como é que eu não vou gostar de uma safadeza tão gostosa assim... Claro que eu gosto. Adoro! Mmm...
- Pois eu sei de uma coisa que você gosta ainda mais - enquanto lambia o clitóris dela, enfiei uns dois dedos, porque sabia que isso deixava ela louca.
- PO...RRA... Nossa, filho, você sabe mesmo o que a mamãe gosta... Isso, assim, enfia bem esses dedinhos - ela dizia enquanto se massageava os peitos, beliscando os mamilos bem de leve-.
-Mmmmm...
-Ufff... Isso... Me faz gozar, amor... Faz a mamãe gozar...
-Mmm... vai gozar pra mim?
-Aggghhh... Sim, querido... Tô gozando, tô gozandoo...
Nesse momento, me afastei e sentei tranquilamente pra tomar café da manhã com um sorriso de orelha a orelha, deixando ela assim na beira do orgasmo, exatamente como ela tinha feito comigo.
-Tá de sacanagem? Sério que vai me deixar assim?
-Bom, é que vi que tava tarde, e tava com vontade de tomar café - falei todo sorridente-.
-Que filho da puta você é, hein hahaha - ela disse enquanto descia da bancada-. Bom, já que me deixou assim, vou ter que gozar sozinha.
-Acho uma ótima ideia, mãe, mas não demora muito no banheiro que depois eu tenho que entrar.
-Não, tranquilo, é que hoje tô a fim de variar um pouco - ela disse enquanto pegava uma cadeira e sentava bem do meu lado, apontada pra mim-.
Nesse momento, ela tirou o biquíni por completo e se sentou reclinada, com as pernas apoiadas na mesa onde eu tomava café tranquilamente. Em seguida, começou a se masturbar sem se preocupar, gemendo como se estivesse sendo fodida e gritando sem vergonha nenhuma. Eu tava alucinado, minha mãe tinha passado de uma mulher tímida e reservada pra se masturbar sem pudor na cara do filho com toda naturalidade. Aquela cena, sinceramente, me deixou a mil. Em algum momento, até pensei em me jogar nela pra ser eu mesmo quem provocasse o orgasmo iminente, mas sabia perfeitamente que era isso que ela queria, então reprimi meus instintos. E não só isso, mas respondi, já que decidi fazer o mesmo que ela. E foi assim: abaixei a cueca, ajustei minha cadeira e comecei a fazer uma masturbação lenta e lubrificada, mantendo contato visual o tempo todo. Obviamente, ela queria me tentar com suas armas, mas eu sabia perfeitamente que nesse ponto ela tava morrendo de vontade de mim tanto quanto eu dela, e os olhares dela não mentiam. Ela começou a alternar o olhar entre meus olhos e meu pau enquanto mordia o lábio, sinal de que tava com uma vontade imensa de pular pra chupar ele. E ficamos assim por um bom tempo, cada um de nós morrendo de vontade de devorar o outro, mas nos segurando pra não perder aquele jogo pervertido que a gente tinha começado. Não demorou muito e minha mãe começou a gemer e gritar de um jeito bem mais intenso, se contorcendo em leves espasmos enquanto batia uma na buceta com toda a porra dela escorrendo. Isso fez com que eu instantaneamente gozasse sem aviso, com uns cinco jatos saindo direto pra minha mãe, jatos que ela recolhia com os dedos pra depois levar à boca.
- Mmmm... Parece que empatamos, né? Hahaha - ela dizia enquanto lambia os dedos.
- Hahaha pois é, mãe. Mas olha, eu quase me joguei pra te comer inteira mais de uma vez, você não faz ideia do quanto me segurei.
- Meu Deus, filho, verdade, eu também tive que fazer um esforço. Eu sei que isso que a gente tá fazendo é errado pra caralho, e que a gente devia parar, mas não sei por que tô com um tesão doido o dia inteiro - dava pra ver que minha mãe tava soltando toda a sexualidade reprimida de anos e anos.
- Bom, mãe, você sabe que isso fica entre a gente, a gente só tá se divertindo, não fica com remorso.
- Esse é o problema, filho, diversão demais é perigosa - minha mãe claramente tava com medo de que a gente acabasse transando, o que nesse ritmo era questão de tempo.
- Bom, por enquanto com esse jogo eu me diverti pra caralho, mãe. Acho que a gente tá quites, né? Hahahaha.
- Acho que sim, hahaha. Nesse caso, vamos fazer uma trégua - ela disse enquanto estendia a mão com que tinha se masturbado, toda cheia da porra dela.
- Trégua então! - falei, apertando a mão dela com a minha. mano, encheu de porra enquanto a gente ria junto-
A manhã passou e a tarde chegou sem nenhum acontecimento pra destacar, além de uns beijos quando a gente se cruzava ou alguma piada mais picante, o que a essa altura já era praticamente rotina na convivência. Lá pelas 5 da tarde, a gente foi pegar um sol, eu de sunga normal e ela com o mesmo biquíni que usou de manhã, que deixava os peitos dela parecendo os mais suculentos e gostosos, mais do que de costume, quero dizer. Perto da piscina, a gente tinha várias espreguiçadeiras e redes, então os dois estavam deitados só curtindo o sol e a calma da montanha.
— Ei, Ivan, querido, você se importa de passar um pouco de óleo bronzeador nas minhas costas?
— Claro que não, mãe, cadê ele?
— Acho que coloquei na minha bolsa de mão, tá no banheiro de baixo.
— Beleza, vou ver.
E foi o que eu fiz, fui no banheiro e lá estava a bolsa. Comecei a revirar um monte de cremes que minha mãe tinha trazido até que finalmente achei o óleo. O engraçado foi perceber que no frasco não dizia óleo bronzeador, mas sim óleo lubrificante. Minha mãe nunca enxergou bem de perto, então pensei que ela devia ter se enganado na hora de comprar, já que não era a primeira vez que algo assim acontecia. Mesmo assim, fiquei olhando a bolsa toda pra ter certeza de que não tinha um bronzeador de verdade, e surpreendentemente, tinha. Mas a verdadeira surpresa não foi essa, e sim encontrar num fundo falso da bolsa nada mais nada menos que um dildo! Era um clássico pau de borracha, sem vibração nem nada, com ventosa nas bolas e um monte de veias. Tinha um diâmetro parecido com o meu, mas muito mais comprido, obviamente, sem dúvida um senhor consolo. Agora tudo fazia sentido, aquele lubrificante não tinha sido comprado por engano. De novo, eu descobria uma faceta da minha mãe cada vez mais ousada, ela não parava de me surpreender. Então, mais uma vez a oportunidade de brincar um pouco com minha mãe se apresentava diante dos meus olhos, então decidi esconder o consolo no short de banho o melhor que pude, pegar só o óleo lubrificante e voltar pra piscina.
-Ai, filho, demorou muito, achou?
-Não, mãe, só encontrei isso - falei mostrando o pote de lubrificante.
-Ah não, esse... Olha... - de novo minha mãe ficava vermelha de vergonha.
-Aqui diz que é lubrificante, com certeza você foi comprar sem os óculos e, como viu que tinha algo de óleo, se confundiu, né? - eu sabia perfeitamente que não era engano, mas queria fazer ela se sentir segura.
-Hmm, sim, claro, lembro que fui sem os óculos, com certeza nem reparei quando coloquei na mala. É que sua mãe já tá velhinha, filho, hahaha - dava pra ver que ela queria se fazer de doida.
-Bom, já que tá aqui, a gente podia dar um bom uso.
-Olha só, filho, parece que você passa o dia todo pensando em putaria, hahaha.
-Não, não, mãe, eu só tava falando de te dar uma massagem. Ou será que você é que passa o dia todo pensando em putaria? Hahahaha.
-Eu?? Olha as coisas que você fala, menino. Sua mãe já é uma mulher adulta, não fica pensando nessas coisas de jovem, hahahaha.
-É, claro... Hahaha. Bom, então o que você acha? Que tal seu filho te dar uma massagem nas costas?
-Bom, verdade, não ia me fazer mal, assim eu relaxo um pouco.
-Então tá falado, vou te tratar como se você tivesse num spa com tudo incluso.
-Ai, que delícia isso - ela falou enquanto se virava, ficando de bruços-. Nesse caso, pode começar, cavalheiro, faça seu trabalho.
-Com muito prazer, senhorita.
Assim que ela ficou de bruços, tirei o consolo do short de banho pra esconder debaixo da espreguiçadeira e ficar mais à vontade. Comecei colocando uma boa quantidade de lubrificante por toda costas, e perguntei se ela se importava de tirar a parte de cima do biquíni pra ficar mais confortável, e ela respondeu tirando numa boa, sem falar quase nada. A verdade é que era bizarro como em apenas três dias pedir pra minha mãe ficar de peitos de fora tinha virado a coisa mais normal do mundo. Depois disso, comecei a dar uma massagem normal, passando por todas as costas dela, igual um profissional de verdade. Mas depois de um tempo, comecei a passar bem timidamente pelo lado, roçando a beirada dos peitos dela, já que, de bruços, as tetonas da minha mãe ficavam espremidas e escapavam pelos lados. Após uns quinze minutos de massagem, resolvi passar pra parte de baixo, jogando bastante lubrificante nas pernas. Comecei de novo uma massagem clássica, primeiro nas pernas e depois focando na bunda gorda dela, que ficava praticamente toda de fora porque a tanga que ela usava entrava no meio da racha. Ela não falava nada, só soltava uma risadinha quando eu passava o lubrificante, porque ele tava bem gelado. Depois de vários minutos percorrendo o corpo todo dela, resolvi dar o próximo passo.
- Ei, mãe, que tal a gente passar pra parte da frente agora?
- Nossa, filho, você tá me deixando relaxada demais, então não vou dizer que não - ela falou enquanto se virava.
Quando ficou de barriga pra cima, pude ver como os peitos dela se espalhavam pros dois lados do peito, mas tenho que admitir que achei eles surpreendentemente firmes pra essa posição. Aí joguei mais lubrificante na parte de cima do peito dela, focando primeiro na região das clavículas e no pescoço pra não ser tão agressivo. Depois de um tempo, resolvi partir pro ataque. Joguei mais um pouco de lubrificante, dessa vez direto nos peitos, e comecei uma massagem suave e sensual, amassando bem aqueles peitões. Porra, era um espetáculo de verdade, ver as venosas tetas da minha mãe, lubrificadas ao máximo, bem úmidas e brilhantes, enquanto de vez em quando eu apertava bem delicadamente aqueles mamilos grossos e morenos. Tudo isso fazia minha mãe soltar leves gemidos de aprovação de vez em quando. Não sei quanto tempo fiquei amassando aquele par gostoso de melões, que eu quase não conseguia abarcar, mas sei que tive que passar mais óleo mais de uma vez, então dá pra ter uma ideia. Depois de um bom tempo, decidi repetir o que tinha feito com ela de bruços: passar para as pernas. E foi o que fiz, comecei de novo pela parte de baixo, depois fui subindo pelas coxas e finalmente cheguei na sua entreperna.
- Você se importa de tirar a calcinha, mamãe?
- Hahaha, olha só como você aproveita pra ver a buceta da sua mãe, hein filho. Você vai me massagear lá também? - ela dizia com voz de menininha.
- Qual é, nunca ouviu falar de massagem com final feliz?
- Bom, sim, claro, mas nunca pensei que fosse meu próprio filho quem fosse me fazer uma...
- E é exatamente isso que te deixa mais tesuda, tô errado?
- Seu safado... - ela dizia, sorrindo.
Depois disso, ela tirou a calcinha, ficando completamente nua e à minha disposição, com o corpo todo bem lubrificado e quente. Passei mais um pouco de óleo por toda a área da vulva, que escorria e caía entre os lábios, chegando até a bunda. Comecei a massagear a entreperna dela, passando a palma da mão por toda a buceta, sem deixar uma única área sem lubrificar. De qualquer forma, notei que a área já estava bem molhada; sem dúvida, minha mãe tinha uma facilidade enorme de ficar com um tesão danado e ficar bem molhada naturalmente. Continuei com os movimentos, dessa vez masturbando ela de um jeito bem suave e carinhoso, focando principalmente no clitóris. Ela, por sua vez, começou a acariciar os peitos, focando principalmente nos mamilos e soltando leves gemidos. que iam aumentando de volume conforme eu acelerava meus movimentos. A coisa começava a ficar séria, e era hora de jogar.
- Mami, posso te fazer uma pergunta?
- Mmmm... Claro que... Ahhh... Claro que sim, love... - ela estava de olhos fechados e mal conseguia terminar uma frase de tão concentrada que estava no "massagem" dela.
- Você gosta que eu faça isso?
Nesse momento, enfiei dois dedos enquanto com o polegar continuava esfregando o clitóris dela. A essa altura, essa combinação já tinha virado um clássico, e eu sabia que fazia minha mãe gozar como nada neste mundo.
- Ahhhggg! Ufff... Você já sabe que seus dedos me deixam louca, filho... - ela dizia, mexendo o quadril pra sentir bem fundo.
- E você não gostaria de sentir algo mais do que os dedos? Algo como uma rola...
- Deus, filho, você bem sabe que sim... Mmmm... Mas isso é uma linha que a gente não pode cruzar...
- Calma, não tô falando da minha, tô falando de... - nesse momento, tirei o dildo de debaixo da espreguiçadeira.
- De onde você tirou...? - ela disse, sentando-se exaltada -. Porra, pensei que tinha escondid...
- Shhhh... - falei, sem deixar ela terminar.
Parei a explicação colocando a mão na boca dela e deitando-a de novo, enquanto com a outra mão comecei a aproximar bem devagar o grosso pau de borracha da buceta encharcada dela. O olhar dela era um poema, os olhos soltavam um certo medo do que vinha, mas também muito tesão e vício. Comecei a passar ele na racha de cima pra baixo, bem devagar pra ela ir se abrindo. Os olhos dela começaram a virar praticamente pro branco e a respiração começou a acelerar. Depois de umas passadas, enfiei a ponta com muito cuidado, e aos poucos fui colocando cada centímetro até dilatar e lubrificar bem o interior da buceta dela, deixando o dildo quase todo enfiado. Minha mãe já começava a se contorcer de prazer, e começava a gemer timidamente. Depois disso, comecei a tirar o pau devagar até deixar praticamente fora, para em seguida meter de uma vez sem avisar. Isso fez minha mãe soltar um grito de prazer que devia ter sido ouvido de todos os lados. Desse jeito, comecei a foder minha mãe num ritmo bom com aquele pau de plástico, não muito rápido, mas constante. Ela começou a gemer sem se segurar, enquanto tentava beliscar os próprios mamilos, agarrando as tetas, que estavam totalmente descontroladas, quicando pra todo lado. Os sons que dava pra ouvir naquele momento eram música pros meus ouvidos, minha mãe com a boca tampada gemendo e gritando o máximo que podia, enquanto as tetas dela pulavam batendo no corpo e a buceta encharcada dela soava bem molhada e suculenta a cada estocada que levava. Eu, por minha vez, que estava ajoelhado de um lado perto do rosto dela, não aguentei mais e decidi abaixar a sunga, tirando a mão da boca da minha mãe e deixando meu pau prestes a explodir à disposição dela. Ela não hesitou nem um segundo em levar à boca e começar a chupar com mais vontade do que nunca, enquanto com a outra mão continuava amassando as próprias tetas.
- Mmmm... Viu? Duas rolas só pra você.
- Gghhhh - ela tirava meu pau da boca -. Meu deus do céu, que pau mais gostoso você tem... Adoro como você me fo...
- Mmm... Vai, mamãe, fala, você gosta de como seu filhinho te fode?
- Mmmm... Sim... Adoro como você tá me... fodendo... Ufff continua pelo amor de deus, não para... Aaagghhhh! - mesmo que fosse só com um pau de borracha, dava pra ver que ela tinha tirado um peso das costas falando aquilo, e que isso fazia ela gozar mais do que nunca -.
Eu me jogava de vez em quando pra chupar os peitos dela, mordendo de leve os mamilos duros e grandes, deixando vários chupões por toda a peitaria e fazendo ela gritar como uma puta se contorcendo de prazer. Eu tinha visto minha mãe Gozando esses dias, mas nada parecido com isso. Os gemidos dela estavam incontroláveis e ela parecia totalmente entregue ao nosso prazer incestuoso.
-Mmmm assim... Chupa bem meu pau enquanto eu como essas tetinhas tão gostosas... Ufff sim... Até o fundo... -eu dizia enquanto fodia a boca dela-
-Agghhhhh... Mmmmm... -de vez em quando eu tirava da boca dela pra ela respirar enquanto continuava me fazendo uma punheta bem babada-. Sim querido assim, continua... Continua! Fode bem minha buceta... Aaaghhhh porra, você tá me partindo ao meio, seu filho da puta... Ufff que gostoso... Que gostoso pelo amor de deus!
-Vai gozar mamãe? Vai gozar enquanto seu filho mete um pau na sua buceta?
-Porra sim querido... Deus que prazer... Não para... Não para pelo amor!
-Tá gostando de como eu fodo sua bucetinha né? Aagghhhh...
-Mmmm siim... Tô gostando... Parte minha bucetinha, amor... Porra, parte a bucetinha da mamãe! Aaagghhh!
-Mmmm... E você quer que eu continue fodendo essa bucetinha tão gostosa enquanto chupa o pau do seu filhinho?
-Uffff siim... Não para pelo amor de deus... Aaagghhh adoro foder, tô quase...
-Mmmm eu também, amor... -era a primeira vez que usava uma palavra dessas com minha mãe, mas naquele momento saiu da alma-. Aagghhh deus, não vou aguentar muito mais...
-Deus siim, me fode gostoso bebê... Mmmm me fode como a porquinha que eu sou e depois goza na minha boca... Aaaggggghhhh! -o corpo todo dela pulava sem controle enquanto ela curtia chupar pau e levar uma boa fodida-
-Quer que eu goze na sua boca? Ufff porra... Quer que seu filho encha essa boquinha gulosa que você tem?
-Aaaghhhh siiiim... Sou sua putinha, meu amor... Mmmm me fode e depois me dá leitinho gostoso, céu... Agghhhh porraaa!
-Agghh porra, tô quase... Mmmm chupa... Chupa e engole minha gozada, querido!
-Mmmm... Deus filho, que putaria mais gostosa a gente tá fazendo... Aaggghhhh merda, vou gozar, meu amor... Ah, Deus, faz a mamãe gozar, céus!
-Eu também, mamãe... Aggghhh porra, vou gozar... Vou gozar, vou gozar! Toma meu leite, vadia! AAAGGGHHHH!
-Uffff, que gostoso, filho... Aghhh, vou gozar, meu amor... Vou... Vou, vou, VOU! AAAAGGGHHHHHH!
Eu comecei a soltar jatos e jatos de porra sem controle. Os primeiros caíram na cara e nos peitos da minha mãe, mas ela rapidamente pegou meu pau pra enfiar a cabeça na boca e engolir o resto da gozada, que transbordava pelos lábios descendo pelo rosto todo dela. Ela, por sua vez, explodiu soltando uns 6 jatos de squirt, fazendo o dildo sair praticamente voando igual um foguete. Porra, era um espetáculo, eu não resisti e assim que vi o primeiro jato, me joguei pra comer toda a gozada dela, engolindo todos os fluidos que consegui, cuspindo e lambendo de cima a baixo toda aquela buceta gorda, que tava dilatada, vermelha e inchada pra caralho. Depois de um tempão engolindo a gozada um do outro, peguei ela pelo cuzinho molhado pra sentar no meu colo, colocando uma toalha entre nossos genitais pra não se encostarem, já que não sabia se isso ia incomodar ela. Ela começou a espalhar os fluidos dela e a cuspir restos de porra nos peitos, peitos que eu chupei bem devagar enquanto ela esfregava a buceta bem suavemente. Mais tarde, começamos a nos beijar de língua do jeito que a gente gosta, chupando bem as línguas e com a saliva escorrendo pelos nossos peitos. Ficamos ali mais de uma hora, esfregando nossos corpos sujos, que estavam manchados com uma mistura de suor, lubrificante, saliva e gozadas, com ela sentada em cima de mim de pernas bem abertas, comendo a boca um do outro feito dois adolescentes no cio. Sem dúvida, os encontros com minha mãe estavam pegando um ritmo incrível, e o dia ainda não tinha acabado.
Continua...
1 comentários - Fuga na montanha com minha mãe VI