Fugindo com minha mãe na montanha VI

Era a manhã seguinte e eu começava a acordar. De um lado, pude ver minha mãe totalmente nua e abraçada a mim. Olhei o relógio e percebi que ainda era muito cedo, mal tinha dado 7h, então decidi ir ao banheiro para depois voltar a dormir mais um pouco. E assim fiz, fui ao banheiro e voltei para a cama, mas quando percebi já estava de pau duro. Se normalmente todo mundo acorda com o pau duro de manhã, a visão da minha mãe nua com os peitos à mostra não ajudava em nada. Naquele momento pensei em acordá-la para nos divertirmos um pouco de novo, mas decidi não fazer nada e continuar dormindo, já que não sabia como ela ia reagir. E assim fiz, rapidamente peguei no sono e por sorte entrei de novo num sonho que estava tendo a noite toda. O sonho era óbvio, minha mãe e eu fodendo sem parar. Já tinha tido sonhos desse tipo, claro, mas a noite anterior tinha me dado experiência suficiente para fazer esses sonhos parecerem ainda mais realistas e prazerosos. Lembro que em um momento estava sonhando com minha mãe chupando meu pau, uma daquelas mamadas deep throat bem carinhosas que só ela sabia fazer, porque se algo eu tinha aprendido naquela noite, era o quanto ela era boa nisso e o quanto minha mãe gostava de engolir pau. Não faço ideia de quanto tempo fiquei sonhando, mas em certo momento acordei, e aí veio minha surpresa. Olhei para baixo para ver se tinha gozado, mas não, não tinha gozado, em vez disso tinha minha mãe me dando uma bela mamada de bom dia. Deus, que sensação acordar desse jeito. Ao perceber que eu tinha acordado e que estava olhando para ela, ela me deu um sorriso sensual, para depois continuar chupando.

- Ahhh, que café da manhã de bom dia você preparou para mim, mamãe...

- Mmm, café da manhã meu, você quer dizer... - disse enquanto enfiava meu pau na boca de novo -

- Nossa... pensei que você estivesse menos solta...

- Eu também pensei, querido... mas acordei e vi essa delícia aqui me chamando e não resisti.

- Então aproveita, como te disse ontem, a partir de agora ela é toooda sua - falei eu enquanto começava a foder lentamente a boca dela.

Eu estava sem acreditar, fazia apenas uma hora que eu tinha dúvidas se ela estaria arrependida do que aconteceu ou não, e agora acordo com ela entre minhas pernas totalmente entregue me dando bom dia. Ficamos assim por alguns minutos, até que não aguentei mais.

- Mãe, aagghh... Deus, eu vou gozar, não aguento mais...

- Quer gozar, meu bem?

- Sim, mamãe, quero gozar...

- Tá com muita vontade?

- Porra... Siiim... Aaagghh...

- Mmmm... - nesse momento ela olhou no relógio - Nossa, mas olha como está tarde! Vamos ter que deixar isso pra outra hora, meu bem, que temos que preparar o café da manhã.

- O quê? Espera, espera, tô quase lá - eu não entendia nada.

- Calma, querido, a gente deixa pra mais tarde, você não se importa, né? - ela dizia com uma cara desafiante e brincalhona, claramente queria brincar um pouco comigo.

- Sério que você vai fazer isso comigo? Porra, olha como eu tô.

- Vai, não seja bobo, não vai ser tanto assim, hehe. Vou tomar um banho, nos vemos lá embaixo - ela disse enquanto me dava um beijinho e ria.

Minha mãe estava brincando comigo! Ela me acordou com uma das melhores boquetes do mundo pra depois me deixar no meio do caminho. Isso não podia ficar assim, se ela queria guerra, ia ter guerra. Decidi não terminar a masturbação pra guardar reservas, tomei banho e desci pra cozinha tomar café. Lá encontrei minha mãe fazendo torradas pra nós dois. Ela estava de biquíni novo, que eu nunca tinha visto, super sexy, com um fio dental que deixava quase toda a bunda dela à mostra e uma parte de cima em forma de triângulos que mal segurava os peitos.

- Oi, querido! Vem, senta que estou preparando o café da manhã.       - O que tem pro café, mãe?       - Bom, tô fazendo umas torradas com tomate.       - Mmm que pena, eu tava com mais vontade de outra coisa - minha voz começou a soar brincalhona.       - Nossa, meu filho. Bom, você não vai querer que eu jogue fora, né? Hahaha.       - Não, calma, eu como depois, agora eu quero é comer você.       - Iván, meu amor, a gente precisa dar uma segurada...             Ela não teve tempo de terminar a frase quando me aproximei por trás dela, virei ela e lhe dei um beijão bem gostoso. Sabia que minha mãe gostava de beijos tanto ou mais que eu, então isso ia deixar ela bem excitada. Ficamos nos beijando por uns minutos, parando só pra olhar nos olhos, pegar ar e continuar colando nossas bocas molhadas. Depois de um tempo, agarrei a bunda dela e a levantei pra cima da bancada da cozinha, então abri bem as pernas dela e comecei a masturbá-la por baixo do thong, tudo isso claro enquanto continuávamos nos beijando. Comecei a notar a virilha da minha mãe mais do que encharcada, então decidi ir pro prato principal. Fui descendo enquanto beijava cada canto do corpo dela, o pescoço, os peitos, o umbigo, tudo pra chegar naquele manjar delicioso. Afastei o thong com uma mão sem tirar totalmente, pra poder saborear aquela buceta gostosa. Ela estava igual na noite anterior, vermelhinha, inchada e bem suculenta, então não esperei nem dois segundos e comecei a devorar com vontade.             - Mmmm... meu Deus, amor, você gosta mesmo de comer a bucetinha da mamãe, hein...       - E você gosta que eu coma, não gosta?       - Aggghhh, como é que eu não vou gostar de uma putaria gostosa dessas... Claro que eu gosto. Eu adoro! Mmm...       - Bom, eu sei de uma coisa que você gosta ainda mais - enquanto lambia o clitóris dela, enfiei dois dedos, já que sabia que isso deixava ela louca.       - PO...RRA... Meu Deus, filho, você sabe mesmo o que a mamãe gosta... Isso assim assim, enfia bem esses dedinhos - ela dizia enquanto se massageava os peitos, beliscando os mamilos bem de leve.       -Mmmmm...       -Ufff... Isso... Faz eu gozar, amor... Faz a mamãe gozar...       -Mmm... você vai gozar pra mim?       -Aggghhh... Isso, querido... Tô gozando, tô gozando...             Nesse momento eu me afastei e sentei calmamente pra tomar café da manhã com um sorriso de orelha a orelha, deixando ela assim à beira do orgasmo, exatamente como ela tinha feito comigo.             -Tá de sacanagem? Sério que você vai me deixar assim?       -É que vi que tava tarde, e tava com vontade de tomar café -falei todo sorridente-.       -Que filho da puta você hein hahaha -ela disse enquanto descia da bancada-. Bom, já que você me deixou assim, vou ter que gozar sozinha então.       -Acho uma ótima ideia, mãe, mas não demora muito no banheiro não, que depois eu preciso entrar.       -Não, tranquilo, é que hoje tô com vontade de variar um pouco -ela disse enquanto pegava uma cadeira e sentava bem do meu lado, apontando pra mim-.             Nesse momento ela tirou o biquíni por completo e sentou reclinada, com as pernas apoiadas na mesa onde eu tomava café tranquilamente. Em seguida, começou a se masturbar sem a menor cerimônia, gemendo como se estivesse sendo comida e gritando sem nenhuma vergonha. Eu tava alucinado, minha mãe tinha deixado de ser uma mulher recatada e reservada pra se masturbar sem nenhum pudor na cara do filho com total normalidade. Aquela cena, pra falar a verdade, me deixou a mil. Em algum momento até pensei em me jogar nela pra ser eu mesmo a provocar o orgasmo iminente, mas sabia perfeitamente que era isso que ela queria, então reprimi meus instintos. E não só isso, como também revidei, já que decidi fazer o mesmo que ela. E assim foi, baixei minha cueca, acomodei minha cadeira e comecei a fazer uma punheta lenta e lubrificada, mantendo contato visual o tempo todo. Obviamente ela queria me tentar com as armas dela, mas eu sabia perfeitamente que, nesse ponto, ela estava morrendo de vontade de mim tanto quanto eu dela, e seus olhares não mentiam. Ela começou a alternar entre meus olhos e meu pau enquanto mordia o lábio, sinal de que estava com uma vontade enorme de pular pra chupar. E ficamos assim um bom tempo, cada um de nós louco pra devorar o outro, mas nos segurando pra não estragar aquele jogo pervertido que começamos. Não demorou muito e minha mãe começou a gemer e gritar de um jeito muito mais intenso, se contorcendo em espasmos leves enquanto esfregava a buceta com toda a sua gozada escorrendo. Isso fez com que eu gozasse instantaneamente sem aviso, com uns cinco jatos saindo direto pra minha mãe, que ela recolhia com os dedos e depois levava à boca.

-Mmmm... Parece que empatamos, né? Hahaha - ela disse enquanto lambia os dedos.

-Hahaha, acho que sim, mãe. Mas é sério, eu quase me joguei pra te comer inteira mais de uma vez, não tem ideia do quanto me segurei.

-Deus, filho, pra falar a verdade eu também tive que me segurar. Sei que isso que estamos fazendo é errado, e que devíamos parar, mas não sei por que tô com um tesão danado o dia todo - dava pra ver que minha mãe estava soltando toda a sexualidade reprimida de anos e anos.

-Bem, mãe, você sabe que isso fica entre a gente, só estamos nos divertindo, não precisa ficar com remorso.

-Esse é o problema, filho, diversão demais é perigoso - minha mãe claramente tinha medo de que a gente acabasse transando, o que, a esse ponto, era questão de tempo.

-Bom, por enquanto com esse jogo eu me diverti muito, mãe, acho que estamos quites, né? Hahahaha.

-Acho que sim, hahaha. Nesse caso, vamos fazer uma trégua - ela disse enquanto estendia a mão com que tinha se masturbado, que estava toda melada da sua gozada.

-Trégua então! - eu disse, apertando a mão dela com a minha Mão cheia de porra enquanto a gente ria-             A manhã passou e chegou a tarde sem nenhum acontecimento pra destacar, só uns beijos quando a gente se cruzava ou alguma piada mais pesada, o que nessa altura já era praticamente cotidiano da convivência. Lá pelas 5 da tarde a gente foi pegar um sol, eu numa sunga normal e ela com o mesmo biquíni que tava de manhã, que fazia os peitos dela parecerem ainda mais suculentos e apetitosos, mais que o normal, quero dizer. Junto à piscina a gente tinha várias espreguiçadeiras e redes, então os dois deitados só curtindo o sol e a calma da montanha.             -Oi, Iván, meu bem, você se importaria de passar um pouco de óleo bronzeador nas minhas costas?       -Claro que não, mãe, cadê?       -Acho que coloquei na minha bolsa de mão, tá no banheiro de baixo.       -Tá, vou ver.             E foi isso que fiz, fui pro banheiro e lá tava a bolsa. Comecei a fuçar entre um monte de cremes que minha mãe tinha trazido quando finalmente achei o óleo. O curioso foi perceber que no pote não tava escrito óleo bronzeador, mas sim óleo lubrificante. Minha mãe nunca enxergou bem de perto, então pensei que ela provavelmente tinha se enganado na hora de comprar, já que não era a primeira vez que acontecia algo assim. Mesmo assim, fiquei olhando a bolsa toda pra ter certeza que não tinha realmente um bronzeador, e surpreendentemente tinha sim. Mas a verdadeira surpresa não foi essa, e sim encontrar num fundo falso da bolsa nada mais nada menos que um dildo! Era um clássico pau de borracha, sem vibração nem nada, com ventosa nas bolas e um monte de veias. Tinha um diâmetro parecido com o meu, mas muito mais comprido, obviamente, sem dúvida um senhor consolo. Agora tudo fazia sentido, aquele lubrificante não tinha sido comprado por engano. De novo eu descobria uma faceta da minha mãe cada vez mais ousada, ela não parava de surpreender. Então, novamente a oportunidade de brincar um pouco com minha mãe se apresentava diante dos meus olhos, por isso decidi esconder o dildo como pude na sunga, pegar só o óleo lubrificante e voltar para a piscina.             -Ai, filho, demorou muito, você achou?       -Não, mãe, só encontrei esse - falei, mostrando o pote de lubrificante.       -Ah, não, esse... Olha... - de novo minha mãe ficou toda vermelha de vergonha.       -Aqui diz que é lubrificante, com certeza você foi comprar sem óculos e como viu que tinha algo de óleo, se confundiu, né? - eu sabia perfeitamente que não era um erro, mas queria fazer ela ficar à vontade.       -Hmm, sim, claro, lembro que fui sem óculos, certeza que nem prestei atenção quando coloquei na mala. É que sua mãe já tá velha, filho, hahaha - dava pra ver que ela queria fazer de louca.       -Bom, já que temos isso aqui, poderíamos dar um bom uso.       -Nossa, filho, parece que você fica o dia todo pensando em putaria, hahaha.       -Não, não, mãe, eu só estava falando em te dar uma massagem. Será que não é você que fica o dia todo pensando em putaria? Hahahaha.       -Eu?? Olha só as coisas que você tem, meu filho. Sua mãe já é uma mulher adulta, não fica pensando nessas coisas de jovem, hahahaha.       -Tá certo... Hahaha. Então, o que você acha? Que tal seu filho te fazer uma boa massagem nas costas?       -Bom, na verdade não me faria mal, assim eu relaxo um pouquinho.       -Então não se fala mais nada, vou te tratar como se você estivesse num spa com tudo incluso.       -Ui, que bom isso - ela disse enquanto se virava, ficando de bruços. - Nesse caso, vá em frente, cavalheiro, faça seu trabalho.       -Com muito prazer, senhorita.             Com ela de bruços, tirei o dildo da sunga para esconder debaixo da espreguiçadeira e ficar mais confortável. Comecei passando uma boa quantidade de lubrificante por toda a costas, e perguntei se ela se importava de tirar a parte de cima do biquíni para ficar mais confortável, ao que ela respondeu tirando com total normalidade, quase sem dizer uma palavra. A verdade é que era alucinante como em apenas três dias pedir para minha mãe ficar de peitos pra fora tinha se tornado a coisa mais normal do mundo. Depois disso, comecei a dar uma massagem comum, percorrendo toda a sua costa, como um profissional de verdade faria. Depois de um tempo, comecei a passar bem timidamente pelo lado, roçando a borda dos seus seios, já que, de bruços, os peitões da minha mãe ficavam esmagados e saltavam pelos lados. Após uns quinze minutos de massagem, decidi passar para a parte inferior, jogando bastante lubrificante nas pernas. Comecei de novo uma massagem clássica, primeiro pelas pernas e depois focando na sua bunda grande, que ficava praticamente à mostra, já que o fio dental que ela usava entrava pelo meio da racha. Ela não dizia nada, apenas soltava uma risadinha leve quando eu jogava o lubrificante, porque estava bem frio. Depois de vários minutos percorrendo todo o seu corpo, decidi dar o próximo passo.

- Ei, mãe, o que você acha de a gente passar para a parte da frente agora?

- Meu Deus, filho, você está me deixando relaxada ao máximo, então não vou dizer não - ela disse enquanto se virava.

De barriga para cima, pude ver como os peitos dela se espalhavam pelos dois lados do peito, embora eu tenha que reconhecer que me pareceram surpreendentemente firmes para estarem nessa posição. Assim, joguei bastante lubrificante de novo na parte superior do peito, focando primeiro na área das clavículas e do pescoço para tornar menos violento. Depois de um tempo, decidi ir para o que interessa. Joguei um pouco mais de lubrificante, desta vez diretamente nos peitos, e comecei uma massagem suave e sensual, amassando bem esses peitões. Porra, era um espetáculo total, ver os seios venosos da minha mãe, lubrificados ao máximo, bem molhados e brilhantes, enquanto eu apertava com delicadeza aqueles mamilos grossos e escuros. Tudo isso fazia com que minha mãe soltasse gemidos leves de aprovação de vez em quando. Não sei quanto tempo fiquei amassando aquele par de melões gostosos, que eu mal conseguia abraçar, mas sei que tive que aplicar mais óleo mais de uma vez, então vocês podem imaginar. Depois de um bom tempo, decidi repetir o que havia feito com ela de bruços: passar para as pernas. E foi o que fiz, começando novamente pela parte de baixo, subindo pelas coxas e finalmente chegando à sua virilha.

- Você se importa de tirar o thong, mami?

- Hahaha, olha só como você aproveita para ver a buceta da sua mãe, hein filho. Você também vai me massagear aí? - ela disse com voz de menininha.

- Qual é, você nunca ouviu falar de massagens com final feliz?

- Bom, sim, claro, mas nunca pensei que seria meu próprio filho que me faria uma...

- E é exatamente isso que te deixa mais gostosa, estou errado?

- Seu safado... - ela disse sorrindo.

Depois disso, ela tirou o thong, ficando completamente nua e à minha disposição, com todo o corpo bem lubrificado e quente. Joguei um pouco mais de óleo por toda a área da vulva, que escorria e caía entre os lábios, chegando até o bumbum. Comecei a massagear sua virilha, passando a palma da mão por toda a sua buceta, sem deixar uma única área sem lubrificação. De qualquer forma, pude notar que a região já estava bem molhada - sem dúvida, minha mãe tinha uma facilidade enorme para ficar excitada como uma moto e ficar bem molhada naturalmente. Continuei com os movimentos, desta vez masturbando-a de forma muito suave e carinhosa, focando principalmente no clitóris. Ela, por sua vez, começou a acariciar os próprios seios, concentrando-se principalmente nos mamilos e soltando gemidos leves o tempo todo. que iam aumentando de volume conforme eu acelerava meus movimentos. A coisa estava começando a ficar séria, e era hora de jogar.

- Mami, posso te fazer uma pergunta?

- Mmmm... Claro que... Ahhh... Claro que sim, amor... - ela estava de olhos fechados e mal conseguia formar uma frase, tão concentrada que estava na sua "massagem".

- Você gosta quando eu faço... isso?

Nesse momento, enfiei dois dedos nela enquanto continuava a esfregar seu clitóris com o polegar. Naquele ponto, essa combinação já tinha virado um clássico, e eu sabia que fazia minha mãe gozar como nada nesse mundo.

- Ahhhggg! Ufff... Você sabe que seus dedos me deixam louca, filho... - ela disse, movendo o quadril para senti-los bem fundo.

- E você não gostaria de sentir algo além dos dedos? Algo tipo uma rola...

- Deus, filho, você sabe muito bem que sim... Mmmm... Mas isso sim é uma linha que não podemos cruzar...

- Calma, não estou falando da minha, estou falando de... - nesse momento, tirei o dildo de debaixo da espreguiçadeira.

- De onde você...? - ela disse, sentando-se de repente, agitada. - Porra, eu pensei que tinha escondid...

- Shhhh... - eu disse, sem deixá-la terminar.

Cortei a explicação colocando minha mão na boca dela e deitando-a de novo, enquanto com a outra mão comecei a aproximar suavemente o pênis de borracha grosso de sua buceta encharcada. Seu olhar era pura poesia, seus olhos transmitiam um certo medo do que estava por vir, mas também uma enorme vontade e tesão. Comecei a passá-lo pela fenda de cima a baixo, bem devagar, para que ela fosse se abrindo. Seus olhos começaram a ficar praticamente em branco e sua respiração acelerou. Depois de algumas passadas, introduzi a ponta com muito cuidado, e pouco a pouco fui enfiando cada centímetro até dilatar e lubrificar bem o interior de sua buceta, deixando o dildo quase todo dentro. Minha mãe já... ela começou a se contorcer de prazer e a gemer timidamente. Depois disso, comecei a puxar meu pau lentamente até que ele quase saiu por completo, para então enfiá-lo de uma vez sem avisar. Isso fez minha mãe soltar um grito de prazer que deve ter sido ouvido de todos os lados. Assim, comecei a foder minha mãe num ritmo bom com aquele pau de plástico, não muito rápido, mas de forma constante. Ela começou a gemer sem se segurar, enquanto tentava beliscar os mamilos agarrando os peitos, que estavam totalmente descontrolados, balançando para todos os lados. Os sons que se podiam ouvir naquele momento eram como música para meus ouvidos: minha mãe com a boca tapada, gemendo e gritando o máximo que podia, enquanto seus peitos balançavam batendo contra o corpo, e sua buceta encharcada soava bem molhada e suculenta a cada enfiada que recebia. Eu, por minha vez, que estava ajoelhado ao lado perto do rosto dela, não aguentei mais e decidi abaixar minha sunga, tirando a mão da boca da minha mãe e deixando meu pau prestes a explodir à disposição dela. Ela não hesitou nem um segundo em levá-lo à boca e começar a chupar com mais vontade que nunca, enquanto com a outra mão continuava amassando os peitos.

- Mmmm... Viu só? Dois paus só para você.

- Gghhhh – ela tirou meu pau da boca. – Meu Deus, que pau gostoso você tem... Adoro como você está me fodendo...

- Mmm... Vamos, mãe, fala: você gosta de como seu filhinho está te fodendo?

- Mmmm... Sim... Adoro como você está... me fodendo... Ufff, continua, pelo amor de Deus, não para... ¡Aaagghhhh! – mesmo sendo só com um pau de borracha, dava para ver que ela tirou um peso das costas ao dizer isso, e que isso a fez gozar mais que nunca.

Eu me jogava de vez em quando para chupar seus peitos, mordendo suavemente seus mamilos duros e grandes, deixando vários chupões por todo o peitão e fazendo com que ela gritasse como uma puta, se contorcendo de prazer. Eu tinha visto minha mãe... gozando esses dias, mas nada parecido com isso, seus gemidos eram incontroláveis e ela parecia estar totalmente entregue ao nosso prazer incestuoso.

-Mmmm assim... Chupa bem o meu pau enquanto eu como esses peitões tão gostosos... Ufff isso... Até o fundo... - eu dizia enquanto fodia a boca dela-

-Agghhhhh... Mmmmm.... - de vez em quando eu tirava da boca dela para ela respirar enquanto ela continuava me masturbando bem babada-. Isso, amor assim, continua... Continua! Fode bem a minha buceta... Aaaghhhh caralho, você está me partindo em dois, safadão... Ufff que gostoso... Que gostoso, meu deus!

-Vai gozar, mamãe? Vai gozar enquanto seu filho enfia um pau na sua buceta?

-Caralho, sim, amor... Deus, que prazer... Não para... Não para, por favoor!

-Você gosta de como eu fodo o seu buraquinho, né? Aagghhhh...

-Mmmm siim... Eu gosto... Parte o meu coelhinho, céu... Porra, parte o coelhinho da mamãe! ¡Aaagghhh!

-Mmmm... E você quer que eu continue fodendo esse cuzinho tão gostoso enquanto você mama o pau do seu filhinho?

-Uffff siim... Não para, meu deus... Aaagghhh, eu adoro, porra, estou quase lá...

-Mmmm, eu também, amor... - era a primeira vez que eu usava uma palavra daquele tipo com minha mãe, mas naquele momento saiu da alma-. Aagghhh, deus, eu não vou aguentar muito mais...

-Deus, siim, fode gostoso, bebê... Mmmm, me fode como a putinha que eu sou e depois goza na minha boca.. ¡Aaaggggghhhh! - o corpo inteiro dela tremia sem controle nenhum enquanto ela curtia chupar pau e receber uma boa metida-.

-Quer que eu goze na sua boca? Ufff, porra... Quer que seu filho encha essa sua boquinha gulosa?

-Aaaghhhh siim... Eu sou sua putinha, amor... Mmmm, me fode e depois me dá leitinho gostoso, céu... ¡Agghhhh, porraaa!

-Agghhh, porra, estou quase lá... Mmmm, chupa... Chupa e engole minha porra, amor!

-Mmmm... Deus, filho, que putaria gostosa a gente está fazendo... Aaggghhhh porra, eu gozo, amor meu... Deus, sim, faz a mamãe gozar, meu céu!       -Eu também, mamãe... Aggghhh caralho, eu gozo... Eu gozo, eu gozo! Toma meu leite, vadia! ¡AAAGGGHHHH!       -Uffff que gostoso, filho... Aghhh eu vou, meu amor... Eu vou... Eu vou, eu vou, EU VOOOOU! ¡AAAAGGGHHHHHH!             Eu comecei a soltar jatos e jatos de porra de um jeito descontrolado. Os primeiros caíram no rosto e nos peitos da minha mãe, mas ela rapidamente agarrou meu pau para enfiar a cabeça na boca e engolir o resto da gozada, que transbordava pelos lábios dela e escorria por todo o rosto. Ela, por sua vez, explodiu soltando uns 6 jatos de squirt, o que fez o dildo praticamente sair disparado como um foguete. Caralho, era um espetáculo, eu não resisti e assim que vi o primeiro jato me joguei para comer toda a gozada dela, engolindo todos os fluidos que pude, cuspindo e lambendo de cima a baixo toda a sua buceta grossa, que estava dilatada, vermelha e inchada ao máximo. Depois de um bom tempo engolindo a gozada um do outro, agarrei ela pelo bumbum molhado para sentá-la nas minhas pernas, colocando uma toalha entre nossos genitais para que não se tocassem, já que não sabia se isso a incomodaria. Ela começou a espalhar seus fluidos e cuspir restos de porra nos peitos, peitos que eu comi com muita calma enquanto ela esfregava a vagina bem de leve. Mais tarde começamos a nos beijar do jeito que a gente gosta, chupando bem as línguas e com a saliva escorrendo nos nossos peitos. Ficamos ali mais de uma hora, esfregando nossos corpos sujos, que estavam manchados com uma mistura de suor, lubrificante, saliva e gozada, com ela sentada em cima de mim bem aberta de pernas, comendo minha boca como dois adolescentes no cio. Sem dúvida, os encontros com minha mãe estavam pegando um ritmo incrível, e o dia ainda não tinha terminado. Continua....

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