A tarde tinha passado sem muito interesse, e a hora do jantar estava chegando. O mais notável foi que minha mãe não parou de ir ao banheiro a tarde inteira; pelo visto, o encontro que tivemos no chuveiro de manhã a deixou com um tesão danado pelo resto do dia. Ela sempre dizia que na idade dela não tinha tanta energia sexual, mas pelas vezes que foi ao banheiro e o tempo que passou lá, calculo que deve ter tido uns 4 ou 5 orgasmos ao longo da tarde. Eu, por minha vez, estava tão tarado quanto ela, ou até mais, mas decidi não me tocar, pra guardar energia pra noite. Naquele momento, tenho que admitir que tava cego de vontade de gozar de novo com minha mãe, então não pensei em nenhum plano concreto, só queria esquentar ela e deixar as coisas rolarem. Chegou a hora do jantar e decidimos petiscar algo na varanda, já que tava bem calor. Por isso mesmo, eu tava de shorts bem folgados e sem camiseta, um clássico dessas férias. Já minha mãe me deu uma pequena surpresa, tirando do armário um conjunto que nunca tinha visto nela. Ela vestia uma camiseta rosa de alcinha bem fina, que marcava bem os bicos dos peitos, e era extremamente curta, então se ela se mexesse muito, subia e deixava aparecer a parte de baixo das tetas lindas dela. Na parte de baixo, usava um shortinho cinza que parecia mais uma calcinha, que às vezes se enfiava levemente entre as nádegas, destacando bem a bunda suculenta dela.
— Nossa, mãe, que conjuntinho você trouxe.
— Pois é, filho, talvez devesse ter comprado um tamanho maior, mas era o único que tinha, e tá tanto calor que era isso ou ir pelada mesmo, hahaha.
— Bom, se você tá com muito calor e quiser tirar algo, eu não vou falar nada, hein, hahaha.
— Não, eu já sei, já. Se dependesse de você, eu tava pelada o dia inteiro. Olha só que filho pervertido que eu tenho, hahaha — ela dizia, divertida e sem dar muita importância. — Mas tudo bem, assim também tô fresquinha. — Bom, se você está confortável, pra mim tá de boa — falei enquanto dava um beijo rápido e seco, roçando levemente nossas línguas por um instante.
— Humm... Aliás, no final você colocou aqueles filmes que te falei no iPad? Com esse calor, tô afim de deitar na cama e ver um antes de dormir.
Eu realmente tinha levado meu iPad, já que, como sabíamos que provavelmente não teria internet, decidimos baixar uns filmes caso desse vontade de ver algum. O que minha mãe não sabia é que eu não tinha colocado só filmes, mas também tinha baixado um pornô pra minhas punhetas noturnas. Obviamente, esses vídeos estavam bem escondidos em pastas que ela não encontraria, a menos que... Aí me veio a ideia na cabeça. Naquele momento, falei que sim, tinha colocado os filmes dela, mas que precisava carregar o iPad e que levaria pra ela no quarto em uma hora. Então, depois do jantar, subi pro meu quarto pra botar o plano em prática. O plano era fazer com que, "por acidente", minha mãe encontrasse aquele pornô, pra deixá-la mais excitada e, com sorte, pegá-la no quarto dela no meio da bronha. Pra isso, criei duas pastas: uma chamada "filmes mãe" e outra chamada "filmes Ivan". Fiz isso porque sabia que minha mãe ia entrar na minha pasta pra bisbilhotar que filmes eu ia ver, já que em termos de cinema temos gostos bem parecidos. Só que nessa pasta ela não ia encontrar meus filmes, mas sim um monte de pornô. E não um pornô qualquer, não — pornô especificamente de milfs em cenas de mãe e filho, porque, com tudo que rolou ultimamente, tinha certeza de que isso ia esquentar ela ao máximo. E foi o que fiz: depois de deixar tudo bem organizado, levei o iPad pro quarto dela.
— Oi, mãe, pega aqui, já tá totalmente carregado. Seus filmes estão numa pasta chamada "filmes mãe".
— Ah, filho, obrigada, daqui a pouco vou colocar um — ela disse, deixando de lado um livro que estava lendo. — Você é o melhor, amor.
Eu dei um beijinho nela e fui. Fui pro meu quarto, era hora de esperar. Nem sabia se minha mãe ia morder a isca, então fiquei esperando algum barulho que indicasse movimento, deixando a porta um pouco aberta. Passaram uns vinte minutos e ouvi minha mãe descendo pra cozinha pegar um copo d'água. Não era nada suspeito, já que ela sempre faz isso antes de dormir, mas por curiosidade e sem fazer muito barulho, entrei no quarto dela pra ver se ela tinha colocado um filme ou ainda tava lendo. De primeira, não vi o iPad, mas quando me aproximei da cama, vi que o travesseiro tava tampando ele. Minha surpresa veio quando peguei o iPad e vi que ela tinha caído na minha armadilha: não só tinha visto a pasta, como também tinha um vídeo aberto e já começado. Na hora, meu pau deu um pulo de tesão e o morbo tomou conta do meu corpo. Foi nesse instante que ouvi a porta atrás de mim se abrindo. Vi que ela realmente tava com um copo d'água na mão, mas com a outra tava tapando a buceta, já que só tava de camiseta.
— Ah, hmm, querido, o que você tá fazendo aqui? — ela disse com a voz embargada e o rosto vermelho que nem pimentão.
— Vim pegar o livro que você tava lendo. Tá vendo isso?
— Hmm, não, queria ver um filme, mas por engano devo ter clicado no vídeo errado.
— E por que você tá quase pelada então?
— Eu... Hmm... Bom, é que...
— Mãe, não tem problema, é normal você ver pornô, eu também vejo.
— Bom, é que... tava na sua pasta, haha... — ela ainda tava gaguejando.
— Não disse que foi um engano? — falei sorrindo enquanto me sentava na cama.
— Quer dizer... sim... entrei na sua pasta, mas eu não...
— Fica tranquila, mãe, não tem problema. Quer continuar vendo?
— Bom, não vou mentir, tô meio com tesão. Quando terminar, se quiser, levo pra sua cama.
— E você não prefere que a gente veja junto?
— Filho, sério, a gente não pode repetir algo como o que aconteceu de manhã. Olha, se quiser, pega hoje você, e eu me viro sozinha.
— Não te Estou dizendo pra não fazer nada, mãe, a gente só pode dar uma olhadinha — falei enquanto me acomodava de lado, deixando espaço pra ela deitar junto comigo.
— Bom, não sei... — ela disse, se aproximando tímida da cama.
— Vai, não seja boba, não é nada que você já não tenha visto antes, né? Kkkk.
— Tá, mas só olhar, hein.
Ela se deitou do meu lado, mas bem separada. Coloquei o iPad no meio dos dois, como uma divisória pra ela se sentir mais à vontade. O vídeo era uma cena clássica de mãe e filho, pela visão do filho, e acho que a atriz era a Julia Ann. Ela ainda estava se cobrindo, escondendo a buceta, já que não deu tempo de vestir nada. Eu, por minha vez, comecei a esfregar meu pacote, completamente duro, bem de leve.
— Querido, o que você tá fazendo? A gente combinou de só ver o vídeo, não podemos deixar isso sair do controle.
— Qual é, mãe, não faz sentido ver pornô sem se tocar um pouco. Você não tá afim?
— Claro que tô, mas isso é muito perigoso...
— Não tô falando pra gente fazer nada entre a gente, só vamos ver o vídeo e cada um vai se soltando, você no seu lado e eu no meu.
— Bom... não sei... — nessa hora, vi que a mão que cobria a buceta molhada dela começou a deslizar em círculos, bem devagar.
— Você também vê essas coisas, mãe?
— Não é algo que eu veja muito, pra ser sincera, mas tenho que admitir que é bem quente...
Nossas vozes começaram a sair num tom quase sussurrado, bem sensual. Aí aproveitei pra tirar meu pau da calça, deixando à mostra pra minha mãe todo o meu equipamento pronto pra explodir a qualquer momento.
— Meu Deus, meu filho... — nessa hora, os olhos da minha mãe se cravaram no meu pau, e ela começou a se tocar mais solta, enfiando dois dedos e apertando um dos peitos por cima da camiseta.
— Bom, mãe, esses vídeos me deixam a mil, mas ter você aqui do meu lado torna tudo ainda melhor.
— Ah, tendo essa gostosa na tela, o que mais te importa ter essa aqui? Vizinha do lado, hein hahaha. —Sabia que quando ela começava a brincar com aquilo, significava que tava com um tesão do caralho—
—Bom, verdade seja dita, ela tem uns peitões bem gostosos, mas cê sabe que pra mim esses aqui são os melhores do mundo— nessa hora minha mão foi direto pros peitos dela—
—Mmm, filho, cê sabe o quanto eu gosto de ouvir isso, mas melhor a gente só ver o vídeo— ela falou enquanto afastava minha mão—
Depois de uns minutos nos tocando sem pressa, e enquanto nossos gemidos baixinhos se misturavam com os do vídeo, ela se atreveu a tirar os peitos pra fora do decote e começou a se apalpar, acelerando a respiração. Pouco depois nossos olhares começaram a se cruzar, então decidi me jogar pra beijar ela, esticando o pescoço pra ficar perto mas sem pressionar ela. Assim a gente se fundiu num beijo molhado e safado, que fez nossa saliva escorrer pelos peitos dela. Aproveitei e, com todo cuidado, espalhei aqueles fluidos nos bicos dela, massageando com meus dedos aquele par de melões e fazendo ela tremer de prazer. Dessa vez ela deixou eu tocar, e ficamos assim por mais uns minutos, sem desgrudar as línguas enquanto eu amassava aqueles peitões e a gente se masturbava, tudo isso, claro, com o vídeo de fundo. Depois disso, arrisquei e soltei meu pau pra levar minha mão lubrificada até a coxa dela, chegando perigosamente perto da buceta dela. Ela parou de me beijar e segurou meu pulso, mas sem fazer muita força pra me impedir do inevitável. E foi assim, minha mão continuou até chegar na boceta encharcada dela, que comecei a acariciar por fora pra depois focar no clitóris. Nessa hora ela não aguentou mais e soltou um gemido de verdade, aproximando de novo a cabeça da minha e devorando minha boca com uma vontade desenfreada, puta merda, dava pra sentir a língua molhada dela inundando minha boca.
—Mas querido, o que cê tá fazendo com sua mãe... ai, meu deus...—
—Cê tá gostando, mamãe? Hummm...—
—Aaaiii...— ela Preferi não dizer nada e continuar aproveitando.
— Também tenho uma coisa aqui que precisa de ajuda — falei, aproximando meu pau da mão dela.
— Hummm, não sei... você se comportou bem? — ela disse com voz de menina doce no meu ouvido, enquanto acariciava meu peito.
— Sei lá... me diz você... — nesse momento, enfiei meus dedos até o fundo, massageando o ponto G dela e, ao mesmo tempo, esfregando o clitóris sensível com a palma da mão.
— Aaagggghhh, deusss... — ela gemia enquanto começava a me dar uma punheta lenta e lubrificada, focando na minha glande inchada.
— Hummm... deus, mamãe, você é uma gostosa...
De novo, nos perdemos em outro beijo longo e apaixonado enquanto nos masturbávamos um ao outro. Depois de um bom tempo, o vídeo acabou e começou de novo, e eu vi a atriz dando um boquete no cara. Olhei pra minha mãe, e ela me devolveu um sorriso leve; não precisei falar pra saber o que ela queria. Ela, por sua vez, afastou o iPad pro lado e se ajoelhou entre minhas pernas. Continuou a punheta que tava me dando, mas dessa vez com a boca bem perto, passando o hálito quente por todo o tronco. Logo depois, começou a dar beijinhos leves no pau inteiro, incluindo as bolas, e depois focou na minha glande. Começou com lambidas suaves, como se fosse um sorvete, e em seguida enfiou ele inteiro na boca. Porra, eu tava alucinando — em meia hora, eu tinha tocado a buceta da minha mãe pela primeira vez, e ela tava me chupando. A verdade é que fiquei bem surpreso com a técnica dela; ela conseguia engolir tudo, sem dúvida o melhor boquete de garganta funda que já recebi. Teve umas duas vezes que quase gozei, mas me segurei, porque ainda queria me divertir. Depois de uns minutos da minha mãe engolindo pau como uma profissional de verdade, enquanto se tocava com a outra mão, peguei ela suavemente pelo pescoço, levantei o rosto dela e beijei. Que momento delicioso, a boca dela saliva misturada com meus fluidos tinha gosto de céu, e ainda mais na boca dela. Parecia que tinha chegado o momento que eu tanto queria, a buceta da minha mãe tava bem quentinha e pronta pra ser devorada.
—Bom, mãe, parece que agora é sua vez... —falei enquanto virava ela de barriga pra cima no colchão e eu me abaixava devagar—.
—Mas filho, isso não vai ser muita sacanagem não?
—Ué, igual ao que você acabou de fazer comigo —respondi enquanto me levantava de novo pra beijar ela mais uma vez—.
—Mmmm... você quer mesmo fazer uma coisa dessas, amor?
—Mãe, não me diga que... nunca comeram você?
—Ah, claro que não, hahaha, eu achava que isso era coisa de vídeo.
—Sério??
—Sério mesmo, hahaha.
—Então já tá na hora de dar uma boa lambida nessa buceta gostosa... —não esperei nem um segundo e enfiei minha cabeça entre as pernas dela—
Comecei bem devagar, igual ela fez. Primeiro dei uns beijinhos e lambidas suaves nas coxas dela, me aproximando aos poucos da buceta dela. Lembro que quanto mais perto eu chegava, mais quente minha cara ficava, dava pra ver que minha mãe tava pegando fogo. Depois comecei a dar lambidas longas por toda a buceta dela, roçando de leve no cuzinho molhado dela de vez em quando. Porra, era perfeito, parecia bem apertadinho mas ao mesmo tempo bem gordo e inchado, e minha saliva misturada com os fluidos dela fazia brilhar mais do que nunca. Nunca vou tirar esse gosto da cabeça, sem dúvida a buceta mais gostosa e suculenta que já comi.
—Ai, amor, que putaria gostosa você tá fazendo comigo! Mmmm... Não acredito que meu próprio filho tá lambendo minha racha, e ainda por cima é tão bom... Uffff...
—Você gosta que seu filho coma sua buceta, hein? —falei afastando um pouco minha boca cheia de fluidos—
—Mmmm, siim... eu gosto... meu deus, não para...
—E isso... você gosta? —nessa hora enfiei dois dedos enquanto minha língua focava em lamber e chupar o clitóris inchado—
—Ai, meu deus! Não para, amor, pelo amor de deus... Ufff... Assim... Assim! Come essa bucetinha! mami!
- Você quer gozar, né? Quer gozar na boca do seu filho, não quer?
- Ai, Deus, sim! Me faz gozar, amor... Faz sua mãe terminar... Aaggghhhh
Pelos movimentos e gemidos dela, eu sabia que minha mãe estava perto. Então tirei meus dedos, agarrei suas pernas e levei elas bem até os ombros dela, deixando toda aquela buceta inchada e vermelha exposta, pra depois afundar minha boca no clitóris dela, chupando do jeito mais porco possível.
- Ai, Deus, assim, meu amor... Assim! AAGGGHHHH Chupa bem a buceta da puta da sua mãe!
- Mmm, sim, me dá toda sua gozada, porca... mmmmm...
- Ai, Deus, amor, que gostoso o que você tá fazendo comigo... Filho, eu vou... Vou gozar... Tô gozando, tô gozando, TÔ GOZANDOOO! AAAAGGGGGGHHHHHHH!
Naquele momento, a buceta da minha mãe começou a soltar um squirt brutal, digno de atriz pornô. Jatos e jatos começaram a sair da vagina dela, jatos que eu tentei engolir inteiros pra depois cuspir em cima da buceta vermelha e molhada dela. Minha mãe, por sua vez, ficou quase um minuto se contorcendo em espasmos de prazer. Tenho certeza de que ela nunca tinha tido um orgasmo tão forte na vida, e era o próprio filho dela, com a boca, que tinha dado isso a ela. Enquanto isso, eu me deitei ao lado dela, dando beijos nos peitos, na boca e no pescoço. Meu pau, nisso tudo, estava explodindo, porque eu queria mais festa e tava me segurando.
- Minha nossa, filho... Nunca gozei desse jeito na minha vida... Só tinha visto em algum vídeo - dava pra ver que minha mãe tava tendo dificuldade pra recuperar o fôlego.
- Foi incrível, mãe. Me diz, você gostou?
- Se eu gostei?! Ai, céus, nunca tinham feito uma safadeza tão gostosa na minha vida - ela disse, me beijando de novo com paixão enquanto eu acariciava a buceta encharcada dela.
- Então, eu ainda sei fazer coisas ainda mais gostosas, mami...
- Mmmm, é? E que coisas são essas? - dava pra ver que minha mãe não tinha perdido a vontade.
- Bom, eu ainda tô aqui, não gozei... - eu falei com uma voz de pena, mostrando meu pau duro pra ela. Pau
—Aí, coitadinho do meu menino. Vamos ter que dar um jeito nisso... né? — ela disse, entrando no jogo e pegando no meu pau inteiro.
—É disso que eu tava falando com algo gostoso... — de novo a gente se fundiu num beijo sujo cheio de cuspe e fluidos.
Depois de uns minutos de amassos e uma punheta lenta da minha mãe, eu me deitei na cama. Minha mãe, claro, foi direto com a boca pro meu pau, mas eu parei ela.
—Não, mãe, isso a gente já fez, cê não quer tentar uma coisa nova?
—Filho, acho que não devemos ir mais longe, isso já é uma loucura...
—A gente não vai fazer nada além do que já fez, confia em mim.
Depois de um beijo rápido, peguei ela pela cintura e virei ela de frente pros meus pés enquanto eu me deitava. Era isso mesmo, hora de fazer um 69 com a minha mãe tarada. A buceta dela ficou a poucos centímetros da minha cara, escorrendo fluidos quentes pra dentro da minha boca.
—Nossa, olha o filho tarado que eu tenho... hehe — ela disse, toda excitada e divertida.
—Eu só quero que cê curta tanto quanto eu, mãe, e essa é a melhor posição... pra nós dois... aproveitarmos... — enquanto eu falava isso, comecei a lamber devagar toda a buceta dela.
—Mmmm... sério, não sei como vivi todos esses anos sem ninguém chupar aqui embaixo.
Ela, claro, também botou a mão na massa. Começou direto chupando minha glande enquanto massageava minhas bolas com os dedinhos. Se antes a boca dela já era incrível, agora comigo chupando a buceta dela era como estar no céu. Ficamos nessa por vários minutos. Às vezes ela largava meu pau pra focar nos gemidos dela, e outras vezes era eu que parava de lamber pra aproveitar a mamada foda que minha mãe tava me dando. Depois de um bom tempo, eu já não aguentava mais, então resolvi começar a chupar a buceta dela de um jeito muito mais agressivo. A resposta dela foi largar meu pau de vez, apoiar as mãos nas minhas coxas e apertar tudo. a buceta dela contra minha boca. Porra, minha mãe tava esfregando a cara na minha boceta. Até às vezes ela passava a buceta dela toda na minha boca aberta, fazendo movimentos de cavalgar.
– Deus, amor... Não acredito que vou gozar de novo...
– Mmmmm – eu mal conseguia falar com a bunda dela na minha cara.
– Mmmm... Você gosta como sua mãe te fo... – dava pra ver que a palavra "foder" ainda impunha respeito nela.
– Agghhh
– Vou gozar de novo, amor... Abre sua boquinha pra engolir toda a gozada da mamãe... Ahh... Aahhhh!
– Mmmm, sim, mamãe gostosa...
– Uffff que gostoso... Que delícia! Vou gozar, vou gozar, VOU GOZAR! Aahhhhh! AAAAGGGGHHHHH!
De novo, exatamente igual a antes, minha mãe explodiu numa maré interminável de gozo, e eu saboreei cada gota. Depois disso, ela esfregou por uns segundos a virilha encharcada no meu rosto molhado, e então caiu exausta em cima de mim, com a cabeça a poucos centímetros do meu pau. Começou a chupar de novo, dessa vez focando só no meu prazer.
– Amor, esses dias você me deu os melhores orgasmos da minha vida, já tá na hora da mamãe te recompensar... – ela começou a engolir como se não houvesse amanhã, dava pra sentir os lábios dela quase roçando minhas bolas.
– Porra, mãe, se continuar assim, não vou aguentar muito mais – eu já tava com uma vontade enorme de gozar há um tempão, então em menos de um minuto já tava no limite.
– Mmm... ahggg... ahgggggg... – cada vez que tirava da boca, deixava um fio de saliva que usava pra me punhetar, e depois enfiava de novo até o fundo, fazendo sons quase de engasgo – Mmmm... Você vai gozar pra mim, amor?
– Sim... sim... não aguento mais...
– Mmmm então vem aqui, amor...
Na hora, ela tirou meu pau inteiro da garganta e se deitou do meu lado, abrindo bem a boca e segurando os peitos.
– Vai, meu amor, mete seu pau gostoso na boquinha e enche ela de porra gostosa...
– Deus, mãe, que puta que você é...
– Anda, não demora mais. E aí, vem cá, putinha...
Não demorei nem um segundo pra me ajoelhar e ficar na altura da boca dela. Peguei meu pau com a mão e comecei a passar nos lábios dela, depois enfiei a ponta e meti na boca dela. Era como se eu tivesse fodendo, caralho, eu tava fodendo a boca da minha mãe. Ela gemendo e se acariciando nos peitos, às vezes até se masturbava de leve.
— Porra, mãe, vou gozar, tô quase... Agghhh
— Mmmm — dessa vez era ela que não conseguia falar nada.
— Cê gosta de como seu filho fode sua boca, sua puta? Uffff
— Uhumm — ela concordava.
— E cê quer que eu encha essa boquinha gulosa, não quer?
— Uhummmm
— Vai, fala.
— Aghhhh — ela tirou o pau da boca — Quero que você encha minha boquinha de porca, meu amor...
— E cê vai engolir o leite do seu filho?
— Siiim... Vou engolir toda a porra do meu filhinho... Mmmmm... — ela falou, enfiando de novo até o fundo.
— Deus, vou gozar... Vou gozaaar! Engole todo o meu leite, mamãe! AAGGGHHHHHH!
— MMMMMM
Comecei a gozar como nunca na minha vida, direto na garganta da minha mãe. As tentativas dela de engolir meu leite eram inúteis, porque com meu pau ainda na boca dela, tudo transbordava, escorrendo na cara e nos peitos dela. Ela ficou uns minutos com meu pau bem enfiado, lambendo e limpando ele de cima a baixo, enquanto com as mãos espalhava meu sêmen derramado pelos peitos grandes dela. Foi um tempão ela saboreando cada gota derramada, dava pra ver que minha mãe adorava engolir uma boa gozada.
— Nossa, filho, que gozada mais gostosa que você deu pra sua mãe — ela falou, chupando os dedos.
— Já vi que cê gostou, não deixou uma gota, hahaha.
— Mmmm, é que fazia tempo que eu não engolia um pau tão gostoso, e não tem nada que sua mãe ame mais do que tomar leite quente... — ela falou, me dando um beijo safado.
— Então, mãe, comigo aqui, cê vai ter leite todo dia... — de novo, nossas línguas se encontraram, cheias de fluidos.
— E não é só o leite... querido. Essa porca tão gostosa que você fez com a boca lá embaixo... deus...
— Pois vou comer sua buceta toda vez que você me chamar a partir de agora. Nessas férias, vou te dar todos os orgasmos que uma coroa fogosa como você merece...
— Uff... que perigoso isso soa... estamos uns putinhos, filho...
— E muito, mamãe...
Depois disso, passamos quase uma hora nos beijando sem parar, nos pegando de um jeito bem promíscuo, esfregando nossos corpos entre gozadas e fluidos, até finalmente cairmos dormindo abraçados um no outro como dois amantes.
Continua...
— Nossa, mãe, que conjuntinho você trouxe.
— Pois é, filho, talvez devesse ter comprado um tamanho maior, mas era o único que tinha, e tá tanto calor que era isso ou ir pelada mesmo, hahaha.
— Bom, se você tá com muito calor e quiser tirar algo, eu não vou falar nada, hein, hahaha.
— Não, eu já sei, já. Se dependesse de você, eu tava pelada o dia inteiro. Olha só que filho pervertido que eu tenho, hahaha — ela dizia, divertida e sem dar muita importância. — Mas tudo bem, assim também tô fresquinha. — Bom, se você está confortável, pra mim tá de boa — falei enquanto dava um beijo rápido e seco, roçando levemente nossas línguas por um instante.
— Humm... Aliás, no final você colocou aqueles filmes que te falei no iPad? Com esse calor, tô afim de deitar na cama e ver um antes de dormir.
Eu realmente tinha levado meu iPad, já que, como sabíamos que provavelmente não teria internet, decidimos baixar uns filmes caso desse vontade de ver algum. O que minha mãe não sabia é que eu não tinha colocado só filmes, mas também tinha baixado um pornô pra minhas punhetas noturnas. Obviamente, esses vídeos estavam bem escondidos em pastas que ela não encontraria, a menos que... Aí me veio a ideia na cabeça. Naquele momento, falei que sim, tinha colocado os filmes dela, mas que precisava carregar o iPad e que levaria pra ela no quarto em uma hora. Então, depois do jantar, subi pro meu quarto pra botar o plano em prática. O plano era fazer com que, "por acidente", minha mãe encontrasse aquele pornô, pra deixá-la mais excitada e, com sorte, pegá-la no quarto dela no meio da bronha. Pra isso, criei duas pastas: uma chamada "filmes mãe" e outra chamada "filmes Ivan". Fiz isso porque sabia que minha mãe ia entrar na minha pasta pra bisbilhotar que filmes eu ia ver, já que em termos de cinema temos gostos bem parecidos. Só que nessa pasta ela não ia encontrar meus filmes, mas sim um monte de pornô. E não um pornô qualquer, não — pornô especificamente de milfs em cenas de mãe e filho, porque, com tudo que rolou ultimamente, tinha certeza de que isso ia esquentar ela ao máximo. E foi o que fiz: depois de deixar tudo bem organizado, levei o iPad pro quarto dela.
— Oi, mãe, pega aqui, já tá totalmente carregado. Seus filmes estão numa pasta chamada "filmes mãe".
— Ah, filho, obrigada, daqui a pouco vou colocar um — ela disse, deixando de lado um livro que estava lendo. — Você é o melhor, amor.
Eu dei um beijinho nela e fui. Fui pro meu quarto, era hora de esperar. Nem sabia se minha mãe ia morder a isca, então fiquei esperando algum barulho que indicasse movimento, deixando a porta um pouco aberta. Passaram uns vinte minutos e ouvi minha mãe descendo pra cozinha pegar um copo d'água. Não era nada suspeito, já que ela sempre faz isso antes de dormir, mas por curiosidade e sem fazer muito barulho, entrei no quarto dela pra ver se ela tinha colocado um filme ou ainda tava lendo. De primeira, não vi o iPad, mas quando me aproximei da cama, vi que o travesseiro tava tampando ele. Minha surpresa veio quando peguei o iPad e vi que ela tinha caído na minha armadilha: não só tinha visto a pasta, como também tinha um vídeo aberto e já começado. Na hora, meu pau deu um pulo de tesão e o morbo tomou conta do meu corpo. Foi nesse instante que ouvi a porta atrás de mim se abrindo. Vi que ela realmente tava com um copo d'água na mão, mas com a outra tava tapando a buceta, já que só tava de camiseta.
— Ah, hmm, querido, o que você tá fazendo aqui? — ela disse com a voz embargada e o rosto vermelho que nem pimentão.
— Vim pegar o livro que você tava lendo. Tá vendo isso?
— Hmm, não, queria ver um filme, mas por engano devo ter clicado no vídeo errado.
— E por que você tá quase pelada então?
— Eu... Hmm... Bom, é que...
— Mãe, não tem problema, é normal você ver pornô, eu também vejo.
— Bom, é que... tava na sua pasta, haha... — ela ainda tava gaguejando.
— Não disse que foi um engano? — falei sorrindo enquanto me sentava na cama.
— Quer dizer... sim... entrei na sua pasta, mas eu não...
— Fica tranquila, mãe, não tem problema. Quer continuar vendo?
— Bom, não vou mentir, tô meio com tesão. Quando terminar, se quiser, levo pra sua cama.
— E você não prefere que a gente veja junto?
— Filho, sério, a gente não pode repetir algo como o que aconteceu de manhã. Olha, se quiser, pega hoje você, e eu me viro sozinha.
— Não te Estou dizendo pra não fazer nada, mãe, a gente só pode dar uma olhadinha — falei enquanto me acomodava de lado, deixando espaço pra ela deitar junto comigo.
— Bom, não sei... — ela disse, se aproximando tímida da cama.
— Vai, não seja boba, não é nada que você já não tenha visto antes, né? Kkkk.
— Tá, mas só olhar, hein.
Ela se deitou do meu lado, mas bem separada. Coloquei o iPad no meio dos dois, como uma divisória pra ela se sentir mais à vontade. O vídeo era uma cena clássica de mãe e filho, pela visão do filho, e acho que a atriz era a Julia Ann. Ela ainda estava se cobrindo, escondendo a buceta, já que não deu tempo de vestir nada. Eu, por minha vez, comecei a esfregar meu pacote, completamente duro, bem de leve.
— Querido, o que você tá fazendo? A gente combinou de só ver o vídeo, não podemos deixar isso sair do controle.
— Qual é, mãe, não faz sentido ver pornô sem se tocar um pouco. Você não tá afim?
— Claro que tô, mas isso é muito perigoso...
— Não tô falando pra gente fazer nada entre a gente, só vamos ver o vídeo e cada um vai se soltando, você no seu lado e eu no meu.
— Bom... não sei... — nessa hora, vi que a mão que cobria a buceta molhada dela começou a deslizar em círculos, bem devagar.
— Você também vê essas coisas, mãe?
— Não é algo que eu veja muito, pra ser sincera, mas tenho que admitir que é bem quente...
Nossas vozes começaram a sair num tom quase sussurrado, bem sensual. Aí aproveitei pra tirar meu pau da calça, deixando à mostra pra minha mãe todo o meu equipamento pronto pra explodir a qualquer momento.
— Meu Deus, meu filho... — nessa hora, os olhos da minha mãe se cravaram no meu pau, e ela começou a se tocar mais solta, enfiando dois dedos e apertando um dos peitos por cima da camiseta.
— Bom, mãe, esses vídeos me deixam a mil, mas ter você aqui do meu lado torna tudo ainda melhor.
— Ah, tendo essa gostosa na tela, o que mais te importa ter essa aqui? Vizinha do lado, hein hahaha. —Sabia que quando ela começava a brincar com aquilo, significava que tava com um tesão do caralho—
—Bom, verdade seja dita, ela tem uns peitões bem gostosos, mas cê sabe que pra mim esses aqui são os melhores do mundo— nessa hora minha mão foi direto pros peitos dela—
—Mmm, filho, cê sabe o quanto eu gosto de ouvir isso, mas melhor a gente só ver o vídeo— ela falou enquanto afastava minha mão—
Depois de uns minutos nos tocando sem pressa, e enquanto nossos gemidos baixinhos se misturavam com os do vídeo, ela se atreveu a tirar os peitos pra fora do decote e começou a se apalpar, acelerando a respiração. Pouco depois nossos olhares começaram a se cruzar, então decidi me jogar pra beijar ela, esticando o pescoço pra ficar perto mas sem pressionar ela. Assim a gente se fundiu num beijo molhado e safado, que fez nossa saliva escorrer pelos peitos dela. Aproveitei e, com todo cuidado, espalhei aqueles fluidos nos bicos dela, massageando com meus dedos aquele par de melões e fazendo ela tremer de prazer. Dessa vez ela deixou eu tocar, e ficamos assim por mais uns minutos, sem desgrudar as línguas enquanto eu amassava aqueles peitões e a gente se masturbava, tudo isso, claro, com o vídeo de fundo. Depois disso, arrisquei e soltei meu pau pra levar minha mão lubrificada até a coxa dela, chegando perigosamente perto da buceta dela. Ela parou de me beijar e segurou meu pulso, mas sem fazer muita força pra me impedir do inevitável. E foi assim, minha mão continuou até chegar na boceta encharcada dela, que comecei a acariciar por fora pra depois focar no clitóris. Nessa hora ela não aguentou mais e soltou um gemido de verdade, aproximando de novo a cabeça da minha e devorando minha boca com uma vontade desenfreada, puta merda, dava pra sentir a língua molhada dela inundando minha boca.
—Mas querido, o que cê tá fazendo com sua mãe... ai, meu deus...—
—Cê tá gostando, mamãe? Hummm...—
—Aaaiii...— ela Preferi não dizer nada e continuar aproveitando.
— Também tenho uma coisa aqui que precisa de ajuda — falei, aproximando meu pau da mão dela.
— Hummm, não sei... você se comportou bem? — ela disse com voz de menina doce no meu ouvido, enquanto acariciava meu peito.
— Sei lá... me diz você... — nesse momento, enfiei meus dedos até o fundo, massageando o ponto G dela e, ao mesmo tempo, esfregando o clitóris sensível com a palma da mão.
— Aaagggghhh, deusss... — ela gemia enquanto começava a me dar uma punheta lenta e lubrificada, focando na minha glande inchada.
— Hummm... deus, mamãe, você é uma gostosa...
De novo, nos perdemos em outro beijo longo e apaixonado enquanto nos masturbávamos um ao outro. Depois de um bom tempo, o vídeo acabou e começou de novo, e eu vi a atriz dando um boquete no cara. Olhei pra minha mãe, e ela me devolveu um sorriso leve; não precisei falar pra saber o que ela queria. Ela, por sua vez, afastou o iPad pro lado e se ajoelhou entre minhas pernas. Continuou a punheta que tava me dando, mas dessa vez com a boca bem perto, passando o hálito quente por todo o tronco. Logo depois, começou a dar beijinhos leves no pau inteiro, incluindo as bolas, e depois focou na minha glande. Começou com lambidas suaves, como se fosse um sorvete, e em seguida enfiou ele inteiro na boca. Porra, eu tava alucinando — em meia hora, eu tinha tocado a buceta da minha mãe pela primeira vez, e ela tava me chupando. A verdade é que fiquei bem surpreso com a técnica dela; ela conseguia engolir tudo, sem dúvida o melhor boquete de garganta funda que já recebi. Teve umas duas vezes que quase gozei, mas me segurei, porque ainda queria me divertir. Depois de uns minutos da minha mãe engolindo pau como uma profissional de verdade, enquanto se tocava com a outra mão, peguei ela suavemente pelo pescoço, levantei o rosto dela e beijei. Que momento delicioso, a boca dela saliva misturada com meus fluidos tinha gosto de céu, e ainda mais na boca dela. Parecia que tinha chegado o momento que eu tanto queria, a buceta da minha mãe tava bem quentinha e pronta pra ser devorada.
—Bom, mãe, parece que agora é sua vez... —falei enquanto virava ela de barriga pra cima no colchão e eu me abaixava devagar—.
—Mas filho, isso não vai ser muita sacanagem não?
—Ué, igual ao que você acabou de fazer comigo —respondi enquanto me levantava de novo pra beijar ela mais uma vez—.
—Mmmm... você quer mesmo fazer uma coisa dessas, amor?
—Mãe, não me diga que... nunca comeram você?
—Ah, claro que não, hahaha, eu achava que isso era coisa de vídeo.
—Sério??
—Sério mesmo, hahaha.
—Então já tá na hora de dar uma boa lambida nessa buceta gostosa... —não esperei nem um segundo e enfiei minha cabeça entre as pernas dela—
Comecei bem devagar, igual ela fez. Primeiro dei uns beijinhos e lambidas suaves nas coxas dela, me aproximando aos poucos da buceta dela. Lembro que quanto mais perto eu chegava, mais quente minha cara ficava, dava pra ver que minha mãe tava pegando fogo. Depois comecei a dar lambidas longas por toda a buceta dela, roçando de leve no cuzinho molhado dela de vez em quando. Porra, era perfeito, parecia bem apertadinho mas ao mesmo tempo bem gordo e inchado, e minha saliva misturada com os fluidos dela fazia brilhar mais do que nunca. Nunca vou tirar esse gosto da cabeça, sem dúvida a buceta mais gostosa e suculenta que já comi.
—Ai, amor, que putaria gostosa você tá fazendo comigo! Mmmm... Não acredito que meu próprio filho tá lambendo minha racha, e ainda por cima é tão bom... Uffff...
—Você gosta que seu filho coma sua buceta, hein? —falei afastando um pouco minha boca cheia de fluidos—
—Mmmm, siim... eu gosto... meu deus, não para...
—E isso... você gosta? —nessa hora enfiei dois dedos enquanto minha língua focava em lamber e chupar o clitóris inchado—
—Ai, meu deus! Não para, amor, pelo amor de deus... Ufff... Assim... Assim! Come essa bucetinha! mami!
- Você quer gozar, né? Quer gozar na boca do seu filho, não quer?
- Ai, Deus, sim! Me faz gozar, amor... Faz sua mãe terminar... Aaggghhhh
Pelos movimentos e gemidos dela, eu sabia que minha mãe estava perto. Então tirei meus dedos, agarrei suas pernas e levei elas bem até os ombros dela, deixando toda aquela buceta inchada e vermelha exposta, pra depois afundar minha boca no clitóris dela, chupando do jeito mais porco possível.
- Ai, Deus, assim, meu amor... Assim! AAGGGHHHH Chupa bem a buceta da puta da sua mãe!
- Mmm, sim, me dá toda sua gozada, porca... mmmmm...
- Ai, Deus, amor, que gostoso o que você tá fazendo comigo... Filho, eu vou... Vou gozar... Tô gozando, tô gozando, TÔ GOZANDOOO! AAAAGGGGGGHHHHHHH!
Naquele momento, a buceta da minha mãe começou a soltar um squirt brutal, digno de atriz pornô. Jatos e jatos começaram a sair da vagina dela, jatos que eu tentei engolir inteiros pra depois cuspir em cima da buceta vermelha e molhada dela. Minha mãe, por sua vez, ficou quase um minuto se contorcendo em espasmos de prazer. Tenho certeza de que ela nunca tinha tido um orgasmo tão forte na vida, e era o próprio filho dela, com a boca, que tinha dado isso a ela. Enquanto isso, eu me deitei ao lado dela, dando beijos nos peitos, na boca e no pescoço. Meu pau, nisso tudo, estava explodindo, porque eu queria mais festa e tava me segurando.
- Minha nossa, filho... Nunca gozei desse jeito na minha vida... Só tinha visto em algum vídeo - dava pra ver que minha mãe tava tendo dificuldade pra recuperar o fôlego.
- Foi incrível, mãe. Me diz, você gostou?
- Se eu gostei?! Ai, céus, nunca tinham feito uma safadeza tão gostosa na minha vida - ela disse, me beijando de novo com paixão enquanto eu acariciava a buceta encharcada dela.
- Então, eu ainda sei fazer coisas ainda mais gostosas, mami...
- Mmmm, é? E que coisas são essas? - dava pra ver que minha mãe não tinha perdido a vontade.
- Bom, eu ainda tô aqui, não gozei... - eu falei com uma voz de pena, mostrando meu pau duro pra ela. Pau
—Aí, coitadinho do meu menino. Vamos ter que dar um jeito nisso... né? — ela disse, entrando no jogo e pegando no meu pau inteiro.
—É disso que eu tava falando com algo gostoso... — de novo a gente se fundiu num beijo sujo cheio de cuspe e fluidos.
Depois de uns minutos de amassos e uma punheta lenta da minha mãe, eu me deitei na cama. Minha mãe, claro, foi direto com a boca pro meu pau, mas eu parei ela.
—Não, mãe, isso a gente já fez, cê não quer tentar uma coisa nova?
—Filho, acho que não devemos ir mais longe, isso já é uma loucura...
—A gente não vai fazer nada além do que já fez, confia em mim.
Depois de um beijo rápido, peguei ela pela cintura e virei ela de frente pros meus pés enquanto eu me deitava. Era isso mesmo, hora de fazer um 69 com a minha mãe tarada. A buceta dela ficou a poucos centímetros da minha cara, escorrendo fluidos quentes pra dentro da minha boca.
—Nossa, olha o filho tarado que eu tenho... hehe — ela disse, toda excitada e divertida.
—Eu só quero que cê curta tanto quanto eu, mãe, e essa é a melhor posição... pra nós dois... aproveitarmos... — enquanto eu falava isso, comecei a lamber devagar toda a buceta dela.
—Mmmm... sério, não sei como vivi todos esses anos sem ninguém chupar aqui embaixo.
Ela, claro, também botou a mão na massa. Começou direto chupando minha glande enquanto massageava minhas bolas com os dedinhos. Se antes a boca dela já era incrível, agora comigo chupando a buceta dela era como estar no céu. Ficamos nessa por vários minutos. Às vezes ela largava meu pau pra focar nos gemidos dela, e outras vezes era eu que parava de lamber pra aproveitar a mamada foda que minha mãe tava me dando. Depois de um bom tempo, eu já não aguentava mais, então resolvi começar a chupar a buceta dela de um jeito muito mais agressivo. A resposta dela foi largar meu pau de vez, apoiar as mãos nas minhas coxas e apertar tudo. a buceta dela contra minha boca. Porra, minha mãe tava esfregando a cara na minha boceta. Até às vezes ela passava a buceta dela toda na minha boca aberta, fazendo movimentos de cavalgar.
– Deus, amor... Não acredito que vou gozar de novo...
– Mmmmm – eu mal conseguia falar com a bunda dela na minha cara.
– Mmmm... Você gosta como sua mãe te fo... – dava pra ver que a palavra "foder" ainda impunha respeito nela.
– Agghhh
– Vou gozar de novo, amor... Abre sua boquinha pra engolir toda a gozada da mamãe... Ahh... Aahhhh!
– Mmmm, sim, mamãe gostosa...
– Uffff que gostoso... Que delícia! Vou gozar, vou gozar, VOU GOZAR! Aahhhhh! AAAAGGGGHHHHH!
De novo, exatamente igual a antes, minha mãe explodiu numa maré interminável de gozo, e eu saboreei cada gota. Depois disso, ela esfregou por uns segundos a virilha encharcada no meu rosto molhado, e então caiu exausta em cima de mim, com a cabeça a poucos centímetros do meu pau. Começou a chupar de novo, dessa vez focando só no meu prazer.
– Amor, esses dias você me deu os melhores orgasmos da minha vida, já tá na hora da mamãe te recompensar... – ela começou a engolir como se não houvesse amanhã, dava pra sentir os lábios dela quase roçando minhas bolas.
– Porra, mãe, se continuar assim, não vou aguentar muito mais – eu já tava com uma vontade enorme de gozar há um tempão, então em menos de um minuto já tava no limite.
– Mmm... ahggg... ahgggggg... – cada vez que tirava da boca, deixava um fio de saliva que usava pra me punhetar, e depois enfiava de novo até o fundo, fazendo sons quase de engasgo – Mmmm... Você vai gozar pra mim, amor?
– Sim... sim... não aguento mais...
– Mmmm então vem aqui, amor...
Na hora, ela tirou meu pau inteiro da garganta e se deitou do meu lado, abrindo bem a boca e segurando os peitos.
– Vai, meu amor, mete seu pau gostoso na boquinha e enche ela de porra gostosa...
– Deus, mãe, que puta que você é...
– Anda, não demora mais. E aí, vem cá, putinha...
Não demorei nem um segundo pra me ajoelhar e ficar na altura da boca dela. Peguei meu pau com a mão e comecei a passar nos lábios dela, depois enfiei a ponta e meti na boca dela. Era como se eu tivesse fodendo, caralho, eu tava fodendo a boca da minha mãe. Ela gemendo e se acariciando nos peitos, às vezes até se masturbava de leve.
— Porra, mãe, vou gozar, tô quase... Agghhh
— Mmmm — dessa vez era ela que não conseguia falar nada.
— Cê gosta de como seu filho fode sua boca, sua puta? Uffff
— Uhumm — ela concordava.
— E cê quer que eu encha essa boquinha gulosa, não quer?
— Uhummmm
— Vai, fala.
— Aghhhh — ela tirou o pau da boca — Quero que você encha minha boquinha de porca, meu amor...
— E cê vai engolir o leite do seu filho?
— Siiim... Vou engolir toda a porra do meu filhinho... Mmmmm... — ela falou, enfiando de novo até o fundo.
— Deus, vou gozar... Vou gozaaar! Engole todo o meu leite, mamãe! AAGGGHHHHHH!
— MMMMMM
Comecei a gozar como nunca na minha vida, direto na garganta da minha mãe. As tentativas dela de engolir meu leite eram inúteis, porque com meu pau ainda na boca dela, tudo transbordava, escorrendo na cara e nos peitos dela. Ela ficou uns minutos com meu pau bem enfiado, lambendo e limpando ele de cima a baixo, enquanto com as mãos espalhava meu sêmen derramado pelos peitos grandes dela. Foi um tempão ela saboreando cada gota derramada, dava pra ver que minha mãe adorava engolir uma boa gozada.
— Nossa, filho, que gozada mais gostosa que você deu pra sua mãe — ela falou, chupando os dedos.
— Já vi que cê gostou, não deixou uma gota, hahaha.
— Mmmm, é que fazia tempo que eu não engolia um pau tão gostoso, e não tem nada que sua mãe ame mais do que tomar leite quente... — ela falou, me dando um beijo safado.
— Então, mãe, comigo aqui, cê vai ter leite todo dia... — de novo, nossas línguas se encontraram, cheias de fluidos.
— E não é só o leite... querido. Essa porca tão gostosa que você fez com a boca lá embaixo... deus...
— Pois vou comer sua buceta toda vez que você me chamar a partir de agora. Nessas férias, vou te dar todos os orgasmos que uma coroa fogosa como você merece...
— Uff... que perigoso isso soa... estamos uns putinhos, filho...
— E muito, mamãe...
Depois disso, passamos quase uma hora nos beijando sem parar, nos pegando de um jeito bem promíscuo, esfregando nossos corpos entre gozadas e fluidos, até finalmente cairmos dormindo abraçados um no outro como dois amantes.
Continua...
1 comentários - Fuga na montanha com minha mãe