Domingo à noite, tarde. Tava com vontade de foder, mas nenhum dos meus contatinhos morava perto. Entrei em apps e perfis, rolei, como sempre. Como último recurso, usei uma linha quente. Um cara que dizia trampar numa padaria famosíssima na esquina do meu apê daquela época falou pra eu ir que ele ia me dar massa... Mas fui e o cara nunca apareceu. Resolvi dar umas voltas no quarteirão pra esfriar a tesão com o frio da noite de inverno. Nisso, vejo um tipo meio que se escondendo atrás de uma árvore. Imaginando que ia mijar, comecei a ir pra lá pra ver se pelo menos dava uma espiada na pica dele. Mas o tipo desaparece, igual fantasma. Procurando por todo lado (agora queria me convencer de que não enlouqueci e não vi visões), vou e volto umas vezes pelo local, até que noto movimento no baú de uma caminhonete de mudança estacionada do lado da árvore. O cara tinha entrado lá dentro! Fiquei olhando um tempo pra ver qual era, até que de repente ele se aproxima, puxa a lona que tampava a vista de fora, e fala "vem, sobe". Era um mendigo! Um sem-teto, procurando abrigo do frio. Nem lerdo nem preguiçoso, subo, e noto, primeiro, o cheiro forte de álcool, depois o cigarro na mão direita dele, e então a sacola de catador e um travesseiro todo surrado no que seria "o teto" da caminhonete. "Tá procurando pica? Vem, chupa!" ele fala, enquanto senta ali com as pernas abertas penduradas, deixando à mostra uma pica meio mole ao abrir o zíper e afrouxar o cinto. Ao contrário de todas as expectativas, tava MUITO limpa! Com mais vontade ainda chupei ela. De cima a baixo, fundo, só a cabeça, também as bolas (GRANDES e com pouco pelo). Eu tava simplesmente de pé, a altura que ele tava sentado ficava super confortável pra mim. Às vezes ele marcava o ritmo com a mão na minha nuca. Outras, me prendia com as pernas. Várias vezes ele encostava a cabeça no "encosto", num claro gesto de estar curtindo pra caralho o boquete. Ao mesmo tempo que Ia fumando o cigarro dela. Ela se acariciava a barriga, e aí eu comecei a tocar ela. À primeira vista, parecia meio gordinha, mas quando toquei, senti um certo desenvolvimento muscular. Quando comecei a roçar os mamilos dela, aí ela ficou duríssima, e começou a empurrar minha cabeça pra baixo pra eu engolir tudo. "Você quer me comer?" perguntei. A resposta dela foi descer do trono dela, baixar minha calça de uma vez e abrir minhas bandas. Eu segurei um pouco pra pegar uma camisinha, um sachê de gel (eu tinha guardado pra foder com o suposto padeiro), e aí sim, todo dela! Por sorte foi relativamente suave na entrada. Mas depois que entrou, como aquele caminhão se mexia! Parecia que tava há meses sem transar. Eu não podia acreditar! Num momento, ouço alguém espiar pela lona e soltar um "ei amigo, qual é a boa?". Já me via ali sendo comido por um mendigo e mamando outro... Mas não, o novo foi embora como veio. Talvez o medo (ou a tara) de uma nova interrupção acelerou as coisas. Não muito depois disso, percebo ele ainda mais acelerado, de repente me agarra pelo cabelo e solta um gemido profundo. E sinto a pica explodir dentro de mim. Ele fica ali, recuperando uns segundos, e dá um tapinha na minha cintura, falando "pronto, parceiro!". A gente se arruma, eu desço do caminhão e entro na minha casa com um sorriso de orelha a orelha.
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