

A chuva caía selvagemente lá fora, não tinha uma alma nas ruas frias e molhadas. Sol deu uma olhada no relógio que marcava quase 11 da noite, já estava se preparando pra fechar. Começou a arrumar uns colchonetes quando ouviu a porta se abrir atrás dela.
- Desculpa, já tô indo embora foi a última coisa que consegui dizer antes de umas mãos frias pegarem ela por trás e taparem a boca dela.
- Me escuta bem, sua puta, você vai se comportar agora, senão vou te queimar — indicou o misterioso homem de mãos frias enquanto apertava o cano da arma nas costas de Sol. Me dá as chaves, vou fechar e você fica aí paradinha sem fazer nenhuma merda.
Sem reclamar de nada, a loira obedeceu e ficou encostada numa parede. O homem misterioso fechou a porta da frente e se aproximou devagar da loira. Ele usava uma balaclava que cobria o rosto. Sem parar de apontar a arma pra ela, agarrou a garota pelo pescoço com força e apertou o corpo dela contra o dele.
— Você vai fazer tudo o que eu mandar, sua putinha de merda — ordenou o homem, apertando ainda mais o pescoço delicado de Sol. Nada de mordidas, porradas ou gritos, nada de besteira. Me ouviu?
— Tenho grana se quiser, te dou tudo, tenho muita. Por favor, não me machuca — implorava Sol.
- Grana? — respondia o homem rindo debochado enquanto tirava uma corda da jaqueta. Bruscamente, virou a loira de costas e amarrou as mãos dela. — Não quero sua grana, putinha, quero isso — disse, apalpando descaradamente a bunda da Sol. Faz tempo que te vejo, vagabunda, andando por aqui com essas leggings apertadas, esquentando pica. Hoje vou te castigar por ser tão puta e de quebra vou aliviar meu tesão com você.
Uma das mãos do homem misterioso começou a dar tapas na bunda da Sol sem dó, enquanto a outra tampava a boca dela pra evitar os gritos. A loira tentava gritar, mas era inútil.
- Olha essa bunda que tu tem, filho da puta, e ainda com essa legging que tu tá usando. Que puta que tu é, falei pra ela enquanto rasgava a legging violentamente, deixando a bunda enorme da Sol à mercê dele, só protegida por uma fio dental vermelha minúscula.


Uff" foi a única coisa que o homem conseguiu dizer diante daquela visão. Ele a levou para os fundos, pros chuveiros, onde ninguém podia ouvir os gemidos e os gritos da loira gostosa.
— Agora vou me divertir com essa bunda gostosa que você tem — ele sussurrava no ouvido dela enquanto amassava os peitos dela e apertava o volume contra a raba da loira. — Se comporta direitinho que não vai te acontecer nada. Entendeu?
- Sim, sim.
Devagar, o homem foi se abaixando, beijando as costas da Sol. Quando chegou na bunda dela, puxou a fio dental minúscula pra começar a se divertir. Encheu as nádegas avantajadas da Sol de beijos e chupões descarados, dava uns tapinhas de leve e até enfiava a cara na buceta dela. O homem misterioso tava hipnotizado com a raba dela.
- Você tá toda molhadinha, que putinha que você é.
Os dedos e a língua do homem se revezavam e dividiam a buceta e o cu de Sol. Os lábios da loira estavam quase feridos de tanto morder pra não soltar gemidos. O homem misterioso se deliciava com a virilha da loira. Os dedos dele entravam e saíam rapidinho da buceta dela enquanto a língua sugava com gosto os sucos e o cu dela.
- Você é muito, muito piranha, Solcito, ele dizia enquanto se levantava e bruscamente a virava. Vamos ver o que você tem aqui, ele disse enquanto rasgava a camiseta da garota.
Com ainda mais brutalidade, tiro o sutiã vermelho dela e, sem aviso, comecei a chupar os peitos dela desesperadamente. A língua do homem percorria os dois seios. Ele chupava e mordia os bicos dos peitos de Sol com força, fazendo ela soltar uns gemidos. Os peitos dela eram o ponto fraco, e o captor adorou isso. Uma das mãos dele desceu até a virilha da garota, enquanto a boca continuava trabalhando nos peitos dela. A loira já não aguentava mais o tesão e começou a gemer alto, enquanto as pernas tremiam, sabendo que o orgasmo estava chegando.

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— Você ainda não vai gozar, putinha, não tem minha permissão — dizia o homem misterioso enquanto obrigava Sol a chupar um dos dedos dele. — Agora você vai usar essa boquinha de head master para me dar prazer, e só depois disso vai ter minha permissão para gozar.
Sem nenhum aviso, o homem beijou a loira bruscamente. Apertou o nariz dela pra forçar ela a abrir a boca, e assim as línguas puderam se encontrar e se fundir num beijo "apaixonado". As duas mãos do captor beliscavam com força os mamilos da Sol, esquentando ela ainda mais. Quando o beijo acabou, ele fez um sinal pra ela se abaixar, e a loira aceitou, apesar das dúvidas. Não queria irritar o captor dela.
— Chupa bem minha pica, ordenou o homem enquanto abaixava as calças. Se comporta direito, nada de morder, ele instruía enquanto a pegava pelo pescoço mais uma vez e dava uns tapas nela. Entendeu?
A única coisa que Sol conseguiu fazer foi balançar a cabeça, as palavras não saíam por causa da pressão que apertava o pescoço dela.
O pau do homem estava completamente duro e era enorme. A loira não conseguiu evitar admirá-lo. Apesar da situação em que estava, já estava salivando.
Mesmo com as mãos amarradas nas costas, Sol conseguiu dar um boquete foda no seu captor. Começou lambendo e chupando devagar a cabeça da piroca enorme que tinha na frente. Com a mão, o homem indicou que queria que ela olhasse pra ele enquanto fazia o serviço. Obediente, a loira levantou o olhar e cravou os olhos nos do captor enquanto continuava saboreando a glande dele. O homem misterioso gemia, xingava e elogiava a loira pelo trabalho. Mas ainda não tava satisfeito.
— Você vai engolir toda a minha pica igual uma putinha gostosa — falei pra ela, enquanto colocava as duas mãos na cabeça da Sol pra ela não escapar.
Glup Glup" era a única coisa que saía da boca da Sol naquela porra de chupada violenta que tavam dando na boca dela. O safado enfiava o pau na boca da loira o mais fundo que dava, sem parar. Contava até 10, dava um tempinho e continuava. Uma mistura de cuspe e porra pré-gozada escorria da boca da Sol, descia pelos peitos dela e caía no chão. Os olhos da loira tavam vermelhos e lacrimejando, mas mesmo assim não paravam de encarar os do cara que tava fudendo ela.
- Muito bem, vadia, muito bem, que obediente que você é, ele dizia enquanto esfregava o pau molhado por toda a cara dela.
Já chega, filho da puta, me larga, já se divertiu.
Diante daquela ofensa, o homem puxou ela pelos cabelos e comeu a boca dela assim que teve alcance, e pra finalizar mordeu o lábio dela e apertou os bicos dos peitos. Sol se contorceu de prazer doloroso.
— Não fala assim comigo, sua puta de merda. A gente acabou de começar isso, explico rindo.
Por dentro, Sol se sentia culpada pela excitação que corria nela. Queria mais e as últimas palavras do seu captor a confortaram. Ela teria mais, muito mais.
O homem misterioso a levou para os chuveiros e abriu um dos registros. A água morna caía sobre o corpo dos dois e especialmente sobre o de Sol.
- Pra ser sincero, você é uma gostosa, que beleza ele dizia enquanto apalpava todo o corpo escultural que tinha na frente.
A calentura do captor tava no auge. Ele empurrou a Sol contra uma das paredes, virou ela de costas e se preparou pra meter. Deu mais uma palmada na bunda dela e começou a bombar.
Os corpos molhados dos dois se chocavam a cada investida. Uma multidão de barulhos e gemidos invadiu o lugar. As tetas da Sol estavam presas nas mãos do homem que continuava comendo ela sem parar. Aos poucos, a excitação foi tomando conta da loira, que começou a gemer e a gozar junto com o amante.
- Que putinha que você é, por favor, você adora isso.
Nem uma palavra saiu da boca da coitada da Sol, só gemidos. Embora não precisasse, o homem misterioso sabia que ela estava curtindo tanto quanto ele. Ou até mais.
Menos de 5 minutos separaram a loira do seu primeiro e brutal orgasmo. O homem misterioso intensificou ainda mais a penetração, fazendo Sol gritar. Ao terminar seu prazeroso martírio, a loira caiu desabada no chão e se encostou na parede. Sem esperar que ela recuperasse o fôlego, seu captor pegou a cabeça de Sol e enfiou o pau na boca da loira de novo.
— Já provei sua buceta, agora vou arrebentar seu cu — expliquei, ajustando o corpinho da Sol como se fosse uma boneca.
A loira já não lutava mais, só se entregou pra aproveitar o máximo que podia. O homem misterioso levou uns segundos pra admirar a bunda enorme que tinha na frente dele.

Mais uma vez bati na bunda dela e, sem mais delongas, enfiei o pau no cu da loira. Os gritos de dor invadiram o lugar de novo. A cara da loira estava no chão e aproveitei pra ver como aquele membro enorme destruía a bucetinha apertada dela.
As investidas do homem misterioso eram brutais e ele não mostrava piedade diante dos pedidos da loira. Continuou batendo na bunda dela sem parar até que a rabeta da Sol quase pegava fogo.
Quando o segundo orgasmo de Sol estava prestes a chegar, o captor pegou o cabelo da loira e puxou para perto dele. "Quero ver você gozar, sua putinha de merda", ele explicou. O homem continuou bombando sem parar até que o segundo orgasmo tomou conta do corpo da loira. Dessa vez, os gritos foram abafados pela mão forte do homem.
Quando o efeito passou, a loira se sentiu destruída, dolorida e, mesmo assim, muito tesuda. Ficou deitada no chão molhado do chuveiro, sem forças pra se levantar.
- Agora é minha vez de gozar, vou explicar, se acomodando em cima dela e colocando o pau no meio dos peitos dela. Vou te dar a porra toda e você vai tomar tudo como uma boa puta.
As mãos do homem apertavam com força as tetas que prendiam o pau dele. Ele já tinha comido a boca, a buceta, a raba e agora as tetas da Sol. Do mesmo jeito que antes, ele fazia com muita força. A Sol mal tava se recompondo do orgasmo dela e ficou hipnotizada vendo o pau do homem comendo as tetonas dela.
- Toma, goza. Digo a ele, levantando-me e puxando-a pelos cabelos, ajoelhando-a na frente dele.
As mãos do captor subiam e desciam rapidinho. Feito uma putinha, Sol mantinha a boca aberta e os olhos fixos na cara do homem. 3 gotas de porra foram parar na carinha da loira e as 2 últimas na boca dela. Com as mãos, a loira foi levando os jatos espalhados pelo rosto até a boca. Depois que juntou toda a cum do captor, abriu a boca e mostrou tudo o que tinha juntado. Sem mais, Sol engoliu toda a porra e ainda se lambuzou limpando o que restava no pau do captor.
- Você tá bem? Não te machuquei? Perguntou David preocupado, tirando a balaclava.
— Tô melhor do que nunca — respondeu Sol com um sorriso enquanto ainda saboreava o esperma do amante. Que puta transa boa, foi melhor do que eu imaginava. E você não vem com essa de sonsão, porque você adorou essa porra, hahahaha.
- É verdade, sim, respondeu o garoto enquanto ajudava a loira a se levantar. Fui bem? Não te machuquei?
— Você foi incrível, amor — respondeu ela, beijando-o com paixão. Se eu não disser nossa palavra-chave, é porque tô bem; continua me batendo que eu aguento, papai. A única coisa que não curti foi a porra do lábio, filho da puta; tá doendo pra caralho — reclamou Sol, mostrando o ferimento.
- Você fez a mesma coisa comigo e também me doeu pra caralho.
- Aquela vez foi por vingança, porque você me fez de otário, idiota, ela retrucou rindo.
Os 2 amantes tomaram banho e se vestiram o mais rápido possível, já era bem tarde. Como de costume, a Sol levou o garoto até a casa dele.
- Amanhã não vou conseguir sentar de tanta palmada que você me deu, explica Sol beijando a amante.
- Aguenta aí, sua puta. Mandou muito bem, bem convincente, indicou David rindo.
- Viu? Sou melhor atriz que a superestimada da Jennifer Lawrence. Além disso, em corpo eu ganho dela, mas em putaria estamos empatadas por causa das fotos que roubaram dela, respondeu, e os dois riram alto.
A J Law não é uma atriz ruim, o problema é que ela sempre faz o mesmo papel, toda vez.
- Ela é muito ruim, deve chupar muito bem pra estar onde está. Falando sério, pai, esse fim de semana prepara uma boa desculpa pros teus pais porque a Sil e eu vamos precisar que você nos faça companhia.
— Alguma coisa vai me ocorrer — respondeu David, beijando Sol antes de se despedir.
— Seu merdinha, isso não vai sair barato pra você — indicou a loira apontando para o lábio. Já vai ver o que vou fazer com você no sábado.

1 comentários - Maria Sol Perez Relato 4