A história que vou contar é absolutamente verdadeira, nos lugares e datas exatamente como aconteceram, por isso vou mudar o nome da minha prima, a quem chamarei de Liz, por uma questão de prudência. Isso remonta a quase trinta anos atrás, quando eu era um jovem de 21 anos e Liz tinha 22. Liz é filha de um irmão do meu pai, sempre morou em Buenos Aires e eu morava naquela época em Córdoba. Todos os verões, a família dela vinha para Córdoba passar as férias de verão, onde a família toda se reunia na casa dos meus avós, uma casa velha, mas confortável e ampla, na serra. Ao longo de muitos verões, Liz e eu fomos nos tornando íntimos nas brincadeiras de criança no começo e de adolescentes depois. A atração mútua que sentíamos era inegável, embora naquela época não pensássemos em ir além de uma paquera inocente e até algum beijinho, bem escondido. Éramos primos-irmãos e não tínhamos coragem de tentar outra coisa além de sair juntos para tomar um refrigerante ou ir juntos ao rio e aproveitar para roçar nossos corpos na água. Quando Liz tinha cerca de 19 anos, já fazia muito tempo que ela frequentava um conservatório, onde aprendia danças clássicas. As danças tinham moldado seu corpo, magro e pequeno, mas esbelto, de uma maneira incrível. Seu rosto já tinha as feições felinas que a distinguiriam daí em diante. O cabelo bem curto, quase como um menino, preto como carvão sobre seu rosto branquíssimo, o nariz pequeno e empinado, seus olhos amendoados e quase oblíquos, lhe davam um ar exótico; e sua boca larga, com lábios levemente carnudos, concediam a Liz um aspecto sensual, enigmático, quase de menina má. Apesar de ser magra, tinha seios lindos, duros, empinados, que se destacavam em sua figura miúda. A cintura não podia ser mais fina e suas pernas eram duas peças perfeitas de ginástica, torneadas e esbeltas. Mas o melhor de Liz, de longe… era a bunda dela. Uma bunda redonda, não muito larga, empinada, duro, atlético, aquele que se destacava pelo jeito peculiar que minha prima tinha de se postar, sempre muito ereta e quase arqueando a cintura.
Todos os meus amigos eram loucos pela Liz e eu, de um jeito bem diferente. Na real, Liz me enlouquecia e ela sabia muito bem disso, brincava comigo, me provocando e depois me segurando.
Passávamos verões inteiros nesse jogo perverso de flertar e depois colocar limites… claro, os limites quem colocava era ela pra mim… se dependesse de mim, a história teria sido bem diferente.
Nunca consegui passar de um beijinho, tipo "selinho", quase roubado, escondido, e depois ela se afastava, corada… pra depois voltar com mais flertes que me incendiavam… mas tudo ficava por isso mesmo.
Quando fiz 20 anos, por causa dos estudos, tive que me mudar pra Bs As, morando na casa dos meus tios (os pais da Liz) por mais de três anos.
Nessa época, eu tava namorando em Córdoba e a Liz em Bs As. O namorado da Liz eu odiei desde o primeiro instante, em grande parte por ciúmes, mas também por saber que ele maltratava bastante minha prima, já que as brigas deles eram constantes. Depois fiquei sabendo que as brigas eram por dois motivos: um era que o namorado da Liz queria transar com ela, e minha prima não deixava, e o outro… era ciúmes de mim, porque o namorado dela suspeitava que entre nós dois (Liz e eu) existia muito mais que o simples carinho de primos-irmãos.
Eu ocupava o quarto do meu primo, que na época tava servindo o exército, então quase sempre dormia sozinho. Liz dormia no quarto ao lado, e do outro lado do corredor ficavam o banheiro e o quarto dos meus tios.
A convivência tinha reavivado o fogo da adolescência entre minha prima e eu, então a gente não parava de se seduzir mutuamente… mas sempre terminava naquilo… flerte.
Uma noite, minha prima tava se despedindo do namorado na rua e eu já tinha me metido na cama. Ouvi quando Liz entrou em casa, foi em direção ao banho e depois apareceu no meu quarto. Ela tava usando um baby doll curtíssimo, abriu devagar a porta do meu quarto e sem acender a luz, perguntou se eu tava dormindo. Respondi que tava acordado, enquanto me sentava um pouco na cama, apoiando o travesseiro no encosto. Tava me preparando pra mais uma longa conversa com minha prima, daquelas que rolavam toda vez que ela brigava com o namorado e vinha buscar meu ombro pra chorar.
No escuro, a Liz chegou perto da minha cama, sentou na minha frente, na beirada, e sem mais nem menos me perguntou na lata: "Se a gente não fosse primo, você teria se apaixonado por mim?" Com toda a sinceridade, respondi na hora que eu tava perdidamente apaixonado por ela desde a adolescência e que ser primo-irmão tava pouco me fodendo.
Nem terminei de falar, quando a Liz segurou minha cara e me deu o beijo mais quente, doce e molhado que já recebi na vida. A gente se beijou muito, várias vezes, minhas mãos procuravam o corpo dela, mas ela me segurava... naquela noite foi tudo beijo longo e apaixonado, mas não me deixaram ir além.
Depois disso, toda noite que eu tava sozinho no quarto (na maioria das vezes), a cerimônia se repetia: ver a Liz aparecer no escuro, naquele baby doll minúsculo (enquanto meus tios dormiam pesado no quarto deles). Os beijos foram ficando cada vez mais apaixonados, minhas carícias mais ousadas, eu já tinha chegado a chupar aqueles peitos lindos que, no escuro, pareciam ainda mais brancos, e várias vezes tentei meter a mão por baixo da calcinha fio dental dela, mas ela tirava na hora. A gente tava os dois loucos de tesão, mas eu não conseguia passar de longas sessões de amasso e um calor do caralho.
Acontece que a Liz foi criada com códigos morais extremamente severos, absurdamente rígidos e até fora de época. A mãe dela tinha enfiado na cabeça que ela tinha que chegar virgem ao casamento, e a Liz decidiu que seria assim. Era de se esperar. De jeito nenhum eu me permitiria acariciá-la além do que ela podia se excitar, mostrando um autocontrole enorme. Mil vezes pedi, insinuei, implorei pra gente transar, mas sempre recebia a mesma recusa… ela queria chegar com a buceta intacta no casamento e, embora eu achasse uma idiotice, pra Liz era muito importante… coisas da maldita moral.
Vivia num tesão permanente, desejando ela de mil formas e ela, percebendo minha lascívia, seguia aquele jogo perverso pra me provocar e me deixar louco, andando literalmente pelas paredes.
Até quando Liz tomava banho, eu costumava espiar ela pelo buraco da fechadura. Acho que ela sabia muito bem que eu a espiava, porque fazia toda uma cerimônia parecida com uma dança erótica. Quando estava debaixo da água do chuveiro, passava a mão ensaboada na buceta dela, sempre bem depilada, e brincava um tempão com o dedo do meio entre os lábios vaginais. Depois ensaboava a mão de novo e, virando levemente o corpo, pra ficar quase de costas pra porta do banheiro, passava a mão entre as nádegas, naquele rabo que me enlouquecia de tesão. Dava até pra ver perfeitamente como ela enfiava o dedo do meio, todo ensaboado, dentro do cuzinho lindo dela, girando e mexendo devagar, pra fora e pra dentro.
Eu tava enlouquecendo de tesão, não lembro de ter batido tanta punheta na minha vida por uma mulher quanto bati naquela época pela Liz… mas continuávamos sem transar… só amasso.
Numa dessas tantas noites de beijos apaixonados no meu quarto, no escuro, em vez de tentar em vão chegar na buceta dela, decidi me dedicar àquele rabo que me deixava louco. Quando tentava acariciar a buceta dela, em vezes anteriores, só tinha conseguido tocar os pouquíssimos pelos sem depilar, mas quando tentava tocar o clitóris ou me meter entre os lábios vaginais, ela tirava minha mão e acabava o jogo.
Liz estava com a Acostumado com baby doll, dessa vez decidi me dedicar pra aquela bunda que me fascinava. Naquela noite, pude apalpar a bunda dela, dura, lisinha, a pele macia, passava o dedo por toda a borda da calcinha fio dental, que se enfiava entre as nádegas, e cada vez me aproximava mais do cu dela, passando meu dedo bem perto e sentindo na minha pele o calor que saía daquele buraquinho.
Eu tava deitado na cama, de barriga pra cima, e a Liz por cima de mim, com quase o corpo todo se esfregando, me esquentando, me enlouquecendo. Num certo momento, criei coragem e puxei a calcinha dela pra baixo, só a parte de trás, pra deixar a bunda dela livre de qualquer roupa. Ela não falou nada, deixou eu fazer e continuou me beijando no pescoço e nas orelhas, enquanto gemia que nem uma cadela no cio.
Devagar, desci minha mão pela racha dela, até chegar no buraquinho mesmo. A Liz, no começo, fechou as pernas e apertou as nádegas, prendendo meu dedo do meio. Pedi pra ela relaxar e me deixar fazer e, como num passe de mágica, ela abriu um pouco as pernas e afrouxou a pressão da bunda.
Pousei meu dedo no cuzinho apertado dela, sentindo a lisura, a forma de funil perfeito e o calor. Nessa altura, já tendo tido várias namoradas com quem pratiquei sexo anal, embora ainda não me considerasse um expert, sabia como excitar uma mulher analmente.
Comecei a massagear o esfíncter dela por fora, fazendo uns círculos com o dedo, enquanto sentia a Liz começando a se excitar de um jeito que eu nunca tinha visto antes. Ela gemia, soltava uns gemidos, me mordia a orelha e começou a se mexer ritmadamente, empurrando a bunda pra cima. Quando já tinha acariciado o suficiente aquele anel tão desejado, enfiei um pouquinho a ponta do dedo, que obviamente tava seco na hora.
A Liz literalmente pirou e empurrou a bunda pra cima pra fazer minha penetração mais funda, enquanto já começava a gemer de um jeito que podia ser ouvido pelos meus tios, que dormiam no quarto deles. Tudo parecia que ia acabar numa... Grande trepada... mas não. Liz recuperou a compostura de repente, se levantou, ajeitou a tanga, baixou o baby doll e, sem dizer uma palavra, foi pro quarto dela. Eu fiquei mais doido do que nunca, sem acreditar no que tava rolando comigo; aquilo não podia continuar assim... mas uma ideia brilhante tava na minha cabeça. Eu tinha descoberto que minha prima tinha uma sensibilidade anal enorme e pensei em explorar essa característica.
Na manhã seguinte, procurei a Liz pra ter uma conversa a sós sobre o que tinha rolado na noite anterior e soltei a proposta de praxe, já sabendo de antemão a resposta que ia receber. Assim que sugeri sairmos naquela noite e ir pra um motel, ela respondeu meio irritada que, por mais que eu gostasse dela e que ela tivesse tesão em mim, queria chegar virgem ao casamento. Aí parti pro meu plano. Perguntei se ela, quando falava em chegar virgem, tava se referindo a nunca ter um encontro sexual de nenhum tipo ou a manter o hímen intacto.
Ela respondeu que queria manter a virgindade pra oferecer a quem casasse com ela, na noite de núpcias. Apesar da idiotice do argumento dela, fui na onda e falei textualmente: "Bom, você pode manter seu hímen intacto e ao mesmo tempo curtir o sexo". A pergunta óbvia não demorou... "De que jeito?", ela disse, e eu respondi... com sexo anal... no começo ela ficou vermelha e eu pensei comigo... fodeu, vai levar um tapa... mas, em vez disso, ela mostrou um baita interesse em obviedades como se doía, se não tinha risco de engravidar por causa da proximidade com a buceta, questões de higiene, etc.
Eu me desdobrei em explicações sérias e aparentemente experientes, e quando repeti que a gente tentasse ter sexo anal pra saciar nossa paixão, mas ao mesmo tempo respeitar a decisão dela de manter o hímen intacto... ela disse... "vou pensar e te respondo à tarde".
As horas que passaram até que finalmente consegui o sim, à tarde, foram eternas. Sugeri que ela fizesse uma pequena lavagem, pra ficar mais limpa e também relaxada. Adoraria ter feito eu mesmo, mas só de pensar que ao propor podia ser rejeitado e estragar tudo que vinha depois, me segurei. Saí correndo pra uma farmácia e comprei um pote bem grande de vaselina. Naquela época não tinha esses géis de hoje, o único lubrificante era vaselina ou creme. Optei pela vaselina porque sabia que, por não ter perfume como os cremes, era mais segura. Já tinha praticado bastante sexo anal com algumas namoradas que tive antes e me tornei um verdadeiro viciado em booties femininos. A questão da lubrificação tinha uma importância dupla naquela noite; por ser a primeira vez que Liz teria essa experiência, então não podia machucar ela, senão ela nunca mais ia querer tentar de novo, e por uma característica da minha anatomia……….tenho uma cock enorme. Não quero me gabar nem bancar o super macho, mas tenho. Uma das namoradas que tive antes, que tinha uma experiência sexual bem vasta (foi ela quem me ensinou a arte do sexo anal), mediu com uma fita métrica, dessas de costureira. 22 cm de comprimento por 6,5 de largura….uma cock que, se não for bem usada, ao invés de prazer, só causa dano. Eu precisava ser especialmente cuidadoso e aprendi, na marra, a ser. Naquela noite com Liz, nem jantamos e fomos direto pra um hotel que ficava a uns dez minutos da casa dos meus tios. Não teve bebida nem café nem nada; direto pro hotel, a putaria era urgente. Nem lembro o que minha prima tava vestindo naquela noite. Assim que entramos no quarto do hotel, fomos nos despindo um ao outro, apressados, até ficar só de roupa íntima, deitados na cama. Dos beijos e carícias, passamos, de um jeito talvez meio apressado, a tirar o que ainda tava no corpo. Éramos muito jovens, pouca experiência e muito tesão. conteúdo.
Como eu não tinha muita fé em conseguir penetrar ela analmente, tinha comprado uma caixa de camisinhas e, na maior impaciência, já queria colocar uma. Liz me olhou estranho e perguntou pra que eu tava colocando aquilo… e eu respondi que era pra não engravidar ela. Sem dizer nada no começo, ela se virou na cama, ficando de bruços, e respondeu… “combinamos que era por trás, não vamos mudar as coisas”.
Me senti o cara mais idiota do mundo naquele momento. Liz tinha topado me dar aquele cuzão de deusa que me deixava louco e eu nem ia tentar? Tava tão nervoso, com tanta ansiedade, que não conseguia me segurar.
Deitei em cima dela e, enquanto acariciava e beijava a nuca, o pescoço e amassava os peitos dela (ela de bruços), meu pau foi se encaixando entre as nádegas dela. Liz gemia e suspirava, mas dava pra ver que tava meio tensa. Num certo momento, com os movimentos dos corpos, meu pau ficou bem em cima do buraquinho dela, aquele cuzinho que já tinha me feito bater tanta punheta. Não tive ideia melhor do que empurrar um pouquinho, só o bastante pra entrar metade da minha cabeçona gorda.
Liz deu um gritinho suave e se remexeu na cama, me tirando de cima. Percebi que ela tava lacrimejando, embora, depois eu soube, era mais de susto e nervoso do que de dor.
Falei pra mim mesmo que tinha feito duas burrices seguidas e que, se continuasse assim, ia acabar estragando aquela oportunidade linda e tão desejada de comer minha prima… e pelo cu!!!!!!
Me acalmei, coloquei música, que até então nem tinha feito, abaixei as luzes e me deitei ao lado de Liz, que, toda nua, continuava de bruços, com aquele cuzão dos sonhos apontando pro teto, meio nervosa.
Só ali tomei real consciência da beleza da minha prima, ao observar ela completamente nua, deitada na cama, e poder parar em cada cantinho do corpo perfeito dela.
As curvas marcadas dela, sem perder a delicadeza, pareciam ainda mais gostosas por causa da palidez da pele; ela me olhava com um sorriso, espiando. De soslaio, olhando como eu me regozijava ao percorrer com o olhar primeiro e com as mãos depois, cada centímetro do corpo dela. A cintura se arqueava pra cima, dando início àquela bunda que me tirou o sono por tantos anos e que hoje se entregava mansa pra mim.
Comecei a beijá-la de novo, sem que ela saísse da posição de bruços; fazendo ela virar a cabeça pro lado e pra trás, enquanto eu montava em cima dela outra vez.
Beijei o pescoço dela, a nuca, com uma mão acariciava os peitos dela, enquanto com a outra massageava as nádegas. Tinha decidido botar em prática tudo que eu sabia, pra fazer daquele momento algo inesquecível.
Fui descendo pelas costas dela, beijando as curvas, até chegar na bunda dela. No começo, ela apertou um pouco a bunda, mas depois relaxou, abriu e até afastou um pouco as pernas. Apoiei meu rosto nelas e comecei a beijar aquela bunda dos sonhos, perfeita, túrgida. Desci pelas nádegas até o cu e comecei a beijá-lo. De leve no começo e com a ponta da língua depois, enchendo ele com toda a saliva que eu conseguia. Senti o calor que minha prima tinha naquele buraco, algo que até hoje me chama a atenção.
Liz tinha começado a gemer e a levantar, aos poucos, a bunda, pra facilitar meu trabalho.
Depois de um bom tempo de língua e muita saliva, comecei a enfiar um dedinho, bem devagar, bem lentamente e tomando cuidado, de jeito nenhum, pra não machucar ela. O esfíncter dela apertava meu dedo, como uma luva de látex, me prendia e eu sentia ele pulsar, ao mesmo tempo que notava um calor naquele lugar, fora do comum. Com a outra mão, acariciava o clitóris dela e já não tinha nenhuma proibição pra fazer isso, tudo seria no cu dela, exceto aquelas carícias.
Quando Liz começou a gemer e a rebol mais a bunda, com sinais claros de muita excitação, lambuzei dois dedos com bastante vaselina, pra qual já tinha o pote do meu lado e aberto.
Devagar, passei vaselina por todo o anel dela, por fora no começo e, com um dedo... depois, por dentro. Dessa vez meu dedo deslizou suave e fundo, enquanto Liz soltava um gemido incrível. Fiquei mais um tempão assim, meu dedo já quase dançava no cu dela, então, bem devagar, comecei a trabalhar o esfíncter com o segundo dedo, enquanto não largava o clitóris dela com a outra mão.
Passei mais vaselina (minha prima tava com o cu todo brilhando, todo oleoso, um espetáculo lascivo, especial) e enfiei devagar dois dedos, que foram aceitos na hora. Enquanto isso, passava vaselina na pica, deixando ela toda escorregadia, pronta pra entrar.
Num momento pensei em meter um terceiro dedo, mas tive medo de machucar com os nós dos dedos e estragar todo o trabalho paciente que vinha fazendo. A dilatação final, teria que ser com a pica, com muita suavidade, pra não estragar tudo naquela altura do campeonato.
Devagar me montei em cima da Liz e encaixei a pica entre as nádegas dela. Ela automaticamente se contraiu e fechou as pernas. Pedi com toda doçura que abrisse e levantasse a bunda; ela fez isso e minha pica ficou bem na porta do cuzinho precioso dela, que já se mostrava como um buraco avermelhado e meio aberto, depois de quase meia hora de dedos.
Sem parar de acariciar o clitóris dela com a mão direita, lenta e suavemente fui apertando a glande contra o cu dela. Num momento, abriu caminho, a cabeça inteira entrou e ela gemeu. Fiquei imóvel, quase segurando a respiração. Tinha que ser delicado, tava com a pica dura igual madeira, as veias inchadas, os ovo doíam de tesão e a pior parte nem tinha começado. Minha pica tem a maior grossura bem no meio, então tinha que continuar devagar pra seguir com a dilatação.
Aos poucos o esfíncter dela foi relaxando e comecei um vai-e-vem lento só com a cabeça e um pouquinho mais. Liz gemia, ofegava e cada vez empinava mais a bunda, sinal de que tava gostando.
Fiquei uns minutos brincando "com a pontinha" até que minha prima pareceu enlouquecer. Ela levantou a bunda violentamente e se empalou até a metade da minha pica. Começou a gritar desesperada e eu fiquei imóvel. Perguntei se ela gritava de dor e ela disse que não, que gritava de prazer, que continuasse assim, devagar agora e que não tirasse a mão do clitóris dela.
Aos poucos fui empurrando, recuando de vez em quando, até que num dado momento senti que a bunda da Liz relaxava totalmente e engolia até a base, enquanto ela já não gemia, mas gritava como uma louca. Não podia acreditar, tinha enfiado toda a minha pica naquela bunda de Deusa da minha prima, o que eu tinha sonhado por tantos anos. Agora minhas bolas batiam contra a buceta dela e ela se revirava e se contorcia de prazer, fazendo a penetração mais profunda.
Comecei a comê-la como se fosse um expert. Tirava quase toda a pica da bunda dela, olhava pra baixo pra não perder aquele espetáculo, e enfiava de novo até a base, com movimentos lentos mas muito profundos, arrancando dela gritos cada vez mais altos. Era óbvio que aquela puta estava gozando como uma vagabunda e adorava que o primo arrombasse a bunda dela como um animal selvagem. Eu me deliciava duplamente, já que estava comendo aquela bunda que tanto desejei por anos e, por outro lado, uma mistura de amor, desejos reprimidos e um pouco de perversão, estava arrombando aquela deusa que tinha brincado comigo e se regozijado em me ver louco de tesão.
Felizmente sempre fui lento pra gozar, e isso me ajudou a esperar até que ela atingisse o orgasmo. Liz começou a gritar, ofegar, gemer e depois gritar de novo, mais alto, sentia na minha mão direita, a que acariciava o clitóris dela, que estava toda molhada e eu mordia a nuca dela, enquanto perguntava se ela gostava, recebendo ofegos e mais gritos como resposta.
Num determinado momento, minha prima soltou um grito longo e profundo, que acabou abafando no travesseiro, enquanto arqueava o corpo pra engolir até o último centímetro dessa longa e grossa pau. Depois apertou forte as nádegas, me prendendo ali e sem me deixar mexer, enquanto o corpo todo dela começou a se contorcer em espasmos violentos. A cara dela afundada no travesseiro e os gemidos abafados me davam a certeza de que ela estava tendo um orgasmo violentíssimo. Não aguentei mais e gozei numa porra que achei que ia morrer. Os jatos de sêmen saíam sem parar e um arrepio tomou conta do meu corpo. Enfiei o mais fundo que pude contra ela e fiquei ali, preso entre as nádegas dela, sentindo as contrações no esfíncter, até que os dois ficamos imóveis, ofegantes, suados, em êxtase. Liz começou a soluçar baixinho; com o tempo, aprendi que era o jeito dela de expressar os orgasmos mais fortes. Aquela iniciação anal linda, gostosa e no começo difícil com minha prima me marcou pra vida toda. Depois daquela vez, fomos amantes "anais" por anos. Fizemos de tudo que se pode imaginar numa cama, menos sexo vaginal. Eu, que já era um viciado, fã declarado de anal, nunca insisti em outra coisa e tive, provavelmente, a relação mais profunda e inesquecível da minha vida. As voltas do destino me levaram pra longe dela, depois Liz casou, segundo me confessou, com o hímen intacto e, também foi confissão dela, nunca mais teve os orgasmos que teve comigo e toda noite sonha comigo, assim como eu com ela. Espero que gostem... não é meu, só gostei e quis compartilhar.
Todos os meus amigos eram loucos pela Liz e eu, de um jeito bem diferente. Na real, Liz me enlouquecia e ela sabia muito bem disso, brincava comigo, me provocando e depois me segurando.
Passávamos verões inteiros nesse jogo perverso de flertar e depois colocar limites… claro, os limites quem colocava era ela pra mim… se dependesse de mim, a história teria sido bem diferente.
Nunca consegui passar de um beijinho, tipo "selinho", quase roubado, escondido, e depois ela se afastava, corada… pra depois voltar com mais flertes que me incendiavam… mas tudo ficava por isso mesmo.
Quando fiz 20 anos, por causa dos estudos, tive que me mudar pra Bs As, morando na casa dos meus tios (os pais da Liz) por mais de três anos.
Nessa época, eu tava namorando em Córdoba e a Liz em Bs As. O namorado da Liz eu odiei desde o primeiro instante, em grande parte por ciúmes, mas também por saber que ele maltratava bastante minha prima, já que as brigas deles eram constantes. Depois fiquei sabendo que as brigas eram por dois motivos: um era que o namorado da Liz queria transar com ela, e minha prima não deixava, e o outro… era ciúmes de mim, porque o namorado dela suspeitava que entre nós dois (Liz e eu) existia muito mais que o simples carinho de primos-irmãos.
Eu ocupava o quarto do meu primo, que na época tava servindo o exército, então quase sempre dormia sozinho. Liz dormia no quarto ao lado, e do outro lado do corredor ficavam o banheiro e o quarto dos meus tios.
A convivência tinha reavivado o fogo da adolescência entre minha prima e eu, então a gente não parava de se seduzir mutuamente… mas sempre terminava naquilo… flerte.
Uma noite, minha prima tava se despedindo do namorado na rua e eu já tinha me metido na cama. Ouvi quando Liz entrou em casa, foi em direção ao banho e depois apareceu no meu quarto. Ela tava usando um baby doll curtíssimo, abriu devagar a porta do meu quarto e sem acender a luz, perguntou se eu tava dormindo. Respondi que tava acordado, enquanto me sentava um pouco na cama, apoiando o travesseiro no encosto. Tava me preparando pra mais uma longa conversa com minha prima, daquelas que rolavam toda vez que ela brigava com o namorado e vinha buscar meu ombro pra chorar.
No escuro, a Liz chegou perto da minha cama, sentou na minha frente, na beirada, e sem mais nem menos me perguntou na lata: "Se a gente não fosse primo, você teria se apaixonado por mim?" Com toda a sinceridade, respondi na hora que eu tava perdidamente apaixonado por ela desde a adolescência e que ser primo-irmão tava pouco me fodendo.
Nem terminei de falar, quando a Liz segurou minha cara e me deu o beijo mais quente, doce e molhado que já recebi na vida. A gente se beijou muito, várias vezes, minhas mãos procuravam o corpo dela, mas ela me segurava... naquela noite foi tudo beijo longo e apaixonado, mas não me deixaram ir além.
Depois disso, toda noite que eu tava sozinho no quarto (na maioria das vezes), a cerimônia se repetia: ver a Liz aparecer no escuro, naquele baby doll minúsculo (enquanto meus tios dormiam pesado no quarto deles). Os beijos foram ficando cada vez mais apaixonados, minhas carícias mais ousadas, eu já tinha chegado a chupar aqueles peitos lindos que, no escuro, pareciam ainda mais brancos, e várias vezes tentei meter a mão por baixo da calcinha fio dental dela, mas ela tirava na hora. A gente tava os dois loucos de tesão, mas eu não conseguia passar de longas sessões de amasso e um calor do caralho.
Acontece que a Liz foi criada com códigos morais extremamente severos, absurdamente rígidos e até fora de época. A mãe dela tinha enfiado na cabeça que ela tinha que chegar virgem ao casamento, e a Liz decidiu que seria assim. Era de se esperar. De jeito nenhum eu me permitiria acariciá-la além do que ela podia se excitar, mostrando um autocontrole enorme. Mil vezes pedi, insinuei, implorei pra gente transar, mas sempre recebia a mesma recusa… ela queria chegar com a buceta intacta no casamento e, embora eu achasse uma idiotice, pra Liz era muito importante… coisas da maldita moral.
Vivia num tesão permanente, desejando ela de mil formas e ela, percebendo minha lascívia, seguia aquele jogo perverso pra me provocar e me deixar louco, andando literalmente pelas paredes.
Até quando Liz tomava banho, eu costumava espiar ela pelo buraco da fechadura. Acho que ela sabia muito bem que eu a espiava, porque fazia toda uma cerimônia parecida com uma dança erótica. Quando estava debaixo da água do chuveiro, passava a mão ensaboada na buceta dela, sempre bem depilada, e brincava um tempão com o dedo do meio entre os lábios vaginais. Depois ensaboava a mão de novo e, virando levemente o corpo, pra ficar quase de costas pra porta do banheiro, passava a mão entre as nádegas, naquele rabo que me enlouquecia de tesão. Dava até pra ver perfeitamente como ela enfiava o dedo do meio, todo ensaboado, dentro do cuzinho lindo dela, girando e mexendo devagar, pra fora e pra dentro.
Eu tava enlouquecendo de tesão, não lembro de ter batido tanta punheta na minha vida por uma mulher quanto bati naquela época pela Liz… mas continuávamos sem transar… só amasso.
Numa dessas tantas noites de beijos apaixonados no meu quarto, no escuro, em vez de tentar em vão chegar na buceta dela, decidi me dedicar àquele rabo que me deixava louco. Quando tentava acariciar a buceta dela, em vezes anteriores, só tinha conseguido tocar os pouquíssimos pelos sem depilar, mas quando tentava tocar o clitóris ou me meter entre os lábios vaginais, ela tirava minha mão e acabava o jogo.
Liz estava com a Acostumado com baby doll, dessa vez decidi me dedicar pra aquela bunda que me fascinava. Naquela noite, pude apalpar a bunda dela, dura, lisinha, a pele macia, passava o dedo por toda a borda da calcinha fio dental, que se enfiava entre as nádegas, e cada vez me aproximava mais do cu dela, passando meu dedo bem perto e sentindo na minha pele o calor que saía daquele buraquinho.
Eu tava deitado na cama, de barriga pra cima, e a Liz por cima de mim, com quase o corpo todo se esfregando, me esquentando, me enlouquecendo. Num certo momento, criei coragem e puxei a calcinha dela pra baixo, só a parte de trás, pra deixar a bunda dela livre de qualquer roupa. Ela não falou nada, deixou eu fazer e continuou me beijando no pescoço e nas orelhas, enquanto gemia que nem uma cadela no cio.
Devagar, desci minha mão pela racha dela, até chegar no buraquinho mesmo. A Liz, no começo, fechou as pernas e apertou as nádegas, prendendo meu dedo do meio. Pedi pra ela relaxar e me deixar fazer e, como num passe de mágica, ela abriu um pouco as pernas e afrouxou a pressão da bunda.
Pousei meu dedo no cuzinho apertado dela, sentindo a lisura, a forma de funil perfeito e o calor. Nessa altura, já tendo tido várias namoradas com quem pratiquei sexo anal, embora ainda não me considerasse um expert, sabia como excitar uma mulher analmente.
Comecei a massagear o esfíncter dela por fora, fazendo uns círculos com o dedo, enquanto sentia a Liz começando a se excitar de um jeito que eu nunca tinha visto antes. Ela gemia, soltava uns gemidos, me mordia a orelha e começou a se mexer ritmadamente, empurrando a bunda pra cima. Quando já tinha acariciado o suficiente aquele anel tão desejado, enfiei um pouquinho a ponta do dedo, que obviamente tava seco na hora.
A Liz literalmente pirou e empurrou a bunda pra cima pra fazer minha penetração mais funda, enquanto já começava a gemer de um jeito que podia ser ouvido pelos meus tios, que dormiam no quarto deles. Tudo parecia que ia acabar numa... Grande trepada... mas não. Liz recuperou a compostura de repente, se levantou, ajeitou a tanga, baixou o baby doll e, sem dizer uma palavra, foi pro quarto dela. Eu fiquei mais doido do que nunca, sem acreditar no que tava rolando comigo; aquilo não podia continuar assim... mas uma ideia brilhante tava na minha cabeça. Eu tinha descoberto que minha prima tinha uma sensibilidade anal enorme e pensei em explorar essa característica.
Na manhã seguinte, procurei a Liz pra ter uma conversa a sós sobre o que tinha rolado na noite anterior e soltei a proposta de praxe, já sabendo de antemão a resposta que ia receber. Assim que sugeri sairmos naquela noite e ir pra um motel, ela respondeu meio irritada que, por mais que eu gostasse dela e que ela tivesse tesão em mim, queria chegar virgem ao casamento. Aí parti pro meu plano. Perguntei se ela, quando falava em chegar virgem, tava se referindo a nunca ter um encontro sexual de nenhum tipo ou a manter o hímen intacto.
Ela respondeu que queria manter a virgindade pra oferecer a quem casasse com ela, na noite de núpcias. Apesar da idiotice do argumento dela, fui na onda e falei textualmente: "Bom, você pode manter seu hímen intacto e ao mesmo tempo curtir o sexo". A pergunta óbvia não demorou... "De que jeito?", ela disse, e eu respondi... com sexo anal... no começo ela ficou vermelha e eu pensei comigo... fodeu, vai levar um tapa... mas, em vez disso, ela mostrou um baita interesse em obviedades como se doía, se não tinha risco de engravidar por causa da proximidade com a buceta, questões de higiene, etc.
Eu me desdobrei em explicações sérias e aparentemente experientes, e quando repeti que a gente tentasse ter sexo anal pra saciar nossa paixão, mas ao mesmo tempo respeitar a decisão dela de manter o hímen intacto... ela disse... "vou pensar e te respondo à tarde".
As horas que passaram até que finalmente consegui o sim, à tarde, foram eternas. Sugeri que ela fizesse uma pequena lavagem, pra ficar mais limpa e também relaxada. Adoraria ter feito eu mesmo, mas só de pensar que ao propor podia ser rejeitado e estragar tudo que vinha depois, me segurei. Saí correndo pra uma farmácia e comprei um pote bem grande de vaselina. Naquela época não tinha esses géis de hoje, o único lubrificante era vaselina ou creme. Optei pela vaselina porque sabia que, por não ter perfume como os cremes, era mais segura. Já tinha praticado bastante sexo anal com algumas namoradas que tive antes e me tornei um verdadeiro viciado em booties femininos. A questão da lubrificação tinha uma importância dupla naquela noite; por ser a primeira vez que Liz teria essa experiência, então não podia machucar ela, senão ela nunca mais ia querer tentar de novo, e por uma característica da minha anatomia……….tenho uma cock enorme. Não quero me gabar nem bancar o super macho, mas tenho. Uma das namoradas que tive antes, que tinha uma experiência sexual bem vasta (foi ela quem me ensinou a arte do sexo anal), mediu com uma fita métrica, dessas de costureira. 22 cm de comprimento por 6,5 de largura….uma cock que, se não for bem usada, ao invés de prazer, só causa dano. Eu precisava ser especialmente cuidadoso e aprendi, na marra, a ser. Naquela noite com Liz, nem jantamos e fomos direto pra um hotel que ficava a uns dez minutos da casa dos meus tios. Não teve bebida nem café nem nada; direto pro hotel, a putaria era urgente. Nem lembro o que minha prima tava vestindo naquela noite. Assim que entramos no quarto do hotel, fomos nos despindo um ao outro, apressados, até ficar só de roupa íntima, deitados na cama. Dos beijos e carícias, passamos, de um jeito talvez meio apressado, a tirar o que ainda tava no corpo. Éramos muito jovens, pouca experiência e muito tesão. conteúdo.
Como eu não tinha muita fé em conseguir penetrar ela analmente, tinha comprado uma caixa de camisinhas e, na maior impaciência, já queria colocar uma. Liz me olhou estranho e perguntou pra que eu tava colocando aquilo… e eu respondi que era pra não engravidar ela. Sem dizer nada no começo, ela se virou na cama, ficando de bruços, e respondeu… “combinamos que era por trás, não vamos mudar as coisas”.
Me senti o cara mais idiota do mundo naquele momento. Liz tinha topado me dar aquele cuzão de deusa que me deixava louco e eu nem ia tentar? Tava tão nervoso, com tanta ansiedade, que não conseguia me segurar.
Deitei em cima dela e, enquanto acariciava e beijava a nuca, o pescoço e amassava os peitos dela (ela de bruços), meu pau foi se encaixando entre as nádegas dela. Liz gemia e suspirava, mas dava pra ver que tava meio tensa. Num certo momento, com os movimentos dos corpos, meu pau ficou bem em cima do buraquinho dela, aquele cuzinho que já tinha me feito bater tanta punheta. Não tive ideia melhor do que empurrar um pouquinho, só o bastante pra entrar metade da minha cabeçona gorda.
Liz deu um gritinho suave e se remexeu na cama, me tirando de cima. Percebi que ela tava lacrimejando, embora, depois eu soube, era mais de susto e nervoso do que de dor.
Falei pra mim mesmo que tinha feito duas burrices seguidas e que, se continuasse assim, ia acabar estragando aquela oportunidade linda e tão desejada de comer minha prima… e pelo cu!!!!!!
Me acalmei, coloquei música, que até então nem tinha feito, abaixei as luzes e me deitei ao lado de Liz, que, toda nua, continuava de bruços, com aquele cuzão dos sonhos apontando pro teto, meio nervosa.
Só ali tomei real consciência da beleza da minha prima, ao observar ela completamente nua, deitada na cama, e poder parar em cada cantinho do corpo perfeito dela.
As curvas marcadas dela, sem perder a delicadeza, pareciam ainda mais gostosas por causa da palidez da pele; ela me olhava com um sorriso, espiando. De soslaio, olhando como eu me regozijava ao percorrer com o olhar primeiro e com as mãos depois, cada centímetro do corpo dela. A cintura se arqueava pra cima, dando início àquela bunda que me tirou o sono por tantos anos e que hoje se entregava mansa pra mim.
Comecei a beijá-la de novo, sem que ela saísse da posição de bruços; fazendo ela virar a cabeça pro lado e pra trás, enquanto eu montava em cima dela outra vez.
Beijei o pescoço dela, a nuca, com uma mão acariciava os peitos dela, enquanto com a outra massageava as nádegas. Tinha decidido botar em prática tudo que eu sabia, pra fazer daquele momento algo inesquecível.
Fui descendo pelas costas dela, beijando as curvas, até chegar na bunda dela. No começo, ela apertou um pouco a bunda, mas depois relaxou, abriu e até afastou um pouco as pernas. Apoiei meu rosto nelas e comecei a beijar aquela bunda dos sonhos, perfeita, túrgida. Desci pelas nádegas até o cu e comecei a beijá-lo. De leve no começo e com a ponta da língua depois, enchendo ele com toda a saliva que eu conseguia. Senti o calor que minha prima tinha naquele buraco, algo que até hoje me chama a atenção.
Liz tinha começado a gemer e a levantar, aos poucos, a bunda, pra facilitar meu trabalho.
Depois de um bom tempo de língua e muita saliva, comecei a enfiar um dedinho, bem devagar, bem lentamente e tomando cuidado, de jeito nenhum, pra não machucar ela. O esfíncter dela apertava meu dedo, como uma luva de látex, me prendia e eu sentia ele pulsar, ao mesmo tempo que notava um calor naquele lugar, fora do comum. Com a outra mão, acariciava o clitóris dela e já não tinha nenhuma proibição pra fazer isso, tudo seria no cu dela, exceto aquelas carícias.
Quando Liz começou a gemer e a rebol mais a bunda, com sinais claros de muita excitação, lambuzei dois dedos com bastante vaselina, pra qual já tinha o pote do meu lado e aberto.
Devagar, passei vaselina por todo o anel dela, por fora no começo e, com um dedo... depois, por dentro. Dessa vez meu dedo deslizou suave e fundo, enquanto Liz soltava um gemido incrível. Fiquei mais um tempão assim, meu dedo já quase dançava no cu dela, então, bem devagar, comecei a trabalhar o esfíncter com o segundo dedo, enquanto não largava o clitóris dela com a outra mão.
Passei mais vaselina (minha prima tava com o cu todo brilhando, todo oleoso, um espetáculo lascivo, especial) e enfiei devagar dois dedos, que foram aceitos na hora. Enquanto isso, passava vaselina na pica, deixando ela toda escorregadia, pronta pra entrar.
Num momento pensei em meter um terceiro dedo, mas tive medo de machucar com os nós dos dedos e estragar todo o trabalho paciente que vinha fazendo. A dilatação final, teria que ser com a pica, com muita suavidade, pra não estragar tudo naquela altura do campeonato.
Devagar me montei em cima da Liz e encaixei a pica entre as nádegas dela. Ela automaticamente se contraiu e fechou as pernas. Pedi com toda doçura que abrisse e levantasse a bunda; ela fez isso e minha pica ficou bem na porta do cuzinho precioso dela, que já se mostrava como um buraco avermelhado e meio aberto, depois de quase meia hora de dedos.
Sem parar de acariciar o clitóris dela com a mão direita, lenta e suavemente fui apertando a glande contra o cu dela. Num momento, abriu caminho, a cabeça inteira entrou e ela gemeu. Fiquei imóvel, quase segurando a respiração. Tinha que ser delicado, tava com a pica dura igual madeira, as veias inchadas, os ovo doíam de tesão e a pior parte nem tinha começado. Minha pica tem a maior grossura bem no meio, então tinha que continuar devagar pra seguir com a dilatação.
Aos poucos o esfíncter dela foi relaxando e comecei um vai-e-vem lento só com a cabeça e um pouquinho mais. Liz gemia, ofegava e cada vez empinava mais a bunda, sinal de que tava gostando.
Fiquei uns minutos brincando "com a pontinha" até que minha prima pareceu enlouquecer. Ela levantou a bunda violentamente e se empalou até a metade da minha pica. Começou a gritar desesperada e eu fiquei imóvel. Perguntei se ela gritava de dor e ela disse que não, que gritava de prazer, que continuasse assim, devagar agora e que não tirasse a mão do clitóris dela.
Aos poucos fui empurrando, recuando de vez em quando, até que num dado momento senti que a bunda da Liz relaxava totalmente e engolia até a base, enquanto ela já não gemia, mas gritava como uma louca. Não podia acreditar, tinha enfiado toda a minha pica naquela bunda de Deusa da minha prima, o que eu tinha sonhado por tantos anos. Agora minhas bolas batiam contra a buceta dela e ela se revirava e se contorcia de prazer, fazendo a penetração mais profunda.
Comecei a comê-la como se fosse um expert. Tirava quase toda a pica da bunda dela, olhava pra baixo pra não perder aquele espetáculo, e enfiava de novo até a base, com movimentos lentos mas muito profundos, arrancando dela gritos cada vez mais altos. Era óbvio que aquela puta estava gozando como uma vagabunda e adorava que o primo arrombasse a bunda dela como um animal selvagem. Eu me deliciava duplamente, já que estava comendo aquela bunda que tanto desejei por anos e, por outro lado, uma mistura de amor, desejos reprimidos e um pouco de perversão, estava arrombando aquela deusa que tinha brincado comigo e se regozijado em me ver louco de tesão.
Felizmente sempre fui lento pra gozar, e isso me ajudou a esperar até que ela atingisse o orgasmo. Liz começou a gritar, ofegar, gemer e depois gritar de novo, mais alto, sentia na minha mão direita, a que acariciava o clitóris dela, que estava toda molhada e eu mordia a nuca dela, enquanto perguntava se ela gostava, recebendo ofegos e mais gritos como resposta.
Num determinado momento, minha prima soltou um grito longo e profundo, que acabou abafando no travesseiro, enquanto arqueava o corpo pra engolir até o último centímetro dessa longa e grossa pau. Depois apertou forte as nádegas, me prendendo ali e sem me deixar mexer, enquanto o corpo todo dela começou a se contorcer em espasmos violentos. A cara dela afundada no travesseiro e os gemidos abafados me davam a certeza de que ela estava tendo um orgasmo violentíssimo. Não aguentei mais e gozei numa porra que achei que ia morrer. Os jatos de sêmen saíam sem parar e um arrepio tomou conta do meu corpo. Enfiei o mais fundo que pude contra ela e fiquei ali, preso entre as nádegas dela, sentindo as contrações no esfíncter, até que os dois ficamos imóveis, ofegantes, suados, em êxtase. Liz começou a soluçar baixinho; com o tempo, aprendi que era o jeito dela de expressar os orgasmos mais fortes. Aquela iniciação anal linda, gostosa e no começo difícil com minha prima me marcou pra vida toda. Depois daquela vez, fomos amantes "anais" por anos. Fizemos de tudo que se pode imaginar numa cama, menos sexo vaginal. Eu, que já era um viciado, fã declarado de anal, nunca insisti em outra coisa e tive, provavelmente, a relação mais profunda e inesquecível da minha vida. As voltas do destino me levaram pra longe dela, depois Liz casou, segundo me confessou, com o hímen intacto e, também foi confissão dela, nunca mais teve os orgasmos que teve comigo e toda noite sonha comigo, assim como eu com ela. Espero que gostem... não é meu, só gostei e quis compartilhar.
6 comentários - Comi o cu da minha prima virgem