Este relato faz parte de uma continuação, que vocês podem ver no meu perfil.
Já faz quase um mês desde que minha tia Chloé voltou pra casa dela depois das férias. Foi hora de voltar à rotina... só que com algumas mudanças... Chloé trabalhava o dia todo depois das férias, já meu tio ainda tinha uma licença que durou mais meio mês, depois disso... ele ia passar um tempão num navio e minha tia ia ficar sozinha em casa. Poucos dias depois disso, Chloé começou a me ligar lá pelas dez ou onze da noite com o único objetivo de me fazer ouvir ela se masturbar, muito engraçadinha ela... mas e por que não vídeos? Ou melhor! E uma videochamada? Perguntei isso pra ela, mas ela disse - nem fodendo, com o pouco que você entende de tecnologia (pouco, mas o suficiente) você seria capaz de gravar a chamada e quem sabe o que faria com esse vídeo ou onde ele iria parar - eu seria responsável, mas claro... nunca se sabe se um dia eu poderia perder o dispositivo de armazenamento onde guardasse, também poderia alguém ver por acaso se deixasse no meu pc e alguém bisbilhotasse sem minha permissão. Conclusão final... Chloé queria brincar de ser uma provocadora gemendo no telefone quase todo santo dia e eu sem poder fazer nada por ter minha irmã Eva do outro lado da parede. Como eu dizia, quase tudo na normalidade... voltei com meus dias de exercício, o curso estava prestes a começar, no qual, aliás, me esperava o pequeno boato de que uma colega de classe me viu beijando uma mulher muito mais velha que eu e meu amigo Fran não segurava a língua...
A verdade é que isso não me incomodou... descartou qualquer chance de um rolo com qualquer garota da minha classe... mas não liguei muito, preferia as minas com uns anos a mais.
Os dias passaram, não muitos, mas o suficiente pra começar a primeira semana de aula. Como imaginei, todas as garotas da classe ficaram sabendo da fofoca, e quando Fran percebeu isso, decidiu contar pro resto da turma, mas agora era uma história mais completa e não um simples boato de "vi esse cara dando um beijinho naquele lugar". O filho da puta não poupou em Detalhes, claro que antes ele me pediu permissão... e passaram a ser "o filho da puta sortudo, tá comendo uma milf gostosa e francesa". A classe inteira acreditou, e quem não acreditaria? Quando o filho da puta nos fotografou de costas enquanto eu saía da casa dele... meu rosto aparecia, o da Chloé felizmente não. No começo fiquei um pouco preocupado, mas por sorte não vazou na minha turma e nem os pais nem outras classes ficaram sabendo.
Lembro que era um dia qualquer de semana, num dia normal a gente tinha o costume de dividir as tarefas de casa semanalmente entre eu e minha irmã. Naquela semana, eu teria que lavar a louça suja e a Eva teria que tirar o lixo, varrer e lavar a casa. E na semana seguinte a mesma coisa, mas trocávamos.
Eu estava lavando a louça depois do almoço, a Eva entrou na cozinha e me pediu se eu podia ajudar ela com uma coisa no computador dela depois. Claro, sem problema... Dá pra dizer que a relação com a Eva é a típica de dois irmãos que se odeiam praticamente até a morte. Se a gente faz algo que não devia e descobre... não demora pra contar pros pais e foder o outro com isso. Mas se alguém mexia comigo, minha irmã Eva não hesitava nem um segundo em me defender. Sempre pensei que ela fosse bipolar ou algo assim. Por outro lado, fisicamente, dá pra dizer que a Eva é uma mina muito gostosa. A gente tem quase a mesma altura, a Eva deve ter um metro e setenta e poucos. Diferente da minha tia Chloé, ela não é tão magra, mas também não é gordinha. Raramente a vi morena... ela não pega muito sol, mesmo morando perto da praia. Cabelo preto não muito comprido, e o que mais chama atenção nela desde pequena, e todos os caras que babam por ela falam isso o tempo todo... ela tem uns peitões. Nunca me chamaram a atenção, porque eu prefiro peitos menores, mas quando você tem um monte de caras te lembrando disso o tempo todo, é algo que você nunca esquece.
Admito que não tava muito afim de ter uma irmã que todo mundo acha um anjinho que não quebra um prato, mas pela minha experiência com ela... é mais um demônio que quer transformar cada dia num inferno. E alguém com esse corpo ficar enchendo o saco o tempo todo sem deixar você fazer uma boa punheta... só piora tudo.
Terminei de lavar a louça e não tive escolha a não ser subir pra ajudar a Eva com o PC dela. O notebook velho dela quebrou uns meses atrás e ela comprou um novo, mas esse tinha um sistema operacional diferente, além de ela ser toda desastrada... tinha que dar tudo mastigado. Entrei no quarto e vi a Eva deitada de barriga pra cima com o celular, o notebook dela tava na mesa, aberto e ligado, mas com a tela preta.
— Já terminei. O que você queria?
— Ah, dá uma olhada no PC, não sei o que aconteceu e preciso dele pra estudar.
— Mas o que exatamente tá rolando?
— Deixei tudo pronto, a tela fica preta, você aperta espaço e fica essa merda... e não faço ideia de como acontece.
— Ok.
Sentei na frente do notebook e, seguindo o que a Eva disse, apertei espaço. Esperava algo tipo uma tela azul, mas não... A tela preta mudou de repente e o que vi era meu quarto, mais especificamente minha cama na horizontal, e dava pra ver a Chloé de costas, seguido do vestido caindo, ela subindo na cama e se pelando...
— Tô fudido, tô fudido, tô fudido, tô fudido... — pensei enquanto continuava olhando a tela.
— Olha só! Você conseguiu ver o erro, né? — disse a Eva com um tom sarcástico de surpresa.
— E agora o que eu faço? — não importava o que eu pensasse ou fizesse, aquele vídeo era de um mês atrás, ela devia ter cópias caso eu apagasse.
— Então, é isso que eu tava te falando, não faço ideia de como isso aconteceu... como um idiota igual você conseguiu fazer isso, também tenho a segunda parte onde a Chloé se arruma toda pra você, meio patético, pra ser sincera.
— Mas... por que você colocou uma câmera no meu quarto...?
— Foi culpa de vocês. Atrasados. Se você colocar um despertador, acorde e não encha o saco, e quando acordar não fique falando de usar só um vestido pra foder em qualquer lugar, nem finja fechar um sofá-cama... Porque naquela mesma tarde eu coloquei a câmera pra gravar, pena que não tem áudio... deixei assim pra ter mais espaço.
– Ok... e seu raciocínio foi: como acho que tão trepando, vou gravar eles, né?
– Olha... cala a boca e para de se fazer de ofendido. Entende o que significa eu ter isso? Pois eu já te explico... se você não fizer o que eu mandar, mando isso pro tio, tenho certeza que não vão encontrar seu corpo quando ele te matar.
– Ok... e o que você quer?
– Não... calma, não quero uma coisa só... de agora em diante, você vai obedecer tudo que eu disser, não espere que seja por um dia ou um mês, disso você não vai se livrar tão cedo. Se entendeu, um "sim, senhorita" ou "sim, minha ama" também serve. Claro que se não disser isso, mando esses vídeos pro tio, você decide.
– Sim, senhorita...
– Olha só! Você escolheu senhorita... ainda tem um pouco de dignidade? Bom, não importa. Essa semana você faz minhas tarefas, e na próxima também, e o que eu tô dizendo... TODAS as semanas. Se eu tiver alguma ideia, já te chamo, cachorrinho, ok?
E foi assim que acabei virando o escravo pessoal da minha irmã Eva... Será que ela mandaria o vídeo pro meu tio? Nem ideia... sei que meu tio não encostaria um dedo em mim, isso sim... mas provavelmente nem falaria comigo pelo resto da vida. Por um lado, eu entendia a chantagem perfeitamente, nossa relação sempre foi meio complicada, mas por outro lado, ela sempre me protegia se alguém me enchesse o saco, fosse verbal ou fisicamente. Decidi não arriscar, porque se eu fizesse merda, eu me fodia, mas a Chloé também, e talvez ganhando tempo eu destruísse todas as cópias.
Naquela mesma tarde, limpei a casa. Por ordem da Eva, tinha que fazer sem meus pais verem, os dois trabalhavam quase o dia todo e eu tinha tempo de sobra. No resto do dia, ela não pediu mais nada, e admito que naquela noite ela me aliviou. Um pouco de sono, mas mesmo assim acordei no mesmo horário de sempre porque tinha que sair pra correr. Quando voltei, tomei banho e, ao sair do banheiro, vi a Eva saindo do quarto dela. Ela me olhou e pediu pra eu fazer o café da manhã, mas antes arejar o quarto dela pra depois arrumar a cama. Pelo jeito que o dia da Eva começou, já dava pra ver como a chantagem dela ia funcionar: praticamente Eva não faria nada e, se algo exigisse o mínimo esforço, eu teria que fazer. Com o tempo (pouco), ela queria uma massagem nos pés todo dia. Como, segundo a Eva, eu não parecia me importar de massagear ela — "não te importa, né? Já que tá nessa, faz minha manicure e pedicure também, não? Que custa pintar minhas unhinhas se já tá mexendo nos meus pés, né?" — disse a Eva. Perfeitamente, eu podia passar um mês inteiro fazendo isso sem nenhuma mudança. Com certeza, Eva já não fazia ideia do que mais pedir. Aquilo não se parecia nem um pouco com o típico filme pornô onde acabam transando por causa de uma chantagem. Pensei em contar pra Chloé, mas melhor não, eu tinha tudo mais ou menos sob controle e era melhor não preocupar ela. Ela continuava ligando de noite quando tava entediada ou mandando mensagens pra saber como eu tava, mas só isso.
Agüentei muito bem, pra ser sincero. Só tinha que fazer tarefas comuns e nada humilhantes, e, por sorte, tudo ficou entre eu e ela. Tudo que ela pedia, eu fazia sem ninguém ver. É... me fodia o meu dia a dia, sim... mas, se a Eva me via estudando, não exigia nada. O problema começou no terceiro mês. Um dia qualquer, a Eva tava me esperando no meu quarto, coisa que nunca fez.
— O que cê tá fazendo aqui, precisa de alguma coisa, Eva?
— Então, na verdade, sim, obrigada por perguntar. Preciso que meu cachorrinho faça uma coisinha pra mim. Olha, liguei seu PC pra te ajudar com sua tarefa, você vai precisar.
— E... com o que você quer que eu te ajude?
— É muito fácil. Coloquei os dois vídeos do seu romance com a tia no seu PC, caso você precise, claro... pode usar qualquer outro que você tenha. A tarefa é a seguinte: Tira a roupa, senta na frente do teu PC e bate uma.
— E pra que você quer que eu faça isso? — Eva tirou uma câmera com um tripé pequeno e colocou na frente da cadeira do PC. — E essa câmera? O que cê tá fazendo?
— Pra nada... só porque posso, já que faço o que quiser, tô fazendo. Pode ser que eu queira bater uma depois, ou pode ser que eu dê pras minhas amigas, isso não é da sua conta. E tira essa porra de roupa logo, não quero perder a tarde toda com você.
Tirei a roupa na frente da Eva, o que não pareceu interessar ela nem um pouco, já que ela se jogou na minha cama, pegou o celular e começou a mexer nele. Ok... se eu tinha que bater uma na frente da minha irmã e não tinha outra escolha, então é o que é, não tinha opção. Abri uma gaveta e peguei uma caixa de lenços, tirei dois pra quando terminasse. Eva me olhou de canto, soltou um suspiro e se levantou — Desde quando cachorro usa lenço...? — Ela tirou a caixa e os dois lenços da minha mão, apertou o gravar e voltou a se jogar na cama pra continuar de onde parou. — Vai começar logo ou o quê? Não tenho o dia inteiro.
Sem alternativa, tive que bater uma e sem lenços, tudo isso enquanto uma câmera me gravava e minha irmã me ignorava completamente. Pesquisei na internet qualquer coisa pra ver, não queria usar os vídeos. No começo foi meio difícil, me sentia estranho fazendo isso na frente da minha irmã, tentei esquecer que ela estava largada na minha cama e depois de um tempo comecei a me masturbar. Uns minutos depois, gozei no chão todo. Eva se levantou sem dizer nada, desligou a câmera e levou ela embora — Agora limpa essa merda, porco, se veste e quando terminar, toma... sai e compra o que tá na lista — Eva deixou dinheiro e uma lista de compras, olhei e era tudo porcaria e refrigerante. Voltou ao normal, eu tinha que fazer tarefas e satisfazer os caprichos dela. Limpei tudo, me vesti e fui rápido comprar, por sorte a loja era perto e não ia perder muito tempo.
Voltei com tudo e entreguei pra Eva, que estava na cama dela com um livro estudando. Muito obrigada, pode ficar o troco, pra comprar suas bolachinhas de cachorro - Saí correndo pro meu quarto e tentei estudar, mas infelizmente não consegui... não parava de pensar no que queria fazer com aquele vídeo... Será que a Eva realmente usaria ele pra se masturbar? Imagino que cansou de usar os dois vídeos da Chloé. O lado bom é que eu não tinha muito tempo pra me aliviar e a Eva fez com que eu conseguisse, o único problema é a câmera de vídeo gravando.
Dois dias depois, a Eva entrou no meu quarto e me entregou o celular dela, disse que tava meio lento e queria que eu arrumasse. Por "arrumar" ela queria dizer limpar de vírus ou sei lá o que ela teria baixado, e minha única solução é restaurar de fábrica, mas claro que ela queria todos os aplicativos de volta no final e eu teria que fazer tudo. Ela perguntou se ia demorar muito, eu disse que sim, um pouco... - Bom, se você vai demorar, então foda-se, vou pegar seu telefone emprestado pra jogar alguma coisa, porque tô entediada - Eva pegou meu celular e foi pra cama dela.
Enquanto eu instalava os últimos aplicativos, a Eva entrou no meu quarto pra perguntar se tava quase pronto, eu disse que já já, ela deixou meu telefone na escrivaninha e esperou no sofá. Quando terminei, entreguei o celular pra ela, ela começou a mexer e, ao conectar no Wi-Fi, tocou uma notificação do WhatsApp, tudo funcionando perfeitamente.
- Pronto!! Tudo perfeito. - disse a Eva
- Ok... teoricamente tudo deve funcionar bem.
- Sim, isso... tanto faz, mas como você pode ser tão pervertido? Não tem vergonha na cara?
- Do que você tá falando?
- Você pirou? Que porra é essa de mandar pra sua irmã mais velha um vídeo seu se masturbando? E se o papai e a mamãe vissem? - Ela virou o celular e me mostrou o WhatsApp, do meu celular tinha enviado pro dela o vídeo que ela mesma gravou de mim. A Eva começou a rir sem se segurar nem um pouco.
- Mas o que você tá fazendo? Pra que fazer essas merdas?
- Bem fácil... antes eu te tinha preso pelos ovos com dois vídeos, mas acho que nunca teria coragem de usá-los... mas esse? Agora sim, te fodi. Estou comendo na mão dela, posso mandar o papai e a mamãe te pegarem e não vão fazer nada comigo.
— E pra que você faz isso? Eu tô te obedecendo desde o começo, não neguei nada!
— Bom... então não aconteceu nada, né? Tudo continua como antes. Aliás, quero que mudem meu som de notificação. Quando precisar de você, mando um pontinho ou uma letra aleatória e quero que você venha correndo. Quero o som de uma campainha, oki? — Eva foi embora, voltou pro quarto dela e fechou a porta.
De certa forma, ela tinha razão. Se já tava me chantageando, que diferença faz se agora é algo diferente? Eu não sabia se ela usaria ou não os vídeos se eu não obedecesse. Tudo continuava igual... minhas notas não foram afetadas, eu continuava praticando esporte e, como "compensação", Eva decidiu que eu tinha que "aliviar" minha frustração sexual pelo menos uma vez por dia, mas agora sem câmera gravando. Tudo por culpa de ficar sem me masturbar por um tempão e ter uma ereção na frente da Eva enquanto massageava os pés dela. Cometi o pequeno erro de pensar na comida com a Chloé quando, debaixo da mesa, ela conseguiu me fazer gozar usando os pés dela.
Não lembro quanto tempo passou, mas mais ou menos uns cinco ou seis meses desde que Eva começou a me mandar. Lembro que foi um sábado. Eva terminou as provas dela e não teria outra por um bom tempo, então convidou as duas melhores amigas dela pra casa pra passar o tempo. Eu conhecia elas bem, porque costumavam vir de vez em quando e eram muito legais comigo. Desde que Eva começou a me chantagear, não vi nenhuma delas um dia sequer, e aquele seria o primeiro dia em muito tempo. As três dividiam a sala de aula, Carolina e Lucia. A mais fácil de descrever fisicamente seria a Lucia: só de dizer que ela era uma cópia muito parecida com uma Barbie, você já entende. Olhos azuis, cabelo loiro comprido (não natural) e um corpão de modelo.
Por outro lado, tinha a Carolina, que era o oposto total: uma garota gordinha (Olha... não gorda, mas um pouco mais do que se dissesse "curvy"), quase sempre morena, já que raramente pintava o cabelo, quase sempre curtinho, mas com um rostinho lindo pra caralho. Sempre achei a voz dela estranha, muito... doce? Não sei explicar, bem aguda, parecia a de uma criança bem pequena. Se não fosse pelo jeito totalmente adulto de falar, você juraria que tava ouvindo uma menininha.
(Obviamente, por questões de idade, não poderia postar fotos daquele ano. Como o corpo dela mudou com o tempo, imaginem ela assim, mas com uns quilinhos a mais, não muitos.)
E bom, em personalidade, a Lucia teria uma personalidade meio... hiperativa, muito sociável e faladeira. Já a Carolina, mais tímida, mas não a ponto de se isolar e não falar comigo. No geral, simpáticas, normais e boas pessoas. — Já dava pra Eva ser assim...
Como de costume, se alguém batia na porta e meus pais não estavam, era sempre eu que tinha que atender quem quer que fosse. E naquele dia não seria exceção. Quando a campainha tocou, a Eva me mandou abrir, que eram as amigas dela. Olhei pela janela da cozinha, que dava pra entrada do jardim, vi que eram elas, abri o portão de dentro e esperei na porta principal, já aberta.
— Cara, Ángel, quanto tempo! — disse a Lucia.
— Boa tarde, Ángel — falou a Carolina, meio baixinho.
— Oi, meninas. É, quase seis meses, mais ou menos, né? — falei pras duas enquanto fechava a porta atrás delas.
— Lembrando que você tem que pedir os casacos e pendurar no cabideiro, e se elas derem as bolsas, também. Desculpa, meninas, ele ainda tá em fase de domesticação — disse a Eva, aparecendo na escada. — Bom, vamos, meninas, sobe pro meu quarto que estamos sozinhas.
Depois disso, me tranquei no meu quarto. Com o que tinha acabado de rolar, melhor não aparecer muito. Tinha a impressão de que a Eva queria se gabar da minha obediência ou algo assim. Nós dois estávamos de porta fechada, mas, como se nada fosse, dava pra ouvir tudo perfeitamente, desde que não cochichassem. Elas começaram a falar de provas, de aulas, do pessoal da sala e coisas do tipo. Fiquei um bom tempo ouvindo, até que resolvi parar. Passou um tempo e ouvi a Eva dizer:
— Claro que tenho ele comendo na minha mão. O que eu falei é verdade, e se o que aconteceu antes não foi suficiente, posso provar agora ou quando você quiser.
Fez-se silêncio por uns minutos, e meu celular tocou. WhatsApp, um ponto só da Eva. Entrei no quarto da Eva, ela tava deitada na cama dela, a Carolina numa cadeira na frente de uma mesinha e a Lucia do lado dela.
— O que você quer, Eva?
— Desculpa, meninas, ainda tô ensinando modos pra ele. Pra próximas vezes, lembra... Em que posso te ajudar? Se quiser colocar um senhorita, ama ou até aceitaria uma amada irmã... Então, isso ficaria melhor, oki? — falou a Eva com um tom de deboche.
— Ok... como você quiser.
— Bom, então, é que a gente tá com uma fominha e queria pedir uma pizza. Mamãe deixou o dinheiro na mesa da sala, te deixei a lista do que a gente quer na minha escrivaninha. Como a gente se preocupa com o meio ambiente, não queremos que o entregador traga, a moto dele polui muito, né? Vai ter que ir a pé, sozinho, claro... a gente tá ocupada. Pode ir devagar, não se cansa, mas a gente quer quentinha, não demora na volta, não é longe, seja bonzinho, irmãozinho, e cumpre essa tarefa da sua amada irmã mais velha.
Enfiei a lista no bolso e desci pra pegar o dinheiro. No caminho pra pizzaria, xinguei minha Eva de todas as formas que me vinham na cabeça, foi a primeira vez que ela resolveu se gabar do controle que tinha sobre mim na frente de outras pessoas. Infelizmente, não podia fazer nada, ia ter que continuar esperando e dar um jeito dela cometer algum erro pra poder chantagear ela também e ela parar de fazer isso comigo.
Voltei pra casa depois de comprar o que ela pediu, a pizzaria não era muito longe, não foi um sacrifício, mas foi meio humilhante. Entrei no quarto da Eva e deixei tudo em cima da mesinha.
— Bom cachorrinho por cumprir sua tarefa, pra próxima lembra... bate na porta antes de entrar, oki? E antes de ir, pega isso — ela me deu umas botas, mas de salto, botins, imagino que seja o nome certo — São da Lucia, acho que ela pisou numa poça ou algo assim, sei lá... mas tão meio sujas, seja bonzinho e limpa elas o melhor que puder, as solas não precisa, mas já que você tá aí... Você também coloca as limpas, né? Quando terminar, deixa elas do lado da minha porta e não enche o saco.
Como imaginei, Eva só queria me humilhar. O bom é que, enquanto eu limpasse, ela me deixaria em paz por um bom tempo. Tenho que admitir que, depois de limpar meu tênis sujo de barro depois de um dia de esporte em trilhas enlameadas... me mandar tirar umas gotinhas de sujeira dos sapatos de uma gostosa não foi nenhum sacrifício, e eles praticamente cheiravam a novos. Seria uma pena se fedessem, seria a única coisa que eu lembraria ao ver aquela mina tão linda; aquela gostosa que parece uma Barbie adorável tem os pés fedorentos (não queria pensar isso dela), então melhor assim.
Terminei de limpar, ficaram perfeitos. Tava com medo de estragar, já que nunca tinha limpado nada daquele material, e a reação da Eva me dava medo se eu quebrasse. Deixei eles do lado da porta, como Eva mandou, sem fazer barulho pra ela não me encher mais o saco, e voltei pro meu quarto. Depois de um tempo, elas abriram a porta.
— Caralho, que porra é essa?! Mas se meu cachorrinho deixou igual quando você comprou, Lucia!!!
— Pois é, verdade, seu irmãozinho fez um trabalho foda demais — disse Lucia, enquanto ouvia ela calçando os sapatos.
— Acho que de agora em diante ele vai ter que fazer isso com todos os meus sapatos também, não acham, meninas?
Eva começou a bater na minha porta e, sem eu falar nada, abriu. Entrou no quarto com a mão nos olhos, gritando: — To entrandooo! Não vai tar se masturbando, né? Não quero sair traumatizada, ok... vou olhar. Queria saber se você tem algo pra fazer amanhã à tarde. Sabe de uma coisa? Tanto faz, você vai obedecer o que eu mandar de qualquer jeito... então é isso, amanhã à tarde você vai vir comigo numa coisinha. Pode durar a tarde toda, mas você vai tar em casa pra jantar sem problemas. Dito isso... pode continuar com a besteira que você tava fazendo.
As minas foram embora e, pouco depois, Eva entrou pra perguntar se eu tava estudando ou se ia estudar. Quando eu disse que não, ela começou a trazer todos os sapatos dela. — Agora é sua vez de limpar os meus. Quero eles igual ao da Lucia, e de preferência antes das... Cena. Hoje à noite descansa, porque amanhã vou precisar de você cem por cento. — Nada de outro mundo, depois desses meses já me acostumei com as besteiras dela...
Capítulo 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3984982/6-El-chantaje-de-mi-hermana-Eva-II.html
Por enquanto vou deixar por aqui, desculpa se foi meio chato ou não... dependendo do gosto, pode ser que não seja. A continuação vem logo, valeu por esperar.
Já faz quase um mês desde que minha tia Chloé voltou pra casa dela depois das férias. Foi hora de voltar à rotina... só que com algumas mudanças... Chloé trabalhava o dia todo depois das férias, já meu tio ainda tinha uma licença que durou mais meio mês, depois disso... ele ia passar um tempão num navio e minha tia ia ficar sozinha em casa. Poucos dias depois disso, Chloé começou a me ligar lá pelas dez ou onze da noite com o único objetivo de me fazer ouvir ela se masturbar, muito engraçadinha ela... mas e por que não vídeos? Ou melhor! E uma videochamada? Perguntei isso pra ela, mas ela disse - nem fodendo, com o pouco que você entende de tecnologia (pouco, mas o suficiente) você seria capaz de gravar a chamada e quem sabe o que faria com esse vídeo ou onde ele iria parar - eu seria responsável, mas claro... nunca se sabe se um dia eu poderia perder o dispositivo de armazenamento onde guardasse, também poderia alguém ver por acaso se deixasse no meu pc e alguém bisbilhotasse sem minha permissão. Conclusão final... Chloé queria brincar de ser uma provocadora gemendo no telefone quase todo santo dia e eu sem poder fazer nada por ter minha irmã Eva do outro lado da parede. Como eu dizia, quase tudo na normalidade... voltei com meus dias de exercício, o curso estava prestes a começar, no qual, aliás, me esperava o pequeno boato de que uma colega de classe me viu beijando uma mulher muito mais velha que eu e meu amigo Fran não segurava a língua...A verdade é que isso não me incomodou... descartou qualquer chance de um rolo com qualquer garota da minha classe... mas não liguei muito, preferia as minas com uns anos a mais.
Os dias passaram, não muitos, mas o suficiente pra começar a primeira semana de aula. Como imaginei, todas as garotas da classe ficaram sabendo da fofoca, e quando Fran percebeu isso, decidiu contar pro resto da turma, mas agora era uma história mais completa e não um simples boato de "vi esse cara dando um beijinho naquele lugar". O filho da puta não poupou em Detalhes, claro que antes ele me pediu permissão... e passaram a ser "o filho da puta sortudo, tá comendo uma milf gostosa e francesa". A classe inteira acreditou, e quem não acreditaria? Quando o filho da puta nos fotografou de costas enquanto eu saía da casa dele... meu rosto aparecia, o da Chloé felizmente não. No começo fiquei um pouco preocupado, mas por sorte não vazou na minha turma e nem os pais nem outras classes ficaram sabendo.
Lembro que era um dia qualquer de semana, num dia normal a gente tinha o costume de dividir as tarefas de casa semanalmente entre eu e minha irmã. Naquela semana, eu teria que lavar a louça suja e a Eva teria que tirar o lixo, varrer e lavar a casa. E na semana seguinte a mesma coisa, mas trocávamos.
Eu estava lavando a louça depois do almoço, a Eva entrou na cozinha e me pediu se eu podia ajudar ela com uma coisa no computador dela depois. Claro, sem problema... Dá pra dizer que a relação com a Eva é a típica de dois irmãos que se odeiam praticamente até a morte. Se a gente faz algo que não devia e descobre... não demora pra contar pros pais e foder o outro com isso. Mas se alguém mexia comigo, minha irmã Eva não hesitava nem um segundo em me defender. Sempre pensei que ela fosse bipolar ou algo assim. Por outro lado, fisicamente, dá pra dizer que a Eva é uma mina muito gostosa. A gente tem quase a mesma altura, a Eva deve ter um metro e setenta e poucos. Diferente da minha tia Chloé, ela não é tão magra, mas também não é gordinha. Raramente a vi morena... ela não pega muito sol, mesmo morando perto da praia. Cabelo preto não muito comprido, e o que mais chama atenção nela desde pequena, e todos os caras que babam por ela falam isso o tempo todo... ela tem uns peitões. Nunca me chamaram a atenção, porque eu prefiro peitos menores, mas quando você tem um monte de caras te lembrando disso o tempo todo, é algo que você nunca esquece.
Admito que não tava muito afim de ter uma irmã que todo mundo acha um anjinho que não quebra um prato, mas pela minha experiência com ela... é mais um demônio que quer transformar cada dia num inferno. E alguém com esse corpo ficar enchendo o saco o tempo todo sem deixar você fazer uma boa punheta... só piora tudo.Terminei de lavar a louça e não tive escolha a não ser subir pra ajudar a Eva com o PC dela. O notebook velho dela quebrou uns meses atrás e ela comprou um novo, mas esse tinha um sistema operacional diferente, além de ela ser toda desastrada... tinha que dar tudo mastigado. Entrei no quarto e vi a Eva deitada de barriga pra cima com o celular, o notebook dela tava na mesa, aberto e ligado, mas com a tela preta.
— Já terminei. O que você queria?
— Ah, dá uma olhada no PC, não sei o que aconteceu e preciso dele pra estudar.
— Mas o que exatamente tá rolando?
— Deixei tudo pronto, a tela fica preta, você aperta espaço e fica essa merda... e não faço ideia de como acontece.
— Ok.
Sentei na frente do notebook e, seguindo o que a Eva disse, apertei espaço. Esperava algo tipo uma tela azul, mas não... A tela preta mudou de repente e o que vi era meu quarto, mais especificamente minha cama na horizontal, e dava pra ver a Chloé de costas, seguido do vestido caindo, ela subindo na cama e se pelando...
— Tô fudido, tô fudido, tô fudido, tô fudido... — pensei enquanto continuava olhando a tela.
— Olha só! Você conseguiu ver o erro, né? — disse a Eva com um tom sarcástico de surpresa.
— E agora o que eu faço? — não importava o que eu pensasse ou fizesse, aquele vídeo era de um mês atrás, ela devia ter cópias caso eu apagasse.
— Então, é isso que eu tava te falando, não faço ideia de como isso aconteceu... como um idiota igual você conseguiu fazer isso, também tenho a segunda parte onde a Chloé se arruma toda pra você, meio patético, pra ser sincera.
— Mas... por que você colocou uma câmera no meu quarto...?
— Foi culpa de vocês. Atrasados. Se você colocar um despertador, acorde e não encha o saco, e quando acordar não fique falando de usar só um vestido pra foder em qualquer lugar, nem finja fechar um sofá-cama... Porque naquela mesma tarde eu coloquei a câmera pra gravar, pena que não tem áudio... deixei assim pra ter mais espaço.
– Ok... e seu raciocínio foi: como acho que tão trepando, vou gravar eles, né?
– Olha... cala a boca e para de se fazer de ofendido. Entende o que significa eu ter isso? Pois eu já te explico... se você não fizer o que eu mandar, mando isso pro tio, tenho certeza que não vão encontrar seu corpo quando ele te matar.
– Ok... e o que você quer?
– Não... calma, não quero uma coisa só... de agora em diante, você vai obedecer tudo que eu disser, não espere que seja por um dia ou um mês, disso você não vai se livrar tão cedo. Se entendeu, um "sim, senhorita" ou "sim, minha ama" também serve. Claro que se não disser isso, mando esses vídeos pro tio, você decide.
– Sim, senhorita...
– Olha só! Você escolheu senhorita... ainda tem um pouco de dignidade? Bom, não importa. Essa semana você faz minhas tarefas, e na próxima também, e o que eu tô dizendo... TODAS as semanas. Se eu tiver alguma ideia, já te chamo, cachorrinho, ok?
E foi assim que acabei virando o escravo pessoal da minha irmã Eva... Será que ela mandaria o vídeo pro meu tio? Nem ideia... sei que meu tio não encostaria um dedo em mim, isso sim... mas provavelmente nem falaria comigo pelo resto da vida. Por um lado, eu entendia a chantagem perfeitamente, nossa relação sempre foi meio complicada, mas por outro lado, ela sempre me protegia se alguém me enchesse o saco, fosse verbal ou fisicamente. Decidi não arriscar, porque se eu fizesse merda, eu me fodia, mas a Chloé também, e talvez ganhando tempo eu destruísse todas as cópias.
Naquela mesma tarde, limpei a casa. Por ordem da Eva, tinha que fazer sem meus pais verem, os dois trabalhavam quase o dia todo e eu tinha tempo de sobra. No resto do dia, ela não pediu mais nada, e admito que naquela noite ela me aliviou. Um pouco de sono, mas mesmo assim acordei no mesmo horário de sempre porque tinha que sair pra correr. Quando voltei, tomei banho e, ao sair do banheiro, vi a Eva saindo do quarto dela. Ela me olhou e pediu pra eu fazer o café da manhã, mas antes arejar o quarto dela pra depois arrumar a cama. Pelo jeito que o dia da Eva começou, já dava pra ver como a chantagem dela ia funcionar: praticamente Eva não faria nada e, se algo exigisse o mínimo esforço, eu teria que fazer. Com o tempo (pouco), ela queria uma massagem nos pés todo dia. Como, segundo a Eva, eu não parecia me importar de massagear ela — "não te importa, né? Já que tá nessa, faz minha manicure e pedicure também, não? Que custa pintar minhas unhinhas se já tá mexendo nos meus pés, né?" — disse a Eva. Perfeitamente, eu podia passar um mês inteiro fazendo isso sem nenhuma mudança. Com certeza, Eva já não fazia ideia do que mais pedir. Aquilo não se parecia nem um pouco com o típico filme pornô onde acabam transando por causa de uma chantagem. Pensei em contar pra Chloé, mas melhor não, eu tinha tudo mais ou menos sob controle e era melhor não preocupar ela. Ela continuava ligando de noite quando tava entediada ou mandando mensagens pra saber como eu tava, mas só isso.
Agüentei muito bem, pra ser sincero. Só tinha que fazer tarefas comuns e nada humilhantes, e, por sorte, tudo ficou entre eu e ela. Tudo que ela pedia, eu fazia sem ninguém ver. É... me fodia o meu dia a dia, sim... mas, se a Eva me via estudando, não exigia nada. O problema começou no terceiro mês. Um dia qualquer, a Eva tava me esperando no meu quarto, coisa que nunca fez.
— O que cê tá fazendo aqui, precisa de alguma coisa, Eva?
— Então, na verdade, sim, obrigada por perguntar. Preciso que meu cachorrinho faça uma coisinha pra mim. Olha, liguei seu PC pra te ajudar com sua tarefa, você vai precisar.
— E... com o que você quer que eu te ajude?
— É muito fácil. Coloquei os dois vídeos do seu romance com a tia no seu PC, caso você precise, claro... pode usar qualquer outro que você tenha. A tarefa é a seguinte: Tira a roupa, senta na frente do teu PC e bate uma.
— E pra que você quer que eu faça isso? — Eva tirou uma câmera com um tripé pequeno e colocou na frente da cadeira do PC. — E essa câmera? O que cê tá fazendo?
— Pra nada... só porque posso, já que faço o que quiser, tô fazendo. Pode ser que eu queira bater uma depois, ou pode ser que eu dê pras minhas amigas, isso não é da sua conta. E tira essa porra de roupa logo, não quero perder a tarde toda com você.
Tirei a roupa na frente da Eva, o que não pareceu interessar ela nem um pouco, já que ela se jogou na minha cama, pegou o celular e começou a mexer nele. Ok... se eu tinha que bater uma na frente da minha irmã e não tinha outra escolha, então é o que é, não tinha opção. Abri uma gaveta e peguei uma caixa de lenços, tirei dois pra quando terminasse. Eva me olhou de canto, soltou um suspiro e se levantou — Desde quando cachorro usa lenço...? — Ela tirou a caixa e os dois lenços da minha mão, apertou o gravar e voltou a se jogar na cama pra continuar de onde parou. — Vai começar logo ou o quê? Não tenho o dia inteiro.
Sem alternativa, tive que bater uma e sem lenços, tudo isso enquanto uma câmera me gravava e minha irmã me ignorava completamente. Pesquisei na internet qualquer coisa pra ver, não queria usar os vídeos. No começo foi meio difícil, me sentia estranho fazendo isso na frente da minha irmã, tentei esquecer que ela estava largada na minha cama e depois de um tempo comecei a me masturbar. Uns minutos depois, gozei no chão todo. Eva se levantou sem dizer nada, desligou a câmera e levou ela embora — Agora limpa essa merda, porco, se veste e quando terminar, toma... sai e compra o que tá na lista — Eva deixou dinheiro e uma lista de compras, olhei e era tudo porcaria e refrigerante. Voltou ao normal, eu tinha que fazer tarefas e satisfazer os caprichos dela. Limpei tudo, me vesti e fui rápido comprar, por sorte a loja era perto e não ia perder muito tempo.
Voltei com tudo e entreguei pra Eva, que estava na cama dela com um livro estudando. Muito obrigada, pode ficar o troco, pra comprar suas bolachinhas de cachorro - Saí correndo pro meu quarto e tentei estudar, mas infelizmente não consegui... não parava de pensar no que queria fazer com aquele vídeo... Será que a Eva realmente usaria ele pra se masturbar? Imagino que cansou de usar os dois vídeos da Chloé. O lado bom é que eu não tinha muito tempo pra me aliviar e a Eva fez com que eu conseguisse, o único problema é a câmera de vídeo gravando.
Dois dias depois, a Eva entrou no meu quarto e me entregou o celular dela, disse que tava meio lento e queria que eu arrumasse. Por "arrumar" ela queria dizer limpar de vírus ou sei lá o que ela teria baixado, e minha única solução é restaurar de fábrica, mas claro que ela queria todos os aplicativos de volta no final e eu teria que fazer tudo. Ela perguntou se ia demorar muito, eu disse que sim, um pouco... - Bom, se você vai demorar, então foda-se, vou pegar seu telefone emprestado pra jogar alguma coisa, porque tô entediada - Eva pegou meu celular e foi pra cama dela.
Enquanto eu instalava os últimos aplicativos, a Eva entrou no meu quarto pra perguntar se tava quase pronto, eu disse que já já, ela deixou meu telefone na escrivaninha e esperou no sofá. Quando terminei, entreguei o celular pra ela, ela começou a mexer e, ao conectar no Wi-Fi, tocou uma notificação do WhatsApp, tudo funcionando perfeitamente.
- Pronto!! Tudo perfeito. - disse a Eva
- Ok... teoricamente tudo deve funcionar bem.
- Sim, isso... tanto faz, mas como você pode ser tão pervertido? Não tem vergonha na cara?
- Do que você tá falando?
- Você pirou? Que porra é essa de mandar pra sua irmã mais velha um vídeo seu se masturbando? E se o papai e a mamãe vissem? - Ela virou o celular e me mostrou o WhatsApp, do meu celular tinha enviado pro dela o vídeo que ela mesma gravou de mim. A Eva começou a rir sem se segurar nem um pouco.
- Mas o que você tá fazendo? Pra que fazer essas merdas?
- Bem fácil... antes eu te tinha preso pelos ovos com dois vídeos, mas acho que nunca teria coragem de usá-los... mas esse? Agora sim, te fodi. Estou comendo na mão dela, posso mandar o papai e a mamãe te pegarem e não vão fazer nada comigo.
— E pra que você faz isso? Eu tô te obedecendo desde o começo, não neguei nada!
— Bom... então não aconteceu nada, né? Tudo continua como antes. Aliás, quero que mudem meu som de notificação. Quando precisar de você, mando um pontinho ou uma letra aleatória e quero que você venha correndo. Quero o som de uma campainha, oki? — Eva foi embora, voltou pro quarto dela e fechou a porta.
De certa forma, ela tinha razão. Se já tava me chantageando, que diferença faz se agora é algo diferente? Eu não sabia se ela usaria ou não os vídeos se eu não obedecesse. Tudo continuava igual... minhas notas não foram afetadas, eu continuava praticando esporte e, como "compensação", Eva decidiu que eu tinha que "aliviar" minha frustração sexual pelo menos uma vez por dia, mas agora sem câmera gravando. Tudo por culpa de ficar sem me masturbar por um tempão e ter uma ereção na frente da Eva enquanto massageava os pés dela. Cometi o pequeno erro de pensar na comida com a Chloé quando, debaixo da mesa, ela conseguiu me fazer gozar usando os pés dela.
Não lembro quanto tempo passou, mas mais ou menos uns cinco ou seis meses desde que Eva começou a me mandar. Lembro que foi um sábado. Eva terminou as provas dela e não teria outra por um bom tempo, então convidou as duas melhores amigas dela pra casa pra passar o tempo. Eu conhecia elas bem, porque costumavam vir de vez em quando e eram muito legais comigo. Desde que Eva começou a me chantagear, não vi nenhuma delas um dia sequer, e aquele seria o primeiro dia em muito tempo. As três dividiam a sala de aula, Carolina e Lucia. A mais fácil de descrever fisicamente seria a Lucia: só de dizer que ela era uma cópia muito parecida com uma Barbie, você já entende. Olhos azuis, cabelo loiro comprido (não natural) e um corpão de modelo.
Por outro lado, tinha a Carolina, que era o oposto total: uma garota gordinha (Olha... não gorda, mas um pouco mais do que se dissesse "curvy"), quase sempre morena, já que raramente pintava o cabelo, quase sempre curtinho, mas com um rostinho lindo pra caralho. Sempre achei a voz dela estranha, muito... doce? Não sei explicar, bem aguda, parecia a de uma criança bem pequena. Se não fosse pelo jeito totalmente adulto de falar, você juraria que tava ouvindo uma menininha.
(Obviamente, por questões de idade, não poderia postar fotos daquele ano. Como o corpo dela mudou com o tempo, imaginem ela assim, mas com uns quilinhos a mais, não muitos.)E bom, em personalidade, a Lucia teria uma personalidade meio... hiperativa, muito sociável e faladeira. Já a Carolina, mais tímida, mas não a ponto de se isolar e não falar comigo. No geral, simpáticas, normais e boas pessoas. — Já dava pra Eva ser assim...
Como de costume, se alguém batia na porta e meus pais não estavam, era sempre eu que tinha que atender quem quer que fosse. E naquele dia não seria exceção. Quando a campainha tocou, a Eva me mandou abrir, que eram as amigas dela. Olhei pela janela da cozinha, que dava pra entrada do jardim, vi que eram elas, abri o portão de dentro e esperei na porta principal, já aberta.
— Cara, Ángel, quanto tempo! — disse a Lucia.
— Boa tarde, Ángel — falou a Carolina, meio baixinho.
— Oi, meninas. É, quase seis meses, mais ou menos, né? — falei pras duas enquanto fechava a porta atrás delas.
— Lembrando que você tem que pedir os casacos e pendurar no cabideiro, e se elas derem as bolsas, também. Desculpa, meninas, ele ainda tá em fase de domesticação — disse a Eva, aparecendo na escada. — Bom, vamos, meninas, sobe pro meu quarto que estamos sozinhas.
Depois disso, me tranquei no meu quarto. Com o que tinha acabado de rolar, melhor não aparecer muito. Tinha a impressão de que a Eva queria se gabar da minha obediência ou algo assim. Nós dois estávamos de porta fechada, mas, como se nada fosse, dava pra ouvir tudo perfeitamente, desde que não cochichassem. Elas começaram a falar de provas, de aulas, do pessoal da sala e coisas do tipo. Fiquei um bom tempo ouvindo, até que resolvi parar. Passou um tempo e ouvi a Eva dizer:
— Claro que tenho ele comendo na minha mão. O que eu falei é verdade, e se o que aconteceu antes não foi suficiente, posso provar agora ou quando você quiser.
Fez-se silêncio por uns minutos, e meu celular tocou. WhatsApp, um ponto só da Eva. Entrei no quarto da Eva, ela tava deitada na cama dela, a Carolina numa cadeira na frente de uma mesinha e a Lucia do lado dela.
— O que você quer, Eva?
— Desculpa, meninas, ainda tô ensinando modos pra ele. Pra próximas vezes, lembra... Em que posso te ajudar? Se quiser colocar um senhorita, ama ou até aceitaria uma amada irmã... Então, isso ficaria melhor, oki? — falou a Eva com um tom de deboche.
— Ok... como você quiser.
— Bom, então, é que a gente tá com uma fominha e queria pedir uma pizza. Mamãe deixou o dinheiro na mesa da sala, te deixei a lista do que a gente quer na minha escrivaninha. Como a gente se preocupa com o meio ambiente, não queremos que o entregador traga, a moto dele polui muito, né? Vai ter que ir a pé, sozinho, claro... a gente tá ocupada. Pode ir devagar, não se cansa, mas a gente quer quentinha, não demora na volta, não é longe, seja bonzinho, irmãozinho, e cumpre essa tarefa da sua amada irmã mais velha.
Enfiei a lista no bolso e desci pra pegar o dinheiro. No caminho pra pizzaria, xinguei minha Eva de todas as formas que me vinham na cabeça, foi a primeira vez que ela resolveu se gabar do controle que tinha sobre mim na frente de outras pessoas. Infelizmente, não podia fazer nada, ia ter que continuar esperando e dar um jeito dela cometer algum erro pra poder chantagear ela também e ela parar de fazer isso comigo.
Voltei pra casa depois de comprar o que ela pediu, a pizzaria não era muito longe, não foi um sacrifício, mas foi meio humilhante. Entrei no quarto da Eva e deixei tudo em cima da mesinha.
— Bom cachorrinho por cumprir sua tarefa, pra próxima lembra... bate na porta antes de entrar, oki? E antes de ir, pega isso — ela me deu umas botas, mas de salto, botins, imagino que seja o nome certo — São da Lucia, acho que ela pisou numa poça ou algo assim, sei lá... mas tão meio sujas, seja bonzinho e limpa elas o melhor que puder, as solas não precisa, mas já que você tá aí... Você também coloca as limpas, né? Quando terminar, deixa elas do lado da minha porta e não enche o saco.
Como imaginei, Eva só queria me humilhar. O bom é que, enquanto eu limpasse, ela me deixaria em paz por um bom tempo. Tenho que admitir que, depois de limpar meu tênis sujo de barro depois de um dia de esporte em trilhas enlameadas... me mandar tirar umas gotinhas de sujeira dos sapatos de uma gostosa não foi nenhum sacrifício, e eles praticamente cheiravam a novos. Seria uma pena se fedessem, seria a única coisa que eu lembraria ao ver aquela mina tão linda; aquela gostosa que parece uma Barbie adorável tem os pés fedorentos (não queria pensar isso dela), então melhor assim.Terminei de limpar, ficaram perfeitos. Tava com medo de estragar, já que nunca tinha limpado nada daquele material, e a reação da Eva me dava medo se eu quebrasse. Deixei eles do lado da porta, como Eva mandou, sem fazer barulho pra ela não me encher mais o saco, e voltei pro meu quarto. Depois de um tempo, elas abriram a porta.
— Caralho, que porra é essa?! Mas se meu cachorrinho deixou igual quando você comprou, Lucia!!!
— Pois é, verdade, seu irmãozinho fez um trabalho foda demais — disse Lucia, enquanto ouvia ela calçando os sapatos.
— Acho que de agora em diante ele vai ter que fazer isso com todos os meus sapatos também, não acham, meninas?
Eva começou a bater na minha porta e, sem eu falar nada, abriu. Entrou no quarto com a mão nos olhos, gritando: — To entrandooo! Não vai tar se masturbando, né? Não quero sair traumatizada, ok... vou olhar. Queria saber se você tem algo pra fazer amanhã à tarde. Sabe de uma coisa? Tanto faz, você vai obedecer o que eu mandar de qualquer jeito... então é isso, amanhã à tarde você vai vir comigo numa coisinha. Pode durar a tarde toda, mas você vai tar em casa pra jantar sem problemas. Dito isso... pode continuar com a besteira que você tava fazendo.
As minas foram embora e, pouco depois, Eva entrou pra perguntar se eu tava estudando ou se ia estudar. Quando eu disse que não, ela começou a trazer todos os sapatos dela. — Agora é sua vez de limpar os meus. Quero eles igual ao da Lucia, e de preferência antes das... Cena. Hoje à noite descansa, porque amanhã vou precisar de você cem por cento. — Nada de outro mundo, depois desses meses já me acostumei com as besteiras dela...

Capítulo 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3984982/6-El-chantaje-de-mi-hermana-Eva-II.html
Por enquanto vou deixar por aqui, desculpa se foi meio chato ou não... dependendo do gosto, pode ser que não seja. A continuação vem logo, valeu por esperar.
2 comentários - Chantagem da minha irmã Eva I