Nota; *se essa info não for importante pra você, vai direto pro parágrafo do título*Primeiramente, quero agradecer pelo apoio que deram ao meu relato, fico feliz que tenha excitado vocês tanto quanto me excitou escrever. Mas tenho que dizer que minha intenção é exatamente essa: fazer vocês imaginarem na mente essas cenas tão safadas comigo, que se coloquem no papel de um dos caras com quem perdi minha virgindade.
2. Pra deixar claro, não quero expor minha imagem, porque só quero contar minha vida sexual e as situações que já vivi relacionadas a sexo. Não tenho OF nem nada disso, sou só uma estudante que adora transar, sem mais delongas. Aproveitem.
PARTE DOISLá estava eu, na sala da minha casa, com as pernas abertas na frente de 3 paus apontando pro meu rosto vermelho de vergonha e chocada com o que tava rolando. Eu não era tão consciente da magnitude do que tava acontecendo e do que ia rolar, não conseguia tirar os olhos de como eles mexiam as mãos em volta dos paus enquanto olhavam como eu esfregava minha buceta, já tão molhada que até eu me surpreendi, porque nunca tinha ficado tão melada que até os dedos brilhavam, talvez mais que aqueles paus que já tinham líquido na ponta.
David tomou a iniciativa naquele momento, vendo que eu tava tão molhada, falou olhando pro Julian: "Já tá tão molhada que dá pra enfiar os dedos."
Julian respondeu: "Laura, a gente quer ver você enfiar os dedos, é o que mais queremos ver." Claramente eu recusei, fechando as pernas de vergonha por eles verem como eu já tava sujando o sofá com meu fluido vaginal.
Andres disse: "E se você não quiser fazer sozinha, quer que a gente ajude?" Era estranho, mas me pareceu uma opção melhor, não sei por quê, mas mesmo assim não deixei os dedos deles tocarem o interior da minha buceta virgem. Falei que não, que tava com medo deles fazerem isso. Julian me olhou, pegou minha mão e levou até o pau dele, e disse bem sério: "Sabe que isso pode entrar na sua buceta, né?" Eu só olhava pro pau dele, tentando não encarar os olhos, enquanto ele movia minha mão pra eu esfregar de leve o pau dele. Eu pensava que aquilo não ia entrar em mim, meus pensamentos já estavam confusos, eu me sentia muito bem porque tinha me masturbado, a curiosidade me excitava sem eu perceber. Levantei e olhei pros 3 paus que estavam ao meu redor e falei: "Quero que o Andres faça." Todos comemoraram minhas palavras e empurraram o Andres pra frente de mim. Eu tava com muito medo, mas minha buceta só fazia escorrer aquele líquido que indicava que eu tava pronta. Eu, com as pernas abertas e olhos fechados, senti ele colocar o pau em cima de mim. Esperei ele enfiar, mas ele disse algo que me fez abrir os olhos. As palavras dele foram: "A... É verdade, tô com medo, não sei como fazer.
O pênis fino dele foi afastado de mim. Julian puxou Andrés pra trás e disse: "Olha, se você não fizer, eu não tenho medo." Ele fez a primeira tentativa, empurrando o pau dele contra minha buceta. A primeira enfiada bateu no meu clitóris, foi tão direto e forte que senti um raio me atravessar. Foi uma sensação de prazer que eu nunca tinha sentido, e fez um gemido escapar da minha boca.
Mesmo tendo sido gostoso, coloquei a mão no pau dele na hora e falei: "Espera, não é ali." Guiei ele pra baixo, devagar. Lembro que quase não ouvia o que eles diziam, porque o pênis dele já estava na entrada da minha buceta, escorregadia e pulsando. Senti como eu molhava a cabeça do pau dele. Quando chegou no meu buraco, fechei os olhos e falei: "Pode meter." Aqui foi o contrário: o pau dele era grande pra época. Lembrem-se da nossa idade, ele era um ano mais velho que a gente. O pênis dele devia ter uns 14 cm, eu acho, e uma grossura considerável. A cabeça mal entrou na minha buceta e eu já gemi, porque senti ele deslizar pra dentro de mim, mas ao mesmo tempo doía tanto que eu pedi pra ele parar. Ele começou a se mexer, buscando o prazer dele, mas respeitou e só colocou a ponta do pau. Era uma sensação muito boa, ele entrando e saindo. Eu gostava, mesmo com a dor ali. Olhei pra ele e falei pra parar, que tava doendo um pouco. Então ele se afastou, com o pau ainda mais inchado, e disse feliz: "Quero mais."
Assim que Julian saiu, David tomou a posição dele e falou: "Eu quero fazer. Vou meter devagar." Eu tinha uma lágrima no olho, mas vi que o pau dele era menor, então fechei os olhos de novo. Foi tão diferente. David enfiou o pênis devagar até a metade e, quando tentou ir mais fundo e viu minha cara de dor, parou por ali. Começou a tirar, mas antes de sair completamente, voltou pro mesmo lugar. Já estávamos transando. Ele me penetrou assim por mais de 2 minutos. Eu acho que foram uns dois ou três. minutos até que ele tirou o pau pulsando e disse: "senti tantas cócegas no meu pau que tive que tirar". E não, ele não gozou, ainda não tinha gozado. Mas por mim, eu adorei. O roçar do pau dele dentro de mim foi gostoso, me senti muito bem. Eu queria continuar. Abri meus olhos e falei: "Andrés, você... não quer fazer? Afinal, só falta você". Nisso, ele se plantou na minha frente e, sem dizer nada, enfiou o pau fino dele dentro de mim, completamente. Eu arqueei minhas costas. Não, não doeu. Foi puro prazer. Deslizou tão fácil que conseguiu me fazer sentir tão bem por alguns segundos. Ele me comeu por segundos, talvez um minuto. Nunca vou esquecer aquela sensação. Fez o mesmo que David: se retirou, se sentindo feliz, com o pau meia-bomba. David estava com o pau completamente mole. Vi ele guardar o pau na cueca, mas sem parar de me olhar. Julián, que antes tinha inchado ainda mais o pau dele, disse: "só faltou eu".
Antes de Julián meter o pauzão dele, vi que minha buceta estava toda molhada. Caíam gotas da minha entrada antes virgem. Na hora, eu não entendia, mas agora não consigo tirar da cabeça que foi a vez que mais fiquei excitada.
Julián se aproximou e enfiou a ponta do pau dele. Levantou o olhar e eu falei: "pode ir um pouco mais". Minhas pernas já tremiam naquele momento e eu não tinha forças, mas queria sentir o mesmo que Andrés e David me fizeram sentir. Julián enfiou mais da metade do pau dele, e só isso já entrou. Não doía, mas só aquilo já bastou pra encher meu buraco. Assim que ele começou a se mexer, meus gemidos ficaram mais fortes. Não gritei, mas sempre aumentei mais a voz. Era incrível. Enquanto ele fazia, levantou meu top e olhou meus peitos, e isso o ativou mais, fazendo ele ir mais rápido. Naquele momento, senti meu primeiro orgasmo da vida. Tirei ele de dentro de mim enquanto tremia, arranhava o sofá e apertava forte minha mandíbula. Só senti meu corpo me dando felicidade absoluta. Julián me perguntou se eu estava bem. Eu não... Respondi, ele levantou minhas pernas e meteu de novo. Eu tava sensível, tanto que minha buceta pulsava. Ele aguentou uns 4 ou 6 minutos até gozar, contando com meu orgasmo. Só senti quando ele tirou o pauzão de dentro de mim, e ainda senti meu abdômen quente. Nisso, enquanto eles se vestiam e viam que eu não me mexia, me perguntaram se tava tudo bem. Falei que sim, que queria ficar sozinha. Eles saíram de casa enquanto eu ia pro banheiro. Senti uma gota descendo do meu abdômen pela minha perna — era sêmen do Julián. Ele tinha gozado em cima de mim. Me deu nojo, porque não sabia o que era aquilo. Entrei no banheiro suada, com sêmen no corpo e minha buceta viscosa. Enquanto tomava banho, lembrava daquela sensação e sabia que queria repetir.
Gente, essa foi minha história. Talvez tenha pulado umas coisas, mas é que não lembro tão claramente daquele dia. Sou viciada em sexo desde então, embora não tenha transado de novo pelos próximos dois anos.
Espero que tenham gostado pra caralho. Se quiserem que eu conte mais, avisem aqui neste post que eu trago rapidinho.
Algumas coisas que posso contar, nem meu namorado sabe, então ele vai ficar sabendo junto com vocês.
2. Pra deixar claro, não quero expor minha imagem, porque só quero contar minha vida sexual e as situações que já vivi relacionadas a sexo. Não tenho OF nem nada disso, sou só uma estudante que adora transar, sem mais delongas. Aproveitem.
PARTE DOISLá estava eu, na sala da minha casa, com as pernas abertas na frente de 3 paus apontando pro meu rosto vermelho de vergonha e chocada com o que tava rolando. Eu não era tão consciente da magnitude do que tava acontecendo e do que ia rolar, não conseguia tirar os olhos de como eles mexiam as mãos em volta dos paus enquanto olhavam como eu esfregava minha buceta, já tão molhada que até eu me surpreendi, porque nunca tinha ficado tão melada que até os dedos brilhavam, talvez mais que aqueles paus que já tinham líquido na ponta.
David tomou a iniciativa naquele momento, vendo que eu tava tão molhada, falou olhando pro Julian: "Já tá tão molhada que dá pra enfiar os dedos."
Julian respondeu: "Laura, a gente quer ver você enfiar os dedos, é o que mais queremos ver." Claramente eu recusei, fechando as pernas de vergonha por eles verem como eu já tava sujando o sofá com meu fluido vaginal.
Andres disse: "E se você não quiser fazer sozinha, quer que a gente ajude?" Era estranho, mas me pareceu uma opção melhor, não sei por quê, mas mesmo assim não deixei os dedos deles tocarem o interior da minha buceta virgem. Falei que não, que tava com medo deles fazerem isso. Julian me olhou, pegou minha mão e levou até o pau dele, e disse bem sério: "Sabe que isso pode entrar na sua buceta, né?" Eu só olhava pro pau dele, tentando não encarar os olhos, enquanto ele movia minha mão pra eu esfregar de leve o pau dele. Eu pensava que aquilo não ia entrar em mim, meus pensamentos já estavam confusos, eu me sentia muito bem porque tinha me masturbado, a curiosidade me excitava sem eu perceber. Levantei e olhei pros 3 paus que estavam ao meu redor e falei: "Quero que o Andres faça." Todos comemoraram minhas palavras e empurraram o Andres pra frente de mim. Eu tava com muito medo, mas minha buceta só fazia escorrer aquele líquido que indicava que eu tava pronta. Eu, com as pernas abertas e olhos fechados, senti ele colocar o pau em cima de mim. Esperei ele enfiar, mas ele disse algo que me fez abrir os olhos. As palavras dele foram: "A... É verdade, tô com medo, não sei como fazer.
O pênis fino dele foi afastado de mim. Julian puxou Andrés pra trás e disse: "Olha, se você não fizer, eu não tenho medo." Ele fez a primeira tentativa, empurrando o pau dele contra minha buceta. A primeira enfiada bateu no meu clitóris, foi tão direto e forte que senti um raio me atravessar. Foi uma sensação de prazer que eu nunca tinha sentido, e fez um gemido escapar da minha boca.
Mesmo tendo sido gostoso, coloquei a mão no pau dele na hora e falei: "Espera, não é ali." Guiei ele pra baixo, devagar. Lembro que quase não ouvia o que eles diziam, porque o pênis dele já estava na entrada da minha buceta, escorregadia e pulsando. Senti como eu molhava a cabeça do pau dele. Quando chegou no meu buraco, fechei os olhos e falei: "Pode meter." Aqui foi o contrário: o pau dele era grande pra época. Lembrem-se da nossa idade, ele era um ano mais velho que a gente. O pênis dele devia ter uns 14 cm, eu acho, e uma grossura considerável. A cabeça mal entrou na minha buceta e eu já gemi, porque senti ele deslizar pra dentro de mim, mas ao mesmo tempo doía tanto que eu pedi pra ele parar. Ele começou a se mexer, buscando o prazer dele, mas respeitou e só colocou a ponta do pau. Era uma sensação muito boa, ele entrando e saindo. Eu gostava, mesmo com a dor ali. Olhei pra ele e falei pra parar, que tava doendo um pouco. Então ele se afastou, com o pau ainda mais inchado, e disse feliz: "Quero mais."
Assim que Julian saiu, David tomou a posição dele e falou: "Eu quero fazer. Vou meter devagar." Eu tinha uma lágrima no olho, mas vi que o pau dele era menor, então fechei os olhos de novo. Foi tão diferente. David enfiou o pênis devagar até a metade e, quando tentou ir mais fundo e viu minha cara de dor, parou por ali. Começou a tirar, mas antes de sair completamente, voltou pro mesmo lugar. Já estávamos transando. Ele me penetrou assim por mais de 2 minutos. Eu acho que foram uns dois ou três. minutos até que ele tirou o pau pulsando e disse: "senti tantas cócegas no meu pau que tive que tirar". E não, ele não gozou, ainda não tinha gozado. Mas por mim, eu adorei. O roçar do pau dele dentro de mim foi gostoso, me senti muito bem. Eu queria continuar. Abri meus olhos e falei: "Andrés, você... não quer fazer? Afinal, só falta você". Nisso, ele se plantou na minha frente e, sem dizer nada, enfiou o pau fino dele dentro de mim, completamente. Eu arqueei minhas costas. Não, não doeu. Foi puro prazer. Deslizou tão fácil que conseguiu me fazer sentir tão bem por alguns segundos. Ele me comeu por segundos, talvez um minuto. Nunca vou esquecer aquela sensação. Fez o mesmo que David: se retirou, se sentindo feliz, com o pau meia-bomba. David estava com o pau completamente mole. Vi ele guardar o pau na cueca, mas sem parar de me olhar. Julián, que antes tinha inchado ainda mais o pau dele, disse: "só faltou eu".
Antes de Julián meter o pauzão dele, vi que minha buceta estava toda molhada. Caíam gotas da minha entrada antes virgem. Na hora, eu não entendia, mas agora não consigo tirar da cabeça que foi a vez que mais fiquei excitada.
Julián se aproximou e enfiou a ponta do pau dele. Levantou o olhar e eu falei: "pode ir um pouco mais". Minhas pernas já tremiam naquele momento e eu não tinha forças, mas queria sentir o mesmo que Andrés e David me fizeram sentir. Julián enfiou mais da metade do pau dele, e só isso já entrou. Não doía, mas só aquilo já bastou pra encher meu buraco. Assim que ele começou a se mexer, meus gemidos ficaram mais fortes. Não gritei, mas sempre aumentei mais a voz. Era incrível. Enquanto ele fazia, levantou meu top e olhou meus peitos, e isso o ativou mais, fazendo ele ir mais rápido. Naquele momento, senti meu primeiro orgasmo da vida. Tirei ele de dentro de mim enquanto tremia, arranhava o sofá e apertava forte minha mandíbula. Só senti meu corpo me dando felicidade absoluta. Julián me perguntou se eu estava bem. Eu não... Respondi, ele levantou minhas pernas e meteu de novo. Eu tava sensível, tanto que minha buceta pulsava. Ele aguentou uns 4 ou 6 minutos até gozar, contando com meu orgasmo. Só senti quando ele tirou o pauzão de dentro de mim, e ainda senti meu abdômen quente. Nisso, enquanto eles se vestiam e viam que eu não me mexia, me perguntaram se tava tudo bem. Falei que sim, que queria ficar sozinha. Eles saíram de casa enquanto eu ia pro banheiro. Senti uma gota descendo do meu abdômen pela minha perna — era sêmen do Julián. Ele tinha gozado em cima de mim. Me deu nojo, porque não sabia o que era aquilo. Entrei no banheiro suada, com sêmen no corpo e minha buceta viscosa. Enquanto tomava banho, lembrava daquela sensação e sabia que queria repetir.
Gente, essa foi minha história. Talvez tenha pulado umas coisas, mas é que não lembro tão claramente daquele dia. Sou viciada em sexo desde então, embora não tenha transado de novo pelos próximos dois anos.
Espero que tenham gostado pra caralho. Se quiserem que eu conte mais, avisem aqui neste post que eu trago rapidinho.
Algumas coisas que posso contar, nem meu namorado sabe, então ele vai ficar sabendo junto com vocês.
4 comentários - O começo da minha vida sexual Parte 2