Anto, a ex do meu amigo

Olá, comunidade. Capaz que vocês vão achar que sou um sem-vergonha, um mau amigo pelo que fiz nessa história, mas aqui vai. Isso aconteceu quando eu tinha 19 anos. Na época, eu tinha um amigo, o Ruivo, a gente chamava ele assim. Ele tinha uma namorada. Todo mundo no grupo zoava ele porque a mina dele era muito gostosa, e ele, como sempre, ficava puto, kkk. Mas ele era bem filho da puta, porque sempre que podia, traía ela (metia chifre nela), e todo mundo sabia, mas como éramos amigos, a gente não falava nada.

Vou descrever ela: loira, baixinha, uma bunda linda e uns peitões. Um dia, recebo uma mensagem no Facebook dela.

Anto: Oi, como você tá?
Eu: E aí, Anto, tudo bem com você?
Anto: Tudo bem, tudo bem.
Eu: O que foi, precisava de algo?
Anto: Não, só queria conversar com você, não posso?
Eu: Por mim, tudo bem, mas não sei o que o Ruivo vai achar.
Anto: Relaxa, tá tudo bem, não tem problema.

A gente ficou conversando um tempão, um papo muito bom, até que ela manda:
Anto: Adorei conversar com você. Um dia você pode vir aqui em casa e a gente bate um papo?
Eu: É, quando o Ruivo for, eu vou.
Anto: Não, vem você sozinho.
Eu: Pra que vou aí sozinho?
Anto: Ué, quem sabe conversando a gente se entende melhor.
Eu: Olha, Anto, foi legal o papo e tudo, mas você é a namorada de um amigo, e além de conversar, não vai rolar nada.
Anto: Tá falando sério? Sou feia pra você?
Eu: Sim, Anto, tô falando sério. E não, você não é feia, você é muito gostosa, me desculpa falar assim, mas você é a namorada de um amigo.
Anto: Agora eu tenho que te falar uma coisa.
Eu: Fala aí.
Anto: Aqui estou com seu amigo, vendo tudo. Ele me pediu pra fazer isso pra ver qual era a sua reação. Me desculpa, eu não queria.

Não respondi mais, porque fiquei puto pra caralho com aquele outro filho da puta, fazendo a mina dele fazer essas merdas, sendo que ele era o mais desconfiado, enquanto metia chifre nela sempre que podia.

Passou uma semana e não vi o Ruivo nem a Anto. Até que num fim de semana, a gente fez um churrasco, todo o grupo, como se diz. Cheguei, cumprimentei todo mundo normal, e o Ruivo me chama: "Vamos comprar umas coisas e conversar sobre o outro dia."

Ruivo: E aí, mano, me desculpa pelo outro dia.
Eu: Tudo bem, cara, mas não tem nada a ver. Mandou bem, hein. Ruiva: É que acho que a Anto tá me traindo, e talvez com um dos caras.
Eu: E por que eu, porra? Nada a ver. Se tá tudo bem que sua mina tá fortona, mas não.
Ruiva: Já sei, por isso tô pedindo desculpa.
Eu: Além disso, se ela tá te traindo, você merece, porque você trai ela sempre que pode.
Ruiva: Ei, amigo, mas isso fica entre nós.
Eu: Sim, sempre, mas não dá pra você desconfiar, ainda mais de mim.
Ruiva: Pronto, tudo certo.
Eu: Sim, mano, tudo certo.
Ruiva: Pra você ver que sou amigo, sexta que vem tô sozinho em casa até sábado, então a gente come alguma coisa ao meio-dia, passa o dia todo e à noite a gente sai.
Eu: Pô, amigo, muito exagerado, haha.
Ruiva: Vai, a Anto tem uma amiga que veio de férias que é mó gostosa também.
Eu: Beleza, então. Passo a noite, tudo na boa entre os caras, falando das gatas e das nossas paradas.

Chegou sexta e ele me manda mensagem.
Ruiva: Vai, amigo, vem que já tô com as minas, só falta você.

Cheguei na casa e tava a Anto de legging, mostrando aquele rabo lindo, e a amiguinha dela chamava Dani, uma morena gostosa, com uma bunda maravilhosa.

Cheguei, cumprimentei e começamos a conversar, pegamos um clima bom, comemos umas pizzas e tomamos umas cervejas.
Dani: Quantos anos você tem?
Eu: 19, e você?
Dani: 18 aninhos.
Eu: Exatamente o que o médico receitou, hahaha.
Dani: Haha, que bobo.

Isso foi lá pras 3 da tarde. O ruiva foi comprar cigarro e gelo porque não tinha mais, e a gente tinha vinho e Fernet. Eu fiquei com a Anto e a Dani. Nisso, a Anto chega perto de mim e fala baixo:
Anto: Que fácil que é essa Dani, hoje você vai comer ela com certeza.
Eu: E aí, tá com ciúmes ou o quê?
Anto: Não, mas ela é muito rápida e me dá raiva.
Eu: Vamos ver o que rola, tô solteiro e ela sei lá, mas beleza.
Anto: E se ela tiver namorado, você come ela mesmo assim?
Eu: E sim. Se o namorado dela não for meu amigo.
Anto: Então, se o ruiva não fosse seu amigo, você me comeria também?
Não sei se era o álcool, mas eu falei:
Eu: Anto, em você eu arrebento essa buceta.
Anto: Que atrevido você é, cara.
Eu: Você perguntou.

A tarde seguiu, e eu e a Dani já tava rolando um clima. Abraçado por toda a casa, já tinha dado uns beijos nela, mas de boa. Numa hora, saio pra fumar lá fora e a Dani vem atrás de mim, já tava todo mundo meio bêbado. Dani: Vamos ficar o dia inteiro aqui? Eu: E se à noite a gente comer algo e ir pra balada? Dani: Ah, que pena. Eu: Por quê, ia ver alguém? Dani: Queria ficar num lugar só nós dois. Eu pensei, ela tem razão, a Anto tá querendo pica e é rapidinha. Eu: Então vamos pro quarto de hóspedes. Dani: Tem certeza? O ruivo não vai ficar puto? Eu: Não, agora quando ele entrar eu pergunto. Chamei o ruivo e perguntei: Eu: Ei, como faço pra usar o quarto de hóspedes? Ruivo: Sabia que ia querer foder. Beleza, tudo certo, vou pro meu quarto com a Anto. Eu: Valeu, de quebra a gente dorme um pouco pra noite que vai ser longa haha. Falei pra Dani, fomos pro quarto, e a Anto, sei lá por que, me olhou com cara de cu, mas não liguei. Assim que entramos, a Dani me agarrou e me deu um beijo do caralho. Eu: Ah, o que foi, tá quentinha? Dani: Você não sabe como, vi você olhando pra minha bunda toda vez que podia. Eu: E com essa bunda do caralho, como não olhar? Começamos com beijos e mãozada, tirei a regata e o sutiã dela, comecei a chupar os peitos dela. Dani: Filho da puta, como chupa bem os peitos, como me excita. Eu: Vamos ver como você tá por aqui. Passei a mão na buceta dela. Deus, que gostosa, toda molhadinha, sem um pelo. Tirei a roupa toda dela, eu fiquei de cueca, dava pra ver como a pica tava dura. E comecei a chupar a buceta dela. Dani: Aii, meu amor, que gostoso, como você come minha buceta. Eu: Que delícia sua buceta, meu amor. Dani: Vai, papai, continua, aii, vai, já vou gozar, papai, vai, chupa que é gostoso. E gozou na minha boca. Eu: Vamos ver, gostosa, é sua vez. Dani: Vamos ver o que a gente tem aqui. Nisso, ela tira minha cueca e salta a pica de 19cm, bem cabeçuda e grossa. (Pra ser sincero, é a única coisa boa que eu tenho haha) Dani: Humm, papai, não sei se vai caber toda na boquinha. Eu: Calma, bebê, eu te ajudo. Ela começou a dar beijinhos na cabeça da pica, mordia um pouco, a putinha. Isso me excitou, nunca tinham feito isso comigo, e ela começou a chupar. Eu: vai, putinha, continua, que gostoso você chupa, vai. Dani: mmm, que pau gostoso vou comer hoje. Eu: olha, bebê, como você engole inteiro. Dani: não vou conseguir, papai. Eu: eu te ajudo, bebê. Ela tentou engolir inteiro de uma vez e não conseguiu, então eu segurei a cabeça dela e peguei a boca dela até enfiar na garganta. Ela engasgou, os olhos cheios de lágrimas, mas entrou tudo. Eu: viu, bebê, que você conseguia? Dani: filho da puta, quase me afogou. Eu: é, você gosta, putinha. Dani: vai, me come que não aguento mais. Comecei a foder ela, ela só deixou pela buceta, não quis dar a bunda. Eu: Dani, meu amor, que apertadinha você é. Dani: aiii, papai, que pau gostoso você tem, vai, mais. Que gostoso, bebê, como você me come. Eu: você gosta, não é, putinha? Comecei a meter mais forte, como se não importasse que na outra peça estavam a ruiva e a Anto, pelo jeito que ela gritava de prazer, a Dani. Quando eu ia gozar, gozei na cara e nos peitos dela. Ela foi se lavar e voltou pra deitar, e a gente dormiu até umas dez da noite. A gente levantou, fez uma coisa na churrasqueira. A Dani pediu pra ruiva levar ela pra buscar roupa, então foram. Eu fiquei com a Anto, que me olhava com cara de brava ou irritada. Eu: ei, o que que tem você hoje, tá me olhando assim? Anto: e ainda pergunta? Eu: ué, não entendi o que aconteceu!? Anto: trago minha amiga e você come ela, é assim? Eu: calma aí, a gente não é nada além de amigos, qual é o seu problema? Anto me olhou como se estivesse pensando e sentou no sofá, e eu fui até ela. Anto: verdade, você tem razão, não sei o que deu em mim. Eu: pois é, não entendo. Anto: talvez seja ciúme, ainda mais quando eu ouvi vocês. Eu: você nos ouviu? Anto: sim, não vem se fazer de besta, você comeu ela direitinho. Eu: foi bom, não fica brava. Anto: o que eu não entendo é se ela é muito gritona ou se você tem um pau grande. Eu: gritona ela é, mas o resto não sei, verdade. Anto: como não vai saber, idiota, mostra pra mim. Eu: qual é o seu problema, doida? Anto: só quero ver, mas duro, hein. Eu: tá bom, vou te mostrar. mas como é que você quer que ela fique dura? Anto: eu te ajudo. Ela ficou de quatro, baixou a legging e mostrou a bundinha dela bem pelada. Anto: e aí, passou? Eu já tava duro, mas queria aproveitar. Eu: não, ainda não. Anto: e com isso? Ela puxou a tanga e deixou eu ver a buceta dela bem depilada e o cuzinho bem fechadinho. Aí meu pau ficou duro que nem pedra. Eu: bom, olha você agora. Anto se virou e arregalou os olhos. Anto: caralho, não é à toa que minha amiga grita tanto, olha que peso. Eu: bom, pronto, nada a ver o que a gente fez, já era. Anto: espera, posso tocar? Eu: qual é, para de encher o saco, tudo bem que você é gostosa, mas você é a namorada do meu amigo. Anto: fala sério, vou só tocar e pronto. Eu: caralho, que chata, hein. Ela esticou a mão e pegou bem no meu pau, que gostoso que era, mas eu tinha que disfarçar. Anto: agora sim, fiquei com mais ciúme ainda, minha amiga vai comer tudo isso e eu nada. Eu: bom, pronto, já foi, vamos parar por aqui senão a gente fode tudo. Levantei e fui embora. Essa foi a primeira grande aproximação com a Anto. No próximo relato, continuo contando quando eu comi ela, que já não era mais a namorada do ruivo. Valeu por ler e desculpa os erros de português.

3 comentários - Anto, a ex do meu amigo

Muy bueno! Seguí contando. Parece q son lindas putitas las 2